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Manaus / Amazônia - Alter do Chão - Ilha de Marajó - Belém


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Ano passado eu fiz um mochilão pela américa do sul (Bolívia, Chile e Peru), usei o relato do Rodrigo Vix e sou super grata a ele pelo roteiro compartilhado no site, por  isso nada mais justo do que co

Dia 2 - 07/10/18 Acordamos, tomamos café, fizemos check out no hostel, guardamos os mochilões por lá mesmo e por volta de umas 8:15 o guia chegou e nos levou para agência. Lá tivemos que aguardar

Dia 7 - 12/10/18 Acordei com o comandante do barco oferecendo promoção de café da manhã com almoço por 15 reais. Me mantive na fé do club social que compramos no início da viagem e no misto quent

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Dia 2 - 07/10/18

Acordamos, tomamos café, fizemos check out no hostel, guardamos os mochilões por lá mesmo e por volta de umas 8:15 o guia chegou e nos levou para agência. Lá tivemos que aguardar um menino que foi justificar o voto numa escola próxima (eu deveria ter feito isso, mas só soube depois). Enquanto aguardávamos o menino, fomos conhecendo o resto da galera que iria fazer o mesmo passeio com a gente: tínhamos 2 meninas da Alemanha, 1 inglesa, 1 norte americana, 1 australiana, um brasileiro que era amigo de uma das alemãs, eu, rafa e mais uma brasileira. Todos estavam viajando sozinhos, exceto eu e rafa e mais o brasileiro e a alemã. Bonde formado, galera boa, animada e topava tudo! Amei o grupo.

Lá fomos nós:

20 minutos da agência até o porto;

20 minutos numa lancha rápida até a vila do careiro da várzea passando pelo encontro das águas (junção dos rios Negro e Solimões);

50 minutos numa Kombi até o rio Paraná do Mamori;

40 minutos numa lancha rápida até a hospedagem.

Por volta de 12h chegamos na hospedagem e nos ambientamos. Escolhi o pacote de quarto compartilhado e dentro do quarto grande tinha um quarto pequeno, que era um pouco mais privado, então acabamos ficando nesse quarto. O quarto maior é mais arejado (fica a dica). Cada cama e janela tem mosqueteiro, não se preocupem. Ah, não tem locker. Vai na fé!

Depois de guardar nossas coisas colocamos o biquíni e fomos tomar banho de rio. A água é quentinha, cor de guaraná e não tinha risco de piranha haha. Ah, de preferência leve um biquíni velho pra tomar banho nesse rio, pq a parte interna do meu biquíni que era branca ficou manchada. Logo depois o almoço saiu e comemos o cardápio clássico do Amazonas: arroz, feijão, peixe, farinha de mandioca e salada de repolho -tudo delícia. O esquema da hospedagem é o seguinte, tem água a vontade, mas o resto das bebidas é pago a parte. 5 reais a cerveja e refri e 7 a caipirinha - com margem de erro de 1 real 😂 . O clima é tão quente que eu quase não tomei cerveja, esquentava muito rápido.

Quando terminamos de almoçar ficamos socializando tomando banho no rio. Por volta de umas 15h o guia apareceu de repente dizendo que seria a pescagem de piranhas (a única falha que eu percebi na Iguana foi a questão de não avisarem a programação/ horário de cada dia/passeio). Corremos pra botar um repelente e uma roupinha e pegamos o barquinho para o local que tivesse piranhas. Elas ficam próximas aos igarapés, em águas mais clamas e quentinhas.

Eu não pesquei nada né?! ::Ksimno:: Hiperativa que sou, não consegui ficar parada esperando a piranha aparecer. O guia dá uma vara pra cada um e umas peles de frango como isca. Umas pessoas conseguiram pescar, mas tem que ter cuidado com a piranha, pq pelo o que eu ouvi ela tem uns espinhos, então não dá pra pescar e pegar de qualquer jeito. Aí o menino que estava do meu lado pescou e ficou maior tempão segurando a piranha com o pé até ela se acalmar e ele ter coragem de pegar, já que o guia estava na outra ponta do barco e não pode ajudar.

Acabou a pescagem e o guia guardou algumas piranhas. Na volta para pousada paramos pra ver o pôr do sol. Minha gente, que pôr do sol maravilhosoimageproxy.php?img=&key=eaf2ee9296aa936c! Momento de silêncio e contemplação. Depois que o sol se pôs fomos pra pousada tomar um banho e aguardar a janta, que saiu as 19h, aquela jantinha clássica dita anteriormente. Ah, fritaram as piranhas que o guia levou para podermos experimentar. Logo depois da janta o guia chamou de novo para irmos fazer a focagem dos jacarés - chamou de surpresa rs. Pegamos o barquinho e em menos de 5 minutos já tinha um jacaré nas mãos dele, pertinho da gente! Ele amarra a boca do bichinho e explica tudo sobre o bichano. Quem quiser tirar foto ou tocar fica a vontade e logo depois eles devolvem o bicho pro rio! Terminado isso voltamos pra pousada, conversamos, jogamos cartas valendo shot de 51 (era o que tinha) e nos divertimos. Além do nosso grupo tinha um outro grupo grande que fez um pacote diferente do nosso e estava lá uns dias a mais que a gente. Todo dia chega um grupo diferente na pousada, beeem dinâmico rs.

