Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

Posts Recomendados

Olá,

 

Já tinha ouvido relatos sobre a antiga estrada que ligava Mendoza(Argentina) ao Chile. Hoje a travessia é realizada pela Ruta 7.

Eu, minha esposa e nossa filha embarcamos nessa aventura, partimos de Blumenau-SC até Mendoza-Argentina, foram percorridos  no total 5490km (ida e volta).

Partimos dia 23/12/18 pela manhã e chegamos a Mendoza dia 25/12/18 fim da tarde.

Pesquisei bastante sobre procedimentos para este tipo de viagem, como kit primeiros socorros, cambão, carta verde, e outros mais.

Primeira parte da viagem foi de Blumenau até São Borja (ficamos na hospedagem dos imigrantes) no outro dia fomos até a pequena cidade de Saturnino m Laspiur(ficamos na hospedaje Quique) e no terceiro dia chegamos a Mendoza.

No dia 26 largamos o carro no estacionamento e caminhamos o dia todo pela cidade, que é bem movimentada mas tranquilo de caminhar, principalmente na Peatonal Sarmiento, um calçadão bem movimentado e com muitos restaurantes e cervejarias ótimas...e claro ótimas sorveterias.

No dia 27 fomos de carro pela ruta 52 até a reserva natural Villavicencio, e dessa parte em diante fui de bike, minha esposa e filha acompanharam no carro.

Foram 27km de subida, chegando a 3.000metros do nível do mar, e o pedal continuou até a cidade de Uspallata, totalizando 57km.

O percurso é maravilhoso, paisagens fantásticas, muitos Guanacos...e não vimos o tal temido Puma.

Não senti diferença de altitude, mas minha filha e esposa sentiram um pouco de tontura, e claro uma diferença de temperatura.

O lugar é "hermoso" sem palavras para descrever tamanha beleza.

De Uspallata fomos de carro até Las Cuevas, cidade fronteira com o Chile, o caminho é ótimo e sempre subindo. Um visual lindo demais, cercado de montanhas que ainda tinha muito gelo no topo. Ficamos no hostel Portezuelo Del Viento, um lugar muito aconchegante e um atendimento primoroso pelo (Juan Pablo).

A noite faz muito frio, mesmo em pleno verão(deve ter chegado bem próximo de 0 graus) mas o hostel tem ótimos aquecedores.

Pela manhã seguinte fizemos a épica subida ao Cristo Redentor de Los Andes, a 4.000 de altitude, fazendo divisa com o Chile.

Subimos primeiro de carro, passando por várias encostas com gelo. Após voltar ao hostel, peguei a bike(mtb) e subi o morro, um sonho de muito tempo, são 9,5km de subida ingrime, com direito a muito vento e claro um pouco de dificuldade de respirar.

Voltamos pela ruta 7 até Mendoza, a paisagem é magnifica! Paramos rapidamente em Potrerillos, um dique artificial com águas das geleiras.

Ficamos mais 03 dias em Mendoza, conhecendo as lindas praças, mercado público, restaurantes, sorveterias, bodega Renacer...

Ainda fiz mais um pedal para o cerro Arco, que é aos redores de Mendoza. Tem um mirante maravilhoso no alto dessa montanha. Fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que vão fazer caminha e treino nesse local. Os argentinos fazem muito treeking,  aproveitando as montanhas ao redor.

Foi uma viagem muito louca, ousada e tremendamente divertida e prazerosa.

 

2018_1224_081947_001.JPG

20181228_091352.jpg

20181228_132144.jpg

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Show de bola! Parabéns pela viagem e obrigado por compartilhar o relato! 

Em maio, passei de carro por Mendoza, vindo do Chile numa roadtrip de 8.000km e, realmente, é uma região muito bonita e provavelmente aonde mais nos sentimos confortáveis durante toda a viagem. Em agosto comprei uma MTB e comecei a pedalar, então imagino a sua realização em ter percorrido estes locais com a bike... 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por jeangomes92
      Blz Mochileiros!
      Estou planejando uma viagem em Setembro/Outubro desse ano (2019) pelo Chile, Argentina e Uruguai. Pesquisei bastante e montei o roteiro abaixo. 

