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PedrãodoBrasil

Travessia Chapada Diamantina Extreme (9 Dias, 176 km) (Ibicoara x Lençóis) Sul x Norte

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Essa foto do centro de Lençóis me trouxe tantas boas memórias!!!

Essas cadeiras do lado direito são de um restaurante delicioso e baratíssimo, pelo menos era em 2011 hehehe.

  • kkkkkkk 1

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Em 20/09/2018 em 17:48, top_dog disse:

Essa foto do centro de Lençóis me trouxe tantas boas memórias!!!

Essas cadeiras do lado direito são de um restaurante delicioso e baratíssimo, pelo menos era em 2011 hehehe.

Sim Grisante Restaurante é o nome e tem uma carne de Sól muito boa. abraços. Ano que vem tem a fase 5

  • Gostei! 1

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    • Por Eliseu Francisco
      Com muito espirito de aventura eu Eliseu Francisco e meu amigo Daniel Douglas finalmente decidimos subir uma montanha pela primeira vez e escolhemos o Pico Paraná. Antes de irmos procuramos por vários relatos a fim de nos preparar, e encontramos ótimos relatos que foram de grande ajuda, mas quando chegamos lá sentimos que faltaram informações, então escrevo esse relato com a intenção de agregar mais informações para quem deseja realizar essa incrível aventura de subir o pico mais alto do sul do Brasil.
      Nós só temos disponibilidade durante as férias, sendo assim teríamos que optar por janeiro (verão) ou julho (inverno). Os relatos diziam que ir durante o verão não é uma boa opção devido á instabilidade do tempo, o que faz com que possamos pegar chuva a qualquer momento e ficar impossibilitados de subir o pico ou pelo menos ter mais dificuldades, mas nós ficamos receosos quanto ao frio do inverno, pois a chuva é uma possibilidade, mas o frio no inverno é uma certeza, então optamos por ir em Janeiro.
      Eu moro em Três Corações-MG, meu amigo mora em Florianópolis-SC. Decidimos nos encontrar em Curitiba para organizar nossas coisas e então partir para o pico. Passamos no supermercado para comprar suprimentos (água, frutas, sanduíches, bolacha) e depois fomos até a rodoviária de Curitiba para comprar as passagens para o pico. O pico, aparentemente não é um destino muito comum para quem vai de ônibus porque ninguém na viação sabia me informar ao certo qual ônibus eu deveria pegar, mas como eu havia pesquisado antes, descobri que a melhor opção seria comprar com a empresa Princesa dos Campos, com destino a Barra do Turvo **Não é possível encontrar esse destino no site da empresa, somente no guichê**, a  passagem em Janeiro de 2020 custava R$34,47, e um dos problemas é que esse é um destino muito além da estrada que leva ao pico, que fica á 48km de Curitiba, enquanto Barra do Turvo fica á 153km de Curitiba, ou seja pagamos muito para andar pouco, mas como não tínhamos outra opção... Outro empecilho é que só existem 3 horários por dia nessa rota, sendo ás 7:00h, 12:00h e 17:20h. Optamos por partir em um sábado ás 7:00h. O ônibus possui um cobrador, então pedimos pra ele nos avisar quando tivéssemos chegando próximo ao posto Mahle no km 46, que são os pontos na rodovia mais próximos a estrada que leva ao pico, por via das dúvidas eu acompanhei toda a rota pelo google maps e quando percebi que estávamos chegando próximo me levantei pra arrumar as coisas **Lembre-se de que você precisa levar seus equipamentos com você, pois o motorista não abre o bagageiro fora das rodoviárias**. O cobrador nos lembrou do local e nos avisou que o ponto seria ali, e também nos mostrou que havia outro ponto de ônibus do outro lado da rodovia, onde poderíamos pegar o ônibus para voltar pra Curitiba. **Na volta a passagem fica mais barata, pois o cobrador vai cobrar a passagem a partir daquele ponto**. Ao descer encontramos com um pequeno bar na beira da rodovia onde pedimos informações sobre onde fica a bendita estrada, fomos informados que ela fica á 2km seguindo a frente, ter que andar esse trecho no acostamento da rodovia foi inevitável, já que certamente o motorista não iria querer parar mais a frente por não ser seguro. Dois quilômetros depois nos deparamos com uma estradinha de terra á direita, havia um casal saindo de lá e perguntamos se aquela era a estrada que levava a fazenda Pico Paraná **Essa fazenda á a base de apoio na entrada da trilha que leva ao pico, é ela que você deve citar quando pedir informações**. Do início da estrada até a fazenda são cerca de 10km, eu sei, é muito, mas somos aventureiros e sabíamos que teríamos que fazer esse trecho, estávamos contando com alguma carona, e por sorte foi o que aconteceu, depois de andar cerca de 2km um motorista em uma caminhonete nos ofereceu carona, aceitamos sem relutar é óbvio, e foi realmente sorte, pois esse trecho tem muitas subidas, chegaríamos a fazenda já bem desgastados. Quando chegamos a fazenda fomos recepcionados por um dos proprietários que nos deu ótimas dicas e meio que nos assustou, é que como ele entende do clima local, ele nos disse que não seria uma boa ideia a gente ir até o Pico Paraná ou acampar lá em cima, pois o risco de chuvas, ventos e até raios é muito alto, ele então nos recomendou ir até o Pico Itapiroca ou Caratuva, não me lembro ao certo qual deles, a questão é que essa segunda opção é bem mais perto, tem cerca de somente 10m a menos que o Pico Paraná, a visão geralmente é mais limpa (sem nuvens), a trilha é menos intensa e daria pra subir e descer no mesmo dia para então acampar na base, onde é mais seguro. Obviamente ficamos meio preocupados, mas não pensamos duas vezes, nós fomos lá pra chegar até o topo do Pico Paraná e é isso que iríamos fazer independente do que tivéssemos que enfrentar, então avisamos ele da nossa decisão, assinamos uma folha de controle, deixamos na fazenda aquilo que não usaríamos na trilha e partimos. **É necessário pagar uma taxa de R$10(das 07 ás 18 horas) ou R$15(das 18 ás 07 horas) por pessoa na fazenda, esse valor te dá direito a usar os banheiros, chuveiro e camping. Também é necessário informar corretamente á qual pico você pretende chegar, pois caso se passe tempo demais do tempo comum de chegada, eles montam uma equipe de busca**
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Mais de quatro horas de caminhada e nos deparamos com uma das partes mais complicadas, pelo menos pra mim, tenho pavor de altura e a escalada nesse ponto é tensa, grampos e uma corda em pedras na vertical onde se você escorregar e não se agarrar a nada, a queda pode ser fatal, subir essa parte com uma mochila pesada e uma barraca nas costas foi muito complicado. **Escolha bons equipamentos, a mochila deve ser confortável e bem fixa ao corpo, se realmente optar por acampar fora da base, escolha a barraca mais leve o possível** Depois de passar por esse trecho tenebroso chegamos ao último acampamento antes do topo, decidimos montar a barraca ali e deixar nossos equipamentos para subir ao topo sem peso, desse ponto até o topo ainda leva cerca de uma hora de escalaminhada. Cerca de 6 horas depois de sairmos da base chegamos finalmente ao topo do Pico Paraná, infelizmente a visão não foi a das melhores, estávamos em meio ás nuvens, mas isso pouco importou, a sensação de poder dizer “nós chegamos, nós conseguimos” é indescritível e foi o que nos deixou satisfeitos. Havia umas 10 pessoas no topo e muitas outras no acampamento ou seja se você pretende ficar mais isolado sugiro ir no meio da semana. Depois de descansarmos por um tempo no topo, decidimos voltar para a nossa barraca e quando chegamos nos demos conta de algo ruim, estávamos quase sem água, levamos dois litros para cada um, erramos achando que seria suficiente **Pouco depois da metade do caminho da base até o topo do Pico há uma bica de água potável, encha o máximo de garrafas que puder** Era cerca de 16:00h, esperar até o amanhecer do dia seguinte não parecia mais uma boa ideia, quase sem água e como já tínhamos completado o nosso objetivo e não queríamos ter que voltar ao topo de novo, decidimos então por descer e acampar na base mesmo, então desmontamos a barraca, juntamos nossas coisas e começamos todo o trajeto de volta, que foi muito mais exaustivo, pois já estávamos arrebentados por ter subido carregando todo aquele peso, com o anoitecer tudo piorou **Leve aquelas lanternas que ficam na sua testa, vai fazer toda a diferença** Como não planejamos fazer trilha a noite não levamos lanternas, somente aquelas luzes de emergência, que usaríamos para iluminar a barraca, o problema é que em grande parte da trilha você precisa das duas mãos, então ficar segurando essas luzes foi um empecilho e tanto. Em certo ponto já estávamos sem água, com sede, alguns arranhões e quase exaustos e nada de chegar na bica que tinha água potável, somente outras bicas **Alguns montanhistas nos falaram sobre a tal pastilha de cloro que você usa para tornar a água potável, se eu soubesse disso antes... Pesquise e compre antes de ir** Depois de finalmente chegar á tão esperada e abençoada água potável nos saciamos, enchemos as garrafas e seguimos em frente, já era cerca de 21:00h quando decidimos que era melhor achar um lugar para acampar por ali mesmo, queríamos ter a experiência de acampar em lugar isolado e estávamos realmente quase sem forças para continuar, depois de andar mais um pouco achamos um lugar excelente, alto, limpo e plano, montamos a barraca e nos desmontamos no chão com ao alívio de que finalmente poderíamos dormir em paz depois de ter feito doze horas de trilha, mas nos esquecemos do frio, só levamos uma manta para forrar o chão da barraca e uma blusa de frio para nos agasalhar, foi outro grande erro, quanto mais tarde ficava mais ventava e a temperatura caía, foi um frio tremendo, eu não consegui dormir nem por um minuto, tremendo de frio, decidimos então acender o fogareiro dentro da barraca para cozinhar um macarrão instantâneo e nos aquecer, óbvio que não ajudou em muita coisa, meu amigo ainda conseguiu dormir apesar do frio, mas ele deve ter algum problema, se fechar os olhos por mais de um minuto, dorme. Com o nascer do sol os ventos param e o calor aumenta muito rápido, dormi por cerca de uma hora para então descermos, cerca de duas horas de trilha com o corpo todo doendo chegamos então a base.
      Foi a nossa primeira montanha, erramos bastante mais aprendemos muito mais. Não recomendo ir sozinho, nós nos apoiamos e zuamos bastante o que tornou tudo mais suportável. Pesquise bem antes de ir, leia o máximo de relatos que puder, se prepare e não se deixe intimidar, é uma aventura para se guardar pelo resto da sua vida, pelo menos eu nunca vou esquecer que eu subi a maior montanha do sul do Brasil.





