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CINGAPURA, MALÁSIA E TAILÂNDIA + 2 STOPOVERS EM PEQUIM E FRANKFURT (OUT/NOV - 2018) - Histórias, fotos, gastos, vídeos... sem jet lag e com inglês ruim

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DIA 15 - 01/11 - Chiang Mai / Chiang Rai / Chiang Mai

 

Eram 7h30 e pontualmente vieram me buscar para o tour de Chiang Rai, na van conheci um casal brasileiro que mora na Austrália, e logo partimos, o guia se apresentou dizendo para chamarmos ele de "O", de Ok, e por sinal foi um guia muito bom.
A primeira parada foi num lugar chamado Hot Springs, uma espécie de fonte termal de água quente que fica jorrando água como se fosse uma fonte, fui meter o zé graça e encostar o dedo e quase queimei minha mão, era muito, muito quente, tanto que tinha uma panelinha com ovos dentro que deixaram pra cozinhar kkkk. Aproveitei a parada e fui num 7-Eleven ao lado para comprar um café da manhã (uma bolacha, uma coca e um sanduíche).
De lá saímos e aí sim chegaríamos em Chiang Rai, fica há umas 2h de Chiang Mai (já está dando bug no meu cérebro escrever tantos "Chiangs", a partir de agora vou chamar de CR e CM) e a primeira parada é no famoso templo branco, que na verdade não é um templo, e sim uma construção feita por um arquiteto renomado de lá (tem até uma foto do cara na entrada) simplesmente para servir de atração turística, e que ainda está em construção até hoje. Mas isso não fazia do lugar menos incrível, até os banheiros eram um luxo só, tudo dourado. Lá dentro não é permitido tirar fotos, mas sinceramente nem precisa, porque é bem fraquinho, é um salão bem pequeno e um buda, só, o show é a parte externa.
Almoçamos num restaurante ali próximo (era incluso no tour), um buffet sinceramente bem fraquinho, tinha bem poucas opções, e pra beber tinha uns sucos estranhos, um era de uma flor chamada roselle, parece um pouco com groselha, o outro de uma planta, enfim, mas deu pra matar a fome.
Depois fomos para o templo azul, bem mais ao norte de CR, lá ficamos por 20 minutos, o lugar é fantástico, pensa num templo totalmente azul por dentro e um enorme buda branco, que baita contrate.
A próxima parada foi no museu negro, ou black house, trata-se de um museu, estúdio e também casa de um artista chamado Thawan Duchanee. O lugar é repleto de restos de animais: chifres que viram pernas de cadeiras, peles que viram forro e assentos, animais empalhados, um monte de construções estranhas, e todas pretas por fora (daí o nome). Sinceramente, não entendi muito bem a proposta do lugar, e talvez tenha sido o lugar mais "freak" que já visite até hoje. Eu particularmente não incluiria esse lugar em um roteiro, mas fazia parte do pacote, e pra piorar foi onde mais ficamos: 40 minutos.
De lá seguimos até a Karen Village, onde ficavam as mulheres "long neck", ou mulheres girafas como conhecemos. Elas são de um povo que veio de Myanmar e se instalou no norte da Tailândia, existem várias vilas dessas. Basicamente é um lugar cheio de barracas onde elas vendem os seus artesanatos e posam para as pessoas tirarem fotos, inclusive existem crianças que usam as argolas. Segundo o guia, essa tradição começou porque os homens saíam pra trabalhar e as mulheres e crianças ficavam sozinhas, e acabavam sendo atacadas por tigres, e o padrão de ataque deles e pular no pescoço, nos pulsos e tornozelos, por isso decidiram colocar essas argolas nesses lugares para proteger as mulheres e crianças. Bom, o fato é que é bizarro demais, e além disso você percebe claramente o olhar meio triste delas, afinal ali é um verdadeiro circo humano, achei bem triste o passeio, acabei até comprando um artesanato pra dar uma ajuda.
A volta pra CM foi longa, 4h de estrada (tínhamos ido pra fora de CR), chegamos umas 19h30, só fui jantar (no mesmo lugar de sempre) e aproveitei para fechar já um hostel em Pai e descansar, pois no dia seguinte seria a vez do tour dos elefantes, um dos momentos pelos quais eu mais aguardava na viagem.

 

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Hot Springs

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Templo Branco

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Isso são os banheiros

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Foto escondida do interior

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Templo azul

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Black House

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Karen Village

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Pensa num troço pesado!

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GASTOS DO DIA

 

Café da manhã (7 eleven) = THB 51,00
Lembrança na aldeia = THB 200,00
Salgadinho = THB 25,00
Jantar = THB 35,00
Coca = THB 12,00
Chocolate = THB 10,00

 

TOTAL = THB 333,00

 

Continua...

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DIA 16 - 02/11 - Chiang Mai

 

Chegou um dos dias que mais aguardei na viagem: o dia do tour dos elefantes. Acordei cedo e fiquei aguardando me buscarem na entrada do hostel, enquanto isso aproveitei e conversei com o Peter sobre transporte para Pai, para onde eu iria no outro dia, ele tinha o contato de uma van, ligou e reservou para mim, paguei para ele e ele me deu um recibo.
O tour atrasou um pouquinho mas logo chegou uma SUV e uma moça bem nova (parecia até uma criança) chegou e chamou meu nome (ou tentou kkkk), era a guia do passeio, entrei no carro e só havia uma moça que falava inglês, até que descobri que ela era brasileira também, o nome dela era Amanda, ela morava perto de Nova York. A guia se chamava Pam, seguímos viagem e logo ela parou no caminho para pegar outra moça, era a outra guia, chamava-se Boo (tão jovem quanto ela) e ela morava no meio da selva, ela ia de moto até aquele ponto de encontro e seguia no carro com a Pam. 
O lugar é afastado de Chiang Mai, a viagem leva umas 2h mais ou menos, e durante o percurso a Pam vai dando algumas explicações rápidas. Quando chegamos, a primeira coisa que fizemos foi colocar a roupa do parque, pois segundo a Pam, ajuda os animais a se familiarizarem com a gente. É uma blusa toda colorida e uma calça preta, e depois de trocados fomos para a área dos elefantes.
Primeiro ela nos deu uma cesta cheia de bananas e pediu para tirar dos cachos e lavar no rio (pensa numa água gelada), logo chegou o primeiro elefante, era um filhote de 7 anos, mas ele não estava muito afim de ideia, a guia disse que ele perdeu a mãe recentemente e estava triste, e uma coisa que achei bacana é que eles não forçaram o animal a vir interagir, deixaram ele ir pro rio e se banhar, um funcionário só acompanhava ele sem sequer encostar no elefante, a guia pediu compreensão e disse que logo viria outro.
Não demorou e veio outro, todo alegre correndo, pegávamos as bananas e íamos colocando na boca dele, depois chegaram os outros e aí virou festa. A guia ensinava a colocar as bananas escondidas para trás e eles nos "abraçavam" com a tromba para pegar. Fizemos muitas fotos e depois de alimentá-los, fomos caminhar com eles até o "spa" de lama, e lógico, entraríamos na lama, só que na hora que fui entrar pisei em falso e torci o pé direito, sentei com um pouco de dor mas logo passou. Na boa, pensa num troço gostoso, tava meio morninha, nem dava vontade de sair, eu e a Amanda estávamos nos divertindo naquilo, e os elefantes se divertiam, rolavam de um lado para o outro e nós jogávamos lama sobre eles, foi muito legal. A guia explicou que a lama tem a função de proteger a pele deles (que é muito sensível) do sol e também de refrescar eles.
De lá fomos para o rio (esse de água mesmo) para dar banho neles. A água tava trincando de gelada e os funcionários da fazenda jogavam água na gente para nos "adaptarmos" melhor (claro que rachavam o bico da gente), ficamos um bom tempo lá jogando água naqueles bichões, que de vez em quando trombavam na gente, nos derrubando na água.
Terminada a missão, fomos almoçar, era uma comida feita por eles, estava enrolada numa trouxinha feita com folha de bananeira, quando abrimos era um pad thai, estava delicioso, tinha também melancias cortadas e uma tipo de docinho bem gostoso e umas bolachas. Ah, no começo do tour ganhamos uma garrafa de água cada um (aliás, pratica comum nos tour pela Tailândia, como verão mais adiante). Enquanto almoçávamos, a Pam foi editando no notebook as fotos que ela ia fazendo durante as atividades (se quiser pode tirar fotos com seu celular ou câmera, mas pela lama e sujeira, deixamos nossos equipamentos guardados) e nos entregou um CD.
Após o almoço, a última atividade com os elefantes seria fazer uma vitamina pra eles. Nos deram bananas, tamarindos e uma espécie de rapadura que eles usam, eram uns quadrados bem pequenos (experimentei um e era muito gostoso, não tão doce quanto a nossa), descascamos as bananas, amassamos e misturamos com a rapadura e o tamarindo, formando uma pasta, fazíamos bolas com aquilo e colocávamos na língua dos bichos, eles adoravam aquilo, no final ainda dão as cascas das bananas também para eles.
Encerrada a atividade, fomos para o carro e de lá seguimos para uma cachoeira, não era muito longe, paramos o carro e caminhamos um pouco até ela, era muito bonita mas tinha muita força, só de se aproximar já dava pra sentir o quanto era forte a queda, até tentei me arriscar a entrar, mas escorreguei em uma pedra e cai de bunda, provocando risos gerais (primeiro perguntaram se eu estava bem antes de caírem na risada). Acabei não arriscando entrar nela, estava meio perigoso (já havia torcido o pé na lama e não quis arriscar terminar de ferrar ele numa pedra lisa), só me molhei na água e voltei, ficamos eu, a Amanda e a Boo (que nos acompanhou até lá) conversando um pouco, ela ficou mostrando umas pulseiras e chaveiros que a filha dela faz (ficamos em choque quando ela disse que tinha uma filha de 17 anos ::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::), acabei pegando uma pulseira e a Amanda um chaveiro.
Devolvemos as roupas e seguimos de volta para o hostel, no caminho deixamos a Boo no mesmo ponto onde ela entrou e logo chegamos em Chiang Mai, fui deixado primeiro, me despedi delas e fui para o hostel (eles não entram na rua, costumam parar na esquina pois a rua é bem estreita). Para resumir tudo, o passeio foi sensacional, as guais são super simpáticas e atenciosas, falam muito bem inglês, a estrutura do parque é ótima, é perceptível que os animais são bem tratados, os funcionários guiam os animais sem precisar bater ou sequer encostar neles, vale muito a pena, compensou cada centavo.
Enquanto caminhava até o hostel, meu pé começou a doer muito, foi da hora em que eu torci ele, subi as escadas com muito sacrifício, tomei banho, um Torsilax que eu tinha levado e deitei um pouco (ainda eram umas 17h), achei que iria ter que usar o seguro-viagem indo pro hospital, pois tava muito, muito dolorido. 
Por sorte, acordei sem dor, levantei e saí para comer algo, fui no restaurante de sempre, mas nesse dia não tinha mais pad thai, pedi um prato lá qualquer, e segui rumo ao Night Bazar, no caminho vi algumas casas de câmbio, havia piorado em relação ao que havia visto, mas como não sabia o quanto conseguiria em Pai acabei trocando um pouco lá mesmo. Não fiquei até muito tarde, no outro dia acordaria cedo para pegar estrada.

 

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Da esquerda para a direita: Amanda, Boo, eu e a Pam

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Assim é a entrada dos Mc Donalds na Tailândia.

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Sabores estranhos da Lays na Tailândia: sushi, lasanha, lagosta.


GASTOS DO DIA

 

Van para Pai  = THB 190,00
Pulseira = THB 100,00
Jantar = THB 35,00
Coca = THB 12,00
Salgadinho = THB 20,00
Cartões e imã = THB 60,00
Crepe = THB 50,00
Câmbio = US$ 1,00 - THB 32,60
                     US$ 100,00 = THB 3260,00


TOTAL = THB 467,00

 

Continua...

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DIA 17 - 03/11 - Chiang Mai / Pai

 

A van ficou de me buscar às 10h, enquanto aguardava resolvi dar uma corrida até um Tesco Lotus que tinha próximo do hostel, é um tipo de loja de conveniência do mesmo estilo do 7-Eleven, fui comprar algo pra comer pois a viagem até Pai levaria umas 3h (levou um pouco mais do que isso no final). Foi o tempo de ir e voltar, pegar uma Coca no hostel (no mercadinho não tinha gelada) e a van chegou no horário marcado, estava lotada e eu fui na frente com o motorista.

No caminho ele fez uma parada num restaurantezinho, ficamos um tempo ali e depois seguimos até Pai, a estrada é tranquila no começo, mas conforme vai subindo a serra começam as curvas. Na parte final dela, é uma coisa de maluco: são ao todo 762 curvas, e quanto mais próximo de Pai mais acentuadas as curvas, eu cheguei completamente zureta em Pai.

A van parou em uma espécie de agência, que depois descobri que chama Terminal Green, e de lá segui em direção ao hostel, ele fica numa estrada há uns 10 minutos de caminhada da cidade. Estava calor e eu ainda estava bastante tonto da viagem, o hostel ficava numa espécie de viela onde tinham outras hospedagem, ele era o último, de cara já gostei do lugar, parecia uma chacarazinha, bastante verde, umas redes, parecia ser um lugar bem tranquilo.

O lugar é administrado por uma família, o dono (esqueci o nome dele), é bem simpático e atencioso, e adora o futebol brasileiro, é muito fã do Zico (se algum flamenguista for pra lá, terá assunto garantido com ele).

Deixei minhas coisas lá e saí pra dar um primeiro peão pela cidade, bem próximo do hostel tinha um pequeno restaurante, tinha um pad thai bem gostoso, já virou meu restaurante preferido por lá, e depois fui a cidade, entrei em alguns templos (sinceramente, todos bem fraquinhos), dei umas caminhadas por lá (a cidade é bem pequena, não tem muito o que ver) e depois voltei pro hostel pra descansar um pouco. Ah, sobre câmbio, só vi uma casa na cidade, estava bem ruim: 32,42 baths por dólar.

A noite fui conhecer a Walking Street, é um conjunto de ruas que após às 18h são fechadas para o trânsito e montam barraquinhas de tudo o que imaginar: comida, bebida, roupas, artesanatos etc. Comi algumas coisas por lá, aproveitei para fechar um tour para o dia seguinte (na Walking Street tem várias agências para fechar passeios) e voltei cedo, umas 22h, até porque essa hora começa a miar um pouco por lá e também porque o tour sairia cedo no outro dia. Aliás, se forem à Walking Street, vão cedo, começa, como disse, umas 18h, e umas 22h, 22h30, mia total.

Na volta, por mais que eu soubesse que a Tailândia é um país seguro, fiquei bastante cabreiro, pois a estrada é erma e um pouco escuro, e tem um grande matagal ao longo de boa parte dela, mas deu tudo certo no final.

Ah, outra coisa sobre Pai, por ser localizada nas montanhas, de noite faz um certo friozinho, pra dormir é uma delícia, e mesmo durante o dia, apesar de fazer calor, não é um calor insuportável, tanto que meu quarto tinha ar condicionado, mas quase não foi ligado, no máximo os ventiladores, e de noite dormia de coberta.

 

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Já sabe, barulho por lá, dá cadeia! 

 

Fiz um vídeo em time lapse de um trecho da estrada, sintam o drama!

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Achei que fosse o carro dos ovos de lá ::hahaha::::hahaha::::hahaha::

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O famoso suco de dragon fruit, ou pitaya, como é conhecida aqui.

 

GASTOS DO DIA

 

Café da manhã (Tesco Lotus): THB 36,00

Coca da Argentina: THB 15,00

Halls mel e limão: THB 15,00

Hostel: THB 360,00

Almoço: THB 35,00

Suco de dragon fruit: THB 30,00

Espetinho: THB 10,00

Brusqueta: THB 50,00

Tour: THB 500,00

Rolinho primavera: THB 20,00 (3 rolinhos)

 

TOTAL = THB 1071,00

 

 

Continua...

