Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Posts Recomendados

  • 4 semanas depois...

  • Membros

Wow, incrível! Eu tô me preparando para começar em dezembro. Vou com pouquíssimo dinheiro e estava muito preocupado se ia conseguir. Como você fez mergulho sem grana? O que tenho pena é não poder fazer esse tipo de coisas nos lugares lindos que a gente passa, por serem passeios tão caros.

  • Gostei! 1
Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 1 mês depois...
  • Membros
Em 10/10/2018 em 15:49, pedroalves.J disse:

Wow, incrível! Eu tô me preparando para começar em dezembro. Vou com pouquíssimo dinheiro e estava muito preocupado se ia conseguir. Como você fez mergulho sem grana? O que tenho pena é não poder fazer esse tipo de coisas nos lugares lindos que a gente passa, por serem passeios tão caros.

O dinheiro do mergulho eu ja tinha planejado antes de começar, levei os 50 reais justamente para o mergulho que queria muito fazer e era na cidade próxima de onde comecei o mochilão, o resto do dinheiro consegui trabalhando em hosteis ou quando as próprias pessoas que me davam carona me conseguiam alguns trocos. Foi assim que consegui entrar no corcovado por exemplo.

Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora
  • Conteúdo Similar

    • Por Mahin
      Oi me chamo Mahin, estou procurando uma cia pra viajar, moro em Salvador e pretendo começar a viagem saindo daqui para Chapada diamantina × Pernambuco e depois percorrer o norte/Nordeste, tudo isso com pouca grana.
      Se sentir interesse manda um email, bjin ✨
      [email protected]
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      Dicas de Viagem para Índia que Você deve Ler antes de Viajar!
      Vestimenta para as mulheres
      Respeitando as tradições e costumes da Índia, as mulheres devem estar sempre com a região dos ombros coberta. Não é aconselhável usar camisetas sem mangas, bermudas curtas ou calças jeans ou legging. O jeans, apesar de ser uma das vestimentas mais banais no Ocidente, na Índia é ainda considerado super sexy. Em muitos lugares, não é bem visto. Dica, se for usar jeans ou legging, coloca uma bata compridinha. Se for usar camiseta coloca um lenço por cima da camiseta.
      Na Índia: mulher solteira = jeans e mulher casada = roupa tradicional indiana. Para 99,9% dos indianos, mulher que mostra o corpo ou usa roupas justas que marquem o corpo, está pedindo para ser assediada e é um convite aos mais assanhados. Sendo assim, para evitar os olhares de reprovação e comentários alheios recomendo usar calças largas, saias compridas, blusas no estilo de batas. Nos templos sagrados, os visitantes devem estar adequadamente vestidos e todos devem cobrir a cabeça com véus ou lenços.

