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andreza

Carolina, Chapada das Mesas e região

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Bom dia pessoal.

 

Vou fazer a Jalapada de carro com a minha familia.

Alugamos um carro 4x4. Temos mais um lugar no carro. Se alguém quiser dividir os custos de gasolina sobre os trechos principais.

 

Nosso itinerario:

Chegada Imperatriz 9/08

Trecho Imperatriz Carolina 9/08

Trecho Carolina-Palmas 14/08.

Trecho Palmas-Sao Felix 15/08

Trecho Sao Felix-Mateiros 18/08

Trecho Mateiros-Ponte Alta 20/08

Trecho Ponte Alta-Palmas 22/08

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    • Por Ribeiro André
      OLÁ PESSOAL, GOSTARIA DE SABER SE EM CAROLINA TEM CAMPING E QUAL DAS CACHOEIRAS VALE APENA IR CONHECER?
       
    • Por felipetelesbr
      Primeiro vídeo do mochilão que estou fazendo na America do Sul, inciando pelo Brasil.
       
       
    • Por julianamv

      [align=justify]Estive em Carolina/Riachão com mais 4 amigos em setembro desse ano. Sem contar o tempo na estrada pra chegar ao destino e voltar pra casa, gastamos 3 dias nessa viagem - dias esses muito bem aproveitados! Queria ter feito esse relato assim que cheguei de viagem, pra não correr o risco de esquecer detalhes interessantes. Já esqueci algumas informações, mas vou tentar colocar o máximo de informações que talvez sejam relevantes pra quem pretende ir lá. Já adianto que o destino é incrível, achei até mais legal que o tão bem falado Lençóis Maranhenses, que também é um lugar ótimo, não dá pra negar, mas a Chapada tem mais emoção, mais atividades. Tem rapel, arvorismo, tirolesa (a segunda maior do país, foi o que informaram por lá), teleférico, hiking (que são as caminhadas mais curtas) e banhos em cachoeiras e poços incríveis!
       
      HOSPEDAGEM
      Chegamos à Carolina no sábado. Ficamos hospedados no Hotel Maia, no centro da cidade. O lugar é simples, parece mais uma casa grande. Pagamos R$ 80,00 cada um por duas diárias com direito a café da manhã, mas, se não me engano, o valor normal da diária era R$ 50,00. Éramos um grupo de 5 pessoas, então pegamos dois quartos, cada um com banheiro, cama de casal, uma cama de solteiro e ar-condicionado. Bebedouro no fim do corredor. Enchíamos nossas garrafas sempre antes de sair. Na parte de trás do hotel há uma lavanderia que, falando com a dona do lugar, também é possível usar. Lavávamos nossas roupas de banho lá e deixávamos estendidas no varal sem nenhum problema. O telefone do Hotel Maia, pra quem quiser entrar em contato: 99 3531-3737.
       
      RESTAURANTE
      Almoçávamos num restaurante/churrascaria que fica perto da entrada da cidade, próximo do retorno. O lugar é bem conhecido em Carolina. A comida é boa e não é tão cara, apesar ser vendida no quilo. R$ 30,00/kg, salvo engano. Como não como muito, gastava uns 12 reais por prato. Tenho quase certeza que lá vendiam PF também, não lembro o valor, mas não passava de R$ 10,00. No meu caso, compensava pagar no quilo, mas se você come muito e quer gastar pouco, o PF talvez seja uma opção melhor, mas é bom lembrar que há opções de comida que não entram no PF.
       
      CACHOEIRAS DE ITAPECURU (próximo à Carolina/MA)
       

      No sábado à tarde, fomos às cachoeiras gêmeas de Itapecuru (é como chamam). O acesso é fácil. Pegamos o carro sentido a Estreito. Não lembro quantos km rodamos, mas não é muito longe. Informe-se sobre como chegar antes de sair da cidade, pois lá todo mundo sabe como chegar nessas cachoeiras. O lugar onde as cachoeiras ficam está mais pra um complexo balneário. É privado, tem que pagar pra entrar. Na entrada você é revistado pra não entrar com comidas nem bebidas (mas água pode). Pediram pra eu abrir a mochila, mas me recusei. Achei meio absurda e infundada a ideia da revista. No final, eles apenas apalparam as mochilas. Consegui entrar com meu nescau em caixa e pacote de biscoito. Pagamos R$ 15,00 pra entrar e poder ter acesso às cachoeiras.
       
      O banho lá é bem agradável, mas o que achei mais legal foi a canoagem. Havia uma dupla no local com caiaques e coletes disponíveis para alugar para os banhistas. Um caiaque pra duas pessoas, durante, salvo engano, 20 minutos, custou R$ 20,00, valor que rachei com o amigo que me acompanhou na empreitada. Antes, pegamos uma mini aula bem rápida com o dono dos caiaques sobre como remar, como parar, como dar ré... Tinha uma grutinha atrás da cachoeira mais caudalosa que dava muita emoção entrar com o caiaque. Pra entrar lá tem que ter alguns cuidados, mas o instrutor explica tudo direitinho. Imperdível!
       
