Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Tadeu Pereira

(Relato) Trilha bate e volta - Cachoeira da Pedra Furada e Light, Biritiba Mirim - Parque Estadual da Serra do Mar - São Paulo - 01 dia - metro, trem e ônibus - 22/10/18 - (Biritiba Mirim, São Paulo)

Posts Recomendados

Salve salve mochileiros!

Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha onde irão encontrar duas maravilhosas cachoeiras, uma bela floresta e uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo. 

 

 Ida - 22/10/18 - 8h00min - São Paulo x Mogi das Cruzes x Biritiba Mirim (Serra do Mar) - Metrô e Trem R$4,00 - Ônibus R$4,10

  Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Vermelha) sentido Itaquera e descendo na estação Brás (linha Vermelha) onde encontrei mais dois amigos para pegarmos o trem da CPTM sentido Guaianases (Linha Coral) e finalmente após a troca de trens pegar para o sentido final e para nossa primeira parada, a Estação Estudantes (Linha Coral).  

IMG_3331.thumb.JPG.ea92cd4af23305532880e83893cc5bcd.JPG

  Na Estação Estudantes existem 3 formas de você chegar nesta trilha: A 1ª é de lotação de carros ou vans. Logo que você cruza as catracas da estação de trem você já irá ser abordado por alguém te perguntando se precisa descer para o litoral pela estrada Mogi x Bertioga. Essas pessoas lotam um carro ou uma van e descem até as cidades de Bertioga e do Guarujá cobrando o valor de R$25,00 a R$30,00 por pessoa. O único problema desta opção é ter que ficar esperando lotar o carro ou van e isso levaria mais tempo para iniciar a trilha. Já a 2ª forma de chegar ao início desta trilha seria de ônibus. Saindo da estação de trem pelo lado esquerdo você encontrará um terminal de ônibus onde realizam também a descida pela rodovia Mogi x Bertioga feita pela empresa de ônibus Breda. O valor é aproximadamente R$29,00 e é só pedir para o motorista parar no KM81 para iniciar a trilha. A ª3 forma de chegar no início da trilha e foi a que nós escolhemos e é também de ônibus, porém de ônibus circulares. Saindo da estação você encontra uma passarela que te leva para o lado direito da estação Estudantes. Chegamos em uma rua e caminhamos para a esquerda por alguns metros e já de frente vimos um terminal de ônibus onde pegamos um ônibus circular de transporte público intermunicipal até o ponto final que fica no KM77. O ônibus é o NºE392 (Manoel Ferreira) que nos levou em 30 minutos até o KM77 seu ponto final, onde tem uma balança, um bar e uma feirinha com várias frutas, uma ótima opção pra levar pra trilha como bananas, mangas, uvas etc. Compramos água e algumas frutas e caminhamos pela rodovia até o KM81 para iniciar a trilha. Neste trecho de aproximadamente 4 quilômetros ocorreu uma tensão pelo fato de não haver acostamento na rodovia e os carros passarem bem próximos de nós, então é bom ter um pouco mais de cuidado nesta parte do trajeto.

 

IMG_3216.thumb.JPG.95860d1fe0dbc203e4d7c5dbd290179d.JPG

 IMG_3209.thumb.JPG.2d9a0cfef75f4132850339fc8e0b87c5.JPG IMG_3208.thumb.JPG.4ab291b6a22383942c9b900241a2e37f.JPG

 

  Caminhando por alguns bons 25 minutos pela rodovia chegamos ao KM81, foi quando avistamos uma placa vermelha e amarela dizendo "Atenção - Descida da Serra - Verifique os freis - Desça engrenado". Atravessamos a rodovia para o lado esquerdo e bem no começo do guard rail se encontra o começo da trilha da cachoeira da Pedra Furada e da Light.  