      Remédios/Higiene
      Na Índia, as farmácias são raras, e para os remédios simples alopáticos, eles pedem receita médica. A medicina comum na Índia é a Ayurvédica. Claro que você poderá experimentar os remédios ayurvédicos, mas para maior segurança aconselho a levarem as nossas medicações ocidentais: Analgésicos, Anti-inflamatório, Antibiótico, Antigripal. E também para dor de garganta, tosse, diarreia e vômitos. É recomendável levar medicamentos para intoxicação alimentar, a maioria dos viajantes tem problemas com comida nas primeiras semanas. Poderá sentir dor de estômago, leve Omeprazol. 
      Sempre leve na sua mochila um rolo de papel higiênico, itens básicos de higiene (álcool gel, pasta de dente, toalha, lenço umedecido, as meninas levar absorvente, etc). É possível encontrar esses itens nas cidades para comprar, mas nem sempre tem o suficiente nos hotéis, hostels, restaurantes e banheiros da Índia. 
      Sempre constatar se as garrafas de água mineral estão seladas com o selo do fabricante, já que alguns comerciantes inescrupulosos chegam a rechear as garrafas com água “torneiral” para revender como se fosse mineral. 
      Dicas de viagem para Índia: Turismo
      As famosas turísticas Cidades da Índia são:
      • Nova Deli (capital de tradição milenar e porta de entrada);
      • Agra (a cidade do Taj Mahal, uma das 7 maravilhas do mundo moderno);
      • Jaipur (a cidade rosa, no Rajastão);
      • Jaisalmer (a cidade dourada, também no Rajastão);
      • Amritsar (cidade sagrada do Sikhismo, 5º maior religião do mundo);
      • Varanasi (cidade sagrada do hinduísmo, 3º maior religião do mundo. Onde rolam as cerimônias no Rio Ganges);
      • Khajuraho (a cidade dos templos com esculturas que lembram Kama Sutra);
      • Rishikesh (conhecida como a capital mundial da Yoga);
      • McLeod Ganj (aos pés do Himalaia, é a cidade onde vive o Dalai Lama e os tibetanos no exílio);
      • Mumbai (centro financeiro e de maior riqueza arquitetônica do país);
      • Calcutá (capital cultural do país com cinco Prêmios Nobel).
      Visto
      Agora pessoas que vão para Índia como turistas podem tirar o visto pela internet. O novo visto eletrônico tem validade de 30 dias e custa 60 dólares. Basta acessar o site visto eletrônico indiano. Quando terminar de preencher tudo, você deve pagar a taxa do visto e só então receberá o ETA (Autorização Eletrônica de Viagem) por email. A taxa deve ser paga no mínimo quatro dias antes da viagem e no máximo 30 dias antes da data da chegada.
      O visto de turismo eletrônico pode ser pedido no máximo duas vezes por ano. Ele não pode ser prorrogado ou convertido para outros tipos de visto. O governo indiano disponibiliza, 24h por dia, um Centro de Apoio de Vistos. O serviço está disponível pelo número +91 11 24300666 ou por email: [email protected]
      Se você pretende ficar mais de um mês, deve seguir o método antigo, através da Embaixada ou Consulado da Índia no Brasil. (nesse caso o visto vale por 6 meses)
      Vacina
      A única vacina obrigatória é contra febre amarela. É preciso ser vacinado no mínimo 10 dias antes de embarcar. Atenção, aquele cartão fornecido pelo posto não serve! É obrigatório apresentar, ao chegar na Índia, o Certificado Internacional de Vacinação, mais conhecido por Cartão Internacional de Vacinação, que é um documento emitido pela emitido pela ANVISA, pois nele comprova que o viajante vacinou-se contra febre amarela. Neste artigo tem o passo a passo de Como conseguir o certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Outras vacinas são aconselháveis, embora não obrigatórias. Tétano, raiva, paralisia infantil e hepatite A são algumas delas. 
      Clima
      Não pense que a Índia só faz calor, tipo de 45°C. A temperatura média varia: De Fevereiro a Maio (verão) de 20°C a 40°C podendo chegar até 45°C. De Junho a Setembro (chuvas frequentes) de 25°C a 38°C. De outubro a janeiro de (inverno) de 15°C a 20°C. 
      Poluição
      Nova Deli, local que mais recebem visitantes na Índia, é considerada a cidade mais poluída do mundo, ultrapassando a super poluída Pequim. A confirmação oficial de que a capital indiana está no topo da lista negra do meio ambiente foi dada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A poluição do ar é um problema de saúde sério na Índia. A estimativa é a de que pelo menos 10.500 pessoas morram todos os anos na cidade indiana em decorrência de doenças provocadas pela péssima qualidade do ar.
      São mais de 400 idiomas e dialetos. O oficial é o hindu, e o inglês é a segunda língua mais usada. A palavra mais conhecida em hindu é: Namastê (Oi – na verdade quer dizer muito mais que isso, mas a ideia é cumprimentar). Não existe rúpia indiana à venda no Brasil, por isso leve dólar, o Real não é bem aceito por lá. É um país de grande diversidade cultural e nesse artigo você vai ficar surpreso com as 17 Curiosidades sobre a Índia que você precisa saber. 
      Ótima Dicas de viagem para Índia né?! Não perca mais tempo, programe agora mesmo sua viagem para conhecer de perto os costumes e curiosidades do povo indiano. 
    • Por Duda Klaus
      Ano passado fui para Manaus, passei 3 dias na selva amazônica e depois aluguei um carro e fui até Presidente Figueiredo. Foi uma das melhores viagens que fiz na vida!
      Foi no início de julho, ou seja, período de cheia.
      Fiquei hospedada no Local Hostel e gostei bastante. A localização é excelente e eu acho que aquela área do largo de São Sebastião (onde fica o Teatro Amazonas) é a melhor para se hospedar. No primeiro dia em Manaus fui conhecer o famoso Tambaqui de Banda, no restaurante de mesmo nome, que fica no Largo de São Sebastião. No dia seguinte fui com a Iguana Tour fazer o passeio na selva, que durou 3 dias e duas noites. Ficamos hospedados no Juma Lake Inn na primeira noite e, na segunda noite, montamos um acampamento no meio da mata. Os passeios durante esses 3 dias incluiam: focagem de jacarés, acordar cedo para ver o nascer do sol, passeio pela mata, visita à casa de caboclos...tudo isso acompanhados de um guia que explicava tudo. Foi perfeito! Ah, e detalhe: lá não pega internet. Ótima opção para se desligar do mundo. Fiquei em um quarto compartilhado, mas há a opção de ficar em quartos privativos com banheiro. O passeio todo com todas as refeições ficou por R$600.
      Chegando em Manaus, dei uma volta pelo centro e conheci o Mercado Adolpho Lisboa e o porto. Fui até o MUSA e achei bem legal, o interessante é que muita coisa do que eu vi ali, vi enquanto estava na mata, mas valeu a pena.
      Fiz essa viagem com uma amiga e conhecemos mais duas mulheres massa e nós 4 alugamos um carro para irmos à Presidente Figueiredo. Ficamos no Local Hostel Figueiredo. Nos programamos para ficar uma noite e dis dias completos, mas se arrependimento matasse...era para termos ficado pelo menos uns 4 dias! Fomos na Gruta da Judeia e Caverna Refúgio do Maroaga (obrigatório contratar um guia, na entrada do local, pelo valor de R$100 para até 4 pessoas)- imperdível!. Na Lagoa Azul (foi legal), cachoeira Asframa (muito cheia de gente por ser de fácil acesso, então há uma grande concentração de famílias com crianças, então passamos pouco tempo). Fomos na cachoeira de Iracema (muito legal e com áreas profundas para mergulho) e seguimos por uma trilha até a cachoeira das Araras (linda também!). Fomos também no que chegou a ser a minha cachoeira preferida...a do Santuário (surreal a energia do lugar!). Adicionaria mais um dia para a Cachoeira da Neblina (que fiquei triste por não ter dado tempo de ir. São horas de trilhas e, segundo os locais, é a mais bonita da região. Fica para a próxima!) e mais outro para conhecer outras 2. Opções não faltam!