Antes de ir dormir eu perguntei ao guia que horas era pra acordar ele disse que umas 5:30 (toda vez que perguntava a ele que horas seria a próxima saída e repassava ao grupo, pois ele sempre aparecia de surpresa e tínhamos que ficar correndo). Ah, o guia disse que acordaria a gente::otemo:: AHAM!

Dormimos.

 

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Dia 3 - 08/10/18

Apesar do Rafael falar que não precisava colocar o celular pra despertar, eu achei melhor me precaver e botei. Dito e feito. O guia não chamou a galera e ninguém acordou. Como eu não sabia se as pessoas iriam acordar pra ver o nascer do sol, não acordei ninguém (só o Rafael), mas quem tava no quarto comigo acabou vendo a movimentação e levantou também. Uma gringa tinha levantado mais cedo que eu, agora não lembro se acordei por causa dela ou se eu coloquei o despertador ::essa::. Da galera toda, apenas 5 estavam de pé pra ir e o guia lá embaixo com o barquinho prestes a partir, fora a questão dos horários o Xitão era um amor, super gente boa. E lá fomos nós, ver um pôr do sol mais tímido, pois estava um pouco nublado, mas foi bem bonito. A água fica escura, os botos nadam, o sol tava saindo, os pássaros cantando, os macaquinhos pulando nas árvores. Lindo de se ver e viver. Isso tudo de jejum, claro. Retornamos a pousada para o café da manhã e algumas pessoas lamentaram não ter ido, pois não acordaram. O café da manhã é simples, estilo hostel.

Depois do café da manhã pegamos um barquinho por uns 30 minutos e chegamos ao local onde se faz a trilha na floresta, lá vimos árvores medicinais, comemos coisa viva, botamos a mão no formigueiro pra servir de repelente, vimos uma aranhona, etc. Cá entre nós o guia disse que a caminhada pode durar de 30 minutos a 3h, se for um grupo de gente que não quer andar ele faz em meia hora. Voltamos para pousada para arrumarmos nossas coisas para o acampamento na selva. Como na noite anterior ficamos jogando baralho valendo bebida, resolvi ir no mercadinho do lado da pousada comprar uma bebida pra levarmos, o melhor que tinha por lá era uma 51😂. Bem.. é isso ou nada. Comprei uma garrafa de 51 por 15 reais e um amendoim que comi na hora mesmo (3 reais). Almoçamos a comida de sempre e fomos para a selva por volta de umas 15h. Enquanto não chegávamos no local do acampamento fomos brincando de “eu nunca” no barco e quem “eu já” bebia um gole de 51 hahha.

Bom ressaltar: A mata é muito abafada, a caminhada que foi realizada de manhã eu pingava horrores de suor sem fazer o mínimo de esforço. Evite roupas pretas pq atrai mosquitos, procurem usar cores neutras. Eu fui bem linda de legging e blusa preta, mas eu botei repelente por cima da roupa e foi ok, poreeeeeém quando eu cheguei na pousada (depois da trilha) tirei a roupa e botei o biquíni pra tomar banho de rio. Deu a hora de almoçar e fui de biquíni mesmo quando de repeeeeente eu comecei a me coçar loucamente. Logo depois vi que a minha perna/bunda estava tooooda picada ::grr::. Não sei se foi durante a trilha, se foi pq entrei no rio e a pele não estava com repelente.. só sei que fiquei coçando horrores, aí no dia seguinte que cheguei em Manaus comprei uma pomada recomendada por uma amiga: Andantol, salvadora da pátria! Anotem esse nome!

Bem, chegando com o barquinho ao local do acampamento, andamos 2 minutos e lá estava nossa cabana que só tinha teto e do lado uns bancos de pau e uma estrutura para a fogueira. Armamos nossas redes com mosquiteiros para mais tarde e fomos tentar pescar piranhas, pra variar sem sucesso rs. Sorte que o guia levou um franguinho pra gente. Enquanto tentávamos pescar o guia já estava de fogueira acesa e fazendo o nosso arroz, logo depois ele assou o frango enquanto nós começamos a beber pro sono ficar mais pesado durante a noite. Quando demos por conta a janta já estava pronta: Frango e arroz! Simples, mas delícia! Nisso a noite já tinha caído e estava bem escuro, usamos a lanterna do celular e uma luzinha de testa que umas gringas levaram pra iluminar. Escutamos umas músicas, conversamos e dançamos ali em volta da fogueira meio acesa meio apagada, nem deu pra jogar carta. Quando a bateria do celular acabou o guia emprestou o radinho dele e meteu logo um léo Santana e uns tecnobrega pra gringaiada que saiu dançando loucamente. Nossa, que noite na floresta divertida! Rimos e dançamos muito, aí a bebida acabou, o fogo apagou literalmente e figuramente falando, então fomos dormir.

