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Dia 1 (sexta-feira, 20/07/2018) – Londrina – Guarulhos – “Foz” – Lima

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Tinha arrumado todas as coisas na véspera, aí só acordei e parti para o aeroporto que fica na cidade vizinha, meu voo era Londrina (LDB) – Guarulhos (GRU) as 10:40 da manhã. Pelas passagens que eu tinha comprado, passaria por Foz do Iguaçu e chegaria em Lima as 10 da noite. Doce ilusão... Cheguei no aeroporto de Londrina, despachei a bagagem e embarquei.

 

DICA DO CORAÇÃO: Quando forem despachar suas bagagens, peça no balcão da companhia aérea para colocarem a etiqueta de frágil, fala que tem alguma coisa que quebra dentro, tipo, garrafa de vidro, caneca, imagem de santo. Parece que com essa etiqueta sua bagagem entra por último e sai primeiro da aeronave, e não custa nada.

 

O avião decolou para Guarulhos, já estava vendo os prédios de São Paulo, aí o piloto falou que os radares de Guarulhos, Congonhas e Viracopos não estavam funcionando, que ficaríamos voando mais um tempo e caso não resolvesse a situação voltaríamos para Londrina. Adivinha, voltamos para Londrina.............Primeiro perrengue, aterrissamos em Londrina, ficamos 30 minutos presos dentro do avião, aí o piloto avisa que o radar voltou a funcionar, decolamos novamente, e desta vez chegamos em Guarulhos, mas já tinha perdido minha conexão para Foz. E como já era de se esperar, 2 horas na fila para remarcar meu voo em Guarulhos (tive sorte, teve gente que ficou mais de 5 horas para remarcar, e teve gente que teve que voltar para casa).222.JPG.a8cfdea98c34515afc21011bfacf7342.JPG

Quando consegui remarcar, a atendente me realocou num voo direto para Lima, mas segundo ela, minha bagagem teria ido para Foz e ela “achava” (foi bem essa palavra que ela usou) que depois de Foz ela iria para Lima, pois segundo ela, eu deveria ter retirado ela na esteira em Guarulhos quando cheguei. Meu voo para Lima era as 8 da noite, e chegaria lá as 11. A atendente me deu dois vouchers para alimentação, fui correndo até o outro lado do aeroporto procurar o restaurante, engoli a comida e fui correndo caçar meu portão de embarque, quando entrei na área de embarque internacional, parecia até outro aeroporto, devo ter andado uns bons quilometros até chegar ao meu portão. Quando deu a hora, finalmente embarquei.

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Primeiro voo internacional a gente nunca esquece, ainda mais com 1 hora de turbulência acima dos Andes. Quando a gente estava quase chegando, as aeromoças distribuem um papel para declaração de bens e valores, se você não estiver levando nada, é só preencher “nada a declarar”.

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Quando aterrissamos em Lima, passei pela imigração, o fiscal só carimba o passaporte e já era. Aí fui atrás da minha bagagem, que por sinal, não estava na esteira. Já fui no balcão da Latam reclamar, em portunhol perfeito, contei a história toda ao atendente, aí ele me disse que o voo de Foz (que eu deveria estar) havia chegado havia 2 horas e as bagagens não recolhidas tinham sido guardadas, aí ele me mostrou uma sala no canto do saguão e felizmente, minha bagagem estava lá no cantinho, ufaa. Peguei a bagagem, passei pela aduana, ninguém nem pediu o papel, nem olharam minha mala, felizmente, só de pensar em ter que abrir ela arrumar tudo de novo...

 

TÁXIS: No Peru e na Bolívia, os táxis não tem taxímetro, você tem que combinar o preço da corrida antes, e pra saber se o taxista não está te cobrando caro, pergunte pra algum local, quanto costuma sair um táxi até tal lugar antes de parar o táxi. E PECHINCHE SEMPRE, se ele te falar 20, você pede 10 ou 8, se ele não aceitar você vira as costas que ele muda de idéia hehe.


Fui atrás de um táxi para Miraflores, que é o bairro que eu ficaria em Lima (o mais indicado para turistas, por ser mais seguro), como o Aeroporto de Lima (Jorge Chávez) fica em El Callao, os táxis oficiais queriam cobrar quase 40 dólares pela viagem (uma facada), mas se você por o pé pra fora do aeroporto, tem os táxis “clandestinos”, podem pegar eles sem problema, só que são carros mais velhos, mas eles em geral são seguros, cobram em soles, cerca de 80.

 

A cotação no aeroporto era horrível, então troquei apenas 30 dólares, por S/ 91,10. Mas mesmo assim, não queria pagar 80 soles de táxi, pechinchando conseguia por 50, mas tava caro ainda. Já estava pensando em dormir no chão do aeroporto, e durante o dia pegar um bus ou transfer mais barato. Até que surgiu uma família de brasileiros que estavam atrás de mim no voo vindo de São Paulo, eles me reconheceram e fui conversar com eles, eles iam para um Airbnb em Miraflores também, então achamos um taxista oficial, que pechinchando bem, cobrou 60 soles até Miraflores, mais 10 soles pela parada adicional, pois eu ficaria em outro lugar. A família propôs que eu pagasse esses 10 soles adicionais e eles pagavam os outros 60. Aceitei na hora. Como não tinha reservado o hostel ainda, tinha apenas em mente o nome e o endereço, Pariwana Hostel, corria o risco de chegar lá e ele estar lotado, mas, tinha outras opções em mente. O táxi deixou a família no Airbnb e depois me levou para o hostel.

Cheguei lá, quase 2 da manhã (o fuso do Peru é 2 horas a menos que Brasília) subi as escadas do hostel, rezando pra ter vaga nele, porque estava chovendo e tudo que eu não queria era ter que sair procurando lugar de madrugada kkk. Felizmente tinha vaga. S/ 43, com café da manhã incluso. O cara de recepção me mostrou o quarto (4 beliches), banheiros, cozinha, bar e tals (tinha um terraço super animado onde ficava o bar, toda noite tinha algo diferente rolando, mas como estava morto, fui direto dormir).

 

SALDO DO DIA

US$ 30,00 -> S/ 91,10 (câmbio horrível de aeroporto)

Táxi compartilhado do aeroporto até Miraflores – S/ 10,00

Diária no Pariwana Hostel – S/ 43,00

Água no bar do Hostel – S/ 2,50

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Dia 2 (sábado, 21/07/2018) – Uma Pura Experiência Limeña

 

Por mais morrendo de sono que eu estava, a ansiedade me acordou 8 da manhã. Como tinha chegado tarde e não queria acordar a galera do quarto procurando minhas coisas para tomar banho, deixei para fazer isso de manhã. Depois fui tomar café, o famoso desayuno, e pensa num café reforçado, parecia um pequeno almoço, pão, torrada, bolo, frutas, leite, muita coisa mesmo. Depois disso, escutei que as 10:30 sairia ali do hostel mesmo, um grupo para um free walking tour no centro histórico de Lima.

 

FREE WALKING TOURS: São city tours em que o passeio é feito a pé ou em transportes públicos locais (bus, metrô, tuk-tuk). São “de graça”, mas no final o guia passa o bonezinho pedindo uma gorjeta, cada um dá aquilo que acha que o tour vale. Eu acho que é uma excelente escolha de passeio para o primeiro dia numa cidade nova. Em Lima ainda tinham dois guias, um falando em espanhol, o outro em inglês.

 

Fiquei sentado no terraço esperando, e conheci David, um espanhol que também estava querendo fazer o tour. Mas como ainda faltava tempo, resolvemos dar uma volta na rua para trocar dinheiro, comprar água.

Em Miraflores, tem policiais por todo canto, então é super comum o povo trocando dinheiro na rua, tem umas pessoas de colete que trocam com uma cotação boa. Troquei 200 euros por S/ 760. Comprei água numa loja, garrafão por S/ 5.

 

CÂMBIO EM LIMA: Em Miraflores, tem pessoas com colete da prefeitura andando pela rua que trocam dinheiro, é seguro e confiável, tem policiais andando em cada esquina, então podem trocar sem medo. No entanto, a melhor cotação que eu achei em Lima foi nas casas de câmbio do centro histórico, caso você vá para lá passear, deixe para trocar lá mesmo, senão troquem em Miraflores mesmo.

 

Voltamos para o hostel para pegar o tour. Saímos, um grupo grande, e pegamos o ônibus coletivo de Lima, por S/ 2,50, descemos na estação e fomos a pé até a Plaza de Armas. Lá vimos o Palácio, a troca da guarda, a Catedral, a Casa da Literatura, tomamos chica morada por S/ 2. Os guias explicavam super bem, falavam sobre vários assuntos, desde a culinária peruana, política, trânsito, história até geografia peruana.20180721_115434.thumb.jpg.38f2af4ae29381e19a05fd9ef4f9d2ca.jpg20180721_125542.thumb.jpg.f81242a6761c375b0f29a8a1f62d3c21.jpg20180721_135456.thumb.jpg.a1830f5e71744c4618e1eb5d9fd691a9.jpg20180721_165521.thumb.jpg.7832f583ae6a25740b15803c04f58e76.jpg20180721_175719.thumb.jpg.5b6a0413d67ecbf49d6eb8ec3babdbd1.jpg20180721_151906.thumb.jpg.5da78d1dcce0002d8e3e9ddb92811d18.jpg

O tour terminou por volta das 14, com uma degustação grátis de pisco, a bebida peruana. Dei S/ 10 de gorjeta pelo tour e fomos procurar um lugar para almoçar, David e eu achamos um restaurante com menu por S/ 8, num lugar bem suspeito, mas a comida não era ruim.