      Voltando para Manaus, fiz a visita guiada no Teatro Amazonas e achei muito interessante. Na primeira noite já tinha entrado nele, pois fui assistir à uma peça (a maioria das atrações são gratuitas. Consulte a programação antes!) .
      Fui até o porto de Manaus e consegui um Day Tour, só eu e minha amiga, por R$150 cada (R$300 total). As agências de turismo cobram R$200-R$250 por pessoa. O barqueiro recebeu R$150 e o cara que fechamos ficou com a outra metade. Ou seja, dá pra entrar no porto, pagar a taxa de entrada, de R$5, e negociar diretamente com o barqueiro lá. Obviamente, você não vai ter uma agência de turismo por trás, então é por sua conta e risco. Tivemos a vantagem de irmos para onde queríamos ir. Achei a ida à tribo indígena uma coisa meio que "feita para turista". Achei interessante o fato de muitos indígenas não falarem português e utilizarem idiomas próprios. Nadei com os botos, mas atenção: existem dois lugares que fazem esse mergulho com os botos. Um fica mais distante do porto  e é certo que os botos aparecerão. O outro lugar fica perto do porto e nem sempre aparecem. Fomos para esse segundo e demos sorte! Fomos também em uma casa de uma família que tem um bicho preguiça e sempre foi meu sonho segurar um. Achei estranho quando perguntei onde ele ficava e a mulher disse que ele ficava solto, aí quando eu perguntei mais informações ela mudou de assunto e fez como se não entendesse...fiquei pensando depois que ele deve ficar preso. Triste demais isso e fiquei com peso na consciência de ter, de certa forma, colaborado com isso. 
      No último dia em Manaus fui com a galera do Hostel para Ponta Negra. Fomos até a Marina do Davi e pegamos um barco para um flutuante muito legal. Foi uma bela de uma despedida ver o por do sol no rio, tomando umas cervejas com uma galera massa!

      No final, ficou assim:
      dia 01 - chegada em Manaus
      dia 02 - Passeio na Selva 
      dia 03 - Passeio na Selva 
      dia 04 - Passeio na Selva  e retorno à Manaus 
      dia 05 - Dia em Manaus 
      dia 06 - Presidente Figueiredo 
      dia 07 - Presidente Figueiredo e volta para Manaus 
      dia 08 - Manaus 
      dia 09 - Manaus 
      dia 10 - volta pra casa
       