    • Por Panchovilla
      Há muitos roteiros e relatos sobre a Chapada, bastante detalhados. Por isso tentarei ser objetiva e qualquer dúvida podem perguntar, visto que me sinto em dívida por tantas dicas legais que obtive nesse fórum.
      Eu e meu namorado fizemos essa viagem final de julho de 2017; foi nossa primeira vez na Chapada. Gastamos cerca de R$ 1500,00 cada, incluindo-se hospedagem, alimentação e passagens aéreas (Curitiba a Salvador).
      Após realizarmos essa viagem recomendamos o seguinte:
      1- A Chapada é enorme. É uma área de preservação ambiental, cuja área equivale à de um país. Não ache que irá conhecer tudo. Perguntamos à diversos guias e eles dizem que nem em uma vida poderia se conhecer tudo. Tendo ciência disso, poderá selecionar atrações para visitar em diferentes viagens. É que muitas levam até mais de um dia para se visitar.
      2-Considerando-se isso, recomendamos para quem gosta de cachoeiras informar-se com a associação "bicho do mato". Os preços são ótimos (pagamos R$ 40,00 pela diária) e o pessoal é muito legal. Embora tenhamos feito os pontos mais conhecidos da Chapada, entendemos que uma semana em Ibicoara já teria sido mais que sensacional. Ter percorrido o "mapa" foi cansativo e como nós curtimos cachoeira mesmo, acabamos gostando muito de Ibicoara. As outras cidades são mais trilha e visuais lindos, mas como disse - opinião pessoal mesmo - nos divertimos mais com cachoeiras
      3- É imprescindível um carro, na nossa opinião. Alugamos o nosso por R$ 35,00 a diária (bandeira do cartão oferece o seguro). No entanto, para quem for de ônibus é possível tentar conseguir carona. Nós fizemos amigos assim e foi ótimo!  
      4- O GPS não identifica os trajetos mais ao sul da Chapada. Então quando saímos do Capão com destino à Ibicoara (buracão) acabamos nos perdendo e chegando muito tarde lá. Tivemos que fazer Buracão no outro dia, pq lá só entra até 15h (tem sombra depois disso e fica frio tb). Enfim, é possível perguntar aos locais e chegar à Ibicoara sem precisar passar por Mucugê.
      5- Vale à pena comprar o guia impresso. O aplicativo da Chapada é meio vazio de informações. O guia tem tudo e inclusive atualiza os locais a respeito dos passeios. Nós não adquirimos e nos arrependemos. No fim acabamos tirando fotos de um livro emprestado, que nos auxiliou muito.  Procure no google "guia impresso diamantina". Não consegui colocar link aqui.
      Nosso roteiro PREVISTO foi
      1- dia chegamos em salvador 16h20. Pegamos o carro e iremos ao Hostel. 
      2 dia- saimos de salvador e iremos à Lençois. Dá 5h20 de viagem. Nesse dia iremos à cachoeira do mosquito + poço do diabo. Ficam a 15min de lençois.
      3-dia saimos de Lençois e vamos para o Vale do Capão. Dá 1h40 de viagem.Nesse dia Faremos a Cachoeria da fumacinha
      4- dia. Saimos do Vale do Capão rumo  à Ibicoara. Cachoeira do BUracão. 3h 20 de viagem. Podemos dormir em Mucugê ou Ibicoara
      5- dia. Iremos aos poços encantados, que ficam em Itaete. Dá 1h58 de viagem (se dormirmos em ibicoara) ou 1h16 (se em Mucuge)
      6- dia. Iremos a Iraquara visitar as grutas.Da 3h20 itaete -> iraquara
      7 dia- Voltamos para salvador!
      NÃO CONSEGUIMOS ATENDER essa expectativa. Embora tenhamos montado esse roteiro com base nos relatos do fórum, percebemos que para uma viagem de carro ele não tem muito sentido.
      Recomendamos deixar Ibicoara por último, pois da para voltar à salvador de lá. Não é necessário fazer o que nós fizemos nos pontos 5 e 6. Recomendamos mudar a ordem e resolver os passeios antes no "norte" da chapa (cidades lençois, capão e Iraquara) para depois descer à Ibicoara e retornar à Salvador. Só tem sentido subir novamente caso se esteja retornando ao aeroporto de Lençois, o que não foi nosso caso.
      Nosso roteiro ficou
      1- dia chegamos em salvador 16h20. Pegamos o carro e fomos ao Hostel. 
      2 dia- saimos de salvador e iremos à Lençois. Deu 6h de viagem. Chegamos lá à noite só e acabamos dormindo cedo para descansar.
      3-dia saimos de Lençois e fomos ao Vale do Capão. Chegamos à Fumaça e começamos a trilha às 13h (chegamos em cima do horário limite. Quase não nos deixaram subir! Vão antes disso) Fizemos a trilha sem guia. Optamos pelo aplicativo Wikiloc - mas só o utilizamos nesse passeio. 
      Achamos a trilha cansativa para quem não tem preparo físico. Quando chegamos lá em cima foi lindo. Porém é absurdamente alto. Para enxergar a cachoeira precisa rastejar pela pedra (por segurança mesmo, acho que pro vento ou a vertigem não te derrubarem) e alguém segura sua perna. Muito louco, quem tem medo de altura esqueça. Não consegue enxergar a cachoeira. Meu namorado não a viu pq ficou com receio.
      À noite visitamos a vila do Capão, que é bem "roots". Amamos! Lá tem um mercado (flamboyant) que vende umas coisas naturais, produzidas por locais. Barrinhas de cereais e sabonetes, por ex.
      Tem uma pizzaria que é uma lenda por lá. Apenas dois sabores são fabricados: um salgado e outro doce. 
      4- dia. Saimos do Vale do Capão rumo  à Ibicoara.
      Chegamos à Ibicoara por umas estradas de Terra. Foi muito louco, andamos demais pq o GPS não identificava caminho para Ibicoara, sem passar por Mucugê. Mas tem esse caminho, depois que fomos saber... 

      5- dia. Como nos perdemos no dia anterior só fizemos Buracão nesse dia. Foi irado, o pessoal da "Bicho do Mato" foi conosco e o passeio é espetacular. Deixe um dia todo para ele, pq fomos com um pessoal que precisou ir embora antes e dai perdeu o tempo de banho na cachoeira do buraquinho. Ai fazer passeio correndo é uma tristeza...
      Nós conseguimos otos linda esse dia. Levamos uma câmera DSLR e estávamos preocupados em molhar. Ai fizemos um saco estanque com Ziplock e rezamos para que funcionasse. Foi de boa. De todo modo, o nosso guia tinha um saco estanque e colocou o celular de td mundo lá, as câmeras e etc.
      No buracão precisa fazer uns 100m de trilha pela água. Quem não sabe nadar, tenha ciência disso. É tranquilo, todos precisam de colete.
      6- dia. Visitamos as cavernas em Ibicoara, a gruta azul, flutuação na gruta pratinha e o morro do pai inácio (por do sol).
      Amamos as cavernas! A gruta azul e a da pratinha ficam numa fazenda, super estruturada. Essa fazenda é bem exploração turística mesmo. Totalmente diferente da vibe dos passeios dos dias anteriores. Para quem tem criança, ou é mais velho, é bem tranquilo.
      Nós achamos meio cheio demais. A gruta azul é linda, mas tem umas 50 pessoas batendo foto. Sei lá, achamos meio demais...
      A flutuação é massa. É uma gruta bem escura, precisa ir de lanterna. Vimos uma tartaruga e vários peixes pequenos. Foi ótimo! Mas é um passeio meio caro e bastante curto. Bem turístico esse dia.
      7 dia- Voltamos para salvador!
      Não conseguimos ver tudo, por obvio. Mas foi suficiente para dizermos que foi a melhor viagem de nossas vidas!
      Para não sobrecarregar o post, coloquei algumas fotos no FLICKR. Na verdade não consegui inserir as fotos por aqui hahahaha.
       
       
    • Por Pedrada
      Antes tarde do que nunca, relataremos a seguir uma viagem de carro para curtir tranquilamente a Chapada Diamantina.
       
      Como já conhecíamos Lençóis e seus arredores, desta vez optamos por explorar outras paisagens e encontramos boas surpresas, como a vila de Igatu, um lugar encravado no meio das montanhas, com muitas trilhas e moradores cheios de histórias pra contar.
       
      A viagem durou 14 dias e começou em Brasília, no dia 13 outubro de 2012. Segue o relato, esperamos que ajude!
       
      Gastos prévios (todos os valores são para duas pessoas):
      - gasolina (32 litros) R$82,90
      - lanche para estrada R$ 16,50
      - lanches viagem R$52,30
       
      Dia 1 - De Brasília a Ibotirama/BA
       
      Saímos de Brasília às 07hs30min, passamos por Posse/GO, Luiz Eduardo Magalhães/BA, Barreiras/BA e, depois de rodados pouco mais de 800km, chegamos em Ibotirama/BA, onde pernoitamos.
       