Dormir?? Aí é que são elas.. quem dormiu? O.o Todo mundo menos eu, pq fiquei ouvindo barulho de algo andando perto do nosso acampamento, fiquei imóvel e cheia de medo, mas pensei “ok! Ficarei acordada até a hora da galera acordar. Deixe-me ver que horas são: 23h!! NÃÃÃO acredito!” . Claro que fui vencida pelo cansaço e dormi. Mas no meio da madrugada acordei ouvindo o barulho do macaco bugio (procurem no youtube), não é um macaco grande, mas faz um barulho assustador pra quem não conhece. Eu já sabia disso, mas fiquei tensa do mesmo jeito, logo depois voltei a dormir e por volta de umas 6h eu acordei.

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Dia 4 - 09/10/18

Como era bom poder ver a luz do dia!

Não se esqueçam que na selva o banheiro é no mato, claro, e papel higiênico usado bota pra queimar na fogueira que faz nossa comidinha. Delícia 8-)! Tomamos nosso café humilde: biscoito cream cracker, abacaxi, panelão de café, leite em pó, ovo cozido e manteiga. Escovamos os dentes na água mineral, pq somos roots, mas somos chiques! Desarrumamos nosso acampamento, catamos nosso lixo e pegamos o barquinho rumo a casa de uma família nativa da região. No caso essa família era a do nosso guia rs, é tipo um sítio onde eles plantam várias coisas e vivem ali: filhos, netos, irmãos, tudo junto e misturado. Lá tem artesanato (levem dinheiro caso queiram) e eu ainda ganhei uma pintura de urucum no rosto, de graça. Adoro! Depois desse bate papo com a família local retornamos a pousada, almoçamos o de sempre (só muda o tipo de peixe) e pagamos nossas bebidas, que não estavam inclusas no pacote, e fomos embora pra Manaus.

No retorno ao centro de Manaus foi aquele looooongo trajeto: lancha, Kombi, lancha, van e voilá: Manaus de volta! E o calor? Nem se fala! Perguntem sempre qual o lado da sombra  (nos passeios de barco sempre levem um chapéu, uma canga pros ombros e bastante protetor). Quando pegamos o nosso último meio transporte, a van, entramos e tinha ar condicionado!!!! ❤️ Eu deveria ter filmado a cara do povo entrando, era uma alegria que parecia que ali era o paraíso. Parecia não, era o paraíso! Certeza!

Chegando em Manaus voltamos para o nosso hostel que deixamos os mochilões e encontramos o rapaz que trabalha pra agência que fez nossos passeios, ele quis saber nosso feedback em relação aos dias na selva e logo depois nos passou o horário do passeio para o dia seguinte: Presidente Figueiredo, a terra das cachoeiras!

A noite saímos pelo centro pra comer e beber com o pessoal que estava com a gente durante esses dias que se passaram.

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Dia 5 - 10/10/18

No dia anterior rapaz da agência disse que deveríamos estar prontos 7:30, quando deu 07:15 o gracinha estava lá na porta chamando pela gente. Eu fiquei bem puta ::vapapu::. Eu sempre cumpro com meus horários, não gosto de atrasar os outros e muito menos que fiquem me assistindo comer, nem pude me deliciar direito. Comi correndo e fui ajeitar a bolsa correndo. Quando eu estava prontinha da silva, ainda tinha gente que sairia conosco pro passeio chegando pra tomar café::toma::.  Enfim todos prontos e saímos pra buscar outras pessoas em outros hotéis. Nem preciso dizer que a cada hotel que chegava demorava de 5-10min. No fim das contas a agência vendeu o passeio pra uma pessoa a mais. Conclusão:  o motorista foi dispensado pra que pessoa em "excesso" pudesse sentar e o guia, mt enrolado por sinal, virou motorista.

Umas 3h de viagem e chegamos em Presidente Figueiredo. Conforme acontece em Manaus, lá é um calor de matar o burro na sombra, mas nas áreas das cachoeiras o clima é bem bom. O guia disse que a Gruta da Judeia estava sem água (fui na época da seca) e não tinha graça ir lá, então ele perguntou se todos concordavam em aproveitar mais tempo nas outras cachoeiras e não fazer essa trilha. Duvidei um pouco dele🤔, mas concordei. Depois eu constatei com pessoas que tinham ido até lá  se realmente era verdade, parcialmente era. Tinha até água, mas pouca.

Antes de irmos nas cachoeiras  passamos no lugar que iríamos comer e deixamos reservado nosso prato: comam o tambaqui assado POR FAVOR, é uma delícia😍. Cada um escolhe a proteína que vai comer pra eles fazerem uma quantidade que dê pra todo mundo. Não é prato feito, fica tudo a disposição. Há outros restaurantes no local, mas esse super valeu a pena e já tá incluso no valor do passeio, assim como a entrada das cachoeiras. 

