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Alter do Chão: Dicas
Para quem pretende conhecer esse Paraíso em plena floresta amazônica, tenho umas dicas maravilhosas para gastar pouca grana.
Se chega a Santarém de barco, avião ou estrada.
De braco: De Belém ou Manaus; chegando no porto, caminhar até onde saem os ônibus para Alter do Chão, passam de hora em hora.
De avião: No Aeroporto tem ônibus que vai a Santarém, ficar na 1 parada após a entrada a Alter do Chão, atravessar a avenida e aguardar o ônibus que lhe levará até Alter.
A Vila tem boa infraestrutura para o turismo, então, é bom fazer a reserva com antecedência, pois pode correr o risco de encontrar as pousadas, hotéis e hósteis LOTADOS.
A forma mais barata que encontrei, foi pelo AIRBNB, onde você pode escolher o valor que pretende pagar.
Os passeios ou travessia a Ilha do Amor, é aconselhável ir junto com outras pessoas para dividir os valores.
Um dos passeios, vai até a Praia de Ponta de Pedras em um barco, onde tem uns petiscos grátis e o almoço (não incluso), em uma das barracas na praia. Esse passeio é oferecido no local que você ficar hospedado. Lembre-se de pedir (na barraca que você escolher), uma porção de charutinhos, é um peixe pequeno, você come com espinha e tudo, super saboroso, serve também como tira gosto. Tem outro maravilhoso tira gosto, o bolinho de piracuí, um tipo de peixe cozido e depois desfiado, uma comida indígena.
Meses que tem a praia linda: a partir de 15 de agosto a 15 de fevereiro.
Na praça tem internet GRÁTIS, nessa praça é onde você vai ficar quase todas as noites, pois lá tem bares,  musicas, pratos regionais e tudo que você precisar.
Tem supermercado, embora pequeno, porém tem muitos itens, lojas para você comprar lembranças.
Alter do Chão é bem tranquilo, pode usar o celular, sem medo de assalto.
Procure voos mais barato pelo Gloogle Voôs.

Bom proveito e qualquer dúvida, pode perguntar, que terei o prazer em responder.

Alter.jpg

  • Obrigad@! 1

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Olá! Obrigada pelo relato! Estou querendo ir para Alter do chão com meu marido agora dia 10 de Janeiro. Tenho algumas dúvidas, se você souber responder ia nos ajudar bastante!

1- Nos estamos muito mais interessados na floresta do que nas praias, mas só achamos relatos do mesmo passeio pela Floresta Nacional do Tapajós. Existem mais opções de passeios pela floresta, ou até mesmo de hospedagem na floresta?

2- em Janeiro fica muito cheio?

3- os passeios de barco que achamos são extremamente caros, tanto para as praias tanto para a FLONA, negociar lá cai muito o preço?

Obrigada

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12 horas atrás, Luciana DSR disse:

Olá! Obrigada pelo relato! Estou querendo ir para Alter do chão com meu marido agora dia 10 de Janeiro. Tenho algumas dúvidas, se você souber responder ia nos ajudar bastante!

1- Nos estamos muito mais interessados na floresta do que nas praias, mas só achamos relatos do mesmo passeio pela Floresta Nacional do Tapajós. Existem mais opções de passeios pela floresta, ou até mesmo de hospedagem na floresta?

2- em Janeiro fica muito cheio?

3- os passeios de barco que achamos são extremamente caros, tanto para as praias tanto para a FLONA, negociar lá cai muito o preço?

Obrigada

Bom dia. 

Para você ir ao FLONA, onde ficaras hospedada com os nativos, em plena floresta Amazônica, podes ir de carro ou de lancha rápida, indo diretamente de Alter do Chão.
Na praia de Alter, tem vários lanchas que você contrata para fazer esse trajeto e podes também já contrata o retorno no dia que você desejar.

Tem um barco que faz os passeios até Ponta de Pedras, possando no retorno na belíssima praia de Ponta do Cururu, onde ficarás até o por do Sol.
Também podes contratar as várias lanchas rápidas que ficam na orla da praia de Alter.

