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    • Por Line Santana
      Oiii gente, sou nova aqui no mochileiros. Tenho uma viagem marcada para Lisboa chegarei lá dia 22/05 (saio de SP dia 21/05) e retorno no dia 04/06. Gostaria de companhia para os passeios , pois infelizmente meus amigos que estariam me esperando, tiverem que vir para o Brasil inesperadamente ...  
    • Por Juliana Champi
      Olás!
      Segue abaixo um breve relato sobre a subida do Pico Agudo, norte do Paraná, no Vale do Rio Tibagi. Já tem algumas informações aqui no site sobre este destino, mas são mais antigas, e este é um ótimo lugar pra quem quer começar a se aventurar em trilhas e montanhas. Fomos pra lá dia 23 de dezembro de 2018.
      DADOS SOBRE O LOCAL
      O Pico Agudo é a segunda elevação mais alta do norte do Paraná, perdendo de Pedra Branca, na Serra do Cadeado. Tem cerca de 1100 metros de altura. Seu acesso é pela cidade de Sapopema, Fazenda Zamarian, e por enquanto o funcionamento é das 7h às 19h aos sábados, domingos e feriados. Contato com a administração: 43 98462-5977
      O Pico Agudo fica em uma propriedade particular (RPPN: reserva particular do patrimônio natural) e como o passar do tempo tem trazido cada vez mais gente ao local, o impacto ambiental já é visível. As trilhas estão alargadas, tem lixo espalhado e babaca escrevendo nome em pedra e árvore.
      Por estas razões ouvi dizer que acampar no local não será mais possível a partir de 2019, terá cobrança de entrada e estão construindo um pequeno centro de visitantes na entrada da Fazenda, pois hoje não há nenhuma estrutura.
      QUEM FOI
      O Antônio, amigo e guia de alta montanha, seu irmão e amigo (de 18 anos cada, sem experiência em trilhas), eu (enferrujada), marido (acostumado a correr), meu filho de 10 anos (iniciado em trilhas na mata) e nosso primo, de tb 10 anos, que nunca tinha feito trilha.
      A ESTRADA
      Quando se deixa a estrada de asfalto tem uns 20km de estrada de chão até chegar na entrada da Fazenda. Fomos de carro sedan (o Antonio de Jipe), mas apesar da estrada estar boa, em época de chuva não se recomenda nem a montanha* nem a estrada. Nessa estrada tem duas pequenas vilas, aproveite pra ir ao banheiro em alguma lanchonete do caminho, pois como já relatado, na Fazenda não tem banheiro (ainda). Tem kilos de dicas sobre o caminho exato na internet!
      *Geologicamente não é montanha, mas vamos chamar assim pra ficar mais fácil!
      Pois bem, como moramos relativamente perto do local (140km), saímos de Londrina às 5h30 e chegamos ao local cerca de 7h30. Paramos pra ir ao banheiro e comer lanches que tínhamos trazido de casa. Tb trouxemos água e suco. É muito importante começar a subir a montanha com pelo menos 1,5L de água por pessoa pq faz MUITO calor, a subida é íngreme e nem sempre uma bica que tem na trilha tem água, e as vezes está barrenta.
      A TRILHA
      A subida começa por mata aberta, depois fecha e no fim abre novamente. A subida de fato é de uns 350m (altura) por uns 2km. Tem um caminho que vai direto ao cume, mas é só pros montanistas mais experientes, pois é difícil. Os demais seguem pela trilha que contorna a subida. Mesmo assim há trechos bastante íngremes e 3 locais que a subida tem auxílio de cordas.
      Eu tinha bastante prática em trilha na mata quando era mais nova, mas faz algum tempo que estou enferrujada e fora de forma. E a inclinação do terreno ajuda a cansar, e muito. Pelo fato de ter conseguido subir mesmo estando fora de forma e com tênis de corrida (nem um pouco indicado), digo que a trilha é fácil, acessível, e dependendo do ritmo de quem sobe o tempo de caminhada pode variar de 30 minutos à 1h30. Mas não é um passeio no shopping! Na volta tinha uma senhora de mais idade e acima do peso esperando uma maca buscá-la no meio do morro pq tinha torcido o pé. Um tênis de trilha e fôlego suficiente são fundamentais!
      As crianças e o Antônio, que trabalha guiando em alta montanha, subiram sem nenhum esforço. O resto cansou bastante, hahaha!
      PRECISA IR COM GUIA?
      Não. A maioria vai por conta, o Antônio tava com a gente na amizade! Mas tem que prestar atenção na descida pq tem algumas “pseudo-entradas” na trilha que não dão em lugar nenhum, e é MUITO comum gente se perder por lá. Inclusive tem um local pra pouso de helicóptero no cume para possíveis resgates. Então mais uma vez: não é difícil mas não é super fácil tb! Estar com o Antônio foi ótimo, pq ele obviamente tem muito conhecimento do local, da melhor forma de subir pelas cordas, da trilha e tudo o mais. Como ele trabalha com isso super indico o site dele pra quem quiser se aventurar pelas montanhas da Argentina, Brasil e Bolívia principalmente:
      http://www.gaiamontanhismo.com.br/
      E A VISTA?
      As fotos falam por si!

