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CINGAPURA, MALÁSIA E TAILÂNDIA + 2 STOPOVERS EM PEQUIM E FRANKFURT (OUT/NOV - 2018) - Histórias, fotos, gastos, vídeos... sem jet lag e com inglês ruim


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DIA 25 - 11/11 - Bangcok

 

Acordei até que cedo, tomei o café da manhã que serviam lá, que consistia em café, um suco de laranja feito na hora, duas torradas, geléia, manteiga e uma banana; e depois parti pra conhecer o mercado.

O sistema de ônibus de Bangcoc é bastante confuso, mas baixei os mapas off line das linhas e estudei bastante, e com o tempo acabei pegando a manha de usar. Segui em direção ao Democracy Monument e lá peguei o ônibus 44 (segundo mapa era o que ia pra lá), era um ônibus bem melhor que o peguei no dia anterior, que era bem velho. Esse tinha até ar condicionado, e era um pouco mais caro ("ridículos" 15 baths, o que dava mais ou menos 1,70 real).

Como cheguei cedo, o lugar ainda não estava lotado, o que faz muita diferença.Pensem num labirinto, o lugar é enorme, não por acaso é considerado o maior mercado do gênero do mundo, e fica a dica: se achar algo que quer com um preço ótimo, compre na hora, porque se resolver andar mais um pouco pra voltar depois dificilmente achara a loja de novo (aconteceu isso comigo). Ali você vai encontrar de tudo: lembranças, decoração, comida, vestuário, ferramentas, itens de coleção, enfim, tudo mesmo que imaginarem, e digo mais, é o lugar mais barato para comprar lembrancinhas e roupas que achei em Bangcok, é parada obrigatória na cidade.

Por volta da hora do almoço o lugar começa a lotar de uma forma que fica quase intransitável, por isso é bom chegar cedo. Comprei bastante coisas lá, inclusive uma coisa que queria muito um chapéu daqueles estilo vietcong, custou 100 baths, na Khao San Road vi por 150 e no mercado flutuante não lembro o valor mas era mais caro. Fiquei mais ou menos umas 3h lá, inclusive almocei lá.

Depois peguei outro ônibus até o também famoso MBK Center, uma espécie de shopping que dizem ter de tudo e ser o paraíso dos eletrônicos, não que eu quisesse comprar algo, era mais pra conhecer mesmo. Ah, já fui num ônibus velho igual ao do sábado (linha 29).

É um shopping com 4 ou 5 pisos, não lembro bem, e realmente tem bastante coisas, não só eletrônicos, mas também roupas, lembranças. Mas claro que os eletrônicos são o carro chefe do lugar.

Andei bastante pelo lugar e depois decidi conhecer um lugar que a princípio não estava no roteiro mas chegando em Bangcok eu ouvi falar bem dele: o Templo Dourado (Wat Saket). Como vi pelo Maps que não era tão longe, eu decidi ir a pé, Caminhei um bocado até chegar próximo, ele fica numa espécie de morro, a bilheteria fica lá embaixo, você compra a entrada e sobe uma escadaria, é uma boa subida mas nada de muito pesado.

Do alto você tem uma vista privilegiada da cidade, vale muito a pena, e ainda pude ver um belo pôr do sol.

Assim que anoiteceu, voltei para o hostel (caminhei mais um bom bocado), e mais tarde fui para a Kaoh San Road tentar achar alguma agência para fechar algum passeio (pensava no mercado flutuante e talvez no mercado do trem) e também achar ônibus para Ao Nang. Entrei em umas duas, uma delas me interessou bastante os valores (não lembro agora de cabeça e nem anotei), mas quando retornei ao hostel lembrei que havia uma agência anexa a ele e pensei em depois ver quanto sairia com eles (eles já estavam fechados).

No meu quarto ainda conheci uma mineira que estava viajando sozinha pelo Sudeste Asiático e ficaria uns 2 dias em Bangcok.

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Em todos os pontos de ônibus está escrito quais linhas passam lá e seus trajetos

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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Mercado Chatuchak

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MBK Center

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MBK Center

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MBK Center

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MBK Center

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MBK Center

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MBK Center

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MBK Center

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MBK Center

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MBK Center

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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Templo Dourado

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 GASTOS DO DIA

 

Ônibus: THB 15,00

Chapéu: THB 100,00

Flâmula: THB 120,00

Imã e chaveiro: THB 200,00

Camisa: THB 130,00

Almoço: THB 50,00

Coca: THB 20,00

Ônibus: THB 6,50

Waffle: THB 20,00

Coca: THB 20,00

Templo: THB 50,00

Jantar: THB 50,00

Coca: THB 17,00

Smoothie: THB 40,00

 

TOTAL: THB 838,50

 

 

Continua...

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DIA 26 - 12/11 - Bangcok

 

Nesse dia resolvi conhecer talvez o maior cartão postal de Bangcok: o Grand Palace. Vi, como sempre, que dava pra ir a pé e fui, deu pouco mais de 2km. No caminho, avistei o que parecia um templo branco e entrei para ver, era o Bangcok City Pillar, outro lugar que não estava no roteiro e me surpreendeu muito, é um complexo que tem um templo e nesse fica uma espécie de pilar (que dá nome ao lugar) e alguns pavilhões, num deles tava rolando uma apresentação meio que folclórica deles, foi bem legal.

Chegando no Grand Palace, avistei uma enorme fila pra entrar, mas no final foi até rápido, e lá dentro você antes de entrar precisa entrar num sala onde deve colocar uma calça, eu tinha uma na mochila, mas caso não tenha eles arrumam lá (não lembro se é cobrado ou não), e só depois você entrar no complexo. Não posso negar, o lugar é fantástico, foi o rolê mais caro da viagem (500 baths, uns 57 reais), mas compensa, só que tem um problema: é absurdamente lotado de gente, é difícil se locomover, tirar uma foto, entrar nos lugares, foi bem estressante. Fora que, uma coisa que não curto muito, é essa história de certos lugares não poder fotografar, como no Templo do Buda de Esmeralda (Wat Phra Kaew) que, sinceramente, nem é tudo isso. É uma estátua de buda que fica bem no alto e é bem pequena e seus olhos são duas esmeraldas, é bonita, mas nada de absurdo. O lugar é bem grande e tem vários santuários para se visitar, e depois você sai por uma porta (e depois não pode voltar mais) e vai até a atração principal: o tal do palácio real, que na verdade não era mais, mas foi por muito tempo a residência dos reis de lá. De lá você já sai pra rua e acaba o rolê. Valeu a pena? Até valeu, mas fiz rolês bem melhores que esse. Ah, e tem um detalhe: quando você compra o tíquete, eles dão dois bilhetes, e só um fica na entrada, o outro fica contigo, mas como é igualzinho desconfio que na verdade você pode entrar duas vezes lá, não pesquisei a respeito e também pra mim uma vez já foi o suficiente.

De lá almocei num Subway que ficava bem na frente e depois segui para o Templo do Buda Reclinado (Wat Pho), é bem próximo ao Grand Palace. O lugar também é bem grande, mas não estava tão lotado e eu acabei gostando muito mais desse lugar. A atração principal é, claro, a enorme estátua do buda deitado, ela é imensa. Outra coisa que gostei é que o ingresso dá direito a uma garrafa de água, você pega numa espécie de quiosque lá dentro do complexo.

Saindo de lá, fui até a rua de trás do templo para pegar a balsa e passear pelo rio Chao Phraya e descer num lugar chamado Asiatique, é uma espécie de pier onde tem muitos barzinhos, um bom calçadão pra caminhar e ver o pôr do sol. Só que chegando no píer onde pega o barco ele só ia até o Templo do Amanhecer (Wat Arun) que fica do outro lado do rio, tem a opção do tour turístico que custava 1000 baths.

Já estava puto quando descobri que na verdade o barco do passeio saia de trás do Grand Palace, e lá fui eu, e de fato, lá era de onde saiam os barcos. São 4 tipos: o laranja, que custava 15 baths; o amarelo, que custava 20 baths; o verde, que custava 30 bahts; e o azul, que era o turístico e custava 50 baths. Na prática eram todos a mesma coisa, o que diferenciava era uma bandeira com a cor na parte de trás, e os horários que eles faziam, o azul ficava até mais tarde. Esses barcos param em vários píers ao longo do rio e o "ponto final" é em Taksin, que fica ao lado de uma estação de BTS com o mesmo nome, e de lá você um barco Shuttle (custo 0800) até Asiatique.

Comprei, obviamente, o laranja, e esperei, mas pensa numa desorganização, a fila mó bagunçada, uns caras falando num megafone algo incompreensível, e conforme os barcos chegavam o povo embarcava, o laranja demorou bastante pra vir. O passeio é bem legal, a vista do rio é bacana, você vê a região mais desenvolvida de Bangcok, um prédios enormes. Descemos no pier final e esperamos o Shuttle, demorou um pouquinho mas logo embarquei e rapidinho ele chegou em Asiatique. O lugar é bem bonito mesmo, tem bares, restaurantes, fast foods, uma grande galeria de compras (aproveitei e comprei uns presentes), estava lotado de gente, é o local onde os tailandeses fazem seu "happy hour".

Fiquei um bom tempo lá, vi o pôr do sol e decidi voltar cedo para pegar o último barco laranja (era ás 19h), desci no píer próximo à Kaoh San Road, jantei por ali mesmo e voltei pro hostel, estava cansado e com algumas assaduras por conta do calor.

