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CINGAPURA, MALÁSIA E TAILÂNDIA + 2 STOPOVERS EM PEQUIM E FRANKFURT (OUT/NOV - 2018) - Histórias, fotos, gastos, vídeos... sem jet lag e com inglês ruim

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DIA 35 - 21/11 – Phi Phi Island

 

Como era um dia sem muito compromisso, dormi um pouquinho mais e decidi fazer a trilha até a praia de Long Beach. Pra chegar lá, tem que seguir a praia onde o ferry boat chega indo pra esquerda, logo começa o caminho, é fácil de achar. No caminho tem algumas praias bem sossegadas, com pouca gente, vale ir parando e dando uns mergulhos em cada uma. o único problema é que quando chega numa espécie de estradinha, tem uma saída pra ela do lado direito (tem até uma sinalização no chão), mas não percebi e segui, fui parar num lugar bem esquisito, tinhas umas casas que pareciam abandonadas, muito mato, e sai no meio de uma picada horrível, no final das contas acabei saindo na desgrama da estrada numa parte que eu já havia passado, ou seja, andei em círculos. Tem coisas que só eu consigo fazer!

Finalmente achei o raio da praia, era bem bonita e grande, tem hospedagem lá também, provavelmente é um pouco mais caro ficar lá, mas pra quem tem grana vale muito a pena.

Devo ter ficado umas 2h por lá, depois resolvi sair, não sou o tipo de pessoa que consegue ficar o dia todo na praia (até porque moro em cidade de praia, claro que não no mesmo nível, mas no final é tudo areia e mar), e como sabia que havia um outro view point ali perto decidi ir conhecer. Era só pegar a tal estrada de novo e ir direto, é uma subida bem cansativa, tem uns ladeirão punk, até que cheguei num lugar que não sabia onde ir, uma coisa que parecia um lago artificial sendo construído e umas casas em volta, andei ali pelo meio, sai atrás de um prédio nada a ver e no final bastava seguir pela lateral do lago direto que saia no tal mirante. Sinceramente, achei bem bosta, só tinha vista do mar, não que isso seja feio, mas esperava um visual mais foda, pelo tempo gasto não compensou. O mais engraçado é que na ida demorei pra cacete pelos perdidos que tomei, mas na volta, desde a entrada de Long Beach até a praia de Tonsai, onde eu estava, levou uns 15 minutos, contando as paradas pra foto.

Voltei pro hostel, tomei um banho, lavei algumas roupas, afinal, no outro dia já começaria o processo de volta pra casa e não queria viajar com muita coisa suja na mochila, e aproveitei e falei com a senhorinha do hostel se poderia deixar minha mochila lá depois do check out, pois teria que sair às 11h mas meu ferry tava marcado para às 14h30, teria que fazer hora até lá. Ela sorriu e disse que não havia nenhum problema, aliás, era uma senhora muito boazinha, mal falava, mas tava sempre sorridente, e sempre acordada, qualquer hora ela estava lá sentada na recepção, mesmo quando cheguei tarde da noite ela estava acordada lá. Depois fui até Loh Dalan, comprei um pedaço de pizza (que aquela altura era meu almoço) e uma coca numa barraca de frente pra praia e fiquei sentado vendo meu último pôr do sol da viagem. Não tava aquele céu bonito (achei até que fosse chover), mas foi bacana aquele momento, fiquei pensando em toda a viagem, nas coisas bacanas que fiz, nos lugares que conheci, e já começando a sentir saudade de tudo aquilo.

Voltei pro hostel, dei uma descansada e depois fui dar um peão, resolvi conhecer o tal do Reggae Bar, meu hostel ficava nas costas dele, é um bar onde existe um ringue de luta no centro dele e rola uns muay thai, inclusive, segundo eu li, qualquer frequentador pode lutar se quiser, valendo um baldinho do capeta. O problema é que pra entrar você tem comprar uma bebida na recepção, até aí normal, mas pelo que entendi só podia ficar se estive bebendo, se parasse teria que sair (pelo menos é o que o tiozinho da entrada deu a entender). Tinha um pessoal que tava ali na entrada querendo dar uma olhada, pra ver como era, mas o cara começou a agir com grosseria com todo mundo que estava lá, dizendo que estávamos atrapalhando e quase que enxotando a gente.  Acabei desistindo de entrar pela atitude do cara, fora que achei bastante caro o preço das coisas lá.

Andei até a praia e fui conferir o agito das festas, tinha bastante gente, mesmo padrão, galera chapando, shows pirotécnicos, música alta bombando, fiquei lá até um certo horário e sai fora, teria dias cansativos pela frente.