 

IMG_3223.thumb.JPG.4a49a6ec96175cc9a506ed415d507bf5.JPG  IMG_3224.thumb.JPG.301263db4abaa73d757cf7eb23294e9a.JPG

IMG_3229.thumb.JPG.e57557049b042c7b5b2ef75aa6cb2a80.JPG

 

  A trilha começa bem tranquila e tem uma extensão de uns 3 Km e pode ser feita em menos de 1 hora desde a Rodovia até a cachoeira. A caminhada é sempre em meio à mata atlântica com muitas bromélias pelo caminho, algumas áreas de brejo e cruzando alguns pequenos riachos. Ao longo da caminhada surgem algumas bifurcações na trilha principal, uma delas existe um tronco de árvore caído quase que atravessado na trilha. Para o lado direito onde a trilha é mais ingrime leva a parte de baixo da Cachoeira da Pedra Furada e já pelo lado esquerdo onde a trilha é um pouco mais fechada leva para a cachoeira da Light e para a parte de cima da cachoeira da Pedra Furada. 

 

 1444374287_16a-Bifurcaoqueconfunde.thumb.JPG.b0dbca47c4adb712838570c2f491885c.JPG

 

  A cachoeira vista do lado de cima não mostra a real beleza e peculiaridade que tem as suas águas ao passarem por uma pequena fenda na rocha e sair pelo meio dela do outro lado. Como chegamos pelo lado de cima da cachoeira não tínhamos noção de como seria vê - la de frente e pela parte de baixo.

 

IMG_3235.thumb.JPG.260515adb9ce6d7723521f327957b5a6.JPG

 

  Encontramos 2 formas de ir para a parte de baixo da cachoeira. A primeira é uma trilha que desce bem rente a cachoeira com auxilio de uma corda. Já a segunda forma é também uma trilha pelo lado direito do topo da cachoeira porém um pouco mais para dentro da mata. Subimos por uma trilha onde uma enorme árvore esta caída e descemos até a base da cachoeira.

 

IMG_3255.thumb.JPG.0b665a7b080f546aa308acab5ab978c6.JPG  

IMG_1392.thumb.JPG.bfd84b5a32fdec3b85e0cb51fc4185df.JPG

IMG_3331.thumb.JPG.ea92cd4af23305532880e83893cc5bcd.JPG  

IMG_1401.thumb.JPG.44ffc5b5d1b66f39c5307b84c22c0735.JPG

 

  De frente com a cachu se vê o quanto ela é bonita. Este dia ela estava dividida em duas cachoeiras, pois a água estava passando por cima e também saia pelo meio das suas fendas, onde se deu o nome de Pedra Furada. Ficamos por alguns minutos contemplando aquele paraíso, fizemos nosso lanche, recolhemos nosso lixo, descansamos um pouco e partimos para conhecer a outra cachoeira, a da Light. 

  Voltamos para a trilha principal e seguimos ela a diante. Caminhamos pouco mais de uns 25 minutos e já começamos a ouvir o som de queda d'água novamente. Chegamos em uma barragem onde o rio Sertãozinho passa por cima formando uma mini cachoeira. Neste local encontramos muito lixo, muitas lonas velhas, roupas, barracas improvisadas que acreditamos que sejam de caçadores e pescadores, restos de acampamentos deixados pelas pessoas. Este cenário foi um pouco ruim de se ver, pois há muito descaso das pessoas com a natureza. Leve sempre todo seu lixo com você e descarte em um local adequado, não deixando na natureza ou na rodovia.

 

IMG_3309.thumb.JPG.01af4c8638bc4e06aefd7d3092f270da.JPG

  IMG_3308.thumb.JPG.07ad57a3a707ee71daffd9f7f809c786.JPG

IMG_3311.thumb.JPG.d823648caf34149e3965e4a8a629adaf.JPG

 

 Volta - 22/10/18 - 18h:00min - Biritiba Mirim (Serra do Mar) - São Paulo - Mogi das Cruzes x- Ônibus R$4,10 Trem e Metrô R$4,00