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Bangkoc City Pillar

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Bangkoc City Pillar

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Bangkoc City Pillar

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Bangkoc City Pillar

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Bangkoc City Pillar

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Bangkoc City Pillar

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Bangkoc City Pillar

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace (Templo do Buda de Esmeralda)

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace

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Grand Palace (O famoso palácio real)

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Grand Palace (O famoso palácio real)

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Wat Pho

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Píer onde pega o barco

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Barco laranja

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Rio Chao Phraya

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Rio Chao Phraya

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Rio Chao Phraya

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Fila para o barco shuttle

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Rio Chao Phraya

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Rio Chao Phraya

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Asiatique

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Asiatique (horários do barcos)

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Asiatique

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Asiatique

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Asiatique

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 GASTOS DO DIA

 

Grand Palace: THB 500,00

Almoço (Subway): THB 188,00 (combo)

Buda reclinado: THB 100,00

Cartões postais: THB 20,00

Limonada: THB 50,00

Pepsi: THB 16,00

Barco: THB 30,00 (2 * THB 15,00)

Canecas: THB 300,00 (3 * THB 100,00)

Jantar: THB 50,00

Água: THB 13,00

Sorvete: THB 30,00

 

TOTAL: THB 1297,00

 

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DIA 27 - 13/11 - Bangcok / Ayyuthaya / Bangcok

 

Levantei bem cedo pois o dia seria longo, iria fazer um bate-volta em Ayyuthaya. Antes de sair, renovei mais uma diária no hostel e parti para começar a viagem. Tinha estudado todo o trajeto: teria que pegar um ônibus (linha 47) próximo ao Monumento da Democracia até próximo da estação de metrô Sam Yan, pegar o metrô e andar uma estação até Hua Lamphong, descer e caminhar até a estação de trem que tem o mesmo nome (assim que sai do metrô já segue um caminho direto por dentro mesmo, sem precisar sair pra rua).

Mais uma vez o 7-Eleven me salvou e trocou uma nota de 1000, que era minha filha única de mãe solteira, e fui para o ponto pegar o ônibus. O ônibus demorou um pouco pra passar, mas também não demorou muito até o metrô, e por consequência logo estava na estação de trem. Existem 3 classes de trem, comprei o da terceira que custava apenas 15 baths, a diferença pra segunda era enorme (algo em torno dos 300 baths) e como era uma viagem de umas 2h o desconforto não seria problema. Além disso, havia um trem que sairia em 5 minutos. Fui para a plataforma, tendo um pouco de dificuldade de saber onde era a correta, pois os trens são todos iguais e no bilhete eu não conseguia identificar o número dela, pedi ajuda a algumas pessoas até que encontrei o trem, por sorte ele atrasou um tanto e deu tempo.

O vagão onde fiquei era naquele esquema de um banco de frente para o outro, o espaço era apertado, o banco era duro, seria bastante desconfortável caso a viagem fosse muito longa, como para Chiang Mai, por exemplo, e havia uma espécie de bagageiro para colocar as coisas acima. Sentei de frente a um casal de senhores, e logo que o trem partiu o senhor puxou assunto, perguntou de onde eu era e eu disse que do Brasil, mas ele entendeu Barcelona, daí expliquei que não e tal e a conversa se desenrolou, ele fez muitas peguntas do Brasil, mostrei no celular dele algumas fotos de lugares bonitos daqui, ele gostou muito, mas o curioso é que ele cismou com Barcelona, até desencanei hahahaha. Ele era do Vietnã mas morava na Tailândia, também estava indo para Ayyuthaya com a mulher, e durante a viagem ele me deu muito boas dicas do país, perguntei, por exemplo, o que ele recomendaria entre Krabi, Ao Nang ou Railay Beach, ele disse na lata que Ao Nang era a melhor opção, por questão de preço e de logística. Também me deu as dicas sobre aluguel de bike em Ayyuthaya, onde era melhor e tal e como fazia pra chegar no parque.

Chegamos em Ayyuthaya umas 11h30, e ele me acompanhou até a saída da estação, me mostrando o local onde se alugavam as bikes, logo que você sai da estação, atravessa a rua e vai para a direita, tem uma rua onde tem bastante lugar pra alugar, eles só pedem o passaporte, tiram uma cópia e guardam com eles (quando você devolve a bike, eles te entregam a cópia), é bem fácil assim como foi em Sukhothai, custa 50 baths e pode devolver no final da tarde.

Para chegar nas ruínas, você pega a bike e segue a avenida principal até chegar onde fica a ponte, mas o acesso a ela é bastante confuso, você precisa fazer uma rotatória meio doida para poder subir na ponte, e é uma bela subida, haja perna kkkk, daí basta seguir a avenida que vem depois (precisa ter cuidado, pois quando sai da ponte vai sair numa parte que junta o trânsito dela com o local e é bem perigoso para ciclistas, requer muita atenção, fora a questão da mão inglesa que embanana o cérebro). A rua que deve entrar é a do segundo semáforo (ou farol, sinal, sei lá como se chama na sua região) à direita, basta descer e logo você verá o parque. No guichê você compra o bilhete para cada lugar que você vai, diferente de Sukhothai, onde você compra um único ingresso e entra no parque.

No final das contas, paguei apenas para visitar dois, os considerados principais, os demais apenas vi por fora, dava pra ver legal, e no final das contas era quase mais do mesmo. Fora que tem alguns que não precisa pagar, como o Wihan Phra Mongkhon Bophit e o que eu mais queria ver: o famoso Buda do Street Fighter. Para quem não sabe do que estou falando, Street Fighter é um famos jogo de lutas que tem personagens de alguns países, e existe um lutador tailandês chamado Sagat, e o cenário dele foi inspirado em um buda reclinado localizado em Ayyuthaya, pra quem quiser visitar procure no Maps por Wat Lokayasutharam.

Devolvi a bike umas 15h30, estava cansado do sol, queria almoçar e não queria voltar muito tarde para Bangcok, acabei almoçando num restaurante na rua onde aluguei a bike, pedi um fried rice chicken com curry verde, tava gostoso mas era bem apimentado, tanto que pedi até outra coca pra acompanhar.

Fui á estação e descobri que só haveria trem classe 3 às 18h48, e ainda eram 16h20. Até tinha um de segunda classe que sairia antes (umas 17h e pouco), mas pela diferença de preço preferi enrolar mais um pouco e esperar o de terceira mesmo, comprei o tíquete e fui dar mais uma caminhada pelas redondezas, e como estava muito calor entrei num 7-Eleven para comprar algo para beber. Vi uma maquininha com um negócio que parecia uma raspadinha, estava escrito que era de melancia (obviamente só identifiquei o sabor pela figura), mas o negócio tinha um gosto estranho pra cacete, não era ruim, mas também não era bom.

Retornei pra estação e fiquei na plataforma sentado usando o WiFi (que era liberado e até bom) e aconteceu algo que até então eu ainda não tinha visto na Tailândia: a tal música do rei. Explicando: todos os dias, às 18h, tem uns alto falantes espalhados pela cidade que executam o hino real, e a população para o que está fazendo para escutar respeitosamente, para ver como é o respeito e a admiração que eles têm pelo rei. E às 18h em ponto começou a tocar a tal música, quem estava sentado se levantou e ficou um silêncio no lugar.

O trem chegou no horário, e assim como na ida ele fez várias paradas no caminho, inclusive, pra quem interessar, ele para perto do aeroporto de Dom Mueang, que é o aeroporto de vôos domésticos de Bangcok. Chegamos na estação Hua Lamphong umas 21h30, de lá sai pra rua e fiquei procurando onde era o local que passava o tal ônibus que voltava pro hostel (se não me engano era 29) e quase me perdi, fiquei um bom tempo procurando qual era a rua certa que ele entrava, até que vi ele passando meio ao longe, dei um sinal achando que não ia parar mas ele parou para mim.

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Estação de trem de Bangcok

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Estação de trem de Bangcok

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Estação de trem de Ayyuthaya

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Buda do Street Fighter

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Uma rotatória qualquer da cidade

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GASTOS DO DIA

 

Hostel (+1 diária): THB 120,00

Ônibus: THB 6,50

Metrô: THB 16,00

Trem: THB 30,00 (2 * THB 15,00)

Bike: THB 50,00

Entradas: THB 200,00 (2 * THB 100,00)

Smoothie: THB 40,00

Almoço: THB 50,00

Coca: THB 30,00 (2 * THB 15,00)

Bebida 7-Eleven: THB 19,00

Ônibus: THB 6,50

Jantar: THB 50,00

Coca: THB 17,00

 

TOTAL: THB 635,00

 

 

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DIA 28 - 14/11 - Bangcok

 

Aproveitei nesse dia pra ir até a agência do hostel e fechar os passeios para o dia seguinte, minha idéia era fazer o check out no hostel, deixar minha mochila guardada lá, fazer os passeios e enrolar até o final da tarde para pegar o ônibus o ônibus para Ao Nang. Conversa vai, conversa vem, chora daqui, negocia de lá e no final fechei o tour para o mercado Flutuante de Damnoen Saduak junto com o tour do Mercado do Trem de Mae Klong, que saiu por 300 baths; e também já fechei o ônibus para Ao Nang, que saiu por 900 bahts, até achei mais barato, mas a vantagem é que vinham me buscar no hostel e a saída seria na avenida do Monumento da Democracia, enquanto muitos saíam de um terminal meio longe. Só que na hora que fechei o passeio do mercado flutuante, fiz algumas perguntas sobre como seria o passeio e recebi uma afirmação positiva sobre um detalhe que me causaria problema, mas isso relatarei mais adiante.

Tinha deixado esse dia livre para visitar algo que me interessasse ou simplesmente para descansar um pouco, sai pela rua com calma e decidi visitar o Templo de Mármore (Wat Benchamabophit), é realmente muito bonito lá dentro, vale a pena conhecer

Continuei a caminhar pela rua, passei em frente à sede do governo, mas não me aproximei muito até porque era uma área militar (a Tailândia atualmente é governada por militares depois de um golpe em 2014), depois encontrei um grande mercadão de rua lotado de gente, esse não era um lugar turístico, você via somente os locais. Ainda no caminho, vi um templo que pareceu interessante e entrei, era grátis mesmo, e acabou sendo uma grata surpresa. Descobri depois que o nome do templo era Wat Bowonniwetwiharn, fica próximo da Rambutri e da Khao San Road, ele é bem legal e ainda por cima descobri que foi nesse templo que o falecido rei Bhumibol foi ordenado monge e depois coroado rei, além de ser um dos locais que receberam as suas cinzas. Não costuma aparecer nos roteiros de Bangcok, mas recomendo a visita.