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Aqui é o começo da trilha para Long Beach

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Alguma praia qualquer no caminhoIMG_20181121_111902.thumb.jpg.3d2f099b5ae7becb672189c62a89bf89.jpg

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A tal estradinha de terra no caminhoIMG_20181121_121101.thumb.jpg.d41ecf336d634515009c75af672c1d39.jpg

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A entrada de Long Beach é exatamente na frente dessa árvore

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Long Beach

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É assim a coleta de lixo da ilhaIMG_20181121_144102.thumb.jpg.e2e85b763b16f9afaa4967a007a03e79.jpg

Além daquela árvore, tem essa indicação no chãoIMG_20181121_144930.thumb.jpg.848046fc4c4c8e5fe29247b7ee677406.jpg

Seguindo pro tal viewpoint 3IMG_20181121_145817.thumb.jpg.1537fdd434d6c3e4b78d730d19e74f2f.jpg

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Viewpoint 3IMG_20181121_151337.thumb.jpg.f7e13023c4e956342574d688c9583cc3.jpg

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A tal maré baixa a que me referi

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GASTOS DO DIA

 

7-Eleven: THB 35,00

Pizza: THB 80,00

Coca: THB 40,00

Janta: THB 60,00

Smoothie: THB 50,00

Cerveja: THB 50,00

  

TOTAL: THB 315,00

 

Continua...

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DIA 36 - 22/11 – Phi Phi Island – Phuket – Pequim

 

Meu ultimo dia na Tailândia, o coração já estava apertado, tinha adorado aquele país, mas tudo que é bom dura pouco e logo estaria de volta à minha rotina. Mochila arrumada, aproveitei pra tomar um banho, pois iria ficar até domingo sem, tudo certo e nada resolvido, às 11h sai, deixando minha mochila num canto do quarto, e fui almoçar naquelas barraquinhas que eu frequentava, sem pressa pois tinha um tempo pra enrolar.

Depois sai caminhando sem esmo, olhando aquele mar, estava um dia bonito, até que sentei em um banco de frente pra praia e fiquei lá, ouvindo um sonzinho no meu celular e admirando aquela beleza toda. Fiquei lá até mais ou menos 13h30, voltei pro hostel, peguei minha mochila, esperei a senhorinha voltar pra me despedir e segui pro píer.

Assim que cheguei, já entreguei o tíquete, e o rapaz colou um adesivo na minha camisa, era pra saber quem teria transporte do outro lado, que era o meu caso. Já fui para o barco, mas dessa vez preferi ir dentro, sentado, o ar condicionado tava torando de gelado, e tinha uma espécie de open bar de coca-cola e melancia, podia pegar a vontade.

Saímos umas 14h45, e assim que o barco começou a andar, começou uma chuva, ainda bem que eu estava indo embora. Aproveitei para ver do barco a praia de Maya Bay, ele passa, ainda que meio de longe, pelo lado de onde dá pra ver a famosa pedra flutuante, fiquei frustrado por não conhecer a praia mais famosa do país, mas infelizmente ela está fechada por tempo indeterminado por conta do turismo predatório que o lugar sofreu todo esse tempo.

Chegamos em Phuket umas 16h15, e mal sai do barco já tinha umas pessoas com placa da empresa de barco gritando, um cara viu que eu tava com o adesivo e já me encaminhou pra onde estavam as vans, tinhas várias pra vários lugares diferentes, ele me levou num cara que gritava “seventeen, seventeen”, era a minha van. Sinceramente, achei bem organizado o esquema, pra quem tava preocupado como ia ser, fui muito tranqüilo. Achei que seria a única pessoa naquela van, mas logo chegou um casal, no final só fomos nós três pro aeroporto.

Ele fica bem longe do píer, a van deu uma boa volta por Phuket, chegamos por volta depois das 18h no aeroporto, ele para no terminal doméstico, mas o internacional é quase do lado, basta subir uma escadaria e caminhar por uma passarela.

Basicamente passei o tempo no aeroporto lendo, depois comi um lanche no Burger King, dei uma passeada pelo aeroporto, aproveitei e dei uma olhada nas casa de câmbio para trocar o que sobrou dos thai baths por euro (a moeda da China eu usaria os dólares que sobraram para trocar), só tinha duas e os valores eram os mesmos. O WiFi do aeroporto era com limite de tempo, então eu racionei o uso pra poder usar de vez em quando. Meu vôo só saia às 0h40, nesse meio tempo ainda comi alguns salgados do Starbucks e do 7-Eleven, e quando deu o horário de fazer o check in, eu fui ao banheiro e resolvi já colocar o conjunto segunda pele (calça e camisa) e deixei o fleece na mochila para adiantar, e o resto da roupa de frio eu deixei na mochila cargueira, pois chegando em Pequim, era só vestir o resto, afinal, eu sabia que iria estar bem frio lá. Aí começaria mais perrengue pra coleção...