  Na volta da trilha em um cruzamento, resolvemos entrar em uma trilha que não tínhamos ido ainda. Andamos por mais ou menos uma hora e não achamos nada além de mato. Não encontramos e nem ouvimos mais nenhuma queda de água. Foi quando demos de encontro com o Rio Sertãozinho novamente e foi ai que demos conta que estávamos perdidos pois toda demarcação, pegadas, as fitinhas que estavam amarradas nas árvores desapareceram. Fudeu! Parecia até mesmo um filme ahahahaha. Nós estávamos perdidos! Ficamos por alguns minutos procurando as demarcações que estávamos seguindo e nada. Não achamos nada. Então resolvemos descer o Rio Sertãozinho até a cachoeira que vimos por último, a da Light. Andamos por mais ou menos 1 hora mata a dentro mas sempre seguindo o rio. E depois de alguns arranhões,, depois de um pouco de tensão andando na mata fechada, depois de quase bater o desespero, chegamos na cachoeira da Light novamente. Um alívio pois estava ficando escuro muito rápido e ainda tinha a nossa volta. Só tivemos tempo para descansar por alguns minutos. Iniciamos a trilha de volta e logo tivemos que ligar nossas lanternas pois dentro da mata por volta  das 18:00 já estava muito escuro. Andamos por uma hora e meia até chegarmos na rodovia novamente. Caminhamos pela rodovia novamente até o bar e a balança no KM77 por mais uns 30 minutos para poder pegar o ônibus circular para retornarmos ao Terminal Estudantes e fazer nosso retorno pra São Paulo. Chegamos exaustos na Estação. Comemos alguma coisa e pegamos o trem sentido Guaianases para retornamos para nossas casas e finalizarmos essa fantástica trilha bate e volta bem pertinho da cidade de São Paulo. Gratidão... 

 

IMG_3274.thumb.JPG.63ab4a9d90bad6628b5e45186f319f3f.JPG

 IMG_3283.thumb.JPG.9d0beeb1fe627cb2c03881bcb5a47fe0.JPG

 

Vlwwwww!!!

 

Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/

Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp

 

 

IMG_1398.JPG

 

 

 

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

9 horas atrás, leandroalvez disse:

Muito bom seu relato, parabéns! Vou fazer essa trilha agora em novembro. A trilha está tranquila?

Poxa leandro vlw! Pode ir tranquilo que ta sussa fazer essa trilha... fui em uma segunda feira e não tinha ninguém. Valeu muito a pena! 

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Em 27/10/2018 em 01:43, Tadeu Pereira disse:

Poxa leandro vlw! Pode ir tranquilo que ta sussa fazer essa trilha... fui em uma segunda feira e não tinha ninguém. Valeu muito a pena! 

Oi, hoje não está mais tranquilo fazer a trilha, não pela mata e sim pela polícia ambiental, fui pela última vez dia 20/06 e eles apareceram lá e mandou todos irem embora, ameaçando aplicar multa por invadir um local privado, eles informaram que é preciso entrar no site do parque estadual da serra do mar, para fazer a trilha acompanhado de guias autorizados, mas quando vc acessa está tudo desatualizado.

 

  • Obrigad@! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@Janna Souza Sério? Caraca... eu fiz a do Elefante a uns dias atrás e não aconteceu nada... mas resolvi não voltar lah tão cedo por causa destes relatos da polícia ambiental. Mas esta informação de que precisa pedir autorização pra fazer as trilhas eu nunca tinha ouvido falar. Caraca q foda heim... Obrigado pelo informação, estava pensando ir subir a pedra do Sapo lah perto , então nem vo colar... vlw Janna Souza. 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por Paulonishi
      11/03/2020
      Cobá é um dos sítios arqueológicos mais interessantes da região, com o grande diferencial que se pode explorar e subir em grande parte das construções, o que para mim é uma experiência ainda mais enriquecedora!
      O relato aqui tá bem resumido porque preferi dar mais ênfase no vídeo que fiz, e pode ser acompanhado no link que deixarei abaixo. A intenção é justamente ajudar aos outros exploradores mochileiros como eu a montar suas viagens tendo em vista o menor custo com o maior proveito possível da viagem.
      Continuando as andanças pelo México, mais precisamente na Riviera Maia, acordei muito cedo e fiquei aguardando até às 7h para o café. Guardei a mochila maior no depósito (gratuito) e, como o sistema do café da manhã é self service, me servi bem...  Fiz o checkout, recebi os $50 de volta (depósito que paguei quando cheguei ao hostel) e cheguei ao ponto de vans às 07:30h.