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Dia 18 - 04/11 - Pai


Acordei cedo pois haviam dito que o transporte para o tour chegaria em torno de umas 9h30 pra me pegar, aproveitei para tomar café. Se por um acaso ficarem hospedados nesse mesmo hostel que eu (Baan Aonsim Resort), peçam o café da manhã deles, é muito bom (já relatei na primeira postagem onde falo das hospedagens), tomei o meu e fiquei na recepção aguardando o transporte vir me buscar. Enquanto aguardava, aproveitei para carregar o celular e fiquei conversando com uma tiazona espanhola que estava hospedada lá e também iria fazer o mesmo tour que eu. O tempo estava meio nublado, achei que choveria, não estava muito calor, pelo contrário, tava até um leve frio (pra mim que gosto de frio estava ótimo, mas pra quem é friorento talvez reclamasse um pouco).
Eles atrasaram um pouco, apareceram quase às 10h, era uma caminhonete e fui sentado na caçamba junto com a tia espanhola, ainda buscaram mais algumas pessoas e iniciamos o tour. Estavam, além de mim e da tiazona, duas holandesas, um austríaco, um senhor australiano e um casal espanhol (na verdade, o cara era colombiano, mas vivia na Espanha).
A primeira parada foi no Buda Branco, ele fica no alto de uma montanha, tem uma escadaria pra subir, apesar de alta é de boa subir, tem uma boa vista da cidade e a estátua é impressionante, um imenso buda todo branco, e com o sol que tinha saído (já estava fazendo calor a essa altura), ele brilhava, era difícil até pra tirar foto.
De lá seguimos rumo a uma vila chinesa, primeiro fomos no mirante que fica no alto (ah, vá!), a vista é incrível, e depois descemos até o vilarejo propriamente dito, ficamos um bom tempo lá, é muito legal o lugar, parece que você está em alguma área rural da China.
A próxima parada é um lugar chamado Hot Springs, a viagem foi com bastante emoção, pois a estrada é bem sinuosa e o motorista sentou o prego, até que foi divertido. Esse lugar não era como o que vimos no tour de Chiang Rai, esse era uma fonte de água termal, tinha um banheiro onde você pode se trocar e cair na água, meu, que delícia aquele lugar, dava vontade de não ir mais embora. Foi o lugar em que ficamos mais tempo, e lá também foi onde serviram o nosso almoço (já incluso no tour), pra variar, pad thai (tinha outras comidas também, mas eu tava viciado naquele troço). Ganhamos também uma garrafa de água e rolou umas frutas no final (melancia e abacaxi cortados). Durante o almoço, o guia nos perguntou se realmente faríamos questão de conhecer o Coffee in Love, que seria a próxima parada, pelo que vi depois é tipo uma cafeteria meio diferentona, mas apenas uma cafeteria, nada demais, ele disse que caso pulássemos poderíamos ficar mais tempo nos outros lugares. Todos acharam melhor pular e curtir mais o restante e assim fizemos.
Paramos num lugar chamado Land Split, é uma espécie de canyon localizado em uma fazenda que foi criado por um grande terremoto que atingiu a região, ele dividiu o terreno em dois, daí o nome (land = terra, split = dividir, dividida). Além disso, eles cultivam algumas plantas exóticas e servem, de graça, alguns chás e sucos feito com eles, principalmente o de Roselle, um tipo de hibisco muito comum por lá. O tour em si consiste em fazer uma trilhazinha pelo penhasco e no final você volta pro lugar onde começou, é tipo um circuito, na minha opinião apenas OK, nada de tão interessante, a não ser o fato de imaginar que aquilo surgiu graças a um fenômeno da natureza, isso realmente impressiona.
Dali seguimos seguimos para uma cachoeira chamada Pam Bok (existem várias na região, pra quem quiser alugar uma moto e se aventurar, se joga sem dó), acho que só eu e a tiazona espanhola críamos coragem e entramos na água, o restante ficou nas pedras sentado, estava bastante gelada mas muito gostosa a água, e não era fundo, deu pé até quase perto da queda d"água.
A penúltima parada foi onde ficam as pontes de bambu, é um lugar fechado, com portaria (a entrada é paga, mas estava inclusa no tour), é uma grande plantação de arroz e ao longo dela passam umas pontes feitas de bambu, segundo a explicação os monges usavam elas para ir até um templo que fica do outro lado, eu confesso que andei muito e chegou num ponto que resolvi voltar porque achei que não ia acabar nunca, depois soube do templo.
Por fim, fomos até o Canyon na entrada da cidade para ver o pôr do sol, tava lotado de gente mas consegui um lugar bom, tentei fazer um time lapse mas saímos antes que escurecesse.
A volta também foi com emoção, ele deixou cada um no seu hostel e eu fiquei por último (meu hostel era mais longe), aproveitei para lavar bastante roupa no banho e depois de uma descansada, fui para a Walking Street, jantei numa barraquinha por lá e comi um doce estranho, não sei o que era e o gosto era igualmente esquisito, além de uns espetos de linguiça apimentada que são duzentas vezes mais apimentadas que as daqui.

 

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Nosso transporte

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Buda branco

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Vila chinesa e mirante

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Hot springs

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Land split

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Cachoeira Pam Bok

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Pontes de bambu

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Canyon

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GASTOS DO DIA

 

Café da manhã: THB 70,00
Coca: THB 20,00
Janta: THB 35,00
Doce estranho: THB 20,00
Cerveja (long neck): THB 39,00
Espetinho: THB 10,00 (2 * THB 5,00)

 

TOTAL = THB 194,00

 

 

Continua...

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DIA 19 - 05/11 - Pai

 

Propositalmente deixei este dia como uma janela no roteiro, aquele dia pra não se preocupar com tour, correria, nada, era um dia pra ficar de boa, relaxar. Acordei um pouquinho mais tarde, tomei meu café com calma e fui até o terminal da cidade (não o Green, o oficial) comprar passagem para Chiang Mai, consegui para o dia seguinte às 9h.

No caminho de volta pro hostel, decidi experimentar o tal Red Bull deles, o rótulo é igual e vem num vidrinho que parece de xarope. Pensa num trem doce, absurdamente doce, se tomar dois daquele é diabetes na certa, detestei.

Aproveitei a folga pra dar umas pesquisadas sobre alguns lugares que visitaria, depois fui almoçar no restaurante vizinho e decidi experimentar a tal massagem tailandesa, tinha alguns salões pela cidade e fui em um que tava baratinho: 150 baths (a média era de 200 e ao longo da viagem só aumentou, se quiserem, façam em Pai ou Chiang Mai), uma tiazona me recebeu bem sorridente, mandou eu me trocar pra colocar uma calça folgadona que ela me deu e deitar no colchão no chão. O lugar era bacaninha, tinha até Wi-Fi, e a senhorinha era uma mulher bem pequeninha, imaginei que seria bem tranquilo. Rapaz, tranquilo nada, aquela mulher pequenininha tinha uma força do cão, pensa num joelhinho doído, se pá ela devia fazer muay thai. Achei que ela ia me dobrar no meio e me colocar num sanduíche, começou pelas pernas, depois braços, costas e por último pescoço. Ela metia os cotovelos ou os joelhos nas minhas pernas e eu via estrelas. Não lembro quanto tempo durou, acho que foi uns 40 minutos, sei lá, mas foi osso. Devo ter feito umas caretas monstras, ela olhava pra mim, sorria e acho que devia perguntar se estava OK (ela falava muito baixo, eu não entendia), eu só dizia: Ok, Ok.

Agora, quando terminou, amigo, pensa numa pessoa relaxada, parecia que eu tava flutuando. Eu fiquei tão relaxado, mas tão relaxado, que precisei sair dali quase que correndo pra hostel porque meu intestino decidiu relaxar junto, quase me caguei na estrada, eu parecia um atleta de marcha atlética kkkk.

O resto da tarde foi dedicado a ficar na rede e beber umas cervejas que comprei no 7-Eleven, só fui por quarto quando os mosquitos começaram a me devorar, afinal, o lugar é mato. Ah, falando em mato, um detalhe, não que pra mim fez diferença, eu não ligo, mas pra quem liga, vamos lá: o banheiro é externo, tem várias baias com vaso sanitário e chuveiro, no mesmo ambiente, e há entre o teto e a parede da porta um vãozinho, nos dias que fiquei lá, apareciam algumas lagartixas ou outros pequenos insetos, tô só relatando isso porque eu mesmo conheço pessoas que não gostam, por exemplo, de lagartixas, então fica o registro.

De noite jantei no simpático restaurante, fui até a Walking Street, onde experimentei o tal drink no bambu (pedi um de gengibre, achei um pouco enjoativo no final) e passei um pequeno perrengue: vi que eles vendiam uns copos descartáveis com morango dentro, custava só 10 baths (pouco mais de 1 real), decidi comprar um, e quando o tiozinho perguntou se queria com açúcar, disse que sim. Erro fatal! Vocês acreditam que o açúcar era apimentado? Sério, quando espetei o primeiro (eles dão um palitinho pra comer) e comi, veio o fogo. Ah pra PQP! Tive que soprar todos pra comer, era muito forte, não dava pra encarar não.

 

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Entrada do hostel 

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Meu quarto era essa primeira porta e lá no fundo, em azul, os banheiros

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Um dos melhores pad thais que comi

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Momento antes da desgraça acontecer kkkkk

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Morango do capeta

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GASTOS DO DIA

 

Café da manhã: THB 70,00

Passagem p/ Chiang Mai: THB 150,00

Red Bull: THB 10,00

Almoço: THB 35,00

Coca: THB 15,00

Massagem: THB 150,00

Cerveja (long neck): THB 70,00 (2*THB 35,00)

Jantar: THB 35,00

Imã: THB 15,00

Cartões: THB 24,00 (2 * THB 12,00)

Bebida no bambu: THB 40,00

Morango: THB 10,00

 

TOTAL = THB 592,00

 

 

Continua...

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DIA 20 - 06/11 - Pai / Chiang Mai

 

Acordei bem cedo, terminei de guardar algumas coisas e tomei o café da manhã com calma, queria sair bem cedo pra aproveitar que ainda estaria friozinho, pois caminhar sob sol forte na estrada com duas mochilas seria osso. O ônibus sairia às 9h, sai do hostel umas 8h15 e fui com calma, lá chegando percebi que na verdade são vans, são várias, a minha estava no meio, e quando entrei descobri que o lugar marcado na passagem é respeitado (coisa rara por lá) e meu lugar era justamente na porta, o lugar mais chato da van.

Ao contrário da ida, o caminho de volta foi menos sofrido, não sei se é pelo fato de ser descida, mas as curvas não deixavam tão tonto, e fora que agora elas são no começo, depois o caminho fica bom.

A van fez uma parada no caminho, teve gente que aproveitou e comeu, eu estava de boa, e quando voltamos pra van, pedi pra ligarem o ar condicionado (o controle estava na frente, perto do motorista), pois já estava aquele calor tradicional de lá.

Quando cheguei no terminal de Chiang Mai, aproveitei e já comprei a passagem de ônibus para Sukhothai, só há uma empresa que faz esse trajeto, é a Win Tour (fácil de identificar, é o guichê roxo), estava mais barato que o valor que havia pesquisado antes da viagem.

Na saída, existem vários táxis vermelhos, que eles chamam de songthaew, são pequenas caminhonetes para transporte coletivo, perguntei o valor, ele disse que custa 30 baths mas tem que esperar encher, caso eu quisesse ir sozinho custaria 150 baths. Não demorou muito e já encheu, no caminho fui conversando com um argentino e logo chegamos à cidade murada, ele para em frente ao Tha Pae Gate, e de lá tem que seguir caminhando, com as mochilas e o calor, parece que andei o percurso de uma maratona.

Quando entrei na rua do hostel, o Peter estava sentado na entrada e quando me viu já foi entrando para pegar a papelada do check in e abriu a porta para mim dizendo: "Welcome back!". Fiquei no mesmo quarto, só que em outra cama e em cima.

Sai pra andar, almocei, dei uma pesquisada como andava o câmbio por lá e voltei pra descansar um pouco e fugir do calor.

Um dos motivos de eu voltar à Chiang Mai, além da logística de ir de lá a Sukhothai, era assistir uma noite de muay thai. Em toda a Tailândia é fácil ir a algum ginásio ou estádio, mas em Chiang Mai tem (segundo pesquisei) as melhores lutas e é mais barato. Em CM tem três locais: O Chiang Mai Boxing Stadium (umas quadras ao norte do meu hostel), o Thapae Boxing Stadium (próximo Thapae Gate) e outro que não me recordo, mas acho que era na região do Night Food Market. Segundo apurei, o melhor era o primeiro, e como vi que no hostel tinha um papel dizendo que dava pra comprar entradas ali, depois de jantar, eu voltei e eu aguardei na recepção eles retornarem da janta pra saber como agendava. O Peter, como sempre, pegou seu celular, falou com alguém e perguntou se eu queria ir naquela noite, o que me surpreendeu, pois já eram umas 8h15 e achei que não daria tempo, ia agendar pro dia seguinte. Confirmei, ele disse que às 8h30 me buscariam, paguei 500 baths (na média, eu via por 600) já com transporte ida e volta incluso.

Foi o tempo de subir até o quarto, trocar de roupa e descer, e logo chegou, era um tuk tuk, seria meu primeiro rolê (e no final das contas único) nesse tipo de transporte. Ele só pegou mais uma moça num hostel quase em frente e seguimos, não era muito longe e a viagem foi até tranquila, ao contrário do que sempre li sobre a "emoção" do rolê.

Chegamos rápido, por fora parece um grande circo, tem uma estrutura boa, ao lado, tem um barzinho temático de rock, do outro lado da rua tem um restaurante e uma casa noturna. Como estava muito cedo, sentei numa mesinha e fiquei bebendo uma cerveja, depois peguei o ingresso que o Peter me deu, apresentei, o cara carimbou e eu entrei, o lugar era grande, e tinha ar condicionado e até Wi-Fi liberado, e com ótimo sinal, fiz até live no lugar kkkk.

Foram ao todo 6 lutas, uma feminina, uma com crianças e as outras eram jovens, durante as lutas tem vendedores de cerveja e pipoca, e uns caras ficam procurando gente para apostar, mostrando cédula de dinheiro e apontando pra gente. Aliás, durante as lutas é muito engraçado, fica uns caras do lado do ringue gritando o tempo inteiro, rola muito dinheiro ali.

A noitada acabou umas 23h30, sai e fui esperar no estacionamento o cara do tuk-tuk, era combinado voltar com ele, mas ele não estava lá. Fiquei um tempo olhando, via todo mundo pegando seus transportes e indo embora, e nada do cara aparecer, comecei a achar que eu teria que ir a pé, daria, mas era uma boa caminhada. De repente um cara me abordou me chamando pra um táxi vermelho, falei que estava esperando um transporte já, ele me perguntou qual era meu hostel e quando eu disse o nome ele falou que era pra eu ir com ele, aquele táxi iria para aquela região. Fiquei cabreiro achando que na hora de descer ele fosse me cobrar, mas ele disse que não, era o transporte mesmo. Subi e estava cheio, e realmente ele me deixou na esquina do hostel.

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Café da manhã do hostel de Pai

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Crianças muçulmanas em Pai

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GASTOS DO DIA

 

Café da manhã: THB 70,00

Taxi vermelho: THB 30,00

Ônibus p/ Sukhothai: THB 195,00

Hostel: THB 260,00 (THB 100 de depósito, devolvido no check out)

Almoço: THB 30,00

Jantar: THB 35,00

Sorvete: THB 20,00

Muay Thai: THB 500,00

Cerveja: THB 70,00

Pipoca: THB 60,00

 

TOTAL = THB 1270,00

 

Continua...

 

 

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DIA 21 - 07/11 - Chiang Mai

 

A exemplo do último dia em Pai, aquele também era um dia vazio, pra dar uma quebrada na viagem, pois dali pra frente teria bastante coisa pra ver e visitar pela Tailândia, acordei bem tarde e caminhei sem muito rumo pela cidade murada, visitei mais alguns templo e depois aproveitei e resolvi trocar mais um pouco de dinheiro, andei bastante e fui em várias casas, acabei trocando em uma rede chamada Super Rich, essa empresa existe em toda a Tailândia e tem até app, onde você pode ver os valores (só aparecem as casas de câmbio de Bangkoc), em CM tem duas casas dela. Visitei também alguns templos interessantes que não estavam no meu roteiro. Uma coisa que me incomodou um pouco foi o assédio das massageadoras, ok, eu sei que isso é normal, já estou acostumado com assédio em outros países, mas lá tem mais casas de massagem do que bar e igreja evangélica juntos aqui, sério, tem muito, cada rua que tu entra tem pelo menos uma, e as moças (em muitas tem uns travecão também) ficam na calçada gritando "massas, massaaaaaassss". Até aí beleza, é só ignorar, mas o problema é que muitas vezes elas literalmente te seguram pelo braço e quase te arrastam, e isso já acho que ultrapassa um pouco o limite.

Nesse dia, resolvi matar a saudades de uma besteria e comi num Pizza Hut próximo do meu hostel, pedi uma pizza que vinha bacon, queijo e...abacaxi. Nunca fui muito fã dessas combinações agridoces, mas confesso que curti pra caramba a pizza.