Já começou a azedar que na hora de fazer o check in (assim como na ida, só dava pra fazer no balcão, online nem pensar, dá-lhe Air China), os caras não achavam a minha reserva de jeito nenhum, demorou um tempão, eles olhavam no computador, vasculhavam, passavam rádio pra alguém e nada, eu já tava começando a ficar com medo que tivesse ocorrido algum cancelamento pela empresa, sei lá, nunca tinha usado o tal do Zupper. No final era algum erro que não lembro, se não me engano era o código da reserva, sei lá, mas que foi resolvido. Beleza, ok, inclusive já imprimiram as duas próximas passagens (Phuket – Pequim e Pequim – Frankfurt), bora embarcar. Ainda consegui pegar um pouco de Internet ao lado da King Power, uma rede de lojas que tem nos aeroportos da Tailândia ( essa é aquela rede que patrocina o Leiceter, da Inglaterra, e que o dono morreu num acidente de helicóptero ano passado, foi um baita luto no país) e embarquei rumo a Pequim, estava bastante ansioso pois rira realizar um sonho: conhecer a Grande Muralha.

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Pier de Phi PhiIMG_20181122_144225.thumb.jpg.085d98e9f4b673a13e92914c2ba8e5b5.jpg

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A ilha onde fica a praia de Maya Bay, do lado direito a tal pedra flutuante que fica na frente da praia

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Tabela com os horários dos ferry boatsIMG_20181122_163411.thumb.jpg.4ff6269085d9b465cc3e3be51325d341.jpg

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Caminho do aeroporto de PhuketIMG_20181122_175732.thumb.jpg.5fb9bfad524a527ea576ed6141ca0bf7.jpg

Aeroporto Internacional de PhuketIMG_20181122_180017.thumb.jpg.0a237f85c1fd77d10c76cbb37fc31e82.jpg

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GASTOS DO DIA

 

Almoço: THB 120,00

Coca: THB 20,00

Burger King: THB 269,00

7-Eleven: THB 45,00

Starbucks: THB 160,00

Câmbio: THB 759,80 - £ 20,00

  

TOTAL: THB 614,00

 

Continua...

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DIA 37 - 23/11 – Pequim

 

O avião aterrizou por volta das 6h30, segundo o que mostrava na tela do avião estava 1ºC, e eu já estava torcendo pra não demorar muito na imigração para poder pegar minha mochila e colocar o restante da roupa de frio que eu havia despachado.

Ao contrário da ida, dessa vez eu já sabia onde deveria ir sem ficar perdido, e, após andar muito (dessa vez o avião parou em um portão mais distante ainda) naquele imenso aeroporto, fui direto ao guichê onde tira o visto temporário. Para quem não sabe, ao entrar na China você precisa ter um visto, mas se você estiver em trânsito, que era meu caso, você tem direito a um visto temporário de até 144 horas (6 dias). Não são todos os países que tem esse direito, mas o Brasil é um deles, então você deve ir a um guichê específico que fica bem antes de passar pela imigração, indo pro lado esquerdo, não tem como errar, tem uma placa em azul bem grande escrito. Entreguei o passaporte e a passagem que estava impressa, eles analisaram, foi um pouco demorado, mas no final colaram um selo no passaporte com a data da entrada e a data do voo. Quando diz 144 horas, é o tempo limite máximo, mas eles vão carimbar apenas de acordo com a data do voo de saída.

Resolvido isso, fui até o guichê da imigração, onde novamente olharam passaporte, olharam passagem, olharam visto, e comecei a achar que tinha dado algum gato, porque o funcionário olhava pro monitor, olhava pro passaporte de novo, e chamava alguém pra olhar e pareciam analisar alguma coisa, e eu pensei "fodeu, vai dar merda", e o frio comendo solto, tava congelando e louco pra pegar minha roupa.

Depois de outra demora, fui liberado e fui até a esteira de bagagem. Veio a de todo mundo, menos a minha, dai fui até o guichê da companhia e tive a feliz descoberta de que minha mochila só seria retirada em São Paulo. Sim, normalmente eu sei que eles despacham direto, mas como seriam duas longas conexões imaginei que fosse retirar na conexão. Ou seja...

Pensa no frio que estava naquela merda, puta que pariu, eu gosto de frio, mas tava osso, eu tinha outra camiseta na mochila e coloquei por cima da minha roupa, mas era só pra fazer número mesmo. Procurei uma casa de câmbio para trocar os 50 dólares que me sobraram e fui atrás do tal trem que sai do aeroporto até o centro de Pequim, é fácil de achar, é bem sinalizado. Comprei o tíquete e fiquei aguardando, não demorou muito e já estava nele, esse trem tem quatro paradas: T3 (Terminal 3), T2 (Terminal 2), Sanyuanqiao (linha 10 do Metrô) e Dongzhimen (linha 2 do metrô), onde eu desceria, ele leva uns 35 minutos no total. A paisagem se resumia a muitas árvores no começo e depois, já se aproximando da região central, se viam muitos conjuntos habitacionais, eram muitos, parecia um monte de COHAB, e o céu estava bem cinza. Ainda no trem, acabei encontrando um brasileiro que também estava de conexão mas iria pra Cidade Proibida, fomos conversando até Dongzhimen, e de lá tomamos rumos diferentes. Ali começava a odisseia da muralha.