      Como não havia nenhuma lá, perguntei se era ali mesmo e um motorista de outra van disse que sim, mas que demorava. Fiquei na praça de Tulum e vi a tal van que parou em um semáforo. Perguntei ao motorista e ele só indicou o lugar, que era onde eu estava inicialmente. Fui para lá e ele disse que a van só saía com 20 pessoas, o que demoraria até umas 8h ou 9h da manhã. Bom,usei o tempo para tirar fotos pela praça e arredores. Ficar parado assim me incomoda. Sentei em um banco e fiquei escrevendo este relato até quando vi uma movimentação na van e fui até lá. Outro motorista disse que poderia aguardar sentado e entrei. Eram 08:44h e, além de mim só havia mais duas pessoas. A van lotou às 09:10h e ainda assim só saímos às 09:17h. Havia muitos estranjeiros. Ainda bem que me posicionei mais cedo, porque senão seria bem apertado. O preço ficou em $70.


      Chegamos a Cobá às 10:00h e a van nos deixou quase na portaria. Comprei a entrada por $80 e comecei a explorar o lugar.

      Logo no início, as primeiras construções já impressionam, como o jugo de Pelotas e seus arcos.

      A caminhada é grande e existem bicicletas para alugar ou táxi (triciclo com motorista pedalando). O caminho é bem arborizado mas as atrações carecem de placas informativas. Procurei não demorar muito na entrada e seguir direto às atrações distantes, para depois, na volta, poder ver com mais calma e menos gente. O sol estava escaldante e recomendo levar água e algo para comer pelo caminho.

      Como mencionei, a possibilidade de poder subir nas estruturas torna o passeio ainda mais interessante...
      Na pirâmide subi num único fôlego. As pedras são muito escorregadias e requerem cuidado. Existe uma corda central que ajuda tanto na subida quanto na descida. A vista é muito bonita, como se abaixo a vegetação formasse um tapete verde encobrindo todas as construções, com exceção do topo dos templos mais altos. Ainda que o fluxo fosse grande no topo, como subi rápido, levei vantagem e pude tirar boas fotos, com pouca interferência. Na descida fui cuidando com as pedras lisas e cheguei rapidinho.


      Depois fui ao observatório e, por fim, à praça das estelas, passando pelo templo das pinturas antes. Mais uma vez ficaram devendo mais informações, porém a riqueza das obras supera esse detalhe. O mapa offline do Google Maps foi de vital importância.

      O lugar é gigante e as construções, que são nomeadas por grupos, são muito distantes! Prepare-se para caminhar muito... Por isso que é essencial ir na parte da manhã, pois se pode aproveitar melhor o lugar e não ter tanto sofrimento com o sol da tarde.

       

      Na volta procurei nem pensar no quanto os pés doíam. Já quase no final, lembrei que faltavam alguns prédios atrás da Plaza de Pelotas e, para a minha surpresa, tinha uma outra pirâmide bem alta (la Iglesia), mas que não se podia subir.

      Próximo, havia uma equipe fazendo filmagens com crianças para uma novela. Dei a volta e tirei as últimas fotos no lugar.

      Saí às 13:15h. Fazia um sol terrível e agora, fora da cobertura das árvores, senti o pescoço e rosto queimando. Segundo o Strava, foram quase 8 Km de caminhada pelo sítio arqueológico!

      Um detalhe interessante e que é muito bom usar é a rede de WIFI gratuita disponibilizada na região próximo à portaria de entrada. Pude mandar mensagens e compartilhar algumas fotos, além de poder usar o banheiro gratuito e bem limpo.

      Fui em busca da van de retorno e, perguntando daqui e dali, disseram que só havia ônibus, que saía em frente a igreja. Lá fui eu e o pior que o horário era às 15:10h e o preço $100.

