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Galerinha linda do meu Brasil, sou de Brasília e to super pilhada de fazer uma viagem pra começar bem o ano de 2019! Alguém pilha de ir pra Argentina, Chile, Uruguai ou algum outro destino maravilhoso com pouco dinheiro e muita boa vontade? Meu whatsapp é 61982769861, me adicionem!  O dinheiro é pouco, mas a animação e vontade são imensas, vamos nessa!

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Letzbito boa tarde, sou carioca e nunca fiz uma viagem com grupo ( mochileiro). Pode me dar uma dica ou me colocar em algum grupo de ZAP que está programando alguma viagem? Se sim segue meu contato 21965619194

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    • Por Patrick Luiz B. Gonsales
      Mochilão 452 km, Marau - RS a Capanema - PR, Carona + Trekking
       
       ''Esta vida é uma viajem, pena eu estar só de passagem'' (Paulo Leminski).
       
      A ideia já estava gravada na minha cabeça a dias, mas o empurrão surgiu após uma viajem para Marau no Rio Grande do Sul. Pois bem, começou assim...
      Quarta-feira, 30 de janeiro de 2019.
      Estava a 15 dias viajando na casa de um amigo no município de Marau no estado do Rio Grande do Sul, um município que foi colonizado pelos italianos, e que apresenta algumas belezas próximas como a Cascata do Maringá (FIGURA 1) no município vizinho Vila Maria e o Perau de janeiro em Arvorezinha, ambos próximos a Marau.

      Figura 1. Parque da Cascata do Maringá - Vila Maria - Rio Grande do Sul    
      Uma viajem para esquecer certos problemas e conflitos surgidos, mas também para adquirir novos conhecimentos. Após dias de reflexão decidi voltar para meu município de destino, Capanema no sudoeste do estado do Paraná. Em pesquisas e conversas decidi arriscar o meu primeiro mochilão até chegar em casa. Seriam 452 km de Marau - RS até Capanema - PR (FIGURA 2).
      Quinta-feira, 31 de janeiro de 2019.
      A noite foi pensativa, acordei 08h00 da manhã e o sono se foi, talvez o pensamento já estava acelerado naquele momento. Sai de Marau as 09h00 da manhã, meu amigo me levou até um posto de caminhoneiro e de lá consegui a minha carona. Essa carona por vez foi já pré-estabelecida no dia anterior. De Marau a Francisco Beltrão no Paraná era o destino do caminhoneiro! Saindo de Marau e chegando por volta das 10h00 em Passo Fundo - RS o caminhoneiro teria que carregar para seguir viajem, como todo bom mochileiro a espera determina uma boa estratégia. Aguardei até as 14h00, até finalizar o carregamento da carga. Pois bem, tudo finalizado! Seguimos viajem.
      Conhecendo um pouco das paisagens e do famoso Rio Uruguai, que divide o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, foi algo maravilhoso, mas não foi apenas paisagens que me enchi os olhos! Uma das cidades mais limpas por onde passei, com ruas sem nem um resíduo! Formosa do Sul - SC, a cidade sem sujeira (apelidado por mim naquele instante) e um dos lugares onde a arborização urbana com certeza é uma das melhores. 
      Na saída da cidade se deparamos com um grupo de ciclistas, que decidiram nos acompanhar! Parecíamos caminhão de escolta, e olha que os ciclistas pedalaram para valer. Nossa viajem seguiu após despedidas aos ciclistas, nesse meio tempo surgiram diversas conversas entre eu e o motorista do caminhão, e o assunto principal foi o desastre acontecido em Brumadinho, uma tragédia que ocorreu por falta de fiscalização e principalmente por negligencia, mas não vem ao caso no relato de agora. 
      Pedi ao motorista sobre quais postos de combustíveis eram próximos ao seu destino final, ele me informou que havia um próximo ao destino, e que ali seria um bom lugar para pedir mais uma carona, paramos então no posto e eu com um sorriso, mas um medo interno fui a procura de encontrar uma carona! Alguns evitaram, outros não podiam me levar, mas não me frustrei pois como primeiro mochilão estava ciente dos obstáculos que iria enfrentar pelo caminho, então seguimos até o destino final do motorista, Francisco Beltrão no estado do Paraná.