Essa estação interliga com o trem, a linha 2 - azul e a linha 13 - amarela, eu peguei essa última, seriam 7 estações até a estação Huoying. é um pouco demorado, pois as estações são bem afastadas umas das outras, e pra ajudar, eu ainda me confundi com a sinalização da estação e desci uma antes, tive que esperar o próximo para seguir até lá.

A essa altura eu estava com muito, mas muito frio, mas dentro da estação pelo menos era quentinho, comecei a procurar a tal saída que me levaria a estação de trem, no caso era a G4. Essa estação era muito grande, tinha várias saídas e finalmente achei a minha, e quando subi a escadaria, galera, achei que ia morrer. Sério, nunca senti tanto frio na minha vida, pensei em voltar pro aeroporto e ficar lá, que pelo menos tava climatizado, mas ao mesmo tempo eu sonhava em conhecer a Muralha, então, mesmo batendo os dentes (literalmente), resolvi continuar.

Assim que saí da estação, virei à direita (sentido contrário da rua) e segui um corredor, e nesse momento fui abordado por um tiozinho que foi me perseguindo até a estação de trem, um pouco adiante, que queria me oferecer serviço de táxi até a Muralha. Eu li, antes da viagem, que tem muitas pessoas que ficam oferecendo esse serviço, e em alguns casos rola um golpe, mas como eu estava convicto que iria de trem (pela logística e pela grana curta), ignorei o cara e fui para a bilheteria. E não é que o cara se colocou na minha frente pra eu não comprar, tive que mandar ele sair.

Aí veio mais uma punhalada no peito: o próximo trem partiria às 11h32, e ainda eram 10h05, nessa hora, além do primeiro tiozinho, colaram mais dois taxistas chatos querendo me convencer a ir com eles, mas mesmo assim comprei o tíquete, para desespero de um deles que até jogou o chapéu no chão.

Teria mais de uma hora pra enrolar, então pensei em voltar pra estação de metrô e aguardar no quentinho, mas o problema é que não nenhum lugar pra se sentar, eram apenas inúmeros corredores, então resolvi pegar uma saída qualquer e ver o que tinha pra fazer. Não lembro qual peguei, mas saí numa espécie de terminal de ônibus, e tinha um bairrozinho ali, resolvi aproveitar e ver se tinha algum lugar pra comer, pois não havia tomado café da manhã e eu não sabia que lá na Muralha teria alguma estrutura pra me alimentar (na verdade, não achei nenhuma informação sobre isso).

Entrei numa rua que tinha vários restaurantes, mas tanto os cartazes quanto os cardápio estavam só em chinês, afinal, eu não estava numa região turística, tava mais com cara de algum subúrbio da cidade, fora que as fotos das comidas eram bem estranhas, não dava muita vontade de comer.

Finalmente passei por um que tinha pinta de ser algum fast-food ou franquia, sei lá, tinha um cardápio na porta com as fotos e os preços, e teve um prato que me pareceu legal, era uma travessa com arroz, parecia feijão, uma carne qualquer e uma verdura, custava 15 renminbis e entrei, fui até o balcão, e quando a mocinha me atendeu, peguei o cardápio, apontei e ela registrou, não rolou uma troca de palavras kkk

Sentei onde ela me apontou e fiquei esperando, quando ficou pronto e fui retirar no balcão, vi que era um bagulho imenso de comida, tipo, vinha muito rango, pela foto achei que fosse pequeno. Tinha arroz, o que achei que fosse feijão parecia grão de bico, tinha uma carne de algum animal que morreu (preferia não saber qual era) e uma verdura bem apimentada. Levei quase uma hora comendo aquilo.

Quando terminei, fui pedir pra usar o banheiro e aí foi engraçado: tentei perguntar em inglês e a mocinha não entendia nada, digitei no tradutor do celular a palavra banheiro e ele escreveu em chinês, mas quando mostrei a menina fez uma cara de quem não entendeu (vai saber qual foi a tradução que rolou), daí chamou outra e quando essa olhou apontou pra uma porta. Quando entrei, vou descrever o que vi: era um quartinho pequeno, tinha uma máquina de lavar, umas vassouras, panos, e junto à porta, tinha uma peça de cerâmica branca e concava, com pés, um ralinho no meio e tinha ainda uma torneira na parede. Certamente aquilo parecia ser um quarto de despejo e aquela peça não era um mictório, provavelmente se usava pra lavar algo (espero que não fosse a louça), mas já tava ali mesmo, mirei bem no ralinho e mandei ver, até usei a torneira pra lavar a mão.