      Quase uma hora e meia de espera... No sol! 
      Fiquei olhando cada van que passava para ver se não seria da empresa que vim. Às 14h passou um ônibus da Mayab. Fiz sinal mas o motorista disse que o destino era Valladolid. Bom, agora já sei que de Cobá à Valladolid tem ônibus de ida e volta. Ainda mantendo a esperança, vi a van passando e retornei mais um pouco, pois tinha um rapaz que veio comigo. Nesse meio tempo, apareceu um ônibus feio e as pessoas atravessaram a rua para pegar. Fui no bando para ver qual era, mas subi e o motorista já fechou a porta... Agora já era.

      Perguntei o valor para Tulum e, para a alegria geral do povo mochileiro, era mais barato ainda: $50! Peguei uma poltrona bem na frente para filmar, mas não deixeide colocar o cinto, como sempre. Tirei o tênis e as meias. Meus dedos estavam bem úmidos e doloridos, pelo constante vazamento de líquido das calos. Pelo menos dava para dar uma respirada até chegar. A viagem foi bem mais rápida do que com a van e o motorista me deixou na rua atrás do hostel.

      Fui pisando em espinhos até o Hostel, onde peguei a mochila e água também, enchendo a garrafa. Tirei o tênis, coloquei um Band aid no pior dedo e calcei os chinelos. Pelo alívio que deu, consegui voltar a caminhar.
      Na rodoviária, comprei a passagem à Valladolid por $110 e a atendente disse que seria uma van. Para mim não tem problema, pois era mais barato e escolhi a poltrona 3, na qual poderia filmar a viagem e esticar as pernas lá na frente.

      Segui para a taqueria pedir uma saideira... Não de bebida, mas de empanadas! Foram 2 de queijo e mais um taco de asada. Comi primeiro com o molho verde e nada... Resolvi colocar o vermelho. Até chorei! Rsrs. Pior que não pedi nada para tomar e comi uns limões para ajudar, se é que isso seria possível. O valor foi de $30 e saí satisfeito para o terminal.

      Esperei menos de 20 minutos e o ônibus chegou, sendo anunciado. Levantei, apresentei o bilhete, guardei a mochila maior no bagageiro e me posicionei na poltrona 3. A van era bem confortável, o ar condicionado agradável e com tomada USB funcionando! Coloquei o celular para carregar, mandei as últimas mensagens pelo wi-fi gratuito e, pontualmente, saímos de Tulum.

      A viagem foi bem tranquila. Estiquei bem as pernas e fiquei observando a sinalização,  que difere da nossa em alguns aspectos,  como por exemplo,  os veículos  podem transitar pelo acostamento para dar passagem a outro e, por isso, ele tem a pintura tracejada.  Pelo caminho  foram muito poucas curvas pois tudo era plano é de ótimo asfalto. 
      O próximo destino será Valladolid!

      Gastos:
      $70+$50 (transporte Cobá), $80 ingresso, $30 empanadas, $110 ônibus  Valladolid, $400 hostel, $128 compras. Total $768 (pesos mexicanos)
       
      Desculpe o resumo, mas no vídeo tá bem explicadinho, inclusive a história do lugar e das principais construções:
       
       
       
       