Pela tarde, fomos na Igreja de São Domingo (S/ 5 – meia entrada), onde tem uma torre que dá pra subir, no Convento de São Francisco (S/ 8 – meia entrada), onde tem as catacumbas com os ossos expostos, passeios muito bons, com guias que explicam muito sobre a história do local, vale muito a pena! Saímos do Convento, já estava escuro, e fomos andando até o Parque da Reserva (longe pra caramba), meio arriscado pois o centro de Lima de noite é perigoso, mas foi tranquilo.

 

 

SEGURANÇA: Sei que a maioria vai perguntar: É perigoso andar sozinho nas cidades peruanas, ou bolivianas e chilenas? Eu achava que era, morria de medo, mas depois eu pensei o seguinte: se a gente sobrevive nas cidades brasileiras que são piores, a gente sobrevive em qualquer lugar do mundo. É só estar sempre atento, não ficar ostentando celular, carteira, câmeras, andando com bolsa aberta, ter esses cuidados básicos que brasileiros já tem e é bem tranquilo.

 

No parque da Reserva, de quinta a domingo, de noite tem o Circuito Mágico del Água, vários chafarizes iluminados e fontes gigantes, pagamos S/ 4, de hora em hora começam os espetáculos, imagens projetadas na água, com música de fundo, vale muito a pena, dá até para passar por baixo dos túneis de água. Umas 9 da noite, pegamos o ônibus para voltar a Miraflores, o mesmo que pegamos de manhã, mas em sentido contrário.

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Como sempre, estava rolando festa e campeonato de beer pong no bar do hostel, comprei a famosa cerveja Cusqueña (tem gosto de Skol), e fiquei um pouco lá, depois fui dormir.

 

SALDO DO DIA

€ 200,00 -> S/ 760,00

Ônibus – S/ 5,00 (ida e volta)

Alimentação – S/ 15,00 (almoço, água e chica morada)

Passeio – S/ 10,00

Igreja São Domingo – S/ 5,00 (meia entrada)

Convento de São Francisco – S/ 8,00 (meia entrada)

Parque da Reserva - S/ 4,00

Cerveja no Hostel – S/ 29,00

Diária no Pariwana Hostel – S/ 48,00

         

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Dia 3 (domingo, 22/07/2018) - Adeus Lima, Olá Ica

 

Acordei, fui tomar banho, tomar café da manhã e resolvi ir com David andar por Miraflores, nosso hostel era na frente do Parque Kennedy (uma praça bem animada), seguimos a avenida e chegamos ao Parque do Amor, que fica de frente para o mar, de lá descemos a encosta (uma montanha pra falar a verdade) e fomos até a praia (de pedras), andamos um pouco, depois subimos a encosta de novo, e fomos para o sítio arqueológico Huaca Pucllana (S/ 6 entrada) a pé, lá dentro tem o tour guiado, onde você sobe o que foi uma pirâmide pré-inca, comprei uma água naquela máquinas (S/ 1,50). Depois voltamos para o hostel, almocei um prato de macarronada por S/ 12, já eram quase 3 da tarde.20180722_121804.thumb.jpg.86f54cb209a9b8900f3e78cc79ab2e5e.jpg

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Conversando com David, falei que queria ir para Ica, Arequipa e Cusco, e ele disse que também faria esse roteiro, então arrumei um parceiro para os próximos dias, o que era ótimo, pois ele falava espanhol e arranhava português, então ele conseguia pechinchar melhor com os nativos do que eu. Fomos procurar passagens de bus para Ica, para aquele mesmo dia. Achamos no site da PeruBus, com saída as 6 da tarde, por S/ 36. David comprou com seu cartão de crédito, também procurei um hostel em Huacachina (bairro turístico de Ica) no Booking, e reservei para a mesma noite. Como já tínhamos feito check-out antes de sair e deixado as mochilas no depósito do hostel, pegamos elas e já achamos um táxi para a garagem da PeruBus.

 

RODOVIÁRIAS: Em algumas cidades não tem rodoviárias como no Brasil, cada empresa tem sua garagem própria, de onde partem os ônibus, então tem que ficar atento a isso quando for comprar a passagem, no caso das cidades que tem rodoviária, eles cobram uma taxa de embarque coisa de uns R$ 3,00, então tem que ficar atento a isso também.

 

O táxi, dividido custou S/ 6,50 para cada, e o tive uma experiência no trânsito doido de Lima, que parece mais aqueles filmes indianos, não se usa seta, não há faixas nas ruas e a buzina é item obrigatório por lá, qualquer coisa, mete a mão na buzina.

Chegamos na garagem, tinha uma sala de espera com água de graça e ar condicionado.

 

ÁGUA: Sobre a água: NÃO TOME ÁGUA DA TORNEIRA NO PERU E NA BOLÍVIA também, só tome de galão ou engarrafada. A água lá não é tratada igual no Brasil, então leve uma graninha só pra gastar com água por lá. No Chile, pode tomar água da torneira, mas o gosto é meio salgado, demora pra acostumar.

 

Quando deu a hora, embarcamos no ônibus e partimos para Ica. Queria ter ficado mais em Lima, conhecer o bairro boêmio de Barranco, bem famosinho, ir no Shopping Larcomar, mas, choices, né?

No ônibus, tem comissário de bordo, é servido janta, fones de ouvido, tem TVs individuais para assistir algum filme, ouvir música (até assustei, mas depois acabei descobrindo que quase todas as empresas peruanas têm esse padrão de serviço). Ica fica cerca de 300 km de Lima, chegamos lá por volta das 10 da noite, pedimos um táxi (difícil de achar um que coubesse nós e nossas bagagens, pois a maioria é muito pequena e o porta malas é inutilizado pelo cilindro de GNV), dividindo custou S/ 4 para cada, até Huacachina. Lá, ficamos no Hostel Mr. Llama, que pelas fotos do Booking, era tudo de bom, tinha um bar animado, piscina e custava só S/ 28 com café incluso. Chegamos lá, que decepção, parecia que só tinha a gente no lugar, não vimos nenhum outro hóspede, os banheiros davam vontade de chorar de apertados (eram limpinhos, mas muuuito pequenos), a piscina não dava vontade nenhuma de entrar, mas era barato, então tava valendo, sem contar que a dona era bem simpática e prestativa.

Como tínhamos chegado lá bem tarde, não tinha como procurar agência para fechar os passeios do dia seguinte, mas por sorte a dona tinha alguns contatos e nos vendeu o passeio para Paracas e o passeio de buggy nas dunas de madrugada mesmo. Fomos dormir pois no outro dia, a van nos buscaria as 5 da manhã para ir para Paracas.

SALDO DO DIA

Ingresso Huaca Pucllana – S/ 4,00

Água e almoço – S/ 13,50

Táxis (hostel – garagem, Ica – Huacachina) – S/ 10,50

Diária no Hostel Mr. Llama – S/ 28,00

Passagem Lima – Ica (PeruBus) – S/ 36,00

 


         

 

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Dia 4 (segunda-feira, 23/07/2018) – Não me Levem a Mal, me Levem a Paracas

 

Ficamos em um quarto com um beliche e uma cama, o celular despertou, deu tempo de se arrumar, mas sem saber se colocava roupa frio ou calor, porque era uma praia, mas ventava e não tinha Sol, no fim das contas, fui no meio termo, bermuda e blusa mesmo. Como saímos cedo, não havia café ainda, então nem soube como era o café do hostel, a van passou e nos apanhou, de lá fomos a Paracas (80 km) que fica na costa do Pacífico.

 

Chegamos por volta das 8, e pegamos o barco no píer, em direção as Islas Ballestas (o passeios que compramos com dona do hostel, custou S/ 60, fora os S/ 22 de taxas do píer e da Reserva Nacional de Paracas), o barco passa pelo Candelabro (formação gigante, semelhante as Linhas de Nazca), o guia explica a origem dele, depois segue para as Islas, que são uma espécie de Galápagos “econômica”, passamos ao redor das ilhas, onde pode-se ver várias aves (levar chapéu ou capa, o risco de ser atingido por titica de passarinho é eminente), leões marinhos, e outros animais incríveis. Depois regressamos ao píer, onde o guia nos deu quase 1 hora para andarmos pela cidadezinha, para depois seguirmos até a Reserva Nacional, que é simplesmente linda, é um dos poucos desertos litorâneos do mundo. É possível ver fósseis pelo deserto, além de algumas praias de areias coloridas, depois de andar por tudo lá, paramos na beira de uma laguna, onde tem vários restaurantes, como eram meio caros, preferia passar em jejum mesmo, não tinha muita fome.

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COMIDA: Nos passeios, obviamente vão te indicar os restaurantes de turistas, que são os mais caros. Às vezes, dependendo do prato, compensa pagar um pouco mais caro e comer neles mesmo, mas na maioria das vezes, é melhor levar uns snacks na mochila, caso não ache opções de restaurantes mais baratos, sempre que eu via um mercadinho, uma venda, comprava umas bolachas, balas, torradas, e deixava de estoque na mochila.

 

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Por volta das 4 da tarde, saímos de Paracas para voltar a Huacachina, chegamos umas 5 no hostel, um tempo depois, já passou nosso buggy, para nos levar para as dunas. Huacachina é um oásis, tem a lagoa no meio do deserto, com os hotéis e restaurantes, cercados por dunas imensas de areia. O passeio que fechamos no hostel custou S/ 25, o buggy sai correndo no meio das dunas (pensa numa adrenalina), fazendo curvas e para lá em cima, aí tem as pranchas para fazer o sandboard, depois ele nos levou até um ponto onde você vê todo o oásis abaixo, as dunas e o pôr-do-Sol.IMG-20180729-WA0084.thumb.jpg.d68b9eb68f1aa9300fa0dafeb2f48a41.jpg20180723_172657.thumb.jpg.d48ca0c219673130856269f8a805fde2.jpgIMG-20180729-WA0076.thumb.jpg.23f4b2b4b1da612d7f95d668f962f5e9.jpgIMG-20180729-WA0080.thumb.jpg.4c63ce43c8618a27fa23516475abad66.jpg20180723_172241.thumb.jpg.a56d8bbb78177b86d8f39229ce64f6f6.jpg20180723_172510.thumb.jpg.50f0443ebf189bb92dbdccc0339c38b4.jpg

Quando regressamos já estava escuro, aí deu tempo só de tomar um banho (como não fizemos check-out quando saímos, a dona do hostel tirou nossas malas do quarto e guardou no depósito) e começamos a procurar passagens para Arequipa para aquela noite ainda. Achamos em uma empresa, chamada Expreso Palomino (nas outras já haviam esgotado para aquela noite), um ônibus partia as 10 da noite por S/ 70.