      COMPLEXO DE PEDRA CAÍDA (próximo à Carolina/MA)
       
      No domingo pela manhã fomos ao Complexo de Pedra Caída, outra atração imperdível da Chapada das Mesas. Indispensável ter no roteiro de quem vai a Carolina/Chapada das Mesas. Você pode até não ir às Cachoeiras de Itapecuru, mas não dá pra deixar de ir nesse Complexo. No lugar você encontra restaurantes, lanchonetes, chalés pra alugar, piscinas, esportes radicais e, claro, as cachoeiras. Mais uma vez, pra ter acesso às cachoeiras foi necessário pagar, mas sem a necessidade da revista. Pagamos R$ 15,00, que se justificam pela infraestrutura que o local tem. Passamos o dia inteiro lá e não alugamos chalé. Deixávamos a maior parte das coisas no carro e só levávamos aos passeios o que era realmente necessário.
       
      Logo ao entrar no Complexo, fomos abordados por uma pessoa que nos recepcionou e explicou todas as opções de atividades que o lugar oferece. Como já tinha feito uma pesquisa antes da trip, já havíamos escolhido de antemão os passeios que faríamos: Cachoeiras da Caverna e Capelão, Santuário da Pedra Caída e tirolesa. Mas no lugar há outras opções também, contudo, na minha opinião, apesar de não ter feito os outros passeios, acho que escolhemos os melhores. Caso você queira fazer esse e os demais, pode voltar no outro dia ou passar a noite lá, em um dos chalés (não lembro o preço, mas acredito que não deva ser muito em conta). Os passeios geralmente demandam um turno inteiro do dia, manhã toda ou tarde toda. Não lembro agora o horário que o Complexo abre, mas acho que é às 8h e o primeiro passeio sai às 9h. Chegue cedo e agende logo os passeios do dia. No dia em que fomos, o lugar estava cheio.
       
      1. Cachoeira da Caverna
       

      Cada passeio tem um valor diferente por pessoa. O que escolhemos pra fazer pela manhã, Cachoeiras da Caverna e Capelão, custou R$ 30,00 por pessoa. Fomos em uma Bandeirantes até o lugar onde ficava a primeira cachoeira, a da Caverna. Fizemos uma curta caminhada por uma passarela de tábuas até chegarmos a uma pequena gruta. Tem uns morceguinhos por lá, mas nada de outro mundo. No final da pequena caverna, na parte de cima, há uma abertura por onde a água despenca. Na caverna, há alguns trechos um pouco mais fundos, não tão fundos, mas dá pra cobrir uma pessoa. Se não sabe nadar, leve colete. Eles não te oferecem isso por lá. No lugar onde a cachoeira despenca é raso, tem um banco de areia.
       

      2. Cachoeira do Capelão
       
      Voltamos para a Bandeirantes e rumamos para a próxima cachoeira, a do Capelão. Não pense que o nome tem alguma coisa a ver com padre de capela. O guia nos explicou que próximo àquela cachoeira havia sempre um capelão, que é um macaco grande e que emite um som bem alto, por isso ficou conhecida por esse nome. Nessa hora lembramos do som que ouvimos no dia anterior, na saída da Cachoeira de Itapecuru, no fim da tarde. Um som bem alto, parecia um sopro levemente metálico, não sei explicar como era o som, só sei que nunca tinha ouvido aquilo.
       

      Mais uma vez fizemos uma curta caminhada por uma passarela de tábuas, depois caminhamos quase nada por um riacho com água na canela e chegamos. Essa cachoeira é mais funda do que anterior na parte próxima à queda, mas há uma área rasa onde também se pode banhar sem problemas. Não lembro qual era profundidade, acho que eram uns 4 metros. Se levar máscara/óculos de mergulho, vai conseguir ver bem o fundo. Até chega a assustar um pouco. Algumas pessoas sobem no paredão à direita e pulam. Teve gente se pendurando no paredão da cachoeira e pulando também.
       
      3. Tirolesa
       
      Almoçamos correndo, por causa de um contratempo na volta. A Bandeirantes atolou na volta e até um segundo carro que veio para o nosso resgate atolou também. Quem disse que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar? Almoçamos no restaurante self service do Complexo (não lembro quanto era o quilo), onde provavelmente não se vendia PF, mas, quem quiser, pode se informar no caixa. Mais uma vez, como comi pouco, gastei pouco, menos de R$ 10,00. Como chegamos tarde, quase não tinha mais comida...
       