Uma cachoeira, uma gruta aqui, um guia enrolado perdendo gente ali... Se você for sozinho para esses passeios fique bem atento, pois eles não conferem as pessoas e nem ficam chamando. Sempre fique de olho no guia e pergunte a previsão de saída do local. Outra dica: deixem para fazer o passeio de presidente figueiredo em algum dia de semana, pois fim de semana muitos locais vão, então é cheio em dobro. As cachoeiras são uma delícia, água refrescante, não tem correnteza e nem queda muito forte (lembrando que fui no período da seca). As duas cachoeiras tem algo dinânimo pra fazer: em uma era segurar uma corda e tomar impulso pra se jogar e a outra tinha um rampa estilo trampolim pra pular. Claro que fui em todas as opções! Vá também!

Um almoço aqui, outra cachoeira ali e pegamos a estrada rumo a manaus de novo. Acho que chegamos em Manaus umas 20h da noite. Chegando no hostel o Rafael tinha combinado com um outro pessoal que tínhamos conhecido na pousada da selva de sair com eles, pois eles retornariam a Manaus nesse mesmo dia, mas os mosquitos tiraram tanto minhas energias e eu estava cansada de tanto me coçar o dia todo, que resolvi ficar no hostel descansando e arrumando meu mochilão com calma, pois no dia seguinte iríamos pegar o barco para Santarém.

Saí e comprei uma tapioca com um suco, passei o resto da noite na internet, arrumando mala e me coçando ::lol4:: Tô rindo, mas na hora foi sofrido, olha como minha perna ficou, depois piorou pq inchou (essa foto é do dia anterior, 20 minutos depois de ter sido atacada por mosquitos ninjas):

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Dia 6 - 11/10/18

Acordamos um pouco mais tarde que o normal e fizemos o check out. Como o café da manhã no hostel era pago, resolvemos comer na rua para experimentar alguma comida local no mercado municipal. Fomos a pé até o porto de Manaus. Depois de 10 minutos andando, chegamos! Fomos perguntar o preço da passagem, depois de desmaiarmos com o valor de 120 e a moça falando que o barco já tinha saído do porto e o próximo seria só a noite, nos recompomos e fomos entender essa história direito.

Vamos lá:

Não é todo dia que tem vários barcos saindo de Manaus rumo a Santarém, na quarta feira mesmo só tinha um, o Ana Beatriz, dizem que é um dos melhores.

Cada dia tem um barco, tem dias que tem mais de um, aí você pode pechinchar o valor, caso contrário fica bem difícil conseguir desconto.

O barco sai do porto cedo, mas depois ele fica na escadaria onde ainda podem entrar pessoas, não sei se as cargas grandes podem (ex: carro). A opção de entrar no barco pela escadaria é melhor, pois você não precisa pagar a taxa de embarque do porto que é de 5 reais. Porém se você entrar pelo porto a chance de pegar o barco vazio e escolher um bom lugar para sua rede é maior.

Você tem a opção de comprar passagem com a agência do porto (mesmo que o barco já tenha saído e esteja na escadaria) ou do lado de fora com os cambistas, digamos assim. Porém tenha cuidado, pois segundo o guarda municipal tem gente que compra com estes rapazes e quando vai pegar o barco dá problema! Isso pq o dinheiro não foi repassado pro pessoal do barco.

Depois da gente entender tudo e ver que nem tudo estava perdido, fomos meio desorientados pesquisar o preço das redes. 25 a rede e 5 a corda. O primeiro vendedor de cordas foi muito solícito e vendo que a gente queria informações, levou a gente numa cambista de confiança dele (tem cambista de confiança? rs). Chegando lá vimos que não tinha muito o que pechinchar, pois só tinha saída de um barco e aí ele fez um desconto de míseros 5 reais. Confiamos nele e seguramos na mão de Deus pra dar tudo certo. Voltamos no moço da corda pra perguntar onde vendia rede e ele disse que arrumava pra gente. Como num passe de mágica ele apareceu com duas redes na mão e disse que estava 25! Choramos muito um desocnto, falamos que éramos mochileiros pobres e daí ele fez a corda e a rede por 25. Antes ele ia fazer um desconto menor, mas ele não tinha troco pro preço que ele cobrou, então ficou tudo por 25 pra cada um. Sorte a nossa! ::otemo::

Ah, os cambistas ficam do lado direito do porto e o Senhor que vendeu as cordas e a rede pra gente fica do lado esquerdo, o nome dele é Jorge, podem procurar por ele. Todos ficam na mesma calçada.

Nessa correria de passagens, redes, cordas e mochilão nas costas ainda estávamos em jejum e com muita fome, mas não podíamos perder tempo, pois precisávamos pegar um lugar legal no barco para as redes e queríamos nos livrar dos mochilões pra comer em paz. Fomos para a tal escadaria, entre a escadaria e o barco tem vários lugares para lanchar, se você tem resistência a qualquer tipo de bactéria pode comer, eu não arrisquei. Chegamos no barco, cadastramos nome e identidade, ganhamos pulseirinha, escolhemos ficar no terceiro andar.

