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Expedição PACUS - Rio de Janeiro a Santiago do Chile de carro


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A história da EXPEDIÇÃO PACUS

 Como surgiu a ideia da expedição, na JMJ de 2013 hospedamos em nossa casa um trio de rapazes chilenos (Danillo, Jorge e Christovam) que após a estadia nos convidaram para visitar o Chile, e prometemos que iríamos, mais não demos data, tínhamos que nos programar, a vontade sempre aumentava porem o tempo($) nunca dava no inicio de 2016 resolvemos que tínhamos que tirar umas ferias e irias para o Chile conhecer neve sonho de criança, para isso o melhor período seria Julho, pronto a data estava certa, 16 de Julho de 2017, após algumas leituras na internet fiquei empolgado em fazer essa viagem de carro, falei com a Silvia que também ficou muito empolgada, pronto nascia a expedição, começamos a ver roteiro foi quando tivemos a ideia que já que iríamos de carro porque não visitar varias destinos turísticos, agora partimos para mais buscas onde ir na América do Sul no caminho a Santiago, até mesmo pra viagem não ser tão cansativa, parando em algumas cidades para visitar sem sair muito da rota. Ai surgiu os locais para onde iríamos, esse roteiro vai mudar um la pra frente, depois conto por que, Foz do Iguaçu para conhecermos as lindas cataratas, Mendonça-AR pra conhecer a Meca dos vinhos argentinos, Santiago nosso destino pra rever os amigos, Buenos Aires pra conhecer a cidade e ver um show de tango, já que era rota porque não Montivideu e Punta Deleste, e claro as cidades de Gramado e Canela tão famosas nas serras gaúchas. Colocamos no Google Maps  e calculamos a distância 8500 KM teríamos 24 dias de ferias, vamos organizar os dias. Calculamos 20 para ter dois dias de folga e mais dois para descansar quando chegar.

 Agora com o roteiro definido, vamos partir para os passeios em cada cidade as distâncias e dias que precisaríamos para cada deslocamento e tempo necessário pra isso e claro o mais importante, quanto custaria essa expedição e quanto teríamos que guardar.  Pronto com a data o roteiro e os custos agora era marcar as ferias e começar os preparativos. Tudo ia indo muito bem na programação até que no final de fevereiro  nossa bebê se acometeu de uma grave doença que a deixou internada por 60 dias,  um período muito difícil na nossa vida, gastamos quase todas as nossas economias, mais foi o dinheiro mais bem gasto da nossa vida, nossa bebê saiu do hospital no dia de 23 de abril ainda muito debilitada. Com todo o ocorrido tivemos que adiar a excursão na verdade nem sabíamos mesmo se iríamos, durante a internação quando ela foi operada eu fiz a promessa de ficar sem beber por um ano após a alta dela (depois de um ano e dois meses sem beber por opção deixei de beber) e levaria ela para assistir uma missa em Aparecida. Após alguns meses de acompanhamento medico a Duda estava bem, então voltamos a sonhar com a expedição, mais claro nesse ano não poderíamos ir, então decidimos adiar por um ano, novamente tinhamos a nova data 14 de Julho de 2018 e o novo percurso, agora com uma parada a mais Aparecida do Norte no Santuário de Nossa Senhora Aparecida na ida para pagar a promessa e na volta para agradecer pela expedição.

Por que PACUS?

Paraguai

Argentina

Chile

Uruguai

Sul do Brasil

O tempo ia passando o excitação ia aumentando e claro combinamos de não falar para ninguém porque seriamos chamados de doidos, em janeiro de 2018 como nosso carro não é novo procurei o mecânico que cuida do nosso carro e falei para ele da expedição e disse que ele deveria fazer uma revisão geral, trocamos boa parte do motor e da suspensão comprei pneus novos e alguns itens para o carro que são exigências dos países por onde passaríamos como segundo triângulo, um cambão que um amigo fez pra mim,  uma amiga me deu o extintor de incêndio e fizemos um kit de primeiros socorros, e por indicação de blogueios levamos lençol que poderia ser pedido pelos policiais argentinos como forma de extorqui dinheiro, esses eram itens obrigatórios comprei coisas a mais para eventuais apertos como inversor de energia, um pequeno compressor, voltímetro com termómetro tudo certo agora era esperar chegar perto para fazer a revisão.

A partir de janeiro começou as buscas por hotel nas cidades que não iríamos só pernoitar, todas as noites entravamos no site booking e faziamos as buscas encontramos preços maravilhosos em todos os locais que reservamos e todos os locais nos agradaram bastante em Foz do Iguaçu reservamos o Hotel Luz, em Buenos Aires o Hotel Luey e em Canela a Pousada Jardim Coberto.

Agora era começar a providenciar as roupas de frio que estavamos esperando pegar, para não ter tantos gastos, comecei a pedir roupas emprestadas com amigos, arrumei varias, mesmo assim tinha que comprar algumas.

Em junho eu fiz o seguro saúde para toda a família,  tirei o Seguro Carta Verde que é pedido para rodar de carro pelo bloco do Mercosul e o SOAPEX que é para o Chile e por ultimo tirei o PID - Permissão Internacional para Dirigir.

Agora era esperar o dia chegar, quando ia se aproximando a Silvia ficou angustiada porque não tinha falado para ninguém e resolveu contar para nossa amiga Rosy que nos deu o maior apoio, pronto agora só falta uma semana. A Rosy pediu para darmos carona para o Dilan até a cidade de Foz do Iguaçu.

Na ultima semana tínhamos que arrumar com quem ficar nossos filhos bicho o Caramelo ficou com a Laryssa e o Max com o Luis da Rosário.

Na noite anterior a partida fui abastecer o carro e marquei a kilometragem inicial 91515, já estava tudo pronto e colocamos as malas no carro para acordamos e sairmos, nossa ideia inicial era sair as 3:30 da madrugada para assistirmos a missa das 6h, mais por dica dos amigos Marcelo e Robinho resolvemos sair mais tarde por conta da neblina na Serra das Araras. Fizemos muito bem mesmo saindo mais tarde ainda pegamos um pouco de neblina.

A partir de agora irei fazer um breve resumo dia a dia da expedição.

1º Dia (14/07/2018)

- Saímos as 5hs (A família e o Dilan que foi de carona)

- Primeira parada Aparecida para pagar a promessa que fizemos por Duda

- Seguimos viagem as 11hs, avisamos as famílias via ZAP que iriamos dar um pulo em Foz do Iguaçu.

- Paramos pra dormir na cidade de Guamirim um hotel muito legal, com café da manhã excelente

2° Dia (15/07/2018)

- Acordamos tomamos café e seguimos viajem às 9hs

- Chegamos em Foz do Iguaçu por volta de 15:30, passamos em frente ao hotel, e achávamos que estava fechado, demos a volta pra voltar pro mesmo lugar. kkkk

- Fomos comer algo e partimos direto pra Tríplice Fronteira, saindo de lá fomos para as  Cataratas, chegamos na hora que já ia fechando, o bom que podemos aproveitar bastante e ver o por do sol lá.

- Mesmo cansado passamos pra visitar o Museu de Cera, fomos os últimos a entrar pois estava fechando, um bom lugar, porem muito caro e basta ir uma vez que os outros são iguais. Não repetiria. Tiramos fotos com Babobi do lado de fora

- Depois dessa fomos pro hotel, descansar pois o dia tinha sido puxado

3° Dia (16/07/2018)

- A noite foi curta, eu e Silvia acordamos bem cedo por conta do euforismo, olhamos o nascer do sol pela janela do apartamento

- Acordamos as crianças e fomos tomar café

- Encontrei um carro de São Luis, um casal que estava de ferias.

- Saímos pra Cidade do Leste fazer umas comprinhas (que lugar doido, todo mundo desesperado te puxando, ficamos assustados, compramos a GoPro 5, e algumas besteirinhas depois fomos embora, passamos pela aduania sem problemas, nem fomos revistados.

- Partimos para visitar o Parque das Aves. Lugar muito bonito e excelente pras crianças.

- Fomos almoçar no shopping compramos agua, refrigerante e biscoitos no supermercado para a viagem do dia seguinte e deixar no quarto.

- Ainda no shopping as crianças brincaram no simulador de avião.

- Fomos para o hotel e descansamos até a hora de ir visitar a Ituaipu Binacional a noite, coisa que infelizmente não aconteceu, só aos finais de semana, quem sabe de uma próxima vez.