De lá já corri pra estação de trem, tava quase na hora e quando cheguei o ele já estava parado na plataforma, entrei, me ajeitei, e quando o trem saiu, aproveitei que tava bem quentinho lá dentro e apaguei, devo ter até roncado kkk

Quando acordei, vi que o trem tava parado, e pelo Maps parecia estar próximo, resolvi perguntar pra uma moça que estava do meu lado se estávamos em Badaling, e a moça ficou repetindo: "Badaling, Badaling, Badaling" seguida de outras duas pessoas, enfim, como ninguém saiu fiquei esperando. Nisso uma mulher entrou com um microfone no vagão e começou a falar alto, eu não sabia se era pregação, se ela tava vendendo algo, se tava contando uma história, se tava brigando com os passageiros, nunca saberei.

O trem começou a andar de novo e logo parou na tal estação, ali é o ponto final e todos saíram. Logo que sai do terminal, tem uma placa imensa dizendo que a Muralha fica ha 1330 metros dali. E o frio descendo o cacete, estava preparado pra pegar uma pneumonia, mas a caminhada ajudou a esquentar. No caminho, parei na bilheteria e comprei o ingresso de lá, e moça me deu um tíquete pra entrar num lugar ali do lado, achei que fosse um museu, mas quando entrei vi uma enorme fila, a galera tirava uma foto com um banner da Muralha de fundo e ia num balcão onde você ganhava um diploma em chinês e pagava 30 renminbis pra receber a foto, puta furada do caramba. Aproveitei e parei numa tiazinha e comprei uma touca pra pelo menos esquentar a cabeça e em outro cara comprei um bastão de selfie, pois também havia despachado o meu na mochila principal. No geral, o lugar é até bem estruturado, tem bastante lojinhas, lugares pra comer, tinha até McDonalds e Subway.

Logo cheguei na entrada, tem duas escadarias, uma escrito Setor Sul e a outra Setor Norte, comecei pelo Setor Sul. Galera, pensa num troço que tem que estar com o preparo físico em dia. Tem umas subidas bem hard core, são tão ingrimes que tem um corrimão pra descer, senão há risco de descer rolando, fora umas escadarias que são longas. Uma coisa que foi curiosa é que essa entrada que eu fui é mais destinada aos chineses, poucos turistas vão nela, tem uma outra que é mais popular pra estrangeiros, e por conta disso acabei meio que virando uma atração lá, principalmente por conta do chapéu vietcong que eu comprei na Tailândia e estava levando na mão, eu passava pelas pessoas e elas ficavam olhando pro meu chapéu e rindo, chamando as outras pra olhar, e eu não entendia o porquê. Já quase no final daquele setor, vi uma mulher tirando fotos com pinta de profissional com o filho, e pedi para ela tirar uma minha naquele cenário com meu celular, e de pronto ela aceitou. Fiz a pose, e de repente tinha uma galera atrás assistindo, parecia um ensaio ou algo parecido, tinha até gente tirando foto minha nos seus celulares, teve uma senhora que veio até me mostrar a foto minha que ela tirou.

Cheguei no fim do Setor Sul (chega num ponto que é fechado pra turistas, embora a muralha continue a perder de vista) e comecei a voltar pra fazer o outro lado, e até fiz uma boa parte, mas uma parei numa grande subida e olhei pro horizonte, era absurdamente longe, mal dava pra ver o fim, e era bem alto, e eu, sedentário de carteirinha, tava morto já, até esqueci que tava frio, tanto que eu estava suando, fora que o sol tinha saído também. Depois de umas 2h30 + ou -, resolvi ir embora, já estava feliz e satisfeito, era minha terceira maravilha do mundo da lista, e com certeza a que mais queria conhecer.

Voltei pra estação de trem crente que teria logo um trem e talvez (aquele talvez com pouca esperança) conseguisse até dar uma passada no centro, pela região da Cidade Proibida, pelo menos pra dizer que passei por lá, já que tempo pra visitar acho que não daria. Só que, quando cheguei na estação, vi que só teria o último trem, às 18h01, e ainda eram 16h20, mesmo problema da ida, só que estava tão cansado que nem quis sair pra enrolar, comprei o tíquete e fiquei por ali mesmo, aproveitei pra ler um pouco até dar a hora.