      Bom, é isso! A viagem foi feita em Julho de 2019 e gastei algo em torno de R$1500, para passar 10 dias, com hospedagem, alimentação, transporte e passeios. 
      Se quiserem ver fotos e vídeos, mostrando detalhadamente cada coisa, vejam lá o destaque "Amazonas" no meu instagram: @dudaklaus
    • Por Felipe Marques Santana
      Venho aqui compartilhar o meu mochilinha de 27 dias pela Europa. Essa foi a 1ª experiência no continente. Com certeza, voltarei muitas outras vezes.
      Bom, iniciarei pelo planejamento.
      Comprei passagens de ida e volta por Bruxelas, pois tenho uma amiga que mora numa cidadezinha não muito longe de lá: Boortmeerbeek.
      Comprei com muita antecedência, no mês de maio, mas consegui um bom negócio: 2400 reais pela cia Air Europa. Os voos tinham escala em Madri, pois não há, por nenhuma cia, voos diretos até Bruxelas.
      No mês de setembro reservei os hostels em Paris, Amsterdã, Berlim e Londres. E comecei a pensar como faria os trechos internos. Bom, na maioria dos casos utilizei o trem, todos tíquetes comprados com 3 meses de antecedência para pagar um menor valor. Os trechos Bruxelas>Paris e Paris>Amsterdã foram realizados com o Thalys. No primeiro paguei 22 euros e no segundo 29 euros. Já de Amsterdã a Berlim, preferi fazer aéreo, pois o trem demorava 6 horas e além de tudo o preço não era atraente. Acabei comprando a passagem pela Easyjet (60 euros, com direito a despachar uma mala); no trecho Berlim>Londres comprei pela Easyjet também, com o mesmo preço e as mesmas condições. Em Londres queria fazer um bate-volta a alguma cidade do interior, e acabei escolhendo Cambridge pelo preço das passagens de trem (12 libras ida e volta!). Para finalizar, fiz o trecho Londres>Bruxelas de Eurostar, uma facadinha: 60 euros! =(
      Tíquetes de atrações, só comprei 2 de forma antecipada: visita à casa da Anne Frank em Amsterdã (10 euros) e London Eye (24 libras).
      Com tudo certo, só restava viajar!
      E numa data inusitada: 31 de dezembro! Como não ligo muito para Ano Novo, decidi ir nessa data: um dos motivos para as passagens estarem baratas! hehehe
      Fiz o voo de São Paulo a Madri em uma saída de emergência, pois o atendente ao ver a minha altura (1,91m), ficou com pena de mim! O voo foi ótimo! =) A aeronave era um pouco antiga, mas não foi um problema. A comida servida era muito boa! E tinha água e refrigerante no fundo da aeronave à vontade, era só pedir. Uma vez em Madri, esperei cerca de 3h pela conexão, nada que atrapalhasse, mas o aeroporto estava com as lojas fechadas e meio vazio. O segundo voo também foi em aeronave antiga, mas foi tão tranquilo quanto ao outro. Ao chegar em Bruxelas, andei, andei, andei, andei até chegar à área onde estavam as esteiras, peguei a minha mala (ufa, ela chegou!) e esperei a minha amiga chegar para me buscar.
      A casa dela não era muito distante do aeroporto, em cerca de 40 minutos, já estava lá, local que ficaria 4 dias no início da viagem e mais 1 no final.
      Nesse primeiro dia, praticamente descansei, almocei e depois à noite fui até Bruxelas encontrar uma amiga que estava lá por coincidência! =) Para ir até lá, fui de trem. Na Bélgica os trens regionais funcionam bem e quase sem atrasos. As compras podem ser realizadas pelo site da Belgium Rail, ou em máquinas nas estações. As máquinas aceitam cartão e moedas, esqueçam dinheiro!
      Passagem de ida e volta comprada, era só embarcar. De Boortmeerbeek até Bruxelas era mais ou menos 1 hora, com uma troca de trem em Mechelen, uma cidade maior e com mais conexões. Há trens muito antigos, mas também há aqueles modernos, porém vários deles são pichados na parte externa, achei estranho Bom, chegando na estação Brussels Centraal/Bruxelles Central (tudo em Bruxelas é bilingue, inclusive o nomes das cidades!) fui até a Grand Place/Grote Markt de lá, que é um espetáculo à parte. Ainda estava rolando a feira de Natal, além de a cada hora um lindo show de luzes. Quando cheguei encontrei a praça assim:

      Linda, não? É o lugar mais bonito de Bruxelas, sem dúvida! =)
      Encontrando a minha amiga, fomos até ao Bar Little Delirium (não fomos ao grande, por ser muito lotado). Lá pudemos provar vários tipos de cerveja belga (as melhores da viagem) por preços razoáveis. Também aproveitei a ocasião para provar uma daquelas delícias culinárias belgas: o waffle. Esse tinha nutella e morangos! Muita vida! hehehe
      Depois de mais um rolê pela cidade, me despedi dela, pois era tarde e tinha que pegar o trem até Mechelen (ou Malines, em francês), onde a minha amiga e o seu noivo me esperavam, pois não haveria mais trens para Boortmeerbeek. =(
      Eles aproveitaram para me mostrar, de carro, como era a cidade. O lugar mais interessante é a Catedral Metropolitana, que possuía na idade média, uma das torres mais altas da Europa, pois a cidade era um entreposto comercial importante.