Tem um pousada próximo a Alter, que ficarás diretamente em contato com a natureza. Vou te passar o link para fazeres o cadastro e pelo AIRBNB, podes contratar essa pousada, onde verás macacos, pássaros =, nativos e muitos mais que a natureza poderá lhe oferecer. 

https://www.airbnb.com.br/c/josehiltonp1?currency=BRL 

esse é o link 

Espero ter lhe ajudado.

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  • Conteúdo Similar

    • Por joshilton
      5 Dias em Alter do Chão. Como economizar o máximo possível. Outubro de 2018
      Chegando ao aeroporto de Santarém, fui diretamente ao lado que fica a parada do ônibus que leva até o centro da cidade. O ideal, é ficar 2 paradas após a estrada que liga a Santarém a Alter do Chão, pois de meia em meia hora, passa um desses ônibus que leva até a Vila de Alter.
      Pode também ir até o centro da cidade e pegar o busão até a Vila, porém é uma imensa perca de tempo.
      Se gasta aproximadamente 5 reais nas 2 passagens de ônibus, (Aeroporto a entrada da estrada a Vila e o outro ônibus da entrada até a Vila).
      Em Alter do Chão, já na Vila, já deve ter feito a reserva da pousada, hotel, hostel ou quarto, reserve pelo AIRBNB, é muito mais barato e se tem muitas dicas das pessoas que do local me deram.
      1 dia, foi a chegada na Vila, fui direto para a Praia, atravessei de canoa, paguei 1 real, pois dividi com  mais 3 pessoas a travessia. Tomei uma cerveja para melhor contemplar aquele espetáculo inacreditável que estava vendo, Alter é simplesmente FANTÁSTICO, lindo mesmo. Após degustar a cerveja, fui dar um mergulho, naquela água azul esverdeada. Estava morna, é isso mesmo, a água é morna, gostosa e não dá vontade de sair nem para comer, e olha que eu estava varado de fome.
      Lá pelas 15 hora, a fome apertou e pedi para o garçom trazer 1/4 de tambaqui, (pensa em um peixe saboroso), e mais 1 cerveja. paguei 20 reais pelo almoço (1/4 de tambaqui, arroz, feijão, farofa, molho + a cerveja). No jantar, a atendente da pousada, me falou que era para ir no CAT, no final da rua e lá tinha sopa por um bom preço, eu diria, excelente peço, 10 reais com direito a 3 ovos, não dei conta de comer tudo, era muita comida, provavelmente para 2 ou 3 pessoas.
      2 dia, fui a praia e lá tinha um passeio para outra praia, Ponta de Pedras, em um barco regional, 25 reais por pessoa com direito a uns lanches que dão a cada 15 a 20 minutos, comi muito, que na hora do almoço, (não incluso), não estava com fome, e no retorno, paramos para apreciar um belíssimo por do sol em outra praia, Ponta do Cururu. O jantar foi o mesmo do dia anterior
      3 dia, fui a Ponta do Cururu, pois tinha achado muito linda e queria passar o dia lá, não tem onde comprar nada, tem de levar de Alter do Chão. Como dividi com mais 5 pessoas o valor do passeio, 15 reais para cada, levamos refri, cerveja, bolachas e frangos assados, foi diversão maravilhosa, pois as pessoas que foram em outras lanchas ou barcos, se juntaram a nós e todos comeram e beberam de tudo, pois todos levaram comidas e bebidas, era como se fossemos conhecidos a longos tempos.
      4 dia. fui a Pindobal, o grupo do dia anterior, todos juntos em lanchas, 4 lanchas se não me fala a memória, só que em Pindobal, já na cidade de Belterra, tem uma boa infra estrutura, não como de Alter do Chão, porém tem o que comer e beber, como também pousadas. Diversão garantida.
      5 dia, fiquei em alter mesmo, queria ficar naquela água abençoada pelos deuses, passeio horas e horas, até me lembrar que o voo saia pela tarde
      Gasto total, sem as passagens: 600 reais, tinha levado 2 mil. O segredo foi dividir TUDO, tem pessoas indo e vindo ao mesmo lugar que você quer ir.
      Se você não dividir com outras pessoas, os passeios ou a travessia a ilha, vais gastar muito mais.
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão batizado de The Spice Boys and the Girl pelo Sudeste da Ásia. 
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.