      Chegamos por volta das 21h30 e pedi ao motorista para me deixar em frente ao posto da Policia Militar Rodoviária, que por sinal me ajudou muito. Chegando ao local me despedi do motorista que horas antes até me ofereceu água comida e fez questão de comprar um salgado de strogonoff que segundo ele a vendedora lhe enganou, afirmando que era strogonoff, mas não, pois não continha batata palha segundo o motorista.
      Cheguei no meu primeiro destino, o Posto da Policia Militar Rodoviária de Francisco Beltrão - PR.
      E agora o que fazer?
      Me aproximei da guarita e por sorte lá está um policial de plantão, perguntei a ele com base no que já tinha pesquisado antes da viajem se o mesmo teria um papelão e um canetão, ele me olhou meio '' o que será que ele vai fazer'', mas expliquei tudo e por sorte ele me forneceu o material. Na mesa do posto da polícia comecei a escrever meu próximo destino no papelão, REALEZA, com uma caligrafia não muito legível perguntei ao policial se o mesmo entendia o que estava escrito e que se estava grande o suficiente para os motoristas verem, ele disse que si! E logo me perguntou o que eu estava fazendo. Disse para ele que se tratava de um mochilão! Logo em seguida ele me disse que não faria isso nem que lhe pagassem pois na sua profissão só lhes chamavam quando ocorria algo de ruim. Pensei que talvez seja por isso que esse policial não faria algo assim! Mas achou corajosa a minha atitude.
      Durante a escrita no papelão conversamos, mas uns 5 minutos, disse de onde sou e o que faço da vida, no final agradeci o policial que me desejou boa sorte.
      Na frente da Policia com receio e um pouco de vergonha, mas pensando e deixando tudo de lado ergui o papelão escrito o nome do meu destino e comecei a pedir carona. Passou um caminhão, cinco carros e eis que surgi um salvador. Ele leu o que testava escrito no papelão, pois próximo ao posto da polícia os condutores são obrigados a diminuir a velocidade e isso facilitou a visualização da minha péssima caligrafia. O motorista parou cerca de 100 metros à frente e lá fui eu, com um sorriso no rosto por ter conseguido, mas ao mesmo tempo ciente que as vezes pode demorar mais ou menos essa busca. O meu demorou 5 minutos!
      Cumprimentei o motorista e o mesmo disse que iria para Lindoeste um município do estado do Paraná que sua família residia.
      - Eu conheço a cidade pois já tinha passado várias e várias vezes por lá, disse ao motorista. E sabia que a mesma era após o meu destino escrito no papelão, mas como ele iria para um lado e eu para o outro fiquei pelo trevo de Realeza mesmo.
      Com esse motorista conversamos apenas sobre a vida, vida essa minha que iria mudar na próxima carona.
      Após chegar em Realeza, cerca de 35 km do meu destino final naquele pouco iluminado, pensei que não conseguiria mais carona pois já se passava das 22h30 da noite e dificilmente alguém circularia por aquele local nesse horário, então decidi seguir a pé, sabendo que a distância era grande, mas seria aquele momento a melhor forma, visto que estava destinado a chegar no meu destino. Caminhei e caminhei por aquela estrada escura com a ajuda da minha lanterna que por sinal ilumina até bem. 