      Bom, escrevi bastante. No próximo post continuo o relato. (Obs: pode ser que demore um pouco, tanto pelos detalhes, quanto falta de tempo mesmo! hehehe)
      Até a próxima!
    • Por Carol Magnoni
      ROTEIRO CUIABÁ 1 OU 2 DIAS
       
      Oi pessoal! Eu sou a Carol, moro em Curitiba e fiz uma viagem sozinha pelo Mato Grosso em dezembro de 2019. Uma das cidades que visitei foi Cuiabá. Quando estava pesquisando eu senti que havia pouco conteúdo detalhado na internet sobre a capital do Mato Grosso, por isso resolvi escrever esse relato para vocês. Qualquer dúvida estou à disposição. 
       
      Antes da viagem:
      - No Google Maps, baixar mapa offline de Cuiabá – eu sempre faço isso, ainda que eu vá ter internet móvel no local, porque é sempre bom garantir que você não vai ficar perdido.
       
      Dia 19/12
       - Voo Curitiba – São Paulo 20h30
      - Pernoitar no airbnb próximo ao aeroporto de Congonhas -> eu tentei dormir no próprio aeroporto, como sempre faço em conexões longas, mas o que eu não sabia é que Congonhas fecha por volta das 23h e ninguém pode dormir lá dentro, então tive que arrumar um lugar barato nas redondezas para pernoitar, já que a minha conexão era de mais de dez horas e durante a madrugada.
       
      Dia 20/12
      - Voo São Paulo – Cuiabá 07h00 – chegada 8h10
      - Dom Bosco Hostel - Rua Candido Mariano nº 1390 – Booking – R$ 95,40 para duas diárias
       O Dom Bosco Hostel, é aquele famoso bom, bonito e barato - > fica super bem localizado, é um prédio novo, tem ar-condicionado (e isso é muito importante para Cuiabá), a dona, Maria Goreti, é também quem administra o local e um amor de pessoa, tudo limpinho e arrumadinho. O café da manhã é cobrado a parte, oito reais, mas é muito caprichado e os quitutes da Maria são deliciosos.
       
      WALKING TOUR PELO CENTRO DE CUIABÁ
       Se você acordar bem cedinho e tiver bastante pique para andar, dá para fazer tudo num dia só, mas lembre-se que Cuiabá é MUITO QUENTE, então não esqueça de passar protetor solar, de se hidratar e fazer pausas para descanso. Uma alimentação mais leve também ajuda. Se preferir divida esse roteiro em dois dias.
      Eu criei um mapa no My Maps do Google com os pontos turísticos que eu me interessei em Cuiabá e também com os restaurantes legais, segue o link: https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1wn8ztei8eDJHis9Kw9UyxoB42Trlhq-3&usp=sharing
      A ordem dos lugares nesse roteiro está respeitando uma lógica para quem vai fazer o itinerário a pé.  
      - Paróquia Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – é uma igreja bem antiga em estilo colonial; é um bom ponto para o início do tour pelo centro histórico:


       
      Como vocês vão perceber ao longo desse relato, eu não tive muita sorte no dia que tirei para conhecer Cuiabá, não sei bem porque, talvez por ter sido muito próximo do Natal, grande dos lugares que eu pretendia visitar estavam fechados 😔. E foi o caso dessa igreja. Eu vi fotos do interior dela na internet e parecia bem bonito, mas infelizmente estava fechada.  
       
      - Museus de Imagem e Som - MISC – fica no coração do centro histórico e eu achei muito interessante:

       
      - Centro Histórico (Rua Cândido Mariano e redondezas) – concentração de prédios históricos:

       
       
                    
       
      - Catedral Metropolitana Bom Jesus de Cuiabá – tem uma arquitetura bem diferentona. Confesso que só entrei para desfrutar de um pouco de frescor e de descanso nos bancos da igreja, não é fácil fazer uma caminhada no sol a pino de dezembro cuiabano meus amigos.
       