Nem jantamos, o esposo da dona do hostel nos levou até Ica, por S/ 5 cada, nos deixou em frente a garagem dessa Palomino, lá esperamos até as 10, e embarcamos (a garagem era bem pior que a da PeruBus em Lima, fiquei com medo, ainda mais quando tive que despachar minha mala, fiquei enrolando do lado de fora do ônibus até vê-la guardadinha no bagageiro do bus, o medo de trocarem o ônibus, ou esquecerem era maior kkk). Mas dentro do ônibus estava OK, tinha serviço de bordo também, com janta, travesseiro, cobertor, só tomei uns Dramins pra não enjoar, porque a viagem ia ser longa (710 km).

 

SALDO DO DIA

Passeio Paracas – S/ 60,00

Taxas do Píer e Reserva Nacional – S/ 22,00

Passeio de Buggy – S/ 25,00

Táxi (Huacachina – Ica) – S/ 5,00

Passagem Ica – Arequipa (Expreso Palomino) – S/ 70,00

 


         

 

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Dia 5 (terça-feira, 24/07/2018) – Arequipa, Arequipa, Arequipa, A Cidade Branca

 

Acordei com o balanço do ônibus, já eram 9 da manhã, a comissária passou servindo café ou chá, quando olho pela janela, estávamos na beira do abismo literalmente, com o oceano lá embaixo, já gelei, mas lá no Peru, os motoristas (de ônibus pelo menos) são prudentes nas estradas, andam bem devagar, não passava de 80 km/h. As paisagens são muito lindas, tinha hora que eu pensava em comprar passagens para viajar durante o dia, só pra poder ver o caminho, porque de noite não se vê nada.

Chegamos em Arequipa ao meio dia, o ônibus deixou David e eu na rodoviária (Arequipa tem rodoviária), já aproveitamos e compramos a passagem para Cusco para a quinta-feira (26/07) no guichê da Cruz del Sur por S/ 105 (essa empresa é cara mesmo, é a mais famosa). Depois pegamos um táxi até o hostel por S/ 2 cada. Tinha visto várias recomendações do Wild Rover Hostel, mas como não tinha internet para reservá-lo, fomos lá ver se teria vaga. Chegamos lá e tinham várias vagas ainda, pegamos o quarto mais barato, com uns 10 beliches, por S/ 28, sem café da manhã.

 

O hostel ficava perto da Plaza de Armas, bem no centro, então já valia a pena. Só tomamos banho e fomos para o centro almoçar, achei um restaurante no caminho da Plaza que servia só comida italiana, almocei lá mesmo, paguei S/ 16,50 por um pratão de macarrão recheado, pão de alho e uma garrafa de água, depois encontrei uma casa de câmbio com a cotação melhor do que em Lima (€ 1 = S/ 3,83), troquei € 200 por S/ 766 e fomos procurar agências para o trekking no Canion del Colca, tem várias perto da Plaza, uma do lado da outra, fomos entrando em todas e pechinchando, mesmo sendo os preços muito parecidos, fechamos por S/ 95 o trekking de 2 dias, mais S/ 20 do almoço do último dia (na hora custava S/ 30).20180724_162637.thumb.jpg.300727243869f841c41dec311b544926.jpg

AGÊNCIAS: Essa é outra parte chata, ficar indo de agência em agência atrás de preços, em alguns casos da bastante diferença entre o preço da mais barata e da mais cara, e o serviço, acaba sendo o mesmo, por isso é importante pegar relatos da galera que já foi, pra saber se o serviço é bom, o preço negocia na hora, NÃO FECHEM PASSEIOS PELA INTERNET AQUI DO BRASIL, em geral vai pagar BEM MAIS CARO.

A agência ficava perto do hostel, Calle Jerusalen 312. Depois fomos ao Mercado San Camilo, e andamos pelo centro.

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Antes de sair do Brasil, eu procurava no Instagram o nome do lugar que eu ia, o nome da cidade, ou do ponto turístico, aí via as fotos mais bonitas que apareciam, os melhores ângulos e posições, e salvava a foto na galeria do celular, aí quando chegava no tal lugar, já tinha referências de fotos que eu queria tirar iguais, no caso de Arequipa, tinha visto uma foto que alguém postou de um terraço perto da Catedral, queria tirar muito uma foto igual àquela, andando por perto, descobri que o terraço era um restaurante (caríssimo por sinal), o que fiz? Fingi ser um turista rico, subi lá em cima, tirei um monte de fotos e desci sem comer nada. Voltando ao hostel, parei numa vendinha e comprei um garrafão de água para o trekking por S/ 3,00.20180724_182321.thumb.jpg.49d3efec31b488af53deec5ffba7f656.jpg20180724_185426.thumb.jpg.a43fad60f77161e67322b5cacecee4a8.jpg

FOTOS: Se estiver viajando sozinho, não tenha vergonha, chegue em algum desconhecido e diga: “Hi, can you take me a picture?” ou “Hola, puedes sacar una foto mía?”, um dos dois vai funcionar, tenha certeza. Se essa pessoa estiver com uma câmera pendurada no pescoço, é alta a chance da sua foto ficar boa, senão, paciência. Uma coisa que eu fazia era perguntar se a pessoa queria que eu tirasse uma foto dela, aí eu tirava do jeito que eu queria e pedia para ela tirar uma igual minha.

 

O Wild Rover é famoso por seu bar tipo irlandês, toda noite rolava festa lá, tinha mesa de sinuca, pebolim, beer pong, fiquei um pouco lá, depois fui arrumar as coisas para o dia seguinte. Para o trekking, íamos deixar os mochilões no depósito do hostel, e levar só a mochila de ataque com as coisas para os 2 dias. Fui dormir cedo pois no outro dia a van nos buscaria no hostel as 4 da manhã.

SALDO DO DIA

€ 200,00 -> S/ 766,00

Táxi (Rodoviária – Hostel) – S/ 2,00

Passagem Arequipa – Cusco (Cruz del Sur) – S/ 105,00

Almoço completo – S/ 16,50

Trekking 2 dias Canion del Colca – S/ 95,00 + S/ 20,00 (almoço último dia)

Água grande – S/ 3,00

Diária no Wild Rover Arequipa – S/ 28,00

 

 


 

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Dia 6 (quarta-feira, 25/07/2018) – #Partiu Ver Onde os Condores Habitam

 

Acordamos umas 3 e meia e já fomos para a recepção fazer check-out, logo chegou a van para nos levar até o Canion, a viagem seria longa, durmi o caminho todo, acordei quando chegamos a entrada do Vale del Colca, umas 6 e pouco da manhã – um frio de lascar - onde tivemos de comprar o boleto turístico (ingresso), custava S/ 40 para latinos e S/ 70 para gringos (a hora em que é vantagem ser BR).

A van nos levou para a casa de um nativo, para tomarmos café da manhã, com bastante chá de coca por sinal, os sinais da altitude logo iriam aparecer.

 

ALTITUDE: Nós brasileiros, acostumados a viver abaixo dos 1000 metros, quando vamos para lugares a mais de 2500 metros sobre o nível do mar, é comum termos dificuldade de respirar, falta de oxigenação no sangue, sonolência e tontura, esse é o tal do MAL DE ALTITUDE, ou SOROCHE, o remédio natural do nativos para isso é o chá da folha de coca (relaxa que a folha não dá barato nenhum kkk). Então quando chegar nessas cidades mais altas, já pode começar a tomar o chá. Tem remédios pra isso nas farmácias por lá, mas para mim o chá foi suficiente.

 

Depois do café, fomos até o Mirador Cruz del Condor, onde é possível ver eles voando lá embaixo no vale. Depois nos levou até o começo da trilha, de onde seguiríamos a pé, nosso grupo tinha 2 israelenses, 3 alemães, eu e David, e mais 4 espanhóis, que não se conheciam. Nosso guia nos orientou, falou sobre o caminho que íamos fazer, nos deu tempo para trocar de roupas, passar protetor solar. Paguei S/ 1 no banheiro e já comprei um bastão de caminhada feito de bambú por S/ 2,50.20180725_082345.thumb.jpg.612999d1dd160a3114c13593821722e5.jpg20180725_082438.thumb.jpg.c43fa352e62f4e0eae415c9f5d66bb75.jpg20180725_083057.thumb.jpg.3cae27469bfab25737a2979f5e4d1d3d.jpg

 

BANHEIROS: Guardem as moedinhas que receberem para pagarem para poder usar os banheiros, mesmo nos lugares públicos, normalmente custa o equivalente a R$ 1,50 ou R$ 2,00.