Faltava uns 20 ou 30 minutos pro horário todo mundo se levantou e fez uma enorme fila, e começou a seguir pra plataforma. Quando cheguei lá fora, já estava de noite, e a temperatura tava como? Delícia de frio, ativei o modo vara verde e fiquei na plataforma rezando pro trem chegar logo senão teria uma hipotermia, quando ele chegou eu quase que não esperei parar pra entrar nele, lá dentro tinha um termômetro indicando 10ºC (a sensação térmica era bem pior), mas o vagão estava bem quentinho, nem precisa dizer que apaguei e só acordei quase na estação final, daí foi só pegar o metrô e depois o trem de volta pro aeroporto.

Ao contrário do que aconteceu na ida, dessa vez eu consegui usar o Wi-Fi do aeroporto, você coloca o seu passaporte no leitor de uma máquina, e ela emite um login e senha, só que é muito rápido pra anotar, sorte que fotografei logo. O problema é que na China tudo é bloqueado, o Google, Facebook, Instagram, Youtube, mas pelo menos o Whatsapp funciona para mandar e receber mensagens de texto, porém nenhum arquivo multimídia (fotos, áudios, vídeos, GIF's) carrega.

 

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É nessa fila onde pega o visto temporário (tirei a imagem da Internet porque acho que não pode fotografar)IMG_20181123_082402.thumb.jpg.fa05b03fda439da60810340402f74906.jpg

Máquina onde compra o bilhete do trem, bem fácil de usar

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O bairro onde fui parar, esses eram os restaurantesIMG_20181123_103212.thumb.jpg.a09612de4d337f9d9e493c9936ceefce.jpg

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Os valores das entradas na bilheteria

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Aqui e o final da parte sulIMG_20181123_143610.thumb.jpg.6f1a99f888d895b1bb0d68348b6cf458.jpg

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Pega essas escadarias!IMG_20181123_153531.thumb.jpg.965317b746fc984a7e99345fb73d1016.jpg

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Você pode descer a muralha numa espécie de tobogãIMG_20181123_153846.thumb.jpg.0b32a126f1bc728fbad9262d9f224a90.jpg

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Aeroporto de PequimIMG_20181123_204348.thumb.jpg.df35d5ed4ed2b993def492d10c8f67d4.jpg

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Senha do WiFi que aparece na tela da máquina

 

GASTOS DO DIA

 

Câmbio: US$ 50,00 – RMB 327,00

                Taxa RMB 60,00 = RMB 267,00

Trem: RMB 50,00 (2 * RMB 25,00)

Metrô: RMB 10,00 (2 * RMB 5,00)

Trem para Badaling: RMB 12,00 (2 * RMB 6,00)

Almoço: RMB 15,00

Touca: RMB 85,00

Bastão de selfie: RMB 35,00

Ingresso da Muralha: RMB 35,00

Family Mart (mercadinho no aeroporto): RMB 13,80

Mc Donalds: RMB 47,50 (cartão)

Starbucks: RMB 35,00 (cartão)

 

TOTAL: RMB 255,80 em dinheiro e RMB 82,50 em cartão = RMB 338,30

 

Continua...

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DIA 38 - 24/11 – Frankfurt

 

Quando o avião estava aterrizando em Frankfurt, vi que estava chovendo muito, e um amigo meu que mora em Berlim já havia me avisado que naquela semana choveria muito por lá, então já deu uma desanimada, fora que estava pensando no frio que passaria novamente, se quase morri na China, imagina na Alemanha. Eu pensei em ficar no aeroporto mesmo caso estivesse muito zoado, não havia nenhum lugar em especial pra eu visitar por lá, mas ao mesmo tempo estava ansioso pois seria minha primeira vez na Europa, então iria ver com calma o que fazer.

Na imigração foi mais tranquilo que imaginei, fui atendido por um tiozinho bastante simpático, me fez só algumas rápidas perguntas e logo me liberou, como eu já tinha pego euros na Tailândia, segui direto pra estação de trem, mas antes decidi deixar meu chapéu num guarda-volumes que ficava no 1º andar do aeroporto, não estava afim de carregar aquele trambolho pela rua de novo. O clima estava bem frio, mas não estava tão desesperador quanto em Pequim.

Na Alemanha, você compra o tíquete numa máquina que fica na própria plataforma, é bem fácil, e quando o trem chega é só embarcar, não tem nenhum guichê, ou seja, em tese, você pode ir pra plataforma sem bilhete e entrar no trem que ninguém vai ver, certo? Mais ou menos. Na verdade tem um tiozinho que fica passando pelos vagões e ele confere o de todo mundo, fazendo um furinho neles, caso você não tenha você é retirado do vagão e paga uma puta multa pesada. Dizem que às vezes não passa ninguém fiscalizando, mas é um risco desnecessário.