      Nem bem a comida tinha sentado no estômago, rumamos para a tirolesa. Pra chegar até o morro, fomos de Bandeirantes, e, pra chegar no topo, subimos o morro a pé sobre uma passarela íngreme que fez até o guia índio que nos acompanhava cansar. A subida durou quase uma hora, com pequenas paradas em banquinhos estrategicamente posicionados no decorrer da passarela para paradas providenciais! A descida é incrível, mas a subida desestimula qualquer cristão a subir novamente no mesmo dia. Cansativo! Mas, para nossa alegria, o teleférico que já estava pronto no período em que estivemos lá, apenas aguardava a permissão de técnicos para funcionar. Não lembro agora quais seriam os valores praticados para subida com o teleférico, mas se não for muito mais caro, garanto que vale a pena. Não só pela vista na subida ou pela própria atratividade de um teleférico, mas principalmente pelo descanso. Aquela subida lá... No sol a pino... Logo depois do almoço... Dureza!
       

      Escolhemos a tirolesa mais extensa, a de 1400 metros de extensão, a segunda maior do país, segundo nosso guia e algumas pesquisas realizadas antes da viagem. A maior custa R$ 80,00 e a menor, R$ 70,00. Fomos informados que a altura de ambas é a mesma, o que muda entre uma e outra é apenas a extensão. Ou seja, mesmo na menor, o castigo da subida é tão duro quanto a maior. Fomos na de 1400 metros e tivemos uma descida muito tranquila, com uma vista belíssima da Chapada. Muita segurança, cabos que aguentam não sei quantos quilos (ai, minha memória!) e mesmo que um dos cabos se rompa por qualquer que seja o motivo, o outro cabo sozinho segura até um boi sem problemas! Apesar do cansaço, a descida vale a pena e é muito segura.
       
      4. Santuário de Pedra Caída
       
      À tarde, lá pelas 15h, fizemos o passeio para o Santuário de Pedra Caída. Mais uma vez caminhamos por passarelas de tábuas pra chegar à cachoeira do passeio que se chama, novamente salvo engano, Cachoeira de Pedra Furada. Espirra muita água da queda d’água, por isso não consegui tirar nenhum foto que prestasse. Dessa vez, ofereceram coletes. Não sei se é de praxe nesse passeio, mas sei que havia. O guia nos disse que, nesse passeio, era oferecido arvorismo também, mas, no momento, não estava liberado para a prática. Em breve estaria disponível.
       
      Depois do banho na cachoeira, caminhamos rumo à Ponte Pênsil, que pelo estardalhaço que fizeram os guias, era um atrativo à parte, com direito a plaquinha e tudo. Foi legalzinho andar pela ponte e olhar pra baixo. Uma boa altura! Um cânion relativamente profundo, mas não a perder de vista.
       
      Do outro lado da ponte, vi o espaço onde deveria ser realizado o rapel no cânion, mas, também, não estava liberado. Se a memória não me falha, o guia explicou que esses esportes seriam liberados depois pelo mesmo técnico que liberaria o teleférico. Provavelmente, agora já devem estar disponíveis. Ah, antes que eu esqueça, o valor desse passeio: R$ 15,00. Barato, talvez pela falta do arvorismo. O rapel é cobrado à parte.
       
      --------------------------
      Saímos do Complexo quando já estava escuro, comecinho da noite. O plano era parar para ver o pôr do sol no Portal da Chapada, que tem o formato do estado de Tocantins, mas como já era noite não foi possível. Nas pesquisas pré-trip vi fotos e relatos de pessoas que chegaram lá, mas não achei tão fácil de encontrar. Quando estávamos indo pra Pedra Caída, pela manhã, fomos atentos aos morros e avistamos de longe o que parecia o dito Portal. Tinha uma estradinha perto que provavelmente levaria até lá. É no caminho entre Carolina e o Complexo de Pedra Caída, mas o ponto exato é difícil dizer. O jeito é ficar atento pra saber onde parar. Não pudemos ir, por causa do horário, mas vontade não faltou. Quem puder ir, vá.
       
      PARQUE SANTA BÁRBARA (próximo a Riachão/MA)
       
      No dia seguinte, segunda, seguimos de carro rumo ao município de Riachão/MA, onde nos informaríamos sobre como chegar ao Parque Santa Bárbara, nosso último destino da trip. No caminho nos explicaram como chegar, mas nem era tão indispensável. Na estrada avistamos uma placa bem grande, indicando a entrada de uma longa estrada de terra que nos guardava algumas surpresas. Em trechos de muita terra o carro patinava, quase atolando e, num dado ponto do trajeto, atolamos. Graças à perícia do nosso motorista e seu copiloto, conseguimos desatolar e ficamos o resto do caminho orando pra que não acontecesse de novo. Talvez não seja muito recomendado ir para o Parque Santa Bárbara sem um carro tracionado. Uma alternativa é, pela manhã, parar em Riachão e procurar alguém que faça o trajeto. Li em algum relato pela net que é possível ir pra lá assim. Pechinchando você deve conseguir algo em torno de R$ 30,00 por pessoa, se estiver em grupo. Mas só estou especulando.
       