Começamos a descida do Canion, segundo o guia, o almoço nos esperava lá embaixo, perto do rio, iniciamos o trekking umas 9, quase 10 da manhã, já estava calor, fiz o caminho de camiseta, calça jeans e All-Star, não me arrependo, tinha muitas pedrinhas soltas na descida e sentia bem mais firmeza com o tênis baixo do que com bota, mas vai de pessoa para pessoa.20180725_102442.thumb.jpg.5da5aaf10e66eae6ac2da0fdecd7ac65.jpg20180725_102455.thumb.jpg.f3c1eb27414023e810f83de326f17b4c.jpg20180725_115643.thumb.jpg.ba8623a233b789dd359815bd99a53d30.jpg

Formamos nossa panelinha: o brasileiro e os 5 espanhóis, os conterrâneos de David eram muito simpáticos e amigáveis, fomos conversando e dando risadas o trekking todo. Chegamos no rio, atravessamos a ponte e andamos mais um pouco, até chegarmos na casa de outro nativo, onde almoçamos, e tive a experiência de comer carne de alpaca, achando que fosse bovina. Por volta das 4 da tarde continuamos o caminho, o guia parava bastante para explicar sobre a paisagem, as plantas e frutas da região, sobre as formações rochosas que formaram o Canion, e sobre os terraços presentes no caminho, onde o povo inca cultivava seu alimento. De vez em quando cruzávamos com algum vendedor no meio caminho, umas das vezes, tive que comprar uma garrafa de água por S/ 7 (no fundo do Canion eles cobram o quanto querem, por isso levem tudo da cidade).

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Cruzamos novamente o rio e chegamos no alojamento, que parecia uma pousada com vários chalés, tinha piscina e um refeitório/bar bem animado. Jantamos e jogamos cartas, até o guia falar que no outro dia tínhamos que começar a subir o canion inteiro as 3 e meia da manhã, para tomar café lá em cima, então fomos dormir bem cedo.

 

SALDO DO DIA

Boleto turístico – S/ 40,00

Banheiro – S/ 1,00

Bastão de caminhada de bambu – S/ 2,50

Água no meio do canion – S/ 7,00

 

 


 

 

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Dia 7 (quinta-feira, 26/07/2018) – A Primeira Vez... na Neve

 

Acordamos de madrugada (pra variar) e já nos arrumamos para a subida, os chalés em que ficamos eram simples, mas quentes e as camas confortáveis, 3 pessoas por chalé. Iniciamos a subida quase as 4 da manhã, cada um com sua lanterninha do celular pra iluminar o caminho, e fomos subindo, 3 horas de puro aclive, até que finalmente chegamos (para quem não consegue subir, há a opção de alugar um burrico para subir montado, uma espanhola do nosso grupo preferiu pagar para vir no burrico).IMG-20180729-WA0046.thumb.jpg.2ca91e5232971185173fbf69fea983e8.jpgIMG-20180729-WA0086.thumb.jpg.b097042ed18da2bd83f9f62c72cd58e1.jpg

Chegamos na parte de cima e fomos caminhando até chegar num vilarejo, onde tomamos café num restaurante (incluso), depois a van nos apanhou e nos levou para um lugar onde tinham banhos termais, mas tinha que pagar por fora, custava S/ 15 e ficaríamos pouco tempo lá, então preferi não entrar, fiquei andando pelas redondezas, conversando com os gringos e vendo as paisagens mesmo. Logo o grupo retornou das termas e voltamos a van.

Por volta do meio dia, fomos para o restaurante, no último vilarejo, o que havíamos pagado os S/ 20 na agência. Realmente, é um restaurante grande, turístico, e era buffet, self-service, algo que nunca tinha visto no Peru, a maioria dos restaurantes trabalha só com menu do dia ou prato feito. Tinha bastante coisa, comidas típicas, sobremesas, a vontade. Parte do grupo pagou na hora e gastou S/ 30. Após isso, pegamos a estrada para voltar para Arequipa.

No caminho, agora de dia, pude ver a paisagem, são descampados imensos, onde correm as águas do degelo das montanhas ao fundo e as lhamas, alpacas e vicunhas podem ser vistas. Tivemos uma parada para poder vê-las, e comprar lembranças numa vendinha, novamente tive que pagar para usar o banheiro (S/ 2), depois, seguimos para um ponto onde é possível ver os 4 vulcões que cercam Arequipa (El Misti, Chachani, Ampato e Sabancaya). Quando chegamos neste mirador, tive duas primeiras experiências, tive mal de altitude, era o ponto mais elevado da viagem até o momento, o soroche me pegou, sonolência, tontura, falta de ar. E vi a neve pela primeira vez na vida, o chão estava todo branco e cheio de gelo. Além disso, tinham vários montinhos de pedras empilhadas, as apachetas.IMG-20180729-WA0043.thumb.jpg.ad2902c281a8538c37ab642e9d6f71c1.jpg20180726_151424.thumb.jpg.70beb84d8bc738a3f3f0850b71a2a5ff.jpg20180726_151548.thumb.jpg.3b5d3820c91fb4aaf10ff1f10c9d45ce.jpg20180726_151647(0).thumb.jpg.0efbe8efdf4a1f3aaf0ed46e10832ad5.jpg

Depois de ver os vulcões e a neve, voltamos a Arequipa, e já passei um pequeno sufoco, pois quando a mulher da agencia me ofereceu o passeio, disse que as 5, no máximo as 6 da tarde, já estaríamos no hostel, pois meu bus para Cusco era as 10 da noite. A realidade era que já eram 5 horas e nem perto de Arequipa estávamos. Quando chegamos na cidade, tudo estava engarrafado, a van nos deixou na Plaza de Armas, David e eu nos despedimos dos outros 4 espanhóis, nossa panelinha, e seguimos correndo para o hostel, chegamos lá já eram quase 9 da noite, tempo para banho, jantar? Nada, só pegamos nossas malas, enquanto David conseguia um táxi, fui trocar de roupa, e partimos para a rodoviária. O táxi nos deixou na frente do portão da rodoviária (S/ 3), já fomos para a fila de embarque, antes tivemos que pagar S/ 3 de taxa de embarque da rodoviária. A Cruz del Sur recolhe as bagagens antes e pesa (não sei porquê) igual as companhias aéreas, as mochilas de mão são revistadas também, os comissários passam tirando fotos de quem está em cada lugar, tudo bem rigoroso, mas o ônibus partiu na hora marcada. Logo já entregaram cobertores, travesseiros, jantar e fones de ouvido para poder usar as TVs individuais. A viagem não era tão longa, só 510 km, chegaríamos ao amanhecer em Cusco.

 

SALDO DO DIA

Banheiro – S/ 2,00

Táxi (Hostel – Rodoviária) – S/ 3,00

Taxa de Embarque Arequipa – S/ 3,00

 

 


 

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Dia 8 (sexta-feira, 27/07/2018) – E Finalmente Chego ao Umbigo do Mundo

 

Cusco, que na língua dos incas, significa “umbigo do mundo”, foi a capital do Império Inca, por isso o nome. Chegamos na garagem da Cruz del Sur, por volta das 8 da manhã, onde pegamos nossas bagagens. Já me informei em quanto custaria um táxi de lá até o aeroporto, pois meu transfer para o acampamento escoteiro, que era no Vale Sagrado sairia de lá. David tinha me dito que iria para a casa de um conhecido, onde ficaria alguns dias e já estaria na Espanha quando eu saísse do acampamento, então nos despedimos e rumamos nossos caminhos. Estava sozinho novamente.

Peguei um táxi até o aeroporto, que me custou S/ 8. Lá encontrei uma multidão de escoteiros do mundo todo, me juntei a eles e esperei o transfer partir, o que não levou muito tempo. Já saímos de Cusco e fomos rumo ao Vale Sagrado dos Incas, nem tive tempo de ver nada em Cusco. O acampamento era em Lamay, uma das cidadezinhas do Vale Sagrado, numa fazenda, ou melhor, na Hacienda Paucartika, que pelo que eu descobri depois, é tipo uma pousada, estilo hotel fazenda.

Cheguei ao lugar do acampamento, a fazenda ficava no meio do Vale, entre as montanhas. A estrada passava do lado, margeando o Rio Urubamba, o mesmo rio que passa ao lado de Machu Picchu, o rio sagrado dos Incas.

 

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SALDO DO DIA

Táxi (Garagem – Aeroporto) – S/ 8,00

 

 

 

 

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Dia 9 (sábado, 28/07/2018) – Dia 16 (sábado, 04/08/2018) – Alguns Dias Acampando

 

Como a intenção desse relato é explicar sobre a viagem, não vou me estender muito sobre como foi o acampamento, apenas mostras algumas das atividades feitas ao longo dele e fazer (tentar pelo menos) um resumão.

Primeiramente, o acampamento, III Moot Escoteiro Interamericano, foi um evento que contou com a participação de mais de 3000 escoteiros de toda América, além de outros países, como Austrália, Arábia Saudita, Taiwan, Alemanha, Finlândia e Irlanda. Entrei no campo na sexta-feira, dia 27 e saí no domingo, dia 05, mas o acampamento de fato foi do sábado (28) até o sábado seguinte (04). Toda a alimentação, passeios e atividades estavam inclusas na taxa de inscrição de R$ 1409, então só gastei com alguma lembrancinha, ou bugigangas que encontrava, mas nada essencial. Os participantes são divididos em equipes internacionais, na minha equipe havia uma dominicana, uma argentina, uma uruguaia, uma belga, uma mexicana, um peruano, um chileno, eu e mais dois brasileiros.

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Dia 9 - Sábado (28/07) - No primeiro dia desses acampamentos, sempre rolam feirinhas internacionais, cada país traz suas comidas, bebidas e músicas típicas para mostrar para a galera toda. Nós brasileiros, obviamente, levamos paçoca, brigadeiro, tapioca, pão-de-queijo, bala de banana, rapadura, que a gringaiada sempre gosta. Nesse dia meu chip internacional começou a funcionar.