      Chile Quantiadade de dias Santiago 3 Valparaíso 1 Viña del Mar 1 Atacama 5     Aergentina   Juyjuy 1 Purmamarca 1 Salinas grandes 1 Humahuaca 1 Salta 2 Rioja 3 Mendonza 3 Cordoba 3 Rosário 3 Buenos Aires 2     Uruaguai   Colonia de Sacramento 1 Cidade Velha 2 Atlantida 1 Piriápolis 1 Punta del Leste 1 Jose Ignacio 1 ParqueSanta Tereza 1 Cabo Polonio 1 Puntal Del Diablo 1 Fortaleza Santa Tereza 1   
      Eu quero fazer ir e imergir o máximo possível na cultura local, então a ideia é ficar em hostel, airbnb fazer couchsurfing ou fazer work exchange durante a viagem. Aqui pelos fóruns do site vi que tinha bastante roteiro para esses países mas não necessariamente na ordem que fiz. Alguém já foi para algum desses lugares e podem contar como foram as experiências com carona,  couchsurfing e fazer work exchange? Dicas sobre o roteiro são bem-vindas também.
    • Por spriesly
      Oi gente! Como o Mochileiros me ajudou muito nesses últimos anos a planejar as minhas viagens, resolvi relatar a minha mais recente aventura pros lados argentinos e chilenos. É a minha segunda vez nesses 2 incríveis países e vou começar com algumas informações básicas.
      Roteiro
      28/jan - Curitiba - Buenos Aires
      29/jan - Buenos Aires
      30/jan - Buenos Aires
      31/jan - Buenos Aires
      01/fev - Buenos Aires
      02/fev - Buenos Aires
      03/fev - Buenos Aires - Bariloche
      04/fev - Bariloche
      05/fev - Bariloche
      06/fev - Bariloche - San Martin de los Andes e Villa la Angostura
      07/fev - Bariloche - El Bolsón
      08/fev - Bariloche - Puerto Varas
      09/fev - Puerto Varas
      10/fev - Puerto Varas
      11/fev - Puerto Varas
      12/fev - Puerto Varas - Bariloche
      13/fev - Bariloche - Buenos Aires
      14/fev - Buenos Aires - Curitiba
      Comprei os trechos Curitiba - Buenos, Buenos - Bariloche, Bariloche - Buenos e Buenos - Cwb por 2 mil reais na Aerolíneas Argentinas. Tinha passagem mais barata mas com muitas horas de conexão, perrengue que não tô mais disposta a pagar. Não compensava também ir pra São Paulo pegar o vôo, a diferença era mínima e não pagava a passagem à parte pra SP.  Outra coisa: fiquei acompanhando por meses os preços mas ficaram bons em novembro, quando finalmente comprei.
      Como já conhecia Buenos Aires e parte da Patagônia, tentei fazer outras coisas nessa viagem, ainda mais que estava levando a minha mãe junto. Ela não conhecia nada e adaptei o roteiro pra que ela não tivesse desconforto, por isso optei por alguns passeios com tour na região dos lagos. Mas mesmo assim andávamos uma média de 10km por dia em Buenos e usamos metrô e ônibus. Ainda tenho que voltar pra região dos lagos pra fazer trekking, com certeza!
      Custos de Transporte
      Aéreos: R$2 mil cada
      Trecho Bariloche - Puerto Varas: R$109 (comprei um melhor assento na ida, valeu a pena!)
      Trecho Puerto Varas - Bariloche: R$83
      Uber Ezeiza - Recoleta: ARS533,35
      Uber Ezeiza - Palermo: ARS673
      Uber Palermo - Aeroparque: ARS300 (estava na tarifa dinâmica)
      Uber Recoleta - Aeroparque: ARS138
      Taxi Aeroporto - Airbnb em Bariloche: ARS500
      Remis Hotel Bariloche - Aeroporto: ARS400
      Táxi Airbnb Bariloche - Rodoviária: ARS170
      Táxi Rodoviária Bariloche - Hotel: ARS160
      Hospedagem
      Airbnb BA: R$1130,89
      Airbnb Bariloche: R$1443,06
      Hotel Bariloche: R$320
      Hostel Puerto Varas: R$940
      Hotel BA: R$190
       
