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Célio1502425757

Sugestões para 5 dias na Toscana

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Amigos, em março/19,  irei com minha esposa para Itália, chegarei por Roma, onde ficarei 4 dias completos. Este roteiro já fiz, sendo que no 5º dia pegarei um trem para Florença, ficando por 2 e 1/2 dias, roteiro já realizado também. A partir deste ponto, gostaria de conhecer as regiões da Toscana, que compreendem Siena, Montalcino, Montepulciano e adjacências. Teoricamente teria 3/4 dias inteiros, gostaria de sugestões, de onde montar minha base, para evitar trocas de hotéis. Sei que será corrido, mas é o tempo que tenho, pois depois fico um dia em Veneza, 2 em Milão, e volto para São Paulo.

Obs. A partir da saída de Florença, penso em alugar um carro, e depois devolve-lo na Florença, para pegar o trem para Veneza.

Ficaria grato por sugestões e críticas!

Abração a todos!

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Olá @Célio1502425757, tudo bem?

Acabo de retornar da Itália em lua de mel com minha esposa e talvez possa ajudar.

Considerando que você tenha 4 dias inteiros, o ideal seria fazer base em Siena e realizar bate-volta para algumas cidades da região. Minha sugestão é:

1º dia - Siena

2º Dia - San Gimignano/Volterra

3º - Lucca / Pisa

4º Dia - Montalcino / Montepulciano

Cinque Terre é também uma opção. O lugar é lindo! Se for o caso, substituiria Lucca/Pisa por um dia lá.

Além disso, não há necessidade de retornar à Florença para devolver o carro. Você pode fazer isso em Siena e de lá mesmo pegar um trem para Veneza.

  • Obrigad@! 1

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Em 04/12/2018 em 18:30, Rafael_Salvador disse:

Venho pesquisando sobre Cinque Terre ... me parece fascinante. Porem, minhas viagens são de verão... 

É a melhor época para visitar o lugar. É muito lindo!

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3 horas atrás, 2RC disse:

Olá @Célio1502425757, tudo bem?

Acabo de retornar da Itália em lua de mel com minha esposa e talvez possa ajudar.

Considerando que você tenha 4 dias inteiros, o ideal seria fazer base em Siena e realizar bate-volta para algumas cidades da região. Minha sugestão é:

1º dia - Siena

2º Dia - San Gimignano/Volterra

3º - Lucca / Pisa

4º Dia - Montalcino / Montepulciano

Cinque Terre é também uma opção. O lugar é lindo! Se for o caso, substituiria Lucca/Pisa por um dia lá.

Além disso, não há necessidade de retornar à Florença para devolver o carro. Você pode fazer isso em Siena e de lá mesmo pegar um trem para Veneza.

Muito obrigado meu amigo, esta ideia do trem , eu não sabia, farei isto! Excelente sugestão de roteiro! Farei base em Siena! Abraços e boa sorte a vcs!

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Não há trens diretos de Siena a Veneza, devolvendo o carro em Siena, você vai ter que ir até Florença de qualquer jeito.

Saindo de Siena, você pega primeiro um trem regional até Florença, lá desce do trem com todas as suas malas, corre para a outra plataforma arrastando as malas, e espera uns 30 ou 40 minutos o novo trem chegar que vai te levar a Veneza.

Então pessoalmente eu não vejo vantagem em você devolver o carro em Siena, o tempo que você vai levar dirigindo de volta a Florença é o mesmo que você gastaria no trem regional de Siena até Florença.

Então eu  pegaria e devolveria o carro em Florença, no mesmo local onde retirou ele, assim você não corre o risco de uma surpresa desagradável na hora de retirar/devolver o carro, com a locadora lhe cobrando uma taxa extra por devolver o carro num lugar diferente de onde você retirou ele.

 

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Não sei qual horário você pretende pegar o trem para Veneza, mas se for pegar o trem para Veneza no começo da noite, você poderia deixar San Gimignano e/ou Voltera para o último dia, estas cidades ficam no caminho entre Siena e Florença.

Assim você sai de manhã cedo de Siena com o carro, se programa para chegar em Florença lá pelas 18:30, para devolver o carro e pegar o trem das 19:30 para Veneza, passando em San Gimignano e/ou Voltera, que ficam no caminho para Florença.

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@Célio1502425757 , ano passado estive na Itália e fiquei tambem 5 dias (6 noites na Toscana).