      Chegamos ao Parque Santa Bárbara perto da hora do almoço. Decidimos almoçar primeiro e depois visitar as cachoeiras. O almoço foi no local, self service (nenhuma lembrança sobre o valor...). Não havia taxa de entrada pra entrar no Parque, mas pra ter acesso aos locais para banho, sim. Havia duas opções de passeios com banho: a ida até o Encanto Azul, uma nascente de água cristalina, e o passeio pelas Cachoeiras de Santa Bárbara e Poço Azul, eleito pelo nosso grupo de viagem o melhor lugar pra banho que conhecemos na Chapada das Mesas! Além disso, havia uma tirolesa também. Tão pequena em relação à do Complexo de Pedra Caída que decidimos não investir nosso dinheiro nisso. O valor da tirolesa-filhote era algo em torno de R$ 40,00 e não dava direito à visita às cachoeiras.
       
      1. Encanto Azul
       

      Fomos primeiro ao Encanto Azul, por conta do horário. Lá só era agradável ir, segundo nossos guias, enquanto houvesse um sol relativamente quente. Pagamos R$ 20,00, seguimos boa parte do caminho em uma Bandeirantes e descemos do carro para, então, darmos início à caminhada até a nascente. A pé, descemos por um caminho bem acidentado. Não é bom carregar muita tralha, porque nesse trajeto às vezes você precisa se abaixar, segurar nas pedras durante a descida, então é bom ter as mãos livres.
       
      No caminho, algumas pessoas que voltavam passavam reclamando, dizendo que o lugar era só cocô de morcego. Eu ouvia e pensava: vixe, lá deve estar tudo cagado! Mas quando cheguei lá... O lugar era lindo! Sentíamos um cheirinho de cocô de morcego, sim, mas nada de outro mundo, coisa leve. Pra mim, parece cheiro de ração, nada insuportável. A gente até se acostumava com o cheiro e nem sentia mais. Se você é uma pessoa fresca, vá banhar na piscina, não no meio da natureza. O Encanto Azul tem 6 metros de profundidade e aqui, por favor, leve óculos/máscara de mergulho. Vale a pena! Levamos uma máscara de mergulho + snorkel que compartilhávamos entre o nosso grupo de amigos. Fazia tanta diferença que outras pessoas nos pediam emprestado, e nós, claro, emprestávamos. Lá não são oferecidos coletes, então se não souber nadar, leve o seu – isso se não quiser morrer. Mesmo que saiba nadar, talvez seja bom levar também. Um amigo que sabia nadar só topava atravessar de colete. A profundidade assusta um pouco. Afinal, vai que dá uma cãibra...
       
      2. Cachoeiras de Santa Bárbara
       
      Voltando ao Parque, nosso próximo e último passeio: Cachoeiras de Santa Bárbara. Na entrada você desembolsa R$ 20,00 e guarda quase todas as suas coisas num armário (obrigatório). Pode levar só alguns apetrechos mais importantes (câmera, celular, máscara, colete...) dentro de uma sacola plástica, onde você também guarda a chave do seu armário. A chave vem como uma liga, então amarre a boca do saco com ela. Colete e óculos de mergulho podem ir fora da sacola. Esse cuidado é pra que as pessoas degradem o mínimo possível o local. E que lugar!
       
      Há umas plaquinhas apontando pra que lado ficam as cachoeiras e outros atrativos. Não tem guia, você fica solto lá pra fazer o que quiser, mas o pessoal que trabalha no Parque fica sempre rondando por lá. O tempo era curto, então corremos. Em algumas cachoeiras, apenas aproveitamos a vista e tiramos umas fotos. Isso, também, porque a maioria tinha águas um pouco escuras (talvez por causa do horário, já era mais de 16h) e uma até assustava um pouco pelo volume de água (a de Santa Bárbara, que dá nome ao Parque). Tinha uma chamada Cachoeira dos Namorados que é meio escondida (talvez daí venha o nome ). Nessa não banhamos por causa do tempo, mas que deu vontade de banhar, deu. A água era clara, parecia ser boa pra banho. Ela não fica tão na vista quanto as outras, você precisa dar uma procurada e descer umas pedras pra chegar nela.
       

      Mas o Poço Azul... Ah, o Poço Azul! Imperdível! Ficamos banhando lá até quase a hora de nos expulsarem! Também é legal levar óculos ou máscara de mergulho aqui. O lugar tem uns 4 ou 5 metros de profundidade, não lembro ao certo. Como disse antes, melhor lugar pra banho que conheci na Chapada.[/align]
       