- Seguimos para o Paraguai para jantar com o nosso amigo Anibal, que nos levou a sua clinica estética no bairro Boqueirão 2 e depois fomos comer comida Japonesa.

- Saindo de lá batemos algumas fotos em uma lagoa no mesmo bairro, que lembra muito a Rodrigo de Freitas, aproveitei para completar o tanque que a gasolina é muito barata, voltamos para o hotel.

- Arrumamos as malas antes de ir dormir.

4° Dia (17/07/2018)

- Acordamos, foram tomar café eu fui depois, pois, primeiro fui arrumar as malas no carro

- Depois do café fui fazer o chek-out e partiu Argentina, nesse momento avisamos as famílias que estaríamos indo pra Argentina.

- Saímos tarde e passamos mais de uma hora na fila da aduania, mais só o de rotina, tudo foi normal. Passamos e seguimos viagem por volta de 12:30

- A primeira parada na AR foi por volta de 2:30 para abastecer e trocar dinheiro, ao entrar na cidade estava todo o comercio fechado e achávamos que era feriado voltamos para estrada e na saída da cidade paramos pra abastecer e descobrimos que o horário comercial das cidades de interior da AR é de 4 as 12h e algumas lojas voltam a abrir as 17 e ficam até as 21, não sei pra que, não tem ninguém na rua mesmo. Abasteci, o frentista me falou que trocava dinheiro brasileiro, sempre tinha brasileiros lá, troquei o dinheiro para pagar os pedágios que viriam pela frente e seguimos viagem.

- A tarde foi só viagem, belas paisagens e um por do sol maravilhoso.

- A noite aconteceu nosso primeiro perrengue, na AR poucas são as estradas duplicadas, o asfalto era novo e não tinha marcação na pista e nem sinalização lateral para piorar a situação começou a chover e muitos caminhões vindo na pista contraria, ai fiquei assustado, pois tinha momentos que não conseguia ver a pista, decidimos que pararíamos na primeira cidade, foi que chegamos a La Cruz (Batizamos de La Cruz Credo), uma cidade pequena com pouca estrutura e poucos locais pra se hospedar, foi que depois de algum tempo achamos uma pousada e conseguimos nos acomodar, deixamos as malas e fomos procurar algo pra comer, chegamos no restaurante e tinha somente um casal de idosos que nos olhou esquisito, seguimos nos sentamos pedimos lasanha pra todos e Silvia tomou uma garrafa de vinho, na parede do restaurante tinha capas de disco do Agpê e Alcione, terminamos, fomos pra pensão descansar, ai comprei um chip de celular pra poder dar sinal de vida, ai foi o segundo perrengue, tinha o chip mais não consegui ativar, pois na AR precisa de um DNI ou DNI de Estrangeiro, blz, fomos dormir e no dia seguinte resolveríamos isso. A pousada tinha dois ambientes uma cama de casal em um e uma de solteiro no outro, Willian ficou na de solteiro, mais ele estava com tanto medo da cidade que durante a noite foi se meter na nossa cama. kkkk

5° Dia (18/07/2018)

- Acordamos nos arrumamos e vamos seguir viagem, pq não tinha café da manhã na pensão. Com a luz do dia é muito mais fácil a viagem.

- Foi quando encontramos nosso primeiro anjo da estrada, um frentista super gente boa que depois que eu me lamentei que não conseguia me comunicar com a família pq não tinha conseguido registrar o chip, ele se prontificou a fazer, nos contou que tem uma filha que mora em São Paulo, estuda e trabalha lá. Pronto com o chip ativado podemos continuar a dar noticia pras famílias.

- Foi o dia todo de viagem, durante a tarde ao longo da estrada tinham varias placa de venda de "Fruta de Cordoba" que depois de algumas fiquei curioso pra saber o que era, quando parei em uma delas e fui conferir, era morango, que por sinal muito gostosos, incrivelmente doce. A bandeja foi rapidinho. Na altura da cidade de Santa Fé emparelhamos com dois carros de SC um Land Rover Discovery e o uma Pajero Full, olhei que os mesmo estavam seguindo pela mesma estrada, resolvi seguir, não deixei os mesmos se distanciarem. Vinha desenvolvendo uma velocidade boa na RN7, para nosso espanto estava bloqueada, tivemos que desviar para a RP5 que por sinal era bem ruinzinha a chuva apertava a temperatura só caia, seguimos viagem até a noite quando paramos em uma cidade chamada Santa Maria, por sinal bem grande, muitas opções de hotéis e restaurantes, conseguimos vaga no Grand Hotel, muito aconchegante, depois de nos acomodarmos, me informei onde trocar dinheiro fui la e tinha acabado de fechar,  fomos rodar na cidade e procurar algo pra comer, ficamos em um restaurante e novamente comemos massa, muito gostosa, quando terminamos saímos em direção ao hotel, ventava muito e a temperatura só baixava.  Chegando fomos tomar banho e nos preparar pra dormir.

6° Dia (19/07/2018)

- Acordamos fomos trocar o dinheiro e comprar mais roupas de frio pra Duda e Willian a Silvia comprou pra ela uma luva e voltamos pro hotel, acordamos as crianças e fomos  tomar café arrumamos as malas no carro, fizemos chek-out e partiu estrada, logo que pegamos a RN novamente nos deparamos com os carros de SC que continuamos a perseguir por todo o dia. Por volta de 2:30 da tarde com o céu de brigadeiro e um calor grande mandamos mensagem para o Jorge verificar se a cordilheira estava fechada, ele falou que até meio dia estava fechada mais iria olhar novamente, para nossa alegria ele respondeu dizendo que abriu as 12:30, pronto seguimos viagem tranquilos, passamos por um lugar que não sei o nome que é um grande sitio arqueológico de dinossauros, depois de mais algum tempo de estrada chegamos na barreia sanitária de Mendonza, revistaram novamente nosso carro, e nesse momento fui ao banheiro para meu espanto ao chegar no local indicado pelo guarda tinha a placa de masculino e logo abaixo tinha outra que me deixo assustado, “Cuidado víboras” e o desenho de cobra, mijei quase que a jato, voltei logo pro carro, ao sair o carro foi todo borrifado com inseticida. Seguimos viagem paramos para abastecer e me informei onde poderia comprar corrente para os pneus como iriamos atravessar a Cordilheira dos Andes, é obrigatório ter no carro, o frentista me disse que acharia pra comprar no WallMart, dito e feito, parei e comprei, seguimos viajem e a partir desse momento umas 5hs da tarde a euforia foi geral, começamos a ver a neve mais próxima, começamos a entrar na cordilheira a felicidade estava estampada no rosto de todos, pronto foi uma longa subida, no meio da cordilheira tem um grande lago a vista é linda, vamos subindo e a temperatura vai caindo, depois de 2 horas chegamos a ultima cidade da AR entes da fronteira USPALLATA estava simplesmente lotada, mas o nosso destino era Santiago, andamos mais uns 500 metros e esbarramos na policia caramineira argentina, que nos informou que no período do inverno com ou sem nevasca a fronteira fecha as 19hs. Mandaram dar meia volta e procurar abrigo em Uspallata, pronto mais um perrengue, estacionei o carro deixei todos la e fui procurar vaga, fomos de hotel em hotel, pousada em pousada e nada de vaga, a cidade toda lotada, pedi informação a um policial que me indicou a ir “Informações Turística”, fomos la e conversamos com o atendente que efetuou algumas ligações e constatou que realmente não tinha vaga, a opção que ele nos deu foi voltar pra Mendonça, 150km cordilheira a baixo, para mim isso não era opção, passando na porta de um hotel, algo me disse entra e pede uma “habitacion”, foi o que fiz, falei com o recepcionista e o mesmo disse que não teria vaga la, mais se eu quisesse ele tinha um primo que tinha feito uma pousada eu disse se tiver vaga eu quero nem que seja um quarto com uma única cama, ele fez a ligação para o primo Rodrigo que disse que tinha um quarto vago, aceitei na hora, fomos pra la, um lugar meio esquisito afastado, mais tinha tudo que eu precisava um quarto aquecido com duas beliches. Pronto acomodados com as malas no quarto, saímos para comer, fomos a um restaurante com a decoração bem exótica, tudo o que tinha o proprietário pendurava no teto, comemos pizza e depois fomos embora, ao sair a temperatura estava muito baixa, paramos rapidinho para tirar foto e voltamos para a “pousada”, nos preparamos para dormir.