Qual a melhor opção? O primeiro andar é só de cargas pesadas; o segundo andar é um refeitório e tem espaço para as redes em uma área com ar condicionado, porém o cheiro de comida fica impregnado ali por isso não recomendo; fiquei no terceiro andar, no ar livre, lá venta bastante, porém escolha ficar do lado oposto do bar. Tem um quarto andar que tem um bar que funciona 24h por dia, ou seja, sem sossego 24h por dia e no próprio andar do bar tem uma área para redes também. Nem preciso falar pra ficar bem longe dessa parte, né? No bar tem bebidas alcoolicas e não alcoolicas, macarrão instantâneo, biscoitos, misto, etc.. é uma cantina na verdade. Eu não fui no refeitório, mas imaginamos como seja.

Chegando no terceiro andar tinha um rapaz vendendo palavras cruzadas que eu prontamente chamei pra me ajudar a amarrar a rede. Em 2 minutos ele amarrou tudo certinho e bem firme, dei uma gorjeta e tiramos as coisas de valor dos mochilões para  colocarmos na mochila de ataque. Deixamos o mochilão dentro da rede e lá fomos nós atrás do café da manhã.

Tomamos nosso café no mercado municipal, lá encontramos uma menina e um menino do hostel e ficamos conversando, então decidimos tomar café por ali mesmo. Pedi um x-caboquinho e suco de graviola (18 reais). X-caboquinho é um sanduíche típico da região: pão ou tapioca, queijo, banana e tucumã. Erroneamente eu achava que tucumã era peixe ::lol4::mas é uma fruta! 

O mercado municipal é muito limpinho e muito arrumadinho e tem cada coisinha/lembrancinha mais linda que a outra. Lamentei não ter tido muito tempo de andar por lá, pois assim que acabamos de comer tivemos que correr para o barco com medo dele sair sem a gente. Se eu não me engano a saída era 11h.

Chegamos no barco e tomamos coragem para viagem de 35 horas rio adentro. Passamos mais uma vez pela junção do rio negro e Solimões e lá fomos nós. Vruuuuum

Que tipo de gente viaja nesses barcos? Pessoas locais! Encontramos 2 mochileiros gringos e pela passada de olho que dei só tinha eu e Rafael e mais uma menina de turista (ela estava no nosso hostel, mas não ficamos juntos pq ela ficou no andar do ar condicionado).

Com foi a segunda experiência de dormir na rede? Melhor que a primeira da selva! Dormi tranquilamente. Senti até um friozinho a noite, nada que uma canga não resolvesse. Todo "frio" que eu passei na viagem, eu me enrolava na canga que ficava tudo resolvido rs.

Como foi a viagem?

- Levei um livro pra ler e só peguei por 2 horas durante todos os meus dias das férias, isso pq tinha sempre o que fazer, ver ou gente para conversar.

- O barco faz algumas paradas em algumas cidades. Não se deve desgrudar da sua bolsa nesses momentos, pois muita gente embarca e outras desembarcam. Além disso, entram ambulantes vendendo comida. Dizem que podem pegar suas coisas e jogar pra algum parceiro deles na água e aí já era. Ah, tem uma parada que o barco faz que tem vistoria da policia federal, nisso alguém pode querer se livrar de algo e colocar na sua bolsa. Tem que ficar de vigia com seus pertences o tempo todo. Eu peguei minha câmera, celular, dinheiro e documento e guardei numa bolsinha que fiquei andando com ela no barco pra lá e pra cá. A vistoria da federal é aleatória. Quando chegamos na tal cidade que a federal faz vistoria, o comandante pediu para que tirássemos nossa rede e ficássemos próximos aos nossos pertences, porém chegando lá a policia disse que não faria a vistoria no nosso barco.

- Nessas 35 horas eu não tomei banho, pq a cabine do chuveiro era a mesma que tinha o vaso e era muuuuuito quente lá dentro, zero ventilação. Acho que passamos a viagem como os cariocas porquinhos, pq toda hora é um desfile de moda naquele barco! Tem até mulher com cílios postiços, juro! Eu fiquei bem bela esses dois dias com minha regatinha preta e meu shortinho jeans larguinho. Como eu tinha que passar a pomada dos mosquitos nas pernas e renovar o desodorante, eu peguei meu lenço umedecido e tomei banho de gato com ele mesmo. Água mandou lembranças!

- No bar tocou música ao vivo na parte da noite/madrugada e eu não sei se tem sempre.

- Os homens dessa região são um pouco (muito) machistas e eles te encaram pra valer, mesmo com o Rafael do meu lado alguns ficavam me encarando que eu cheguei a me sentir incomodada e isso raríssimas vezes aconteceu comigo na vida. Eles chamam pra pagar sua bebida e comida em troca de outras coisinhas, que cá entre nós sabemos bem o que é. Mas isso acontece pq as mulheres de lá aceitam isso, se um cara tá bancando elas numa mesa, elas vão ficar ali, dançar, beijar e até transar (isso mesmo, eu soube de um caso! No barco há camarotes que são cabines privadas com cama – em torno 600 reais), mas se o cara para de bancar elas saem e vão pra outra mesa sem nenhuma cerimônia.