Aproveitei e fui até a Khao San Road para trocar dinheiro e depois almocei em um restaurante na Rambutri, pedi um pad thai (que era bem picante por sinal) e uma coca, dei uma circulada por lá, comprei mais algumas coisas numa galeria bem simpática que tem por lá, e segui em direção ao templo do buda reclinado para pegar a balsa até o Templo do Amanhecer (Wat Arun). No caminho ainda passei por um grande parque onde estava tendo uma apresentação de uma espécie de bandinha de jovens, assisti um pouco e segui caminho para pegar o barco.

A travessia é rápida, você já desembarca praticamente na entrada dele, por fora já dá pra ver bastante coisa, mas quis entrar pra subir nele e ver como era a vista, tem umas escadarias, mas só pode subir até o primeiro nível, o resto é bloqueado. Gostei bastante de lá.

No final da tarde, resolvi voltar de ônibus pois havia andando bastante e estava cansado, deixei minha mochila pronta, sai para jantar no mesmo lugar que almocei e fiquei pela Rambutri curtindo um rockzinho que tocava pelos bares, tomei uma gelada pra relaxar e voltei cedo, precisava dormir legal, pois acordaria cedo pro passeio e no final do dia ainda faria um deslocamento noturno. Uma coisa que gostei é que o rapaz disse que poderia fazer o café da manhã mais cedo pra mim.

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Templo de mármore

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Templo de mármore

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Templo de mármore

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Templo de mármore

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Templo de mármore

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Palácio do GovernoIMG_20181114_124548.thumb.jpg.c5a98bcb89770ce63cb96528fcc17cb0.jpg

Um mercado de rua qualquer

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Wat Bowonniwetwiharn

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Wat Bowonniwetwiharn

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Wat Bowonniwetwiharn

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Wat Bowonniwetwiharn

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Khao San Road de dia, bem diferente, não?

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Wat Arun

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Wat Arun

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Wat Arun

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Wat Arun

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Wat Arun

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Wat Arun

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Wat Arun

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Wat Arun

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GASTOS DO DIA

 

Tour p/ mercados: THB 350,00

Ônubus p/ Ao Nang: THB 900,00

Água: THB 6,00

Sorvete: THB 15,00

Templo de mármore: THB 50,00

Câmbio: US$ 1,00 - THB 32,70

                US$ 200,00 = THB 6540,00

Almoço: THB 50,00

Coca: THB 25,00

Lembranças: THB 180,00

Coca: THB 20,00

Barco: THB 8,00 (2 * THB 4,00)

Templo Arun: THB 50,00

Ônibus: THB 9,00

Jantar: THB 50,00

Coca: THB 25,00

Cerveja: THB 56,00

Água: THB 20,00

 

TOTAL: THB 1814,00

 

 

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DIA 29 - 15/11 - Bangcok / Ao Nang

 

Acordei cedo, tomei café da manhã, deixei minha mochila na recepção e fiquei aguardando, logo chegou um cara e me chamou, a van estava parada na esquina e seguimos até uma rua onde ela parou e tinha outras vans ali, onde eles separaram as pessoas de acordo com o passeio que fariam (uns iam andar de elefante, outros no mercado flutuante, outros na Ponte do Rio Kwai e por aí vai) e realocaram nas correspondentes vans, foi bem confuso e demorado.

Tudo certo e nada resolvido, a van que eu estava partiu e a guia que foi conosco começou a explicar o esquema do passeio, os horários de começo e saída para ir para o mercado do trem e tal, até aí tudo bem.

Chegamos lá umas 9h15, quem iria ficar só no mercado poderia ficar até 11h30 para fazer o que quisesse lá (seja passear de barco ou dar um rolê a pé pelas lojinhas, havia um caminho entre elas sem precisa ir pela água); já quem iria para o mercado do trem ficaria só até às 10h25 e nesses horário nos encontraríamos para seguir adiante. Quando fechei o passeio, perguntei ao cara da agência como era o esquema, ele disse que tinha dois tipos de barco: o barco a remo, mais lento; e o "speed boat", que era o barco a motor; e que este era incluso no pacote, que eu não precisava pagar nada. Aí começou o problema. Quando chegamos no local onde embarcava, a mulher falou dos horários e tal e quando falei do barco ela simplesmente disse que precisava pagar 150 baths para andar no barco, questionei falando que na agência disseram que era incluso mas ela disse que seria só o speed boat, mas ele era mais demorado porque fazia um tour maior e não daria tempo, só daria pra fazer o barco a remo que percorria só uma parte do mercado, mas esse era pago. Ficamos discutindo por um tempo mas nada, eu tava puto da vida, mas como já estava ali e não ia adiantar eu ficar em pé com cara de bunda decidi pagar (até porque 150 baths, nas contas que fiz, dava R$ 18,75) e depois cobraria do cara da agência. A guia estava visivelmente sem graça, ela até tentou me ajudar, tanto que eu nem tretei tanto com ela, sabia que não era culpa dela, mas disse que brigaria com o cara depois.

Entrei no barco, estava eu na frente, um casal atrás e um coroa no fundo, além do barqueiro lá atrás, e seguiu pelo canal, que estava abarrotado de barcos, formava vários congestionamentos, e particularmente estava achando o nosso barqueiro lento, pois quando atolava todo mundo conseguia passar e ele ficava parado esperando, fora que ele parava em todas as barracas no caminhos, além dos barcos que vendiam coisas. O tempo ia passando e comecei a perceber que o passeio iria atrasar, pois o cara era muito devagar, e fiquei com receio do tour que eu estava acabar saindo sem mim, e eu e o coroa começamos a pedir para ela dar uma acelerada, mas o cara só dava risada. Eram quase 10h30 e não estávamos nem perto de voltar, comecei a ficar agoniado, e junto do coroa, que estava visivelmente irritado, começamos a reclamar com o cara, que parava a todo instante e ficava plantando no meio do rio.

Chegamos de volta às 10h45 e a guia ficou lá me esperando, e para minha surpresa ela me devolveu o dinheiro do barco, disse que ligou para a agência e o cara falou para reembolsar, mas ele iria querer conversar comigo quando retornasse. Ela me levou até uma van que iria me levar até o mercado do trem, no caminho ele parou pra pegar um grupo num hostel e seguimos para lá.

Quando chegamos, o cara falou que teríamos apenas 20 minutos no lugar, achei bem pouco mas OK. Você basicamente passa no meio de um grande mercado e logo vê a linha do trem, que passa exatamente no meio. De repente, você ouve o barulho do trem e as pessoas começam a recolher tudo bem rapidamente. Nisso, fiquei parado num lugar ao lado de um pequeno restaurante, e o quando o trem começou a se aproximar, o dono começou a querer nos expulsar dizendo (deduzi isso ) que não poderíamos ficar ali, somente quem era cliente, mas não estávamos dentro do restaurante, apenas colados nele, eu simplesmente ignorei o cara que gritava e, provavelmente, nos xingava (não era só eu) e continuei ali, até que o trem passou e tudo voltou ao normal. Aí você dá uma caminhada rápida pelo mercado e volta pro ponto de encontro, sinceramente achei meio perda de tempo, valeria mais a pena ficar mais tempo no mercado ou fazer outro tour combinando, mas tudo bem.

Voltamos a Bangcok, o ponto final é na Khao San Road, aproveitei e almocei na Rambutri e depois segui pro hostel. Assim que passei pela porta, escutei uma batida no vidro, era o cara da agência, que devia estar de plantão me aguardando, ele me chamou pra conversar, e quando entrei já veio meio que reclamando, daí argumentei que combinamos uma coisa e quase aconteceu outra, resumindo, ele meio que tentou tretar comigo mas não conseguiu porque fui firme, ele deu um sorrizinho amarelo e falou OK. Aqui é 013 filho, nem tenta!

O resto da tarde se resumiu a eu ficar no sofá da recepção fazendo hora até dar o horário de partir. Umas 18h um cara veio me buscar, era um taxista, que ainda parou em mais dois lugares e pegou mais duas pessoas, e depois nos deixou num ponto na avenida do monumento da democracia, perto da Khao San Road, onde o ônibus estava parado e uma galera aguardava pra embarcar, ele ainda estava fechado.

Embarcamos e umas 19h o ônibus saiu, era um modelo novo, parecia muito bom, mas o WiFi não funcionava, e além disso achei bem desconfortável com o passar do tempo, seriam 14h de viagem. Aproveitei e comi uns sanduíches que comprei num 7-Eleven de tarde e tentei cochilar um pouco. Por volta de 1h, ele parou em pequeno restaurante na estrada para jantarmos, e depois seguiu viagem.

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado flutuante

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Mercado do trem

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Mercado do trem

 

 

Mercado do trem

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Mercado do trem

 

GASTOS DO DIA

 

Almoço: THB 70,00

7-Up: THB 20,00

7-Eleven: THB 60,00

Coca: THB 20,00

Jantar: THB 60,00

Coca: THB 30,00

Água: THB 20,00

 

 

TOTAL: THB 280,00

 

Continua...

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DIA 30 - 16/11 - Ao Nang

 

Já de manhã cedo, o ônibus parou na cidade de Surot Thai e descobri que ali era o destino final do nosso ônibus e algumas pessoas ficaram por ali, ele para junto ao píer pra quem vai atravessar para as ilhas do lado leste (Koh Samui, Koh Pha Ngan, entre outras), e quem iria a Krabi, como eu, pegaria outro ônibus.

Demorou um pouco mas chegou o outro, era um pouco mais zoado que o outro, mas curiosamente cochilei melhor nesse.

Normalmente os ônibus param no terminal de Krabi, já tinha feito toda a minha logística baseado nisso, mas de repente ele entrou em um lugar estranho, com cara de abandonado e parou, ali era o ponto final. Pra ajudar, o GPS do meu celular deu pau e não localizava onde eu estava, tava mais perdido que jujuba em boca de banguela, mas por sorte o lugar tinha WiFi. Descobri que estava num terminal chamado Andaman Wave Master, pensa num lugar com cara de cenário do RoboCop, que lugar zoado. Caso ônibus parasse no terminal de Krabi, eu sabia que tinha van pra Ao Nang por mais ou menos 60 baths e tinha um ônibus que saía de lá pra Ao Nang, não sabia exatamente o preço mas sabia que era mais barato ainda, já nesse terminal só tinha umas vans que cobravam 100 baths, era a única opção.

