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    • Por valderes
      Boa noite.
      Gostaria de sugestões de mochilas ou cangurus para fazer Hiking com bebês. A ideia seria uma mochila para transportar a criança nas costas entre os 6 meses até 1 ano e meio ou dois, ou enquanto as costas deixarem. 
      Gostaria de dicas e sugestões.
      Eu sei que a Deuter Kid Confort é bem recomendada, mas ela por si só já pesa 3 quilos e um tanto, além do preço exorbitante, apesar de que o principal contra para mim ainda seria o peso dessa mochila.
      Existem soluções mais leves e econômicas?
      Obrigado pela atenção
    • Por Marcelo Manente
      Pessoal vou fazer uma relato das minhas impressões sobre as estradas que eu trafeguei no caminho de ida e volta até Ushuaia e Carretera Austral em dezembro 2019 a Janeiro 2020.

    • Por Ligia Karina Filgueira
      O Caniôn do Guartelá fica localizado no Parque Estadual do Guartelá, em Tibagi-PR.
        A visita foi uma saída de campo do curso de Turismo-Unicentro de Prudentópolis.
       Saímos de Prude umas 7:30 e chegamos no parque às 09:30. Ao chegar no Parque, recebemos as instruções do pessoal que trabalha no Parque, e nos aconselhou a fazer a trilha com a menor quantidade de peso possível. O parque tem duas trilhas, uma de 5km até o cânion, panelões e outra maior, que tem acesso a parte com pinturas rupestres, que só pode ser falta contratando um guia local. Nós fizemos a de 5km, o que já valeu muito a pena!
        Aconselho a se longar bem antes rss! Iniciando o percurso com um calçamento bem ingrime(ja desci imaginando a volta kk) podemos observar  a vegetação presente e a formação rochosa do local.
       A trilha possui algumas partes coberta com mata e chão de terra e outras feitas de arvores para não causar tanto impacto ao solo.
      O primeiro ponto de parada, são os Panelões do Sumidouro, que são verdadeiras piscinas naturais relaxantes! (aconselho muuito a se banhar).
      Em seguida fomos em direção ao mirante do tão desejo Cânion do Guartelá! Ele possui uma vista incrível! O legal é que dá pra ficar em baixo do mirante, deitar na pedra, beber uma água e agradecer muito!! E o ultimo local que visitamos, foi uma "laje" de formação rochosa, que dava para ver de longe a Cachoeira da Ponte de Pedra, que não é liberado acesso e banho.
       Valeu muito a pena esse campo.
      Se você, como eu, ficou assustado na descida,calma.... eles possuem uma Kombi Resgate rs que está sempre de prontidão, para atender aqueles que não conseguirem subir o calçamento.

        Este é o meu primeiro relato neste site, espero que tenham gostado e VISITEM!
      0800 a entrada! Verificar no site sobre os dias de funcionamento.
      Possui estacionamento gratuito!


    • Por Genilson Lopes
      Olá, pessoal. Me chamo Genilson, sou de Fortaleza-CE, tenho 26 anos e desde 2015 planejo mochilar e viajar de carona, porém nunca tive coragem. Sempre criei ou tive pretextos para não o fazer. Mas dessa vez, a viagem sai.  Sempre li bastante sobre como viajar de carona, sobre as experiências que as pessoas que fazem isso têm. E isso tudo sempre me encantou, pois sempre tive o pé no mundo, sinto que meu lugar é no mundo. Que minha casa é sob o céu estrelado das noites, que meu lar está em algum lugar que não é aqui. Mas, decido a zona de conforto, nunca me permiti de fato sair daqui (só na vez que fui morar em São Luis-MA). Esse ano, fui demitido da empresa que estava trabalhando e pretendo pôr em prática o quanto antes minha vontade de conhecer o máximo possível do Brasil enquanto puder. Quero sentir no rosto a brisa, conhecer pessoas, trocar e adquirir experiências, aprender mais e ensinar também. Tenho certeza que, assim, atingirei um patamar de felicidade que nunca senti antes. Espero, de verdade que dê tudo certo, conto com as dicas de vocês e quem quiser e puder acompanhar, pretendo sair de Fortaleza agora, dia 12 de Março de 2020 com destino a SP...