    • Por Leandro Z
      Resolvi escrever este relato pois não vi muitos parecidos. A minha viagem foi sozinho, sem alugar carro (mas alugando bicicleta e pegando caronas) e sem fechar nada com agências antes de ir, em abril de 2019. Essa parte é importante: não precisa fechar nada com agência antes.
      Pois bem, antes de ir, pedi orçamentos para várias agências que achara na internet e o que eles me mandaram me espantou, era tudo extremamente caro!  Coisas como: Circuito das Cachoeiras por R$220 + R$180 do transporte; R$320 o trecho Cuiabá-Chapada (sendo que o ônibus urbano custa R$18), queriam cobrar até por passeio no parque que é de graça! Não tive coragem de reservar nada antes, até viajei desanimado para resolver tudo na cidade. Felizmente, tudo deu certo e saiu bem mais barato do que se tivesse fechado com agência.
      Chegando ao aeroporto, que fica em Várzea Grande,  peguei Uber até a rodoviária de Cuiabá, R$25. Na rodo, peguei um bus urbano da CMT (tem da Rubi tbm) por R$18 até a Chapada dos Guimarães (este é o nome do município, não é só do parque ou da região). Os ônibus saem a cada 1:30h. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães fica antes da cidade com mesmo nome e desci lá, onde conheci três cachoeiras sem precisar de guia e sem pagar: Véu da Noiva (só mirante), dos Namorados e Cachoeirinha. A água estava barrenta, mas o poço era bom para banho e as quedas eram altas. Anda-se bem pouco para cada uma delas. Minha intenção era ir para cachoeira da Salgadeira, dali são 6km, mas achei arriscado andar pela estrada sem acostamento. Fiquei esperando o ônibus, pedi algumas caronas e quem acabou parando foi uma família que parou sem eu pedir, eles também estavam saindo do parque e haviam me visto lá. Pelo que percebi, pedir carona é comum lá, pois o parque fica a 12km da cidade. Fui pro hostel, onde me indicaram a guia Camila (65-996110587), entrei em contato com ela e com outras dos sites:
      http://www.chapadamt.com.br/guiasdeturismo.asp
      http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef
      Isso foi bom, os preços direto com os guias eram MUITO mais baratos, inclusive se precisasse de transporte. Fiquei no Hostel Chapada, R$50 por noite, bem localizado, perto da praça.
      No dia seguinte, resolvi alugar uma bike na Bike e Cia, por R$30 o dia, para ir a cachoeira do Marimbondo e da Geladeira, que ficam próximas uma da outra e cerca de 15km, ida e volta, do centro. Pra ir foi tranquilo. Na cachoeira do Marimbondo, paga-se R$10 para entrar e anda bem pouco, uns 300 metros. Cachoeira larga, com um poço raso, mas gostosa. Fiquei 1h e fui pra da Geladeira, 1km dali, paga-se mais R$10 e anda uns 600m. É a cachoeira mais bonita que fui na chapada: água verde, queda gostosa, poço bom para banho. Fiquei um tempo. Pensei em ir até a Cachoeira Rica, mas descobri que, apesar do nome, não tem cachoeira! É só um vilarejo! Ainda bem que não fui, são uns 30km de lá. A volta foi um pouco cansativa mesmo nos pontos que não pareciam subida íngreme. Depois, ainda fui ao mirante Morro dos Ventos, tem uma bonita vista de campos e até uma cachoeira na lateral, entrada R$5. Rodei cerca de 20km de bike no total. Comi massa no Pomodori, muito boa (um pouco caro)!

      No 3º dia, peguei carona com um cara do hostel que havia alugado carro, aí baixou quinze reais no preço do passeio Circuito das Cachoeiras, no final, paguei R$85. Tinha agência cobrando R$220 pelo passeio mais R$180 pelo transporte! Transporte que era de apenas 12km! Este passeio, Circuito das Cachoeiras, ocorre no Parque Nacional (cuja entrada não é paga), mas só pode ser feita com guia. Consiste em 8km passando por várias cachoeiras (eles falam 7, mas acho que não...). A melhor é a última: das Andorinhas, super alta e bom poço pra banho. Vale a pena! Depois, ainda deu tempo de ir até a Salgadeira (R$15 por carro) de carona, esse lugar passou por uma demorada reforma e manipularam até a cachoeira concretando a parede dela. Comi pizza na Marguerita, muito boa, mas um pouco cara.
      Dia 4: no dia do Circuito das Cachoeiras, conheci um cara gente boa que também tinha alugado carro em Cuiabá. Aproveitei e fui junto com ele para a cachoeira da Martinha (R$10 o estacionamento). Neste caso, se não tivesse ido de carona, teria ido de ônibus urbano (o mesmo que sai de Cuiabá em direção a Campo Verde). Disseram que essa cachoeira é tipo um "piscinão de Ramos", farofada e tal, no dia que eu fui, sábado de manhã, estava bem vazio, mas parece quem muita gente faz churrasco lá, até porque é de graça. Cachoeira muito boa, grande, larga e super forte! Correnteza boa para boia-cross e para nadar. De lá, fomos para a cachoeira Jamacá (R$20 por pessoa), que no Glooglemaps aparece como Quilombo do Alemão. Esse alemão é o Mário, um naturalista que lutou pela demarcação do parque. A cachoeira é alta e forte com poço muito raso para nadar. Lugar bacana. Almoçamos, por volta das 14h, no restaurante Maná, comida bem simples, parece que o local nem abriu oficialmente. Esse dia terminou cedo. Jantei sozinho no Cavii, comi um ótimo hambúrguer com coalhada seca e pesto, entre outros.