No meu caso montei base em florença mesmo, pq é muito tranquilo fazer bate e volta.

Segue meu roteiro:

-Dia 01: Florença

-Dia 02: Florença acredito que 2 dias seja suficiente para conhecer bem Florença)

-Dia 03: Pisa e Luca. Fui de trem, muito tranquilo para fazer em um dia.

-Dia 04: Siena e San Gimminiano. Neste caso é melhor ir de ônibus, pois ja te deixa no centro de Siena. (https://passeiosnatoscana.com/2016/11/26/como-ir-para-san-gimignano-de-florenca-e-siena/)

-Dia 05. Val D'orcia. Esta região é maravilhosa, é onde vera as classicas paisagens de toscana e as melhores vinicolas. Eu fui em um tour com uma agencia de viagens, que incluia Montaltino, Montepulciano, Pienza e 2 vinícolas. Apesar de ter sido muito bom o tour, aconselho ir de carro, pois o melhor do dia serão as paisagens nos caminhos.

 

Que você faça uma excelente viagem.

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1 hora atrás, MMarttins disse:

@Célio1502425757 , ano passado estive na Itália e fiquei tambem 5 dias (6 noites na Toscana).

No meu caso montei base em florença mesmo, pq é muito tranquilo fazer bate e volta.

Segue meu roteiro:

-Dia 01: Florença

-Dia 02: Florença acredito que 2 dias seja suficiente para conhecer bem Florença)

-Dia 03: Pisa e Luca. Fui de trem, muito tranquilo para fazer em um dia.

-Dia 04: Siena e San Gimminiano. Neste caso é melhor ir de ônibus, pois ja te deixa no centro de Siena. (https://passeiosnatoscana.com/2016/11/26/como-ir-para-san-gimignano-de-florenca-e-siena/)

-Dia 05. Val D'orcia. Esta região é maravilhosa, é onde vera as classicas paisagens de toscana e as melhores vinicolas. Eu fui em um tour com uma agencia de viagens, que incluia Montaltino, Montepulciano, Pienza e 2 vinícolas. Apesar de ter sido muito bom o tour, aconselho ir de carro, pois o melhor do dia serão as paisagens nos caminhos.

 

Que você faça uma excelente viagem.

Muito obrigado pelas dicas! Tive que adiar a viagem, então edtou com mais tempo para pensar! Grande abraço!!

  • Gostei! 1

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    • Por Mari D'Angelo
      A Itália é um lugar fantástico, cheio de arte, história, cultura e beleza. Há muito o que ver e fazer, mas como tínhamos apenas 11 dias, o roteiro teve que ser um pouco resumido. Fizemos a viagem em 2012, por isso alguns valores podem estar desatualizados. Rodamos todas as cidades de trem usando a Trenitalia. Foram 4 dias em Roma, 3 dias Florença (com 1 dia dedicado a Pisa), 2 dias em Veneza e 2 dias em Milão.
       
      Hoje faria algumas coisas diferente e principalmente me planejaria melhor em relação à datas e reservas, mas acho que esse roteiro é uma boa base para conseguir conhecer o básico da bota!
       
      Dia 1 – Roma
       
      Aqui a chegada foi de avião, então para ir do aeroporto para o centro usamos o ônibus de transfer da Terravision (€ 6,00/pessoa) que para na estação de trem Roma Termini. Como o hotel era um pouco afastado, pegamos um taxi até lá. Já era um pouco tarde e depois de uma tentativa frustrada de ir até a Fontana di Trevi, comemos algo perto do hotel mesmo e descansamos para o dia seguinte. O transporte em Roma é um pouco caótico então recomendo se hospedar relativamente perto dos pontos a visitar. Usamos metrô e ônibus e no centro fizemos muita coisa a pé.
       
      Dia 2 – Roma
       
      – Monumento a Vittorio Emanuele II (A imponente construção é uma homenagem ao primeiro rei da Itália após sua unificação, vale ver o prédio por dentro, é tão lindo quanto por fora. Visite também a igreja que fica do lado direito do monumento, é maravilhosa por dentro!)
       