7° Dia (20/07/2018)

- Acordamos as 7h e para nossa surpresa ainda era noite, só o rapaz que tomava conta da pousada estava acordado, acordamos as crianças e nos preparamos para o café que só chegou às 8h e fomos nos preparar para seguir viagem, quando saimos da pousada senti a força do frio, estava -12° com uma sensação de uns -25° com o forte vento, na hora liguei o carro e o aquecedor para melhorar a temperatura dentro, o parabrisa do carro estava congelado, quando fui jogar agua do esquixo descobri que a agua tinha congelado. Ai não tinha jeito nos despedimos e seguimos viagem. A euforia só aumentava a medida que subiamos e a neve ia cercando o estrada, quando avistei o túnel Cristo Redentor que é o marco da fronteira Argentina - Chile, após isso andamos mais um pouco e chegamos a tão esperada Estrada Caracoles, que me deixou em êxtase, passamos por ela filmando fotografando andando a 30km/h com um transito muito grande de veículos e caminhões pq a fronteira passou 4 dias fechada. Após sair da estrada caracoles começamos a descer até chegar em Los Andes onde compramos um chip de celular, mais eles esqueceram de ativar e por credito, seguimos a viagem sentido Santiago, quando chegamos nos perdemos no centro de Santiago, deixamos o carro no estacionamento de um mercado colocamos credito e fomos lanchar em uma lanchonete ao lado do mercado, conseguimos falar com o Danillo e depois o Jorge que foi nos buscar onde estávamos, seguimos para o local do serviço dele um asilo muito grande que tem uma enorme capela,  o Danillo foi nos buscar com a Beth e a Nanci que nos levou para a casa da Beth, quando chegamos na rua dela o pai dela Sr. Guilherme estava nos esperando, quando ele viu a situação do carro, ele era vermelho de tanto barro e chuva na beira da estrada, pra ver a placa tinha que ver bem de perto, na casa estava reservado para nós um quarto bem aconchegante, tomamos café conversamos muito e marcamos de ir a um bar pra “bailar” (dançar) chamado LBM - Los Bons Muchachos, eles pediram duas assadas (churrasco mixto), quando começou as apresentações de danças típicas a Silvia se empolgou e foi dançar “CUECA” dança típica do sul do pais, comemos, dançamos e a Duda subiu no palco e não queria mais descer. Bem tarde voltamos pra casa, no bairro deles fomos abordados pela policia que após verificar a nossa documentação fomos liberados, a Nanci levou o carro pra casa dela. Chegamos em casa fomos dormir.

8° Dia (21/07/2018)

- Acordamos tomamos café e nos preparamos para ir a estação de ski “La Parva” pegamos a estrada e para meu espanto pegamos uma pista de nome G31 achei muito mais difícil de dirigir do que a estrada caracoles, além de muito mais curvas eram 48, divididas em duas de 24 a inclinação era muito maior e o transito pesado o que dificultava ainda mais a dirigibilidade, mais nada que nos tirasse a empolgação, quando mais subia mais eufóricos ficávamos quando chegamos la fomos providenciar o passeio de SnowBoard para Willian, aproveitamos e brincamos com  a neve e tiramos muitas fotos e filmagens. Já pelo final do dia comemos uma pizza e voltamos para casa pra descansar.

9° Dia (22/07/2018)

- Acordamos cedo tomamos café e fomos a missa para rever o Padre Fernando, nos deixaram na igreja o Danillo e a Nanci saíram com nosso carro, estava tão sujo que eles levaram para lavar, após a missa fomos conversar com o padre batemos foto e nos despedimos, fomos deixar a Dna. Lucy em casa pegamos a estrada indo para Val Paraiso, só 80km no caminho visitamos a Vinicula Velmont seguimos viagem e paramos no Santuário de Lo Vásquez, depois da visita fomos comer antes de continuar a viagem, ao lado tem um centro comercial que nos serviram uns sanduíches o meu e do Willian foi o Barros Luco os outros pediram o Italiano, os sanduíches eram enormes, comemos bebemos refrigerante e seguimos para Val Paraiso, la visitamos a região do porto, fomos no memorial do general, relógio de flores e em Vinha Del Mar a praia com aguas congelantes do oceano pacifico, fui tocar na agua. Depois disso vamos pegar a estrada que a volta é longa, e se tornou ainda mais com o engarrafamento gigantesco que pegamos com o fim das vacâncias (ferias) de inverno. Chegamos em casa Dna Lucy tinha nos preparado um macarrão com carne de cervo (porco). Depois do jantar fomos tomar banho e dormir para enfrentar o próximo dia.

10° Dia (23/07/2018)

- Acordamos nos arrumamos tomamos café e vamos passear, nesse dia pegamos um taxi “coletivo” uma mistura de UBER com TAXI, fomos visitar o centro histórico de Santiago, conhecemos o Palácio de Moneda, O Supremo Tribunal de Justiça onde a prima da Beth trabalha e nos levou em uma visita guiada pelo prédio, na biblioteca recebemos uma aula de história dos governos do Chile, seguimos andando porque tinha muita coisa pra andar, aproveitei para trocar dinheiro e fomos conhecer o Mercado Central aproveitamos para comer, pedimos paeja e Silvia pediu um creme de caranguejo tudo muito gostoso, depois do almoço continuamos a andar e agora pegamos o metro para irmos no Constaneira Sky o prédio mais alto da américa latina 300 mts de altura 62 andares o elevador sobe em 42 segundos. Novamente fomos na hora do por do sol um espetáculo a parte, de lá você ver toda a cidade de Santiago, estava tendo uma degustação de vinhos e espumante. No final fomos no mercado comprar coisas para a viagem do dia seguinte. Após as compras fomos para casa, aproveitamos para arrumar as malas antes de ir dormir para   descansar que no próximo dia começaria o retorno.

11° Dia (24/07/2018)

- Acordamos fui arrumar as malas no carro e depois fomos tomar café, nos despedimos com choradeira de todos, só temos a agradecer por tanto carinho e prestatividade que todos tiveram connosco. Após a despedida eles nos acompanharam no carro deles até a autopista, antes do pedágio acenamos para eles e seguimos viajem, fomos até a cidade de Los Andes e começamos a subir a cordilheira quando passamos na Estarda Caracoles agora no sentido contrario subindo, tudo tranquilo, passamos pela aduania sem ser parados e nem paramos a 13 km a frente fomos parados pela caraminairos que nos cobrar a documentação de entrada na Argentina tivemos que voltar até a aduania para registrar nossa saida do Chile e entrada na Angentina, novamente tudo normal documentação nossa do carro e revista do veiculo. Pronto agora com tudo ok seguimos viagem, já na Argentina a Silvia foi trocar o chip e pronto muito pequeno o chip se perdeu dentro do carro, ele caiu e sumiu nunca mais achamos, na volta pegamos a auto-pista RN7 do início na cordilheira e termina na Cidade Autonoma de Buenos Aires, mais vamos ao trajeto, passamos o dia todo rodando bem passamos novamente pelo sítio arqueológico mais um lindo por do sol e seguimos viagem até mais ou  menos 21hs quando paramos na cidade de Labocache - AR arrumamos um hotel, que não aceitou cartão e ficou com todo o nosso dinheiro argentino, que nos deu um pouco de problema a frente pois teríamos pedágio e não teria mais peso argentino, deixamos nos coisas e fomos comer quando acabamos fomos para o hotel dormir.