Bem, depois da noite no bar de muita observação do povo local, eu dormi.

Obs: essa foto do barco eu tirei assim que cheguei, por isso está vazio. A foto que tirei depois eu perdi , mas as redes ficam coladinhas, acredite!

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 Dia 7 - 12/10/18

Acordei com o comandante do barco oferecendo promoção de café da manhã com almoço por 15 reais. Me mantive na fé do club social que compramos no início da viagem e no misto quente do bar com suco kapo. Eu até arrisquei comprar 2 fatias de bolo por 5 reais com um ambulante, estava bem ruim e joguei mais da metade fora. Comprei banana frita também, nunca tive coragem de abri r ::lol4::

Passamos o dia no bar e/ou dormindo até que finalmente deu 21:30 e avistamos Santarém! Aleeeeeluuuia, irmão! O barco levou uns 25 minutos pra encostar e nós saímos correndo, pois nosso ônibus que iria para alter do chão passava até 22h. Eram 21:50 quando saímos do porto e ficamos pensando se iríamos pro ponto a pé, de táxi ou de moto táxi, resolvemos ir a pé e rezando pra dar tempo de pegar o último ônibus. O táxi custa em média de 80 a 120 reais pra te deixar em alter do chão, o ônibus 4.

Quando chegamos no ponto de ônibus depois de uns 15 ou mais minutos andando, perguntamos se o ônibus ainda estava passando, então um casal disse que viu o ônibus passar e que ele daria a volta no centro para depois retornar nesse ponto que eu estava. Ufa, que alívio! Quando deu 22:40 pegamos o ônibus (acho que esse horário de 22h ser o último ônibus é em relação a saída dele da rodoviária). Dormimos com bebês! Eu crente que ia descer no ponto final...maaas como não sou boa nesse negócio de intuição e  o Rafael falou pra eu ver onde deveríamos descer, resolvi perguntar pro tal casal que estava no ponto de ônibus e acabou pegando o mesmo ônibus com a gente. E adivinha só! Nosso hostel ficava no ponto seguinte. Ainda bem que eu perguntei!

Então no meio da estrada escura nós descemos e o rapaz disse: só subir essa rua aí. No caso “essa rua aí” era uma subida de terra no meio do mato. Para o nosso desespero não tinha luz nenhuma! Ligamos a lanterna do celular com medo de cobra e subimos seguindo umas setas soltas espalhadas no caminho e dizendo: TerrAmor. Até que chegamos enfim ao hostel! Alegria, cama, banho, água, luz! Não tinha ninguém pra recepcionar a gente. Na verdade, é uma pousada que pertence a um casal que mora lá mesmo, eles fizeram alguns quartos com beliches então serve como hostel também (50 diária). É um lugar lindo, todo de madeira, decoração fofa, tudo em meio a natureza. A casa do casal fica em cima da recepção, fomos dando uma de entrões e chamamos eles. Nos apresentaram o quarto, banheiro, etc. Achei ele um pouco enrolados pq estavam direcionando a gente pro quarto privado, aí depois que adverti e insisti que não era aquele, ele viu que estava errado e nos levou ao lugar certo. Disseram que deixariam só a gente naquele quarto, mas caso fosse necessário teria mais gente (4 colchões no total). Ok.

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4 horas atrás, marcelanuol disse:

Estou acompanhando! Muito bom, @DuaneSoares!

 

Estou embarcando pra Manaus dia 22, seu relato tá ajudando bastante. Agradeço se puder informar o valor dos passeios 😉

 

Então,

pacote iguana (2 noites e 3 dias na selva): R$560 quarto compartilhado e R$650 dormitório privado. Incluso todas as refeições e água, acomodação, transportes, atividades e guia. Além disso eu eu gastei 32 reais na pousada com bebida  + 15 da 51 + 3 do amendoim

Pacote Presidente Figueiredo: R$200 (terça a domingo). Incluso almoço, transporte, taxa de visitação e guia.

Day tour: R$180 . Tem encontro das águas (que você já vê quando vai pra selva), parque ecológico janauari, nado com botos e tribo indígena. Inclui transporte, taxa de visitação, almoço e água, guia. Tem saídas as terça, quinta, sexta, sábado e domingo (de acordo com a mensagem da agencia)

Eu não fiz o day tour, pq li que esse nado com botos dura pouco tempo e não é certo de aparecer o boto, mas aparentemente eles costumam aparecer sim. Apesar disso, tem um boto que é arisco e se na hora ele aparecer lá, eles não te permitem tomar banho com ele, visando a sua integridade. E a tribo indígena que eles visitam é uma "tribo pra turista ver", aí não era o meu interesse. Pelo custo x benefício, achei que não valia a pena.