       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi 1.000baht, Chip 600baht, Hostel 340baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = 31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por 600 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por 400 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias 340 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
          
           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
             
           
        
       
       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média 100 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       


           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de 80 Baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por 200 Baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       
            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por 400 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 (((((Continua no próximo post)))))
       

       
    • Por joshilton
      Definitivamente: NÃO EXISTE AGENCIAS DE TURISMO PARA FAZER ESSE PERCURSO.
      É feito dessa maneira: Só chegar no dia da viagem, ir ao Porto e ver qual o barco vai partir para Santarém, tem barcos TODOS os dias. Esses barcos fazem linhas até Santarém e alguns vão até Belém.
      Quando aproximar do porto vários homens cercam e acompanham o taxi para lhe vender passagem para os barcos que partem para várias cidades Amazônicas. Manaus > Santarém R$ 70 reais.
      Antes de embarcar, atravesse o Mercado Municipal (fica exatamente na frente do Porto). Caminhe mais um pouco até a rua atrás do mercado, há várias lojas que vendem redes por um bom preço e não se esqueça de comprar a corda para amarrar a rede.
      Compre a sua passagem e coloque imediatamente a sua rede, pois o barco vai lotando a cada cidade que passa, muitos ficam e muitos entram nos barcos, muitas pessoas entram para lhe vender algo, desde doce de leite (hummm, maravilhoso), Pão com manteiga, Sanduíches, bolacha, enfim, o que você imaginar.
      O café da manhã: 5 reais, sendo: melancia e/ou abacaxi, um pão com queijo e presunto, uma fatia de bolo, mingau e um copo de café com leite.  Simples, mas bom.
      Chegando a noite, faça amizades e principalmente com seus "vizinhos de rede", vai rolar muitas conversar até o sono bater forte. Você ficará 2 dias e 3 noites sem internet, com exceções, quando chegar em uma das cidades onde passa o barco.  Será um passeio inesquecível, vale a pena.
      As paradas: durante o trajeto Manaus > Santarém, o barco parou 3 vezes (Parintins, Óbidos e Juriti). Nunca por mais de 15 a 20 minutos, tempo suficiente para embarque e desembarque dos passageiros e suas cargas.
      As malas vão num estrado embaixo das redes, as refeições têm horários, não pode subir no deck do bar com bebida alcoólica trazida de fora. O café da manhã custa R$ 5, o PF R$ 8, a sopa, R$ 5. Tem que comprar ficha.
      Em Santarém, do Porto até o Centro, fui de ônibus e de lá em outro buzão, até Alter do Chão.
      Saiba os valores de barcos que partem de Manaus a várias cidades Amazônicas.
      https://www.portodemanaus.com.br
      Fiquei hospedado em Alter do Chão, fiz a reserva pelo aplicativo AIRBNB, que sai muito mais em conta.
      https://www.airbnb.com.br/c/josehiltonp1?currency=BRL 

       