    • Por JuMiranda
      O turismo na Chapada das Mesas vem crescendo e eu estava muito afim de ir, mas sem ter que dirigir 12 horas para chegar lá , a partir de Belém. Foi aí que comecei uma pesquisa sobre formas de se chegar a Carolina, cidadezinha do sul do Maranhão.
      A primeira opção foi ir até a rodoviária e pedir informações sobre as empresas de ônibus sobre como chegar em Carolina, base para visitação da Chapada das Mesas. Quem mora em outros estados mais organizados que o Pará, vai estranhar esse lance de ter que ir à rodoviária para perguntar, mas não estranhe, pois a rodoviária de Belém é precária e mal você consegue as informações pessoalmente, que dirá pela internet!
      Foi aí que descobri e confirmei o que já desconfiava: não tem ônibus direto de Belém para Carolina. E daí teria duas opções:
      1)Pegar um ônibus até a cidade de Estreito, que fica a aproximadamente 80km antes de Carolina (empresa Satélite Norte, R$117 a ida nos horários 10h da manhã e 21h15 – 12 horas de viagem, e R$116 a volta, no horário de 16h) e em Estreito pegar uma van ao custo de aprox. R$20 (um trecho) ou
      2) Pegar um ônibus para a cidade de Imperatriz (Empresas Açailândia, Transbrasiliana, às 21h ou 06h da manhã, R$90 ou empresa Satélite Norte, R$97,50, saída de Belém às 10h ou 20h30, e volta às 10h ou 19h30 a R$96), e ao chegar lá, aprox. 10 horas depois, alugar um carro para ir de lá até Carolina, ficar de carro e voltar e devolvê-lo em Imperatriz novamente na volta. De Imperatriz a Carolina são 220km, ou aprox. 3h dirigindo. Os ônibus são todos semi-leito e a única que tinha leito era a empresa Açailândia, para Imperatriz, ao preço de R$120.
       
      Ficamos na dúvida, pois queríamos aproveitar o feriado de 15 de novembro, que seriam quatro dias: do sábado dia 12 à terça-feira dia 15 e se fôssemos dirigindo, teríamos que viajar durante o dia e, assim, perderíamos 2 dias, e não iria valer a pena...Se fôssemos de ônibus até Imperatriz saindo na sexta à noite, chegaríamos lá cedíssimo no sábado (6h) e teríamos que esperar as lojas de aluguel de carro abrirem, para podermos providenciar o aluguel de um e depois mais 3h dirigindo...chegaríamos em Carolina somente às 11h da manhã talvez...a não ser que alugássemos um carro no aeroporto, onde provavelmente as lojas são 24h.
      E se fôssemos até Estreito de ônibus e depois van até Carolina, ficaríamos a mercê de empresas de tours, pois Carolina não parecia, para nós, ser uma cidade que teria locação de automóveis.
      Daí, decidimos fazer algo que não era nossa vontade, mas foi bem útil: pagar uma pequena excursão. Cotamos com algumas, muitíssimo amadoras, e decidimos pela Laylatur, que iria aproveitar o feriado inteiro, pois iria na sexta à noite e voltaria na terça à tarde, para amanhecer quarta-feira em Belém. Foi R$630, incluindo ônibus semi-leito com guia, traslado ida e volta e para os passeios, à exceção de São Romão e Prata, e pousada com café-da-manhã.
      Saímos de Belém às 18h30 da sexta dia 11/11 e chegamos a Estreito para banho e café-Da-manhã às 06h. Às 09h já estávamos no Complexo de Pedra Caída, que fica 30km antes de chegar a Carolina. Pedra Caída é algo bem distinto do restante das visitações da Chapada das Mesas. É caro, prepare o bolso. Um grande complexo, com bastante estrutura, mas tudo simples. Na chegada você recebe uma pulseirinha com código de barras e a cada vez que vai num passeio, passa O CÓDigo na máquina e no fim do dia, você paga tudo no caixa.Tem piscina com toboáguas para crianças, restaurante, hotel com chalés, visita guiada para várias cachoeiras, teleférico, 2 tirolesas, centro de meditação e lojinha. A entrada é R$50 e aceita meia. Só que a entrada dá direito a apenas acessar às piscinas. Para ir para as cachoeiras - nas quais você vai em caminhonetas adaptadas com cadeiras nas carrocerias, à exceção da Santuário, Cachoeira mais procurada do complexo e a mais famosa de Carolina – e fazer qualquer outra atividade, você paga. Seguem preços:
      Cachoeira do Santuário R$ 25,00
      Cachoeiras Caverna e Capelão R$ 40,00
      Cachoeiras Garrote e Porteira R$ 40,00
      Cachoeira Pedra Furada R$ 25,00
      Teleférico R$ 50,00
      Tirolesa 1200mts R$ 70,00
      Tirolesa 1400mts R$ 80,00
      Subida à Capela da Serra R$ 20,00
      Subida a Pirâmide Mística R$ 25,00
      Montain Bike R$ 45,00
      Trekking R$ 35,00
       