    • Por Eliseu Francisco
      Com muito espirito de aventura eu Eliseu Francisco e meu amigo Daniel Douglas finalmente decidimos subir uma montanha pela primeira vez e escolhemos o Pico Paraná. Antes de irmos procuramos por vários relatos a fim de nos preparar, e encontramos ótimos relatos que foram de grande ajuda, mas quando chegamos lá sentimos que faltaram informações, então escrevo esse relato com a intenção de agregar mais informações para quem deseja realizar essa incrível aventura de subir o pico mais alto do sul do Brasil.
      Nós só temos disponibilidade durante as férias, sendo assim teríamos que optar por janeiro (verão) ou julho (inverno). Os relatos diziam que ir durante o verão não é uma boa opção devido á instabilidade do tempo, o que faz com que possamos pegar chuva a qualquer momento e ficar impossibilitados de subir o pico ou pelo menos ter mais dificuldades, mas nós ficamos receosos quanto ao frio do inverno, pois a chuva é uma possibilidade, mas o frio no inverno é uma certeza, então optamos por ir em Janeiro.
      Eu moro em Três Corações-MG, meu amigo mora em Florianópolis-SC. Decidimos nos encontrar em Curitiba para organizar nossas coisas e então partir para o pico. Passamos no supermercado para comprar suprimentos (água, frutas, sanduíches, bolacha) e depois fomos até a rodoviária de Curitiba para comprar as passagens para o pico. O pico, aparentemente não é um destino muito comum para quem vai de ônibus porque ninguém na viação sabia me informar ao certo qual ônibus eu deveria pegar, mas como eu havia pesquisado antes, descobri que a melhor opção seria comprar com a empresa Princesa dos Campos, com destino a Barra do Turvo **Não é possível encontrar esse destino no site da empresa, somente no guichê**, a  passagem em Janeiro de 2020 custava R$34,47, e um dos problemas é que esse é um destino muito além da estrada que leva ao pico, que fica á 48km de Curitiba, enquanto Barra do Turvo fica á 153km de Curitiba, ou seja pagamos muito para andar pouco, mas como não tínhamos outra opção... Outro empecilho é que só existem 3 horários por dia nessa rota, sendo ás 7:00h, 12:00h e 17:20h. Optamos por partir em um sábado ás 7:00h. O ônibus possui um cobrador, então pedimos pra ele nos avisar quando tivéssemos chegando próximo ao posto Mahle no km 46, que são os pontos na rodovia mais próximos a estrada que leva ao pico, por via das dúvidas eu acompanhei toda a rota pelo google maps e quando percebi que estávamos chegando próximo me levantei pra arrumar as coisas **Lembre-se de que você precisa levar seus equipamentos com você, pois o motorista não abre o bagageiro fora das rodoviárias**. O cobrador nos lembrou do local e nos avisou que o ponto seria ali, e também nos mostrou que havia outro ponto de ônibus do outro lado da rodovia, onde poderíamos pegar o ônibus para voltar pra Curitiba. **Na volta a passagem fica mais barata, pois o cobrador vai cobrar a passagem a partir daquele ponto**. Ao descer encontramos com um pequeno bar na beira da rodovia onde pedimos informações sobre onde fica a bendita estrada, fomos informados que ela fica á 2km seguindo a frente, ter que andar esse trecho no acostamento da rodovia foi inevitável, já que certamente o motorista não iria querer parar mais a frente por não ser seguro. Dois quilômetros depois nos deparamos com uma estradinha de terra á direita, havia um casal saindo de lá e perguntamos se aquela era a estrada que levava a fazenda Pico Paraná **Essa fazenda á a base de apoio na entrada da trilha que leva ao pico, é ela que você deve citar quando pedir informações**. Do início da estrada até a fazenda são cerca de 10km, eu sei, é muito, mas somos