12° Dia (25/07/2018)

- Tive que desenrolar nos pedágios para poder pagar com real ou peso chileno, fora isso a viagem estava tranquila até quando apareceu um bloqueio na RN7, ficamos na duvida e apareceu outro anjo da estrada um camioneiro que nos informou como contornar esse bloqueio, pegamos uma estrada de chão batido por uns 30km, até conseguirmos voltar pra RN7, pronto tudo transcorrendo normalmente quando o carro começou com um barulho estranho ai parei no primeiro posto e verifiquei que o oléo estava muito baixo, comprei o oléo e completei, pronto mesmo com o barulho seguimos a viagem, pronto chegarmos em Buenos Aires, quando tive que passar por 3 pedágios sem pagar pois eles não aceitavam real, peso chileno e nem debito, mais foi tranquilo, achamos o hotel, fizemos chek-in, me informei onde trocar o dinheiro, era no shopping La Basta, tomamos banho e pegamos um táxi e avisei que teria que trocar o dinheiro, ele nos levou e ficou esperando, quando entrei no shopping me informaram que a loja de cambio só funcionava até as 17h, voltei no taxista e desenrolei com ele com peso chileno. O shopping estava lotado talvez por conta da chuva que não parava de cair, não tinha nem onde sentar a e também não tinhamos dinheiro pra voltar, procuramos algum táxi que aceitasse cartão, não achamos nenhum, decidimos voltar a pé mesmo com a chuva, quando saimos a Silvia via na frente do shopping um restaurante muito legal chamado Le Petutti, comemos uma lasanha maravilhosa e no final falei para o garçon nosso problema que não tinha dinheiro para voltar para o hotel e se ele poderia por na conta uns 200 pesos a mais para voltarmos de táxi, ai ele disse que eles cambiavam ali, foi nossa salvação, mais eles jogam o cambio lá em baixo, o cambio do dia era 6,80 eles trocaram por 5,50, mais tudo bem eu precisava, troquei pouco, com dinheiro chamei o táxi e voltamos pro hotel, fui comprar agua e aproveitei para comprar um chip outro chip argentino, mais agora seria mais tranquilo para registrar pois a Rayssa nos deu o numero do DNI dela. Ativei e pronto tínhamos Internet novamente, fomos dormir.

13° Dia (26/07/2018)

- Acordamos fomos tomar café e depois ficamos na duvida se vamos ou não de carro, resolvemos ir, fomos no shopping trocar dinheiro e depois fomos conhecer os pontos turísticos, a primeiro foi o obelisco depois fomos para a Praça de Maio que fica a Casa Rosada e muitos outros prédios históricos, como estava tudo interditado devido aos protestos pelo submarino desaparecido não podemos visitar nada, só olhamos de fora. A Rayssa nos indicou o Porto Madeiro, nos informamos com um policial que nos indicou o caminho errado, após algum tempo andando na chuva resolvemos voltar. Fomos para o hotel e por indicação do recepcionista fomos comer uma Parilla o nosso churrasco mixto, não tivemos uma experiencia muito boa, depois voltamos para o hotel para descançar

- Como o carro estava fazendo um barrulho eu gravei e mandei para Felipe e o mesmo mandou eu procurar um mecanico lá para limpar o pescador do oleo, após uma busca por mecanico nos postos da região sem sucesso, resolvi perguntar para os taxistas e me indicaram a oficina do mecanico Rau na Rua Humberto Primeiro, fui direto pra lá, como já era por volta de 5:30 ele pediu que eu voltasse no outro dia que ele olharia. Ai foi o jeito era voltar pra casa e aguardar o dia seguinte, no caminho tinha um centro comercial bem proximo do hotel, deixamos o carro e fomos la fazer umas comprinhas, voltamos para o hotel e resolvemos não ir ao show de tango, por conta do carro, estava preocupado em ter um grande gasto. Marcamos de sair com a Rayssa no dia seguinte pra conhecer o bairro Caminito onde fica o estádio da Bomboneira.   Ficamos em casa vendo filme e fomos dormir

14° Dia (27/07/2018)

- Acordei bem cedo e fui na oficina o Rau fez a limpeza e agora com tudo certo estava mais tranquilo pra passear.

- Mesmo com a chuva incessante, resolvemos ir de metrô, a estação ficava em frente ao hotel, descemos na estação Cordoba e fomos nos encontrar com os amigos dela que nos acompanhariam, pegamos um onibus até o bairro, um local bem colorido e cheio de bares, restaurante e lojas, bastante turistas, fomos no estádio de Lá Bomboneira e depois passeamos até bater a fome, paramos em um restaurante familiar e comemos um bife de chorrisco muito gostoso, pena que não servia com arroz, só batata frita e salada. Depois do almoço passeamos mais um pouco e já estava na hora de voltar, no caminho resolvemos conhecer o Café Tortoni, ao chegar lá não tinha condição uma fila imensa pra entrar, pelo que olhei la pra dentro é uma Confeitaria Colombo, batemos só uma foto na frente e vamos seguindo, fomos em uma loja de doçes pra comprar dúzias e mais dúzias de alfajo, no caminho perdi a toca que estava na cabeça da Duda e como estavam todos com frio, resolvemos tomar um caputtino na Star Burks,  como era bem perto do obelisco fomos novamente tirar foto. Depois disso fomos embora de metrô, chegando no hotel falei com o recepcionista que queria ir em um show de tango, ele ligou e reservou nosso lugar e agendou um taxi, subi e dei a noticia pra Silvia, fomos tomar banho e nos arrumar, como era um programa a dois fui comprar pizza e refrigerantes para deixar pra eles.

- Ao chegar o taxi descemos e fomos ao Catúlo Tango, um lugar muito acolhedor e fomos atendido por um garçon super gente boa. Jantamos bebemos vinho e esperamos o show começar. Foi muito emocionante não perdemos nada, o apresentador brincou com o publico e no final voltamos pro hotel.

15° Dia (28/07/2018)

- Preparamos as malas, coloquei no carro, fomos tomar café, depois fiz o chek-out e vamos pra estrada agora em direção ao Uruguai cidade de Montivideu, a intenção era atravessar o rio da prata de balsa, porém era bem caro, resolvemos dar a volta de carro, aumentaria a viagem em 3 horas mais pagariamos 1/3 do valor da balsa. Pronto na estrada a viagem foi super tranquila, quando chegarmos no Uruguai descobrimos que fora a região litorânea o Uruguai é uma fazendo gigante, não tem nada no interior do pais, só fazendas e mais fazendas, avistamos um produtor vendendo queijos, salames e embutidos, paramos provamos vários e compramos, durante a prova olhei um que o senhor falou que era queijo de cervo(porco), claro que eu tinha que provar, o gosto não era dos melhores fui perguntar de que era feito, ele disse que é feito do cérebro do cervo(porco) ai mesmo que o gosto ficou pior Kkkk. Pronto seguimos viagem, chegamos em Montivideu e a chuva não secava resolvemos bater umas fotos e subir para o Brasil, abastecemos o carro que por sinal a gasolina era mais cara que no Brasil, pelo mapa que recebi fizemos como meta dormir na cidade de Trinta e Treys já bem próximo da fronteira, como a estrada era boa e não tinha carro praticamente só minha seguimos viagem e foi o dia que ficamos até mais tarde, chegamos la por volta de 11h, ao chegar na cidade passamos por uma ponte, na verdade meia ponte, só tinha uma pista a outra tinha desabado, depois que olhamos ficamos com medo. Procuramos um local pra dormir, conseguimos deixamos as coisas e fomos comer, pedimos um sanduiche pra cada o Willian pediu uma massa, o da Duda pedimos um infantil, o primeiro que chegou foi o da Duda o hamburguer era do tamanho do prato, falei com o garçom que estava errado o dela era Jr seria pequeno, ele disse ta errado não esse era o pequeno. Quando o nosso chegou, era um hamburguer gigante, dava pra dois comer fácil. Acabamos e fomos pra pousada dormir.

16° Dia (29/07/2018)

- Acordamos fomos tomar café fizemos o chek-out, fomos abastecer e seguimos viagem, passamos pela aduanea, e seguimos antes de passar pela fronteira paramos em um supermercado e compramos vinhos e outras coisas pra seguir viagem por volta de 12h atravessamos a fronteira, pronto estavamos de volta ao Brasil, seguimos viagem com próxima parada seria Canela previsto de chegarmos as 19h. Por volta de 14h paramos em pelotas pra comer em uma churrascaria na beira de estrada, comida boa mesma é a brasileira, após comer seguimos viagem, tivemos que reduzir muito a velocidade pois no RS a BR-116 a pista é simples e ficamos em fila indiana com muitos carros e caminhões quando conseguimos sair da fila seguimos a viagem até Canela que chegamos as 19:30 guardamos as malas e o Nilson dono da pousada pediu uma pizza pra nós, todos foram tomar banho quando eu e i Nilson fomos buscar a pizza. Voltamos começos a pizza e fomos deitar.