A única coisa que eu cheguei a cotar com outra empresa foi o pacote de presidente figueiredo. Cheguei a achar por 180, mas não era incluso almoço. 🤷‍♀️ Como já iria fazer o passeio da selva com a iguana, fechei tudo junto. Fica de olho no instagram da iguana, pode surgir alguma promoção. Eu paguei 720 no pacote iguana + presidente figueiredo, foi um desconto de 40 reais. Se você não conseguir nenhuma promoção, segue a amandinha do instagram @prefiroviajar e fala com eles que você segue ela, te darão 5% de desconto. 😁

 

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    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por Duda Klaus
      Ano passado fui para Manaus, passei 3 dias na selva amazônica e depois aluguei um carro e fui até Presidente Figueiredo. Foi uma das melhores viagens que fiz na vida!
      Foi no início de julho, ou seja, período de cheia.
      Fiquei hospedada no Local Hostel e gostei bastante. A localização é excelente e eu acho que aquela área do largo de São Sebastião (onde fica o Teatro Amazonas) é a melhor para se hospedar. No primeiro dia em Manaus fui conhecer o famoso Tambaqui de Banda, no restaurante de mesmo nome, que fica no Largo de São Sebastião. No dia seguinte fui com a Iguana Tour fazer o passeio na selva, que durou 3 dias e duas noites. Ficamos hospedados no Juma Lake Inn na primeira noite e, na segunda noite, montamos um acampamento no meio da mata. Os passeios durante esses 3 dias incluiam: focagem de jacarés, acordar cedo para ver o nascer do sol, passeio pela mata, visita à casa de caboclos...tudo isso acompanhados de um guia que explicava tudo. Foi perfeito! Ah, e detalhe: lá não pega internet. Ótima opção para se desligar do mundo. Fiquei em um quarto compartilhado, mas há a opção de ficar em quartos privativos com banheiro. O passeio todo com todas as refeições ficou por R$600.
      Chegando em Manaus, dei uma volta pelo centro e conheci o Mercado Adolpho Lisboa e o porto. Fui até o MUSA e achei bem legal, o interessante é que muita coisa do que eu vi ali, vi enquanto estava na mata, mas valeu a pena.
      Fiz essa viagem com uma amiga e conhecemos mais duas mulheres massa e nós 4 alugamos um carro para irmos à Presidente Figueiredo. Ficamos no Local Hostel Figueiredo. Nos programamos para ficar uma noite e dis dias completos, mas se arrependimento matasse...era para termos ficado pelo menos uns 4 dias! Fomos na Gruta da Judeia e Caverna Refúgio do Maroaga (obrigatório contratar um guia, na entrada do local, pelo valor de R$100 para até 4 pessoas)- imperdível!. Na Lagoa Azul (foi legal), cachoeira Asframa (muito cheia de gente por ser de fácil acesso, então há uma grande concentração de famílias com crianças, então passamos pouco tempo). Fomos na cachoeira de Iracema (muito legal e com áreas profundas para mergulho) e seguimos por uma trilha até a cachoeira das Araras (linda também!). Fomos também no que chegou a ser a minha cachoeira preferida...a do Santuário (surreal a energia do lugar!). Adicionaria mais um dia para a Cachoeira da Neblina (que fiquei triste por não ter dado tempo de ir. São horas de trilhas e, segundo os locais, é a mais bonita da região. Fica para a próxima!) e mais outro para conhecer outras 2. Opções não faltam!

      Voltando para Manaus, fiz a visita guiada no Teatro Amazonas e achei muito interessante. Na primeira noite já tinha entrado nele, pois fui assistir à uma peça (a maioria das atrações são gratuitas. Consulte a programação antes!) .
      Fui até o porto de Manaus e consegui um Day Tour, só eu e minha amiga, por R$150 cada (R$300 total). As agências de turismo cobram R$200-R$250 por pessoa. O barqueiro recebeu R$150 e o cara que fechamos ficou com a outra metade. Ou seja, dá pra entrar no porto, pagar a taxa de entrada, de R$5, e negociar diretamente com o barqueiro lá. Obviamente, você não vai ter uma agência de turismo por trás, então é por sua conta e risco. Tivemos a vantagem de irmos para onde queríamos ir. Achei a ida à tribo indígena uma coisa meio que "feita para turista". Achei interessante o fato de muitos indígenas não falarem português e utilizarem idiomas próprios. Nadei com os botos, mas atenção: existem dois lugares que fazem esse mergulho com os botos. Um fica mais distante do porto  e é certo que os botos aparecerão. O outro lugar fica perto do porto e nem sempre aparecem. Fomos para esse segundo e demos sorte! Fomos também em uma casa de uma família que tem um bicho preguiça e sempre foi meu sonho segurar um. Achei estranho quando perguntei onde ele ficava e a mulher disse que ele ficava solto, aí quando eu perguntei mais informações ela mudou de assunto e fez como se não entendesse...fiquei pensando depois que ele deve ficar preso. Triste demais isso e fiquei com peso na consciência de ter, de certa forma, colaborado com isso. 
      No último dia em Manaus fui com a galera do Hostel para Ponta Negra. Fomos até a Marina do Davi e pegamos um barco para um flutuante muito legal. Foi uma bela de uma despedida ver o por do sol no rio, tomando umas cervejas com uma galera massa!