aventureiros e sabíamos que teríamos que fazer esse trecho, estávamos contando com alguma carona, e por sorte foi o que aconteceu, depois de andar cerca de 2km um motorista em uma caminhonete nos ofereceu carona, aceitamos sem relutar é óbvio, e foi realmente sorte, pois esse trecho tem muitas subidas, chegaríamos a fazenda já bem desgastados. Quando chegamos a fazenda fomos recepcionados por um dos proprietários que nos deu ótimas dicas e meio que nos assustou, é que como ele entende do clima local, ele nos disse que não seria uma boa ideia a gente ir até o Pico Paraná ou acampar lá em cima, pois o risco de chuvas, ventos e até raios é muito alto, ele então nos recomendou ir até o Pico Itapiroca ou Caratuva, não me lembro ao certo qual deles, a questão é que essa segunda opção é bem mais perto, tem cerca de somente 10m a menos que o Pico Paraná, a visão geralmente é mais limpa (sem nuvens), a trilha é menos intensa e daria pra subir e descer no mesmo dia para então acampar na base, onde é mais seguro. Obviamente ficamos meio preocupados, mas não pensamos duas vezes, nós fomos lá pra chegar até o topo do Pico Paraná e é isso que iríamos fazer independente do que tivéssemos que enfrentar, então avisamos ele da nossa decisão, assinamos uma folha de controle, deixamos na fazenda aquilo que não usaríamos na trilha e partimos. **É necessário pagar uma taxa de R$10(das 07 ás 18 horas) ou R$15(das 18 ás 07 horas) por pessoa na fazenda, esse valor te dá direito a usar os banheiros, chuveiro e camping. Também é necessário informar corretamente á qual pico você pretende chegar, pois caso se passe tempo demais do tempo comum de chegada, eles montam uma equipe de busca**
      Depois de tudo decidido, começamos então a trilha, eu não vou me apegar aos detalhes do caminho, já que a trilha é bem sinalizada, existem fitas brancas amarradas ás árvores que indicam o caminho para o Pico Paraná e fitas de outras cores para outros picos, além disso se você for em um final de semana provavelmente vai encontrar muitas pessoas na trilha, muitas mesmo, então quase sempre vai ter alguém á quem pedir informações. Quanto ás condições da trilha, quase todo o percurso é em meio ás árvores, então o sol não atrapalha tanto, o começo é uma trilha de chão batido com leves inclinações, depois de mais de uma hora de caminhada começam a aparecer algumas pedras no chão e aumentar a inclinação, logo depois nos deparamos com trilhas bem complicadas, com muitas raízes gigantes que dificultam a movimentação, existem muitas subidas e descidas todo momento, algumas dessas possuem cordas ou grampos para ajudar a escalar, por que fomos no verão e deve ter chovido nos dias anteriores nos deparamos com muita lama na trilha, o que foi péssimo porque os tênis ficaram imundos e as meias então, nem se fale, o chão fica muito escorregadio então a atenção teve que ser dobrada. Mais de quatro horas de caminhada e nos deparamos com uma das partes mais complicadas, pelo menos pra mim, tenho pavor de altura e a escalada nesse ponto é tensa, grampos e uma corda em pedras na vertical onde se você escorregar e não se agarrar a nada, a queda pode ser fatal, subir essa parte com uma mochila pesada e uma barraca nas costas foi muito complicado. **Escolha bons equipamentos, a mochila deve ser confortável e bem fixa ao corpo, se realmente optar por acampar fora da base, escolha a barraca mais leve o possível** Depois de passar por esse trecho tenebroso chegamos ao último acampamento antes do topo, decidimos montar a barraca ali e deixar nossos equipamentos para subir ao topo sem peso, desse ponto até o topo ainda leva cerca de uma hora de escalaminhada. Cerca de 6 horas depois de sairmos