      Chegamos às 16hs e fomos direto para o Hotel Velho Chico (depois da ponte, à esquerda), pois tínhamos uma indicação de lá. O hotel é meio caído, o quarto estava sujo, mas valeu pela localização e saída direta para o Rio São Francisco: tomar uma cerveja gelada de frente para o rio e assistir ao espetáculo do pôr do sol não tem preço.
       
      Gastos do dia:
      - gasolina (27,47 litros) R$82,08
      - 2 cervejas R$10
      - isca de peixe R$23
       
      Dia 2 - De Ibotirama ao Vale do Capão
       
      Pegamos a estrada às 7hs, rumo ao Vale do Capão. Passamos por pequenos vilarejos, à beira da estrada e em meio à paisagem árida, porém bonita. Mais bonito ainda é quando começamos a avistar os picos da Serra do Espinhaço, seus morros e chapadões.
       
      Depois de rodar pouco mais que 200km chegamos em Palmeiras, cidade que preserva algumas construções históricas e coloridas. Paramos, caminhamos um pouco e seguimos viagem.
       
      De Ibotirama até Palmeiras, a estrada estava toda asfaltada e em bom estado de conservação. De Palmeiras até a chamada Vila do Capão (ou Vila Caeté-Açú) são 28km de estrada de terra.
       
      Chegando na Vila do Capão fomos direto para a Pousada Pé no Mato, logo depois da ponte, na rua que dá acesso ao centrinho. A pousada é excelente: ótima localização, muito limpa e café da manhã farto. O local oferece diferentes tipos de acomodação: chalés individuais, suítes com varanda, suítes simples e quartos coletivos com banheiro compartilhado (tipo hostel). Optamos pelo chalé, com direito à rede na varanda e vista para a montanha.
       

       

       
      Tomamos uma cerveja no boteco da praça, experimentamos o delicioso pastel de palmito de jaca da Dona Dalva e jantamos um PF no restaurante da Dona Deli.
       

       
      Site Pé no Mato: http://www.penomato.com.br/
       
      Gastos do dia:
      - hotel Velho Chico R$80
      - gasolina (42L) R$124
      - uma cerveja no boteco capão R$5
      - 2 pastéis dona Dalva R$5
      - 2 PF R$22
       
      Dia 3 - Vale do Capão
       
      O café da manhã da Pé no Mato era servido a partir das 08hs, o que consideramos um ponto negativo. Mas vale a pena esperar, pois é muito bem servido: três tipos de suco, café, leite, frutas, granola, mel, queijo, pão quentinho, ovos mexidos, mingau de aveia, inhame cozido, banana da terra, beiju de tapioca, cuscuz de milho, tudo servido num ambiente super aconchegante.
       
      Partimos a pé para a trilha do Rio Preto e Cachoeira das Rodas, tínhamos algumas referências que encontramos no mochileiros. Caminhamos, caminhamos e eis que descobrimos que estávamos na trilha errada, quando encontramos um grupo que nos avisou que aquela era a trilha para a Serra do Candombá. Demos meia volta e pegamos a trilha “certa”.
       
      Após algumas subidas e descidas chegamos os poços do Rio Preto, que estavam bastante secos, devido à temporada de seca prolongada daquele ano. Demos um tempo e seguimos para a Cachoeira das Rodas. Chegamos num grande “escorregador” de pedra, pocinhos e banheiras naturais, mas com pouca água.
       

       

       

       
      À noite jantamos no café e restaurante natural O Galpão, na primeira rua à esquerda da rua da pousada (em direção ao centro). Comida saudável e gostosa, vale a pena.
       
      Gastos do dia:
      - cartão telefônico R$3,80
      - restaurante O Galpão: suco, tagliarini e crepe R$24,50
       
      Dia 4 - Vale do Capão
       
      Fomos de carro até a cachoeira Conceição dos Gatos, no povoado vizinho à Vila do Capão. Lá tem um poço gostoso, uma pequena queda d’água e bela vista para o vale. Na volta paramos para conversar com Zezão e Zenaide, que moram na entrada da trilha e cuidam do lugar. Batemos um bom papo regado a café, ambrosia e cocadas preparadas por Dona Zenaide.
       
      Jantamos na Pizzaria Integral Capão Grande, famosa por servir apenas dois sabores de pizza, um salgado e um doce. Local agradável e pizza gostosa.
       
      Gastos do dia:
      - 2 entradas cachoeira R$4
      - doces R$10
      - pizza e cerveja R$29
       
      Dia 5 - Vale do Capão
       
      Fomos de carro até a comunidade do Bomba, de lá seguimos caminhando por uma trilha super agradável que leva ao Poço da Angélica e à Cachoeira da Purificação.
       

       
      Mais tarde lanchamos na Toca do Açaí, ao lado do restaurante O Galpão, lugar agradável e atendimento simpático. Comemos sanduíche natural e deliciosos pastéis assados recheados com palmito de jaca.
       
      Gastos do dia:
      - internet R$1
      - cerveja R$3,20
      - 3 pastéis e 1 sanduíche natural R$10
      - cerveja R$5
      - água 5L R$6,50
       
      Dia 6 - Do Vale do Capão a Igatu
       
      Às 9hs45min deixamos a Vila do Capão, preferimos ir pela BR e não seguir por Guiné, pois o tempo estava meio chuvoso no vale. Passamos por Palmeiras, depois pelo Morro do Pai Inácio (estava bem nublado e já conhecíamos, por isso não subimos), pegamos trechos da BR 242 com intenso movimento de caminhões, seguimos por Andaraí e, finalmente, pegamos a estrada de pedra que leva a Igatu (6km).
       

       

       
      Estávamos ansiosos para conhecer Igatu e acabamos ficando lá por mais tempo do que o programado, mas menos tempo do que gostaríamos. A vila guarda histórias, gente e paisagens incríveis.
       
      Nos hospedamos na Pousada Flor de Açucena, bem na entrada da vila. A construção da pousada procurou preservar as características do local, de modo que grandes pedaços de rocha integram os quartos e demais ambientes. A pousada tem um lindo quintal, com muitas plantas e pássaros, sala de TV com aparelho de DVD, piscina, sauna, cozinha comunitária (os hóspedes podem cozinhar ali), área para barracas e acesso privativo ao Poço da Madalena. Recomendamos a Flor de Açucena!
       

       
      Fomos até o restaurante Água Boa e conhecemos o simpático Neo, que há oito anos administra o lugar. Experimentamos o godó de banana (prato regional) e comemos uma porção de carne de sol. Os preços das comidas não são muito amigáveis, mas o ambiente é agradável, o Neo é uma figura, a comida é boa e tem todo tipo de cachaça curtida em ervas e raízes.
       
      Conhecemos o Poço da Madalena e depois fomos até as ruínas da época do garimpo intenso em Igatu, passando pelo cemitério e pela igreja de São Sebastião, toda de pedra. Depois fomos à Galeria de Arte e Memória, próxima a igreja. As ruínas, o casario, as ruas de pedra, a comunidade, tudo faz de Igatu um cenário muito especial.
       

       

       

       

       

       
      Saímos caminhando pelas ruelas de Igatu em direção à praça central, vimos que o bar do Chiquinho estava aberto e fomos até lá. Chiquinho é um dos grandes personagens de Igatu e estávamos ansiosos para conhecê-lo. Durante as várias conversas que tivemos, Chiquinho nos contou que, alem de guia (“o mais famoso de Igatu”), ele é também raizeiro, grande conhecedor de plantas medicinais e seus usos, mestre de obras, “corretor” de imóveis, dono de bar, assistente de pesquisa (colaborou com vários pesquisadores que estudaram a região), caseiro, figurante de filme (aparece no filme O Homem que não Dormia)...enfim, muitas habilidades, mas sobretudo é trilheiro e montanhista!
       
      Seu bar fica na praça central de Igatu e abre apenas quando Chiquinho não está ocupado com seus outros afazeres ou quando dá na telha, pois ele não tem funcionários. Cachaças e infusões de ervas medicinais se misturam a objetos encontrados nas antigas “tocas” de garimpeiros espalhadas pela mata ao redor de Igatu, fotografias, livros, cartazes...
       

       
      Conversando com Chiquinho soubemos da grande queimada que deixou a Rampa do Caim em cinzas e que ele já havia combinado com outro casal de fazer a trilha da cachoeira da “Visagem”. Essa trilha tem partes que antigamente eram utilizadas pelos garimpeiros, mas estava fechada há muitos anos. Toda vez que avistava a Visagem, lá de longe, Chiquinho dizia: "ainda vou lá". Então conversou com um morador antigo da vila, pediu as referências e iniciou o processo de abertura e limpeza da trilha. Foram 31 dias de trabalho duro! Então lá fomos nós encarar essa “nova” empreitada.
       
      Site Pousada Flor de Açucena: https://sites.google.com/site/igatur/
       
      Gastos do dia
      - 4 diárias da pousada no capão R$480
      - taxa serviço pousada R$25
      - gasolina (27L) R$77,55
      - Restaurante Água Boa, almoço: 2 cervejas R$10; dose cachaça R$1; godó R$6; carne de sol R$16. lanche: 2 pasteis, caldo de feijão e cachaça R$10
      - capuccino na galeria de arte R$5
      - cerveja no bar do Chiquinho R$4
       
      Dia 7 - Igatu
       
      Tomamos café da manhã na pousada, observando os pássaros que chegavam para comer as frutas nas árvores ao redor. O local onde é servido o café da manhã é muito agradável, dava vontade de passar horas ali.
       