Pra ter acesso a região central, é preciso descer na estação Hauptwache, ela fica próxima das principais atrações do centro de Frankfurt. Assim que sai da estação e vi aquelas casinhas no estilo alemão fiquei feliz por estar na Europa, e confesso que estava frio pra caramba, mas muito mais suportável que em Pequim, apenas precisei enfiar as mãos dentro das mangas. Aproveitei e entrei numa pequena padaria e pedi uns pães mó bonitos que tinha ali e um café, não estava mais chovendo mas a mesa na calçada estava toda molhada.

Aqui vou fazer mais um resumo do que visitei porque não tinha nada muito importante pra ver: Igreja de Santa Catarina; o prédio da Bolsa de Valores; a Praça Römer, que estava com uma feirinha de Natal bem bonita, mas estava tudo fechado naquele horário; a Paulkirshe; a Catedral de Frankfurt; a Praça Goethe e sua estátua no centro dela; a Ópera de Frankfurt; a escultura do Euro; visitei também uma espécie de uma feirinha de rua ao lado do rio Main.

Acabei encontrando um pequeno mercadinho municipal, e como adoro essas coisas entrei pra ver o que tinha de bom. Era bem organizadinho mas bastante estreito, tinha várias barraquinhas de comida, tinha plantas, lembrancinhas, um monte de coisa. Logo que entrei, um cara viu minha camisa do Santos e veio falar comigo, era um brasileiro que morava lá há mais de 20 anos, conversamos um pouco e logo deu um problema: nós paramos em frente a uma barraca de flores, e o dono veio reclamar que estávamos atrapalhando lá. O brazuca e o cara começaram a desenrolar uma discussão num belo alemão que dava medo, porque alemão sendo simpático já é aquela ignorância, imagina brigando.

Resolvi comer alguma coisa e parei em uma barraca que vendia algumas coisas aparentemente gostosas, mas como não sabia como pedir ali fiquei um tempo vendo a galera comprando pra entender. Basicamente montava o seu prato e pagava o valor correspondente, e quando chegou minha vez, escolhi umas almondegas gigantes com uma salada de batata e um molho verde. Foi engraçado o cara vir falando em alemão comigo e quando falei em inglês ele fez uma cara de espanto vendo que era turista e falou em inglês de boa, igualzinho na Ásia kkk

Depois dei mais umas caminhadas, entrei em algumas das igrejas que citei mas que estavam fechadas de manhã, visitei uma espécie de boulevard que tava cheio de gente, parei num quiosque e pedi um tradicional salsichão e uma breja, visitei uma loja da Tesla e depois de um tempo decidi voltar pro aeroporto, mesmo tendo bastante tempo livre, estava entediado e cansado. Ah, e a essa altura tinha saído sol, contrariando as previsões.

O mais engraçado é que quando cheguei no aeroporto, passou uns instantes e arriou outro pé d'água, parece que estiou só pra eu poder conhecer a cidade, de vez em quando é bom ter um pouco de sorte né kkk

Bom, assim minha viagem se encerrou, espero que o relato tenha ficado bom, tentei ser um pouco detalhista porque eu pessoalmente tive um pouco de dificuldade de encontrar certas informações, espero que possa ajudar outras pessoas a fazer uma ótima viagem.

 

Valeu pessoal!

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Chegando em Frankfurt

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Bolsa de ValoresIMG_20181124_093239.thumb.jpg.c22c6b89049df6e6c86d7b3e19641ad8.jpg

Praça GoetheIMG_20181124_094644.thumb.jpg.bf41b7d2bc957b3a18d4ccab55e2aebb.jpg

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Praça Hömer

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Praça Hömer

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Catedral de Frankfurt

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Catedral de Frankfurt

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Catedral de Frankfurt

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Catedral de Frankfurt

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Mercado municipal

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Mercado municipal

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Mercado municipal

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Mercado municipal

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Mercado municipal

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Memorial  judeu

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Memorial  judeu

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Memorial  judeu

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Rio Main

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Rio Main

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Rio Main

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Ponte de Ferro

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Ponte de Ferro

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Rio Main

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Feirinha ao lado do Rio Main

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Feirinha ao lado do Rio Main

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 Rio Main

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Escultura do Euro

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Estação Hauptbahnhof

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Estação Hauptbahnhof

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Teatro de ópera

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Parque próximo ao teatro de ópera

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Parque próximo ao teatro de ópera

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Igreja de Santa Catarina

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Igreja de Santa Catarina

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Paulskirshe

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Paulskirshe

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Paulskirshe

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Torre Eiffell vista do avião

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Torre Eiffell vista do avião

GASTOS DO DIA

 

Saque: EUR 20,00

Guarda-volumes: EUR 0,50

Trem: EUR 9,80 (2 * EUR 4,90)

Café da manhã: EUR 3,60

Almoço: EUR 7,00

Imã: EUR 3,00

Chaveiro: EUR 3,00

Cartões: EUR 1,00 (2 * EUR 0,50)