da base chegamos finalmente ao topo do Pico Paraná, infelizmente a visão não foi a das melhores, estávamos em meio ás nuvens, mas isso pouco importou, a sensação de poder dizer “nós chegamos, nós conseguimos” é indescritível e foi o que nos deixou satisfeitos. Havia umas 10 pessoas no topo e muitas outras no acampamento ou seja se você pretende ficar mais isolado sugiro ir no meio da semana. Depois de descansarmos por um tempo no topo, decidimos voltar para a nossa barraca e quando chegamos nos demos conta de algo ruim, estávamos quase sem água, levamos dois litros para cada um, erramos achando que seria suficiente **Pouco depois da metade do caminho da base até o topo do Pico há uma bica de água potável, encha o máximo de garrafas que puder** Era cerca de 16:00h, esperar até o amanhecer do dia seguinte não parecia mais uma boa ideia, quase sem água e como já tínhamos completado o nosso objetivo e não queríamos ter que voltar ao topo de novo, decidimos então por descer e acampar na base mesmo, então desmontamos a barraca, juntamos nossas coisas e começamos todo o trajeto de volta, que foi muito mais exaustivo, pois já estávamos arrebentados por ter subido carregando todo aquele peso, com o anoitecer tudo piorou **Leve aquelas lanternas que ficam na sua testa, vai fazer toda a diferença** Como não planejamos fazer trilha a noite não levamos lanternas, somente aquelas luzes de emergência, que usaríamos para iluminar a barraca, o problema é que em grande parte da trilha você precisa das duas mãos, então ficar segurando essas luzes foi um empecilho e tanto. Em certo ponto já estávamos sem água, com sede, alguns arranhões e quase exaustos e nada de chegar na bica que tinha água potável, somente outras bicas **Alguns montanhistas nos falaram sobre a tal pastilha de cloro que você usa para tornar a água potável, se eu soubesse disso antes... Pesquise e compre antes de ir** Depois de finalmente chegar á tão esperada e abençoada água potável nos saciamos, enchemos as garrafas e seguimos em frente, já era cerca de 21:00h quando decidimos que era melhor achar um lugar para acampar por ali mesmo, queríamos ter a experiência de acampar em lugar isolado e estávamos realmente quase sem forças para continuar, depois de andar mais um pouco achamos um lugar excelente, alto, limpo e plano, montamos a barraca e nos desmontamos no chão com ao alívio de que finalmente poderíamos dormir em paz depois de ter feito doze horas de trilha, mas nos esquecemos do frio, só levamos uma manta para forrar o chão da barraca e uma blusa de frio para nos agasalhar, foi outro grande erro, quanto mais tarde ficava mais ventava e a temperatura caía, foi um frio tremendo, eu não consegui dormir nem por um minuto, tremendo de frio, decidimos então acender o fogareiro dentro da barraca para cozinhar um macarrão instantâneo e nos aquecer, óbvio que não ajudou em muita coisa, meu amigo ainda conseguiu dormir apesar do frio, mas ele deve ter algum problema, se fechar os olhos por mais de um minuto, dorme. Com o nascer do sol os ventos param e o calor aumenta muito rápido, dormi por cerca de uma hora para então descermos, cerca de duas horas de trilha com o corpo todo doendo chegamos então a base.
      Foi a nossa primeira montanha, erramos bastante mais aprendemos muito mais. Não recomendo ir sozinho, nós nos apoiamos e zuamos bastante o que tornou tudo mais suportável. Pesquise bem antes de ir, leia o máximo de relatos que puder, se prepare e não se deixe intimidar, é uma aventura para se guardar pelo resto da sua vida, pelo menos eu nunca vou esquecer que eu subi a maior montanha do sul do Brasil.







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