       
      Conhecemos Alain e Juscilene, os donos da pousada, e logo depois chegou Chiquinho, com um ramo de arruda da serra, boa pra curar rinite e sinusite. Na noite anterior inalamos a infusão preparada por ele com a planta, mas nada se compara à sensação de cheirar a própria folha, após esmagada com os dedos e extraído o seu óleo: passados alguns instantes, os olhos ardem e lacrimejam muito, e ainda sentimos uma dormência se irradiar do topo da cabeça até a nuca. O efeito dura em torno de um minuto.
       
      *Trilha da Visagem
       
      Perto das 9hs iniciamos a “trilha da Visagem”. Valente, o cachorro do Chiquinho, também nos acompanhou. Iniciamos subindo a rua ao lado do bar do Chiquinho, passamos por algumas casas de pedra construídas e alugadas por ele. Logo saindo da vila já tem várias áreas reviradas em busca de diamante.
       
      Seguimos por meio de um dos canais de garimpagem até atingir a vertente da margem direita do Rio dos Pombos. No caminho, alguns pequenos poços, muitas bromélias, orquídeas, cactus e plantas medicinais que Chiquinho foi apresentando: “velame” é planta boa para curar infecção urinária; “pedestre” é bom para dores e “esquecimento”; “arruda da serra” é bom para rinite e sinusite, dentre outras. Também encontramos a “batata da serra”, que colhemos e trouxemos para comer.
       

       

       
      Nesse trajeto ainda há muitas tocas e nestas são encontrados utensílios utilizados antigamente nos garimpos. Continuamos subindo até chegar à toca do Chiquinho, onde descansamos, pois já estávamos caminhando por uma hora. Logo descemos para atravessar o rio e começar uma subida mais íngreme até contornar a primeira vertente na direção noroeste.
       

       

       

       
      Depois de subir e subir, ao atingir a passagem da vertente da margem esquerda, mais uma parada para descanso, onde já avistamos parte da baixada de Andaraí e logo continuamos mais a oeste, quando foi possível também ver um casal de águias.
       

       

       

       
      Mais adiante passamos por um lajedo e encontramos o que, segundo Chiquinho, seriam fezes de onça. Mais subidas íngremes, até chegar ao leito do rio, que estava completamente seco. Caminhamos por ele, contornamos um paredão, escalamos umas pedras ao lado do que seria a queda d'água da cachoeira seca (onde Chiquinho disse que ira colocar cordas, para garantir o acesso na época de chuvas), avistamos parte da “ladeira do império”, de um lado, e Marimbus e praias do Paraguaçu, para as bandas de Andaraí...se forçar bem a vista para o norte – diz ele – o que se vê é parte da crista da Cachoeira da Fumaça. Caminhamos um pouco mais e logo chegamos ao topo da Cachoeira da Visagem.
       

       

       

       
      A volta foi mais rápida, pois não paramos para descansar e já estava ficando tarde. O passeio durou o dia inteiro e terminou no poço das “cadeirinhas”, umas 17hs30, para um banho revigorante e um belo pôr do sol.
       

       
      Chiquinho nos contou que toda vez que percorria a Rampa do Caim avistava a Visagem e dizia que um dia iria até lá. Por ali, já passaram muitos garimpeiros e, no auge da exploração de diamante, comunidades viveram no que hoje são ruínas. Muitos caminhos antigos foram fechados pela mata densa e a idéia de Chiquinho é abrir e limpar alguns desses caminhos, fazer novas trilhas, mas para isso precisaria de mais apoio financeiro, inclusive dos donos de pousadas de Igatu, pois esse trabalho certamente estimularia o turismo no vilarejo.
       
      Fazer a trilha com Chiquinho é um privilégio! Pelas histórias, pelo conhecimento, pelo amor que ele tem pelas montanhas. Segundo Chiquinho, após a reabertura daquela trilha, apenas seis pessoas, contando com nós quatro, foram até lá com ele. Chiquinho é muito doido, se embrenha na mata, não tem medo de nada. Para acompanhá-lo é preciso disposição física e um bocado de cautela. O bom é que, na ida, ele vai parando, explicando tudo, mostrando as plantas, contando causos, sem pressa.
       
      No fim do dia, uma gelada no bar do Chiquinho e janta no restaurante da Edilurdes, o Xique-Xique, onde tem um PF bem servido, gostoso e com ótimo preço. Depois fomos conhecer o Seu Guina, outro “personagem”, dono do Bar Igatu, também na praça central, que funciona há 39 anos e onde vende-se de tudo um pouco.
       

       
      Gastos do dia:
      - guia R$50
      - cerveja R$2
      - 2 PF e 2 cervejas (lata) R$25
       
      Dia 8 – Igatu
       
      O plano inicial era partir para Mucugê, mas era difícil deixar Igatu...Faltava conhecer outro grande personagem da vila: Amarildo dos Santos, que já foi professor, telefonista (quando Igatu tinha um posto telefônico), hoje trabalha no Centro de Atendimento ao Turista (quando está aberto), tem um pequeno comércio na sala de casa (ou “ponto do Amarildo”), é “fã número 1” da Xuxa e do Roberto Carlos e, sobretudo, é o guardião da memória de Igatu.
       
      Amarildo tem um verdadeiro arquivo público em sua casa. Fez, por conta própria, um censo da comunidade, que é atualizado constantemente ou conforme o transcorrer dos fatos em Igatu. Tem os dados exatos da população de Igatu: naquele dia 20 de outubro de 2012 moravam na vila 382 pessoas (até o dia anterior eram 386, mas 4 se mudaram para Mucugê). Os nomes de cada um dos moradores, sua idade e genealogia, estão registrados no caderno de Amarildo, e ele ainda classifica os moradores por gênero e se é nativo ou não-nativo. Há também o registro dos moradores temporários, dos carros e motos, dos turistas que visitam o seu “ponto” (são convidados a anotar o nome e a procedência em um dos cadernos).
       
      Amarildo também tem pastas organizadas por temas: pessoas famosas que visitaram Igatu, artistas que se apresentaram nos festivais de música de Igatu, meios de comunicação em que seu nome foi citado, dentre outros.
       
      Além disso, Amarildo é escritor, tem sete livros, que a cada ano recebem uma nova edição e são vendidos em seu “ponto”, todos manuscritos. As capas das edições de 2013 estavam expostas na parede e sobraram apenas dois exemplares de 2012 para vender, um sobre as atrações turísticas de Igatu e outro sobre a história de Amarildo. Compramos o segundo.
       
      Antes de deixarmos a sua casa, que fica bem próxima à praça, Amarildo ainda nos presenteou com dois lindos colares de semente de eucalipto, confeccionados por sua esposa. Passaríamos horas conversando com ele.
       

       
      Mais tarde encontramos Chiquinho na praça e ele abriu o bar para nós. Tomamos uma cerveja e conversamos um bocado. Chiquinho tem muitos causos pra contar sobre as trilhas, os amigos, os filmes dos quais participou, histórias de Igatu...
       

       

       
      Fazia muito calor e resolvemos tomar um banho no Poço da Madalena. O cenário estava lindo, com o sol batendo nas pedras e refletindo no poço. De lá fomos jantar novamente no restaurante Xique-Xique, na companhia de Valente, o cachorro trilheiro de Chiquinho – segundo ele, Valente “adora turistas”.
       

       
      Chegava a hora das despedidas...fomos até o bar do Seu Guina, trocamos idéia com ele, tomamos a última cerveja da geladeira, compramos um par de chinelos, um pacote de café e um requeijão de Jussiape. Voltamos ao bar do Chiquinho, compramos uma garrafa de infusão de Arruda da Serra e nos despedimos. Passamos no restaurante Água Boa, comemos mousse de limão e nos despedimos do simpático Neo.
       
      Em Igatu, as referências são as pessoas, as personalidades locais são as grandes riquezas daquele lugar. De alguma forma, Igatu nos fez lembrar de Remedios, em Cuba...
       

       

       

       
      Gastos do dia:
      - livro do Amarildo R$20
      - 3 cervejas (lata) R$6
      - 2 PF e uma lata R$22,50
      - compras Bar Igatu: sandália R$10, café chapadinha R$3, requeijão R$15 e cerveja R$5
      - infusão R$15
      - mousse de limão R$4
       
      Dia 9 - De Igatu a Mucugê
       
      Nos despedimos de Igatu. São 22km até Mucugê, 6 deles em estrada de terra. Lá chegando, nos instalamos na Pousada Pé de Serra e saímos para conhecer a cidade. Fomos até o Cemitério Bizantino, mas nem entramos, na verdade o que mais chamou nossa atenção foi a montanha que está atrás do cemitério, um belo paredão. Depois fomos até a Praça do Garimpeiro e ao Museu Histórico Municipal – o museu é bem pequenininho, mas gostamos de ver as fotos dos pioneiros, das pessoas que ajudaram a fazer a história da cidade e da região, boa parte delas descendente de escravos (quatro deles ainda estão vivos e com quase cem anos de idade).
       
      Almoçamos no restaurante da Dona Nena, uma simpática senhora, que serve deliciosa comida caseira no fogão à lenha da sua casa. Depois voltamos para a Pé de Serra e resolvemos subir no mirante, o acesso é privativo pelos fundos da pousada e a vista é linda! Foi muito impactante ver a fumaça provocada por uma grande queimada nas serras...muito fogo e a fumaça densa cobriu Mucugê naquela tarde.
       

       
      Caminhamos por Mucugê, que tem praças muito bem cuidadas, casario bem conservado e é emoldurada por lindas serras. Conhecemos a Pousada Refúgio da Serra e o Restaurante Cascalho, do simpático Zé Rubens. A pousada é muito bonita e os quartos parecem muito confortáveis, mas o preço não nos atraiu: R$160,00 (casal). Porem foi bom trocar uma idéia com o Zé, que nos contou um pouco sobre a história de Mucugê.
       