      Do lado da Catedral há uma feirinha de rua com coisas muito gostosas e ao redor dela estão as Praça Alencastro e Praça da República, importantes praças que abrigam os principais prédios públicos históricos. Essa região é o centrão da cidade, bem vuco-vuco de pessoas e comércio. Foi um pouco estranho porque eu estava claramente turistando e tirando fotos, muito destoante do pessoal que estava trabalhando ali.
       
               
       
      - Palácio da Instrução – muito próximo da Catedral há um prédio tombado que abriga exposições de artes e a Biblioteca Pública Estadual, mas estava em reforma e não pude entrar 😑. Acredito que deve valer muito a pena conhecer por dentro.
       

       
      - Santuário Eucarístico Nossa Senhora do Bom Despacho – conhecida com a “Notre Dame” Cuiabana, é uma linda igreja que fica no alto de um morro. Ela é vista de várias partes da cidade.
       

       
         
       
      - Centro Geodésico – para quem não sabe, Cuiabá é o centro geodésico da América do Sul, o que significa que é um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico (obrigada google), no "Coração da América do Sul", como já dizia Caetano Veloso na música "Um Índio". Na cidade há um marco indicando onde seria exatamente esse ponto. Eu não achei nada demais, é uma praça simples com um marco representativo, visitei só pela curiosidade e porque já estava perto. 
      Na Chapada dos Guimarães também existe um marco para esse centro geodésico e já li que as cidades disputam esse "título". Eu não sei em qual das duas fica "o verdadeiro" centro geodésico, o fato é que as duas cidades ficam bem próximas, então em qualquer delas que você estiver pode ter certeza que está sim bem "no meio" do nosso sub-continente.  

       
      O legal de turistar a pé é que no caminho você encontra agradáveis surpresas, como essa ruelinha gracinha:
       

       
      - Museu da Caixa D’água – é um museu bem pequeno, mas que vale a pena a visita. Construído no séc. 19 o Morro da Caixa D'água por mais de 140 anos foi o único reservatório da cidade. Durante esse período a estrutura recebia água diretamente do Rio Cuiabá e distribuía para as bicas espalhadas em vários pontos da cidade. Além de objetos históricos o museu abriga um acervo artístico e conta um pouco sobre a história da cidade. Além disso, ele fica numa praça bem agradável e arborizada (mais um bom ponto de descanso). A entrada é gratuita e foi lá que eu peguei um folder supercompleto com o mapa de Cuiabá e os principais pontos turísticos que vou deixar para vocês ao final desse relato.
       
                     
       
      Seguindo minha andança, mais uma linda surpresa pelo caminho (Colégio Coração de Jesus):

       
      - Espaço do Artesão – é um importante local que abriga o artesanato típico da região, ótimo para comprar presentes e lembrancinhas.
      *Atenção: o que antes era chamado de “Sesc Casa do Artesão” não existe mais, após passar pela Rua 13 de junho, esquina com a Av. Sen. Metelo, em um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico que ocupava desde 1983, passou por um lar temporário na Avenida Tenente Coronel Duarte, 2140 (outro prédio do SESC), e atualmente ‘estacionou’ no Salão Social dentro do Sesc Arsenal e passou a se chamar ‘Espaço do Artesão’. Até o Google está desatualizado com essa informação e se você perguntar pela cidade muita gente ainda vai conhecer o local com o nome de "Casa do Artesão". Então para não ter erro: atualmente o Espaço do Artesão fica dentro do Sesc Arsenal (Rua 13 de Julho, s/n).
      Super vale a pena a visita porque o Sesc Arsenal é lindo e os artesanatos são incríveis. Mas tenho que dizer que a maioria dos itens é cara, como eu acredito que deve ser mesmo, temos que aprender a valorizar o trabalho dos artesãos. As peças exigem um tempo muito grande de elaboração e o resultado normalmente é incrível e de muita qualidade. Mas sim, é possível encontrar souvenirs mais simples e baratinhos. Lá você vai encontrar principalmente artesanato de madeira, trabalhos com cipó, fibra de tucumã, tecelagem, redes mato-grossenses, xales, tapetes, trabalhos indígenas, biojoias, artesanato com semente, produtos alimentícios, etc. Enfim, tem bastante coisa mesmo.
      - Sesc Arsenal -  é o local que abriga o Espaço do Artesão. É um prédio muito bonito e no seu interior há um jardim lindo com banquinhos (olá descanso! 😅). Lá dentro também tem um restaurante que parecia ser muito bom, mas eu ainda não estava com fome e acabei comprando só uma água.
                  