      Após ter caminhado 1 km e feito inúmeras tentativas de conseguir carona com os poucos veículos que passavam pelo local (que sabendo que não era o melhor dos locais e nem a melhor hora) consegui uma carona, essa carona mudaria a minha ideia de mochilão e principalmente a ideia de pedir carona em locais escuros ou pouco iluminados. Após acenar um carro parou e ele mesmo me ofereceu carona, achei estranho mas arrisquei. Havia 3 ocupantes que por sinal não estavam em condições de dirigir e estavam de uso de substancias ilícitas, bem alterados, ali o medo começou a bater, o medo de algum acidente ou algo do tipo, mas isso não seria o pior dos problemas já que um dos ocupantes disse a seguinte frase ''Vamo rouba ele e joga do carro'', aquele momento já entrei em estado de pânico internamente, mas mantive a calma.  Em seguida o ocupante da frente que estava fazendo uso que para mim era Crack disse a seguinte frase para seu companheiro que estava no banco de trás junto comigo '' fica quieto, para de ser besta'' e logo em seguida disse para mim que não iriam fazer nada. Eu ainda em alerta fiquei apenas rindo e tentando de alguma maneira entrar na ''Vibe'' deles. Eles até me ofereceram as substancias, mas me recusei. Mas a viajem seguiu tudo ótimo, a carona que eles me deram foi de cerca de 13 km me deixando em um posto de combustível e seguindo para outra cidade, fora da minha rota de destino.
      Suspirei aliviado!
      E pensei, nunca mais pegarei carona na escuridão da noite. Mas os mochilões ainda virão!
      Parei então no posto de combustível, estava sem água já e o mesmo se encontrava fechado, também naquele horário! e por ser posto pequeno dificilmente estaria aberto. Mas no local havida dois funcionários que faziam a vigilância do posto, me aproximei e pedi por água, eles me indicaram o local que por sinal tinha água gelada, mais um alivio!
      Se aproximei novamente a eles e contei sobre a carona que tinha acabado de pegar, me acharam louco, apenas louco, eu agradeci e segui viagem.
      Após ter saído do posto de combustível cerca de 500 metros surge um caminhão carregado com tijolos, fiz o famoso sinal do dedão novamente e ele parou, disse meu destino, mas o mesmo iria apenas ir 6 km para frente, pois morava naquela localidade que já pertencia ao município de Planalto - PR, cidade vizinha do meu destino. Então aceitei a carona, a primeiro momento ele me disse que deu carona para mim achando que era um conhecido dele, mas no desenrolar das conversas, falando sobre mim e sobre meus pais o motorista disse que conhecia os mesmos, ali tudo começou a correr bem. O condutor me deixou então a 6 km longe do trevo onde pedi a carona e a cerca de 15 km do meu destino final.
      Sexta-feira, 01 de fevereiro de 2019.
      Ainda na estrada com a escuridão total por volta das 00h00 segui a pé esses 15 km. Cansado e com a água que abasteci no posto anterior quase se acabando segui as subidas e decidas do trajeto na escuridão total e com apenas a lanterna que por sinal estava nos seus últimos minutos de bateria. Nesse percurso parei 2 vezes, para descansar, e a dor nas costas estava quase insuportável, talvez não tenha ajustado de maneira correta a mochila cargueira, mas descansei alguns minutos e continuei. Cheguei então a um posto da Policia Rodoviária Federal do Município de Planalto no Paraná a metade do caminho. Já estava disposto a seguir de a pé esses quilômetros restantes, mas no fundo surgiu um carro, tentei pela última vez fazer um sinal, sabendo que não iria parar por se tratar desse horário, mas ele parou, e me ofereceu carona. O condutor disse que estava indo trabalhar, que começava as 02h15 em uma cooperativa e era 02h00 da madrugada quando ele me deu a carona. A cooperativa por sinal era próxima ao meu destino final, cerca de 500 metros. Me senti aliviado naquele momento! Ele me deixou cerca de 10 metros do meu destino final, agradeci ele imensamente e por fim cheguei!
      Cansado, dolorido, mas com um sorriso e uma experiência muito grande dentro de mim!
      Posso dizer que fiz um mochilão! Sofrido mas fiz.

      Figura 2. Mapa do trecho percorrido, Marau - RS a Capanema - PR
      Dicas importantes adquiridas nesse mochilão
      - Melhor lugar de pedir carona ou é em postos de combustíveis ou em guaritas de polícia militar ou rodoviária;
      - Tenha em mãos um canetão e papelão para sinalizar seu destino;
      - Peça carona em locais aonde o motorista tenha local para estacionar;
      - Esteja sempre com a mochila nas costas, pois isso facilita dizer que você é uma pessoa de bem;
      - E tente ficar em pontos estratégicos para pedir carona, locais bem iluminados é o ideal.