      Fonte: http://www.pedracaida.com

      Em um dia, você não consegue fazer tudo que há no complexo e terá que escolher. Nós escolhemos ir à Santuário e Caverna e Capelão, almoçar e fazer a tirolesa 1400m. Ao chegar, informe-se sobre os horários das saídas com guia para as cachoeiras, pois só se pode ir com guia e são horários PRÉ-Marcados.
      O complexo abre às 08h e fecha às 17h, portanto, programe chegar cedo para poder aproveitar bastante. Em todos os lugares nós fazíamos o fluxo contrário ao da maioria das pessoas, e pegamos quase todos os lugares vazios ou quase sem ninguém. Em Pedra Caída, enquanto todos preferem ir logo à Santuário assim que chegam, nós fomos de manhã para Caverna e Capelão. São 15min em veículo 4x4 com 2 guias e mais 5 min de caminhada bem leve até a cachoeira da Caverna, em meio a uma gruta belíssima! Banho maravilhoso!!!
      Eles têm trapiches de madeira que chegam até bem próximo da cachoeira, com banquinhos e ganchos de apoio para deixar roupas e o que não puder molhar. :'> Como estávamos praticamente sozinhos (no nosso horário só foram mais 2 pessoas), não teve problema deixar os pertences por lá. Aproveitamos por uns 45 minutos, bastante à vontade e de lá seguimos mais uns 5 min de carro até a cachoeira de Capelão, muito linda, com o lago à frente em dois tons (marrom e azul quanto mais próximo da cachoeira). Tem formações rochosas NAS QUAIS você pode subir e se jogar na parte profunda do lago (mais próximo da cachoeira), por sua conta e risco. EU escalei e pulei 2x! Mais uns 40 min de curtição e voltamos com os guias para o centro do complexo. Esse passeio de CAVERna e Capelão dura em torno de 2h30.


      Ao voltarmos, almoçamos no restaurante (self-service), bem simples e comida com gosto de industrializada, mas era a única opção. Depois do almoço seguimos com guia para a famosa cachoeira do Santuário.
      Você desce por umas rampas de madeira e depois segue andando por trapiches, até chegar no ponto de apoio com bancos e ganchos para roupas e dali segue pelo riozinho, que chega até a cintura no máximo...são 10 min até você achar que chegou e quando de repente, entra em uma caverna e ela surge...sem palavras para descrevê-La....na primeira vez que a vi, onze anos atrás, quando Carolina nem era destino turístico ainda...não havia hotel em Pedra Caída e a escadaria era precáriaaaa e pura aventura, chorei. Só vendo ao vivo para sentir a emoção.


      A gente aproveita lá por quase 1h e depois volta com o guia.
      À tarde, depois disso, subi de teleférico para o morro onde tem a pirâmide, que é linda, cheia de elementos místicos, e com uma vista da Chapada de cair o queixo. Na subida do teleférico dá pra ver vários bichinhos, como veados, avestruzes, iguanas e passarinhos, muito lindo! E a descida na tirolesa de 1400m é espetacular!!!!!! Saí correndo na plataforma e vim a toda a velocidade!!! A chegada é em um ponto depois das piscinas.
      Saímos de lá às 17h, e eu ainda poderia ter ficado PARA APROVEITAR Mais. Amei!
      Ficamos na Pousada Rochas, bem no centro de Carolina, com quarto bem simples, mas que se manteve limpo e organizado. Não conheço o hotel de Pedra Caída (o mais caro da região, com diária casal mais simples a R$380), mas no geral, as pousadas e hotéis da região são bem simples. Carolina é uma cidade pequena, com apenas 20mil habitantes, mas bem organizada e limpa e muito, mas muito mais desenvolvida que as de mesmo porte no Pará, por exemplo. No nosso quarto tinha mini-tv com canais a cabo, ar-condicionado, banheiro com chuveiro elétrico, frigobar e cama desconfortável rs.
      Depois do banho, fomos comer em uma pracinha em que havia vários restaurantes e até música ao vivo – boa, por sinal, tava tocando rock/pop. Fomos na Tribo do Crepe, por indicação de uma amiga, e não nos arrependemos, o crepe estava delicioso, tem vários sabores doces e salgados entre $10 e R$15 e sucos de frutas.