      Chegando na Fazenda Zamarian, café da manhã com vista!
       
       
      Começo da trilha, os bastões ajudam bem na descida!
       

      Os bastões ajudam na descida!
       
       
      Começo da trilha aberta...
       

      Depois mata adentro!
       

      Trilha na mata!
       

      O caminho vai subindo e a vista vai ficando linda!
       

      Paradinha pra descanso!
       

      Começa o trecho com cordas...

      São 3 trechos com cordas na parte final...
       

      E subindo...

      Mais e mais cordas...
       

      E a recompensa!
       

      Antonio solitário!
       

       Gui estilo Karate Kid!
       

      Escrevendo o nome do livro da montanha que é pra continuar sempre subindo!
       

      Os meninos e contemplação.
       

      Descanso com vista, ventava bastante.
       

      Tudo meu!
       

      Tibagi ao fundo, vista linda!
       

      A família!
       
      Descemos o Pico cerca de 15hs pq o tempo começou a fechar e é bem perigoso pegar chuva na montanha. Trocamos de roupa pq as nossas estavam molhadas e seguimos viagem de volta, chegando em Londrina 17h30. Na própria estrada que dá acesso à Fazenda do Pico Agudo tem acesso a várias cachoeiras (pelo menos duas) e a região de Sapopema tá recheada delas... Lageado Liso ou Salto das Orquídeas é das mais famosas. Então fica a dica de uma aventurina de fim de semana pra quem estiver por perto. Nós não fomos em cachoeiras pq tínhamos compromissos a noite e precisávamos estar vivos!
       

      Eles sobem correndo mas depois desmontam, hahahaha!
       
      Que o ano novo (2019) daqui uns dias nos traga desertos, cachoeiras, trilhas e montanhas!
      Abraços!
    • Por Rômulo Estevan
      Procuro companhia pra mochilão roots estilo Via enfinda e Eu vivo isso,acampar bastante,fazer dinheiro na estrada,inicialmente começar em Ilhabela-Sp e decidir junto com a pessoa ou pessoas o próximo destino. WhatsApp 14991393504
    • Por lucband
      Eu, Lúcio, e minha esposa Marlene, 61 e 55 anos respectivamente, havíamos feito muuuuitos acampamentos (eu já fazia camping selvagem na década de sessenta, acompanhado de meu pai, usando barracas do exército, porque não existiam barracas de camping no Brasil) e algumas trilhas, mas a mais exigente até então havia sido a Ferrovia do Trigo, de nível fácil a moderado, além de pequenos trechos de montanha, mas tínhamos o sonho de chegar ao topo do Pico Paraná (PP), a montanha mais alta do Sul do país, com 1.877 metros. Sabíamos que seria muito difícil, então nem nos preocupamos em fazer preparação física especial, somente o que fazemos normalmente: eu jogo Tênis competitivo, minha esposa caminha e corre na esteira, caminhamos seis a oito quilômetros, andamos de bicicleta. Quase todo dia fazemos uma dessas atividades.  Meu planejamento inicial seria chegar com as cargueiras até o Caratuva (com possibilidade de acampar no cume do morro do Getúlio caso estivéssemos muito cansados) acampar e seguir no dia seguinte para o Pico Paraná, percorrendo a Trilha da Conquista até o acampamento 1 (A1). Escolhi pernoitar no Caratuva porque pensei que, se não conseguisse chegar ao Pico Paraná, pelo menos teria o prazer de ver o nascer e o pôr do sol no segundo mais alto pico da região Sul. Fiz um planejamento minucioso, para evitar aperto, e troquei alguns equipamentos para deixar as mochilas mais leves. A troca mais importante foi da barraca Naturehike Alumínio 2 que eu tinha pela excelente Naturehike Cloud Up 2 Ultralight (de cor cinza, que é mais leve): de 2,2 quilos para somente 1,5 quilos! No final das trocas, minha mochila pesava 13 quilos e a da Marle 11 quilos (sem considerar água). Ficamos então esperando um final de semana com tempo bom, até que finalmente chegou o grande dia, o feriado de Tiradentes, com uma previsão de tempo perfeito.
      Nos acompanharam na aventura a Tânia, uma amiga com a nossa faixa etária, seus dois filhos Guilherme e Riana, os três com experiência em trilhas, pois fizeram a Ferrovia do Trigo conosco, mas sem experiencia em montanha, e um casal de jovens amigos, Diego e Marina, que não tinham feito nenhuma trilha ainda. Saímos de Chapecó na quinta, dia 19/04/18, à tardinha e pernoitamos em uma Pousada em Quatro Barras, a 30 quilômetros do PP. Na sexta cedinho rumamos para a Fazenda Pico Paraná, onde conversamos com o proprietário, Dilson, e comentamos sobre nosso planejamento. Ele nos recomendou não acampar no Caratuva, porque a trilha da Conquista não era muito usada e era muito fácil de se perder, e falou que era melhor acamparmos no Itapiroca, fazendo a trilha normal para chegar ao PP. Aceitamos a sugestão, afinal o bom planejamento é aquele que é flexível, colocamos as cargueiras, tiramos uma foto e partimos.