Com a tarde livre, voltei pro hostel e fui pesquisar como faria pra ir ao Terminal Arcade, de onde sairia meu ônibus para Sukhothai, teria que sair cedo e o terminal é bem longe, baixei até um app do sistema de transporte da cidade, e descobri que há uma linha de ônibus circular que passava ali na frente do hostel iria pra lá, é a linha Green, tinha até os horários dele.

Aproveitei pra lavar minha roupa toda e até minha doleira, que cheirava a macaco morto; descansei bastante, e de noite o padrão: jantar no restaurante de sempre e ir ao Night Markt, mas dessa vez contornei desde o Night Food Market até lá, seguindo pela parte sul da cidade, vi algumas coisas "estranhas" por lá kkkk. Tomei apenas uma cerveja por lá, vi algumas coisas, "roubei"o Wi-Fi de um supermercado e voltei cedo pra descansar bem, porque acordaria cedo no outro dia.

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Wat Dokkham

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Wat Dokkham

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Wat Mahawan

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Wat Mahawan

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Wat Mahawan

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Wat Buppharam

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Wat Buppharam

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Wat Buppharam

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Wat Buppharam

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Wat Buppharam

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Wat Buppharam

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Wat Buppharam

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Wat Buppharam

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Wat Buppharam

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Chiangmai Samakkee Charity Foundation

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Chiangmai Samakkee Charity Foundation

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Chiangmai Samakkee Charity Foundation

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Chiangmai Samakkee Charity Foundation

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Chiangmai Samakkee Charity Foundation

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Chiangmai Samakkee Charity Foundation

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Wat Phan On

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Wat Phan On

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Não lembro o nome, tirei essas foto de noite, ficava de frente pro restaurante que eu comia

 

GASTOS DO DIA

 

Almoço (Pizza Hut): THB 199,00

Pepsi (Pizza Hut): THB 49,00

Smoothie de côco: THB 30,00

Câmbio : US$ 1,00 = THB 32,82

                 US$ 200,00 = THB 6564,00

Jantar: THB 35,00

Côco: THB 30,00

Cartões portais: THB 40,00

Salgadinho: THB 20,00

Cerveja: THB 40,00

 

 

TOTAL = THB 443,00

 

Continua...

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Salve galera, desculpem meu sumiço, mas andei numa correria e não tive tempo de escrever mais, vou tentar dar uma acelerada pra concluir logo o relato:

 

DIA 22 - 08/11 - Chiang Mai / Sukhothai

 

 

Acordei umas 6h30 pra me arrumar com calma, me despedi do Peter e sua mulher, que me desejaram boa sorte na viagem, fui no Tesco rapidão comprar algo para comer e fui para o ponto esperar o ônibus, o horário seria às 8h mas ele atrasou 20 minutos, mas isso não me atrapalhou, pois era muito cedo e o trânsito estava de boa, cheguei no terminal em uns 20 minutos. Achei que teria problemas, pois percebi que minha passagem molhou um pouco com meu suor, mas eles não se importaram e umas 9h50 o ônibus partiu rumo a Sukhothai. A viagem foi tranquila, o ônibus era bom e confortável, rolaram várias paradas no caminho, e por volta de umas 16h cheguei no terminal de Sukhothai.
O hostel que escolhi ficava exatamente na frente do terminal, bastava atravessar a rua e pronto, fiz o check in, ganhei uma garrafa de água e fui para o quarto, e lá conheci um suíço que falava espanhol, ficamos conversando bastante, depois voltei ao terminal e aproveitei, pois sabia que só ficaria 2 dias por lá, para já comprar a passagem pra Bangcok, havia duas empresas que faziam, a própria Wintour e uma outra, os preços eram os mesmos, a diferença é que uma tinha a primeira saída às 7h50 e a outra às 8h. Ah, o terminal tem Sukhothai tem wifi aberto e com um sinal de fazer inveja.
Aproveitei e parei pra comer em um restaurante bem simples que ficava na rua do hostel sentido quem vai para a estrada, achei bem fraco o rango e depois, mais tarde, tive que ir num 7-Eleven para comprar algo pra complementar, era mais ou menos uma boa caminhada, mas uma tia do hostel me emprestou uma das bikes que eles alugavam para eu ira lá.
Fiquei jogando dardos com o suíço no terraço, depois sentei um pouco nas mesinhas que ficavam na parte externa, pois o Wi-fi no quarto era horrível, o problema é que ficar lá fora tava complicado porque tinha muito pernilongo por lá.

 

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Terminal de Chiang Mai

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Esse era o busão da viagem

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Esse é o guichê da empresa que faz o trajeto.

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Cuidado! Elefantes na pista! ::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::

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Além das fotos do rei, as da rainha também são bem comuns de se ver. E o respeito é o mesmo.

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Terminal de Sukhothai

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Horários do ônibus para Bangkoc

 

GASTOS DO DIA

 

Café da manhã (Tesco): THB 50,00 (2 sanduíches, 1 coca e 1 bolacha)
Ônibus p/ terminal: THB 20,00
Hostel: THB 240,00 (cartão)
Passagem p/ Bangcok: THB 310,00
Jantar: THB 40,00
Coca: THB 15,00
Sanduíche (7-Eleven): THB 20,00
Salgadinho (7-Eleven): THB 30,00
Coca no hostel: THB 15,00

 

TOTAL = THB 500,00

 

Continua...

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DIA 23 - 09/11 - Sukhothai

 

Pedi o café da manhã deles, vinha 2 torradas, um suco de laranja doce que só a desgraça, mamão, melão e manga, que apesar de ser uma fruta que não sou muito fã, gostei, porque era bem azedinha, diferente da nossa que é muito doce pro meu gosto. Achei um pouco fraco pelo preço (100 baths), e era o mais barato, já comi muito melhor gastando menos na Tailândia, mas ok. Próximo passo seria alugar uma bike para ir ao sítio arqueológico da cidade, ele fica na parte velha de Sukhothai, pra chegar lá, saindo ao New Sukhothai, onde eu estava, tem que pegar uma estrada e percorrer uns 15 Km, não é muita coisa, ou você aluga uma bike ou pega o transporte público. No hostel alugava, mas acho que a comunicação não foi muito boa entre eu e o cara da recepção, porque pelo que entendi ele queria 60 baths POR HORA, e pelo que pesquisei era absurdamente caro, pois lá próximo ao parque tem lugares para alugar e não passaria de 50 baths O DIA TODO.
Agradeci e sai caminhando, o problema é que apesar que estar de frente pro terminal, eu estava longe de tudo e pra chegar na cidade mesmo, tipo na avenida principal, onde passa o transporte, eu tive que andar por uma outra estrada, percorri, segundo o Google Maps, 2.5 km até o ponto onde pegava o ônibus, ele fica em frente a um 7-Eleven (sim, tem desse mercadinho lá mais que bar e igreja evangélica juntos aqui), na verdade é uma caminhonete bem velha e os passageiros vão atrás, custa 30 bahts e ele te deixa na porta do parque (é o ponto final dele). Assim que chega você já avista os lugares que alugam bike, custava apenas 30 baths e tem que devolver até às 17h, muito fácil alugar, e eles ainda te fornecem a corrente e o cadeado.
Para entrar no parque, você compra a entrada e tem que pagar uma taxa para entrar com a bike, e começa a percorrer o circuito das ruínas, tem bastante coisa pra ver lá dentro, e em todas as ruínas tem placas em inglês e tailandês com as explicações, o lugar é bem estruturado. Em determinado momento, chegou a pingar um pouco, mas ficou só na ameaça da chuva, durante todo o rolê fez um calor da peste.
Além dos lugares que ficam no parque, dá pra sair (óbvio que depois não pode voltar) e visitar outros templos que ficam espalhado por lá, mas sinceramente não vi nada muito legal por fora. Aliás, pra resumir a experiência, de todos os templos que vi, só um era muito bem conservado, mas vale a pena conhecer o lugar, não por acaso é tombado pela UNESCO.
Aproveitei e dei uma pedalada pela cidade, que não tem nada demais, e como estava ameaçando um toró, devolvi a bike umas 15h e fui almoçar, comi um noodle de vegetais muito gostoso, peguei o transporte na frente da entrada do parque e voltei pro hostel. No caminho, o bagulho lotou demais, encheu de crianças saindo da escola e até de monges, e eu estava sentado bem pra dentro, pra descer foi sofrido.
No caminho pela estrada, acabei achando um RG de uma menina local, parecia um cartão de crédito, era bem bonito. Deixei na recepção do hostel, mas depois achei a menina no Facebook e avisei ela, que foi buscar no dia seguinte (eu já havia partido).
No meu quarto, o suíço havia vazado e fiquei conversando com um português que estava no seu lugar, e à noite quando fui sair pra jantar tive uma infeliz surpresa: os restaurantes que ficavam na rua fechavam muito cedo e tive que caçar lugar pra comer. Fui até a cidade, mas estava bem deserta, e na estrada que dava acesso a ela, vi apenas dois restaurantes com buffet, um era bem caro pros padrões tailandeses (239 baths), e o outro custava 99 baths, era de frutos do mar, mas quando olhei para as bandejas, confesso que achei meio bizarro o rango, e olha que não sou nojento pra comer.
A solução foi ir até o 7-eleven "perto" do hostel e comprar algumas coisas, e ainda tive que trocar uma nota de 1000, achei que teria problema mas trocaram de boa (gastei só 151).
Terminei a noite mandando uma Chang gelada e vendo o "sensacionante" campeonato tailândes que passava na TV, não sei quem estava jogando, mas o time de azul ganhou de 7x0 do de vermelho. E antes de dormir aproveitei pra fechar um hostel em Bangcok e pedir informações pra eles de como ir do terminal até o hostel, já que pelo mapa vi que o metrô não passava perto. Essa informação me salvaria no dia seguinte...

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Entrada do parque

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Um rolê de bike pelo parque

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A bike que eu aluguei

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Esse é o glorioso transporte público de Sukhothai

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O RG que achei

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Tailandesão 2018


GASTOS DO DIA

 

Café da manhã: THB 100,00
Ônibus: THB 60,00 (2 * THB 30,00)
Aluguel de bike: THB 30,00
Entrada: THB 100,00 + THB 10,00 pela bike
Almoço: THB 40,00
Suco: THB 50,00
Cartões postais: THB 20,00
Imã: THB 30,00
7- Eleven: THB 151,00
Cerveja: THB 37,00

 

TOTAL: THB 628,00

 

Continua...

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DIA 24 - 10/11 - Sukhothai / Bangcok

 

Acordei 6h30, tomei café com as coisas que comprei no dia anterior, me arrumei com calma e uns 15 minutos antes do horário do ônibus sai em direção à rodoviária, afinal, bastava atravessar a rua.

Às 8h05 o ônibus partiu, seria uma longa viagem, mas pelo menos era um ônibus confortável, com ar e serviram uma garrafa de água, um suquinho de caixinha e um kit com café solúvel, um creme para colocar no café, um copo, açúcar e um bolinho estilo aqueles Bebezinhos (nem sei se existe isso ainda, mas já acusei a idade).

Após algumas paradas no caminho, cheguei por volta das 16h no Terminal Mo Chit, na parte norte da cidade. Era um terminal bem precário e aparentemente desorganizado, mas achei que fosse perto da estação de BTS (o metrô deles) que também chamava Mo Chit, mas na verdade tinha que dar a volta num enorme parque onde ficava o gigantesco Mercado Chatuchak (falarei deles depois), andei que nem um corno velho.

Finalmente achei a estação, tinha que subir uma escadaria até lá e pensei que tudo estava resolvido. Só que não! Comprei o token (um tipo de moedinha de plástico) e entrei no vagão sem entender muito se estava no lugar certo (ninguém me entendia quando perguntava), mas no final estava sim e desci, conforme orientado pelo hostel no e-mail, na estação Victory Monument. Aí veio o perrengue. Passei a catraca e perguntei a uma fiscal do metrô como eu pegava o ônibus 12 (linha que me mandaram pegar no e-mail e que passava próximo ao hostel), ela disse que era do outro lado e mandou eu retornar pela catraca mesmo, só que quando cheguei do outro lado precisava passar por uma catraca e eu já havia usado o token (assim como na Malásia, você paga conforme o trecho percorrido e o token fica na estação final), retornei e falei com a mesma fiscal, mesmo ela não me entendendo muito bem me ajudou. Ela me levou até o guichê que vendia tíquete e chamou uma moça, eu, com meu "belo" inglês (não que fizesse diferença, porque percebi que elas não falavam nada de inglês) expliquei, mostrei até o e-mail pelo celular, elas se olharam, pensaram e apontaram juntas para uma direção, daí ela me acompanhou até a catraca, liberando pra mim e eu segui achando que finalmente deu certo. Calma filhão, quem manda comemorar antes? Quando chego no final, a passarela bifurcou e avistei o tal monumento, era uma praça enorme e uma passarela seguia para um lado e a outra para outro, e tinha uma amontoado de gente e de ônibus lá, tive que escolher qual o caminho seguir, se errasse tinha que voltar tudo de novo. Fui olhando nos pontos e avistei o número 12 em um deles, era ali. Mais ou menos, porque na verdade eles param onde dá,  fazem até fila dupla, e o povo corre pela rua pra pegar. Ah Bangcok, sua louca! De repente, do nada, vejo o 12 passando e parando em fila tripla, praticamente no meio da rua, corri feito um imbecil mas consegui pegar, daí entro no busão e pergunto pro cobrador se passava pelo templo Wat Tri Thotsathep (ponto de referência que me passaram no e-mail), mas ele não conhecia. Foi então que uma mocinha me perguntou, em um ótimo inglês, para onde eu queria ir e quando respondi ela me disse que passava perto e até onde deveria descer.

Lá pelas 17h cheguei ao hostel, bastante cansado mas aliviado e feliz por conseguir me virar, fui para o quarto, tomei banho e descansei um pouco, aproveitando o ar condicionado.

À noite, decidi conhecer a famosa Khao San Road, que era próximo de lá, e no caminho decidi jantar num carrinho que tinha próximo do hostel, tinha umas mesinhas e tudo e pedi um Fried Rice com camarão. O prato era bonito e vinha um baita camarão, pensei que tinha me dado bem, maaaaaaassss... Após começar a comer e mandar uns dois camarões pra dentro, achei o gosto meio estranho e fui olhar (estava com tanta fome que comi sem olhar mesmo) notei que os camarões estavam inteiros, ou seja, com tudo: cabeça, merda, rabo, tudo. Percebi que as pessoas em volta que estavam comendo é que tiravam as coisas no prato, e eu comendo tudo aquilo. Confesso que me preparei psicologicamente para uma noite de rei (mas até que não me deu nenhum revertério). DICA: quando pedir um prato com camarão na Tailândia, olhe antes, tem lugares que servem limpo, mas tem lugares que não.

Dei uma passeada pela Khao San Road, uma rua onde você encontra de tudo: balada, barzinhos, comida de rua, lojinhas de lembranças, agências de passeios, 7- Eleven (são 4 ao todo) e as famosas lady-boys, fora o povo que fica te aporrinhando pra entrar nos bares deles.

Paralela a ela tem uma outra rua chamada Rambutri, que também é bastante agitada mas tem uma pegada mais "de boa", tem muitos barzinhos tocando rock, uma galera fazendo algum tipo de apresentação de rua.

Como estava bastante cansado da viagem, voltei cedo pro hostel, até porque no dia seguinte não acordaria tarde pois queria conhecer o famoso Mercado Chatuchak, conhecido como Weekend market, pois só abre finais de semana, e seria domingo já.

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Faça seu pedido...

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Monumento da Democracia

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Khao San Road

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Khao San Road

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Rambutri

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Rambutri

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Rambutri

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Khao San Road

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Khao San Road

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Khao San Road

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Khao San Road

 

GASTOS DO DIA

 

BST: THB 33,00

Ônibus: THB 9,00

Hostel: THB 480,00 (4 diárias)

Cerveja: THB 39,00

Jantar: THB 50,00

Bandeirinhas p/ mochila: THB 90,00 (3 * 30,00)

Espetinho: THB 20,00

 

TOTAL: THB 721,00

 

 

Continua...