      No outro dia, fomos ao famoso complexo do Encanto Azul, no município ao lado de Carolina – Riachão. Alguns turistas do próprio MA que visitam a chapada, ficam em Riachão, mas falam que a estrutura é muitíssimo precária e não vale a pena. Lá é tipo um Pedra Caída pobrinho, mas com natureza maravilhosamente exuberante como o outro. Paga-se R$40 para entrar, o que dá direito a visitar todas as cachoeiras! A única exceção é a visitação do Encanto Azul , que vai de carro 4x4 (15min) e não é uma cachoeira, mas um lago belíssimo no meio das encostas de chapadões.
      Mais uma vez, fizemos o caminho inverso da galera. Fomos primeiramente no Encanto Azul.
      Ao chegar lá, a descida é íngreme pelas pedras e o caminho é escorregadio. Há uma escadaria de madeira que ajuda, mas há também uma parte bem roots pela ÁGUA DO riacho.
      Esse, foi com certeza, o ápice da viagem...que lugar maravilhoso!!! Em meio aos paredões de rocha, um lago azul belíssimo, com papagaios voando o tempo todo acima de nossas cabeças e fazendo ninhos nas caverninhas das pedras, aquela luz do sol tentando entrar em meio aos galhos de árvores e a nossa voz fazendo eco nas rochas...perfeito....
      Você diz a hora que quer ir embora e marca antes com o motorista do carro 4x4 e pode ficar lá disfrutando daquela natureza ESPLENDOROSA! Lindo! O cheiro que você vai sentir é de cocô de morcego, presente em quase todas as cachoeiras e cavernas...ao contrário do que muitos pensam, não é xixi. ãã2::'>
      Ao voltarmos, almoçamos no self-service do complexo, também comidinha beeeeem rasteira...mas é a única opção. Quando for fazer as trilhas para cachoeiras e Encanto Azul, lembre-se de levar água e lanchinhos, pois prox. aos locais não tem onde comer...apenas no centro do complexo.
      Depois do almoço, descemos a trilha principal do complexo, para ver, nessa ordem: Cachoeira de Santa Paula, Cachoeira de Santa Bárbara e Poço Azul. Na volta ainda subimos um pouco até a cachoeira dos namorados e Dedo de Deus.
      A caminhada é tranquila, por escadarias e rampas de madeira, tipo trapiche. A descida direto até o Poço Azul leva apenas 10min, mas fomos parando para fotos e banho NAS Cachoeiras do caminho. A primeira é Santa Paula, onde a água estava barrenta devido à chuva do dia anterior.
      A segunda é Santa Bárbara, cuja queda é bastante alta e onde dá pra tomar banho no lago (tem corda-guia), a única onde a água é gelada. Essa é uma curiosidade das cachoeiras dessa chapadas, pois as águas nos lagos e poços são mornas.

      Prox à cachoeira Sta Barbara tem uma caverna também. Descendo mais um pouco tem o Poço Azul, é lindo, mas não estava AZUL NO DIA, por conta das chuvas anteriores, como falei antes. Tem vários recantos entre as pedras pra você se recostar e ficar curtindo as quedas d´água ao redor. Muito bom.
      Na volta, ao chegar na cachoeira de Sta Paula, subimos mais um pouco até as quedinhas d´água que eles chamam de Cachoeira DOS namorados...quase ninguém vai lá e fica bem tranquilo, o nome deve ser por isso. Lá você pode nadar no lago, pegar sol nas pedras, sentar um pouco, namorar...rss Na volta dei de cara com uma cobra assustada no caminho das pedras...quase morro de susto e ela também
      Saímos de lá às 16h30...a viagem até Carolina é de 2horas...sendo que a parte final (uma meia hora) é em estrada de piçarra ou terra, com trechos de pontes de madeira nada confiáveis...falta investimento ali em Riachão.
      À noite fomos no restaurante Chega Mais, que é à margem do rio Tocantins, e dava pra ir a pé...comemos pizza...tudo bem simples, mas tava gostosinho.
      Pizza média para 2 pessoas em torno de R$30. Caminhada tranquila, não sentimos medo de andar à noite.
      O 3º dia de passeio foi para as cachoeiras do Rio Farinha: cachoeira de São Romão e do Prata. Nesse não dá pra ir de ônibus, pois a gente entra no mato e no meio do Parque Nacional da Chapada das Mesas mesmo para chegar lá. O transporte é bem ruim e desconfortável e a viagem de 2h30, sendo 2h nesse meio do mato...é cansativo, mas vale a pena! As paisagens são belas, CHAPADÕes, formações rochosas, cursos d´água, pequenas propriedades rurais familiares, com boizinhos pastando, cabras, cavalos, cachorros...você deve estar em sintonia com a natureza para poder disfrutar de toda essa beleza ímpar e abstrair o desconforto.
      Ao chegar a São Romão, descendo uma trilha de 2min você chega numa praiazinha de rio, em frente à cachoeira....maravilhoso. E pode ir andando para perto da cachoeira e na época da seca até passar por trás dela! Muitos pássaros com ninhos nas rochas atrás da cachoeira. E também tem como ir andando e vê-la de cima!

      A comida foi uma das melhores da viagem, temperadinha de vó, pois lá é bem simples, rústico e é tudo familiar. Se conseguir, peça um suco de limão-rosa ou limão-cravo, que você não vai se arrepender! Eu trouxe limão-rosa pra plantar em Belém! Almoço foi tambaqui frito, arroz, feijão e farofa e tava uma delíiiiciaaaaaaaaaaa! Foi R$40. Não pagamos para entrar na cachoeira. Sobremesa foi doce de leite com coco artesanal feito no mesmo dia....Experiências como essa são para quem sabe dar valor a elas!!!
      Após aproveitarmos muito a cachoeira de São Romão, seguimos para a cachoeira do Prata, onde também não se paga para entrar. Lá dá pra ver várias quedas d´água e, além da do Prata, tem a cachoeira da Pedra Furada, muito bela. A força da água é incrível! Deu pra tomar banho e comer tapioquinha da família que mora no local. Tudo muito simples, com direito a deitar nas redes dos anfitriões...Muito amor!