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Dia 10 - Domingo (29/07) - Neste dia, pegamos ônibus e fomos turistar pelo Vale Sagrado, saímos cedinho do acampamento, antes ganhamos o Boleto Turístico de Cusco (vou falar mais a frente sobre esse Boleto, explicar certinho como ele funciona, relaxem). Fomos primeiro para Pisaq, subimos toda a colina, até chegar na parte mais alta do sítio arqueológico, depois fomos ao Museu Inkariy, que fica em Urubamba, ele é incrível, super completo, pois contempla tanto o povo inca, como os pré-incas, e custa só S/ 35 (não paguei pois já estava incluso no preço do acampamento). Depois fomos até Ollantaytambo, onde também tem o sítio arqueológico bem bonito, fora que a cidadezinha também é muito charmosa, deu vontade de ficar uns 2 dias só nela, subimos toda a montanha, até chegar no Templo do Sol (lá em cima). E por fim, fomos até Chinchero, onde tem uma associação de artesãs que mostram todo o processo de tecelagem e tingimento andino, ensinam como diferenciar a lã de alpaca da lã sintética para ninguém tentar te passar a perna (mas tudo que elas vendem lá é mais caro), lá também tem o sítio arqueológico (pequeno) e a Igreja (muito antiga e bonita), comprei uma touca e um cobertor com as Linhas de Nazca por S/ 40, bem pechinchado, primeiro a vendedora me ofereceu por S/ 80, disse que pagava S/ 30, e no fim saiu por S/ 40. Chegamos de noite no acampamento, o passeio é bem puxado e demorado.

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Dia 11 - Segunda-feira (30/07) - Ficamos no campo mesmo, rolaram várias oficinas, de tecelagem andina, quéchua básico, danças peruanas, cosmovisão andina, entre outras.

Dia 12 - Terça-feira (31/07) - Neste dia fomos fazer trabalho voluntário (um dos pilares das atividades escoteiras), nos dividimos em grupos e cada grupo foi a uma pequena comunidade andina, adotou uma família e fez algum serviço que ela estivesse precisando. Meu grupo (2 mexicanos, 1 argentina, 1 boliviana, 1 peruano e eu BR) marretou e nivelou o “chão” da cozinha de uma família (o chão era de terra e umas pedras-bola) para que depois eles pudessem jogar concreto, depois buscamos pedras maiores para que a família pudesse fazer uma casinha para o cuys que são um tipo de porquinho-da-Índia, muito comum na região, e muitas famílias criam para vender para os restaurantes (SIM!!! CUY ASSADO É UM PRATO TÍPICO, o que mais tem no Vale Sagrado são as “cuyerías”, restaurantes especializados, onde você escolhe o cuy vivo, eles matam e preparam para você, não tive coragem de experimentar, mas dizem que é bom). Mais tarde os grupos se reuniram e fizeram alguns brinquedos para a pracinha da vila.

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Dia 13 - Quarta-feira (01/08) - Neste dia fizemos um trekking, uma caminhada pelas montanhas próximas a Ollantaytambo, de aproximadamente 5 horas.

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Dia 14 - Quinta-feira (02/08) - Acordamos cedo e fomos para as atividades mais radicais, na parte da manhã, fizemos a via ferrata no Skylodge Adventures Suites (aquele hotel que são umas cápsulas penduradas no paredão, a centenas de metros de altura, é bem famosinho, dá um google que você acha fácil), subimos todo o paredão, usando ganchos chumbados na pedra, fizemos rapel em alguns trechos, amarrados por cabos de aço, por segurança. Já na parte da tarde, pegamos botes e fizemos rafting nas corredeiras no Rio Urubamba (me banhei nas águas do rio sagrado dos incas kkk).

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Dia 15 - Sexta-feira (03/08) - Voltamos para os vilarejos e fizemos mais serviços voluntários para a comunidade.

Dia 16 - Sábado (04/08) - O último dia foi bem relax, mais para interagir com a galera de fora, despedir dos amigos e arrumar as coisas.   

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SALDO DO ACAMPAMENTO

Cobertor e touca em Chinchero – S/ 40,00

Água – S/ 5,00

Sorvete – S/ 5,00

 

 

 

 

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
    • Por Victor Prates
      Este post mostrará as melhores opções pra você aproveitar as Galápagos e suas praias sem gastar uma fortuna. Mas já adianto que se você está sem nada de grana, este não é o destino pra você.
      O arquipélago é conhecido principalmente pela variedade de fauna entre cada uma das ilhas, que foi crucial para Charles Darwin formular a Teoria da Evolução. Este relato também apresentará os animais mais interessantes que vimos e onde você poderá encontrá-los.
      As Galápagos pertencem ao Equador e estão situadas a cerca de 950 km a oeste do litoral do país. As ilhas estão situadas no Oceaco Pacífico e sua formação está atrelada a um hotspot vulcânico numa junção tripla entre 3 placas tectônicas: Pacífica, de Nazca e de Cocos. O arquipélago é formado por 13 ilhas principais e outras centenas de ilhotes e ainda possui 21 vulcões, sendo 13 ativos.
      O mapa abaixo, retirado do Google Earth, mostra o arquipélago das Galápagos, seus portos, aeroportos e o nome das 13 maiores ilhas. Nossa trip teve foco nas 3 principais ilhas: Isabela, Santa Cruz e San Cristóbal.

      Dividi este post em duas partes, sendo a primeira com resumo das atrações visitadas e detalhes de programação e a segunda com a descrição de cada uma das ilhas que visitamos.
       
      ROTEIRO RESUMIDO
      Dia 1: Vôo de São Paulo/SP à Guayaquil no Equador, onde passamos a primeira noite da viagem.
      Dia 2: Vôo de Guayaquil à Ilha Baltra em Galápagos. Deslocamento até a cidade de Puerto Ayora, a maior do arquipélago. Chegada no hostel e passeio no Darwin Center, um centro de criação de tartarugas gigantes. Pela noite passeamos pelo calçadão à beira-mar.
      Dia 3: Táxi até o povoado de Santa Rosa, de onde caminhamos até a Reserva El Chato. Aqui, conhecemos muitas incríveis tartarugas gigantes e os Túneis de Lava. Voltamos andando à Santa Rosa e subimos a pé pela rodovia por 1h30min até Los Gemeles, duas imensas crateras.
      Dia 4: Ida à Baía Tortuga, onde visitamos as praias Brava e Mansa. Vimos uma infinidade de iguanas marinhas pretas neste dia.
      Dia 5: Pela manhã fomos a Las Grietas, um mini-cânion de paredes de rocha vulcânica. Na sequência pegamos um barco de 2 horas até a cidade de Puerto Baquerizo Moreno, na ilha de San Cristóbal, onde há uma infinidade de leões marinhos. Ida a Playa Mann ver o pôr-do-sol.
      Dia 6: Caminhada até a linda Praia La Loberia, cheia de leões marinhos, e até o penhasco El Acantilado, onde tivemos uma observação intensa de aves marinhas. Regresso a Puerto Baquerizo, ida até o Centro de Visitantes e subida ao Cerro Tijeretas, onde fizemos observação de fragatas, pelicanos e da bela Baía Tijeretas. Caminhada até a Playa Ochoa e contemplação de um booby, icônico pássaro de patas azuis das Galápagos.
      Dia 7: Tour para a parte alta da ilha de San Cristóbal, onde visitamos a Laguna El Junco e caminhamos ao redor da lagoa. O passeio também incluiu visitação ao centro de criação de tartarugas gigantes e à Praia de Puerto Chino.
      Dia 8: Snorkel com leões marinhos na Baía Tijeretas e com uma infinidade de tartarugas marinhas na Playa Carola.
      Dia 9: Regresso à Ilha de Santa Cruz pela manhã. De tarde fizemos um trekking de 4 horas (ida e volta) para subir o Cerro Puntudo, a segunda montanha mais alta da ilha.
      Dia 10: Duas horas de barco até Puerto Villamil na Ilha Isabela, a maior das Galápagos. Ao chegar fizemos uma caminhada de 7h30min (ida e volta) até o Muro de las Lágrimas.
      Dia 11: Tour para o cume do Volcán Sierra Negra. O passeio durou 5h20min, com 16 km caminhados. Visitamos a linda cratera do Sierra Negra e fomos a um mirante com vista pra muitos vulcões da Isabela. Ao voltarmos para Puerto Villamil fomos a outro centro de criação de tartarugas gigantes. Pra finalizar o dia, caminhamos por mangues e lagoas com muitos flamingos.
      Dia 12: Tour de caiaque e snorkel pela Baía Las Tintoreras, onde vimos uma infinidade de espécies animais, incluindo raias, tubarões e um pinguim. Depois fizemos snorkel na Concha Perla com mais leões marinhos. Barco de regresso à ilha de Santa Cruz.
      Dia 13: Visitação ao centro Charles Darwin novamente e dia tranquilo na cidade.
      Dia 14: Retorno de Puerto Ayora a Guayaquil. Avistamento de iguanas terrestres próximo ao aeroporto de Baltra. Uma vez em Guayaquil, caminhamos por Las Peñas até o farol no topo da montanha Cerro Santa Ana.
       
      PROGRAMAÇÃO
      Onde Ficar
      Nas Galápagos existem três vilas em cada uma das três maiores ilhas, as quais você pode ver a localização no mapa do item “INTRO”:
      ·         Puerto Ayora, na ilha de Santa Cruz, com uma população de 12.000 habitantes;
      ·         Puerto Baquerizo Moreno, na ilha de San Cristóbal, com cerca de 7.000 habitantes; e
      ·         Puerto Villamil, na ilha Isabela, a menor com aproximadamente 2.000 moradores.
      Qualquer uma das três têm boas opções de alimentação e hospedagem.
      Puerto Ayora é a maior cidade do arquipélago e a com mais estrutura, mas é também a mais desorganizada. Possui a vantagem de estar situada no centro das Galápagos e, por isso, é de onde saem a grande maioria dos passeios para as outras ilhas. Ficamos em dois bons hosteis em Ayora, o Gloria e o Sir Francis Drake.
      A vila de Baquerizo foi a que eu mais gostei por ter bastante infraestrutura e ser mais organizada que Puerto Ayora. Além do que, adorei o fato de haver uma infinidade de leões marinhos no porto e na praia da cidade. Em Baquerizo, dormimos no hostal León Dormido.
      Villamil, com suas ruazinhas de areia, é a mais pacata e aconchegante das três, porém é a com menos estrutura e atrações para visitar. É a única das três ilhas que não possui um aeroporto nem caixas automáticos. Passamos nossa estadia em Isabela no hostel Villamil.
       