    • Por anselmoportes
      Entre Setembro e Outubro de 2018 viajei para a Turquia, Balcãs e Europa Central. Meu roteiro foi esse:
      São Paulo - Goreme - Istambul - Bucareste - Sófia - Belgrado - Budapeste - Varsóvia - Cracóvia - Praga.
      ***DICA IMPORTANTE: Levei o meu celular e usei MUITO o Google Maps. Mesmo sem um chip local, eu consegui internet em quase todos os lugares usando redes wifi abertas. Além dos bares, cafés e restaurantes, muitos transportes públicos também oferecem esse serviço. Uma vez que vc acessa o Google Maps estando online, ele carrega o mapa da região. Depois, mesmo OFFLINE, é possível ver sua localização no mapa e achar os lugares que procura.
      Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de BELGRADO.
      LEGENDA
      USD - Dólar Americano
      EUR - Euro
      BRL - Real Brasileiro
      BGN - Lev Búlgaro
      RSD - Dinar Sérvio
      Depois de 3 dias em Sofia (Bulgária) segui minha viagem até Belgrado, na Sérvia. Lá eu fiquei no esquema Couchsurfing então nesse relato não há nenhuma dica ou avaliação de hostel, hotel ou pousada.
      15º dia de viagem: Sofia -> Belgrado (Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018)
      Peguei um vôo de Sofia para Belgrado. Como o vôo levou 1h e a diferença de fuso também era de 1h, então cheguei no mesmo horário que sai: 16h10.
      Saquei RSD 6.000 num caixa eletrônico e fui para o ponto de ônibus que fica logo do lado de fora do aeroporto, do lado esquerdo. O ônibus que vai para o centro é o 72 e é possível pagar a passagem direto com o motorista. Não anotei o preço, mas deve ter sido algo em torno de RSD 150. Nesse site é possível consultar as rotas de ônibus em Belgrado: www.eway.rs/en/cities/beograd
      O casal que iria me hospedar morava no bairro de Nova Belgrado e a viagem durou uns 30 minutos. Cheguei no apto e o Madlen estava me esperando. Ele e a esposa Andjela tinham um compromisso naquela noite e ela já estava lá. Tomamos uma cerveja e logo em seguida o Madlen teve que ir. 
      Tomei um banho e fui até o supermercado MAXI. Comprei o café da manhã, o jantar (1 lasanha de microondas) e 4 garrafas de cerveja 500ml. A caixa me avisou que iria cobrar pelo vasilhame das cervejas (eu tinha que ter trazido 4 garrafas vazias) mas se eu trouxesse eles de volta ela devolveria o valor cobrado.
      Voltei para o apto, comi a lasanha. Depois fiquei bebendo as cervejas e reorganizando minha mochila que estava uma bagunça. Fui dormir 0h30.
      Distância percorrida no dia: 15km 🚶‍♂️

      16º dia de viagem: Belgrado (Sábado, 22 de Setembro de 2018)
      Acordei 8h50, tomei café e saí. Passei no supermercado para devolver o vasilhame das cervejas e a caixa me devolveu RSD 75. 
      Peguei o ônibus 65 (RSD 150) para o centro e fui até a REPUBLIC SQUARE, onde às 10h começou o CITY CENTER FREE WALKING TOUR e nossa guia foi a Natália. Passamos por vários locais históricos das cidade e lugares mais turísticos como o BOHEMIAN QUARTER. Quando estávamos próximos ao Zoológico da cidade a guia nos contou a história do chimpanzé SAMY que conseguiu escapar de lá DUAS VEZES. Depois passamos pela BELGRADE FORTRESS e vimos quando o Rio Sava encontra com o Rio Danúbio. Terminamos o tour por volta das 12h30 na HOLY ARCHANGEL MICHAEL CATHEDRAL.
      Segui para o centro e comi um lanche que tinha feito no café da manhã e tomei 1 coca (RSD 75). Tinha feito contato via o APP do Couchsurfing com a Brianna, uma americana que estava morando na Macedônia e estaria em Belgrado nos mesmos dias que eu. Ela visitava a capital sérvia com mais 2 amigos americanos e eles queriam ir a um estádio ver um jogo do campeonato local. Combinei de encontrar com eles nessa mesma tarde. Mas antes, fui ao MUSEU NACIONAL.
      O Museu Nacional fica na Republic Square, onde começou o free walking tour. Ele tem várias coisas sobre a Sérvia. Há uma “linha do tempo” que mostra o início das primeiras civilizações que habitaram o país. Há também quadros do MATISSE e MONDRIAN. Vale muito a visita!
      Saí do museu e fui encontrar a Brianna e seus amigos. Encontrei eles num bar no Boehmian Quarter. A Brianna, o Sam e o Andrew trabalham dando aulas de inglês na Macedônia e tiraram o final de semana pra conhecer a Sérvia. Eles tinham comprado ingressos para o jogo entre Partizan x Estrela Vermelha no dia seguinte. Resolvi ir com eles mas só compraria o ingresso quando chegássemos ao estádio.
      Conversamos e tomamos algumas cervejas até umas 19h, quando voltei pra casa. Cheguei por volta das 19h50 e a Andjela tinha feito com arroz com frango muito bom. Fiquei conversando com ela e com o Madlen até quase meia-noite, quando fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 20km 🚶‍♂️