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      Na parte de Cusco, a cronologia do roteiro é muito importante. Montamos o nosso, pensando na aclimatação a altitude, e evitar passeios muito pesados em dias seguidos.
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      ·         Dia 01 – Lima – Huaca Pucllana e Parque de La Reserva:
      Nosso voo chegou em Lima as 0:30, e como já havíamos reservado transfer pelo hostel devido ao horário de chegada, antes das 02:00 estávamos na hospedagem. Na manhã seguinte, em Miraflores, fizemos cambio, compramos chip de celular (vide dicas gerais) e fomos ao sítio arqueológico Huaca Pucllana.
      Huaca Pucllana é um sítio arqueológico pré-inca localizada bem no meio da cidade. A parte principal é uma pirâmide gigantesca, construída com tijolos de barro, estima-se que sua construção se iniciou por volta de 200 DC. A entrada no sítio com visita guiada custa 15 soles (estudante paga meia). Vale muito a visita, o sítio é bem diferente dos tantos outros que fomos no decorrer da viagem. (Info: http://huacapucllanamiraflores.pe/

      Saindo do sítio fomos almoçar no restaurante Punto Azul em Miraflores, onde comemos nosso primeiro ceviche maravilhoso a um preço razoável. Após o almoço, fomos a praça no entorno no shopping Lacomar onde curtimos o pôr-do-sol na deslumbrante paisagem à beira-mar deste local.
      Deste mesmo local pegamos um Uber e fomos ao Parque de La Reserva (Circuito Mágico das águas). Se trata de um parque muito grande com inúmeras fontes de água. Este local certamente foi umas das melhores surpresas de Lima, ultrapassando nossas expectativas. Dentre as várias atrações do local, a principal e mais bela é a apresentação que é realizada em 03 horários: 19:15, 20:15 e 21:30. É um espetáculo de luz e imagens refletidas na cortina de água que dura 15 minutos e mostra um resumo da história peruana. Vale a pena chegar ao local com antecedência para garantir um bom local. A entrada para o parque custa apenas 4 soles. (https://www.circuitomagicodelagua.com.pe/)
       
      Dicas e Infos:
      1)     Hospedagem: Nos hospedamos em Miraflores, entre o parque Kenedy e o shopping Lacomar. Excelente local para ficar. Nossa hospedagem foi o Miraflores Guest House, local simples, porém com ótimo custo benefício. Tenha em mente que em Miraflores, apesar de ser o lugar mais recomendado para se hospedar, por lá tudo é mais caro (restaurantes, supermercados, etc).
      2)     O percurso do aeroporto a Miraflores dura em torno de 50 minutos sem transito. O translado por lá é relativamente barato, pagamos 50 soles reservando com antecedência. Porém com Uber sai ainda mais em conta.
      3)     Cambio: A maioria das casas de câmbio fica na Av. José Larco, av. que liga o parque Kenedy ao Lacomar. Além das casas de câmbio, há várias pessoas na rua que fazem cambio. Apesar de ser estranho fazer cambio com alguém na rua, estas pessoas são devidamente identificadas com colete e são legalizados, cada um tem um número de identificação, para que possa reclamar caso tenha qualquer problema. Cuidado para não pegar nota rasgada, mesmo que seja mínimo. Em Cusco não aceitaram uma nota minha devido a um rasgado de milímetro, e não faltava nenhum pedaço.
      4)     Celular: Comprei um chip na loja da Claro na Av. José Larco. O Chip com plano de 3GB para 30 dias custou 35 Soles, e funcionou muito bem em todos os lugares durante a viagem.
      5)     Taxi: Em Lima o que não falta é taxi. Basta sair caminhando na calçada que algum taxista já vai buzinar perto de você oferecendo corrida. Nos taxis não existe taxímetro e tem que negociar o preço antes da corrida. Devido a isto, preferimos usar o UBER, o que funcionou muito bem. Para economizar, utilizamos algumas vezes o UBER compartilhado (Uberpool), e não tivemos problemas.
      6)     Trânsito: O transito no Peru é um caos, em Lima, ainda pior que em outros lugares. Então alugar carro definitivamente não é uma boa opção
       
      ·         Dia 2 - Paracas e Ica:
      Queríamos muito conhecer esta região, porém como o tempo estava curto, pensamos que não seria não seria possível, até que descobrimos a opção de fazer o passeio bate e volta de Lima. O ponto de partida do passeio foi em frente ao Shopping Lacomar as 05:00. De lá viajamos de micro-ônibus até Paracas (3 a 4 horas) para fazer o tour das Ilhas Ballestas. Este tour é feito em barco de 40 pessoas, passa pelo famoso candelabro, um geoglifo a beira-mar muito misterioso de 40 metros feito a cerca de 2500 anos, algo diferente e bem interessante, principalmente para quem não vai visitar as linhas Nazcas.

      Após a parada para apreciar o candelabro seguimos para as Ilhas Ballestas, estas ilhas são um santuário ecológico, com muitos leões marinhos, pinguins e milhares de pássaros. O passeio é apenas panorâmico, por ser área de proteção não pode descer ou nadar no local. Por cerca de 40 minutos, o barco circunda as ilhas, com vistas de milhares de pássaros e centenas de leões marinhos. Belas paisagens.

      Após o retorno das ilhas, tem um tempo livre para almoço na própria vila onde se desembarca. O almoço não está incluso no passeio, e há vários restaurantes no local para escolha.
      Finalizado o almoço retornamos ao ônibus para mais aproximadamente 30 minutos de viagem até Huacachina. O Oasis de Huacachina é um mini vilarejo pertencente a cidade de Ica. Porém o grande destaque deste lugar é que ele tem um grande lago central cercado por vegetação, e isto bem em meio do deserto, formando realmente um verdadeiro Oasis entre dunas. Chegando ao local, conhecemos a vila e fomos fazer o passeio com os tubulares nas dunas. Este passeio é bem radical. Cada carro leva em torno de 12 pessoas, e o mesmo vai em alta velocidade nos sobe e desce das dunas, é praticamente uma montanha russa nas areias. No meio do passeio, o carro para fazer o sandboarding. Sandbording é a descida nas dunas escorregando deitado sobre uma prancha. Pode se fazer duas descidas (2 dunas), e após isto o carro pega as pessoas no final da segunda descida, para mais um pouco de adrenalina no retorno ao Oasis.
      Este passeio (incluso no Tour) foi certamente um dos pontos altos do dia.
       
      O último destino do tour, foi em uma vinícola, para provarmos os vinhos e vários tipos de Piscos. Sinceramente não gostei muito das bebidas deste local, mas valeu a experiência.
      Em resumo, este tour vale a pena para quem está em Lima e não tem tempo suficiente para passar mais de um dia na região de Ica. Certamente este dia foi o ponto alto dos 04 dias que permanecemos em Lima.
      Dicas e Infos:
      1) Agência Picaflor Viajes, foi a que encontrei melhor custo benefício para o Tour, pagamos 165 soles na opção completa do passeio. Site: http://www.viajespicaflorperu.net/. Caso fechar com esta agência, o pagamento deve ser antecipado, então a maneira mais fácil e barata de transferir a grana, é via Wetern Union. Caso não conheça este sistema, a agência passa todas as informações por whatsapp.
      2) Não saia sem um bom café da manhã. O Box Lunch prometido no tour não passa de um pacote de biscoito similar a um Club Social e uma caixinha de suco de 200 ml, e a única parada no caminho é rápida e em local caro.
      3) Para o passeio das Ilhas Balestas, tente pegar lugar do lado esquerdo do barco. Neste lado terão as melhores vistas
       
      ·         Dia 03: Centro Histórico e Barrancos:
      Neste dia fomos conhecer o centro histórico de Lima. Iniciamos nosso passeio na Plaza San Martin. Desta praça há um calçadão de uns 900 metros até a Plaza de Armas que é  coração do centro histórico de Lima. No meio do trajeto há uma igreja bonitinha (Igresia de la Merced).
      A Plaza de Armas é bem bonita, contornada com seus charmosos casarões amarelos com as tradicionais sacadas de madeira, em frente fica a bela catedral de Lima e a esquerda o prédio do Palácio do Governo. No dia que visitamos a praça estava fechada devido a ter protestos previstos para este dia, os turistas podiam entrar na praça, somente para passar, se parasse algum guarda já chamava atenção. Por um lado, foi até legal, que conseguimos algumas fotos com a praça quase vazia.

      Depois fomos até a igreja São Francisco, que fica junto ao convento São Francisco. Nós visitamos apenas a igreja, porém é bem famosa a visita ao museu do convento e as catatumbas que ficam no subsolo da igreja, onde tem cerca de 70.000 ossadas de pessoas sepultadas lá. Na própria igreja há algumas grades no piso que se tem a visão dos tuneis subterrâneos e destas ossadas, o que já é bem sinistro. Para quem quiser informações da visita, segue site oficial: www.museocatacumbas.com.
      Pretendíamos visitar e almoçar no Mercado Central, porém o mesmo estava fechado, então pedimos dicas para um morador de local para almoçar. Esta pessoa nos indicou uma quadra onde teria vários restaurantes. Chegando lá havia realmente vários restaurantes, porém, todos muito simples. Como gostamos de provar a comida dos locais escolhemos um restaurante e fizemos o pedido. O preço era em torno de 12,00 soles com entrada, prato principal e bebida. Para nossa surpresa quando recebemos os pratos, os mesmos eram muito bem produzidos e a comida muuiiito boa, não perdeu em nada para o almoço do primeiro dia no restaurante em Miraflores que custou 3x mais.
      Após almoçar fomos até o famoso bairro de Barrancos. É o bairro mais boêmio de Lima.
      Após andar pelo bairro, descemos até a praia, que ao invés de areias tem pedras, porém com um bonito visual dos barrancos margeando as praias. De lá avistamos o Lacomar que parecia estar perto, então resolvemos voltar caminhando pela praia. Somente “parecia” estar perto, foi bem mais de uma hora de caminhada até chegarmos, mas valeu a pena.

      Algo que nos impressionou em Lima foi a quantidade de cassinos, em algumas partes de Miraflores tem praticamente um a cada quadra. Como nunca havíamos ido em Cassino, decidimos fazer isto neste dia a noite.
      A experiência no cassino foi bem diferente do que esperávamos. Escolhemos um dos maiores e mais bonitos, chamado Atlantic City.  No interior a princípio ficamos admirados com o tamanho e estrutura do local, comparamos 10 soles de fichas e brincamos um pouco. Após isto, fomos caminhar pelo cassino, o qual era composto na maioria do espaço por caça niqueis. Começamos a observar o semblante das pessoas nestas maquinas, o que não era de diversão, mas sim pareciam robotizadas em frente as mesmas, muitas inclusive jantando sobre estas e jogando ao mesmo tempo, ou seja, vício total. Percebendo este ambiente, sentimos o lugar realmente muito pesado e procuramos sair de lá o mais rápido possível. Valeu muito pela experiência, e após está espero que nunca liberem os cassinos em nosso país.
      Dia 04: Miraflores e viagem a Cusco.
      Neste dia como tínhamos voo à tarde deixamos a manhã para passear por Miraflores. O Malecon, é um calçadão que margeia a falésia a à beira mar.  Caminhando por ele você segue uma sequência de vários parques abertos sendo mais famoso destes o Parque Del Amor. Estes parques são muito bonitos e bem cuidados e tem maravilhosas vistas do mar.  Fomos de manhã, porém imagino que no pôr do sol deva ser ainda mais bonito.

      Após a caminhada do malecón continuamos caminhando pelo bairro e fomos até dois pequenos mercados perto do Parque Kennedy, Inka Market e Índia Market, onde compramos alguns souvenirs. Após isto almoçamos e fomos para o aeroporto, pois as 16:00 tínhamos voo para Cusco. O UBER de Miraflores ao aeroporto custou 38 soles.
      No avião já começamos nossos preparativos para enfrentar o temido Soroche (mal da altitude). Ainda em Lima compramos as Soroche Pills, um remédio vendido em farmácia para combater o mal da atitude, e assim que embarcamos já tomamos uma pílula. Vendo pela composição, não passa de vários remédios para dor de cabeça juntos e cafeína, porém não recomendo irem sem ele, me salvou no mínimo em uma ocasião.
      Em Cusco, ainda na área de desembarque, já há um pote de folhas de coca para pegar e mascar, o que ajuda muito com os efeitos da altitude. Podem mascar sem medo (ou esperança, rs), pois a folha de coca não tem nenhum efeito alucinógeno.
      Do aeroporto fomos direto ao hostel, e depois saímos para jantar, e demos uma passada na maravilhosa Plaza de Armas de Cusco. Neste dia sempre procurando andar o mais devagar possível, e para o jantar pedimos apenas 02 entradas, tudo isto para mitigar os efeitos do soroche. Referente a altitude, neste primeiro dia sentimos apenas uma leve tontura, nada demais.
        Dicas e Infos:
      1 – No voo de Lima a Cusco vale a pena pegar janela, pois tem belas paisagens das montanhas dos Andes;
      2 – Para ir do aeroporto de Cusco ao centro, terá dezenas de taxistas oferendo corridas no desembarque. Vão pedir em torno de 25 soles, negociem que o preço chega fácil a 10 soles. Neste caso o UBER era mais caro;
      3 – Para evitar o Soroche, recomenda-se no primeiro dia evitar qualquer esforço físico e comida pesada;
      4 – Sobre local para hospedagem em Cusco, quanto mais próximo da Plaza de melhor, consequentemente mais caro. O ideal é encontrar um meio termo, de acordo com o que pretende gastar. Nos hospedamos no Sumayaq Hostel, que é um casarão bem antigo, com estrutura simples e antiga também, porém bom atendimento e limpeza. A localização foi muito boa, pois ficava a uns 500 metros da Plaza de Aramas e próximo ao Mercado San Pedro, e sem nenhuma subida forte para chegar;
      5 – Tudo próximo da Plaza de Armas é bem mais caro, então caso for comprar qualquer coisa, não compre nesta região. Afastando poucas quadras você encontrara preços bem mais baixos.
       
      Dia 05 – City Tour Cusco
       Nosso primeiro dia inteiro em Cusco, procuramos programar algo mais leve pela questão da aclimatação na altitude. Neste dia levantamos e fomos a Plaza de Armas, compramos nosso boleto turístico e fomos visitar o Museu Histórico Regional. Este museu é bem interessante, pois mostra um resumo da história peruana desde a pré-história até a época atual, e como é de se esperar o maior foco é na era dos Incas e da “colonização” espanhola.
      Após isso fomos procurar uma agencia para fechar nossos passeios (mais detalhes vide dicas).
      Já agendamos para esse mesmo dia no período da tarde o City Tour. Este passeio leva aos principais sítios arqueológicos ao redor da cidade. Visitamos Qoriqancha, Sacsayhuaman, Qenqo, Tambomachay e Pukapukara. O destaque é Sacsayhuaman, um sítio arqueológico bem interessante. Na visita, após as explicações do local, a guia nos deu 30 minutos livres e sugeriu o seguinte: se quiséssemos uma foto panorâmica do local subisse o morro do lado esquerdo, ou se quisesse visitar os principais pontos do sítio subir morro a direita. Como eu sempre quero ir em todos os lugares fui nos dois, subi bem rápido as escadas, o que creio que foi a causa de uma dor de cabeça terrível que tive a noite, fui salvo pela Soroche Pills. Este tour é melhor maneira de conhecer todos esses lugares em meio período.  A parte ruim fica por conta de tempo livre limitado em cada local, problema comum em Tours.
      Por volta das 18:30 estávamos de volta na cidade. Para quem tem pouco tempo na cidade é possível conciliar este tour com algum outro passeio, exemplo, Maras y Moray ou Vale der Sur.

       Dicas e infos:
      1 - Boleto turístico: Certamente em Cusco você vai necessitar comprar o boleto turístico. O completo custa 130 soles e dá direito a entrada em 16 lugares com validade de 10 dias. Há versões de 70 soles com acesso a apenas alguns lugares e válido por menos tempo. Caso vá ficar pouco tempo na cidade vale a pena avaliar qual é mais viável.
      2 - Todos os passeios em Cusco (exceto Machu Picchu) são bem baratos e tem dezenas de agências no local que oferece as mesmas opções. Então vale a pena deixar para fechar quando chegar lá, não há risco de ficar sem vagas. Antes de ir, seguindo dica do pessoal do www.uaivambora.com.br, conversei com a Luz da agência Surco Peru Adventure’s. Porém somente quando estava lá negociamos os valores e fechei todo o pacote passeios por um bom preço. A Luz nos prestou excelente atendimento, nos auxiliando com tudo que necessitamos antes e durante nossa viagem. Para quem se interessar o contato dela é o seguinte: +51 984848674 (WhatsApp).
      Dia 06 – Maras Y Moray.
       Seguindo a estratégia de fazer os passeios mais leves nos primeiros dias para uma boa alimentação, nesse dia fomos a Maras y Morais. Este tour sai da Plaza de Armas às 8:30 e aproximadamente às 15:00 já está de volta em Cusco.  
      A primeira parada Tour é no povoado de Chinchero. Nesse local visitamos uma associação de moradores que produzem diversos produtos artesanais para comercialização, principalmente de tecelagem com lã de Alpaca. Uma pessoa faz apresentação mostrando como são feitos os principais produtos, utilizando técnicas da época dos Incas.
      O próximo destino é o sitio arqueológico de Moray, que segundo historiadores era um laboratório agrícola dos Incas. O sitio tem uma série de plataformas circulares que parecem anfiteatros. Como há uma diferença de temperatura em cada nível, os Incas poderiam fazer experimentos e definir os melhores locais para produção de cada tipo de plantação.