       

       
      Site Pousada Pé de Serra: http://www.pousadapedeserra.blogspot.com.br/
       
      Gastos do dia
      - 3 diárias pousada R$300
      - água 5L + refrigerante R$7,95
      - restaurante Dona Nena (R$25/kg), duas refeições, cerveja e sobremesa R$33,50
      - restaurante Sabor e Arte (R$34,90/kg) R$22,50
       
      Dia 10 – Mucugê
       
      O café da manhã da Pé de Serra é servido num local aconchegante, com fogão à lenha e é muito gostoso: mandioca e batata doce cozidas, salsicha, cuscuz de milho, mingau de tapioca, ovos mexidos, pão, bolos, frutas, sucos, café e leite. A pousada tem uma área externa agradável, mirante e quartos simples, mas aconchegantes.
       
      Fomos para o Parque Municipal Sempre Viva, que conta com uma pequena exposição sobre as sempre-vivas e a história do garimpo na região. O forte do lugar são os poços e cachoeiras: a primeira, chamada Piabinha, estava bem seca; já o Poço do Tiburtino estava delicioso para um bom banho e formando pequenas quedas d'água com água morna. O lugar é lindo, dá para passar o dia inteiro ali.
       

       
      De volta à cidade, compramos doces e sequilhos na Vovó Ilza, ao lado da Pousada Mucugê e em frente à agência Trilhas e Caminhos, do Roberto Sapucaia, que tem bons mapas da região (envia pelo correio). Jantamos pizza bem fininha e crocante, no simpático Café.com, em frente à praça central. Depois tomamos uma cerveja no Bar, Restaurante e Lanchonete Central, situado num sobrado tombado como patrimônio histórico nacional. Sentamos no balcão, observamos o movimento e trocamos umas idéias com Zeca, o proprietário do bar.
       
      Site Trilhas e Caminhos: http://www.trilhasecaminhos.com.br/
       
      Gastos do dia
      - 2 entradas parque R$10
      - doces e sequilhos R$15
      - pizza grande R$25
      - cerveja R$5
       
      Dia 11 – De Mucugê a Ibicoara
       
      Saímos de Mucugê às 08hs30, até Ibicoara são menos de 100km de distância e a estrada é toda asfaltada. Seguindo a recomendação do Neo, assim quem entramos na cidade fomos direto na agência Bicho do Mato e contratamos um guia, pois não é permitido entrar no Parque Municipal do Rio Espalhado sem estar acompanhado de um guia local.
       
      Para chegar até o Parque, a estrada é de terra e a Pousada Casa da Roça fica no caminho, então aproveitamos para deixar nossas coisas no quarto que havíamos reservado. Depois levamos quase uma hora para chegar até a entrada do parque, pois fomos devagar, conversando com o guia William e observando a paisagem.
       
      Além dos R$60,00 do guia pagamos mais R$3,00 para entrar no parque (cada um). Logo após a guarita atravessamos um rio (estava bem seco e deu para passar de carro) e paramos no ponto aonde começa a trilha (quando o rio está cheio os carros param antes).
       
      A trilha para a Cachoeira do Buracão é bem tranquila: passamos por pequenos poços, cachoeiras secas e cânions. Lá é área de transição entre o Cerrado e a Caatinga e fazia muito calor. Antes de chegar no cânion do Buracão temos duas descidas íngremes pela frente, que são os únicos momentos de trilha mais “puxada”. De repente estamos entre pedras, raízes enormes e árvores maiores ainda, um cenário muito bonito.
       
      Caminhamos até o Poço da Gameleira e ali nos trocamos, deixamos nossas mochilas, vestimos o colete salva-vidas (obrigatório) e nos jogamos na água escura do rio que desce a cachoeira e atravessa o cânion. Há também a opção de atravessar por uma pinguela e ir se agarrando no paredão de pedra até o poço maior, de frente para a queda d'água.
       

       
      Fomos nadando, flutuando por entre os paredões do cânion, não tinha correnteza. E eis que nos deparamos com a magnífica Cachoeira do Buracão, com seus 80 metros de queda d'água. O cenário é deslumbrante, um dos lugares mais lindos que já conhecemos. Nadamos até debaixo da cachoeira e ficamos lá por alguns instantes, depois ficamos sentados numa pedra, simplesmente contemplando tamanha beleza.
       

       

       

       
      Fizemos o percurso de volta e, no fim da trilha, ainda paramos para tomar um banho rápido nas piscinas naturais formadas no lajedo do Rio Espalhado e apreciamos o pôr do sol.
       
      Deixamos o guia na cidade e voltamos para a Casa da Roça. A pousada é super agradável: chalés rústicos e muito aconchegantes, muita área verde, excelente café da manhã e ótimos anfitriões. No momento da reserva combinamos a janta daquela noite e valeu muito a pena! Comemos deliciosas milanesas e tortilhas servidas na cozinha da casa e trocamos ótimas idéias com Bárbara e Daniel, os donos da pousada.
       
      Site Pousada Casa da Roça: http://www.acasadaroca.com/
       
      Gastos do dia
      - 2 diárias pousada Pé de Serra R$160
      - 2 entradas parque R$6
      - guia R$60
       
      Dia 12 – De Ibicoara a Rio de Contas
       
      Bárbara e Daniel cuidam de tudo na pousada, são eles que preparam as refeições e fazem questão de compartilhar bons momentos com os hóspedes. O café da manhã foi um dos melhores da viagem, tudo preparado na hora e servido numa acolhedora casinha de madeira. Éramos os únicos hóspedes naquele dia e tudo era muito farto: café, leite, chá, suco, cuscuz, panqueca, doce de leite, bolo, pão caseiro, bolinho de chuva, presunto, queijo, geléia, frutas...tudo delicioso! Passamos um tempão comendo e conversando com os dois, eles tem muita história pra contar.
       

       

       
      Depois do café conhecemos um pouco mais da pousada: muitas frutíferas, um roçado e um delicioso poço do rio que passa ao fundo. Deu vontade de ficar, mas partimos para Rio de Contas no fim da manhã.
       

       
      O caminho que pegamos para Rio de Contas, passando por Jussiape, é quase todo de terra, passando por uma serra cheia de curvas e que requer atenção, porém é um belo trajeto e vale o empenho, pois chegar ao sul da Chapada Diamantina possibilita avistar a Serra das Almas e os maiores picos da região, como do Barbado, do Itobira e o Pico das Almas.
       

       
      Nos hospedamos na Pousada Rio de Contas, que tem excelente estrutura: piscina, muitas redes, quarto muito limpo e confortável, além da excelente localização. Foi uma ótima pedida pra terminar as férias no maior “relax”.
       

       
      A cidade é uma gracinha, muito bem preservada. Nesse primeiro dia, além de aproveitar a piscina da pousada, caminhamos sem rumo pelas ruas, admirando o casario, as praças e as montanhas que cercam a cidade.
       

       

       
      Site Pousada Rio de Contas: http://www.pousadariodecontas.com.br/
       
      Gastos do dia
      - 1 diária pousada Casa da Roça R$80
      - janta para duas pessoas R$40
      - geléia, banana desidratada, tempero e café orgânico R$24
      - 2 cervejas R$8
      - carne de sol, feijão e mandioca R$14
       
      Dia 13 – Rio de Contas
       
      O café da manhã foi a parte fraca da pousada: pouca variedade e nada caseiro. Conhecemos o Museu do Zofir Brasil, que reúne obras curiosas do artista plástico local Zofir Oliveira Brasil, que transformava sucatas em arte. Depois passamos o resto do dia caminhando, tomamos uma cervejinha, compramos presentes...nada de mais e a idéia era essa.
       

       

       
      Gastos do dia
      - Museu R$4
      - 2 cervejas e porção de mandioca R$19
      - Café Serra das Almas R$8
      - 2 kits de cachaça Serra das Almas (c/ 2 garrafas de 300ml em cada) R$36
      - Sorvetes R$3,90
      - Havaianas R$9
      - Água 5L R$6
      - Sopas, torradas, chá e bolachas R$15
       
      Dia 14 – De Rio de Contas a Brasília
       
      Chegara o último dia de viagem...Pegamos a BR por Brumado, Bom Jesus da Lapa, Correntina e Posse, fomos direto até Brasília, gastamos umas 12hs de viagem.
       

       
      Gastos do dia
      - 2 diárias Pousada Rio das Almas R$220
      - gasolina (Ibitira/BA - 42 litros) R$122
      - lanche R$10
       
      TOTAL (p/duas pessoas) : 2.675,73
       
      Assim terminamos o relato da nossa viagem à Chapada Diamantina, lugar especial e cheio de surpresas...talvez a maior delas, para nós, tenha sido Igatu, não apenas pelas paisagens, mas pela história peculiar e, sobretudo, pelas pessoas especiais que conhecemos lá.
    • Por Caio Vinicius Aleixo
      Dia 01 - Viagem de guarulhos para salvador 
      Voo direto Azul, saída 16h10, Valor Pago: 191,44 (Comprado 27/08)
      Chegamos pegamos uber para um Shopping que fica a caminho da Rodoviaria de salvador (Comida no shopping de lá é mais barato que nos shoppings de Jundiai/São Paulo)
      Pegamos outro Uber para pegar o ônibus (as 23:00) sentido Lençois na Chapada Diamantina. 
      Empresa de onibus: Rapido Federal (https://passagemrapidofederal.com.br/ )
      Preço: 108,00 (compramos antecipado e pagamos alguma taxa de conveniência, tem que ir no guichê para pegar a passagem, se informe sobre o hr de funcionamento)

       
      Dia 02 - Lençois (Gruta da Lapa Doce, Pratinha e Morro do Pai Inácio)
      Chegamos de ônibus em lençóis por volta das 5:30 da manhã, os lugares para tomar café só abriram por volta das 6:30. Após o café fomos deixar as malas no hostel e pegar o carro que havíamos reservado.
       