      A tradicional foto da partida: Riana, Marina, Diego, Marlene, Lúcio, Guilherme e Tânia.
       
      Com o corpo ainda frio, quase morremos ao subir o íngreme gramado inicial na fazenda kkk (lembrei do filme Por Aqui e Por Ali - A Walk in the Woods, imperdível). Tocamos em frente, sem pressa, parando para apreciar a paisagem e tirar muitas fotos. Perto de uma da tarde chegamos na bica, depois da bifurcação do Caratuva, onde paramos para almoçar um delicioso Cup Nodles turbinado com sopa Vono e meio pacote de queijo ralado para cada um.

      Riana almoçando na bica.
       
      Depois de quase uma hora de descanso, abastecemos de água para o acampamento e tocamos em frente. Com dois quilos a mais em cada mochila o cansaço logo aumentou, e chegamos estropiados ao Itapiroca em torno de quinze e trinta, a tempo de montar acampamento, subir o pequeno trecho até o cume, deixar uma mensagem no livro e apreciar um belo pôr do sol.

      Na chegada ao Pico Itapiroca, eu e Marle dividindo o sabor da conquista.
       

      Deitado na barraca, namorando o Pico Paraná e imaginando como era longe...
       
      À noite deve ter feito menos de zero grau, porque estava ventando muito e mesmo assim formou gelo nas barracas. Estávamos bem agasalhados e com bons sacos de dormir, mas mesmo assim passamos frio...

      Na primeira noite formou gelo nas botas, isso que estavam no avanço da barraca...
       
      No dia seguinte bem cedo acordamos para ver o nascer do sol, e ás oito horas estávamos prontos para partir para o PP.

      Nascer do sol com o Pico Paraná ao fundo. Parece uma pessoa deitada, onde o PP é o nariz...

      Nossas barracas com o PP ao fundo. Em primeiro plano o saco para lixo (traga sempre de volta todo seu lixo, e mais um pouco como colaboração).
      Escondi nossa comida no mato (porque na trilha do Pontal de Tapes nos roubaram algumas coisas a noite, inclusive toda nossa comida, nos deixando em situação de risco, fiz um relato aqui: mochileiros.com/topic/71954-pontal-de-tapes-uma-roubada-literalmente/), deixamos nas barracas somente os isolantes, os sacos de dormir e alguns itens menos valiosos e saímos com três a quatro quilos em cada cargueira. Tudo na expectativa de não passar muito aperto caso furtassem nossas barracas enquanto estivéssemos na trilha... E fomos subindo, descendo, pulando, escalando, curtindo a paisagem, tirando fotos, bebendo água geladinha de cada fonte que tinha no caminho, até chegar no Acampamento 2 (A2), em torno de onze e meia, onde Tânia e Marina disseram que ficariam ali nos esperando, porque estavam cansadas.

      Marle, Marina e Diego escalando o paredão.
       