       
       

       
      - Orla do Rio Cuiabá – é uma grande praça à beira rio no bairro chamado "Porto", onde tem um prédio histórico maravilhoso que abriga o Museu do Rio, mas estava fechado (mais uma vez 😔). Eu li que o museu está fechado desde 2016 para reestruturação, é uma pena. O local é lindo mesmo só por fora e vale a visita. Dentro desse prédio histórico funciona o Restaurante Regionalíssimo, onde almocei. Ele faz jus ao nome, todas as comidas são típicas e muito gostosas. Porém achei muito caro (eu acho que custou R$ 65,00 o buffet livre) e a higiene meio duvidosa 

       

       
      - Cenário da Orla do Porto – seguindo a partir do Museu, sempre pela orla do rio, há um agradável passeio público (nem tão agradável assim no calor de Cuiabá). Com cerca de 500m de caminhada você chega ao Cenário da Orla do Porto, que são reconstituições de predinhos históricos da orla. Quando eu fui estava tudo com tapume e extremamente mal cuidado, de novo, uma pena . Se aquilo fosse bem preservado seria lindo. Me pareceu que estava em obras, espero que um dia reabram.
                   
       
      - Mercado do Porto  – é o mercadão municipal, mas não achei tão interessante quanto outros mercados que existem Brasil afora. É bem pequeno e não tem muita coisa de diferente para ver não, só muito pequi . Eu pularia esse ponto facilmente.
      - Arena Pantanal – eu não fui porque cago litros para futebol, mas acabei me arrependendo, porque me disseram que ela está super bem cuidada e como eu fui perto do Natal estava tendo uma exposição natalina com algumas atividades.
       
      Para finalizar o dia: 
      - Parque das Águas ou Parque Tia Nair – eu acabei terminando o dia caminhando pelo Parque Mãe Bonifácia, que foi uma baita perda de tempo, porque não achei nada demais, é um local arborizado onde as pessoas fazem caminhada e corrida. Hoje eu tiraria esse parque e incluiria o Parque das Águas ou Parque Tia Nair, que ficam longes do centro (precisa pegar um uber), mas me parece muito mais interessante. Se você não tiver tempo para os dois, eu optaria em primeiro lugar pelo Parque das Águas, porque de noite tem o show das águas que dizem ser muito bonito (não sei se acontece todas as noites).

      Eu acabei indo no Mãe Bonifácia porque era perto do meu hostel e eu estava com o tempo super curto, pois ainda precisava pegar na Localiza até às 20h um carro que aluguei para viajar no dia seguinte.
      Depois ainda passei no banco sacar dinheiro e no mercado para comprar uns lanches para a viagem.
      Finalizei o dia jantando no restaurante Lelis Peixaria que é super tradicional de Cuiabá e eu recomendo DEMAIS! Comi o famoso rodízio de peixes (que inclui jacaré, arraia e outras iguarias) e bebi a caipirinha de caju, que é simplesmente divina. Não me lembro certinho do preço, mas eu acho que foi mais ou menos R$ 60,00 pelo rodízio (fora a bebida), e funciona como um rodízio de carnes, eles trazem os acompanhamentos na mesa e vão passando com as mais variadas receitas de peixes. Não é baratinho, mas eu AMEI a comida, comi horrores e sinto muita saudade, sem dúvida o melhor lugar que eu comi. Me parece que no almoço é mais caro, então deixe para ir no jantar. A caipirinha de caju é perfeita, provem!
       

      Foi no Lelis que eu comi pela primeira vez o Pirarucu e foi amor a primeira garfada. Gostei tanto que fui pesquisar e descobri que o pirarucu é um dos maiores peixes de águas doces fluviais do Brasil, podendo atingir mais de dois metros e pesar mais de 80 kg. Ele é tão saboroso que é conhecido como o "bacalhau amazônico". 
       Eu incluiria mais um dia em Cuiabá só para poder comer mais, ô culinária foda!
       