      – Coliseu (Na verdade o ingresso é um combo para o Coliseu, o Palatino e o Foro Romano. Pegamos alguma fila para entrar no primeiro, imagino que começando pelos outros dois a fila da compra pode ser eliminada. Pagamos € 12,00/pessoa na época)
       
      – Foro Romano (O enorme local abriga as ruínas do que já foi o ponto de encontro de nobres romanos, é realmente muito grande e fica mais interessante se tiver um guia ilustrado para entender o que está vendo)
       
      – Museu de cera (Sinceramente, é interessante, mas dispensável. Acho que se perder pelas ruas da cidade vale mais a pena)
       
      – Fontana di Trevi (Esse lugar é uma das coisas mais lindas que já vi! Conheça de dia e de noite e tome cuidado com os golpes!
       
      Dia 3 – Roma
       
      – Vaticano (Acabamos não conseguindo entrar, a fila estava de mais de 5 horas pois no dia seguinte seria feriado -atente a isso no seu roteiro pois nos dias de feriado quase tudo fecha-)
       
      – Piazza del Popolo (Acabamos andando um pouco sem rumo depois de desistir do Vaticano, a praça é bonita, mas dispensável se estiver sem tempo)
       
      – Piazza di Spagna (A praça é linda, se for na primavera verá a escadaria toda florida. Só prepare-se para a multidão)
       
      – Panteão (Antes de virar um local sacro para o cristianismo, era um templo de deuses greco-romano pagãos)
       
      – Igreja São Luis dos Franceses (Conserva algumas obras de Caravaggio)
       
      – Piazza Navona (Tem uma fonte central maravilhosa!)
       
      – Bocca della Veritá (Tem que colocar a mãozinha lá dentro né?!)
       
      – Trastevere (Simpático bairro, agradável para um almoço no fim da tarde)
       
      Dia 4 – Roma
       
      – Castel Sant’Angelo (Queríamos entrar mas como era feriado, estava fechado, acho que deve valer a visita)
       
      – Basílica de Santa Maria Maggiore (Seu interior é uma obra de arte!)
       
      Dia 5 – Florença
       
      Da Roma Termini pegamos o trem para Florença, a cidade é pequena então dá pra fazer tudo a pé. Ficamos no Hostel Plus Florence, um dos melhores que já conhecemos, recomendo! Dá pra chegar a pé da estação (embora seja um pouco cansativo com malas).
       
      – Igreja Santa Maria del Fiore (Cartão postal da cidade, o interior da sua cúpula é fantástico! Além disso, subindo no topo da igreja tem-se uma vista verdadeiramente panorâmica)
       
      – Galeria Degli Uffizi (Boticelli e outras obras incríveis!)
       
      Dia 6 – Pisa / Firenze
       
      De manhã cedo pegamos o trem para Pisa, achei um pouco bagunçado, especialmente na volta, mas perguntando e seguindo o fluxo dá pra se encontrar.
       
      – Pisa (Não há muito o que fazer, mas vale ver a famosa torre ao vivo, uma manhã é suficiente)
       
      – Igreja Santa Maria Novella
       
      – Museu dell’Opera del Duomo (Destaque para Pietá e algumas obras de Donatello)
       
      – Ponte Vecchio (Apesar de não ter me encantado muito por sua beleza, a história interessante)
       
      Dia 7 – Firenze
       
      – Galleria dell’Accademia (Davi de Michelangelo é o grande destaque)
       
      – Basilica di Santa Croce (Onde está enterrado Michelangelo, Galileu Galilei, entre outros)
       
      Dia 8 – Veneza
       
      De manhã cedo pegamos o trem para Veneza, aqui e aqui estão os post contando em detalhes nossos dias por lá. Se tiver um dia a mais no roteiro adicione as ilhas de Murano ou Burano.
       
      – Basílica di San Marco (Visite-a por dentro para ver os lindos tetos em mosaico de ouro)
       
      – Ponte do Rialto (Cartão postal da cidade)
       
      – Palazzo Ducale
       
      Dia 9 – Veneza
       
      - Museu de história natural (Interessante, mas se não for um grande fã do assunto não vale muito a pena)
       
      – Museu Peggy Guggenheim (Maravilhoso!!!)
       
      - Igreja Santa Maria della Salute
       
      Dia 10 – Milão
       
      Vou ser bem sincera, não gostei muito de Milão. Na verdade, acho que achei um pouco parecida com São Paulo, mais urbana do que o “padrão” velho continente. Mas claro que tem lá seus encantos, começando pela estação de trem, que é linda!
       