      Estadia: Viela Hostel (30,00), bem hostelzão, bem localizado, comodidade média. Mas achei que o custoxbeneficio valeu MUITO a pena. Veja como a avaliação do hostel no booking  é boa
      http://bit.ly/vielahostel

       
      Aluguel de carro: Empresa Seabra 75 9901 7946 
      Retirada em lençóis e devolução em Capão (devolução em capão facilitou muito a logística, pra não pagarmos o carro enquanto estávamos no Pati) 
       
      Passeio: Gruta da Lapa Doce, Pratinha e Morro do Pai Inácio. Vá cedo para lapa doce, passe a maior parte de dia na pratinha (tem boa estrutura) e no max 15h30 vá para o por do sol no pai inácio (imperdível). 
      Morro do pai inácio tem hr limite para subir (por isso não pode sair tarde da pratinha. Para nós foi uma aventura chegar a tempo, pq saímos tarde, mas isso nos rendeu algumas amizades rsrs).. Pratinha tem uma flutuação de snorkel em águas cristalinas e dentro de uma gruta. Recomendo!
      *o Horario do por do sol (e hr que deve sair da pratinha) varia de acordo com a epoca do ano, o google mostra o horario do por do sol.

       
      Dia 3 - Ibicoara (Cachoeira do mosquito + Poço azul)
      Saímos de lençóis cedo com tudo no carro, a ideia era fazer os passeios durante o dia e dormir em Ibicoara (a viagem é cansativa).

      Passeio: Cachoeira do mosquito + Poço azul.
      Poço azul tem horários melhores de se fazer a flutuação, se informe e se planeje para chegar pelo menos 2h antes (é comum ter fila)
      Normalmente as pessoas fazem Poço azul+poço encantado, nós decidimos (no dia anterior) fazer cachoeira do mosquito, pqe poço azul é só contemplação.

      Estadia: Hostel Kosmos, 30,00 Reais, acomodação boa com vibe roots. Você encontra essa acomodação no Airbnb (Essa estadia não esta listada no booking). 
      Aproveito e deixo pra vocês um cupom de desconto no air bnb
      https://www.airbnb.com.br/c/caiov277?currency=BRL


       
      Dia 4 - Ibicoara (Cachoeira do Buracão)
      Passeio: Cachoeira do Buracão. Trilha de 3km cada trecho, nada muito pesado. 
      É obrigatório uso de guia

      Cachoeira do buracão é IMPRESSIONANTE, bastante alta e com um visual completamente diferente, tem paredões que cercam a cachoeira e o percurso que o rio faz depois dela. É uma vista imperdível.

      Guia: Nina (77 8111-5477 - @nina__guia são 2 underlines) ou o marido dela, Clayton (77 98153 5697 não fizemos com ele). Ambos São MUITO BONS. Nós fizemos o percurso com a Nina, ela é uma otima guia, sabe manter a cadencia da trilha e tem otimas conversas, explica bastante sobre a região. Em determinados pontos ela mostra exatamente como atravessar obstaculos. Recomendo MUITO.

      Comida: Jantamos TODOS os dias no restaurante “point dos amigos”, a comida é muito barata e gostosa. A comida é preparada de forma caseira pela dona do restaurante, com quem fizemos amizade e no fim parecia nossa tia kkkkk.

       
      Dia 5 - Ibicoara (Cachoeira da Fumacinha por baixo)
      Passeio: Cachoeira da Fumacinha por baixo. Trilha de 9KM cada trecho, caminho PESADO, principalmente por ter que ficar andando nas pedras (leito do rio). Segundo a guia quando o rio enche (que não era o caso) a trilha fica ainda mais difícil. Uso de guia não é obrigatório, mas acho MUITO recomendado, principalmente por que alguns trechos tem escalaminhadas. A trilha é bem bonita e a cachoeira da Fumacinha é um ABSURDO. Linda DE MAIS. a agua é bem gelada (já que quase não bate sol)

      Guia: Nina (77 8111-5477 - @nina__guia são 2 underlines)
       

      Dia 6 - Capão (cachoeira da fumaça por cima)
      Saímos cedo de Ibicoara para ir para o capão e fazer a trilha da cachoeira da fumaça por cima. Viagem é longa e feita em sua maioria por estrada de terra (se for por guiné, que é bem mais rápido).

      Chegando em Capão, fomos para a estadia Sempre viva, algum dos amigos que fizemos na viagem  nos indicou e depois nos encontramos com o nosso guia do Pati (Val - contato vou colocar mais pra baixo, quando for falar do pati). 
      A comunicação no vale do Capão é bastante dificil, já que não tem sinal de celular. Basicamente tem que achar um wifi para se comunicar.

      Passeio: Para chegar na cachoeira da fumaça é preciso fazer uma trilha (cerca de 1h30), antes de subir é necessário assinar um livro de controle (para saberem se todos que foram, realmente voltaram) e se quiser, pode contribuir com qualquer valor para a preservação do lugar.
      O inicio da trilha é bem Ingreme, mas depois a trilha é pana e tranquila. Tente ir pela manhã, para fugir do sol quente.
      Existe um horario limite para iniciar a trilha, 13h. O horário é para dar tempo de subir, apreciar e voltar antes de ecurecer.

      Estadia: Sempre viva (40,00) - Acomodação boa, custo beneficio OTIMO. 40 reais por pessoa por quarto privado. Caso for fazer o vale do pati, a acomodação cobra 10 reais para guardar a bagagem e permite banho na volta.
      Não encontrei a acomodação no booking


       
      Dia 7 - Pati (Cachoeirão por cima)
      Saímos cedo em direção a guiné, por onde dariamos inicio a travessia do Pati (entramos por Guiné, por uma subida chamada Aleixos e saímos por Capão). Passamos em palmeiras para o guia (Val, que recomendo MUITO (075) 99167-6817) fazer as compras dos lanches para os 4 dias, ele carrega tudo no mochilão, e nós só precisamos levar nossos proprios pertences na mochila pequna (usei uma de 30L). 
      Como você vai carregar o peso nos dias em que estiver fazendo o pati, economize no peso, evite coisas desnecessárias.
      Devolvemos o carro em guiné, na entrada da trilha. Isso ajuda DE MAIS na logística e na economia, fazendo desse jeito você não paga transfer para guiné e nem paga o carro durante os dias que estiver no pati. 
      Vai ter que pagar uma taxa de devolução extra por devolver em guiné, mas acaba compensando. 
      Foram 4 dias de trilha que o carro ficaria parado, a diária do carro é 140, ou seja, economizamos 560 reais. Para devolver o carro em guiné, pagamos 130,00 mas isso nos economizou o transfer, então um abateu o outro. (Essa foi uma baita dica p vc economizar uns dins hehe)

      Nosso roteiro esse dia foi: Guiné (aleixos), cachoeirão por cima, descida pela fenda e pernoite na casa do Sr Eduardo. Esse é um roteiro que poucas pessoas fazem, achei a fenda uma trilha perigosa devido aos buracos disfarçados com mato. Andamos cerca de 18Km, subida íngreme no aleixos e descida muito íngreme na fenda (não recomendo fazer o caminho inverso, subindo a fenda).
      A caso do Sr Eduardo é bem simples se comparada com a igrejinha. A comida é deliciosa.

       
      Dia 8 - Pati (Cachoeira dos funis)
      Saímos não tão cedo da casa do Sr Eduardo sentido igrejinha passando pelo poço da árvore e funis. cerca de 15 km percorridos, caminhada tranquila. Foi um dia para tomar banho de cachoeira e relaxar. Não achei as cachoeiras nada MUITO impressionante. Mas foi um dia gostoso pra curtir com calma.
      Neste dia o val (guia) cozinhou o jantar. 
      A igrejinha é uma das estadias mais conhecidas, por ter fácil acesso. E em consequência também é bastante cheia.
      Ali tem alguns banheiros com água quente (o guia só me avisou depois que eu já tinha tomado banho gelado kkk) 

       
      Dia 9 - Pati (Morro do castelo)
      Percurso esse dia foi Igrejinha - Sr Wilson (para deixar o que não iriamos usar. É caminho)  - Morro do castelo - Sr Wilson. Total de +- 14KM, porém subida forte na ida e descida forte na volta. Apesar do percurso íngreme, não foi um dia cansativo.
      Morro do castelo tem 3 mirantes, um deles está sendo estudado e talvez seja fechado (por risco de queda de placas de pedra). 
      Nesse dia é necessário lanterna, pois para acessar os mirantes se passa por dentro do “castelo” através de grutas, a lanterna do celular dá, mas uma de cabeça é o ideal. A caminhada nesse dia é bastante protegida do sol.
      O morro do castelo tem vistas IMPRESSIONANTES, com certeza é um dos lugares imperdíveis do pati.
      A casa do Sr. Wilson tem ótima recepção e tem o que julgamos a melhor comida do vale (não que as outras foram ruins, mas aqui a comida foi espetacular).
       