      Como Chegar
      Seguem informações sobre como ir às Galápagos:
      ·         Somente é possível chegar nas ilhas através de transporte aéreo;
      ·         Os vôos para o arquipélago saem apenas de duas cidades: Quito e Guayaquil, ambas no Equador;
      ·         Existem dois aeroportos que recebem vôos do continente: um na Ilha de San Cristóbal e outro na Ilha de Baltra, que dá acesso à Santa Cruz;
      ·         As companhias TAME e Avianca Ecuador possuem vôos diários e frequentes para os destinos de saída e partida acima mencionados (e caros!);
      ·         Os vôos saindo de Guayaquil levam 1h30min e de Quito 2 horas.
       
      Para locomover-se entre as ilhas de barco, é importante considerar:
      ·         Somente existem dois trechos de traslados fixos entre as ilhas: um entre Santa Cruz e Isabela e outro entre Santa Cruz e San Cristóbal;
      ·         O serviço não é oferecido por empresas públicas, sendo necessário comprar o ticket nas agências das vilas;
      ·         Ambos os trechos são realizados duas vezes ao dia para cada sentido, sendo que um barco sai no início da manhã e outro pela tarde. Os horários não são fixos por não serem barcos oficiais;
      ·         Compre seus boletos de barco com ao menos um dia de antecedência;
      ·         Cada trajeto de barco leva cerca de 2 a 3 horas;
      ·         A viagem pode ser bem mareante a depender das condições do mar.
      Por serem as únicas 3 ilhas com povoados com estrutura para turismo, se você quiser ir para as outras é preciso contratar tours, que serão bem caros.
      Para o regresso de Puerto Ayora à Ilha de Baltra, os horários de ônibus até o ferry são: 07:00, 07:40 e 08:30.
       
      Quando Ir
      Não há uma temporada de preferência para visitar as Galápagos. O clima é ameno durante todo o ano e suas atrações podem ser visitadas a qualquer época.
      A única recomendação que faço é evitar os meses de alta temporada: janeiro, julho, agosto e dezembro. Deste modo, não haverá riscos de os passeios e/ou barcos entre as ilhas estarem lotados.
       
      O Que Levar Para Trekking
      Fizemos algumas trilhas de um dia nas ilhas e todas apresentam grau baixo de dificuldade. Portanto, leve apenas o básico:
      ·         Bermuda ou calça
      ·         Camiseta
      ·         Bota ou tênis de trilha
      ·         Mochila (30-45L)
      ·         Boné/chapéu
      ·         Capa de chuva ou poncho impermeável
      ·         Traje de banho
      ·         2-3 L de água
      ·         Snacks para trilha
      ·         Protetor solar
      ·         Repelente
      ·         Câmera fotográfica
       
      RANKING DAS ATRAÇÕES
      Segue abaixo as opções de roteiro considerando o número de dias que você terá nas ilhas, de mais imperdível para menos imperdível:
      1 Dia: Puerto Baquerizo, Punta Carola e Baía Tijeretas. Sei que ninguém vai pras Galápagos pra passar só um dia, mas se você for esta pessoa, vá para a Ilha de San Cristóbal. Em um dia você pode ver uma infinidade de leões marinhos dentro e fora d’água e fazer snorkel com dezenas de tartarugas marinhas gigantes na Punta Carola. Ainda é possível avistar fragatas e boobies na Baía Tijeretas.
      2 Dias: Tour Puerto Chino. Ainda na Ilha de San Cristóbal, recomendo que encontre um motorista que te leve para a linda Praia de Puerto Chino. No caminho você passará pela Laguna El Junco, um lago dentro de uma cratera vulcânica, e pelo Galapaguera, um centro de criação de tartarugas gigantes terrestres.
      3 Dias: Baía Tortuga e Darwin Center. Pegue um barco até a Ilha de Santa Cruz e passe um dia nas lindas Praias Brava e Mansa. Veja dezenas de iguanas marinhas e depois vá até o Darwin Center, o principal centro de criação de tartarugas gigantes do arquipélago.
      4 Dias: El Chato e Los Gemelos. A Reserva El Chato é o melhor lugar para interação com as famosas tartarugas gigantes das Galápagos. Nele você ainda pode ver os lindos Túneis de Lava. Na sequência é possível visitar as impressionantes crateras Los Gemelos.
      5 Dias: Vulcão Sierra Negra. Se você tiver um quinto dia (por favor tenha), pegue um barco para a Isabela no dia anterior e reserve o tour para o Vulcão Sierra Negra. Você terá o panorama mais lindo das Galápagos. Na volta para Puerto Villamil, você pode passar na Lagoa de Flamingos e no Centro de Criação de Tartarugas da Isabela.
      6 Dias: Las Tintoreras e Concha Perla. Ainda na Isabela, recomendo que faça o tour de snorkel e caiaque nas Tintoreras. Você verá animais não antes vistos como tubarões, raias e pinguins. No final, aproveite o aluguel do snorkel e vá nadar com leões marinhos na Concha Perla.
      7 ou mais Dias: Agora que você já conheceu lugares bem representativos das Galápagos, sugiro as seguintes opções caso você tenha mais tempo nas ilhas:
        Fazer mergulho. Deverá ser uma de suas prioridades se você for certificado. Infelizmente, só tirei meu certificado após esta viagem;   Fazer tours de 1 dia para as ilhas Bartolomé, Seymour Norte, Pinzón, Santa Fé, ou qualquer uma próxima a Santa Cruz;   Dia extra em uma das 3 maiores ilhas: em Santa Cruz para conhecer Las Grietas; na Isabela para visitar o Muro das Lágrimas; ou em San Cristóbal para ir à Playa Ochoa ou ao El Acantilado;   Tenha dias de descanso nas lindas praias das ilhas. Como se pode ver, é possível elaborar uma infinidade de roteiros nas Galápagos. Se você tiver tempo e dinheiro vale a pena conhecer o máximo número de ilhas possível, o que possibilitará que conheça mais fauna endêmica e mais paisagens lindas. Se você estiver com pouca grana e com bastante tempo, recomendo que fique somente nas 3 ilhas principais, como nós fizemos.
       
      ANIMAIS AVISTADOS
      Segue abaixo uma relação dos principais animais que vimos nas ilhas que visitamos:
      Baltra: Iguanas terrestres amareladas.
      Santa Cruz: blue-footed booby (piquero de patas azules), caranguejos chama, coruja das Galápagos, fragatas, iguanas terrestres amareladas, iguanas marinhas (MUITAS), lava lizards, leões marinhos, pelicanos, raia, tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões (finches, pinzones)
      San Cristóbal: blue-footed booby (MUITOS), fragatas (MUITAS), iguanas marinhas, lava lizards, Leões marinhos (MUITOS), pelicanos, tartarugas marinhas verdes (MUITAS), tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões.
      Isabela: blue-footed booby, caranguejos chama, fragatas, flamingos, iguanas marinhas, lava lizards, leões marinhos, mocking bird, pelicanos, pinguim das Galápagos, raias, tartarugas marinhas verdes, tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões, tubarões.
      Lista dos não avistados que queríamos ver: albatroz das Galápagos, cormorão das Galápagos (flightless cormorant), iguanas terrestres rosadas, nazca booby, red-footed booby (piquero de patas rojas), tubarão martelo, raia manta e outros só pra quem faz tour de mergulho.
       
      GASTOS TOTAIS
      Os gastos da viagem se deram em dólares americanos, que é a moeda oficial do Equador. Os valores em negrito são para 3 pessoas:
      ·         Avião Guayaquil -> Galápagos* = US$ 400 por pessoa = US$ 1.200
      ·         Taxa Aeroporto = US$ 20 por pessoa = US$ 60
      ·         Entrada Parque Nacional Galápagos Mercosul = US$ 50 por pessoa (US$ 100 p/ fora Mercosul) = US$ 150
      ·         Balsa + Bus Baltra -> Santa Cruz = US$ 9
      ·         Barcos de Santa Cruz para San Cristobal e Isabela = US$ 30 por pessoa por trajeto (4 viagens) = US$ 360
      ·         Hospedagem em Santa Cruz (6 noites) = US$ 405
      ·         Hospedagem em São Cristobal (4 noites) = US$ 240
      ·         Hospedagem em Isabela (2 noites) = US$ 110
      ·         Passeios em Santa Cruz (El Chato, Las Grietas, Cerro Crocker) = US$ 34,6
      ·         Passeios em São Cristobal (Puerto Chino, El Junco e Snorkel Punta Carola) = US$ 80
      ·         Passeios em Isabela (Volcán Sierra Negra e Tintoreras) = US$ 225
      ·         Refeições em Galápagos = US$ 405
      ·         Mercado em Galápagos = US$ 90
      ·         Lavanderia = US$ 20
      Total para 3 Pessoas = US$ 3.389
      TOTAL POR PESSOA (2017) = US$ 1.130
      * Não inclui passagens aéreas para chegar ao Equador
       
      AS ILHAS
      Nosso acesso para as Galápagos se deu pela cidade de Guayaquil, situada no litoral do Equador. Passamos uma noite no Hostel Nucapacha e no dia seguinte pela manhã fomos ao aeroporto pegar o vôo para a Ilha de Baltra.
      Pagamos 20 dólares de taxa aeroportuária antes de tomar o vôo, o qual durou 1h30min de duração. Ao chegar no arquipélago, pagamos mais 50 dólares para entrar no Parque Nacional Galápagos (salgado!).
      Se você quiser acompanhar a descrição detalhada sobre as 3 ilhas principais que visitei nas Galápagos, basta acessar o link abaixo.
      Continuar lendo: 
      http://trekmundi.com/galapagos/
      Abaixo algumas imagens deste fantástico arquipélago:

      Ivan e iguanas marinhas

      Praia Brava

      Ivan, eu e tartarugas gigantes das Galápagos

      Anna, eu e tartarugonas

      Anna e uma das dolinas Los Gemelos

      Leões marinhos brincalhões

      Anna snorkelando com a tartaruga marinha

      Ivan e Leões Marinhos

      Anna e Blue-footed booby

      Volcán Sierra Negra
       
      Um abraço!
       