      – Galeria Vittorio Emanuele (O lugar é maravilhoso do chão ao teto, abriga lojas de luxo e um Mc Donalds onde é possível tomar um café da manhã barato)
       
      – Catedral de Milão ou Duomo (Linda! Vale a pena subir, não pela vista, mas para observar a arquitetura de perto. Ah, esse é um dos muitos lugares na Itália onde há restrições com roupas curtas)
       
      – Castelo Sforzesco (o gostoso aqui é entrar pelo castelo, passar pelo parque e terminar no Arco della Pace. Aqui também tem golpes, fique atento)
       
      Dia 11 – Milão
       
      Este dia basicamente sobrou, tínhamos reservado um dia para ir ao Lago di Como e acabamos cancelando por achar que seria pouco tempo em Milão, me arrependo muito, não faça isso! Visitamos o museu do Castelo Sforzesco que reune obras de diferentes séculos e encontramos uma exposição de design gratuita para completar. Queríamos ter visto “A Última ceia”, mas não conseguimos pois é necessário agendar antecipadamente e é super concorrido! O site para comprar pela internet é este.
       
      É claro que o roteiro tem só os pontos chave de cada lugar, não deixe de se perder pelas ruazinhas, experimente o delicioso canoli, tome muito gelato (o de nutela e chocolate com laranja foram os meus preferidos), prepare-se para comer uma pizza inteira sozinho e pode confiar no vinho da casa!
       
      ps. Terminando este texto percebi que agora que estou começando meus estudos em História da arte, preciso voltar e rever tudo isso com outros olhos!
       
      Veja o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/italia-de-trem-roteiro-de-11-dias/
    • Por Douglas Rezini
      Olá Mochileiros. Essa foi minha primeira viagem para fora da América do Sul e também meu primeiro mochilão. Esse relato não é só para compartilhar qual foi meu roteiro, mas para tentar ajudar outros mochileiros a terem experiências melhores que as minhas e também tentar transmitir o quando toda essa experiência me mudou positivamente.
      Escolhi a Itália por vários motivos, mas principalmente porque sou apaixonado por história e sempre foi um sonho conhecer as ruínas do império romano e porque sinto um grande carinho pela Itália, carinho que me foi transmitido através dos meus avós, bisavós e minha família de modo geral. Também existem outros motivos, como as belezas naturais e a arquitetura do país, a facilidade do Idioma, a culinária e os vinhos.
      Parti de Navegantes no Brasil no dia 09/Agosto/2019 durante a manhã e cheguei na Itália, após uma escala em Guarulhos e outra em Paris, dia 10/Agosto/2019 a tarde. Já havia feito a reserva e pago antecipadamente por todos os Hostels, também levava comigo 1.100 Euros e na minha mochila roupas suficientes para uma semana. Talvez vou estar sendo repetitivo, mas para mim algumas coisas foram essenciais nessa viagem, como: Power Bank, tampões para o ouvido, máscara de dormir, doleira, fone de ouvido, mochila de ataque, remédios simples de modo geral (Dipirona, Ibuprofeno, Plasil, etc), protetor solar e labial. São coisas simples, mas que fizeram toda a diferença.
      A forma com a qual eu vou escrever esse roteiro provavelmente vai ser diferente no decorrer dos dias, mas isto é porque a forma com a qual eu encarei essa viagem também mudou no decorrer desses mesmos dias. Alguns vão estranhar a quantidade de dias que eu passei em algumas das cidades, mas essa realmente foi a forma que queria viajar, aproveitando os lugares sem pressa.

      Principais cidades desse relato.
      Dia 01 - Roma - 10/Agosto/2019
      A escala de Paris para Roma atrasou em consequência cheguei uma hora após o previsto, mas felizmente não havia comprado tickets de trem ou ônibus. Do aeroporto peguei um ônibus pela empresa TERRAVISION, o qual custou 7 Euros. Como era sábado não tinha trânsito e em 35 minutos estava na estação Roma Termini. Existem várias companhias que fazem esse serviço, o ônibus é normal, mas tinha ar-condicionado e custava menos da metade do preço do trem.
      De Roma Termini fui andando por uns 15 minutos até chegar no Hostel Free-Hostels Roma. Gostei bastante do Hostel, o staff era bem atencioso, os quartos eram limpos e possuíam camas no formato de ninhos, os quais traziam alguma privacidade, e também são realizados eventos todas as noites para integração entre os hóspedes. O hostel normalmente tem alguma promoção para quem fazer a reserva no site deles, no meu caso foi o café da manhã incluso (Tinha nutella hahah).