De lá até Ao Nang foi mais ou menos 1h, ele passa pela avenida principal, e parou praticamente na frente do meu hostel. O problema é que cheguei umas 10h, e o check in só abriria às 14h e não podia fazer antes, pelo menos deixaram eu guardar o mochilão num quarto atrás da recepção e fui dar um peão pra fazer hora. Aproveitei pra ver alguns passeios para fazer na região, agência e opção de passeio é o que não falta e vale a pena entrar em várias, tem algumas pequenas variações mas algumas podem oferecer algum desconto se fechar mais de um.

Aproveitei para almoçar, enrolei mais um pouco e voltei, ainda faltava uma meia hora, mas deixaram eu fazer o check in.  Preenchi os papéis que precisava, e a moça de recepção me deu um cartão de acesso da porta do quarto e da entrada do hostel e me informou que a perda acarretaria numa cobrança de 500 baths. Isso me traria uma puta dor de cabeça mais tarde...

Descansei um pouco (estava bem cansado da viagem e da canseira que tomei) e sai, fui em direção à praia, que em si era apenas OK (só pra constar, uma praia OK na Tailândia é melhor que a da minha cidade, mas digo OK porque perto dos cartões postais que vemos pela TV ou Internet, não é nada excepcional). Lá, tem os barcos que te levam para várias praias ou até pra as ilhas, tem um lugar onde compra o tíquete e tem uma tabela com os preços, comprei o barco para Tonsai, uma praia vizinha, custava 100 baths cada trecho, não tem pier, você entra pela água mesmo. No meu barco, conheci um casal brasileiro que morava na Austrália e estava de férias por lá, conversamos um pouco, eu desci em Tonsai e eles seguiram pra Railay Beach, que é a próxima praia.

Ali sim começava a Tailândia que eu sonhava, que praia animal. Fiquei um tempo ali e depois peguei uma trilha que ia pra Railay Beach, é de boinha pra fazer. Mesmo esquema, fiquei um tempo na praia lá e aproveitei pra dar uma volta pelo lugar, sinceramente me lembrou muito a Ilha do Mel, no Paraná, é bem legal, só que as coisas são um pouco mais caras por lá que em Ao Nang. Quase no final da tarde peguei o barco de volta pra Ao Nang, aproveitei e passei em uma agência que eu já tinha visitado e fechei dois passeios nela: o de Hong Island e o Four islands.

Tomei um banho e dei uma boa cochilada, depois sai pra jantar (fui no mesmo restaurante do almoço) e na saída trombei com o casal brasileiro que conheci no barco, começamos a procurar algo pra fazer, e quase na avenida da praia vimos, numa espécie de galeria, um barzinho que tocava rock chamado Boogie Bar, tinha uns caras muito bons mandando um som lá, sentamos e pedimos uma jarra de cerveja (era no esquema "double", pede uma, ganha outra), o casal pediu também uma porção de camarão e mais algumas coisas pra eles, mas eu fiquei só na breja, pois estava de barriga bem cheia, fora que os trem eram bem caro. Na hora de fechar a conta, o cara não quis que eu pagasse alegando que ele havia pedido uma pá de coisas e só tinha tomado cerveja, e mesmo eu fazendo questão de pelo menos pagar algum valor ele pagou sozinho. OK, já que insiste, valeu kkkk

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Praia de Ao Nang (é desse ponto que partem os barcos)

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Praia de Tonsai

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Praia de Tonsai

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Praia de Tonsai

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Trilha para Railay Beach

 

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Praia de Railay Beach

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Railay Beach

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Railay Beach

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Railay Beach

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Railay Beach

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Praia de Railay Beach

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Praia de Tonsai

 

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Entre as praia de Tonsai e Ao Nang

 

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Praia de Ao Nang

 

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Praia de Ao Nang

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Praia de Ao Nang

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Agência onde fechei os dois tours

  

GASTOS DO DIA

 

Van: THB 100,00

Hostel: THB 1040,00 (THB 100,00 depósito)

Almoço: THB 49,00

Coca: THB 28,00

Barco: THB 200,00 (2 * THB 100,00)

Tour: THB 1200,00 (THB 700,00 em um e THB 600,00 em outro, com desconto de THB 100,00 no total)

Jantar: THB 49,00

Coca: THB 28,00

Gorjeta p/ músico: THB 20,00

 

TOTAL: THB 2714,00

 

 

Continua...

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DIA 31 - 17/11 - Ao Nang

  

Acordei bem cedo pois faria o primeiro dos passeios: o tour de Hong Island. Mas antes de começar a falar desse dia, uma dica pra quem foi ficar no Sleeper Hostel: escolha o quarto de frente pra rua, a vista da varanda é animal (vocês verão pela foto).

Aguardei na recepção e no horário combinado o transporte chegou para me buscar. O barco parte do píer de Nopparat, e após um boa “caminhada”, ele para na ilha de Hong, onde ele entra por uma fenda e para dentro de uma lagoa horrível e poluída... mentira, o lugar era absurdo de bonito, takiu pariu, parece de mentira. A lagoa era bem rasa, você pode ficar ali nadando por 15 minutos, depois todos de volta pro barco e seguimos para a próxima ilha chamada Pak Ka (só pra constar, a palavra Koh que aparece no nome das ilhas da Tailândia significa justamente ilha em tailandês, portanto não precisa escrever a precisa escrever a palavra Koh pois já ficará entendido que se trata de uma ilha) e nessa ilha é o ponto para fazer snorkel. Nessa hora bateu o desespero, pois eu nunca mergulhei, fiz snorkel e nada do gênero, pois não sei nadar e sempre fui cagão pra essas coisas. Vi todo mundo botando o colete, a máscara e o tubinho na boca e caindo com gosto naquele mar verde “horrível” e eu lá pensando no que fazer. Foi aí que o guia, que por sinal era muito bom, um dos melhor que já tive, veio e falou: vamos lá, é seguro, desce aqui pela escada e vai devagar. Não foi exatamente com essas palavras, mas algo próximo disso. Tomei coragem e fui, parecia um doente descendo aquela escada, fui bem na manha, soltei a escada e deixei rolar. Galera, na boa, fui uma das experiências mais fantásticas da minha vida, a hora que coloquei a cara na água e vi todos aqueles corais, aquela vida toda correndo por baixo da água, incrível, fiquei pensando no tempo que perdi de não ter aquilo antes por um medo bobo, pois a parada é bem segura. Ah, claro, antes de eu cair na água o guia me explicou como funcionava aquilo, o esquema de respirar certinho, de eliminar a água que entrasse pelo tubo, foi tudo muito profissional. A única coisa ruim, só pra dizer que tinha algo ruim naquilo, é que meu celular deu pau na hora de tirar as fotos. Eu tava usando aquelas bolsas estanque para celular e protege muito bem o celular, mas o botão não aciona embaixo da água, eu tinha que apertar fora da água e quando ligava eu mergulhava, as fotos e vídeos saíram uma m...,  mas o importante é o que o cérebro registrou.

Ficamos por uns 30 ou 40 minutos, não lembro bem, e de lá seguimos para a próxima ilha chamada Lao Lading, lá era onde almoçaríamos e teríamos uma área separada por boias na praia para fazer mais snorkel, claro, aproveitei para tirar a barriga da miséria e me esbaldei ali, depois almoçamos, com direito a mesa de frutas e uma garrafa de água. Nessa ilha ficamos por 1h e de lá seguimos novamente para Hong, mas dessa vez fomos pelo outro lado, onde fica a praia. Quanto sofrimento! Ficamos mais 1h ali e depois começamos a volta, foi um belíssimo passeio, recomendo muito. A única coisa ruim é que fiquei com um pouco de dor de ouvido por conta de tanto ficar embaixo da água, mas nada de muito zoado.

Aproveitei pra dar uma cochilada, pois não havia dormido muito bem de noite (a cama era um pouco dura e desconfortável, e isso era quase um padrão na Tailândia) e sai pra dar um peão, mas tava bem miado. Dei uma passada numas barraquinhas que ficavam na calçada da mesquita (só um adendo, aquela região da Tailândia tem predominância muçulmana), comi algumas coisas e voltei cedo, até porque tive um leve piriri (mas nada que um Imosec não resolvesse).

 

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Essa é a vista que eu tinha da varanda do meu quarto. Feia, não!

 

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O nosso guia era esse de bandana vermelha

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Entrando na lagoa de Hong Island

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Lagoa de Hong Island

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Lagoa de Hong Island

 

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Pak Ka Island, local onde fizemos o primeiro snorkel (aqui não rolou fotos por causa da câmera)

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Koh Lao Lading

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Koh Lao Lading

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Koh Lao Lading

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Koh Lao Lading

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Koh Lao Lading

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Koh Lao Lading

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Koh Lao Lading

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 Koh Lao Lading

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Koh Hong

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Koh Hong

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Koh Hong

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Koh Hong

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Koh Hong

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Koh Hong

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Koh Hong (depois do tsunami de 2004, todas as ilhas e praias da Tailândia tem rotas de evacuação em caso de novo desastre)

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Koh Hong

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Koh Hong

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Koh Hong

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Koh Hong

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Koh Hong

 

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Koh Hong

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Koh Hong

 

 

 

GASTOS DO DIA 

 

Taxa da ilha: THB 300,00

Hot dog: THB 30,00

Lula: THB 30,00

Milk Shake: THB 40,00

 

TOTAL: THB 400,00

 

Continua...

 

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DIA 32 - 18/11 - Ao Nang

 

Assim como no dia anterior, levantei cedo e aguardei na recepção, hoje faria um tour chamado Four Island, onde visitaria 4 ilhas (ah vá), mas na verdade não é bem assim, mas contarei melhor sobre isso durante o relato. Ao contrário do dia anterior onde o guia foi pontual, nesse ele atrasou bastante, se não me engano o combinado eram 8h30 ou 9h (não lembro exatamente), mas o horário passou e nada, tanto que o rapaz da recepção ficou preocupado, pegou meu voucher e ligou duas vezes durante minha espera pra saber se viriam mesmo.