      Utilizei os sites do Booking e Airbnb pra reservar acomodações e Skyscanner e Busbud para as passagens aéreas e rodoviárias. A empresa com que viajei para Puerto Varas foi a Andesmar.
      Felizmente peguei cotações de câmbio boas: na Argentina o real estava valendo 9,80 e no Chile 187. Em Buenos Aires troquei reais no próprio Banco de la Nacion no Aeroporto Ezeiza, pegando uma fila de mais de meia hora, e em Puerto Varas troquei na esquina da Calle San Francisco, uma das ruas principais da cidade. O câmbio no Chile estava me preocupando pois pela internet todas as as casas fechavam às 18h e meu ônibus chegava às 17:40, porém chegando lá tive a boa surpresa de que no verão as casas de câmbio ficam abertas todos os dias e em dias de semana fecham às 20h! 😍
      Pra escolher os lugares da viagem escolhi o critério de preço, localização e comodidade. Em Buenos Aires optei pela Recoleta porque tem vida à noite, é próximo de tudo e fazíamos praticamente tudo à pé. Estávamos atrás do Mall Recoleta e do Cemitério, e a 4 quadras da estação de metrô Las Heras, da linha amarela, além de ônibus que passavam na avenida principal próxima.
      O que ficou caro mesmo foi Bariloche e foi difícil escolher lugar tanto na ida quanto na volta. O Airbnb era bem compacto e o único defeito foi o calor (só tinha ventilador que não vencia) e fez muito calor na cidade pra ajudar. Porém a vista do lugar foi incrível - estava ao lado do lago Nahuel Huapi. Um problema de pegar hotel foi que os mais centrais tinham muitas avaliações negativas e continuavam caras; e os lugares mais em conta eram mais afastados. Como não alugamos carro, a opção foi pegar um airbnb mesmo. Na volta, decidimos pegar o hotel - que ficou atrás da rua do airbnb, bem central - para não ter incômodo em relação às malas. O nosso horário de volta para Buenos era apenas às 18h e precisávamos de um espaço guardar as bagagens sem nos preocuparmos se a pessoa estaria disponível ou não.
      Já em Puerto Varas, no Chile, pegamos um hostel com quarto privativo e banheiro (única exigência da minha mãe para ficar em hostel haha) e foi uma das acomodações mais baratas da região. A cidade é muito cara e tem pouquíssimos Airbnbs. 
      Na volta em Buenos Aires o critério foi proximidade com o Aeroparque e preço - e valeu muito a pena!
      Todas as acomodações não tinham café da manhã, com exceção do hotel em Bariloche. Porém os Airbnbs de BA e Bariloche, além do Hostel em Puerto Varas tinham cozinha, amenidades tipo café, açúcar, chaleira elétrica para água, cafeteira, etc que ajudou. O hotel de BA não tinha cozinha mas tinha a chaleira e saquinhos de chá, café e snacks com manteiga e geléias para um café rápido. Pra complementar, a gente comprava medialunas, empanadas e até pêssegos que estavam baratos (em Buenos Aires só ;p) e assim economizavámos no café da manhã.
      Estou de férias ainda e quero terminar esse relato até o final de fevereiro/março. Até a próxima postagem!
    • Por joshilton
      Para chegar ao Rio Tigre pegue um trem na estação Retiro, e vá direto até Tigre. Não tem segredo. A viagem dura mais ou menos uma hora e a passagem é super barato, você pode e deve usar o cartão SUB, (esse cartão você irá usar nos ônibus, trem e metrô). No Píer do Rio você verá diversas empresas que oferecem o passeio. O preço vai variar conforme o que você procura. Tem passeios com duração de trinta minutos a duas horas. Com jantar. Com degustação de vinhos. Você é quem sabe! Durante o trajeto, e antes de chegar em Tigre, fizemos uma breve parada na cidade de San Isidro para visitar o seu centro histórico e a sua catedral. O Tren de la Costa oferece a possibilidade de fazer essa e outras paradas e continuar com o próximo trem sem pagar a mais por isso. Os passeios de barco pelo delta do Paraná são a principal atração de Tigre. Ao caminhar pela orla do canal principal, é fácil encontrar diversas empresas que oferecem o tour. Não compre de primeira. Pesquise um pouco e procure por agências mais afastadas da ponte para conseguir um melhor preço. A dica é: antes de comprar, faça uma caminhada pela orla e vá perguntando o preço em todas as empresas. Há também diferenças nas opções de barcos, alguns com bar e restaurante e outros mais simples. Esse tipo de regalia pode influenciar bastante no preço. Outra opção legal de passeio em Tigre, é a visita ao Puerto de Frutos, um grande mercado a céu aberto que vende não apenas frutos, mas também artesanato, flores e plantas, comidas, doces, brinquedos e o que mais você imaginar. Um boa pedida é passar por ali na hora do almoço e sentar-se em um dos restaurantes na beira do rio. O Puerto de Frutos, está a apenas