      Eventos da semana que não são seguidos a risca, mas da para ter uma ideia.
       
      A duas quadras do Hostel tem um supermercado com bons preços. No mesmo dia fui até lá para comprar uma garrafa d’água e alguns snacks para comer durante o dia. Já havia lido em outros relatos e realmente é essencial ter sempre uma garrafa na mochila, não só em Roma, mas em outras cidades da Itália existem diversas fontes de água potável e gratuita espalhadas pelo centro e bairros onde é possível reabastecer a garrafa e economizar uns Euros.
      Não muito longe do mercado também comprei um Chip de celular da Voda Fone por 20 Euros em uma loja da própria companhia. O plano para turistas tem um mês de duração, pode ser usado em toda a Europa e conta com um limite de dados de 35 GB, porém não consome os dados para o uso de chats e redes sociais, mesmo para vídeo chamadas pelo que eu pude perceber. Muito cuidado, recomendo não comprar no aeroporto ou rodoviária, nesses lugares o preço quase que triplicava.
      Dia 02 - Roma - 11/Agosto/2019
      Começando a manhã visitando a feira de Porta Portese, a qual acontece todos os domingos. Não sei se existe um foco principal nos produtos da feira, mas haviam muitas barracas vendendo roupas e produtora baratos e de uso geral. Não é algo que me atrai muito e eu considero perdível, mas acabei encontrando e comprando uns livros usados e bem baratos para praticar a leitura em Italiano.

      Feira de Porta Portese
      Depois de lá segui andando até chegar na Isola Tiberina, cruzando as pontes em direção ao centro histórico começa o Gueto Judeu de Roma. Para quem gosta de história eu recomendo baixar Áudio Guias, no meu caso eu usei o aplicativo gratuito do Rick Steves durante esse e outros passeios, garanto que o local muda totalmente quando você sabe o que aconteceu ali. Também ouvi boas recomendações para comer lá, mas acabei chegando muito cedo para o almoço.
      Ali perto também estão o Pórtico de Ottavia e o Teatro di Marcellus. Perto do Pórtico existe uma descida que permite caminhar pelas ruínas, vale muito a pena. Não é necessário pagar nada ou enfrentar qualquer fila para acessar esses locais.

      Descendo pelo Pórtico de Ottavia

      Vista do outro lado onde é possível ver todo o Teatro di Marcellus
      Seguindo a direita um pouco mais a frente eu cheguei ao Foro Boario/Tempio di Portuno e da Bocca della Verità. Essa última tinha uma fila gigantesca de pessoas querendo tirar uma foto com a mão na boca da face esculpida no mármore. Segundo a lenda, se alguém contar uma mentira com a mão na boca da escultura, a sua boca fecharia na mão do mentiroso. A fila era realmente muito grande, portanto segui para o Monte Capitolino.
      A subida é um pouco cansativa, mas de lá é possível ter uma vista incrível das ruínas romanas e isso faz tudo valer muito a pena. No monte capitolino se encontra o museu capitolino, com uma coleção incrível de bustos, artefatos e até ruínas da Roma antiga. Talvez seja porque eu gosto muito da história de Roma, mas passei 4 horas lá dentro. Dentro do museu também é possível ter uma vista incrível das ruínas.

      Vista do Museu Capitolino
      Não entendo o porque, mas diferente de outros museus este não tem muita fila, acredito que vale a pena deixar para comprar o ingresso na hora e evitar de pagar a taxa de reserva online. Por fim, ali perto também estava o monumento Altare della Patria, um dos cartões postais mais famosos de Roma e com uma vista incrível da cidade. Para ter acesso ao terraço é necessário pagar, mas o último nível  antes do terraço já oferece uma vista incrível e de graça.

      Monumento Altare della Patria
      Dia 03 - Roma - 12/Agosto/2019
      Finalmente o dia de conhecer o Vaticano, como eu estava fazendo tudo a pé ajustei meu trajeto para passar em frente a Ponte Sant'Angelo e o Castelo Sant'Angelo, outro cartão postal muito famoso de Roma. Não achei que valia a pena comprar o ingresso para entrar, portanto fiquei somente no lado de fora observando as esculturas da ponte e o castelo em si. Fui alertado muitas vezes para tomar cuidado com golpes nessa região e no coliseu, talvez fosse muito cedo, mas nesse horário estava bem tranquilo e não vi ou presenciei nada do tipo.