Após um bom atraso ele chegou, o carro estava lotado, eu fui pego por último, mas tudo bem, o importante era ir, e seguimos para outro píer chamado Ao Nam Mao, era meio velho e distante.

Demorou um pouquinho até o barco sair, a primeira parada era em Tup Island, uma ilha pequena com duas praias separadas por uma estreita faixa de areia, nessa ilha você paga uma taxa de 400 baths (tailandeses pagavam 40) e dava direito a entrar nas outras ilhas que iríamos depois. Ficamos uns 40 minutos e seguimos para Chicken Island, uma ilha com uma formação rochosa que lembra a cabeça de um frango, daí o nome. Aqui não desceríamos, o barco para na costa e temos 30 minutos para fazer snorkel. Se eu já tinha pirado no dia anterior, nesse dia foi mais foda ainda, os corais daqui ainda eram mais bonitos que em Hong Island, dava vontade de ficar o dia inteiro ali.

Voltamos ao barco e seguimos rumo à Poda Island, lá poderíamos ficar 1h pois era o local do almoço. A atração principal da praia, além da beleza dela, é uma imensa pedra que fica “flutuando” no mar, é algo realmente incrível. Terminamos de almoçar e fomos pro barco, onde foi servida a mesa de frutas. Aliás, só pra fazer um adendo, ao contrário do dia anterior, o guia desse passeio foi bem fraco: tava sempre de cara emburrada, era pouquíssimo simpático, falava muito mal inglês (tá, sei que não tenho muita moral pra falar do inglês de alguém, mas o do guia do dia anterior, por exemplo, mesmo eu não entendendo tudo, dava para assimilar algo, o desse não, nem os gringos que falavam inglês entendiam muitas coisas que ele falasse), dava pouquíssimas explicações dos lugares, enfim, mas o passeio compensou muito.

No começo eu disse que o papo de visitar 4 ilhas não era bem assim, pois então, a última parada era numa praia chamada Phra Nang, que nada mais é do que uma praia mais afastada de Ao Nang, um tanto depois de Railay Beach, mas talvez por não ser acessível por terra (não sei há alguma trilha para lá), eles vendem o passeio como sendo para uma ilha. Bom, sendo ilha ou não, paramos o barco lá, você fica 40 minutos nesse lugar, é uma praia sensacional e tem algumas cavernas nela, sendo a mais famosa a Caverna da Princesa, que nada mais é do que uma caverna cheia de...pintos. Isso mesmo, pintos, jebas, trolha, piroca, chamem do que quiser, tinha várias, de todas as formas, cores, tamanhos, materiais, até uma de ouro tinha, e tinha também uma espécie de altar no meio. Pelo que li na Internet, parece que tem algo a ver com a deusa Shiva, que representa a fertilidade e também sorte. A origem dessa caverna tem histórias meio controversas, mas o fato é que dizem que o local trás sorte (hã), enfim, não é uma atração que me apeteceu muito, mas não deixa de ser curioso. Como fazia parte do tour, dei uma olhada rápida e sai pra explorar as outras formações rochosas de lá.

Voltamos pro barco e chegando no píer, dividiram as turmas em alguns veículos e nos levaram de voltas pras respectivas hospedagens.

À noite, sai pra comer uma pizza e acabei voltando cedo, pois estava bem miado por lá. E quando estava quase dormindo chegou um grupo de asiáticos (pareciam coreanos) e fizeram mó bagunça no quarto: falavam alto, abriam e fechavam malas, deixavam cair coisas, e já era meio tarde.

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Píer de onde partimos

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O guia mal-humorado

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Tup Island

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Tup Island (nessa região tem muitos muçulmanos, e eles entram de roupa no mar)

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Tup Island

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Tup Island

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Chicken Island

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Chicken Island

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Chicken Island

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Chicken Island

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Chicken Island

Chicken Island

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Poda Island

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Poda Island

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Poda Island

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Poda Island (a famosa pedra flutuante)

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Phra Nang Beach

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Phra Nang Beach

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Phra Nang Beach

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Phra Nang Beach (Princess Cave ou caverna das jebas)

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Phra Nang Beach

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Phra Nang Beach

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Phra Nang Beach

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Phra Nang Beach

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Phra Nang Beach

Time lapse com o pôr do sol da minha varanda

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Esse é o ônibus que sai do terminal de Krabi pra Ao Nang

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Mesquita de Ao Nang

 

GASTOS DO DIA

 

Taxa da ilha: THB 400,00

Pizza + Pepsi: THB 215,00

Cartões: THB 50,00

Sorvete: THB 15,00

 

TOTAL: THB 680,00

 

Continua...

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DIA 33 - 19/11 - Ao Nang

 

Era meu último dia em Ao Nang, a agenda estava livre então faria apenas algumas caminhadas pela praia, de boa, no relax. Deixei minha mochila mais ou menos no jeito, coloquei a chave/cartão no pescoço (ela tinha um cordão) e saí sentido à praia.

Primeiro fui até a praia e resolvi primeiro seguir a orla da praia para o lado direito até o final dela, onde chega num ponto em que a avenida sai da praia e vai por dentro, se seguir esse caminho direto vai acabar no píer onde fiz o passeio do dia anterior e que eu achava que era de onde saía o ferry boat pra Phi Phi. Ali tem uma espécie de uma galeria grande com algumas lojinhas e muitos pequenos restaurantes. Voltei e no caminho aproveitei e comprei a passagem de ferry boat para Phi Phi, tem vários lugares que vendem, a média era entre 350 e 400, mas tinha até mais caro, sinceramente acho que não existe diferença no serviço, pois a empresa é uma só, então fui no mais barato mesmo.

Voltei ao hostel pra guardar o tíquete, almocei e depois retornei à praia, agora indo pro lado esquerdo, e acabei achando um caminhozinho que levava a uma escadaria de madeira. Continuei seguindo a trilha, que passava pelo morro e logo fui parar na praia vizinha chamada Pai Plong, onde ficava um hotel chamado Centara, uma espécie de resort bem chique, essa praia ficava entre Ao Nang e Tonsai. Fiquei um tempão lá curtindo aquele visual, com um enorme paredão atrás, e resolvi voltar pela mesma trilha, que depois descobri que chama Monkey Trail, devido ao enorme número de macacos que existem ali (eu não vi nenhum, mas parece que lá é abarrotado), e quando cheguei do outro lado notei que estava sem o cartão do hostel, lembrei que havia tirado tudo para entrar na água e deixado na areia (chinelo, camisa, só fiquei com a bolsa estanque com o celular e algum dinheiro que levei). Tanto na ida quanto na volta, eu fiz o trajeto bem demorado, porque a escadaria era um pouco judiada, tinha ir na manha (além do fato de eu ser cagão pra tudo). Pensa num peão que fiz aquele caminho de novo mais rápido que o Usain Bolt, imagina se eu perco aquilo, 500 pila de prejuízo no bolso. Voltei à praia e nada, andei por todo o lado e não encontrei, perguntei até pro guarda que ficava na praia se ele achou algo, a única coisa que eles fez foi pedir pra eu assinar o livro de visita da praia que eu não havia assinado quando estive lá (nem sabia que tinha que assinar algo).

Voltei puto da vida, queria matar um de raiva, tive que voltar pro hostel, explicar o caso pra moça da recepção, que me deu outra chave. Dei a ela com uma dor no coração os 500 baths, e fui até o quarto pra fazer as minhas contas e fiz uma descoberta que terminou de fuder com meu dia: havia sumido 250 dólares da minha mochila. Vou explicar melhor essas parte: o que costumo fazer com meu dinheiro, eu levo sempre dólares e vou trocando aos poucos na viagem, conforme a necessidade, e eu deixo os dólares guardados numa espécie de zip lock, que fica entocado numa parte da mochila que é quase um fundo falso, mesmo que alguém mexesse dificilmente encontraria aquilo, até pra eu mexer é difícil, fica muito no fundo, enquanto que o dinheiro que troco, eu guardo uma parte numa doleira que uso embaixo da roupa e uma parte em outro lugar da mochila. Quando o quarto tem armário, eu guardo a mochila dentro e pronto, mas quando não tem, deixo do lado da minha cama e pronto, nunca aconteceu nada...até aquele momento. Quando fui pegar o zip lock pra olhar, só tinha 50 dólares em trocado e eu sabia que tinha 300 dólares ainda, portanto faltava 250, eu tenho uma desconfiança que fui furtado em Bangcok, pois lá não tinha armário e minha mochila ficava do lado da cama; em Ao Nang, tinha aqueles armários embaixo do beliche e eu deixava ela o tempo todo trancada. Bom, pra resumir, a raiva era tanta que nem vontade de chorar eu conseguia ter, tava puto com a situação toda e com a minha cabacice. Daquele dia em diante, caso não tenha armário pra mochila, vou por a capa de viagem na mochila e botar cadeado.

Sai do hostel, procurei um caixa ATM e saquei 2000 baths, pelas minhas contas seria o suficiente até o final da viagem (na Tailândia, quando você faz um saque, é cobrada uma taxa de 220 baths, independente do valor).

Descansei um pouco para esfriar a cabeça, sai pra jantar e, como já tava fodido mesmo, resolvi colar no Boogies Bar novamente pra tomar uma caneca de chopp (no mesmo esquema do "double") e ouvir um bom rock’n roll pra desanuviar.

Pra fechar com chave de bosta a noite, ainda rolou outra bagunça dos coreanos no quarto (quando subi, eles estavam sentados na entrada conversando), eram 2h30 e eu abri a cortina da cama olhando tortaço pra eles, que me olharam com cara de assustados (pensa na cara de puto que eu devia estar) e pararam. Depois descobri que eles haviam feito check out de madrugada mesmo (será que foi por minha causa?)

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Assim são os pontos de ônibus de Ao Nang

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Noppharat Beach

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Indo até Monkey Trail

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Começo da escadaria

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Pai Plong Beach (a praia do hotel Centara)

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Pai Plong Beach

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Pegando a trilha de volta

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Cardápio do Boogie Bar, quem disse que não existe caipirinha na Tailândia...mas...com açucar mascavo? ::putz::::putz::::putz::

 

GASTOS DO DIA

 

Ferry para Phi Phi: THB 350,00

7-Eleven: THB 48,00

Almoço + Coca: THB 80,00

Coco: THB 30,00

Chave perdida: THB 500,00

Jantar c/ Coca: THB 77,00

Cervejas: THB 250,00 (2 por 1)

Saque: THB 1000,00 + THB 220,00 de taxa

 

TOTAL: THB 835,00 ** (não computei o custo da chave, explicarei o porquê no relato do dia seguinte)

 

Continua...