      Obs.: Algumas dicas os próprios motoristas disseram
      Tudo certo? Partiu mochilão.
    • Por akumakoori
      Falaaa meu povo! Como vai o coração e alma?
      Então, saí  no dia 30/12/2018 do Brasil e vou passar 9 meses aqui na Europa. No momento estou na cidade de Rijeka, na Croácia. Vou fazer trabalho voluntário aqui durante seis semanas e depois vou partir  para o leste europeu. Tive a sorte de conhecer o Will e nós vamos fazer hitchhiking juntos, vai ser mara! O objetivo desse mochilão é me encontrar. Estou meio perdida em relação ao o que minha alma precisa. Saí da faculdade porque ouvi ela dizer que era disso que eu precisava no momento: dessa viagem. Conhecer pessoas e diferentes realidades. 
      Quem aí tá na mesma vibe e está por aqui pela europa? Manda um direct pra mim no instagram @akumakoori ou me manda uma mensagem no wpp (55 087 996088243)
       
    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile. 
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Para realizar esta viagem primeiro nós fizemos algumas pesquisas, como por exemplo: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. 
      Juntamos todas essas informações numa planilha e então começamos a trabalhar nela. Então no mês de Setembro/2018 começamos a fazer as contas e preparar tudo o que precisava para viajar.
      Nessa primeira parte vamos tentar abordar o máximo de informações com relação ao roteiro, situação das estradas, GPS, câmbio, aduanas, seguros, itens obrigatórios, pedágios e combustível. 
      Na segunda parte vamos falar um pouco sobre San Pedro de Atacama e sobre os nossos passeios.
      Então vamos ao que interessa:
      Nessa viagem foram 04 pessoas: Eu (Thiago), minha esposa Priscila, meu Pai e a namorada do pai.
      Saída de Blumenau: 22/12/2018.
      Chegada em San Pedro de Atacama: 25/12/2018.
      Saída de San Pedro de Atacama: 31/12/2018.
      Chegada em Blumenau: 03/01/2019.
      Carro utilizado: Peugeot 207, ano 2012. Motor 1.4, c/ 04 portas.
      Roteiro/Condição das estradas/Pedágios:
      Dia 01 - Blumenau - SC x São Borja - RS. Total: 860 Km.
      Esse caminho é o mais curto, porém tem muitos trechos com pista ruim (buracos, desníveis, etc.), além disso tem muitos radares e lombadas eletrônicas. O motorista tem que ficar atento.
      Pedágios:  Nenhum.
      Dia 02 - São Borja-RS x Presidência Roque Sáenz Peña - Argentina. Total: 620 Km.
      As estradas são boas, pelo menos são melhores que do que as do Brasil.
      Pedágio 01: logo que passa a Aduana, já tem um guichê de pedágio. Valor pago em moeda brasileira: R$ 50 para veículos de passeio. (na volta ao Brasil, o valor é R$ 65)
      Pedágio 02: RN-12 aprox. no Km 1262. Valor: 50 Pesos Argentinos.
      Pedágio 03: RN-16 aprox. no Km 05. Valor: 40 Pesos Argentinos.
      Pedágio 04: RN-16 aprox. no Km 60. Valor: 65 Pesos Argentinos.
      Dia 03 - Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina) x Salta (Argentina). Total: 630 Km. 
      As estradas também são muito boas.
      Observação: na RN-16, entre os KM 410 e 481 a estrada é "horrível". Tem muitos buracos. Buracos gigantes. Você vai perder tempo desviando deles.
      Pedágios: RN-09 chegando na cidade de Salta. Valor: 25 Pesos Argentinos.
      Dia 04 - Salta (Argentina) x San Pedro de Atacama (Chile). Total: 580 Km.
      As estradas também são muito boas.