      Fomos atrás da bica de água para reabastecer, pegamos somente uma mochila, com água, kit remédios e kit de emergência, e partimos os cinco restantes para o ataque ao PP. Depois de pouco mais de meia hora, parecia que estávamos chegando ao cume, ficamos felizes, mas... não era o cume, avistamos mais um caminho por dentro da mata, e um paredão ameaçador no final, e o cume nos chamando lá em cima. Diego, Riana e Guilherme desanimaram e disseram que não iriam continuar... olhei para a Marle, para ver se ela estava bem, ela me olhou firme e disse: vamos! Não pensei duas vezes, peguei duas garrafas de água, coloquei uma em cada bolso da calça e saímos quase correndo em direção ao pico, com a adrenalina a mil. Chegamos lá em menos de quinze minutos, ainda gritamos para nossos amigos, dizendo que o último trecho era fácil, que era para eles tentarem subir, mas eles não entenderam, acharam que estávamos acenando para eles e voltaram para o A2.

      Eu e a Marle na pedra, ao lado do livro do cume do Pico Paraná.
      Nos abraçamos, rimos que nem crianças, sem acreditar que conseguimos chegar lá, tiramos muitas fotos, curtimos a paisagem, deixamos uma mensagem no livro do cume, sentamos um pouco e iniciamos a caminhada de volta, porque não tínhamos muito tempo, eram mais quatro horas até o acampamento base no Itapiroca, já era mais de duas da tarde e não queríamos pegar noite na trilha. Ao chegar no A2, onde o resto da galera nos esperava, um susto: Guilherme estava com câimbras, eu fiquei com medo de que ele não conseguisse retornar e tivesse que ficar no A2, sem abrigo. Demos para ele um coquetel energético (Capuccino com leite em pó adicional, Carb up, mandolate e Snickers, que mistura!), o que fez com que ele melhorasse (pelo menos das câimbras, porquê o estomago foi detonado kkkk) e ficasse em condições de iniciar a jornada de volta. No caminho abastecemos de água novamente, no último filete que tinha na trilha, ficamos com as mochilas mais pesadas, o que aumentou o cansaço, e acabamos chegando no Itapiroca já quase de noite, as dezoito horas, exaustos. Uma janta quente e uma unica cumbuca cheia de sopa, passada de mão em mão como em um ritual indígena, nos reanimou, o frio estava menor (ou o cansaço maior?) daí pudemos dormir melhor.
      No dia seguinte, acordamos cedo, a tempo de ver mais uma vez o belo nascer do sol, arrumamos as cargueiras e iniciamos a descida em um bom ritmo, às oito horas. Fazendo as tradicionais paradas para descansar, tirar fotos e apreciar a paisagem, às onze e meia chegamos na Fazenda Pico Paraná e fomos correndo encontrar uma churrascaria para tirar o atraso... que ótimo sabor tem a comida e bebida depois da trilha!
      Não poderia encerrar o relato sem enaltecer nosso grupo, unido em todos os momentos como uma família, com uma sinergia que transmitia força e segurança a todos e que nos permitiu fazer a jornada sem nenhum percalço. Obrigado, galera, vocês são incríveis!
       

      A chegada na fazenda Pico Paraná
       
      Acho que alguns montanhistas contumazes vão rir da nossa história, achando muito fácil chegar ao cume do PP, mas na nossa idade acredito que poucas pessoas teriam a preparação física e principalmente mental para sequer conseguir chegar com as cargueiras até o Itapiroca, o que dirá sair do Itapiroca no dia seguinte, com algum peso na mochila, ir ao PP e voltar. Ficamos muito felizes em poder provar que a velhice está somente na cabeça das pessoas, e que nunca é tarde para realizar seus sonhos, por mais malucos que possam parecer. O pior é que descobri o que muitos falavam e eu não imaginava o estrago que fazia: o bicho da montanha nos picou e contaminou, ficamos viciados e já estamos preparando nova jornada, agora para conhecer o Pico Caratuva... A montanha é o paraíso na Terra!
       

      No mirante próximo ao A2... nossa sinergia nos faz mais fortes!
    • Por Edilanef
      Oii gente! Nunca fiz nenhum tipo de mochilao, mas quero muito fazer um mochilao pela América do Sul. Não tenho nenhuma experiência, e tenho pouquissima grana. Não tenho roteiro definido, mas quero passar por Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile. Não tenho data pra voltar. Sou de Minas Gerais e gostaria de dicas e companhia 😊


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