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DIA 34 - 20/11 - Ao Nang – Phi Phi Island

 

Assim como nos outros dias, acordei cedo e esperei pelo transporte na recepção. Quando fui tirar a mochila do locker que ficava embaixo da cama, tive uma surpresa: o cartão de acesso, que eu achava que eu havia perdido na praia no dia anterior, estava caído sobre ela, provavelmente caiu pelo vão entre a cama e a parede, e quando eu sai fui no piloto automático achando que estava com a chave. Imediatamente fui até a recepção e falei que havia achado a chave, na mesma hora me reembolsaram os 500 baths. Um prejuízo a menos, pena que os 250 dólares não apareceram...

Esperei na recepção o transporte, que logo chegou e seguímos rumo ao píer de Krabi, que é de onde sai o ferry boat para Phi Phi. O carro chegou e embarcou eu e mais duas moças que estavam no hostel, junto com outras pessoas que já estavam no carro. Ao contrário dos outros píers, esse eram grande e você percorria um bom caminho até o embarque. Pra ajudar, eu tinha lacrado a minha mochila e tive que levar na mão, a bicha tava pesada que só, foi uma eternidade chegar lá kkk

O barco partiu às 9h10, estava um tempo bonito e fui na parte de fora admirando o visual, sentei num banco (depois de educadamente pedir licença a um francês folgado que achava que tava deitado numa rede em frente ao mar) .

O barco chegou por volta de 10h45, foi uma viagem tranquila, e logo que descemos temos que pagar uma taxa de lixo para entrar na ilha, é bem baratinho (20 baths), eu tinha lido que havia uma taxa de 300 baths pra entrar na ilha, mas não vi nenhum posto de cobrança, só essa do lixo. Do píer, caminhei até meu hostel, não era muito longe até, aliás, tudo na ilha é muito perto, é bem pequena. Fui recebido por uma senhorinha com trajes muçulmanos, ela quase não falava, apenas olhou minha reserva, me levou até o quarto e mostrou o resto do lugar. Basicamente, o hostel se resumia a recepção que ficava na calçada (aliás, lá, muitos hostels são assim, a porta do quarto literalmente já dá pra rua), dois quartos atrás, no fundo deles havia um corredor  comum ligando eles e havia 4 banheiros com um vaso sanitário e um chuveiro, eram bem grandes, certamente os maiores banheiros que encontrei em hostel. O hostel era bem simples mas bem de boa, tinha ar condicionado e um galão de água em cada quarto.

Saí para dar minha primeira volta e, por estar com uma camisa da seleção, fui chamado por uma voz em português, era um brasileiro que trabalhava como mergulhador. Sentei na agência e fiquei um tempo conversando com ele, tava com uma puta vontade de fazer mergulho (culpa do snorkel que me tirou o medo da água), mas como já tinha tomado um chapéu e precisado sacar dinheiro, preferi não sacar mais e ficar fodido depois. Ele contou que morava na Espanha e perseguia o verão, onde tava calor, ele ia, só lá na Tailândia ele tinha ido umas 3 vezes.

De lá, almocei um pedaços grandes de pizza que é muito comum por lá e segui para a praia de Loh Dalan, fica no lado oposto onde os barcos atracam, e para meu espanto a maré estava muito, mas muito baixa, dava pra caminhar muito mar adentro e a água não passava da coxa, confesso que fiquei até assustado, pois antes da viagem, vi muitos documentários sobre o tsunami de 2004 (pra quem já leu meus relatos de outras viagens, sabe que tenho um imã pra desastre natural: já peguei terremotos, furacão, aí já viu né, melhor já se precaver ) e uma característica era o recuo do mar, exatamente como estava, mas ao mesmo tempo soube que esse recuo ocorre muito por lá, é normal. Além disso, achei a praia um tanto quanto suja, até porque também tem muito barcos nela que prestam serviço de táxi-boat.

Quando sai da praia, aproveitei pra já garantir o ferry boat pra Phuket, que é de onde sairia meu vôo de volta, e infelizmente eu só teria 2 dias em Phi Phi, achei melhor garantir. Antes que alguém pergunte o porquê de tão pouco tempo lá, vou explicar: na verdade houve um erro crasso de planejamento meu, eu havia reservado 3 dias pra lá contado que meu vôo sairia de Phuket dia 23, e realmente, ele sairia nesse dia, só que era a 0h20, ou seja, de 22 para 23, e eu, jegue que sou, tava achando que sairia na noite de 23 (ou seja, teria todo o dia 23 e embarcaria de noite), portanto eu só poderia ficar até 22 lá, e só percebi quando fui reservar o hostel em Phi Phi, então só fiquei 2 dias, mas como a grana tava curta e lá é um pouco mais caro, foi até bom, nem ia rolar fazer os passeios de barco que planejei. Voltando ao assunto do ferry, assim como em Ao Nang, tem muitos lugares que vendem, basicamente é uma banquinha na rua com uma pessoa, só isso, e parei em uma que estava com um preço melhor, comprei o pacote que incluía o barco e o transporte para o aeroporto de Phuket, só que eu não entendi como funcionava quando chegasse no píer do outro lado, a mulher só dizia ok, ok, e mostrava o logo da empresa, aí tive a “genial” ideia de fotografar o logo da empresa que estava onde? Na camisa da mulher, que, claro, ficou P-I-S-T-O-L-A, começou a falar pra apagar e não sei o que, eu disse só queria registrar o nome da empresa para não ficar perdido na hora, e no tíquete não tinha, só o nome da empresa do barco, mas a mulher começou a gritar, apaguei na hora.

Resolvi conhecer o famoso view point da ilha, é uma subida fila duma égua, mas de boa de fazer, é também a principal rota de fuga em caso de tsunami (a ilha foi bem destruída na época), assim que chega no primeiro ponto, há uma bilheteria onde você paga 30 baths e já curte uma bela vista da ilha. Mas ali ainda não é a melhor vista, tem que continuar subindo mais um pouco, é no view point 2 que se tem aquela imagem que é o cartão postal da ilha. O cansaço é recompensado, é um pôr do sol pra ninguém botar defeito. Ah, não façam como eu e levem repelente, porque senão vai sair todo picado. Ainda bem que não tenho alergia de inseto... não, pera!

A noite, sai pra caçar um lugar pra jantar e encontrei um lugar cheio de barraquinhas de comida, das opções da ilha era o lugar talvez mais em conta, escolhi um resolvi sair um pouco do circuito pad thai / fried rice e pedi um arroz que vinha dentro de um abacaxi, tinha uns camarões dentro, tava da hora o negócio.

O agito da ilha fica por conta das festas que rolam na praia, tem várias baladas e o povo basicamente enche a cara com os baldinhos do capeta ouvindo música muito alta até altas horas, com direito a muito show de pirotecnia. Resolvi encarar um, tem vários lugares que vendem, parei numa barraquinha, escolhi o “combo” (é você que monta o seu) mais baratinho que tinha e pronto. Galera, gaaaaleeeeraaa, pensa num bagulho do mal, eu lembro que na metade dele eu já tava meio louco, tanto que no final do rolê tenho alguma lembrança de voltar pro hostel, foi quase uma baldeação (ba da tuns).

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GASTOS DO DIA

 

Taxa de lixo: THB 20,00

Pizza: THB 160,00 (2xTHB 80,00)

Coca: THB 30,00

Ferry + ônibus: THB 450,00

Água: THB 30,00

View Point: THB 30,00

Jantar: THB 100,00

Coca: THB 20,00

Baldinho: THB 200,00

Pizza: THB 80,00

Hostel: THB 378,00

  

TOTAL: THB 1498,00

 

Continua...