      BOHEMIAN QUARTER
       

      BELGRADE FORTRESS

      BELGRADE FORTRESS

      17º dia de viagem: Belgrado (Domingo, 23 de Setembro de 2018)
      Acordei 8h50, me arrumei e deixei o apto. Fui ao supermercado MAXI e comprei meu café da manhã: 1 iogurte, 2 croissants “Seven Days” e 1 chocolate MARS. Comi esperando o ônibus no ponto. Cheguei ao centro e fui até o PARLAMENTO SÉRVIO. É um prédio muito bonito mas não pode entrar nele. Voltei para a Republic Square e acessei o wifi do Museu Nacional. Vi uma mensagem da Brianna falando que ela ia ao MUSEU NIKOLAS TESLA. Vi na internet que o ônibus 27 ia pra lá. Peguei ele e por volta das 11h30 estava na porta do museu. 
      O museu só tem visita guiada e a próxima em inglês seria 12h. Por volta das 11h45 Brianna e seus amigos chegaram e fomos para o tour (RSD 500). Primeiro vimos um filme de aproximadamente 15 minutos sobre a vida de Nikolas Tesla, que foi um defensor do uso da corrente alternada. Ele também criou o motor elétrico por indução.
      Depois do filme nos mostraram um exemplo de transmissão de energia sem fio. Alguns voluntários seguravam umas lâmpadas fluorescentes e quando ligavam um aparelho as lâmpadas se acendiam rapidamente.
      Na sequência mostram um experimento com um barco de controle remoto, mas tinha muita gente na minha frente que não consegui ver nada!
      Após o término desse experimento nos deixaram ver o restante museu. Mas ele é muito pequeno e dá pra ver tudo em 20 minutos. Confesso que fiquei um pouco decepcionado com o museu e esperava mais. Mas como não tem muito o que ver em Belgrado, acho que vale a visita sim.
      Deixamos o museu por volta das 13h e caminhamos até a Fortaleza de Belgrado. Demos umas voltas por lá e fomos a uma sorveteria chamada CRNA OVCA que fica ali perto. Tomei 1 bola de limão com manjericão e 1 bola de café (RSD 270).
      ***Dica: Quando forem à Belgrado, não deixem de experimentar o sorvete da CRNA OVCA ("Ovelha Negra", em português). É delicioso!
      Seguimos caminhando pela cidade até voltar ao Boehmian Quarter onde fomos almoçar. Paramos num restaurante na simpática SKADARSKA STREET. Comi um cheeseburger e tomei 2 chopps (RSD 1100). De lá pegamos um taxi até o albergue que os americanos estavam ficando. Passei num mercado e comprei uma cerveja de 2 litros (RSD 180) e ficamos tomando no quintal dos fundos do albergue.
      Por volta das 17h pegamos um táxi para o PARTIZAN STADIUM ver o clássico local. Havia um bloqueio policial impedindo o acesso às bilheterias. Esperamos uns 10 minutos e liberaram o acesso. Fiquei uns 5 minutos na fila e já consegui comprar meu ingresso (RSD 1500). Tomamos mais uma cerveja e seguimos para ver o jogo. 
      ***Dica: Havia uma severa revista nos torcedores antes de entrar no estádio. Os policiais  estavam confiscando TUDO que poderia ser arremessado no gramado: de isqueiros até moedas. Portanto se for ver algum jogo de futebol em Belgrado certifique-se que não tenha nada de valor nos bolsos que, dependendo do que for, pode ser confiscado. Não levei a minha máquina fotográfica e tirei as fotos do meu celular.
      Sentamos na arquibancada lateral e as torcidas organizadas (tanto do Partizan quanto do Estrela Vermelha) estavam atrás dos gols. As torcidas acendiam sinalizadores e por alguns momentos era impossível enxergar o campo devido à fumaça. O jogo terminou 1x1 e foi muito legal sentir o clima de um clássico do futebol sérvio. Apesar da rivalidade entre as duas equipes, foi bem tranquila a chegada e saída do estádio. 
      Depois do jogo paramos num bar nos arredores. Tomei um chopp (RSD 210) e usei o wifi do bar para achar um ônibus que me levasse de volta pra casa. Me despedi dos americanos e segui até o ponto de ônibus. Esperei uns 20 minutos e o ônibus me deixou à umas 5 quadras do meu apto. 
      Cheguei por volta das 22h e conversei com o Madlen e a Andjela até umas 0h30, quando fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 23km 🚶‍♂️