      Observação: Nós usamos o caminho Paso de Jama, que é melhor, pois é todo asfaltado até San Pedro de Atacama.
      Pedágios:  Nenhum.
      *Na volta pra casa fizemos o mesmo trajeto. 
      Hospedagem:
      Dia 01 - Dormimos na casa de parentes. Não tivemos gastos com hospedagem nesse dia.
      Dia 02 - Ficamos hospedados no hotel de campo El Rebenque, que fica na cidade de Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina).
      Dia 03 - Ficamos hospedados no hotel Pachá, que fica na cidade de Salta (Argentina).
      Dia 04 - Ficamos hospedados no hostal Casa Lascar, que fica em San Pedro de Atacama (Chile).
      Aqui dormimos dia 25, 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro/2018.
      *Na volta pra casa ficamos nos mesmos hotéis.
      Câmbio:
      Peso Argentino: nós trocamos todo o dinheiro brasileiro por Peso Argentino na aduana, que fica logo depois da Ponte internacional, saindo de São Borja-RS.
      Valeu muito a pena trocar o dinheiro na aduana, pois pagamos 0,10 por cada Peso Argentino. Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi 0,15.
      Comparação de preços Blumenau x Aduana Argentina:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 6.666 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,15)
      R$ 1 Mil reais trocados na Aduana valem: 10.000 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,10)
      Peso Chileno: nós trocamos R$ 1 Mil (reais) em Pesos Chilenos aqui em Blumenau, para ter um pouco de dinheiro na chegada à San Pedro de Atacama.
      O restante do dinheiro brasileiro nós trocamos em San Pedro de Atacama. Trocar o dinheiro em San Pedro valeu muito a pena, pois recebemos 170 Pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real). Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi de 154 pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real).
      Comparação de preços Blumenau x San Pedro de Atacama:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 154.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 154)
      R$ 1 Mil reais trocados em  San Pedro de Atacama valem: 170.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 170)
      *Compare antes de trocar seu dinheiro.
      Combustível / Postos de abastecimento:
      Na Argentina tem dois tipos de gasolina: a Super (comum) e a Infinia (aditivada).
      Infinia: variava de 45 a 48 pesos.
      Super: variava de 41 a 44 pesos.
      *Abastecemos com gasolina Infinia nos Postos YPF.
      *No Chile não abastecemos, por isso não informamos os tipos e preços que existem.
      Na Argentina tem muitos postos de abastecimento durante o trajeto. O último posto fica bem próximo da Aduana, no Paso Jama (divisa entre Argentina e Chile).
      Depois da Aduana não tem mais posto durante o caminho. Vai ter um posto somente em San Pedro Atacama (distância entre Aduana e San Pedro Atacama: 160 KM aprox.)
      GPS:
      Nós utilizamos dois aplicativos de geolocalização: o Google Maps e o Maps.me. Levamos dois Smartphones, em um deles usamos o Maps.me e no outro com Google Maps.
      Antes de sair nós fazíamos os trajetos pela rede WiFi e depois saíamos para a estrada. Os dois aplicativos funcionaram muito bem no modo off-line.
      Dica: o aplicativo Maps.me funciona totalmente no modo off-line. Para isso é necessário baixar os mapas off-line da região que você vai passar. Exemplo: nós baixamos todos os mapas da Argentina, do Chile e também dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 
      Seguros obrigatórios para seu carro:
      Na Argentina: seguro Carta Verde. Você pode fazer em qualquer corretora de seguros.
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro com a Porto Seguro, com a cobertura de até 15 dias. Custo: R$ 125. Débito em conta corrente.
      No Chile: seguro SOAPEX. Você pode fazer este seguro com a HDI do chile. Só digitar no Google "HDI Chile".
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro direto no site da HDI Chile, com a cobertura de até 10 dias. Custo: R$ 40. Pagamento somente no cartão de crédito. 
      *Veja se o seu cartão está liberado para realizar esta compra.
      Observação: em nenhum momento a polícia ou aduana nos cobrou esses documentos.