       
       
       
    • Por Juana Carvalho
      VIAGEM PARA O PERU – VANI & JUANA
      OS PREÇOS PODEM VARIAR PARA MAIS OU PARA MENOS*
       
      ITINERÁRIO
      IDA DIA 04/05/2019 – VOLTA 15/05/2019
      CUSCO X ÁGUAS CALIENTES (MACHU PICCHU)
      > PASSAGEM: CUSCO X RJ IDA E VOLTA
      ·       VALOR TOTAL PARA DUAS PESSOAS VOO NOTURNO COM UMA PARADA EM LIMA: R$ 3.200,00 – LATAM
      >  HOTEL COM CAFÉ DE MANHÃ:
      ·       CUSCO 5 A 15: 10 DIÁRIAS = R$913,00 (Aparthotel alugado pelo Airbnb, próximo a praça das armas)
      ·       ÁGUAS CALIENTES 7 A 8 (MACHU PICCHU): 1 DIÁRIAS R$116,00 (Booking)
      ·       TOTAL: R$ 1.029,00
      ROTEIRO 10 DIAS EM CUSCO
      1.     Dia 05/05 - Domingo
      Chegada à CUSCO!
      Chegamos à cusco por volta das 6:10 da manhã (MUITO FRIO), pegamos um Taxi (15 soles) até o hotel (Recoleta, Cusco 08000 - Urbanizacion Zaguán del cielo F8 a espaldas de la cervecería hay un letrero de salón de eventos y clínica odontologics vitalis), o taxista (Whatsappp - 51973182684) foi indicado pelo dono do Aparthotel.
      No nosso primeiro dia conhecemos um pouco da cidade de Cusco, para nos acostumar com a altitude da cidade que é de 3.399 metros. É importante beber muito líquido nessas primeiras horas por lá, tomar cházinho clássico de coca e dedicar esse meio dia para adaptação.
      Trocamos os reais que levamos por soles aos poucos, primeiro R$ 1.000,00 reais que deu 790 soles, achamos por 0,79 na Avenida Del Sol. Para não correr o risco de comprar notas falsas, vá a uma agência cadastrada e de preferencia na avenida principal, leve também a caneta que detecta nota falsa, custa uns 5 reais a kalunga. 
      Levamos 4.000,00 reais em dinheiro vivo, doideira? sim, porém não queríamos pagar taxas absurdas para sacar dinheiro lá. Compramos duas doleiras e colocamos dentro das roupas. No dia a dia a gnt andou com as doleras cada uma com um pouco de dinheiro, mas a maior parte sempre escondíamos em algum lugar no hotel.
      Só levamos 300 dólares, para as coisas iniciais e pagamos em alguns momentos que achávamos que valia a pena, voltamos ainda para casa com 140 dólares.
      É importante vocês irem sabendo que se chegar uma senhoria oferecendo uma Alpaca linda para você tirar foto, ela sem duvidas vai cobrar propina, e se você não der, ela vai te xingar kkkkk. Mal chegamos e caímos nessa, e o pior, só tínhamos 20 dólares como nota mais baixa na mão, eu como não sou tão boba assim, perguntei se ela tinha troco pois só assim daria a "propina", ai ela me deu o troco, mas essa foto acabou saindo por 20 soles no final das contas. Então la vai uma dica importante: Ande sempre com moedas de soles se você quiser tirar uma fotinha com as Alpacas.
      Fomos até a Plaza de armas para conhecer essa tão famosa praça, e lá perto fomos até a loja da CLARO e compramos o chip (10 soles), fizemos o plano de  5 GB por 30  dias (30 soles). Compramos também o nosso bilhete turístico completo em Av. El Sol 103, no centro de Cusco, que custa S/. 130 por pessoa (válido para todos os lugares nos três circuitos, em um período de 10 dias). Para não perder tempo já fomos na agencia da INCA RAIL para pegar o nosso bilhete de trem para machu picchu que compramos na internet uns 3 meses antes no proprio site da INCA RAIL, importante falar que também tem a empresa PERU RAIL que possui alguns trens que também fazem o mesmo caminho pra Machu Picchu, vale a pena pesquisar antes e ver qual sai mais em conta.Visitamos as feiras livres como o Mercado Central de San Pedro (Cusco 08002, Peru), Centro Artesanal de Cusco (Ele fica no final da Calle el Sol, em frente à grande fonte pintada e ao Sonesta Hotel), e a Feira Gastronômica da Praça San Francisco que é organizada pela prefeitura de Cusco e acontece aos domingos, tudo muito simples e com preços econômicos. A feira começa bem cedo e vai até a noite. Aí há também jogos, música e apresentação de artistas de rua dos mais variados. Tudo ocorre na praça a céu aberto, ao lado da igreja e em frente ao Colégio Ciências. Almoçamos no Restaurante Fusi Chicken & Grill Restobar (https://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g294314-d6383528-Reviews-Fusi_Chicken_Grill_Restobar-Cusco_Cusco_Region.html), e foi a minha primeira experiência comendo o delicioso prato chamado SOLTADO DE ALPACA (Me da Água na boca só de lembrar).
       
      No mesmo prédio do restaurante fica a agência de turismo RUTA ANDINA (whatsapp 910848805), fomos em duas antes de fechar com eles no mesmo prédio, e pegamos os preços e eles cobriram, lembrando que tudo em cusco é negocial, tudo mesmo, comidas, lembrancinhas, e até os passeios, pesquise bem, negocie para diminuir os valores, vocês vão conseguir com certeza.
       
      2.     Dia 06/05 - Segunda-feira

      Seguindo a programação da Peru Grand Travel (Bilhete TOTAL), este dia foi dedicado para passear pela cidade e  conhecer os melhores lugares em Cusco. Resolvemos contratar o taxista que pegou a gente no aeroporto para fazer o City Tour Cusco (60 soles), com os seguintes sítios arqueológicos que estão incluídas no valor do Boleto Turístico, e você não paga nada mais pela visita. Ufa! A portaria de todos os sítios funcionam das 7h às 18h:
      Tambomachay, um conjunto de ruínas de antigos terraços e banhos fica a 7.7 km de Cusco.
       
      Pukapukara, um antigo quartel e local de hospedagem para os Incas.

       
      Q’enqo, outro antigo lugar de culto, hoje em ruínas, que fica a 4km de Cusco; 

       Sacsayhuaman, ruínas de um antigo templo, que muitos acreditam ter sido uma antiga fortaleza Inca. Fica a 6 km da cidade. (O MELHOR LUGAR SEM DÚVIDAS)


      Lá fica a estátua do Cristo Branco, e temos uma vista linda de Cusco;

      E uma vista panorâmica incrível da Cidade de Cusco.

       Depois desse passeio incrível pedimos pro taxista deixar a gente na praça das armas e fomos andando até o Bairro San Blas para almoçarmos no Restaurante Pachapada, comemos um prato de Trucha (Salmão), não lembro o nome certinho mas segue a foto  (UMA DELÍCIA), pagamos 45 Soles fora a bebida, eu pedi a inkacoca e a Vani um suco.
      Depois fomos visitar alguns museus que estão incluídos no bilhete turístico como : Museu de Arte Contemporânea, Museu Histórico Regional, Museu de Arte Popular, Museu de site Qoricancha. Só faltou visitar o Qoriqancha, ou Templo do Sol, hoje nomeado de Convento de Santo Domingo – A entrada custa 10 soles, e as fotos são permitidas apenas no pátio central do templo. (NÃO FOMOS INFELIZMENTE  ). As demais atrações do City Tour de Cusco ficam nos arredores da cidade.
      3.     Dia 07/05 - terça-feira
      Após o café da manhã, fomos separar a roupa pra levar pra Machu Picchu (uma mochila para cada pessoa está de bom tamanho), e ainda de manhã as 11:00, pegamos O TREM  THE 360 da empresa Inca Rail para águas calientes. Chegando la fomos direto pro Hotel fazer o chekin, e deixar as mochilas e fomos conhecer essa cidade aos pés de Machu Picchu ( que é um encanto por sinal). Compramos a passagem do Ônibus para a subida à Machu picchu fica bem pertinho da feira de águas calientes só que do outro lado da ponte, fácil de encontrar. O bilhete do trem por pessoa foi 22 dólares ida e volta (em media 185 reais por casal), uma facadinha linda, mas vale a pena. O bilhete para entrada de Machi picchu compramos uns 3 meses antes pelo site do governo peruano, custou 152 soles por pessoa (Cerca de 182,00 reais por pessoa), vale a pena comprar no site do governo peruano, pois agências cobram bem mais caro. De noite fomos tomar uma cervejinha cusquenha e comer pizza em um restaurante que não lembro o nome em frente ao rio.
      4.     Dia 08/05 Quarta-feira
      O GRANDE DIA!
      Já que estávamos na cidade de Águas Calientes (ponto de encontro para subir o Machu Picchu), fica fácil de acordar cedinho e seguir até a estação de ônibus para fazer a viagem.  Contratamos um guia na entrada de Machu Picchu e falamos que queríamos o guia em grupo para sair mais em conta, em media está 40 soles por pessoa. Ficamos caminhando por Machu Picchu (Foto abaixo), energizando o corpo e mente, comprei o bilhete das 8 horas, é importante chegar lá pelo menos 1:00 antes.