      Ponte Sant'Angelo e Castelo Sant'Angelo
      Seguindo para esquerda por mais algumas quadras começava a entrada para o Vaticano, de longe já era possível ver que a praça São Pedro já se encontrava bem cheia. Chegando lá fiquei dando algumas voltas pela praça e logo me arrependi, a fila para entrar na basílica de São Pedro estava gigantesca. Depois disso corri para a fila, comecei a ouvir o Áudio Guia e meia hora depois estava dentro da basílica. Estava bem cheia, mas o lugar é incrível e vale muito a pena, seja você religioso ou não. Importante saber para poder evitar surpresas é que não é permitido ingressar na igreja com os joelhos ou ombros a mostra, nesse caso basta cobrir com um lenço, cachecol, echarpe para poder ingressar. Isso vale para todas as igrejas e catedrais famosas na Itália.

      Vista de fora da Basílica de São Pedro
      V
      Vista de dentro da Basílica de São Pedro
      Por 10 Euros é possível acessar a cúpula e o terraço e ter uma vista incrível do vaticano, mas a fila era bem grande e também no meu caso tive que sair correndo pois estava atrasado para a visita agendada aos museus do Vaticano. Quando cheguei na rua do museu me deparei com uma fila gigantesca dobrando a esquina, porém um funcionário logo me indicou que era a fila para comprar os bilhetes e como já havia comprado pela internet pude ir direto. Nesse caso, comprar de forma antecipada foi essencial para evitar horas de fila no sol.
      Acredito que eu tenha ficado pelo menos 3 a 4 horas dentro dos museus. Todas as salas são normalmente muito cheias, algumas quentes outras mais agradáveis, mas independente disso todas as obras, relíquias, tapeçarias, estátuas, tudo faz fazer a pena. Acredito que não só nesse, mas nos demais museus é essencial ter um áudio guia para aproveitar o máximo de tudo o que oferecem. Existem diversos gratuitos na internet, mas os museus também oferecem os seus e que são obviamente pagos.

      Uma das várias salas do museu, detalhe para o tamanho das pessoas e das esculturas.
      Por fim todos os caminhos eventualmente vão levar para a Capela Sistina, um dos lugares mais lotados e tumultuados do museu. Você vai se cansar de ouvir os funcionários pedindo silêncio a cada 5 minutos, também é proibido tirar fotos e eles vão te falar isso várias vezes. Novamente, é essencial ter um áudio guia para explicar cada parte dessa obra de arte em detalhes e prepara o pescoço para ficar um bom tempo olhando para o teto.
      Dia 04 - Roma - 13/Agosto/2019
      Comecei o dia caminhando em direção ao coliseu, essa região é cheia de ruínas e é possível inclusive acessar algumas partes gratuitamente. Andei sem pressa parando para ler as placas informativas que os locais possuem e escutando o áudio guia. Não muito longe dali caminhei para a Igreja de Santo Inácio de Loyola, a igreja é bela mas o que impressiona mesmo são os afrescos, vale muito passa lá para dar uma olhada, é de graça e não é lotada de turistas.

      Igreja de Santo Inácio de Loyola
       

      Uma parte dos afrescos no teto da igreja.
      Continuei o passeio em direção ao Panteão, mas como sempre eu tento alterar meus trajetos para passar por outros lugares onde existe algum monumento ou ponto conhecido, nesse caso foram a Colonna di Marco Aurelio e o Obelisco di Montecitorio, a histórico por trás desses monumentos é algo único e quando você lê ou escuta sobre essas histórias os lugares mudam completamente.
      Mesmo antes de chegar no Panteão você vai perceber que está perto pelo número de pessoas, e nesse lugar eu diria para ficar bem atendo aos batedores de carteira e a golpes. Lotado de pessoas ou não, é uma obra incrível que deve ser vista, a fila é bem rápida e não é necessário pagar para entrar. Como é uma igreja eles pedem para que as pessoas naõ entrem com joelhos e ombros a mostra, mas o controle não era tão rígido quanto no vaticano.

      Panteão
      Tentei visitar a Basilica di Santa Maria Sopra Minerva e a Igreja di Sant'Agnese in Agone nesse mesmo dia, mas ambas estavam fechadas, a segunda fechou logo quando eu estava chegando, portanto é bom ficar atendo aos horários. No mesmo local da igreja está a Piazza Navona e la Fontana dei Quattro Fiumi, ao redor da praça existem diversos restaurantes, bares e algumas gelaterias. As fontes são belíssimas e vale a pena parar para comprar um gelato e ficar olhando cada detalhe das esculturas.
       