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    • Por Breno Maia
      De quarentena em casa e muitas memórias surgem. Uma delas é a inesquecível/maravilhosa/surreal viagem que fiz por México e Cuba. Assim, uma maneira em que posso contribuir com esse maravilhoso fórum que tanto me ajudou e me ajuda, é fazer meu relato e ajudar com possíveis dúvidas. Já adianto que ao longo dele tentarei expor os custos, os locais em que fiquei (com links, se possível), a experiência que tive deles e das atividades que fiz, além, claro, de muitas fotos rs
      Saí de casa com a mochila nas costas dia 04/12/19 e retornei para casa no dia 25/12/19 (HoHoHo!). 3 semanas que passaram voando, mas foi tempo suficiente porque ao final já estava muy cansado e morrendo de saudade de casa pra comer rabanada.
      Ah, antes de mais nada, quero deixar claro que: se você está com vontade de viajar por aí e tem condições, SE JOGA. É uma experiência super enriquecedora culturalmente. O frio na barriga e ansiedade são naturais, cara, principalmente quando se viaja sozinho, como foi meu caso. PORÉM, encará-las e superá-las é uma sensação indescritível.  S E   J O G A !
      Acho que separar alguns assuntos em tópicos vai facilitar, então simbora!
      Roteiro  
      Imagem que resume o roteiro. Os números seguem a ordem cronológica por onde passei. Cancún e Havana foram lugares em que passei mais de uma vez, por isso tem dois números. A viagem propriamente dita comecei e terminei por Cancún, consequentemente, é o número 1 e 8.
      Segui a rota: Rio de Janeiro -> São Paulo -> Cidade do Panamá -> Cancún (1) -> Havana (2) -> Santa Clara (3) -> Trinidad (4) -> Varadero (5) -> Havana (6) -> Cidade do México (7) -> Cancún (8 )-> Cidade do Panamá -> São Paulo -> Rio de Janeiro (São Paulo e Panamá foram apenas escalas). Basicamente, fiquei do dia 5 ao dia 9 em Cancún. Dia 9 fui para Cuba, ficando lá até 19 e embarcando em seguida para a Cidade do México, ficando até dia 23.
      04/12: Rio x Guarulhos
      05/12: Guarulhos x Cidade do Panamá x Cancún
      06/12 a 08/12: Cancún
      09/12: Cancún x Havana
      10/12 a 12/12: Havana
      12/12 a 14/12: Santa Clara
      14/12 a 16/12: Trinidad
      16/12 a 18/12: Varadero
      18/12: Varadero x Havana
      19/12: Havana x Cidade do México
      20/12 a 23/12: Cidade do México
      23/12: Cidade do México x Cancún
      24/12: Cancún x Cidade do Panamá x Guarulhos
      25/12: Guarulhos x Rio 
      Podem perguntar ''mas Breno, qual o sentido de você ir e voltar ao México? Por que não fazer cada país de uma vez ao invés de fatiar o trajeto?''. Eu respondo: o primeiro motivo é porque consegui por 1800 reais ida e volta de Guarulhos/Cancún (mega barato na época) em uma data perfeita para mim. Foi o match perfeito, o sinal dos deuses mochileiros que era para eu viajar SIM e começar a jornada pelo México, não Cuba. O outro motivo é por uma paixão minha, o tal Clube de Regatas do Flamengo. Estávamos com chance de jogar o Mundial de Clubes, que seria nos dias 17/12, a semifinal, e 21/12, a final. Em Cuba eu sabia que seria impossível assistir a algum jogo, logo, planejei para que pelo menos na final eu estivesse no México para conseguir ver. Adianto que o planejamento deu super certo, visto que chegamos à final sim e assisti ao jogo kkkkkkkkk aliás, uma coincidência cósmica incrível aconteceu nesse dia, que relatarei mais pra frente.
      Dica! O preço que consegui no trajeto Guarulhos/Cancun foi a partir do aplicativo ''Passagens imperdíveis''. Recomendo o app, pois realmente tem muitas ofertas boas de passagens! Eu não cheguei a fazer a compra nesse aplicativo, mas com a notificação que recebi dele que fui fazer a compra no site da MaxMilhas. Não tô ganhando nenhum cash pra falar isso kkkk apenas sugerindo porque me ajudou bastante.
      Custo total da viagem Eu gastei em torno de 8000 reais na viagem toda, isso em dezembro de 2019 com o dólar comercial a mais ou menos 4,20. Está incluído: transporte, alojamento, alimentação, passeios, internet (quando chegarmos ao relato de Cuba vamo entender isso) e lembrancinhas (sim, é um item à parte pq sou o maníaco do souvenir). Alguns voos peguei sim muito cedo, passei parte de uma madrugada em aeroporto, fiquei em hostels no México e aluguei quartos privados pelo Airbnb em Cuba. Comida era variável, minha prioridade era sempre algo mais em conta, mas me dava ao luxo de vez em quando rs.
      O que levei Fui com duas mochilas. Uma de 50 L da Decathlon mt usada por mochileiros (MOCHILA DE TREKKING FORCLAZ 50 LITROS CINZA FORCLAZ) e uma menor de 10 L (MOCHILA DE TRILHA NH100 10 LITROS BACKPACK NH100). 
      Levei 1 par de tênis, 1 par de chinelos, 10 camisas, 10 cuecas, 5 bermudas, 8 pares de meia, 1 casaquinho (um adendo aqui: ora bolas, Caribe, né? MAS SEMPRE veja a temperatura média da região para onde você vai. Eu fui no período de inverno no hemisfério norte, mas nem me preocupei com isso. Já adianto que sofri bastante com o frio da Cidade do México!! Peguei 6 graus e o tal ''casaquinho'' me salvou para que eu realmente não morresse de hipotermia. TOMA DISTRAÍDO. O carioca aqui sofreu demais), porta dólar (preciso nem avisar a importância disso, né?), kit higiene pessoal (e nisso incluo papel higiênico, nunca que sabemos o que podemos encontrar, ou não encontrar), celular, fones, caderninho e caneta para fazer meu diário de viagem, 1 livro (''O velho e o mar'' do escritor estadunidense Ernest Hemingway que morou por muitos anos em Cuba, tudo a ver né), carregador(!!!!), comprovante de vacinação para febre amarela (Panamá e Cuba exigem, mas não pediram em nenhum momento. Mesmo assim, obviamente, tome a injeção e leve o documento), cartão do seguro viagem (indispensável, os 200 reais - em média - podem sair muito, mas muito mais barato caso precise utilizar o sistema de saúde no estrangeiro. Uma OBS: em Cuba, mesmo tendo um sistema público de saúde, ele não é oferecido para os gringos. Até nisso o nosso SUS é referência haja vista que tratamos de graça nossos turistas), cadeado, pasta com documentação, carteira, uns remédios caso passasse mal.
      Basicamente foi isso. Coube tudo, não ultrapassei os 10 Kg máximos e ainda sobrou espaço para muitos souvenirs. A ÚNICA coisa que esqueci (lei de Murphy, é você?) foi um adaptador de tomada pro celular. Só isso, né??? Lembrei apenas poucas horas antes de sair de casa e não tinha como arranjar um. Acabou que tive que comprar no aeroporto: 139 reais! A facada foi forte já no começo da trip...
      O começo de tudo Na verdade, em meados de 2019 eu estava planejando visitar o Paraguai, Chile e Bolívia. Porém, num desses encontros aleatórios da vida com um desconhecido que rachei o uber (eu estava hospedado num Aribnb em Brasília e calhou de que nossos embarques fossem praticamente no mesmo horário), conversamos sobre viagens no carro na ida até o aeroporto. Ele, muito mais experiente no assunto do que eu, disse que Bolívia e Paraguai não valiam tanto a pena assim. Lembro de ele falar ''tem só um monte de feira''. Disse, em seguida, de um país excelente para viajar, mas não tão bem divulgado: o México. 
      Fiquei com isso na cabeça. Comecei a procurar sobre, e a primeira coisa que vem com turismo à terra do Chespirito é Cancún. Nunca fui grande entusiasta desse local, mas conhecendo depois mais o que fazer por lá + a possiblidade de visitar a Cidade do México - não tão destino turístico de nós brasileiros, mas com uma riqueza cultural incrível - comecei a cogitar realmente passar por lá. 
      Matutando isso por alguns dias veio aquele flash: é do lado de Cuba!! É só ver o mapa e constatar que Cancún quase encosta na ilha. Cuba sempre foi um sonho visitar e conhecer aquele país que desperta tanto amor e ódio. Será que seria a hora de finalmente visitar? 
      Era hora sim! Decidido, só restava montar o roteiro e planejar para economizar o máximo possível.
      As passagens Acho importantíssimo criar um tópico para falar sobre isso. Sabemos que as passagens representam um dos maiores gastos na viagem, se não o maior, dependendo. Por isso, se tu quer economizar nesse quesito, paciência e flexibilidade são o segredo. Eu a partir de meados de agosto praticamente todo dia procurava um trajeto saindo do Brasil (Rio e SP) para México (capital e Cancún) ou Cuba. Como já disse antes, instalei o app ''Passagens imperdíveis'' no celular e no dia 04/10 veio a notificação do ano: SP/Cancún por R$1792,20 com a data simplesmente perfeita para mim (ida dia 4/12 e volta dia 25/12).
      Com a passagem comprada pro México, não tinha mais como recuar: VOU VIAJAR SIM. 
      Depois disso, o negócio era mais complicado... comprar as passagens entre México/Cuba, Cidade do México/Cancún e RJ/SP. Utilizei demais e muito me ajudaram o Skyscanner e Google Flights (ambos na aba anônima, tá bom? Não deixe os algoritmos saberem que você quer viajar e pra onde, eles podem subir o preço https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/sites-identificam-buscas-de-consumidor-aumentam-precos-de-produtos-em-ate-20-22484138).
      Depois de muita pesquisa, algumas trocas de roteiros e tendo que estar dia 21 no México, consegui todos os voos por 3600 reais, aproximadamente. Um baita negócio, sendo que peguei 7 aviões, cruzei o continente e visitei dois países. Por isso, repito: procure com antecedência e persistência!
       
      Em seguida... últimos preparativos e o começo da jornada!
       
       
       
    • Por Mahin
      Oi me chamo Mahin, estou procurando uma cia pra viajar, moro em Salvador e pretendo começar a viagem saindo daqui para Chapada diamantina × Pernambuco e depois percorrer o norte/Nordeste, tudo isso com pouca grana.
      Se sentir interesse manda um email, bjin ✨
      [email protected]
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      Dicas de Viagem para Índia que Você deve Ler antes de Viajar!
      Vestimenta para as mulheres
      Respeitando as tradições e costumes da Índia, as mulheres devem estar sempre com a região dos ombros coberta. Não é aconselhável usar camisetas sem mangas, bermudas curtas ou calças jeans ou legging. O jeans, apesar de ser uma das vestimentas mais banais no Ocidente, na Índia é ainda considerado super sexy. Em muitos lugares, não é bem visto. Dica, se for usar jeans ou legging, coloca uma bata compridinha. Se for usar camiseta coloca um lenço por cima da camiseta.
      Na Índia: mulher solteira = jeans e mulher casada = roupa tradicional indiana. Para 99,9% dos indianos, mulher que mostra o corpo ou usa roupas justas que marquem o corpo, está pedindo para ser assediada e é um convite aos mais assanhados. Sendo assim, para evitar os olhares de reprovação e comentários alheios recomendo usar calças largas, saias compridas, blusas no estilo de batas. Nos templos sagrados, os visitantes devem estar adequadamente vestidos e todos devem cobrir a cabeça com véus ou lenços.