       
      Dia 10 - Pati (Gerais)
      Percurso: Casa do Sr wilson - capão (saindo pela bomba). Esse dia a caminhada é MUITO exposta ao sol, já saímos do vale e andamos vários KMs por cima. Caminhada total é de 22KM. Dia bastante cansativo. O visual por cima do pati é bastante bonito.
      Ao terminar a trilha na bomba, precisamos contratar um transporte para chegar ao vale do capão, caso contrário seriam mais 7 KM de caminhada. Logo que acaba a trilha tem um bar/lanchonete, o guia pediu para a atendente chamar o responsavel pelo transporte (que aparentemente mora ali perto).
      Chegando no vale, jantamos e fomos rapidamente para a estadia bem estar tomar banho e pegar o restante das malas. Dali pegamos um trasnporte para palmeiras (15,00)  e de palmeiras pegamos o ônibus para salvador.
      Empresa de onibus: Rapido Federal (https://passagemrapidofederal.com.br/ ) Preço: 94,00

       
      Dia 11 - Salvador (Turistando)
      Chegando em salvador, pegamos um uber e fomos para o hostel (que procuramos no onibus). Alguns amigos que fizemos na viagem nos indicaram ficar no bairro Rio Vermelho, um bairro bohemio de salvador (compararam com a vl Madalena em SP).
      Estadia: The Hostel (40,00), fica no bairro Rio vermelho, Hostel é bom, tem piscina e café da manhã. Não deu para avaliar tão bem, já que ficamos só 1 noite.Mas as acomodações no geral são MUITO boas.
      http://bit.ly/TheHostelSalvador

       
      Passeio: Fizemos um tour por conta própria, de uber.
      Saímos do Hostel - Basílica senhor do bonfim - Sorveteria ribeira (não achei que vale a pena, tem uns sabores diferentes mas nada de maaais) - Pelourinho, elevador lacerda, mercado modelo (almoçamos por la, tem 2 restaurantes com visual legal e preço “ok”) - Por do sol no farol da barra (imperdível)
      Durante o dia ficamos em dúvida se iríamos ou não para morro do SP no dia seguinte ou ficar um dia a mais em salvador. Por fim decidimos ir no dia seguinte e fechamos translado para Morro de SP (umas 21h) com a cassi turismo por 90,00 (negocie, pois as vezes cobram mais caro.)
      Comida: Acarajé da dinha, é um ótimo local para experimentar a comida típica. Tem um quiosque pertinho do hostel.

       
      Dia 12 - Morro de SP (Praia de Gamboa)
      A empresa Cassi turismo passou nos buscar cedinho no hostel (6h30, se não me engano. Perdemos o café) com uma van. Fomos levados para um local onde acertamos o valor do transfer e pegamos uma balsa para fazer uma travessia, depois da travessia pegamos um ônibus e então uma lancha rápida (esse percurso é fácil de achar detalhado na internet)
      Esse modo é chamado de semi-terrestre. Julgamos ser a melhor opção para chegar em morro de SP, devido principalmente aos horários. A empresa cassi turismo você encontra por TODO CANTO de salvador. 
      Chegando em morro de SP várias pessoas vão oferecer para levar a sua mala, a primeira subida é MUITO íngreme, depois é mais tranquilo. Vai de cada um julgar a necessidade de pagar ou não (nós não pagamos, até pqe nem sabíamos onde íamos ficar qnd chegamos).
      Depois de passar algum perrengue procurando estadia, fechamos com a pousada tranquila uma indicação de uma amiga que já tinha visitado morro de SP
       
      Estadia: Pousada tranquila 110 o quarto com 4 e 3 lugares (negociado na hora), tivemos que mudar de quarto no meio da estadia. Pousada com ótimo custo x beneficio, fica na frente do mar na terceira praia (da pra ver o nascer do sol do quarto, se ficar no quarto de 4 pessoas). Pousada conta com bom café da manhã (com vista para o mar). Recomendo muito a estadia!
      http://bit.ly/PousadaTranquila

       
      Passeio: Passado algum perrengue para fecharmos a estadia, deixamos as coisas na pousada e fomos para a praia de Gamboa (praia da argila), fomos de barco e voltamos andando (a caminhada não é longa, mas é necessário ficar atento a tábua das marés). Passamos o restante do dia relaxando na praia de gamboa em um dos quiosques.
      Jantar: Lá tabla. o Nhoque é otimo e bem grande. Vale a pena.
       
       
      Dia 13 - Morro de SP (Caminhada pelas praias)
      Passeio: Andar pelas praias - Fomos até a quarta-praia, a maré estava já bastante alta e mesmo assim a praia é bonita. A quarta praia não oferece tanta estrutura quanto a segunda e primeira. 
      As piscinas naturais ficam logo no comecinho (onde tem umas árvores que dividem a terceira da quarta praia), depois passamos o dia em um quiosque da segunda praia.
      Mais pro fim do dia subimos na tirolesa, o visual é incrível. Vale a subida mesmo para quem não for descer de tirolesa. Eu desci a tirolesa e por mais que digam que é a mais alta do BR, não achei nada de mais (não da muita adrenalina). Não achei que vale os 60,00.
      Próximo da tirolesa existe um mirante do por do sol, vale muito a pena! É de graça e tem o mesmo visual da toca do morcego (onde é pago para entrar).

       
      Dia 14 - Morro de SP (Piscinas naturais de Garapua)
      Passeio: Garapua. O passeio é feito de 4x4, passa também pela quinta praia (na ida ou na volta). O melhor do passeio é curtir as piscinas naturais (onde fica um bar flutuante), o ideal é evitar horário de pico, e ir na maré baixa. Quando tem muita gente, a água fica turva (devido as pessoas revirarem a areia do fundo do mar) e fica uma sensação de superlotação. 
      O acesso as piscinas naturais é feita com um barco bem simples e quando desejar retornar, tem uma ótima estrutura de quiosques para curtir o dia ainda na praia de garapuá.
      Custo do passeio foi de 80,00 Reais

       
      Dia 15 - Morro de SP
      Passeio - Volta a ilha, esse foi o que achei o melhor passeio. É um passeio feito de lancha, passa nas piscinas naturais de garapua (a msm que fomos no dia anterior), nas piscinas naturais de moreré, para por algum tempo na ilha de boipeba e para em um bar flutuante.
       
      *Dica que não encontrei em lugar nenhum: Esse passeio pode ser utilizado como meio de travessia de morro de SP para valença (foi o que fizemos), na última parada tem a possibilidade de tomar um banho e trocar de roupa. É necessário levar as malas para o passeio e o barqueiro guarda em um compartimento do barco. Negocie isso antes de fechar o passeio. O banho é completamente sem luxo, mas pra quem viaja no estilo “mochileiro” deve estar acostumado com isso. 
       
      Nesse dia pegamos um ônibus para porto seguro com duração de 09h de viagem (dormimos no onibus)
      Empresa: https://www.aguiabranca.com.br Custo: 109,36

       
      Dia 16 - Trancoso (Caminhada + Praia dos nativos)
      Chegando na Rodoviária de porto seguro pegamos um Uber para a travessia para Arraial d’ajuda, depois de atravessar pegamos um onibus para trancoso (acredito que a van seja mais rápida). Os horários e preços de van/ônibus é facilmente encontrado em uma pesquisa no google.
      Chegando em trancoso e passado algum perrengue (de novo) para decidirmos onde ficar, deixamos as coisas na pousada e fomos para a praia. 
      Andamos bastante para o sentido norte e depois voltamos para a praia dos nativos. Surpreendentemente os quiosques lá fecham cedo (começaram a fechar por volta das 15h30).
       
      Estadia: Pousada campestre (150,00) - Café da manha MUITO bom, o melhor da viagem toda. Boa localização (bem perto do quadrado, 5minutos andando). Preço negociado na hora, quarto para 3. O preço para reserva era mais alto. 
      http://bit.ly/pousadaCampestre



       
      Dia 17 - Trancoso
      Passeio: Neste dia fizemos uma caminhada para o lado sul, chegando até itaquena. São cerrca de 8 KM de caminhada cada trecho. Pelo caminho se passa por  itapororoca. Na maré baixa em Itaquena se formam corais MUITO bonitos. Importante falar que nesse trecho não tem quiosques ou ambulantes. Leve água e comida. 

       
      Dia 18 - Caraiva (praia do espelho)
      Passeio: Nesse dia o plano era ir para a praia do espelho, como o taxi custaria 350,00, decidimos alugar um carro (alugamos na Localiza).
      A praia do espelho esta entre as praias mais bonitas de toda a viagem, na maré baixa são formadas piscinas naturais lindas e as faléias dão um visual bem diferente. As águas são cristalinas e calmas. Com certeza é um lugar que não se pode deixar de conhecer se estiver na região. 
       Depois da praia do espelho, nosso destino foi Caraíva, onde não é permitido entrar de carro (até pqe as ruas são de areia). Mesmo assim, pelos nossos calculos acabaria compensando, já que economizaríamos o taxi + o transporte para caraiva.
      Nosso plano era ficar 2 dias em caraíva (1 noite), gostamos tanto que acabamos ficando 3 dias e 3 noites. Quanto mais tempo for ficar em caraíva, menos compensa alugar carro, pois o carro ficará parado. Os transportes de caraíva não tem horários muito bons, acaba perdendo metade do dia. Os horários são facilmente encontrados na internet. Transfers costumam ser bem caros (cerca de 300,00)
      Passamos MUITO perrengue para encontrar estadia em caraíva. Fomos pegos de surpresa, pois estava acontecendo um festival (novo mundo) e estava tudo cheio. No fim, deu td certo
       
      Estadia: Hostel Aruanda (40,00) - Se caraíva tem uma vibe FODA, o hostel aruanda tem ainda mais. Você vai ficar com saudades do hostel.
      É um estilo bem hostelzão mesmo, sem luxo. Fica próximo ao desembarque da travessia de barco. 
      http://bit.ly/Aruanda_Hostel

       
      A noite em Caraíva é um atrativo a parte. Sempre muito animado e pelo que nos falaram, cada dia tem um role, que não costuma acabar tarde. Porém depois que o role acaba, o pessoal faz tipo um luau com voz e violão. MUITO MASSA!
      Caraíva tem uma bebida “típica” chamada Netuno, é uma bebida feita com gengibre, muito famosa por la. A bebida lembra catuaba, porém, de gengibre. Custa 10,00 a garrafa. O que não é tão comum saber, é que existe o netuno preto e um outro branco/transparente, menos famoso. O mais claro tem o gosto de gengibre mais forte.
      A cidade tem o clima roots e jovem. 

       
      Dia 19 - Caraiva (Ponta do corumbau)
       Passeio: Ponta do corumbau. É um passeio feito de buggy (90,00 por pessoa), na maré baixa é formada uma ponta mar adentro. Antes de acessar essa praia você para em um lugar que vende vários artesanatos feitos por índios (colares, pulseiras etc), é muito mais barato aqui do que em trancoso ou Arraial d’ajuda. Nesse passeio você sai cedo e volta no fim da tarde. 
       