      Domingo, último dia, fui até a bicicletaria e estava fechada. Resolvi ir a pé até a cachoeira gratuita do Nonhô (acho que é isso, se não, é Nhonhô), 5km, localizada próxima ao supermercado Pelé e a pastelaria Lhufas, entre a placa azul de "Bem-vindo" e um outdoor, a cerca está caída e tem uma trilha. Fui perguntando, perguntando e cheguei a trilha, desci até a cachoeira. É pequena e não muito alta, mas gostosa para se refrescar. Fiquei pouco tempo, pois queria ir até a cachoeira da Tartaruga. Na estrada, pedi carona e o segundo carro que passou parou prontamente. Ele passou pela bicicletaria, estava aberta (no domingo, ele abre quando liga pra ele), então resolvi descer. Mais R$30 pelo aluguel, andei 3,5km até a porteira do sítio (tem no Googlemaps), tive que passar a bike por cima e andar mais uns 3km. Obs: muitos guias me falaram que tem cachoeira em propriedade particular, mas pode pular a porteira, a cerca e ir tranquilamente, esta era uma delas. A cachoeira da Tartaruga fica quase no final da estrada de terra, quando começa o gramado, à direita. A cachoeira é alta, com pouco volume de água, poço bom para banho. Ainda deu tempo de comer no Trapiche Regionalíssimo, por kg, cerca de R$54, comida muito gostosa.  Peguei bus para Cuiabá. De lá, peguei Uber para o aeroporto.
      A região tem muitas cachoeiras e muitas nem podem ser visitadas. Acredito também que algumas sejam pequenas e simples. Algumas que não precisam de guia e fiquei sem conhecer: do Segredo, da Bailarina, do Índio, Águas do Cerrados (trekking). Outros passeios que precisam de guia (mas não feche com agências antes, fale direto com os guias): São Jerônimo, Vale do Rio Claro, Cidade de Pedras,  Águas do Cerrado, caverna Aroe-Jari. Se quiser ir para Nobres (bate e volta), aí tem que fechar com alguma agência, parece que custa R$250, ou se informar com guias.
      https://zahiandoporai.blogspot.com/2020/06/chapada-dos-guimaraes-mt.html
    • Por Alexmatheus21
      Olá a todos! 
      Esta é a minha primeira contribuição para o fórum e gostaria de contar a vocês sobre o Mirante do nhangussu, um belo local que poucos conhecem na cidade de Guarulhos e infelizmente está sob maus cuidados. Talvez aos que possam vir a conhecer, podemos ajudar a preservar o local.
      *****
      A primeira vez que ouvi falar deste local foi por volta de 2016, onde desacreditei que aquela bela paisagem poderia estar aqui na cidade de Guarulhos. Logo dei um google e descobri que ficava no Bairro do Água Azul, próximo de casa.
      Vi alguns relatos na internet em outros blogs e reviews no google, até que finalmente encontrei o caminho. Não tem erro, vindo do famoso trevo bonsucesso, siga pela estrada Paschoal Thomeu em direção ao Água Azul, configura no GPS que você deverá chegar a uma avenida reta que no final dá acesso a estrada que chega ao mirante, segue um link do google street view para entender melhor: 
      https://www.google.com/maps/@-23.3656349,-46.402398,3a,24.4y,348.51h,89.75t/data=!3m6!1e1!3m4!1s2w2XhKkXYEaL5XNzdga2pg!2e0!7i16384!8i8192
      No final há uma ladeira em estrada de terra, se você tiver um carro com um motor fraco, recomendo estacionar ali e subir a pé, caso queira subir de carro, há um espaço para estacionar antes de chegar ao mirante.
      Caso tenha optado pela trilha a pé, prepare-se para caminhar por uma estrada de Terra com subididas pouco inclinadas. Cerca de 1,5km (ainda não fiz a trilha pelo Wikloc, porém deve existir alguma já feita antes.
      Enfim, decidi ir de carro e me dei mal. A subida é íngreme, além da ladeira ser de terra seca com pedras, desliza muito o carro.
      Chegando ao "estacionamento", deixamos o carro parado e passamos por um "mata-burro" e subimos uma ladeira levemente inclinada (cerca de 100m) até chegar ao mirante.