       Em seguida fomos a salineira de Maras. Esta salineira é composta por mais de 3000 poças para produção de sal utilizando a água de uma fonte da montanha que, segundo nosso guia, tem 7 vezes mais sal que a agua do mar. A Salineira é localizada numa grande ladeira e compõe uma paisagem espetacular. As poças são divididas por mais 300 famílias e é passada de geração em geração não podendo ser vendidas. Os métodos utilizados para produção do sal são totalmente artesanais. O lugar é único diferente de qualquer outra coisa que já que já tinha visto.

       Retornamos para Cusco as 15:00, almoçamos e visitamos o Museu de Koricancha e Museo de Arte Popular, ambos bem menores e mais simples que o visitado no dia anterior.
       Dicas e Infos:
      1 – Neste Tour, leve algo para comer, pois o retorno é as 15:00 e não há parada para almoço.
      2 – A entrada em Moray esta inclusa no boleto turísticos, porém em Maras é necessário pagar 10 soles.
      3 – Vale a pena pegar lugar na janela no ônibus, pois no caminho há espetaculares paisagens das plantações com as montanhas nevadas ao fundo, principalmente nas proximidades de Maras.
       
      Dia 07 – Pisac:
      Nesse dia optamos por fazer o passeio por conta, sem Tour.  Pisac é uma cidade nas proximidades de Cusco que fica a 2800 m de altitude, porém o sítio arqueológico de Pisac fica em uma montanha ao lado a 3400 m. Para nós, com exceção de Machu Picchu, este foi o mais lindo Sítio Arqueológico da região.
      De manhã, passamos um pequeno susto. Minha esposa acordou mal, muita falta de ar, tonturas, dor de cabeça e sangramento pelo nariz. Eu já estava ligando para o seguro para encontrar o hospital mais próximo, mas uma funcionária do hostel procurou nos aclamar afirmando que tudo aquilo era apenas efeito do soroche. Decidimos ir para o passeio e observar até a tarde para avaliar a necessidade de ir em um hospital. Ela estava certa, minha esposa foi melhorando no decorrer do dia, e se tivéssemos ido ao hospital teria grandes chances de estragar o restante da viagem.
      Seguimos com a programação do dia, do nosso Hostel caminhamos pouco mais de meia hora até o ponto onde saem as vans para Pisac, que fica a 35 km de Cusco. Chegando na cidade pegamos um táxi para o sítio arqueológico as 11:30 já estávamos na portaria do mesmo. O taxista já queria combinar o horário para nos buscar, preferimos não combinar para ficar com tempo livre no local, e foi a melhor escolha possível. O sítio arqueológico de Pisac é muito grande e os tours visitam apenas uma pequena parte dele, onde estão os principais monumentos. Porém partindo dessa parte há uma trilha que segue pela crista da montanha até o final do sítio arqueológico. A trilha a conta com várias sobe e desce, normalmente por escadarias bem rusticas, então deve estar minimamente preparado fisicamente. Mas fazendo devagar é tranquilo, e as paradas são obrigatórias pois sempre há uma paisagem maravilhosa, com vistas do Vale Sagrado, escadas incas, tuneis, etc. Quase no final da trilha você se depara com o Templo do Sol, para mim a parte mais linda do sítio. Até aí já havíamos caminhado por mais 3 horas, com as idas e vindas e vários pontos, e teríamos que retornar a entrada do parque para chamar o táxi e voltar para a cidade. Porém sabíamos que havia uma trilha que descia pela montanha até a cidade, então perguntamos para um guia no local qual o tempo para chegar na cidade por essa trilha, o qual nos informou que era cerca de 40 minutos. Não restou dúvidas seguimos pela trilha. Lógico que gastamos bem mais de 40 minutos pois além do cansaço a cada a poucos metros parávamos para tirar lindas fotos. A Trilha desce a montanha em meio a mais ruínas e lindas vistas das montanhas. Chegamos na cidade de Pisac por volta das 17:00 horas. Almoçamos e pegamos a van de volta Cusco. Foi um dia espetacular e foi uma excelente escolha ir por conta deste lugar.

       Dicas e infos:
      1 – A van de Cusco a Pisac custa 4 soles, e o ponto de saída fica a cerca de 15/20 minutos da Plaza de Armas. Se preferir ir de Uber/táxi pagará no máximo 5 soles.
      2 – De Pisac ao sitio dá para subir pela trilha ou de táxi, porem subir e descer pela montanha pode ser bem cansativo. Se for para escolher apenas um trecho melhor subir de táxi e descer pela montanha. O táxi lá é bem caro, 30 soles, uma sugestão para economizar é esperar alguém para dividir.
       
      Dia 08 – Laguna Humantay
      Este era realmente nosso primeiro desafio físico da viagem. Subir até a Laguna com altitude superior a 4200 metros, pela trilha com aproximadamente 7 km (ida e volta), sendo destes, uns 2 km em subida bem íngreme.
      Esta lagoa fica aos pés do Nevado de Salkantay, e está no início da famosa trilha de Salkantay que leva até Machu Picchu. A lagoa é formada pelo desgelo desta montanha, e tem águas cristalinas com tons azulados e esverdeados (dependendo do sol) e suas águas espelham o nevado atrás, formando uma paisagem surreal.
      Primeiro vamos falar do passeio. Pagamos 55 soles incluindo transporte, guia, café da manhã e almoço, e mais 10 soles de taxa de entrada na Laguna. Valor muito baixo pelo que é oferecido.
      A van nos pegou no hostel as 4:30, viajamos por cerca de 2 horas até a parada para o café. O café da manhã é simples, porém muito bom. Depois seguimos por pouco mais de uma hora em estrada de terra e muitas curvas.
      Em torno das 09:00 chegamos ao ponto inicial da caminhada. Os primeiros 1,5 km são por uma estrada praticamente plana. Após este trecho começa realmente a subida.
      Há a opção de alugar cavalos para subir, para nós esta não era uma opção, pois tínhamos nos preparados muitos para estes desafios. Fomos subindo em nosso ritmo, devagar e sempre. Na trilha você não verá ninguém com expressão tranquila, exceto os locais, a altitude realmente pega todos. Compramos uma lata de oxigênio (vide dicas) por precaução, pois minha esposa tem bronquite. Não sei se foi devido a estarmos com o oxigênio, mas um menino que aluga os cavalos nos seguiu até mais da metade da trilha, ele acreditava que iriamos desistir, se deu mal. Apesar de cada grupo ter um guia, cada pessoa sobe no seu ritmo, então durante a trilha é por conta própria. Uma ressalva especial a nosso guia deste dia, o nome era Denis, e o cara era sensacional, muito simpático e sempre motivando a todos para conseguir.
      Após pouco menos de 2 horas do início da caminhada chegamos a Laguna, e neste momento qualquer cansaço simplesmente desaparece. Não queríamos perder nenhum segundo daquela vista surreal. Tínhamos 40 minutos de tempo lá em cima, mas ficamos por mais de uma hora, foi difícil o guia conseguir tirar todos daquele lugar.
      Durante a subida o tempo estava totalmente encoberto, imaginamos não íamos pegar sol na Laguna. Porem quando chegamos o tempo abriu parcialmente permitindo aproveitarmos os efeitos de cores da agua com o reflexo do sol. Assim que saímos o tempo fechou novamente, “Valeu São Pedro”.

       
      Em seguida descemos até as vans, e voltamos ao mesmo local do café da manhã para almoçarmos.
      Chegamos de volta em Cusco por volta das 18:30 da tarde.
      Dicas e infos:
      1 – Procure não fazer este passeio nos primeiros dias de estadia em Cusco, faça boa aclimatação antes. Se se sentir melhor, leve uma lata de oxigênio que vendem em farmácias em Cusco. Para comprar o oxigênio, va a um apequena farmácia na calle Zetas, depois do templo de Qorinkancha, é a metade dos preços das farmácias mais próximas da Plaza de Armas.
      2 – Leve água, 1 litro por pessoa é suficiente, e alimentos energéticos (chocolates, doces, etc.).
       
      Dia 09 – Viagem de Cusco a Aguas Calientes.
      Para visitar a Machu Picchu é necessário ir até Aguas Calientes, que é uma cidade criada apenas devido ao turismo neste local. Porém como não há estradas, o acesso a este local é somente por trem ou a pé. Sendo assim para fazer o percurso de Cusco a Aguas Calientes, se resume a 03 opções;
      -Trem, opção fácil, porém muito cara;
      -Trilhas, (cerca de 05 dias), opção também cara e necessário reserva com muita antecedência;
      -Van/caminhada, opção barata e com aventura.
      Quando inicie a pesquisa me assustei com os preços dos trens, que cobravam em torno de 70 dólares por trecho, cerca de 2 horas de viagem. Pesquisando outras opções encontrei as opções de van, que cobram em torno de 35 soles por trecho. Também recebi excelentes dicas do pessoal do blog www.uaivambora.com.br a respeito desta opção de transporte. No final de contas encontrei uma passagem promocional para o dia da volta de trem por 44 dólares, e para poder ganhar um dia no roteiro, visto que a opção da van toma praticamente um dia, optei por ir de van e voltar de trem.
      A van nos pegou no hostel as 07:30 da manhã, e saímos de Cusco umas 08:30, daí fomos até Ollantaytambo onde faz uma parada de uns 20 minutos para quem necessitar comprar algo ou comer. Neste momento estava tempo ruim e começou a chover, nos deixando um pouco preocupados, afinal teríamos que caminhar 15 km, o que com chuva poderia ser bem mais difícil. A partir deste ponto realmente começa a aventura, o próximo trecho é uma subida que parte de 2.800 até 4.400 metros em cerca de 40 KMs, (nem precisa dizer que é só curvas, né). Porém a paisagem na parte alta da montanha é muito bela, vale a pena pegar lugar na janela nesta viagem. Após isto desce pela montanha até nível de pouco mais de 1.000 metros, com mais curvas ainda, e mais paisagens lindas.

      Esta é a parte tranquila da viagem, porque após o vilarejo de Santa Maria, o caminho segue por estrada de terra estreita o tempo todo a beira de um precipício. O motorista da van vai buzinando nas curvas com o intuito de alertar caso venha algum carro na direção oposta. Este trecho tem por volta de 30 KM.
      Perto das 15:00, chegamos ao ponto final da Van, que é um restaurante que quem tinha o almoço incluso no translado iria almoçar. Próximo ao restaurante, uns 05 minutos de caminhada, tem uma cachoeira espetacular, bem alta, vale a pena ir.
      Neste momento a chuva havia parado (obrigado São Pedro 2), e já iniciamos nossa caminhada, pois estávamos preocupados em chegar antes de anoitecer. Chegando a estação de trem, vimos que muitas vans levavam os passageiros até lá, e no nosso caso já tínhamos caminhado quase 3 KM, incluindo a ida a cachoeira, por este motivo que nosso percurso deu 15 km, enquanto li vários relatos eram 12 km. Neste momento a fome apertou e percebemos que ir sem almoçar não seria boa ideia. Havia na estação alguns restaurantes bem simples, onde comemos um bom PF por 10 soles.
      A partir da estação deve caminhar por alguns metros na linha do trem e pega uma saída a direita com uma subida inclinada, mas com cerca de 300 metros apenas. Depois sai em nova linha de trem e segue pela mesma. A trilha não tem erro, é somente seguir a linha, e você nunca estará sozinho, muita gente faz este percurso. Chegando a Aguas Calientes, há uma saída a direita, caso chegue em um túnel, não atravesse, volte alguns metros porque você passou a saída. O percurso todo é entre montanhas muito íngremes de todo os lados, observando a geografia do local fica fácil perceber que os Incas queriam realmente esconder Machu Picchu. O trecho todo é quase plano, tranquilo de fazer. O que nos cansou no final da trilha foi o peso da mochila, pois por mais que reduzimos, iriamos passar 02 noites, como a previsão do tempo estava ruim tivemos que levar roupas para frio, e para caminhar mais de 03 horas cada quilo conta muito no final. O final da trilha foi a noite, mas como havia várias pessoas caminhando foi tranquilo.
      Chegando na cidade já compramos passagem do ônibus a Machu Picchu para próximo dia e fomos direto ao hostel para descansar, estávamos exaustos.
      Resumindo valeu muito a pena escolher esta opção. Para quem curte aventuras e considera que o percurso faz parte do passeio, esta com certeza será a melhor opção, e não é somente pela economia. As paisagens do percurso do trem são bonitas, mas nem se comparam com o percurso da van/trilha, e podemos afirmar isto, pois utilizamos as 2 opções.
       
      Dicas e infos:
      1 – Leve alguns alimentos, pois somente poderá almoçar quando chegar ao ponto final da van, cerca de 15:00.
      2 – Caso goste de emoção, sente na janela do lado esquerdo van, ficara no lado do precipício na última etapa do caminho, foi minha opção;
      3 – Reforçando, leve o mínimo de peso possível na mochila para facilitar na trilha.
       
      Dia 10 – Machu Pichu
      Eis que chega um dos 2 dias mais esperados da viagem, (o outro é o da  Rainbown Montain), a visita a Machu Picchu, uma das 7 maravilhas do mundo.
      Havíamos comprado trem para voltar até Ollantaytambo neste mesmo dia a noite, mas 2 dias antes ficamos sabendo de uma paralização geral que ocorreria na região neste dia e iria fechar todas as ferrovias e rodovias. Fomos até a Inca Rail e troquei as passagens para o próximo dia pela manhã, sendo então necessário passar 2 noites em Aguas Calientes. Este fato acabou sendo até melhor devido ao cansaço do dia.
      De acordo com informações de pessoas que conhecemos na viagem, os dois dias anteriores foram só chuva e nuvens em Machu Picchu, e a previsão para nosso dia era ainda mais chuva. A noite sonhei algumas vezes com as condições climáticas do dia, tamanha era a ansiedade. Quando acordamos a primeira coisa que ouvimos foi o barulho da chuva. Porém “para nossa alegria”, ao abrir a janela vimos que o barulho era das quedas das corredeiras do rio que corta Aguas Calientes. Apesar de nublado não chovia.
       Para ir de Aguas Calientes a Machu Picchu há 2 opções:
      - Ônibus: 20 minutos, pelo “precinho” de 12 dólares o trecho.
      - Trilha: Em torno de 3 km, sendo que 1,5 km é subida forte, praticamente toda em uma escadaria de pedras.
      Optamos por subir de ônibus, pois queríamos estar bem fisicamente para aproveitar o máximo, e a volta decidiríamos na hora.
      Uma pausa no relato para um breve resumo das regras de visitação do sitio:
      As entradas são com hora marcada, estando lá dentro ninguém ira controlar seu horário de saída, porém você deve manter o percurso sempre no sentido indicado, ou seja, há segurança em alguns pontos, os quais não permitem que ninguém retorne. Há opção de comprar ao ingresso somente para o sítio, ou incluir uma das 02 montanhas, Wayna Picchu ou Machu Picchu, as quais também tem hora marcada para subir, e no caso de quem for subir a montanha tem o direito de entrar 02 vezes no sítio.
      No nosso caso eu iria subir a Wayna Picchu e minha esposa não, então estávamos meio perdidos para definir a logística do passeio. Nossa entrada era as 08:00 e eu teria que subir a montanha as 10:00.
      Quando chegamos no hostel na véspera, a pessoa que nos atendeu já se ofereceu para auxiliar com o passeio e nos deu excelente sugestões. Sugeriu que entrássemos juntos e fossemos até um local chamado a casa do guardião, onde se tira as melhores fotos panorâmicas, e de lá eu fosse direto para a montanha, enquanto eu estivesse na Wayna Picchu minha esposa visitaria a ponte Inca ou porta do sol, e quando descesse já saísse direto entrasse novamente no sitio e encontraria minha esposa no mesmo lugar onde separamos e seguiríamos com a visita. Um pouco confuso, né? Também achamos quando recebemos a explicação, mas fizemos desta forma e foi perfeito.
      Entramos no sítio umas 8:30, ficamos juntos na primeira parte até 9 e pouco, e eu segui para a montanha.
       