17° Dia (30/07/2018)

- Acordamos fomos tomar café que por sinal muito bom o casal Nilson e Tathiana donos da pousada estão de parabéns e partimos pra conhecer a cidade, a pousada ficava bem próximo da Catedral de Pedra que foi nossa primeira parada, tiramos fotos visitamos e vamos procurar mais coisa, tinha que tirar dinheiro me informei com a fiscal e fomos a praça principal, tiramos varias fotos fomos na informações turísticas pegamos um mapa e saimos visitando os pontos indicado no mapa, fomos no Parque do Lago, Museu da Vela, Parque das Arvores, Vinicula Granja da Telha uma vinicula familiar que a Senhora Maysa nus recebeu muito bem, com degustação, compramos varios vinhos, suco de uva e doçes, fomos tb no Parque da Aventura, e no Santuário de Caravajo depois disso fomos almoçar, um restaurante no centro de Canela com comida caseira, uma delicia depois de muitos dias começos feijão. Depois do almoço fomos no Parque FloryBall - Parque dos Dinossauros, quando saimos já era mais de 5:30 estava já tudo fechado voltamos pra descansar e nos trocar para irmos ver o show de luzes da Catedral de Pedra, depois do show fomos dar uma volta na cidade, como estava muito frio, resolvemos procurar algo pra comer, paramos em uma hamburgueria que pedimos e levamos pra comer na pousada. Depois fomos deitar.

18° Dia (31/07/2018)

- Acordamos fomos tomar café e partimos pra Gramado, fomos na “Informações Turisticas” e fomos conhecer os pontos turisticos a catedral e andamos pela cidade, depois fomos almoçar e voltamos pra pousada, descansamos e esperamos anoitecer pra voltar a gramado pra ver as luzes. Quando chegamos la descubrimos que as luzes de natal só acendem no período do natal luz kkkkkk, fomos da volta pela cidade um frio muito grande, paramos pra degustar vinho, depois fomos tomar chocolate quente, compramos umas lembrancinhas e depois fomos comprar pão para levarmos na viagem do dia seguinte, quando estávamos procurando a padaria uma neblina muito forte desceu, aceleramos para voltar logo pra casa, na estrada indo pra Canela a pista estava com visibilidade muito baixa, quando chegamos próximo da pousada não dava pra ver 10 metros a frente, fomos bem devagar e chegamos em casa tranquilo. Antes de dormir arrumamos as malas e coloquei no carro. Fomos dormir.

19° Dia (01/08/2018)

-  Acordamos fomos tomar café, depois nos despedimos tiramos fotos e seguimos viagem, estava indo muito bem, como estávamos andando bem , conseguiríamos dormir bem perto de Aparecida que seria nossa ultima parada antes do RJ  parada essa pra agradecer pela maravilhosa expedição que tivemos. Mais quando estavamos chegando em Florianopolis pegamos mais de uma hora e meia de engarrafamento, praticamente parados, depois que conseguimos sair do engarrafamento, tentamos tirar o tempo parado porém mais uns 300 km a frente novamente perdemos mais de uma hora em outro engarrafamento agora por conta de obra na pista. Como as estrada era duplicada resolvemos ficar na estrada até um pouco mais tarde, fomos até às 23h quando chegamos na cidade de Registro em SP, achamos um hotel muito legal na beira da estrada, nos acomodamos eu assiste o segundo tempo do jogo e depois fomos dormir.

20° Dia (02/08/2018)

-  Acordamos fomos tomar café, por sinal pra mim o melhor café de todos que tomamos em toda a expedição, depois do café aproveitei pra completar o nível do óleo e pronto seguimos viagem passamos por São Paulo que cidade gigante aquele rodoanel é coisa de doido é muita saída e entrada para todos os lados, se não fosse a Beatriz (GPS) seria difícil passar ale, saindo de SP continuamos a viagem muito bem, chegamos em Aparecida as 14:30, não podemos assistir a missa pois só teria as 16h, participamos então do Terço da Misericórdia, tinhamos que seguir viagem pois não queira arriscar de passar pela Serra das Araras à noite pois estava com medo de nevoeiro, não pegamos nevoeiro mais pegamos uma chuva bem forte, graças a Deus foi tudo normal, chegamos no final da BR-116 umas 18:30, quando pegamos o engarrafamento na Av. Brasil, levamos mais de uma hora e meia até a entrada da Transolimpica, fomos ao mercado comprar alguma coisa pra casa que não tinha nada, na saída do mercado fomos na casa da Laryssa pra pegar o Caramelo e depois fomos pra casa chegamos às 21h. Subimos as malas a Silvia deu uma geral no quarto para podermos dormir e eu fui fazer uma macarronada para comermos.

- Marquei a quilometragem final 100565, rodamos em toda a expedição 9050km de muitas alegrias, descobertas e diversão aproveitamos cada minuto de cada dia, e o melhor de tudo passamos 20 dias intensos com toda a família juntos.

Agora é começar a planejar a próxima....

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    • Por MAQ1981
      Ola pessoal,

      Tenho 20 dias férias (sem chance de negociação) em Agosto/2020 e planejo viajar de carro (com esposa e filha de 18 meses) até Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS e depois Foz do Iguaçu.
      Sim. Só viajaremos se a questão do COVID19 tenha de fato amenizado. O que não parece ser o caso.
      Mas vou seguir com o planejamento e decidir na véspera...

      O trecho entre São Paulo e Floripa eu conheço bem.
      Planejo fazer uma parada de 1 noite em Curitiba e 3 noites em Florianópolis e então seguir para  Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS.

      A ideia é não fazer trechos muito longos de carro (> ~5hs) para não deixar minha filha muito irritada e cansada.

      Porém, o trecho entre Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS até Foz do Iguaçu está um quebra cabeça.

      A ideia a principio era sair de Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS e seguir até Chapecó e passar 1 noite para então seguir viagem.
      Porém os trechos de Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS até Chapecó e então Foz do Iguaçu são bem longos (~8hs)
      Tenho simulado diversas opções de caminho, cogitando 2 paradas antes de Foz do Iguaçu, mas as cidades mais promissoras ficam aproximadamente ~6hs.

      Alguém conhece essa região e poderia sugerir uma roteiro entre Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS até  Foz do Iguaçu?

      Obrigado. Grande Abraço!
      Marcelo
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Vai alugar um carro pela primeira vez? Está com medo de fazer algum procedimento errado? Tem dúvidas sobre como proceder durante o aluguel do veículo e no que prestar atenção? Confira essas dicas para não fazer nada errado na hora do aluguel de carro e até economizar! 
       

       
      Toda vez que você planeja uma viagem, uma das primeiras coisas a serem pensadas é como você vai se descolar. Ônibus, avião, trem, balsa… existem muitas opções que variam de preço, qualidade e conforto em diversos lugares do mundo, mas nenhuma delas possui a praticidade que alugar um carro possui. Até porque, no fim das contas, o carro é a única opção que que te dá completa liberdade para fazer seus próprios horários e de passar por lugares que outros tipos de transporte não passam.
      Por isso, há muito o que considerar quando você vai comparar o aluguel de um carro com comprar bilhetes de trem ou ônibus, principalmente se for a primeira vez que você aluga. 

      Continue lendo: 9 Dicas para Economizar no seu Primeiro Aluguel de Carro
    • Por mariana_
      Eu e meu namorado queríamos algo diferente no ano novo, eu doida para viajar. Até que surgiu uma promoção SP - Paris R$2.500,00, tudo bem que não é a passagem mais barata porém era réveillon. Tinha escala no México, e precisei comprar passagem de NVT para SP. 
      Dia 1: 25/12 - Embarcamos NVT para Guarulhos, passamos o dia todo lá no aeroporto e o primeiro perrengue: descobri que havia esquecido minha carteira, sorte q passaporte e dinheiro estavam na soleira comigo. Pensei em emergência usar o cartão do meu namorado. Nosso voo foi pela Aeroméxico noturno.
      Dia 2: 26/12 - Chegamos bem cedinho na Cidade do México, imigração foi tranquila e tivemos nosso primeiro carimbo no passaporte. Tínhamos 16h de escala, sendo assim alugamos um carro e fomos até as piramides de Teotihuacan, fica 1h de distância, paramos num posto e tomamos café da manhã. Alugamos o carro por ser mais em conta que excursão. Não queríamos depender de ônibus e Uber pois ficamos com medo de perder o voo. E foi super tranquilo dirigir por lá, havia lido relatos que era confuso. Voltamos perto das 14:00h, queria comer uma comida tipica e não achei nada na estrada principal e acabamos indo pro aeroporto mesmo. Embarcamos cansados para Paris. No voo servem tequila, vodka e foi um jantar muito delicioso de carne com batata. 
       