      PARLAMENTO SÉRVIO

      MUSEU NIKOLAS TESLA
       

      PARTIZAN STADIUM

      18º dia de viagem: Belgrado -> Budapeste (Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018)
      Meu ônibus para Budapeste sairia da Estação Central às 8h. Acordei 6h30, tomei café e arrumei minhas coisas. Me despedi do Madlen, Andjela e Irina (linda filha de 2 anos do casal) e deixei o apto às 7h. Fiquei no ponto de ônibus esperando o 65 (ônibus que me deixaria próximo a rodoviária) até 7h30 quando decidi pegar um taxi.
      Assim que eu parei o taxi uma mulher que também estava no ponto pediu para ir junto. Disse OK e entramos. Depois de uns 5 quarteirões a mulher pediu pra descer e não deixou sequer uma parte da corrida paga! Filha da p****!!! 
      Cheguei na rodoviária às 7h45 e a corrida deu RSD 500. Só tinha RSD 150, que era o dinheiro que tinha reservado pra pagar a passagem de ônibus até a rodoviária já que eu estava deixando o país. Perguntei se eu podia pagar com EUROS e o motorista disse que sim. Dei EUR 10 (aproximadamente RSD 1200) e o motorista me devolveu RSD 500 de troco.
      Assim que entrei na rodoviária fui informado que teria que pagar RSD 180 de TAXA DE EMBARQUE e ter acesso à plataforma do ônibus. Depois tive que pagar mais RSD 100 pela minha bagagem.
      ***Dica: Eu sei que é ruim deixar um país com um valor considerável de sua moeda, mas sempre deixe uma quantia para eventuais imprevistos. Não fosse o troco do taxista eu não sei o que faria para pagar as taxas de embarque e de bagagem…
      O ônibus saiu às 8h em ponto e se eu não tivesse pegado o táxi, teria perdido.
      Por volta das 10h40 chegamos à fronteira com a Hungria. Um oficial entrou no ônibus e pegou os passaportes. Depois ele nos devolveu carimbados com a saída da Sérvia. O ônibus andou um pouco e dessa vez tivemos que sair para passar pelo controle de entrada da Hungria. Por volta das 11h40 seguimos viagem.
      Ao meio-dia paramos num restaurante na beira da estrada. As refeições eram cobradas em EURO e um omelete custava EUR 4. Para usar o banheiro cobravam RSD 50. Comi uns chocolates que tinha comprado durante a viagem e tomei um suco de caixinha que nos deram no ônibus. Voltamos pra estrada umas 12h30.
      Cheguei em Budapeste por volta das 14h.
      FIM DE BELGRADO
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