       A subida da Wayna Picchu é por uma escadaria da época Inca, bem inclinada e estreita, e sempre a beira do precipício. E é o mesmo caminho para quem sobe e quem desce, então ao cruzar com pessoas, é necessário parar em algum ponto com mais espaço e esperar passar. Mas subindo com calma e usando sempre o bom senso pode ir tranquilamente.
       As 9:40 já liberaram o acesso do grupo das 10:00, e como eu já estava na entrada da montanha fui o primeiro a subir. A partir do meio da subida começa e ter excelentes vistas de Machu Picchu. Quando cheguei ao topo da montanha, contrariando todas as previsões climáticas, não havia mais nem nuvens, tempo lindo, e como o local estava vazio pois eu fui o primeiro a subir, então foi possível tirar excelentes fotos. No topo tem muito pouco espaço, então caso tenha muita gente creio que fica bem complicado, porém se isto ocorrer não se preocupe, a vista um pouco para baixo do topo é igual ou ainda melhor. Subi e desci num bom ritmo e fiz tudo com 1:40.

      Após descer me dirigi direto para a saída, fechei com uma guia para termos todas as explicações do sitio, pagamos 30 soles por pessoa em um grupo de 4 pessoas. Entrei novamente no sitio, encontramos minha esposa no local combinado, e fizemos o tour completo.
      O sitio arqueológico de Machu Picchu realmente é fantástico, não dá para chamar de ruinas, porque devido ao mesmo não ter sido encontrado pelos espanhóis, as construções estão em perfeitas condições. Seguimos no tour, e quando chegamos próximo a última parte do sítio, a guia nos perguntou se já iriamos sair ou queríamos permanecer mais tempo no local, pois se quisemos sair seguiríamos com ela na parte final e sairíamos, e caso quisemos ficar mais, ela daria ali as explicações da última parte e ficaríamos livres naquela região o quanto quiséssemos, pois se seguimos mais passaríamos por um dos pontos que ficam os seguranças e não pode retornar. Optamos pela segunda opção, e ficamos mais um bom tempo nesta parte do sítio, curtindo o lugar e tirando fotos com as llamas. Falando das llamas, estas são uma atração à parte em Machu Picchu estão espalhadas por todo o sitio, e realmente é fácil entender porque tem tantas fotos legais com llamas, realmente parece que o bicho faz pose para as câmeras. Muito legal a interação com elas.
      Após isto visitamos parte faltante do sitio com bastante calma e saímos.
      Outro ponto que demos sorte também, foi que devido paralisação citada no início do texto, Machu Picchu estava bem mais vazio que o normal para a época do ano.
      Saímos do sítio próximo das 16:00. A decisão da volta, como já era esperado, foi pela trilha. Logo ao iniciarmos a descido começou a chover, São Pedro foi realmente muito generoso conosco mais uma vez. Gastamos pouco mais de uma hora do sitio até o hostel, caminhando tranquilamente.
      Ao chegar confirmamos como realmente foi melhor a mudança do dia do trem, pois como estava ante teríamos que esperar até as 21:00 cansados e sem banho para pegar o trem e chegar as 23:00 em Ollantaytambo.
      Foi um dia mágico Machu Picchu correspondeu a nossas expectativas, fazendo jus a ser uma das 7 maravilhas do mundo.
       Dicas e infos:
      1 – Compre ingressos para Machu Picchu com antecedência, pois o número de visitantes é limitado. Se for subir na Wayna Picchu, compre com muita antecedência. Eu comprei com 3 meses de antecedência. Um mês depois minha esposa mudou de ideia e queira ir na montanha também, verificamos e não tinha mais ingressos.
       
       Dia 11 – Ollantaytambo
       Neste dia, como tivemos que dormir mais uma noite em Águas Calientes, acordamos cedo, descansados, tomamos o café e pegamos o trem as 08:00 para Ollantaytambo.
      A viagem de trem durou cerca de 1:40, a linha acompanha o rio Urubamba. As paisagens durante o percurso são bonitas, mas como citado anteriormente nem se comparam com o caminho da opção de van/caminhada.
      Chegamos na estação guardamos as malas, as empresas de trem têm serviços de armazenamento de bagagem grátis para cliente, e já fomos para o Sitio Arqueológico de Ollantaytambo.
      Fizemos a visita sem guia e no nosso ritmo. Este sitio também é muito bonito, a maioria das pessoas o considerem o mais belo depois de Machu Picchu, mas para nós Pisac esta na frente, desde que faça a visita completa no mesmo. Em Ollantaytambo fizemos o segundo maior circuito, que passa em praticamente todo o sitio. Na parte da manhã o local fica bem mais vazio, pois os tours normalmente chegam no período da tarde, o que proporcionou ainda mais tranquilidade na visita. Com 2 horas é possível visitar todo o local sem pressa. Mesmo com vários pontos importantes para se conhecer no sítio; como o templo do sol, o rosto na montanha, etc; o que mais me encantou foi uma charmosa casinha encravada na parede da montanha, que aparece na foto a seguir (porque? Será que já morei lá? rs).

      Saímos do Sitio em torno de 13:30 e fomos para o centro da cidade almoçar, onde comemos o melhor aji de galiña da viagem. Ollantaytambo é uma cidadezinha muito aconchegante, te faz realmente sentir alguns séculos atrás no tempo. Afinal a cidade nunca ficou inabitada, desde a época inca, e dentro da cidade ainda há varias restos de construções incas.
      As ruas da cidade estão cheias dos famosos tuk-tuk , e é claro que não iriamos perder a oportunidade de andar em um destes charmosos carrinhos. Da praça central, por 4 soles, pegamos um Tuk-tuk táxi até a estação para pegar nossa mala e a van para Cusco.
      As vans para Cusco saem da estação de trem de acordo com que forem lotando, o preço não lembro exato, mas é em torno de 10 soles.
      Por volta das 18:00 já estávamos em Cusco.
       
      Dia 12 – Rainbown Montain / Montaña de las 7 colores
      Este era o segundo dos dias mais esperados da viagem. Os motivos para isto eram a paisagem única do local e o desafio de fazer a trilha, chegando a 5.200 metros de altitude. Havíamos nos preparado bem para isto, desde da parte do condicionamento físico no Brasil, como também da aclimatação nos dias anteriores. Mas ainda estávamos preocupados, ainda mais pelo fato de minha esposa ter bronquite, o que neste nível de altitude podia aumentar as dificuldades.
       A Rainbow Montain é uma montanha formada por várias faixas coloridas que parecem ter sido pintadas a mão. O turismo no local se iniciou recentemente, segundo os locais a mesma antes permanecia quase o tempo todo coberto de neve. Interessante que esta montanha era para ter sido destruída, uma empresa de mineração canadense iria explorar o local, porém os locais perceberam o potencial turístico da mesma e com muita luta/protesto conseguiram vencer a batalha, em 2018 a empresa abdicou da exploração de minério no local. Segue um site caso queiram conhecer um pouco mais da história desta atração: https://www.bbc.com/portuguese/geral-44620957.
       Para chegar até a montanha é necessária fazer uma trilha de pouco mais de 3 km (só ida), você irá encontrar vários relatos que dizer ser 7/8 km, mas recentemente mudaram o ponto final dos transportes o que facilitou a o acesso diminuindo a distância. Há também a opção de visitar o Vale Rojo (Vale vermelho), o que desvia a trilha na volta aumentando o tempo em uns 40 minutos. Porém o grande problema são os mais de 5.000 metros de altitude, é normal no caminho encontrar pessoas passando mal e desistindo. Outro ponto também é a temperatura, na época que fomos, segundo o guia varia entre -5 a -10 ºC. Então deve ir muito bem agasalhado.
      Referente ao passeio, o mesmo é muito similar ao da Laguna Humantay, pagamos também 55 soles incluindo transporte, guia, café da manhã e almoço e mais 10 soles de taxa de entrada. A van nos pegou no hostel as 4:30, viajamos por cerca de 2 horas até a parada para o café. O café da manhã. Depois seguimos por mais uma hora e pouco em estrada de terra e já com lindas paisagens dos campos a beira das montanhas com seus rebanhos de llamas
       Aqui também é necessário contar com a sorte, pois muitos dias a montanha fica coberta de neve impedindo logicamente que você veja o efeito de cores, e isto havia acontecido na véspera. E novamente São Pedro estava do nosso lado, fez um dia lindo e sem neve.
      Iniciamos a caminhada por volta da 09:00 da manhã. A paisagem durante todo o percurso é fantástica. Assim como na Laguna, há cavalo para locação, e como para nós o desafio é sempre parte do passeio, era opção era totalmente desconsiderada. A subida começa tranquila e vai ficando mais íngreme quando mais próxima do final. Na parte final a paisagem já começa a ficar colorida.
      Ao finalizar a última subida você chega bem no pé da montanha colorida, que estará a sua direita, e a esquerda há outra subida, formando um V com a montanha, que chamam de mirante. Muita gente se contenta de chegar no pé do mirante e devido ao cansaço não sobe.  Recomendo que se tiver condições, vá até o topo do mirante, pois quanto mais sobe mais vivas ficam as cores da montanha. Além disto a Rainbown Mountain é só uma parte da extraordinária paisagem. Há o Nevado de Aunsgate, lindos vales de ambos os lados, e a Raiwnbow Montain com o Vale Rojo ao fundo, ou seja, é 360º de maravilhas.
      Quando chegamos ao topo foi um sentimento indescritível, um mix de alegria, admiração com a paisagem e sentimento de superação por termos chego ali. E alias chegamos muito bem fisicamente.

      Depois de admirar o local, decidíamos que iriamos também ao Vale Rojo. Encontramos nosso guia lá em cima, e dissemos que iríamos ao Vale Rojo, o mesmo não gostou muito, pois disse que ninguém do grupo iria e poderia atrasar o retorno. Afirmamos que estávamos bem e conseguiríamos cumprir o horário, e então partimos para lá. Descendo o primeiro morro abaixo da montanha, pega a esquerda e segue por outra subida. No meio do caminho descobrimos que teríamos que pagar mais 10 soles, o que não era nenhum problema. O interessante é que não tem nenhuma portaria, ou qualquer estrutura, somente 02 pessoas no meio do nada que recebe das pessoas na trilha.
      No final da subida, chega-se a um mirante com vista para o vale praticamente todo vermelho, mais uma linda paisagem.
       
      Após curtir o local tivemos que descer praticamente correndo para não atrasar o tour, e chegamos no ônibus em cima da hora.
      Em seguida retornamos, paramos para o almoço e chegamos em Cusco perto das 18:00.
       Dicas e infos:
      1 – Va bem agasalhado, com roupas apropriadas para trilha.
      2 – Leve alimentos para repor energia (chocolate é uma ótima opção) e agua.
      3 – Suba no seu ritmo, sem se apressar.
       
      Dia 13 – Valle del Sur
      Nosso último dia em Cusco, nosso voo sairia as 19:00. Tínhamos planejado deixar este dia para curtir a cidade, comprar algo, etc.
      Mas mudamos de ideia e resolvemos “aproveitar até a última gota”, falei com a agencia se teriam algum tour que retornasse antes das 15:00. Me indicaram Valle del Sur.
      O passeio é aquele mesmo estilão dos tours “padrão”, micronibus, guia dando explicações no ônibus, tempo limitado, etc.
      O passeio se iniciou quase 09:00, depois de uma certa confusão para identificarmos nosso grupo, e fomos visitar os seguintes lugares:
      -Tipón: É mais um sitio arqueológico Inca, que tem várias terrassas, e um complexo sistema de irrigação ainda em funcionamento até hoje. O Lugar é mais simples e muito menor se comparamos com os sitios de Pisac ou Ollantaytambo, porém é bastante bonito.

      - Pikillaqta: É sitio arqueológico de uma civilização pré-inca chamada Wari, que viveram entre os séculos VI a IX. Então a arquitetura é bem diferente, e as construções também estão bem destruídas. O destaque é a organização urbanística da cidade, com ruas e avenidas perfeitamente alinhadas.
      Depois do sitio paramos em uma cidadezinha para provar um pão famoso por la, chamado “Chutas”, o interessante é que o guia disse que praticamente 100% das famílias da cidade sobrevive com a renda de fabricação e comercialização destes pães.
      -Andahuaylillas: A visita a esta cidade é especificamente para visitar a Igreja de São Pedro de Andahuaylillas. É uma igreja bem pequena e de fachada simples no exterior, porém devido a suas pinturas e decoração em ouro em todo o interior é conhecida como a Capela Sistina das Américas. A visita é rápida, pois a igreja é bem pequena. A entrada não esta inclusa no boleto turístico e custa 15 soles. Quem não quiser entrar na igreja há a opção de visitar um pequeno museu chamado Museu Ritos Andinos por 5 soles. Eu e minha esposa nos dividimos, eu fui na igreja e ela no museu.
      Na volta faz parada para almoço, não incluso no tour, em outro vilarejo que é especializado em chicharrones (carne de porco).
      Chegamos em Cusco as 15:00, tempo suficiente para tomarmos uma última Cusqueña (cerveja tradicional do Peru), pegar as malas no hostel e partir para o aeroporto.
      Resumo final:
      O Peru sempre esteve em minha lista dos lugares que eu queria conhecer, principalmente devido a Machupicchu. Porém este país superou muito nossas expectativas. Nos impressionou muito a riqueza cultural, histórica, natural e gastronômica do país.  E também o país está investindo muito no turismo, é a receptividade dos locais com os turistas é ótima. Além disto se encontra preços ótimos para os passeios, alimentação e hospedagens, bem abaixo do praticado nas principais regiões turística brasileiras.
      Certamente irei retornar ao país, até mesmo porque ficou vários lugares que quero muito conhecer, como Huaraz, Puno e Arequipa.
      Espero que este relato possa auxiliar em algo quem estiver planejando ir para este fantástico país. Caso tenha qualquer dúvida fique à vontade para perguntar.
    • Por lolahandforever
      Faaaaala galera das trips e mochiladas!!! Desde já deixo meu muito obrigada por toda ajuda e experiências compartilhadas aqui, dessa vez resolvi me organizar melhor durante a trip e anotei o máximo que pude de info pra postar o relato e disponibilizar pra comunidade mochileira! 

      Desde 2013 uso o site Mochileiros nas trips seja antes ou durante sempre pra pegar os bizus de como gastar menos, busca por vida local, foco na natureza, essas coisas que exploramos quando vamos por aí...
      Obrigada demais Mochileiros.com enfim chegou minha vez de contribuir!
      Bom, essa foi a primeira trip que fiz sozinha, bateu um medo de leves, o que durou apenas um dia até a chegada no Hostel. De longe a experiência de viajar só foi incrível e foda demais!!!
      Meninas, mulheres lindas e mochileiras: Viajem só ao menos uma vez na vida!!!
      Vamos ao Relato...

      INFO DE GASTOS
       
      U$$ 418 Passagem Aérea Los Angeles - Bangkok
      U$$ 98 Passagem de Chiang Mai a Krabi
      U$$ 25 Passagem de Krabi a Bangkok
      U$$ 1100 Gastos gerais com (Transporte, Hospedagem, Alimentação, Tour e Tatuagem).