       
      Dia 3: 27/12 - dia dos Perrengues: Finalmente em Paris chegamos pelo Charles de Gaulle, imigração mega tranquila. Mas ai começou o segundo perrengue. Fomos pegar o trem porém estava tendo a greve, até então os trens funcionavam, mas para nossa surpresa desespero não estavam mais. Buscamos informações no free wifi do aeroporto e compramos tickets de ônibus Roissybus, sua parada final era na Ópera. Pensamos que seria mais barato pegar um uber/táxi de lá. Fila estava imensa do ônibus, depois de 1h na fila percebemos que esquecemos uma mala de mão na parte das esteiras. Até tentei ir lá recuperar mas seria impossível pois meu namorado não colocou identificação na mala COLOQUEM ATÈ NA DE MÂO, as minhas estavam todas etiquetadas. (minha prancha estava na mala fiquei chateada pra caramba e cabelo aos ventos em quase toda viagem). 
      Chegamos na Ópera, cansados 2 malas grandes, 1 de mão sem rodinha, mochila e mais minha bolsa imensa e pesada. Subimos na galeria Lafayette (do outro lado da rua) com todas as malas, vimos lá de longe a torre. Aproveitando a galeria quentinha olhamos no maps e parecia ser perto o hotel. Engano nosso, com malas não foi nada fácil. Já estava escuro, era quase umas 19h. Eu estava cansada e com fome. Parei na primeira banquinha de comida e peguei um kebab fritas e refri. Pedi um uber até o hotel pois não aguentava mais. Hotel simples e pequeno conforme o site, sem surpresas. Ficava no Belle Ville, bairro chinês tudo em volta era chinês, até um mercado. Andamos um pouco encontramos um carrefour, pegamos uns lanches e bebida. Colocamos as bebidas do lado de fora da janela para resfriar.
       
       
      Dia 4: 28/12 (Sábado) - Acordamos cedinho, amanhecia umas 8:30h e escure umas 16:30h então queríamos aproveitar. Iriamos alugar as bikes Velib, já que metro estava em greve, aluguel de 24h custava 1,70€ e usava free por 30min, depois disso é cobrado por tempo. Ficamos mais de 1h tentando e não deu certo. Foram 300-élysées felizes. Na volta pro hotel, passamos pela feirinha natalina novamente e encaramos um brinquedo, mega radical 10€ cada um, mas super valeu a pena era algo que eu nunca tinha visto, e olha que eu já fui em vários parques. Retornamos ao hotel mortos.
       

       
      Dia 5: 29/12 - Acordamos cedo e pegamos a Velib antes que expirasse as nossas 24h, fomos até a catedral de Notre Dame, ela estava em reforma fizemos nossas fotos. O dia colaborou, estava sem nenhuma nuvem, céu bem azul. Fomos caminhando até o Pantheon, 1km bem pertinho embora fosse um morrinho acima. Logo depois fomos ao Jardim de Luxemburgo, caminhada rápida também de uns 15min. Lá tem umas cadeirinhas onde as familias sentam, as crianças ficam brincando. Bem agradável, aproveitamos o solzinho e ficamos ali sentados também pensando como iriamos para a torre, pois de lá sairia nosso mini cruzeiro. Encontramos um ponto de ônibus, na qual tem certinho os ônibus. Esperamos congelado e pegamos o nosso super lotado ônibus, como não tínhamos ticket fui pagar ao motorista, ele não cobrou, não sei se é por conta da greve. Fomos a ponte de bir-hakeim, onde em baixo dela da para fazer muitas fotos legais. e logo ali próximo tinha o pier onde saem vários cruzeiro. Eu comprei no Groupon e acompanhava crepe + refri. (já foi nosso almoço), tem um mini bar a bordo. Passa por vários pontos e tem um guia. Desembarcamos e mais uma vez nós na torre. Pegamos mais espumante e apreciamos o fim de tarde lá. E acabei caindo em um truque "onde esta a bolinha" lá perdi 200€ pronto, acabou minha viagem. Como fui estupida. Mas bola pra frente. Fomos ao hotel, comemos coisinhas do super mesmo.
      Dia 6: 30/12 - inicio da ROAD TRIP:  Iriamos pegar o carro no aeroporto, precisávamos ir até lá segunda-feira horário de pico. Logo chamei um táxi 50€. Uber estava 95€ Devido a demanda sem metro/trem acredito q por isso estava muito alto. Carro havia sido locado e pago pela Budget - PÉSSIMA FINAL EXPLICO O PQ - Planejávamos sair cedo e chegar em Bruxelas pro almoço e turistar. Precisávamos passar 1300€ de caução, e o cartão não passou. Lembra que já ficou 600€ de caução da velib, pois então não havia sido estornado ainda. Depois de horas de negociação, tiramos o seguro deles, nosso cartão já incluia seguro, (no Brasil era de madrugada, estávamos tentando ligar para aumentarem o limite, conseguimos e passou 900€. E pé na estrada.
       

       
      Como nosso itinerário estava atrasado devido essa locação, chegamos la já era escuro demos uma passadinha no Atomium e fomos pro Delirium Café. Segunda-feira estava socado, é muito divertido. Isso que eu não gosto de cerveja, então comprava nas liquors e bebia na rua. Comemos as famosas batatinhas fritas. São divinas. Fomos pro hotel Campanile, muito bom.
      Dia: 31/12 - Mais uma vez cedinho acordamos e fomos rapidinho nos pontos principais da cidade, pois iriamos pegar estrada até Amsterdã. Nosso hotel era na cidade vizinha,  pois estava muito caro para o ano novo. Paramos no hotel Bastion Hotel Schiphol Hoofddrop, outro hotel maravilhoso. Aquela parada básica no mercado, abastecendo as nossas bebidas para o ano novo, iriamos passar na praça Museumplein. Em Amsterdã não se pode beber na rua, então coloquei a vodka numa garrafa de água e lá fomos nós, paramos relativamente perto, na rua mesmo. Ficamos no ring de patinação era super cedo ainda, bebemos, comemos nossos petiscos. Conhecemos uns brasileiros, q ficaram conosco o resto da noite. Queima de fogos, quase não dava de ver pois tinha muita neblina. Meia noite estouramos champagne e logo fomos embora - (Para usar o banheiro se pagava 1,5euros)
    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile.
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Já contamos a primeira parte do nosso passeio, onde você encontra informações como: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. Se você não leu a primeira parte, então clique aqui.
      Nesta segunda e última parte vamos falar sobre: formas de chegar em San Pedro Atacama, aclimatação, hospedagem, casas de câmbio, agências de turismo, passeios, alimentação e compras.
      Então vamos ao que interessa [=
      → Formas de chegar até San Pedro de Atacama:
       • De avião: sim é possível!
      Mas quem vai de avião desembarca na cidade chamada Calama, que fica a aproximadamente 100 km de San Pedro. De lá é possível pegar um ônibus direto para San Pedro ou alugar um carro. Em San Pedro existe uma pequena rodoviária, bem no centro e que funciona praticamente o dia todo.
      • De carro: ir de carro é uma aventura incrível.
      • De moto: também uma forma muito bacana de pegar a estrada. Porém é mais limitado do que o carro, pois você não tem tanto espaço disponível, vai precisar fazer mais paradas para abastecer, etc., mas nada que tire o prazer do passeio.
      A maneira de ir vai depender da sua vontade e do quanto você está disposto a gastar.
      Por que vontade?
      Porque ir de carro por exemplo, cruzando o Brasil, a Argentina e Chile não é para qualquer um. É uma viagem longa, cansativa, demorada, que vai te exigir planejamento, paciência e atenção a todo momento. Ou seja, tem que ter muita VONTADE mesmo!
       E quanto você está disposto a gastar?
      Pegar um avião, desembarcar e chegar é muito rápido e fácil. Porém tem o seu preço.
       Quando nós resolvemos fazer a nossa viagem, fizemos uma comparação entre ir de carro e ir de avião. Sem dúvida ir de carro era mais barato. E sem contar que ir de carro você aproveita o passeio, pode parar quando quiser, pode tirar fotos pelo caminho, conhece outras cidades pelo caminho. Então tudo isso pesou na hora da decisão.
      Por isso eu digo: VÁ DE CARRO, VALE MUITO A PENA.
       *Mas lembre-se de revisar o seu carro antes. Preparar tudo que precisa com antecedência.
       Segue abaixo um resumo para quem vai de avião:
       Você embarca no Brasil e desembarca na cidade de Santiago (Chile).
      De Santiago você pega outro avião até a cidade de Calama.
      De Calama você pode pegar um ônibus (turismo) que te leva até a rodoviária de San Pedro de Atacama ou pode alugar um carro e dirigir até lá.
       Todos os ônibus que chegam em San Pedro de Atacama desembarcam no Terminal de Buses, que é uma pequena rodoviária, que fica bem próxima da Rua Caracoles, que é a principal rua de lá (aprox. 5 min caminhando).
       Distâncias:
       Santiago x Calama: 1530 Km
      Tempo de voo: 2h
       Calama x San Pedro de Atacama: 100 Km
      Tempo na estrada: 1:30h
       