      Dica bônus:
      - Depois desse day tour em Cuiabá eu fui para Nobres e Chapada dos Guimarães, que terão um roteiro próprio. Mas no dia que eu voltei de Nobres eu tinha que passar novamente por Cuiabá para devolver o carro que aluguei (eu fui para a Chapada de ônibus), então eu aproveitei as poucas horinhas que tinha na capital e fui comer no restaurante Mahalo.
       * para entender porque eu fui para Nobres de carro e para a Chapada de ônibus acompanhe os próximos roteiros que vou publicar aqui e me segue no instagram @gocaracol que também vou contar tudo por lá.*
       Antes mesmo de chegar na cidade eu já tinha lido inúmeras recomendações do Mahalo e já tinha visto que ele estava a apenas meia quadra de distância do hostel. Assim como também li que era um restaurante super CARO. Essa foi a minha ÚNICA extravagância da viagem, eu realmente reservei um dinheiro a mais para poder comer nessa restaurante, porque sim, eu prefiro ficar em hostel com quarto misto para economizar uma graninha e poder gastar um pouco mais com comida.
      Bem, o Mahalo é realmente muito caro (MUITO!), mas é aquela comida que você come e nunca mais esquece, sabe? Salivo até hoje só de lembrar hahaha. O lugar é extremamente sofisticado e eu só tinha roupa de mochileira, mas fui assim mesmo. Botei um vestidinho simples (que estava todo amarrotado), meti uma rasteirinha no pé e fui. Pessoal que estava lá era muito chique, mas mesmo destoando da galera e estando sozinha eu não senti nenhum tratamento diferente, ao contrário, fui muito bem tratada. Eu acho que gastei mais ou menos R$ 150,00 com um prato principal, sobremesa e um drink. E olha, valeu a pena, faria de novo se pudesse hahaha.
       

       
      Dica bônus 2 (essa você vai amar):
       Depois da Chapada, para voltar para Curitiba, onde moro, eu tive que passar por Cuiabá novamente, por motivos de: é onde fica o aeroporto rs. Eu aproveitei que tinha mais algumas horas na cidade e resolvi dar um pulo num local que moradores de Cuiabá me indicaram:  São Gonçalo Beira Rio.
       São Gonçalo Beira Rio é basicamente uma comunidade ribeirinha que vive do turismo gastronômico e do artesanato. Está localizada à margem esquerda do rio Cuiabá, a 11 quilômetros do centro da cidade. A Comunidade é reconhecida pela confecção de artesanatos em cerâmica, Viola-de-Cocho (símbolo de Cuiabá) e por preservar o folclore por meio de danças como o Cururu e Siriri. Eu fui e não me arrependi.
       Lá há várias pequenas peixarias supersimples e que servem uma comida deliciosa, tendo o peixe como protagonista, claro, e a um preço BEM CAMARADA! Sim, aqui é o lugar para comer bem, comer muito e comer barato. É afastado do centro, mas eu garanto que vale a pena. Eu comi na Peixaria Barão e indico, mas o que os moradores me disseram é que todas as peixarias servem basicamente o mesmo cardápio pelo mesmo preço, a diferença é mínima, então qualquer uma deve ser boa.
       

       
       
       

      WhatsApp Video 2020-08-16 at 12.51.42.mp4  
      Além da culinária delícia, ao final da rua das peixarias há a Casa dos Artesãos (outra, que não tem nada a ver com a do centro), uma associação da comunidade onde se vende artesanato, principalmente objetos de cerâmica, com barro extraído da encosta do Rio Cuiabá e feito de forma totalmente manual pelas mulheres da associação. Tem muita variedade, as peças são lindas e eu achei tudo muito barato – se você não quiser gastar tanto no Espaço do Artesão (aquele que fica Sesc no centro da cidade) aqui é uma boa pedida pra presentes e souvenirs, principalmente de cerâmica, mas lembre-se que você precisa de espaço na mala para armazenar as peças embaladas com jornal ou plástico bolha para não quebrar. Eu já estava com o mochilão completamente lotado, mas fiz o impossível para caber mais umas peças de cerâmica que eu trouxe para casa.
       

       
       
       

       
       

       
       
            
       
      Para terminar vou deixar aqui uma foto do folder que eu peguei lá no Museu da Caixa D'água que contém indicação desses lugares e outros mais:
       

       
      Encerro esse roteiro ressaltando que Cuiabá é linda e vale a pena ser visitada, o povo é muito hospitaleiro e a culinária é uma das melhores do Brasil. É uma pena que muitos prédios históricos estejam mal cuidados e/ou fechados para visitação e espero que as autoridades se conscientizem de manter esse patrimônio vivo e aberto ao público. Se puder fique dois dias inteiros só em Cuiabá, você poderá desfrutar de todas essas dicas gastronômicas e conhecer os pontos turísticos com mais calma e menos cansaço.
      Se você gostou desse relato, segue o perfil @gocaracol no instagram, porque lá eu conto mais sobre essa viagem e muitas outras.
      Eu não podia terminar esse relato sem colocar um vídeo que viralizou na época da Copa de 2014, que me passou pela cabeça durante toda a escrita desse roteiro e que tem tudo a ver com o contexto dessa viajante que vos escreve: alguém que saiu de Curitiba para Cuiabá!
       
      Pérola da internet brasileira 
       
       
      Tchaaauu!!
       
       
       
       

×
×
  • Criar Novo...