      Fonte do Mouro

      Fontana dei Quattro Fiumi e Chiesa di Sant'Agnese in Agone ao fundo
      Na volta para o Hostel ainda passei pela Piazza di Pasquino onde existe a estátua chamada de Pasquino, uma das mais famosas "estatuas falantes" de Roma, e pelo Campo de' Fiori onde existe uma pequena feira com preços bem turísticos. 
      Por mais que andar pelas ruas de Roma é se perder no tempo e conhecer algo novo a cada esquina, eu percebi que depois desse dia eu estava andando demais e resolvi comprar o bilhete de 7 dias para usar o transporte público de Roma. É possível comprar em Roma Termini ou em algumas tabacarias, custa 24 Euros e da acesso a ônibus, metro e tram, basta validar no primeiro uso e manter com você para ser apresentado caso necessário.
      Com o ticket em mãos aproveitei para visitar alguns lugares a noite. Comecei com a Piazza di Spagna, conhecida pela sua escadaria onde as pessoas costumavam se reunir para interagir, beber e comer. Porém, recentemente a prefeitura proíbe e a polícia fica no local para impedir que qualquer um fique sentado nas escadarias, dali segui para a Fontana di Trevi. Durante o dia a famosa fonte é lotada de pessoas, mas a noite parece que ela fica mais cheia ainda, talvez porque a noite ela também fica ainda mais bela.

      Fontana di Trevi no stories

      Fontana di Trevi na vida real
       Dia 05 - Roma - 14/Agosto/2019
      Dia de realizar o sonho de conhecer o Coliseu. Havia sabiamente reservado a visita para 15:00 para ter tempo de conhecer o Fórum Romando e Monte Palatino com calma e ainda almoçar antes da visita ao Coliseu. Comecei visitando as ruínas ao redor, na entrada para ruínas durante a manhã quase não havia fila para comprar o ingresso, que no caso é o mesmo para o Coliseu, portanto caso não tenha feito a reserva é melhor começar por aqui. Logo na entrada é possível ver o Arco de Tito, construído pelo imperador Domiciano para comemorar as vitórias militares da Primeira guerra romano-judaica e principalmente pela captura de Jerusalém.

      Arco de Tito
      Basta seguir caminhando pela Via Sacra para se deparar com várias outras construções e ruínas, portanto novamente é essencial um áudio guia. Os principais destaques para mim foram, além do Fórum Romano, a imensa Basílica de Constantino, que foi usada como referência para a construção das basílicas da igreja católica, a Casa das Vestais e o Templo de Vesta, dedicado a deusa Vesta e onde havia no seu centro o fogo sagrado e que era guardado pela vestais. Por último, o Templo de César onde seu corpo foi cremado.

      Casa das Vestais
      Depois dali segui para o Monte Palatino, é uma subida meio longa mas com uma vista incrível das construções e de Roma. Normalmente existem algumas exibições ou exposições de arte ou algum evento nas ruínas que estão acima do monte, dessa vez era uma exposição de arte moderna. Existem diversas ruínas, como do Palácio Tiberiano, que está relativamente conservado.

      Palácio Tiberiano
      No caminho de volta já dava pra ver as filas para comprar ingresso e entrar no Coliseu. Portanto eu considero bem importante comprar online e fazer a reserva, pude poupar algumas horas de fila no sol em pleno verão e entrar na hora marcada. Para quem quiser visitar o terceiro nível ou subsolo, também diria para fazer a reserva com mais de um mês de antecedência pois tentei comprar três semanas antes e já haviam esgotado. Ainda assim, visitando somente os níveis 1 e 2, o Coliseu é algo incrível.