       → Aclimatação:
       Você vai perceber que o ar em San Pedro é diferente.
      É normal você ter certa dificuldade para respirar, devido à altitude.
      Pelo caminho você já começa a notar a diferença. Quanto mais alto, mais difícil a respiração.
      Esteja preparado, pois seu nariz e sua boca irão ficar bastante secos.
      Nós sentimos dificuldade ao dormir, pois de madrugada o nariz trancava e a boca ficava seca demais.
      Algumas vezes nós levantávamos para tomar água e umedecer o nariz.
      Conversamos com alguns brasileiros, que relataram terem sentido dor de cabeça e enjoo.
      Mas é uma condição suportável.
      Entenda que é um clima totalmente diferente do nosso.
       Durante o dia era quente e seco.
      A noite a temperatura era agradável.
      Para não dizer que nesse lugar não chove, o guia nos contou que chove uma semana por ano.
       Curiosidades:
      San Pedro de Atacama está a 2.300 metros acima do nível do mar. E tem alguns passeios que nos levam a 5 mil metros.
       Dica:
      Beba muito líquido, evite álcool e prefira comidas leves.
        
      → Hospedagem
       Em San Pedro existem muitos Hostels.
      Nós escolhemos um hostel chamado Casa Lascar, que ficava ao lado da rodoviária de San Pedro. Muito próximo ao centro. Esse hostel nos atendeu muito bem, pois tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e um banheiro só para nós. A reserva foi feita na plataforma booking.com. O preço não era absurdo e valeu muito a pena.
       Dica:
      Quando você for procurar a sua hospedagem, você pode escolher por exemplo: quarto compartilhado ou não, banheiro compartilhado ou não, que tenha garagem, local para lavar a roupa, cozinha, etc. Tudo depende da sua necessidade e do quanto você quer gastar. Sites para reservar hotéis é só digitar no Google.
       
       → Casas de câmbio
      Em San Pedro existem algumas casas de câmbio, onde você pode fazer a troca do seu dinheiro de forma muito simples e fácil. A maioria delas fica aberta até tarde da noite, então é bem tranquilo.
      Nós trocamos todo o nosso dinheiro em San Pedro e valeu muito a pena, pois se tivesse trocado no Brasil teríamos perdido muita grana. Nós trocamos o nosso dinheiro na casa de câmbio RENT A BIKE EMILY, pois foi a casa de câmbio que nos ofereceu a melhor cotação. E esta casa de câmbio também aparece em outros blogs de viagem, por isso nós optamos.
       Dica:
      Pesquise em pelo menos três casas de câmbio, antes de trocar o seu dinheiro.
      Nós falamos com duas casas de câmbio antes, para saber a cotação. E por último fomos até a RENT A BIKE EMILY. Chegando lá nós falamos sobre o preço dos concorrentes, então ali conseguimos a melhor cotação.
       
       → Agências de turismo
      Em San Pedro existem muitas agências de turismo, oferecendo pacotes dos mais diversos.
      Existem alguns passeios que não são todas as agências que fazem, por exemplo subir na boca do vulcão. Neste caso só uma e outra fazem o passeio, pois é mais arriscado, demora mais, requer alguns equipamentos específicos, etc.
       Nós reservamos os passeios antes da viagem.
      Fechamos os passeios com a agência Volcano Aventura, que fez um preço muito interessante.
      Na ocasião pagamos uma parte adiantado e o restante quando chegamos. Foi bem tranquilo, nos atenderam super bem, não tivemos qualquer problema. E a negociação toda foi pelo whats.
       Dica:
      Pesquise bastante, pois só assim você consegue um preço bacana.
      Consulte as páginas de cada agência, no Facebook, Instagram, etc. Veja os comentários, a data da última atualização, etc. Assim você tira uma ideia se a agência é boa ou não.
      Mais passeios ou mais pessoas, geram bons descontos. Seja esperto e negocie.
       
       → Passeios
       A maioria dos passeios começa muito cedo, por isso você precisa se programar com horários.
      As agências te pegam na “porta de casa”, ou melhor, na porta do seu hostel.
      Junto ao motorista sempre tem um guia que fala espanhol ou inglês.
      Ao chegar no destino, eles também servem uma mesa de café, com doces, frutas, água, suco, etc.
      É muito divertido, vale muito a pena.
      Geralmente as agências realizam um passeio por dia, para não cansar seus clientes.
      Há também passeios noturnos, basta você pesquisar na internet, para saber mais.
      Outra forma de passear em San Pedro é alugando uma bike. São várias lojas que tem bike para alugar por dia, por hora, etc.
      Dica:
      É possível realizar a maioria dos passeios com seu próprio carro, porém algumas estradas não são boas, pois tem pedras, buracos, lama, etc. Se o seu carro não for preparado, melhor ir com a agência de turismo, pois elas têm carros preparados para esses lugares.
      Nós fizemos todos os nossos passeios com a agência.
       
      → Alimentação
      Os restaurantes servem de tudo e um pouco mais.
      Mas vale lembrar que as comidas de restaurante não são iguais a que você come em casa.
      Por isso, se você prefere aquela comidinha caseira ou aquele feijão, saiba que não vai encontrar.
      Nós optamos em fazer a nossa janta todos os dias. Então passava no mercado, comprava os ingredientes e preparava tudo no hostel.
       
      →Compras
      Em San Pedro você encontra de tudo para comprar, inclusive tem algumas marcas famosas que tem lojas nesse lugar. Não pense que é tudo baratinho não. Se você fazer a conversão para sua moeda, cuide para não cair pra trás.... (kkk);
       Vale a pena comprar uma lembrancinha ou outra, mas não dá para se empolgar.
       