      É inexplicável a sensação de estar em Machu Picchu.
      Após a visita, fomos até o Hotel/Hostel fazer o check out e pedimos para deixar as mochilas na recepção (é uma pratica comum la). Após almoçarmos em um restaurante em frente a estação de trem por 30 soles (entrada + prato principal + suco), Fomos direto para águas termais tomar aquele banho tradicional (foto abaixo) e tomar uma Piña colada (uma delícia), depois seguimos de trem para Cusco.

       
      5.     Dia 09/05 Quinta-feira
      Como estávamos mortas, fizemos um passeio mais perto de Cusco. Fomos conhecer o Pantanal de Huasao: Groot e o Senhor dos Anéis em Cusco, A poucos quilômetros de Cusco, há um parque temático onde os personagens dos ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘O Senhor dos Anéis’ foram desenhados em madeira. O pantanal de Huasao é um ambiente natural, onde pode-se estar longe da cidade e desfrutar da natureza..
      Esta atração está localizada no distrito de Oropesa. A uma curta distância de lá, há um parque jurássico ideal para visitar com os pequenos. Você também pode desfrutar do famoso ‘Pão chuta’ e ‘Lechón al horno’.
      Como chegar lá? – Da cidade de Cusco, os ônibus são direcionados para Oropesa na Avenida de la Cultura. A viagem leva aproximadamente 30 minutos. Ou pode pegar um táxi como fizemos que custou 30 soles a ida e 15 a volta.
      Quanto custa? – A entrada para o Pantanal de Huasao é de 1.50 soles (0.5 dolares)

      6.     Dia 10/05 – Sexta-feira
      Fizemos o passeio do Vale Sagrado, em média custa 30 soles por pessoa com van e guia incluso mais buffet, o passeio de um dia começa em torno das 9h e segue até às 19h. O passeio do “Vale Sagrado” inclui a visita aos parques de Pisac, Ollantaytambo e Chinchero que estão inclusos no boleto turístico. 
      O primeiro parque visitado no tour é Pisac (foto abaixo), mas antes são feitas algumas paradas em centros de artesanatos. Uma dica importante, escolha sentar do lado esquerdo do ônibus/van na ida.


      Depois de Pisac paramos para almoço em um buffet e depois seguimos o passeio com a visita ao parque de Ollantaytambo (abaixo). Que é um cidade incrível.

      Sim é muito lindoooo....  Segundo lugar mais bonito na minha opinião.


      Essa foto acima é o templo do sol, fica na parte mais alta das ruínas, são 6 enormes rochas monolíticas de granito rosa, colocadas tão perfeitamente unidas que nenhuma folha de papel é capaz de passar entre elas. Sabe o que é mais incrível? Quem disse que aquelas pedras enormes já estavam ali?O lugar mais próximo nas redondezas com granito rosa fica a 4Km de Ollanta, do outro lado do Vale, depois de um rio, no topo de outra montanha, para vocês terem uma ideia estima-se que algumas das pedras do templo do sol pesam mais de 80 toneladas (ISSO MESMO).
      É depois é a vez de Chinchero, esse é o último lugar do passeio.

       
      7.     Dia 11/05 – Sábado
      Nesse dia fomos visitar o Laguna humantay (foto abaixo), que é aquela bela caminhada de 2 horas subindo (tem gnt que faz em 1 hora e meia), porém não somos fitnes e subimos a Cavalo por 40 soles por pessoa, saiba que é muita adrenalina, mas que no final compensa, o passeio completo com ônibus ida e volta, almoço, café da manha, Guia turístico, etc. esta em média 75 Soles por pessoa. Foi um dos lugares mais cansativo porém o mais lindo depois de Machu Picchu claro.

       
      8.     Dia 12/05 – Domingo
      Esse é o dia para visitar os belos povoados incas com suas casas coloniais, onde é possível apreciar os tesouros que esta terra sagrada esconde em um agradável e singular tour: ATV Maras–Moray–Salineras (foto abaixo). Este é um dos passeios mais clássicos de Cusco e um dos mais fantásticos. Visitamos os terraços agrícolas em forma de círculos, conhecemos a extração de sal em meio às montanhas. Tudo isso sabe de que? Quadriciclo. O passeio em media custa 100 soles por pessoa, incluindo, Traslado de ida e volta de hotéis selecionados, Transporte a partir de Cusco, Quadriciclo por pessoa , Capacete, Combustível, Guia fluente em inglês e espanhol,  porém não inclui almoço pois é um passeio de meio dia só, fomos na parte da tarde, mas recomendo ir na parte da manhã, apesar de ser mais cheio você terá um tempo maior para visitar a salines, a gente teve que fazer o passeio correndo na salines pois já estava tarde e o parque estava fechando, fora que é perigoso voltar pois a pista para a salineras é bem estreita e com uma ribanceira do lado, tanto que não se pode mais ir com o Quadriciclo pra la, eles levaram a gente em um táxi. A Entrada opcional ao sítio arqueológico de Moray esta incluso no bilhete turístico,  e a entrada para as minas de sal custa 10 soles. Leve dinheiro para comprar o sal de lá e os chocolates salgados, compramos os dois, porém perdermos o Sal em alguma buraco negro da mala :(.


      9.     Dia 13/05 – Segunda – Feira
      Esse dia fomos fazer o passeio do vale sul, que não é tão conhecido no turismo de cusco, mas queríamos conhecer. Fizemos esse passeio com o mesmo taxista dos outros passeios, custou 80 soles. A entrada para os sítios estão no bilhete turístico.
      Visitamos o centro Arqueológico de Tipon, e admirar o sistema de irrigação Incaico (foto abaixo).

      Admiramos as construções de mais de um nível feita com pedras pequenas no parque arqueológico de Piquillacta (foto abaixo).

      Depois fomos visitar o Monumento ao Inca Pachacuteq que fica dentro de cusco mesmo e tem uma visão linda da cidade.
      10.     Dia 14/05 – Terça – Feira
      Como foi o meu niver ficamos andando pela cidade de Cusco e depois descansamos para sair a noite.
      A noite fomos no La fabrica Sports Bar (foto abaixo), que é um Pub americano em cusco. Comemos um hambúrguer (35 soles) que quase não aguentamos hahahahha, e bebemos a Cerveja tradicional Peruana (Cusquenha) 10 soles a garrafa de 600 Ml.

       
      11.     Dia 15/05 – Quarta - Feira
      A despedida... Dia de acordar, tomar um café da manhã  e se despedir da cidade de Cusco e da vibe incrível do Peru, compramos lembrancinhas no mercado são pedro, é recomendado comprar um pouco afastado do centro (praça) por ser mais barato. Fomos almoçar no restaurante Ceviche Seafood (O MELHOR SEM DÚVIDAS - foto do prato abaixo). Depois fomos na tradicional e maravilhosa sorveteria Qucharitas (foto abaixo), um lugar mágico e muito bom para tirar fotos pois o teto é cheio de sombrinhas e eles ainda dão essas folhas para ficar pintando e relaxando, esse foi o segundo dia que fomos nessa sorveteria, mas não lembro qual foi o outro dia, esse prato da foto é chamado de Vulcão alguma coisa. Super recomendo!

      Abaixo um mapa que usamos bastante.

       
      PLANILHA DE DESPESAS DA VIAGEM PARA DUAS PESSOAS EM MEDIA - VALORES REFERENTES A MAIO DE 2019
      PASSAGENS:  R$ 3.200,00 (ida e volta latam)  + R$ 505,00 (duas malas 10 kg) = R$ 3.705,00  
      HOTÉIS :  R$913,00 (10 DIAS EM CUSCO) + R$116,00 (UMA NOITE EM ÁGUAS CALIENTES) = R$1.029,00
      ALIMENTAÇÃO: R$1.000,00 (ALMOÇO, JANTA, LANCHES, BEBIDAS) = R$1.000,00
      TÁXI/BUS: R$34,00 (AEROPORTO IDA E VOLTA) + R$30,00 (PELA CIDADE) +  R$185,00 (BUS AGUAS CALIENTES SUBIDA MACHU PICCHU) =  R$249,00 
      PASSEIOS:   R$ 978,00 (TREM IDA E VOLTA ÁGUAS CALIENTE/MACHU PICCHU)  + R$ 70,00 (VALE SAGRADO) + R$ 240,00 (ATV SALINERAS MORAY) +   R$ 180,00 (LAGUNA HUMANTAY) + R$ 96,00 (VALE SUL TAXI)  =  R$ 1.564,00
      ENTRADAS: R$ 24,00 (SALINERAS) + R$ 320,00 (MACHU PICCHU) + R$ 302,00 (BILHETE TURÍSTICO 10 DIAS) = R$ 646,00
      LEMBRANCINHAS: R$ 250,00
      TOTAL: R$ 8.393,00
          
      Lembrando que os valores podem mudar para a mais ou para menos e depende muito do estilo de viagem que você pretende fazer, pois pode se economizar mais ainda com passeios, com a alimentação, hotéis, dentre outras coisas.
      Nós não fizemos o passeio da montanha colorida pois estávamos exaustas e não iriamos aguentar a trilha, mas em media estava 40 soles por pessoa, dizem que vale a pena, e também tem a opção de alugar o cavalo, ouvimos falar que era 60 soles por pessoa.
      Siga meu instagram @juanacarvalho pois lá tem todas as dicas da viagem e os videos e fotos nos destaques. 
      É assim encerra o roteiro dessa cidade conhecida como o umbigo do mundo,  vocês sem dúvidas vão querer voltar para lá assim como a gente, espero ter ajudado, e boa viagem!


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