      Ladeira levemente inclinada que leva até o mirante
       
      No topo da montanha, já podiamos ver a vista espetácular 360° da Cidade de Guarulhos, Aeroporto, Arujá, bairro do Água azul e também da pedreira da paupedra. O local estava mal conservado, devido a presença de alguns arruaceiros que provavelmente faziam fogueiras e festas com bebidas e cigarros, pois quando fomos havia alguns lixos espalhados pelo chão.

       
      No topo havia uma velha bandeira do Brasil sob um bambu, que infelizmente foi tirada de lá dá ultima vez que fui (em 2019);

       
      Lá é uma area de muito vento, para vocês que estão acostumados com topos de montanha, isso deve ser fichinha rsrs...


      Há algumas pedras com formações interessantes, na qual podemos descer um pequeno morro e fotografar abaixo, simulando aquela pedra do filme do  "rei leão", mas o espetáculo daquele mirante é o pôr do Sol. 
       

       
      O Pôr do Sol é uma vista supreendente entre as montanhas. Se tiver sorte de ir em um dia sem nuvens o espetáculo é ainda melhor.
       
      Poucas pessoas conhecem este lugar pois está localizado em um bairro de Guarulhos que poucos moradores foram ou saibam que existe. Apesar dessa sua pouca popularidade, algumas pessoas (que provavelmente são da região) vão até lá e deixam lixos jogado pelo chão, o que é um pouco triste, pois poderia ser um belo lugar para se conhecer, acaba sendo uma experiência um pouco triste. (Pelo menos para mim, quando vejo um local bonito que poucos preservam);
      Sugestão de visita: Há um Horto Florestal no caminho, talvez uma boa opção para visitar o mirante é conhecer o Horto Florestal de Guarulhos também, pois é um belo lugar que poucos também conhecem.
      Deixo abaixo para vocês o endereço com mais informações: http://www.guarulhos.org/horto_florestal.php
       
       
      Obrigado galera!
       
      Boas trilhas
      Mac Menezes
    • Por pachecolucas
      Fala pessoal beleza?meu nome é Lucas
      Eu tava me organizando pra fazer um mochilao aqui no Brasil mesmo em agosto,ia ser minhas férias do serviço e meu primeiro mochilao
      Corona estragou tudo e agr minha mochila tá mofando me encarando no armário
      Vcs tem alguma dica de trilhas/cachoeiras aqui perto de sao Paulo pra eu conseguir matar minha sede de sair?ou talvez algum lugar pra eu conseguir acampar (sendo meu primeiro acampamento)
      Tenho tudo pronto aqui já tem meses kkkkkkk se alguém for fazer trilha,acampar ou alguma coisa por aqui perto,pode me chamar que eu tô aceitando kk
      desde já vlw gente
    • Por rxc2010
      Bom dia pessoal!
      Alguém conhece a Bota Xterra?
      Desde já muito obrigado!
      Ricardo


×
×
  • Criar Novo...