      No final, ficou assim:
      dia 01 - chegada em Manaus
      dia 02 - Passeio na Selva 
      dia 03 - Passeio na Selva 
      dia 04 - Passeio na Selva  e retorno à Manaus 
      dia 05 - Dia em Manaus 
      dia 06 - Presidente Figueiredo 
      dia 07 - Presidente Figueiredo e volta para Manaus 
      dia 08 - Manaus 
      dia 09 - Manaus 
      dia 10 - volta pra casa
       
      Bom, é isso! A viagem foi feita em Julho de 2019 e gastei algo em torno de R$1500, para passar 10 dias, com hospedagem, alimentação, transporte e passeios. 
      Se quiserem ver fotos e vídeos, mostrando detalhadamente cada coisa, vejam lá o destaque "Amazonas" no meu instagram: @dudaklaus
    • Por Ricson Silva
      Caros amigos mochileiros, tudo bem?
      Estou indo para Belém para um fim de semana, porém meus horários são bem apertados, chego no dia 05/09 (12:00pm) e meu voo de volta é no dia 07/09 (16:00pm). Gostaria de saber se da pra eu aproveitar um bate-volta no mesmo dia (06/09) até a Ilha de Marajó? Se sim, vocês poderiam me dar dicas? Será minha primeira viagem sozinho e estou com muita vontade de conhecer essa ilha cheia de encantos!!! Um abraço!!!
    • Por João Paulo Reis
      Olá! faço parte de uma STARTUP da cidade de Manaus. Estamos desenvolvendo um projeto que tem como objetivo auxiliar turistas na chegada à nossa cidade, trazendo a eles uma experiência melhor em relação ao turismo local. Essa pesquisa nos ajudará a entender as problemáticas encontradas nas visitações e trabalhar em cima delas . vocês que passaram pela cidade de manaus poderia responder um pequeno questionário para nos ajudar?
      https://forms.gle/CFffNZWe6FD3Vcrz7
       
    • Por Lu Costa
      Novo Airão é uma cidadezinha há 200 km de Manaus. Vc segue pela Ponte do Iranduba e pega a AM 070, em direção à Manacapuru. 
      A estrada está em obras e em alguns trechos tem que ter paciência mas no geral é tranquila a viagem.
      Nos ficamos na pousada Novo Airão, fuça longe 2 km  da sede do município mas era mais barata. A pousada super vale a pena , estávamos em 4 e nobquarto era limpo, confortável, com bom banheiro, piscina e estacionamento. Se vc está de carro super recomendo. Se não está, melhor ficar na Cidade mesmo (embora os preços sejam mais altos).
      Saímos de Manaus às 10h, fomos sem pressa, almoçamos na estrada, existem bons restaurantes. Fizemos algumas paradas e só chegamos em Novo Airão às 16h. Deixamos as coisas na pousada e fomos para a cidade. O CAT (centro de atendimento ao turista) estava fechando mas quando as atendentes nos viram nos esperaram  (achei mto legal isso).
      Elas nos deram dicas ótimas e um mapa mto bacana com os pontos principais Cidade.
      Fomos até a orla e à cooperativa de barqueiros mas não havia ninguém lá.  um senhor que mora em frente e vende coco nos deu o contato de um barqueiro da cooperativa. Ligamos e acertamos passeio para o outro dia.
      A noite jantamos em restaurante chamado TAPEREBAR , uma delícia de lugar. Avaliei no maps.
      Na manhã seguinte fomos passear pela cidade, existem fantásticas cooperativas de artesanato. Visitamos duas: Fundação Almerinda Malaquias, um lugar lindo com uma proposta social bacana que produz artigos em madeira e a loja de artefatos de cestaria. O pessoal é super bacana, explica bem e tem paciencia com os turistas.
      Almoçamos no restaurante Flor do Luar, um flutuante super bacana com uma comida deliciosa e preços relativamente altos mas que super vale a pena.
      Fomos ao nosso passeio de barco, o barqueiro é super experiente e nos levou para um passeio de 2h que viraram 3h. Custou 300 reais e poderia ir até 8 pessoas mas como só éramos 4, pagamos a lotação completa. Passeamos por Anavilhanas, que é lindo, vimos espelho d'água, mtos pássaros e a natureza exuberante.
      Ele ofereceu irmos à Prainha mas estávamos cansados.
      Fomos jantar no taperebar e dormir.
      Na manhã seguinte acordamos cedo, tomamos café e fomos para a Pousada  Cirandeira Bela. Para entrar vc paga 5 reais e o recepcionista é ótimo. Quase nos convenceu a ficar mas os quartos são meio salgadinhos. um pessoal que tinha pernoitar lá falou super bem.
      Passamos o dia na pousada, lá tem restaurante, igarapé geladinho, atendimento mto bom e mtas belezas naturais.
      Todos os lugares foram avaliados no maps, caso desejem ver.

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