      Nós precisamos trocar de estadia, já que não havia vaga no hostel aruanda. Fomos procurar e surpreendentemente encontramos fácil uma pousada (bastante boa)
      Estadia: Pousada da Angélica (170,00) - Preço negociado na hora, boa instalação, bom wifi. Preço de quarto para 3. Praticamente de frente pro muro “sorria, voce esta em caraiva”
      Não encontrei nem no booking e nem no air bnb


       
      Dia 20 - Caraiva (Praia do Satu)
      Passeio: Caminhada praia do Satu. Caminhando para o lado norte da praia (é preciso atravessar o rio), você vai chegar na praia de satu (a caminhada não é tão longa, mas foi cansativa). Na maré baixa se formam piscinas naturais. Existem 2 rios, o primeiro de agua escura e o segundo de água verde. Esse de água verde tem argila que o pessoal passa no corpo como tratamento estético (essa info não achei em lugar nenhum quando pesquisei)

       
      Dia 21 - Arraial D’Ajuda (Praia de mucuge)
      Saímos cedo de Caraíva para devolver o carro em Trancoso e pegar a van para Arraial D’Ajuda.
      Chegando em Arraial d’ajuda fomos para o hostel que pesquisamos na van durante o trajeto Trancoso-Arraial. 
       
      Estadia: Pousada Mikaela. A dona é muito simpática e a pousada muito aconchegante. Fica bem localizada, a 7 minutos andando da rua “Brodway”. O café da manhã é muito bom, com tapiocas feitas na hora :9
      http://bit.ly/Pousada_Mikaela


       
      Passeio: Nesse dia ficamos na praia do mucugê (é a mais próxima). A praia é bem bonita e movimentada. Para ficar no guarda-sol e cadeira dos quiosques é cobrado uma consumação “da cozinha” ou seja, exigem que você almoce no local. Com muito custo conseguimos negociar uma consumação de 30,00 por pessoa independente se fosse um pedido de prato ou não.

       
      Dia 22 - Arraial D’Ajuda (Taipe)
      Passeio: Taipe. Tiramos o dia para relaxar, já que era o ultimo que poderíamos aproveitar da viagem.
      Decidimos não ir andando e pegar um transporte, nos foi falado que por ali era fácil de conseguir transporte, mas não foi assim. Foi bem difícil, pois não é caminho das Vans/onibus. Com algum tempo de espera conseguimos uma van que praticamente nos fez o favor de levar até la.
      A praia não é nada de mais. As falésias dão um visual diferente, mas eu preferi a praia de mucuge (que fica proxima ao centro)
      O retorno fizemos andando e percebemos que foi um erro ter desperdiçado tempo esperando transporte, já que a praia de taípe não é longe do centro.
      Jantar: De noite a ideia era jantar em um lugar legal para nos despedirmos da viagem e voltarmos a vida real de trabalho (fazer o que né). Fomos no restaurante Alecrim dourado e pedimos camarão no abacaxi. Foi uma das melhores refeições da minha vida. Dividimos em 3 e ficamos “ok” (não estávamos com muita fome).
       
      Depois do jantar ainda fomos para o bar “casa mangue neon” é um bar com ambiente despojado, com cadeiras de praia e drinks “diferentoes”, eles nos deram um drink cortesia de caipirinha de netuno (bebida bastante consumida na região), outra bebida curiosa foi caldo de cana com cachaça (bastante boa, por sinal)
      Depois do bar neon fomos para o beco das cores, como se fosse uma galeria onde tem vários bares, começou ficar agitado perto das 23h. Rolou uma banda ao vivo e estava bem animado, aparentemente vão muito locais para o beco das cores, já que a entrada é gratuita.
      Depois do beco das cores finalizamos a noite no   “morocha” é uma balada conhecida da cidade.

       
      Dia 23 - Volta Porto Seguro - São Paulo
      Voo:
      Porto seguro Guarulhos
      192,54 reais , LATAM 14h35, voo direto , Dia 3/11 comprado em 10/09 (Melhor preço que vi durante o tempo que acompanhei. É difícil achar essa tarifa)


      DICAS GERAIS POR LOCALIDADE
      Dicas Gerais Arraial d’ajuda
      Saindo um pouco da praia se compra 3 cocos por 5 reais, enquanto na praia normalmente custa 1 coco 5 reis. 
      Restaurante Alecrim dourado (não é considerado barato, mas é muito bom para quando quiser aproveitar um lugar com uma comida mais sofisticada)
      É muito dificil ter uber disponível
       
      Dicas Gerais Caraíva:
      Se for ficar varios dias, não alugue carro. O carro vai ficar parado
      Netuno: Bebida tipica de lá a base de gegibre
      Os roles noturnos são bons
      Vá de mochilão. As ruas são de areia, o que dificulta transporte da mala
      Sinal de celular, não tem.
      Wifi, tem. Mas a maioria que usamos não era mt bom.
      Achei Caraíva a cidade mais cara (hospedagem, comida, agua, etc)
      Por do sol a beira do rio é MUITO bonito, vale a pena curtir. Nos dias que fiquei la dava pra ver a lua ainda com o céu alaranjado. Um espetáculo
      Não é possível fazer o translado saindo de caraíva de uber 
       
      Dicas Gerais Trancoso:
      Os quiosques fecham muito cedo (cerca de 3h30)
      Os restaurantes no quadrado são MUITO caros. É possível se afastar um pouco e comer mais barato
      Não vi nenhum motorista de aplicativo disponível
       
      Dicas Gerais Morro de SP:
      Ficar na terceira praia é uma otima localização
      Na maré baixa TUDO fica mais bonito, de preferencia para fazer os passeios nesse horário, principalmente os que envolvem piscinas naturais.
      Ir na quarta praia na maré baixa. As piscinas naturais são MUITO bonitas
      Tirolesa não vale os 60,00
      Da para usar o passeio “volta a ilha” para atravessar de Morro de SP para valença

       
      Dicas Gerais chapada
      Vá de mochilão, andar na cidade de mala é ruim.
      Alugue Carro, transfers e passeios fechados são MUITO mais caros
      Use Google maps offline (se não baixar o mapa vai ficar na mão)
      melhor que o Google maps offline é o Maps.me (Usando os 2 vai conseguir chegar nos lugares)
      Ibicoara: Restaurante Point dos amigos
      Antes de entrar no Vale do Pati, deixe as coisas que não for usar em algum lugar (agencia, hostel, conhecido)


       
      RESUMO DE ESTADIAS INDICADAS:
      LENÇOIS, Chapada Diamantina
      Estadia: Viela Hostel (30,00), bem hostelzão, bem localizado, comodidade média. Mas achei que o custoxbeneficio valeu MUITO a pena. Veja como a avaliação do hostel no booking  é boa
      http://bit.ly/vielahostel


       
      IBICOARA, Chapada DiamantinaI
      Estadia: Hostel Kosmos, 30,00 Reais, acomodação boa com vibe roots. Você encontra essa acomodação no Airbnb (Essa estadia não esta listada no booking). 
                 Aproveito e deixo pra vocês um cupom de desconto no air bnb
      https://www.airbnb.com.br/c/caiov277?currency=BRL
       



       
      VALE DO CAPÃO, Chapada Diamantina
      Estadia: Sempre viva (40,00) - Acomodação boa, custo beneficio OTIMO. 40 reais por pessoa por quarto privado. Caso for fazer o vale do pati, a acomodação cobra 10 reais para guardar a bagagem e permite banho na volta.
                 Não encontrei a acomodação no booking


       
      SALVADOR
      Estadia: The Hostel (40,00), fica no bairro Rio vermelho, Hostel é bom, tem piscina e café da manhã. Não deu para avaliar tão bem, já que ficamos só 1 noite.Mas as acomodações no geral são MUITO boas.
      http://bit.ly/TheHostelSalvador


       
      MORRO DE SP
      Estadia: Pousada tranquila 110 o quarto com 4 e 3 lugares (negociado na hora), tivemos que mudar de quarto no meio da estadia. Pousada com ótimo custo x beneficio, fica na frente do mar na terceira praia (da pra ver o nascer do sol do quarto, se ficar no quarto de 4 pessoas). Pousada conta com bom café da manhã (com vista para o mar). Recomendo muito a estadia!
       
      http://bit.ly/PousadaTranquila


       
      TRANCOSO
      Estadia: Pousada campestre (150,00) - Café da manha MUITO bom, o melhor da viagem toda. Boa localização (bem perto do quadrado, 5minutos andando). Preço negociado na hora, quarto para 3. O preço para reserva era mais alto. 
      http://bit.ly/pousadaCampestre



       
      CARAÍVA
      Estadia: Hostel Aruanda (40,00) - Se caraíva tem uma vibe FODA, o hostel aruanda tem ainda mais. Você vai ficar com saudades do hostel.
      É um estilo bem hostelzão mesmo, sem luxo. Fica próximo ao desembarque da travessia de barco. 
      http://bit.ly/Aruanda_Hostel

      Estadia: Pousada da Angélica (170,00) - Preço negociado na hora, boa instalação, bom wifi. Preço de quarto para 3. Praticamente de frente pro muro “sorria, voce esta em caraiva”
      Não encontrei nem no booking e nem no air bnb


       
      ARRAIAL D’AJUDA
      Estadia: Pousada Mikaela. A dona é muito simpática e a pousada muito aconchegante. Fica bem localizada, a 7 minutos andando da rua “Brodway”. O café da manhã é muito bom, com tapiocas feitas na hora :9
      http://bit.ly/Pousada_Mikaela


       
      Quem quiser ver fotos ou tirar duvidas, me chama no instagram @caioviniciusaleixo (lá eu fico mais atento as mensagens)


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