       Acho que é isso pessoal.
      Espero que vocês tenham gostado.
      E tomara que esse relato possa ajudar vocês a planejarem sua próxima viagem.
      Um grande abraço.
       Contatos:
      47 988417695
      Instagram: thiagomarianobnu
    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile. 
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Para realizar esta viagem primeiro nós fizemos algumas pesquisas, como por exemplo: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. 
      Juntamos todas essas informações numa planilha e então começamos a trabalhar nela. Então no mês de Setembro/2018 começamos a fazer as contas e preparar tudo o que precisava para viajar.
      Nessa primeira parte vamos tentar abordar o máximo de informações com relação ao roteiro, situação das estradas, GPS, câmbio, aduanas, seguros, itens obrigatórios, pedágios e combustível. 
      Na segunda parte vamos falar um pouco sobre San Pedro de Atacama e sobre os nossos passeios.
      Então vamos ao que interessa:
      Nessa viagem foram 04 pessoas: Eu (Thiago), minha esposa Priscila, meu Pai e a namorada do pai.
      Saída de Blumenau: 22/12/2018.
      Chegada em San Pedro de Atacama: 25/12/2018.
      Saída de San Pedro de Atacama: 31/12/2018.
      Chegada em Blumenau: 03/01/2019.
      Carro utilizado: Peugeot 207, ano 2012. Motor 1.4, c/ 04 portas.
      Roteiro/Condição das estradas/Pedágios:
      Dia 01 - Blumenau - SC x São Borja - RS. Total: 860 Km.
      Esse caminho é o mais curto, porém tem muitos trechos com pista ruim (buracos, desníveis, etc.), além disso tem muitos radares e lombadas eletrônicas. O motorista tem que ficar atento.
      Pedágios:  Nenhum.
      Dia 02 - São Borja-RS x Presidência Roque Sáenz Peña - Argentina. Total: 620 Km.
      As estradas são boas, pelo menos são melhores que do que as do Brasil.
      Pedágio 01: logo que passa a Aduana, já tem um guichê de pedágio. Valor pago em moeda brasileira: R$ 50 para veículos de passeio. (na volta ao Brasil, o valor é R$ 65)
      Pedágio 02: RN-12 aprox. no Km 1262. Valor: 50 Pesos Argentinos.
      Pedágio 03: RN-16 aprox. no Km 05. Valor: 40 Pesos Argentinos.
      Pedágio 04: RN-16 aprox. no Km 60. Valor: 65 Pesos Argentinos.
      Dia 03 - Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina) x Salta (Argentina). Total: 630 Km. 
      As estradas também são muito boas.
      Observação: na RN-16, entre os KM 410 e 481 a estrada é "horrível". Tem muitos buracos. Buracos gigantes. Você vai perder tempo desviando deles.
      Pedágios: RN-09 chegando na cidade de Salta. Valor: 25 Pesos Argentinos.
      Dia 04 - Salta (Argentina) x San Pedro de Atacama (Chile). Total: 580 Km.
      As estradas também são muito boas.
      Observação: Nós usamos o caminho Paso de Jama, que é melhor, pois é todo asfaltado até San Pedro de Atacama.
      Pedágios:  Nenhum.
      *Na volta pra casa fizemos o mesmo trajeto. 
      Hospedagem:
      Dia 01 - Dormimos na casa de parentes. Não tivemos gastos com hospedagem nesse dia.
      Dia 02 - Ficamos hospedados no hotel de campo El Rebenque, que fica na cidade de Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina).
      Dia 03 - Ficamos hospedados no hotel Pachá, que fica na cidade de Salta (Argentina).
      Dia 04 - Ficamos hospedados no hostal Casa Lascar, que fica em San Pedro de Atacama (Chile).
      Aqui dormimos dia 25, 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro/2018.
      *Na volta pra casa ficamos nos mesmos hotéis.
      Câmbio:
      Peso Argentino: nós trocamos todo o dinheiro brasileiro por Peso Argentino na aduana, que fica logo depois da Ponte internacional, saindo de São Borja-RS.
      Valeu muito a pena trocar o dinheiro na aduana, pois pagamos 0,10 por cada Peso Argentino. Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi 0,15.
      Comparação de preços Blumenau x Aduana Argentina:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 6.666 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,15)
      R$ 1 Mil reais trocados na Aduana valem: 10.000 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,10)
      Peso Chileno: nós trocamos R$ 1 Mil (reais) em Pesos Chilenos aqui em Blumenau, para ter um pouco de dinheiro na chegada à San Pedro de Atacama.
      O restante do dinheiro brasileiro nós trocamos em San Pedro de Atacama. Trocar o dinheiro em San Pedro valeu muito a pena, pois recebemos 170 Pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real). Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi de 154 pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real).
      Comparação de preços Blumenau x San Pedro de Atacama:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 154.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 154)
      R$ 1 Mil reais trocados em  San Pedro de Atacama valem: 170.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 170)
      *Compare antes de trocar seu dinheiro.
      Combustível / Postos de abastecimento:
      Na Argentina tem dois tipos de gasolina: a Super (comum) e a Infinia (aditivada).
      Infinia: variava de 45 a 48 pesos.
      Super: variava de 41 a 44 pesos.
      *Abastecemos com gasolina Infinia nos Postos YPF.
      *No Chile não abastecemos, por isso não informamos os tipos e preços que existem.
      Na Argentina tem muitos postos de abastecimento durante o trajeto. O último posto fica bem próximo da Aduana, no Paso Jama (divisa entre Argentina e Chile).
      Depois da Aduana não tem mais posto durante o caminho. Vai ter um posto somente em San Pedro Atacama (distância entre Aduana e San Pedro Atacama: 160 KM aprox.)
      GPS:
      Nós utilizamos dois aplicativos de geolocalização: o Google Maps e o Maps.me. Levamos dois Smartphones, em um deles usamos o Maps.me e no outro com Google Maps.
      Antes de sair nós fazíamos os trajetos pela rede WiFi e depois saíamos para a estrada. Os dois aplicativos funcionaram muito bem no modo off-line.
      Dica: o aplicativo Maps.me funciona totalmente no modo off-line. Para isso é necessário baixar os mapas off-line da região que você vai passar. Exemplo: nós baixamos todos os mapas da Argentina, do Chile e também dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 
      Seguros obrigatórios para seu carro:
      Na Argentina: seguro Carta Verde. Você pode fazer em qualquer corretora de seguros.
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro com a Porto Seguro, com a cobertura de até 15 dias. Custo: R$ 125. Débito em conta corrente.
      No Chile: seguro SOAPEX. Você pode fazer este seguro com a HDI do chile. Só digitar no Google "HDI Chile".
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro direto no site da HDI Chile, com a cobertura de até 10 dias. Custo: R$ 40. Pagamento somente no cartão de crédito. 
      *Veja se o seu cartão está liberado para realizar esta compra.
      Observação: em nenhum momento a polícia ou aduana nos cobrou esses documentos.
      Seguros para você:
      Nós optamos por não fazer nenhum seguro de vida ou de acidente. 
      Mas as empresas de seguro oferecem inúmeras modalidades.
      Avalie a que melhor se enquadra com seu bolso.
      Itens obrigatórios para o carro:
      Na Argentina:
      Vários blogs e pessoas nos disseram que teríamos que levar um monte de coisas no carro.
      Então nós entramos em contato com o departamento de trânsito da Argentina e também com o consulado Argentino no Brasil que fica em Florianópolis.
      Segundo eles, os itens obrigatórios são:
      - 01 Extintor de incêndio (exceto em motos);
      - 02 triângulos de segurança;
      - Além dos demais exigidos no Brasil (pneu estepe, chave de rodas e macaco).
      E tem também os itens recomendados: (notem que são recomendados, não obrigatórios)
      - Kit de primeiros socorros;
      Portanto, não é obrigatório levar o tal do "cambão", que muitos blogs informam ser obrigatórios.
      No Chile:
      Considerar todos os itens obrigatórios citados acima.
      E no Chile todos os motoristas são obrigados a ter no carro um "colete refletivo". Caso o motorista precise sair do carro para alguma manutenção ou emergência ele precisa estar vestindo o colete. Isso é LEI NACIONAL. Na dúvida leve um colete também.

      Observação:
      Na Argentina fomos parados diversas vezes pela polícia. Em quase todas as cidades que passamos ao longo do caminho a polícia nos parava para solicitar algum documento.
      Algumas vezes eles pediam os documentos de identidade e do carro. Em outras eles faziam o teste de bafômetro. Mas em nenhum momento a polícia precisou revistar o nosso carro.
      No Chile não fomos abordados.
      Aduana Brasil x Argentina: Muito tranquilo.
      O atendente solicita os documentos do carro e identidades.
      Preenche um formulário no computador.
      Por último entrega um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Argentina x Chile.
      Não tem custo.
      Aduana Argentina x Chile: chato/demorado (pode ter fila e os atendentes são malas)
      A Aduana que nós passamos foi no Paso Jama.
      Tem 06 guichês.
      É necessário preencher um formulário em espanhol. Nesse formulário tem uma parte que fala se você está levando algum alimento que é "proibido".

      Após passar em todos os guichês eles entregam um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Chile x Argentina.
      Comidas não podem passar. Exemplo: frutas, verduras, carnes, lanches, etc. Tudo que é animal ou vegetal fica na Aduana. Alimentos processados passam. Alegação deles é que pode haver alimentos contaminados ou pragas. Se no formulário estiver a opção NÃO, mas na hora de revistarem o carro eles encontrarem alguma coisa, você leva uma multa.
      Após sair dos guichês vem um fiscal da vigilância sanitária e inspeciona o carro.
      Só depois de inspecionar o carro você está livre para seguir viagem.
      Não tem custo.
      *Na volta pra casa é necessário fazer tudo de novo, porém a vigilância sanitária não revistou o carro dessa vez.
      Espero que tenham gostado dessa primeira parte.
      Se tiverem algum comentário ou dúvidas por favor nos retorne.
      Um abraço.
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