      Coliseu

      Visto do Coliseu
       Dia 06 - Roma - 15/Agosto/2019
      [EM CONSTRUÇÃO]

    • Por elizabethwerneck
      Oi gente, acabei de criar um blog sobre viagens. Já fui a 59 países mas comecei os relatos de viagem sobre a última viagem, Itália!
      Espero que aproveitem 
        https://elizabethwerneck.com/2019/08/27/16-dias-pela-italia-com-bate-e-volta-para-san-marino-roteiro-completo/
    • Por Jonatas Elias
      Olá pessoal! Deixo aqui o relato da viagem que fiz com minha mãe em fevereiro de 2019. É o primeiro relato de viagem que escrevo, então já peço desculpas se algo ficar repetivivo ou não tiver detalhes. Vou escrever por partes, conforme a sequência da viagem. Let's go.
      Dia 1: apresentação e embarque
      Certo dia minha mãe (mamis) me revelou que tinha vontade de conhecer Paris e Roma. Ela não sabia explicar o porquê dessas duas cidades e não outras. Com bom viajante, compreendo perfeitamente essa vontade, imagino que vocês tb já quiseram visitar um lugar sem saber por que, apenas ir e pronto! Como ela não tem condições físicas nem financeiras de ir sozinha, decidi que a levaria para sua primeira viagem internacional e longa.
      Com essas duas cidades em mente, a primeira coisa que eu fiz foi comprar a passagem aérea (não recomendo fazer isso rsrs, mas eu tenho uma enorme dificuldade em planejar uma viagem, se não tiver as passagens compradas era como se não tivesse certeza de que ia viajar, aí imagino que estaria planejando a toa, aí não planejaria nada e acabaria não viajando). Com várias dúvidas ainda, recorri ao mochileiros, blogs de viagens, youtube etc. Coisas como onde se hospedar, o que ver e fazer, como se locomover, quanto tempo ficar etc.
      Como eu queria que mamis tivesse uma boa experiência ainda no voo de ida, optei pelas cias mais tradicionais, com boa avaliação dos usuários e que não tivessem históricos de transtornos, como perda de bagagens, atrasos etc. Nesse sentido, a melhor opção seria voar AirFrance, com a vantagem do voo direto até Paris. Comprei a passagem de SP até Roma com stopover de uma semana em Paris. Pra felicidade geral da nação, a KLM faz parte do mesmo grupo da AirFrance, então na volta podemos aproveitar outro stopover, desta vez em Amsterdam. Financeiramente a passagem saiu mais cara do que se fossêmos por outra cia, mas nessa hora o emocional ganhou do racional e comprei mesmo assim. A vantagem foi que os voos internos (de Paris a Roma e de Roma a Amsterdam) estavam inclusos e com bagagem, assim não precisei me preocupar em pesquisar voos com as low cost e gastar ainda mais pra incluir bagagem (uso isso como conforto mental pra justificar pagar a mais rs). Se eu fosse sozinho provavelmente não faria isso, mas como queria que mamis tivesse uma boa experiência valeu a pena. Outra coisa que pesou na escolha da cia foi o fato de ser a primeira viagem internacional de mamis, e também a primeira viagem longa de avião. Confesso que fiquei preocupado quanto a isso, pois o máximo que ela tinha voado antes eram 3h, e pegar um voo de quase 11h assim pode assustar um pouco. Graças a Deus ela não teve nenhum medo nem receio.

      Dona Sonia (mamis) no Aeroporto de Guarulhos, momentos antes de embarcar no Boeing 777-200 da AirFrance (ao fundo), rumo a Paris.
      Também foi a primeira vez dela em um avião grande, e a primeira palavra dela ao entrar no avião: "- Que lindo!". Imaginem a minha emoção rs!
      O voo trancorreu sem problemas. Pegamos turbulência na travessia do Atlântico, mas nada que assustasse. Mamis conseguiu dormir bem.
      A AirFrance não foge do padrão da econômica (serviço de bordo, sistema de entretenimento, espaço para as pernas e reclinação das poltronas, além dos clássicos travesseiros, cobertores e fone de ouvido), mas tem alguns "mimos" que poucas cias oferecem, como máscara de dormir e lenço umedecido para higienizar a mão antes da refeição. O grande destaque fica para a cordialidade das comissárias e, claro, o champagne que é servido como welcome drink, mesmo na econômica.

      Champagne servido no voo da AirFrance. 
      Pelas passagens, paguei R$ 3.189,58 por pessoa, comprada em junho/2018 para embarque no dia 01/fevereiro/2019. Em dólares, saiu por U$ 717,00. 
      Em julho fechei o seguro viagem com a Mondial/Allianz, que custou R$ 302,24 por pessoa (era mais caro, lembro que usei um cupon de desconto). Graças a Deus não precisamos de atendimento na Europa, então não tem como avaliar o seguro.


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