      Saí de LA já que resido no USA no momento, logo fiz a trip com dollares e a dica é: Leve notas de 100! A melhor cotação que encontrei foi em Chiang Mai pra quem vai com Dolleta. Também é o melhor lugar que indico pra comprar lembrancinhas. No aeroporto tem um SuperRich no subsolo (casa de câmbio) com a cotação melhor que na cidade de Bangkok. Por incrível que pareça a cotação na ilha Ko Phi Phi estava boa, mas sugiro Chiang Mai pra câmbio.
      Optei por ficar em hostels como sempre fiz, eu amo demais a vibe de dividir quarto, conhecer gente do mundo inteiro, e claro os preços encaixam direitinho no plano de gastar menos. Apenas em Railay fiquei em Resort mas era bem roots, no meio da floresta e o banheiro era compartilhado. 
      Minha mochila levei a de 35 L pra não ter que despachar.
      Recomendo pegar um chip local pra comunicação. Não peguei porque tinha acesso normal no meu plano de telefone pra usar internet.
      Transporte usava bastante o Grab Bike (sem medo real). Mais barato e mais aventureiro!
      O tempo inteiro comia thai food e claro frutas e sucos, aliás suco era o tempo inteiro!!!
      U$$ 1 = 30.08 Thai baht
      Vale lembrar que não gastei com bebidas, o que foi bom pro meu orçamento e bom pra minha memória que é muito seletiva 😝
       

       
         

       
      ROTEIRO TAILÂNDIA 14 DIAS
      Bangkok [4 dias]    
      Chiang Mai [3 dias]   
      Railay Beach [3 dias]
      ko Phi Phi [4 dias]
      1o dia (31/10/2019) LA - BANGKOK
      O dia D pra quem viaja sozinha(o) pela 1a vez!!! Cheguei em BKK por volta de meio dia e tava decidindo como fazer pra chegar até o hostel. Fechei um preço com o piloto do táxi no aeroporto que saiu uns 340 THB até o hostel, mais o pedágio que tem pagar que são dois (Um de 50 THB e outro de 25 THB). Chegando no Hostel (Here Hostel) fechei os dias lá (663 THB por 2 noites). Deixei minhas paradas na cama, doleira na cintura e parti pro abraço bater aquela perninha básica como todo carioca gosta de fazer hehehehe. Fui pra Khao San Road e dei um rolê perto dos Templos. Passei no 7 eleven (recomendo pra lanches rápidos) e lancei um suco de maracujá de respeito!!! Voltei pro Hostel de motoca (cheia de medo mas fui assim mesmo) e decidi fechar o tour do Ayutthaya por lá mesmo. (800 THB) O Max, um holandês lá do hostel que eu conheci tinha comentado comigo que fez por conta própria, gastou bem menos mas conheceu só um templo. Como tinha tempo curto optei por fechar o tour mesmo pagando um pouquinho mais. 
      Ouvi recomendações de fazer Ayutthaya de bike ou de motoca.
       



       
      2o dia (01/11/2019) BANGKOK - AYUTTHAYA 
      Acordei 7 da matina de boas (já tava de boa com o fuso) conheci o suíço Steven na saída do tour ele tava indo pro floating market com a mesma galera que fechei o tour pro Ayutthaya. Chegamos na Khao San Road pra encontrar o restante da galera que ia partir pra Ayutthaya. Motoba da van parecia velozes furiosos real! Mucho crazy e não reclamo! Adrenalina motiva e sempre faz parte das trips! Conhecemos as ruínas de Ayutthaya que incluía:
      Wat Phra Sri Sanphet e Grand Palace 
      Wat Chedi Phukhao Thong   
      Wat Lokayasutharam   
      Wat Mahathat 
      Wat Chaiwatthanaram
      Durante o tour fiz amizade com uma francesa que tava viajando sozinha também, Carroline super gente boa e curtimos praticamente juntas o tour inteiro. Voltamos um pouco atrasadas pra van e o motoba tava boladaço porque só faltava nós duas pra meter o pé. 
      Chegamos em BKK umas 4pm. Fui pro meu quarto e tive a sorte grande de conhecer um casal de brasileiros no quarto q eu tava, Carol e Gilberto! Ficamos amigos e logo em seguida conhecemos Jon um espanhol e Elisa uma italiana que estavam tbm no mesmo quarto, galera do dormitório G10!!! Firmamos uma equipe e partimos pra Khao San, com a Ammie da Austria q nao tava no dorm G10 mas era como se estivesse.
      Comemos aquele espetinho de inseto, experimentei meu novo vício PadThai e dançamos muito na Khao SAN! Parecia carnaval real! Partimos p Hostel depois...
       





       

       


       
       
      3o dia (02/11/2019) BANGKOK - CHIANG MAI
      Esse dia foi o mais correria de todos pq o “follow the flow” não colou muito bem mas faz parte. Eu, Carol e Gilberto acordamos e fomos tomar café antes de ir pra saga templária em Bangkok. Decidimos ir até a estação de trem pra comprar a passagem pra Chiang Mai. Eles conseguiram porque íam um dia depois q eu. Deixei pra cima da hora (pleno feriado e sábado) não consegui. Daí comecei a tentar os busão da vida e nada tbm. Tudo lotado!!! Bom resolvemos ir lá no mall de rolê e depois eles me levaram num lugar lá pra comer o verdadeiro padthai da parada. Bem apimentadinho mas super local mesmo! Foi o melhor de todos que experimentei! Pegamos um grab pra voltar depois e conseguimos ir no Grand Palace (500 THB) Tive que perder uns 100 THB em uma saia longa, pq tava de short... Não pode entrar com joelhos e ombros descobertos nos templos. (Já sabia mas dei essa bisonhada tática). 
      Ainda não tinha decidido minha ida pra Chiang Mai mas fui de maluca tentar o busão nas rodoviárias. A Saga do busu pra Chiang Mai foi louca mas lembrando aqui que foda bagaraiii! Os locais me ajudaram demais! Gratidão! Piloto do Grab me levou na 1a rodoviária me desovou lá e disse pra eu tentar noknanchairair, não consegui. Uma local viu minha tentativa e me indicou pra Sombatour bus peguei um grab e fui tentar de novo (tente outra vez estilo Raul hahahhahahaha). Dessa vez consegui mas foi correria máxima pq o ônibus ia sair em 30 minutos. O bus até Chiang Mai deu 530 THB e tive q ir de motoca pra chegar a tempo. E na moral, que sorte a minha! Peguei o melhor motoba, já era um senhor de idade, super sagaz! Cara eu quase dei um beijo na boca dele de tão grata que eu fiquei. Tava muito trânsito e ele cortava tudo e todos! Chegando lá, eu comecei a procurar a plataforma e mano, era muita gente e eu me dei conta q eu era a única mochileira ali, mas foi de boa e valeu demais a experiência! A galera ficava olhando pra mim e tentando me ajudar sabe?! Cara o povo Tailandês mora aqui ❤️ pra sempre! Peguei o busão e virei a noite no busu de boa dormindo a pampa.
       
       

       

      4o dia (03/11/2019) CHIANG MAI 
      Cheguei bem cedinho no meu lugar predileto da Tai! Passei no 7 eleven pra comprar uns sandubinhas e depois peguei a motoca até o hostel que deu 150 THB. Cheguei no August Hostel (old city) umas 7am e não dava pra fazer check in ainda. Só deixei a mochila lá e fui pros desbraves. Nesse dia eu dei um super rolê e conheci os templos de Chiang Mai que ficam bem pertinho um do outro:
      Wat Phra Singh 40 THB
      Wat Chedi Luang 40 THB    
      Wat Chiang Man Free (Donation)
      Esses foram os templos que visitei. Entrei em outros também gratuitos. Tem o Doi Suthep que gostaria muito de fazer mas não tive tempo. Ou era esse ou Chiang Rai. Bom, voltei pro hostel, fiz o check in (650 THB por 2 noites) fechei o tour pra Chiang Rai (900 THB bate e volta), logo depois conheci a Duna da Espanha que falava português para nossa alegria e conheci Romain e Rayan da França. Fechamos o bonde e fomos pro Sunday Market dar esse rolê. Esse é o mercado mais famoso e bem local de Chiang Mai! Sorte de estar lá no dia certo. Voltamos p hostel e ficamos de boa trocando ideia.
       



      05o dia (04/11/2019) CHIANG RAI
      Esse dia foi muito mágico e inesquecível tb! Tomei um café rapidex e aguardei a van do tour pra Chiang Rai. A Apple (melhor guia de todas) estava lá esperando comigo! Trocamos ideia até a van chegar e nossa cara que sorte de conhecer esse anjo! Que menina especial a Apple! Partimos p longa jornada e seguramente a melhor jornada templária que eu tive!
      Iniciamos pelo Templo Branco Wat Rong Khun. Depois almoçamos e experimentei Ka gai, uma sopa bem apimentada! Muito apimentada enfim.. Matilde e Naomi da Bélgica e Andrew da Cali se juntaram a mim e tivemos essa experiência juntos! Voltamos pro tour direto pra Black House Baan si dum é um museu de taxidermia bem legal. E Fechando a saga templária do norte, o melhor templo de todos pra mim, o Templo azul ou Wat Rong Seur Ten. Adorei demais não sei explicar porquê! O Buda branco me trouxe uma energia e uma sensação inexplicável fiquei presa lá dentro conectando com a energia e tudo mais... dia lindo! Gratidão! Cheguei no hostel encontrei com os meninos e marcamos um dez. Me despedi deles e fui de berço.
       








      06o dia (05/11/2019) CHIANG MAI - KRABI - RAILAY BEACH
      Rumo a saga litorânea do sul! 👊🏼
      Acordei bem cedo, tomei um café rápido no hostel novamente pq meu voo pra krabi era de manhã bem cedo. Fui de Grab car por conta da mochila e saiu por 180 THB. Escala em BKK depois finalmente parada em Krabi peguei um bus 150 THB até o Ao Nang Mao pier. Conheci no píer dois portugueses gente boa Daniela e Antonio esperamos o barco juntos pra partir pra Railay Beach. O Barco até Railay era 100 THB. 
      Chegando em Railay já senti o vibe de praia, maresia e pah abri aquele sorriso feliz em saber que os próximos dias sería de pura praia, sol, e relaxxx... Encontrei um resort mais em conta que era o Rapala Rockwood Resort no meio da mata em Railay East. Fechei (1460 THB por 3 noites) era bem simples com banheiro compartilhado, tinha que fazer um hiking pra chegar no quarto mas oh, super válido! Chiang Mai de longe meu lugar predileto, mas Railay é superrr vibeee!!! Que lugar encantador! Fui direto pra prahnang, não ia perder tempo em me encontrar com as águas do mar já que moro nas montanhas de Utah e faz mais frio que calor. Lindíssima a praia! Fui fechar o tour Hong island que foi a maior “facada” da trip tirando a tattoo (1600 THB). Depois voltei pro resort, peguei meu livro (único momento que consegui ler) e fiquei marolando. Até que dormi bem cedo!




       
      07o dia (06/11/2019) RAILAY BEACH - HONG ISLAND 
      Esse foi o melhor tour das ilhas que fiz! Antes de partir tomei um café da manhã, dessa vez mas de boaça e talz... Antes de partir conheci um casal de brasileiros gente boa demais Carlos e Laís minha xará, ambos de MG. Parti pra Railay west fazer o passeio. Conheci Oxana da Ucrânia (casada com 3 filhos e tb tava viajando sozinha) e o Carl de Wales UK durante o tour. Nos divertimos muito nesse passeio e firmamos a família Railay Beach! Marcamos na praia pra assistir o pôr do sol que foi irado demais! Chegamos e marcamos de comer um padthai de moral barato e gostoso! O casal brasileiro encontrou com a gente mas foram embora cedo. A gente partiu pro Last Bar, movimento tava maneiro lá, conhecemos uns alemães e um casal de americanos que vivem em Chicago ficamos jogando sinuca com a galera. Depois partimos.
       












      8o dia (07/11/2019) RAILAY BEACH
      Vishhh acordei e muita chuvaaa depois do café da manhã! Conheci o Austin do Alabama e a Clara uma brasileira de SP. Depois o Paul australiano gente fina chegou e agrupou. Voltei pro quarto e esperei a chuva passar. Aproveitei pra fazer laundry nesse dia tb no resort mesmo (60 THB). A chuva passou e eu fui pra praia prahnang e nossa mano que água perfeita! Que praia! Simplesmente entrei na água e só fui sair em 2020. A Oxana e o Carl apareceram e a gente  fez até um ioga de leves com um Russo que tava praticando por conta própria chamando geral pra participar rs mas ngm parava, que figura! Voltamos e fui pra massagem (450 THB) depois do banho. Também comprei o transfer pra Ko phi phi (400 THB). Nos encontramos pra comer e até dei palhinha de hostess no restaurante (vai que cola um trampo em Railay???) nunca se sabe!!! Voltamos e passamos no Last bar de novo. Foi chato despedir mas faz parte da vida né? Foi ótimo o tempo que passamos juntos Oxana e Carl! Dois abraços inesquecíveis. Sorte na vida conhecer essas duas almas lindas! Mochileiros deixam um pouco de si, levam um pouco de cada. 
       


       
      09o dia (08/11/2019) RAILAY BEACH - KO PHI PHI      
      Na real queria mais um dia em Railay, maassss estava animada demais pro sonho Ko phi phi! O trajeto até a ilha foi bizarro pq a gente troca de barco no meio do mar e o barco balança a vera. Fizemos a troca louca, sentei no ferry até phi phi e dormi a lot!!! Hahahhaha acordei já na ilha e de cara vi um MC donalds e um Burguer King e eu fiquei como??? WTF??!! Mas tudo bem tb faz parte. Cheguei lá e procurei um hostel que tinha visto no booking.com (indico mais que hostelworld) um preço legal pra 4 noites (1080 THB) fechei! Nome do hostel é ploydorm! Super curti o hostel e a galera que trampa lá. Conheci a linda Soph e o carioca Tailandês Pah. Larguei tudo por lá mermo e parti pra praia Long Beach. Que foi meu destino em quase todos os dias lá. Uma caminhada de leves, eu fiz com a Kayla e o Tom do Texas. Conheci eles lá no ferry quando aportamos e indo p praia encontrei com eles de novo no caminho. Acabei me machucando com a pedras que tem dentro do mar então já fica a dica tb pra essa praia que é linda mas têm muitas pedras! Marquei lá até escurecer, a galera foi embora mas eu fiquei (rata de praia somos com orgulho). Voltei e fui dar um rolê na ilha, de noite é muito agitado o que me incomodou um pouquinho mas nada que tirasse a vibe boa q já habitava em mim. Voltei e fiquei no hostel mesmo onde acabei conhecendo a Silvia da Itália e o Alex da Cali. Trocamos mohhh ideia até altas horas e dps partimos pro bercin.
       

      10o dia (09/11/2019) KO PHI PHI
      Acordei no gás e já parti pra fazer trilha! Pointview (30 THB) Irado o pico vale a pena demais chegar lá! Voltei, comi uma parada de leves, fui pra Long Beach de novo e voltei decidida a fazer a tattoo (14000 THB). Comecei a fazer mas a princípio queria com bamboo só que não daria tempo de ficar pronta. O Bao foi o artista local que fez o trampo. Fiquei lá 6 horas com ele entre intervalos e ficou top a arte! Fui dar um rolê depois na noite e voltei fiquei no hostel trocando ideia com a Silvia de novo e uma sueca mucho crazy que tava morando lá no hostel hahahhahahaha (um dia chego lá). 





      11o dia (10/11/2019) KO PHI PHI 
      Esse dia tava bem de boa querendo só relaxar e um pouco cuidadosa com a tattoo e novamente fui de Long Beach. Dessa vez na companhia da Sara de Vancouver, Cíntia espanhola e do Paul (australiano que conheci em Railay). Fomos pra Long e passamos o dia lá! Voltamos e fomos comer. Nesse dia fui no Karaokê com o Pah, o local que tava me ajudando nas paradas da tattoo. Nos divertimos e depois eu voltei pro hostel, dormi cedo dessa vez porque tinha tour pra fazer no outro dia. Función!


      12o dia (11/11/2019) KO PHI PHI - BAMBOO ISLAND
      Último tour da trip e a praia com água mais cristalina que vi por lá! O tour custou total (900 THB) e foi de longtail. Todos os tours de barco incluem almoço e talz se não mencionei anteriormente. Bom começamos na parada do sharkpoint mas não rolou de ver porque eles não brotaram. Depois paramos na Bamboo Island, e que paraíso!!!!! Lugar lindo demais! Super clara e temperatura da água maravilhosa! Marcamos uma hora e meia lá e voltamos pra monkey beach e tiramos uma casquinha na Maya Bay do lado oceânico, já que tá fechada pra acesso. No final voltamos na hora do por do sol dentro do mar. Que experiência!!! Muito lindo! Voltei do passeio e fui tomar banho e me encontrar com as meninas Cíntia e Sara. Também encontrei nesse dia com Carol e Gilberto de novo!!! Acabei indo com as meninas pra praia mas decidi voltar pq queria ficar tranquila de boa. Marquei no Karaokê um pouquinho e voltei pro hostel. Na volta encontrei com Alex meu vizinho de hostel e trocamos uma ideia lá. A Sara voltou e colou com a gente tbm! Gilberto e Carol tb brotaram e ficamos de social lá. Aproveitei o máximo q podia com eles pq dia seguinte já ia partir.