      Seguros para você:
      Nós optamos por não fazer nenhum seguro de vida ou de acidente. 
      Mas as empresas de seguro oferecem inúmeras modalidades.
      Avalie a que melhor se enquadra com seu bolso.
      Itens obrigatórios para o carro:
      Na Argentina:
      Vários blogs e pessoas nos disseram que teríamos que levar um monte de coisas no carro.
      Então nós entramos em contato com o departamento de trânsito da Argentina e também com o consulado Argentino no Brasil que fica em Florianópolis.
      Segundo eles, os itens obrigatórios são:
      - 01 Extintor de incêndio (exceto em motos);
      - 02 triângulos de segurança;
      - Além dos demais exigidos no Brasil (pneu estepe, chave de rodas e macaco).
      E tem também os itens recomendados: (notem que são recomendados, não obrigatórios)
      - Kit de primeiros socorros;
      Portanto, não é obrigatório levar o tal do "cambão", que muitos blogs informam ser obrigatórios.
      No Chile:
      Considerar todos os itens obrigatórios citados acima.
      E no Chile todos os motoristas são obrigados a ter no carro um "colete refletivo". Caso o motorista precise sair do carro para alguma manutenção ou emergência ele precisa estar vestindo o colete. Isso é LEI NACIONAL. Na dúvida leve um colete também.

      Observação:
      Na Argentina fomos parados diversas vezes pela polícia. Em quase todas as cidades que passamos ao longo do caminho a polícia nos parava para solicitar algum documento.
      Algumas vezes eles pediam os documentos de identidade e do carro. Em outras eles faziam o teste de bafômetro. Mas em nenhum momento a polícia precisou revistar o nosso carro.
      No Chile não fomos abordados.
      Aduana Brasil x Argentina: Muito tranquilo.
      O atendente solicita os documentos do carro e identidades.
      Preenche um formulário no computador.
      Por último entrega um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Argentina x Chile.
      Não tem custo.
      Aduana Argentina x Chile: chato/demorado (pode ter fila e os atendentes são malas)
      A Aduana que nós passamos foi no Paso Jama.
      Tem 06 guichês.
      É necessário preencher um formulário em espanhol. Nesse formulário tem uma parte que fala se você está levando algum alimento que é "proibido".

      Após passar em todos os guichês eles entregam um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Chile x Argentina.
      Comidas não podem passar. Exemplo: frutas, verduras, carnes, lanches, etc. Tudo que é animal ou vegetal fica na Aduana. Alimentos processados passam. Alegação deles é que pode haver alimentos contaminados ou pragas. Se no formulário estiver a opção NÃO, mas na hora de revistarem o carro eles encontrarem alguma coisa, você leva uma multa.
      Após sair dos guichês vem um fiscal da vigilância sanitária e inspeciona o carro.
      Só depois de inspecionar o carro você está livre para seguir viagem.
      Não tem custo.
      *Na volta pra casa é necessário fazer tudo de novo, porém a vigilância sanitária não revistou o carro dessa vez.
      Espero que tenham gostado dessa primeira parte.
      Se tiverem algum comentário ou dúvidas por favor nos retorne.
      Um abraço.
    • Por jairosouza02
      JANEIRO 2019 Organizamos uma expedição pela américa do sul, argentina, chile, peru, bolívia, além, o céu é o limite. O mochilão vai ser em grupo, sem dinheiro, de carona. ATENÇÃO, ROOTS E SEM DATA  PRA VOLTAR. Para comseguirmos comida vale tudo, pedir, mendigar, vender coisas, ou levar dinheiro se quiser. O ponto de encontro vai ser em Curitiba aproximadamente dia 5 de Janeiro, a data pode mudar até lá, de acordo com a disponibilidade dos membros.  Quem animar chama no whats, 81984144564, já temos 5 pessoas fechadas. Se vc não está disposto a passar fome, dormir ao relento não entre em contato. 
    • Por Valdirene de Castro
      Alguém pra viajar pra Salvador de 19/01/2019 a 24/01? 


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