      Na volta, paramos em um curso de água gelada no meio do caminho e saímos da Chapada já anoitecendo, com a SUPERLUA doa dia 14/11/2016 coroando o céu! Não tenho palavras para descrever para vocês!!!!

      O tour de diA inteiro com o Sr. Nivaldo, a humildade, simpatia e gentileza em pessoa, foi em torno de R$100 por cabeça, que valem até o último centavo. Ele veio contando histórias pra gente se distrair na parte de estrada de terra e é uma pessoa nota mil!
      À noite não tivemos nem energia para comer...só dormimos! Rss
      O último dia na Chapada das Mesas foi para colocar a cereja no topo do bolo. Contratamos por fora o guia Zeca Tour (vide facebook) para nos levar num hiking até o topo do Morro do Chapéu pela parte da manhã. Fomos eu, meu marido e mais um turista e foi R$90 por cabeça. Quanto mais pessoas forem nesses passeios, maior o desconto. Se tivéssemos conseguido mais gente para ir conosco, teria sido ainda mais barato...uns R$70 talvez. Saímos num tempo meio chuvoso de leve, mas o Zeca disse que não iria atrapalhar ou impossibilitar o passeio, então confiamos. Ele estava pontualmente às 7h30 nos esperando na pousada Rochas. Fomos de carro, mais ou menos uns 45 min até o pé do Morro e de lá, uma subida que não é bem leve. Nem exageradamente pesada. Mas vi muitos dizendo na internet que é um trilha leve de 30min a 40 min...bem pessoal, não sei se eu que sou muito mole ou realmente sem experiência em trilhas, mas a trilha não é leve não. É uma trilha moderada, você tem que estar com o alongamento bem em dias, pois tem horas QUE tem que levar a perna láaa em cima pra se apoiar numa pedra ou galho de árvore. Nós fizemos a subida em 50min e valeu cada segundo.
      E ainda tivemos a doce companhia do cachorrinho da propriedade rural do pé do morro, que subiu, permaneceu lá em cima e desceu conosco depois, esperando por um petisquinho. Poxa, se eu soubesse, teria levado uma carnezinha para ele.
      O Zeca disse que sempre leva um pãozinho e que por isso que ele foi seguindo a gente, mas naquele dia ele estava desprevenido.
      Passamos em torno de 1h20 lá em cima contemplando o visual....as várias ‘mesas” da chapada, Carolina vista de cima, o rio Tocantins ao fundo, a mata, as casinhas, as estradas e os boizinhos mugindo láaa embaixo...Gente, que sensação incrível! Muito muito lindo!! :'> Para quem tem disposição e quer sair do lugar-comum, super recomendo! O Morro do Chapéu tem aprox. 378metros de altura, leve tênis, roupa de ginástica (calça e camisa de manga comprida de preferência), boné e água. O clima não poderia estar melhor, pois não estava sol e a chuva dava trégua, e apesar de estar nublado, a vista não estava comprometida, foi maravilhoso! A descida foi um pouco mais difícil que a subida , por incrível que pareça, mas com o Zeca guiando não tem como dar errado.

      Na volta, tínhamos pedido para o Zeca nos deixar nas Cachoeiras de Itapecuru, pois era lá que estava o ônibus de nossa excursão e que iria sair às 15h para retornar à Belém. Daí, o Zeca disse assim: - Vou levar vocês pra comer num lugar muito bom e barato, bem melhor que Itapecuru.
      Pois levou mesmo! Um restaurante na beira da estrada indo para Itapecuru, onde você paga R$30 (por cabeça) e come à vontade!!!! Tem tambaqui, galinha caipira e carne de sol e caímos de boca no tambaqui e carne de sol, que estavam dos deuses!!!! Gente, muito bom mesmo, teve suco de laranja natural jarra a R$10, muito bom também. Não lembro o nome agora, mas o Zeca vai me dizer e aí volto aqui e falo pra vocês.
      Bom, quando o Zeca nos deixou em Itapecuru, já ficou o gostinho de saudade...tomamos banho de cachoeira para refrescar depois da trilha. Itapecuru é meio um balneário povão e, apesar de se pagar uns R$40 para entrar, as pessoas fazem churrasco lá dentro, achei meio muvucado.
      Tem aluguel de caiaque e estrutura de bar e restaurante, mas os banheiros não têm chuveiro. Là trocamos de roupa e saímos em direção a Estreito, onde paramos para janta (tinha sopa e self-service, além de alguns salgados...é uma parada meio precária, mas nas regiões norte e nordeste pegar a estrada é assim mesmo) e voltamos para Belém, onde chegamos às 05h30 da manhã do dia seguinte.
      Para se conectar com a natureza e com um povo humilde e acolhedor, vá para a Chapada das Mesas! Sem frescuras, preconceitos e com muita disposição! Deixou saudades!
      Um abraço a todos!
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