      13o dia (12/11/2019) KO PHI PHI - KRABI - BANGKOK 
      Tudo que é bom dura pouco mas a gente aproveita até a última ponta de tempo né?! Nesse dia acordei e já fechei o ferry pra krabi que deu (300 THB) a Soph fez um desconto pra mim lindo! Encontrei com o Alex e partimos pra Long Beach juntos! Follow the flow joeee. Claro que rolou aquele suco da fruta de lei antes da praiana. Tivemos um dia incrível em Long Beach, trocando altas ideias até chegar o ponto de esquecer o horário do ferry hahahahahhahaha fiquei mais na correria do que pra chegar em Chiang Mai. Valeu a pena cada segundo que atrasei! Corri até a China pra pegar esse ferry né? Não tive nem tempo de despedir dos locais que conheci na ilha mas sabe aquela sensação de que voltaremos no lugar? Pois é. Só entrei no ferry e fui. E agradeci muito pela oportunidade de ali ter criado tão boas conexões e experienciado momentos que vou levar pra sempre comigo. 
      Cheguei no aeroporto de van (150 THB) com um casal de espanhóis que estam morando no Chile. Me atualizaram todos eventos em ultimato! O voo atrasou pra BKK mas chegamos com muita fé em BKK. Peguei um grab até o hostel (HeRe Hostel de novo) que deu (180 THB). Conheci uns caras do Paquistão que me contaram que amam o Brasil e que aliás sabiam de muita coisa que rola. Fiquei de cara! E fui morgar sério depois.
       

      14o dia (13/11/2019) BANGKOK 
      Despedida da Tai com chave de ouro. Acordei tomei café e colei com os malucos do hostel, o Scott de Montana, o Diether da Bélgica e um alemão que não lembro o nome dele mas gente boa! Fomos no Wat Pho (200THB). Missão final da trip. Fui com eles e no final voltei pra Khao San pra ver umas paradas pra levar pra casa. Fiquei no hostel com a galera de Netherlands que tava em massa em BKK naquele dia! Voltei na Khao San pra comer e regressei ao hostel. Combinei com um casal holandês de ir pro aeroporto juntos no dia seguinte e teve um alemão que tb ia colar c a gente pra ratiar esse grab! Dormi um pouco tarde, fiquei trocando maior ideia com o Diether antes de dormir.
       

      15o dia (14/11/2019) BANGKOK - LA 
      TCHAUUU Tai!!! Sat wat dee ka 🙏🏼 Khop koon ka
       
      Muita gratidão e também aquela vontadinha de ficar mais tempo né?! Mas enfim, tomei meu café e fechei c a galera o grab até o aeroporto (140 THB pra cada um contando pedágio.) 
       
      E essa foi a minha jornada nesses dias incríveis e inesquecíveis nesse país maravilhoso! O medo de ir sozinha não durou quase nada, e por fim, foi uma grande experiência pois abri mais meu coração e tive oportunidade de conhecer tanta gente legal pra compartilhar experiências! É isso que levamos da vida né? E viajar nesse estilo pelo menos pra mim é a melhor forma de aprender a viver. A Rotina é importante e faz parte mas é fundamental não ter planos tb. Essa foi a grande lição da trip!
       
      ” O que se leva da vida, é a vida que se leva!” 
       
      OBS: Ainda tô montando a planilha com gastos mais detalhados, mas qualquer dúvida estou aqui aberta e disponível pra ajudar! Mais uma vez obrigada Mochileiros!!! 🎒👊🏼🙏🏼
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       







       



    • Por Fer nanda
      Olá! Tudo certo?
      Estou de voluntária do Worldpacker até dia 06/02, após isso vou à Praia do Rosa.
       
      Sabem como está a questão de caronas na BR-101/SC nesse trecho?
      Não há pedágios neste trajeto o que dificulta as paradas
       
      Estou em dúvida sobre para qual data tento um Coushsurf/Worldpacker nessa região de Imbituba-Garopaba, acho que vou deixar uns 4 dias para fazer esse trajeto. Algum experiência para contar?
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado na Bolívia no final de 2018, se liga na vibe do nossos visinhos bolivianos...
       
      1º Dia: Partida - 26/12/2018 - 15h00 - São Paulo x Porto Quijarro - Empresa La Preferida R$315,00
           Partimos de São Paulo dia 26 de Dezembro de 2018 as 15:00pm da tarde do Terminal Rodoviário da Barra Funda. O ônibus teve um atraso de 30 minutos para que todos os passageiros guardassem suas bagagens no ônibus. A viagem é tranquila e o ônibus muito bom com banheiro e água da empresa La Preferida. Este primeiro trecho da viagem foi entre São Paulo à Porto Quijarro já na Bolívia. A viagem foi tranquila com duração de quase 23 horas e com paradas de 3 em 3 horas. 

       
      2º Dia: Partida - 27/12/2018 - 13h00 - Porto Quijarro x Santa Cruz de la Sierra - Empresa 2 de Mayo Bs$100,00 - Moto Táxi Bs$6,00 - Taxa terminal Bs$3,00 
           Depois de horas na estrada estávamos próximos ao serviço aduaneiro de fonteira terrestre - ADUANA - na fronteira com a Bolívia. Pensamos que o ônibus iria parar para que fizéssemos a saída do Brasil e depois a entrada na Bolívia, mas o ônibus passou direto na fronteira e só parou no Terminal Rodoviário de Porto Quijarro, já em território Boliviano. No terminal rodoviário trocamos um pouco de real em pesos bolivianos e guardamos nossas mochilas na sala vip da empresa La Preferida que foi gentilmente cedida aos passageiros, logo depois pegamos um moto táxi por Bs$3,00 bolivianos para retornar à fronteira para darmos a saída do Brasil na ADUANA Brasileira e firmar a entrada na ADUANA Boliviana. O trecho do terminal rodoviário até a fronteira leva menos de dez minutos. Chegamos na fronteira e atravessamos para o lado brasileiro novamente para fazer a saída do Brasil. A fila estava grande para quem fosse dar entrada no país mas para quem era brasileiro e estava dando a saída do país, no caso do Brasil, estava sendo atendido mais rápido. Fomos atendidos depois de uns 40 minutos e corremos para a fila da ADUANA Boliviana que esta um pouco menor. Carimbamos nossos passaportes e firmamos a entrada na Bolívia. Agora estávamos em dia com o controle de imigração rsss. Após todo trâmite da fronteira retornamos para o terminal rodoviário para almoçar e comprar nossa passagem para a nossa próxima parada, a cidade de Santa Cruz de la Sierra. Compramos em um dos diversos guichês na rodoviário pela empresa 2 de Mayo por Bs$100,00 bolivianos mais a taxa do terminal de Bs$3,00 bolivianos para as 13:00pm com aproximadamente 16 horas de duração. Poderíamos pegar o famoso Trem da Morte pelo mesmo valor e que também sai de Porto Quijarro mas leva um pouco mais de tempo para chegar em Santa Cruz e como estávamos com pouco tempo preferimos ir de ônibus mesmo. 
                       
           A viagem foi tranquila passando por diversas florestas e rios nos mostrando paisagens lindas do território boliviano. Fizemos algumas paradas durante o caminho para comer e ir ao banheiro pois no banheiro deste ônibus só podia mijar. Logo no começo da viagem o cobrador pediu para que quem precisasse cagar era pra pedir pra ele que eles paravam o ônibus para a pessoa fazer na estrada, pois como a viagem seria longa, se fosse fazer no ônibus mesmo ninguém aguentaria o cheiro. Mas ninguém precisou rsss. 
       
      3º Dia: Partida - 28/12/2018 - 11h30 - Santa Cruz de la Sierra x La Paz - Empresa Concórdia Bs$220,00 - Banheiro Bs$4,00 - Taxa Terminal Bs$5,00
           Chegamos em Santa Cruz por volta das 4:00am da madrugada. Ficamos aguardando o Terminal Bimodal de Santa Cruz abrir as 6:00am para poder fazer o cambio da moeda e comprar nossas passagens para nosso próximo destino, La Paz. Ficamos aguardando em alguns bancos que tem do lado de fora do terminal, quando um policial da INTERPOL abordou um de nós pedindo o documento de entrada na Bolívia. Documentos conferidos e fomos liberados rapidamente. Se não tivéssemos feito a entrada no país seríamos multados por estarmos ilegais no país pagando uma multa por este delito. 
           O terminal começou a abrir e logo vimos uma mulher vendendo as passagens para La Paz pela empresa chamada Concórdia pelo valor de Bs220,00 bolivianos, já adiantamos e compramos.  Depois entramos no terminal para aguardar nossa partida que seria somente às 11:30am, então tínhamos um bom tempo para comer, trocar dinheiro, tomar banho e dar uma volta pelos arredores do Terminal Bimodal de ônibus de Santa Cruz de la Sierra. Pagamos Bs1,00 boliviano para banheiro e Bs3,00 bolivianos para banho no terminal, isso acontece em toda a Bolívia, todo banheiro será cobrado, seja para necessidades ou seja para banho. Então separem suas moedinhas, pois elas serão muito úteis para isso. Outra utilidade para as moedas, são as taxas de embarque que todo terminal de ônibus cobra. Depois que compramos nossa passagem tivemos que ir em outro guichê para pagar a taxa de embarque do terminal que nos custou Bs$5,00 bolivianos. Dentro do ônibus antes de sair do terminal, um fiscal entra conferindo pessoa por pessoa o pagamento da taxa. 
        
        
           Andamos nas ruas ao redor do terminal e encontramos diversas barracas com comidas de rua. Tinha bastante comida típica, muitas sopas e caldos, sucos e escolhemos para começar as famosas salteñas e empanadas boliviana. São maravilhosamente deliciosas e valeu muito a pena experimentar. Comemos também o famoso cuñapé, que seria o pão de queijo boliviano. Outra delicia boliviana mas confesso que os pães de queijo da minha avó são infinitamente melhores que os cuñapé boliviano ahuahuahuahu. Desculpa aew Bolívia rs. 
           Retornamos ao terminal e embarcamos rumo a La Paz em uma viagem aparentemente tranquila mas assim que íamos distanciando de Santa Cruz o trajeto começou a ficar um pouco tenso. O trecho que passamos estava em obras e tivemos que passar por diversos desvios ao lado de desfiladeiros e enormes rios que cruzávamos a todo momento. Mais a noite o tempo mudou e começou a chover forte e o trânsito ficou bastante lento em alguns lugares. Com a noite chegando, a escuridão dominava e não tínhamos noção de onde estávamos passando, mas quando um relâmpago clareava tudo r nos dava a visão  do quão perigoso estava o trecho que estávamos passando. 
           Após o transtorno do trecho em obras fizemos mais uma parada para esticar as pernas, ir ao banheiro, comer alguma coisa, comprar água pois seria a ultima parada até La Paz. Como estava um calor de quase 30º graus desde Porto Quijarro, não nos importamos em colocar roupas de frio e seguimos em frente. Assim que o ônibus começou a chegar próximo da cidade de El Alto por volta das 5:00am da manhã sentimos o verdadeiro frio da Bolívia.

       
      4º Dia: Partida - 29/12/2018 - La Paz - Banheiro Bs$1,00 - Hostel Bs$153,00 - Van Bs$5,00 - Teleférico Bs$3,00 - Empresa Diana Tour Bs$40,00    
           Pela janela do ônibus só se via um descampado sem árvores, sem vegetação, coberto somente por uma grama curta e alguns arbustos e muito frio. Tinham diversas casas feitas de barro no meio do nada. Meu coração começou a bater mais forte e a falta de ar também começou levemente. Estava com os esfeitos da altitude, o soroche. Notei que estávamos próximos de El Alto, a última cidade antes de La Paz. O ônibus fez uma parada e mais da metade dos passageiros ficaram por ali mesmo. Perguntamos se ali seria o ponto final do ônibus. Algumas pessoas e o cobrador responderam que sim. Que teríamos que descer ali e pegar o teleférico até La Paz. Quando pegamos nossas mochilas do bagageiro do ônibus, perguntei para o motorista se ali seria o ponto final. Ele respondeu que não, que ali era ponto final pra quem era de El Alto. Subimos novamente no ônibus e ai sim seguimos rumo ao Terminal de Buses de La Paz.
           Chegamos por volta das 7:00am da manhã no terminal e bem na hora do rush. Havia muito congestionamento e resolvemos saltar do ônibus antes de chegar no terminal e continuarmos a pé o trajeto. No terminal de buses de La Paz usamos o banheiro por Bs$1,00 boliviano, compramos nossas passagens para Copacabana por Bs$40,00 bolivianos pela Diana Tour e usamos o wi-fi gratuitamente para podermos acessar o mapa no telefone para  poder seguir a pé para a Rua Sagarnaga. Esta rua esta concentrado a maioria das agências de câmbio, das agências de turismo, hotéis, pousadas e hostel. Fica bem próximo do Mercado Lanza, do famoso Mercado de las Brujas, da Igreja e Convento São Francisco, da Av. Illampu que contém diversas agências de turismo também. Ficamos hospedados no Hostel York B&B na rua Sagarnaga mesmo por Bs$153,00 bolivianos a diária por um quarto duplo, café da manhã e com banheiro privado. Como chegamos muito cedo no hostel e o check-in seria um pouco mais tarde, guardamos nossas mochilas na recepção do hostel e tomamos algumas xícaras de chá de coca para amenizar os efeitos da altitude que já estavam dando seus sinais. Ficamos por alguns bons minutos na cozinha do hostel tentando acostumar com aqueles sintomas e assim que o chá de coca fez efeito resolvemos sair pra rua para encontrar agências de câmbio para trocar nosso dinheiro e aproveitamos para dar uma volta na rua do Mercado de las Bruxas que estava começando a abrir.   
        


         


           Retornamos para o hostel para fazer o check-in, pois já estava no horário, nos acomodamos no quarto que reservamos, tomamos um belo e merecido banho, arrumamos as mochilas menores e bora pra rua novamente almoçar e aproveitar o dia que por incrível que pareça estava fazendo sol com todo aquele frio. Então não podíamos perder tempo e saímos logo em direção à Praça Murillo, um dos cartões postais de La Paz. 
       
       

           Ficamos um tempo nesta praça até que resolvemos perguntar para um guarda como se chega no Mirador Kili Kili. Ele nos orientou a pegar um tipo de van por ali mesmo em uma esquina da Praça Murillo pagando Bs$5,00 bolivianos que conseguiríamos chegar na entrada do mirador. Achamos a van e aguardamos por alguns minutos até que lotasse a van de passageiros. O percurso até o mirador durou apenas 10 minutos. A van percorre alguns lugares da cidade parando em alguns e seguiu rápido em direção ao mirador. Transporte barato, rápido e eficaz.  










           O Mirador Kili Kili nos da a visão da grandeza de La Paz. Tem uma vista impressionante da cidade. Ficamos por horas neste local, até que o tempo que estava aberto se fechou de uma hora pra outra e começou a chover até granizo. Ficamos por quase uma hora em um abrigo no mirador aguardando a chuva passar. Foi impressionante ver aquela tempestade do mirador com seus raios cortando toda a cidade de La Paz.
           Assim que a chuva deu uma trégua conseguimos ir até o ponto e pegamos a van que nos deixou na Praça Murillo novamente. De lá fomos ao mercado Camacho comer uma típica comida boliviana. Estava frio e chuvoso e nossos estômagos estavam roncando de fome. Andamos por cerca de 10 minutos e já estávamos no Mercado Camacho. Pedimos dois pratos tipicamente bolivianos porem esquecemos de perguntar quantas pessoas eles serviam ahuauhaua. Vieram dois pratos enormes, um chamado Picana Navideña e outro chamado Planchitas que juntos serviam 4 pessoas facilmente ahuahuhauhau. Fiquei pensando depois que o garçom poderia ter nos avisado rsss mas tudo bem, comemos até o cu fazer bico! kkkkkkkkkk 

       
           Barriga cheia, pé na areia! Saímos do Mercado Camacho e fomos nos aventurar nos famosos teleféricos da cidade. Foi sensacional andar por cima da cidade naquelas cabines. Parecia que estávamos flutuando sobre La Paz. O sistema teleférico em La Paz foi inaugurado no ano de 2014 ligando as cidades de El Alto e La Paz. Hoje em dia La Paz contém 9 linhas integradas levando 18.000 pessoas por hora, facilitando o trânsito caótico gerado pela geografia caprichosa do lugar. As linhas são interligadas, porém cada uma delas será cobrado uma tarifa de Bs$3,00 bolivianos caso tenha que trocar de linha. 
         


       
       

            Retornamos ao hostel para descansar um pouco e aclimatar pois o soroche estava acabando com nosso fôlego e o coração disparava a toda hora. Como íamos subir mais ainda resolvemos ficar de booooa no hostel pois logo de manhã iriamos sair em direção ao Terminal de Buses de La Paz para tomar o ônibus para o nosso próximo destino, a cidade de  Copacabana às margens do lago mais alto do mundo, o Lago Titicaca.
       
      5º Dia: Isla Del Sol - 30/12/2018 - La Paz x Copacabana x Isla Del Sol
       
      (((((Continua no próximo post))))
       
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