      Remédios/Higiene
      Na Índia, as farmácias são raras, e para os remédios simples alopáticos, eles pedem receita médica. A medicina comum na Índia é a Ayurvédica. Claro que você poderá experimentar os remédios ayurvédicos, mas para maior segurança aconselho a levarem as nossas medicações ocidentais: Analgésicos, Anti-inflamatório, Antibiótico, Antigripal. E também para dor de garganta, tosse, diarreia e vômitos. É recomendável levar medicamentos para intoxicação alimentar, a maioria dos viajantes tem problemas com comida nas primeiras semanas. Poderá sentir dor de estômago, leve Omeprazol. 
      Sempre leve na sua mochila um rolo de papel higiênico, itens básicos de higiene (álcool gel, pasta de dente, toalha, lenço umedecido, as meninas levar absorvente, etc). É possível encontrar esses itens nas cidades para comprar, mas nem sempre tem o suficiente nos hotéis, hostels, restaurantes e banheiros da Índia. 
      Sempre constatar se as garrafas de água mineral estão seladas com o selo do fabricante, já que alguns comerciantes inescrupulosos chegam a rechear as garrafas com água “torneiral” para revender como se fosse mineral. 
      Dicas de viagem para Índia: Turismo
      As famosas turísticas Cidades da Índia são:
      • Nova Deli (capital de tradição milenar e porta de entrada);
      • Agra (a cidade do Taj Mahal, uma das 7 maravilhas do mundo moderno);
      • Jaipur (a cidade rosa, no Rajastão);
      • Jaisalmer (a cidade dourada, também no Rajastão);
      • Amritsar (cidade sagrada do Sikhismo, 5º maior religião do mundo);
      • Varanasi (cidade sagrada do hinduísmo, 3º maior religião do mundo. Onde rolam as cerimônias no Rio Ganges);
      • Khajuraho (a cidade dos templos com esculturas que lembram Kama Sutra);
      • Rishikesh (conhecida como a capital mundial da Yoga);
      • McLeod Ganj (aos pés do Himalaia, é a cidade onde vive o Dalai Lama e os tibetanos no exílio);
      • Mumbai (centro financeiro e de maior riqueza arquitetônica do país);
      • Calcutá (capital cultural do país com cinco Prêmios Nobel).
      Visto
      Agora pessoas que vão para Índia como turistas podem tirar o visto pela internet. O novo visto eletrônico tem validade de 30 dias e custa 60 dólares. Basta acessar o site visto eletrônico indiano. Quando terminar de preencher tudo, você deve pagar a taxa do visto e só então receberá o ETA (Autorização Eletrônica de Viagem) por email. A taxa deve ser paga no mínimo quatro dias antes da viagem e no máximo 30 dias antes da data da chegada.
      O visto de turismo eletrônico pode ser pedido no máximo duas vezes por ano. Ele não pode ser prorrogado ou convertido para outros tipos de visto. O governo indiano disponibiliza, 24h por dia, um Centro de Apoio de Vistos. O serviço está disponível pelo número +91 11 24300666 ou por email: [email protected]
      Se você pretende ficar mais de um mês, deve seguir o método antigo, através da Embaixada ou Consulado da Índia no Brasil. (nesse caso o visto vale por 6 meses)
      Vacina
      A única vacina obrigatória é contra febre amarela. É preciso ser vacinado no mínimo 10 dias antes de embarcar. Atenção, aquele cartão fornecido pelo posto não serve! É obrigatório apresentar, ao chegar na Índia, o Certificado Internacional de Vacinação, mais conhecido por Cartão Internacional de Vacinação, que é um documento emitido pela emitido pela ANVISA, pois nele comprova que o viajante vacinou-se contra febre amarela. Neste artigo tem o passo a passo de Como conseguir o certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Outras vacinas são aconselháveis, embora não obrigatórias. Tétano, raiva, paralisia infantil e hepatite A são algumas delas. 
      Clima
      Não pense que a Índia só faz calor, tipo de 45°C. A temperatura média varia: De Fevereiro a Maio (verão) de 20°C a 40°C podendo chegar até 45°C. De Junho a Setembro (chuvas frequentes) de 25°C a 38°C. De outubro a janeiro de (inverno) de 15°C a 20°C. 
      Poluição
      Nova Deli, local que mais recebem visitantes na Índia, é considerada a cidade mais poluída do mundo, ultrapassando a super poluída Pequim. A confirmação oficial de que a capital indiana está no topo da lista negra do meio ambiente foi dada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A poluição do ar é um problema de saúde sério na Índia. A estimativa é a de que pelo menos 10.500 pessoas morram todos os anos na cidade indiana em decorrência de doenças provocadas pela péssima qualidade do ar.
      São mais de 400 idiomas e dialetos. O oficial é o hindu, e o inglês é a segunda língua mais usada. A palavra mais conhecida em hindu é: Namastê (Oi – na verdade quer dizer muito mais que isso, mas a ideia é cumprimentar). Não existe rúpia indiana à venda no Brasil, por isso leve dólar, o Real não é bem aceito por lá. É um país de grande diversidade cultural e nesse artigo você vai ficar surpreso com as 17 Curiosidades sobre a Índia que você precisa saber. 
      Ótima Dicas de viagem para Índia né?! Não perca mais tempo, programe agora mesmo sua viagem para conhecer de perto os costumes e curiosidades do povo indiano. 
    • Por Felipe Marques Santana
      Venho aqui compartilhar o meu mochilinha de 27 dias pela Europa. Essa foi a 1ª experiência no continente. Com certeza, voltarei muitas outras vezes.
      Bom, iniciarei pelo planejamento.
      Comprei passagens de ida e volta por Bruxelas, pois tenho uma amiga que mora numa cidadezinha não muito longe de lá: Boortmeerbeek.
      Comprei com muita antecedência, no mês de maio, mas consegui um bom negócio: 2400 reais pela cia Air Europa. Os voos tinham escala em Madri, pois não há, por nenhuma cia, voos diretos até Bruxelas.
      No mês de setembro reservei os hostels em Paris, Amsterdã, Berlim e Londres. E comecei a pensar como faria os trechos internos. Bom, na maioria dos casos utilizei o trem, todos tíquetes comprados com 3 meses de antecedência para pagar um menor valor. Os trechos Bruxelas>Paris e Paris>Amsterdã foram realizados com o Thalys. No primeiro paguei 22 euros e no segundo 29 euros. Já de Amsterdã a Berlim, preferi fazer aéreo, pois o trem demorava 6 horas e além de tudo o preço não era atraente. Acabei comprando a passagem pela Easyjet (60 euros, com direito a despachar uma mala); no trecho Berlim>Londres comprei pela Easyjet também, com o mesmo preço e as mesmas condições. Em Londres queria fazer um bate-volta a alguma cidade do interior, e acabei escolhendo Cambridge pelo preço das passagens de trem (12 libras ida e volta!). Para finalizar, fiz o trecho Londres>Bruxelas de Eurostar, uma facadinha: 60 euros! =(
      Tíquetes de atrações, só comprei 2 de forma antecipada: visita à casa da Anne Frank em Amsterdã (10 euros) e London Eye (24 libras).
      Com tudo certo, só restava viajar!
      E numa data inusitada: 31 de dezembro! Como não ligo muito para Ano Novo, decidi ir nessa data: um dos motivos para as passagens estarem baratas! hehehe
      Fiz o voo de São Paulo a Madri em uma saída de emergência, pois o atendente ao ver a minha altura (1,91m), ficou com pena de mim! O voo foi ótimo! =) A aeronave era um pouco antiga, mas não foi um problema. A comida servida era muito boa! E tinha água e refrigerante no fundo da aeronave à vontade, era só pedir. Uma vez em Madri, esperei cerca de 3h pela conexão, nada que atrapalhasse, mas o aeroporto estava com as lojas fechadas e meio vazio. O segundo voo também foi em aeronave antiga, mas foi tão tranquilo quanto ao outro. Ao chegar em Bruxelas, andei, andei, andei, andei até chegar à área onde estavam as esteiras, peguei a minha mala (ufa, ela chegou!) e esperei a minha amiga chegar para me buscar.
      A casa dela não era muito distante do aeroporto, em cerca de 40 minutos, já estava lá, local que ficaria 4 dias no início da viagem e mais 1 no final.
      Nesse primeiro dia, praticamente descansei, almocei e depois à noite fui até Bruxelas encontrar uma amiga que estava lá por coincidência! =) Para ir até lá, fui de trem. Na Bélgica os trens regionais funcionam bem e quase sem atrasos. As compras podem ser realizadas pelo site da Belgium Rail, ou em máquinas nas estações. As máquinas aceitam cartão e moedas, esqueçam dinheiro!
      Passagem de ida e volta comprada, era só embarcar. De Boortmeerbeek até Bruxelas era mais ou menos 1 hora, com uma troca de trem em Mechelen, uma cidade maior e com mais conexões. Há trens muito antigos, mas também há aqueles modernos, porém vários deles são pichados na parte externa, achei estranho Bom, chegando na estação Brussels Centraal/Bruxelles Central (tudo em Bruxelas é bilingue, inclusive o nomes das cidades!) fui até a Grand Place/Grote Markt de lá, que é um espetáculo à parte. Ainda estava rolando a feira de Natal, além de a cada hora um lindo show de luzes. Quando cheguei encontrei a praça assim:

      Linda, não? É o lugar mais bonito de Bruxelas, sem dúvida! =)
      Encontrando a minha amiga, fomos até ao Bar Little Delirium (não fomos ao grande, por ser muito lotado). Lá pudemos provar vários tipos de cerveja belga (as melhores da viagem) por preços razoáveis. Também aproveitei a ocasião para provar uma daquelas delícias culinárias belgas: o waffle. Esse tinha nutella e morangos! Muita vida! hehehe
      Depois de mais um rolê pela cidade, me despedi dela, pois era tarde e tinha que pegar o trem até Mechelen (ou Malines, em francês), onde a minha amiga e o seu noivo me esperavam, pois não haveria mais trens para Boortmeerbeek. =(
      Eles aproveitaram para me mostrar, de carro, como era a cidade. O lugar mais interessante é a Catedral Metropolitana, que possuía na idade média, uma das torres mais altas da Europa, pois a cidade era um entreposto comercial importante.

      Bom, escrevi bastante. No próximo post continuo o relato. (Obs: pode ser que demore um pouco, tanto pelos detalhes, quanto falta de tempo mesmo! hehehe)
      Até a próxima!
    • Por Batata Chips
      Amizades, to estudando comprar a primeira mochila, porém tenho dúvidas quanto ao tamanho. So:
      Mochila de 40L cabe barraca + saco de dormir contando com roupa pra 1 semana e afins?! 
      Grato!     (Pic chamativa kkkkkkkk)


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