    • Por fore
      Introdução
      Planejei uma viagem de carro saindo de São Paulo, capital, com destino ao Ushuaia, saindo do Brasil por Foz do Iguaçu, porém, para evitar a Ruta 14 com medo dos policiais corruptos, entraria no Brasil novamente em São Borja/RS para chegar em Uruguaiana/RS e assim descer até Gualeguaychu pelo Uruguai. Em seguida seguir para o lado oeste e descer a Ruta 40, entrar em Torres del Paine no Chile e continuar descendo até o Ushuaia.

      Na bagagem: barraca Quechua Arpenaz 4.1 Fresh & Black, duas cadeiras de praia, um fogareiro Nautika ceramik, uma mesa portátil, colchão inflável de casal, um saco de dormir, um cobertor, tapete em EVA (aqueles de montar) e manta térmica para forrar o chão da barraca. Além de utensílios de cozinha, um cooler, grelha para churrasco e uma caixa de mantimentos básicos como macarrão, miojo e alguns temperos.
      A barraca é grande, espaçosa e bem simples de montar (são apenas 3 varetas assim como qualquer outra). No quarto cabe o colchão de casal e sobra espaço para mais um de solteiro, como não era o caso, era usado para guardar as mochilas.
      O fogareiro acho que foi a melhor aquisição que fiz. Achei muito bom e a lata de gás durou por uns 3 dias com a gente. Fomos com 12 latas pra lá, porque eu não sabia o quanto rendia. Sobrou bastante e de qualquer forma, a gente encontrava facilmente em supermercados por lá.
      Fomos em 2 pessoas, com um Peugeot 208 1.5, suspensão esportiva (mais baixa que a original), rodas aro 17 com pneus 215/45 e insulfilm g20 em todo o carro, inclusive parabrisa. (Só mencionei isso pelo fato de ainda haver dúvidas quanto ao tipo de carro que consegue fazer esse tipo de viagem).
      Comprei o chip da EasySIM4U para conseguir sinal de internet no celular (somente dentro das cidades tinha sinal).
      O caminho todo me guiei pelo Google Maps, meu carro tem a central multimídia com Android, então bastava eu compartilhar a internet do celular e tudo certo (pelo menos quando tinha sinal).
      Para procurar hotéis usei o Booking.com (consegui pegar bons descontos com o Genius) e para campings usei o iOverlander. Apesar de ajudar muito, o iOverlander é um pouco desatualizado, infelizmente a colaboração não é tanta no aplicativo. Existem muitas outras opções de campings no caminho que a gente acaba encontrando só depois de ter dado entrada em algum.
      No total foram 14.730km em 28 dias de estrada, sem nenhum perrengue ou problemas maiores.
      Obs:
      - O tempo de viagem relatado é o total do tempo do momento em que saímos de um hotel/camping até chegarmos no próximo destino. Contando as paradas na estrada.
      - Os gastos coloquei na moeda local, pois fica mais fácil caso alguém precise consultar em outro momento para ter uma noção melhor de custos.
      - A viagem inteira abasteci com gasolina/nafta super.
      Se quiserem me acompanhar no instagram: @fore.jpg
    • Por anapacheco.s
      Ei galera!
       
      Estou organizando um mochilão de 40 dias na América Latina. O roteiro por enquanto é Buenos Aires, Ushuaia, Torres del Paine, Santiago e Atacama.
      Vai ser minha primeira viagem e estou bem perdida KKK. Queira indicações para uma mochila, sendo que meu orçamento é baixo. 
      Podem me indicar marcas, modelos e tamanhos?
       
      Obrigada!


×