Salsichão: EUR 3,00

Cerveja: EUR 3,50

 

TOTAL: EUR 54,40

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    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile.
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Já contamos a primeira parte do nosso passeio, onde você encontra informações como: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. Se você não leu a primeira parte, então clique aqui.
      Nesta segunda e última parte vamos falar sobre: formas de chegar em San Pedro Atacama, aclimatação, hospedagem, casas de câmbio, agências de turismo, passeios, alimentação e compras.
      Então vamos ao que interessa [=
      → Formas de chegar até San Pedro de Atacama:
       • De avião: sim é possível!
      Mas quem vai de avião desembarca na cidade chamada Calama, que fica a aproximadamente 100 km de San Pedro. De lá é possível pegar um ônibus direto para San Pedro ou alugar um carro. Em San Pedro existe uma pequena rodoviária, bem no centro e que funciona praticamente o dia todo.
      • De carro: ir de carro é uma aventura incrível.
      • De moto: também uma forma muito bacana de pegar a estrada. Porém é mais limitado do que o carro, pois você não tem tanto espaço disponível, vai precisar fazer mais paradas para abastecer, etc., mas nada que tire o prazer do passeio.
      A maneira de ir vai depender da sua vontade e do quanto você está disposto a gastar.
      Por que vontade?
      Porque ir de carro por exemplo, cruzando o Brasil, a Argentina e Chile não é para qualquer um. É uma viagem longa, cansativa, demorada, que vai te exigir planejamento, paciência e atenção a todo momento. Ou seja, tem que ter muita VONTADE mesmo!
       E quanto você está disposto a gastar?
      Pegar um avião, desembarcar e chegar é muito rápido e fácil. Porém tem o seu preço.
       Quando nós resolvemos fazer a nossa viagem, fizemos uma comparação entre ir de carro e ir de avião. Sem dúvida ir de carro era mais barato. E sem contar que ir de carro você aproveita o passeio, pode parar quando quiser, pode tirar fotos pelo caminho, conhece outras cidades pelo caminho. Então tudo isso pesou na hora da decisão.
      Por isso eu digo: VÁ DE CARRO, VALE MUITO A PENA.
       *Mas lembre-se de revisar o seu carro antes. Preparar tudo que precisa com antecedência.
       Segue abaixo um resumo para quem vai de avião:
       Você embarca no Brasil e desembarca na cidade de Santiago (Chile).
      De Santiago você pega outro avião até a cidade de Calama.
      De Calama você pode pegar um ônibus (turismo) que te leva até a rodoviária de San Pedro de Atacama ou pode alugar um carro e dirigir até lá.
       Todos os ônibus que chegam em San Pedro de Atacama desembarcam no Terminal de Buses, que é uma pequena rodoviária, que fica bem próxima da Rua Caracoles, que é a principal rua de lá (aprox. 5 min caminhando).
       Distâncias:
       Santiago x Calama: 1530 Km
      Tempo de voo: 2h
       Calama x San Pedro de Atacama: 100 Km
      Tempo na estrada: 1:30h
       
       → Aclimatação:
       Você vai perceber que o ar em San Pedro é diferente.
      É normal você ter certa dificuldade para respirar, devido à altitude.
      Pelo caminho você já começa a notar a diferença. Quanto mais alto, mais difícil a respiração.
      Esteja preparado, pois seu nariz e sua boca irão ficar bastante secos.
      Nós sentimos dificuldade ao dormir, pois de madrugada o nariz trancava e a boca ficava seca demais.
      Algumas vezes nós levantávamos para tomar água e umedecer o nariz.
      Conversamos com alguns brasileiros, que relataram terem sentido dor de cabeça e enjoo.
      Mas é uma condição suportável.
      Entenda que é um clima totalmente diferente do nosso.
       Durante o dia era quente e seco.
      A noite a temperatura era agradável.
      Para não dizer que nesse lugar não chove, o guia nos contou que chove uma semana por ano.
       Curiosidades:
      San Pedro de Atacama está a 2.300 metros acima do nível do mar. E tem alguns passeios que nos levam a 5 mil metros.
       Dica:
      Beba muito líquido, evite álcool e prefira comidas leves.
        
      → Hospedagem
       Em San Pedro existem muitos Hostels.
      Nós escolhemos um hostel chamado Casa Lascar, que ficava ao lado da rodoviária de San Pedro. Muito próximo ao centro. Esse hostel nos atendeu muito bem, pois tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e um banheiro só para nós. A reserva foi feita na plataforma booking.com. O preço não era absurdo e valeu muito a pena.
       Dica:
      Quando você for procurar a sua hospedagem, você pode escolher por exemplo: quarto compartilhado ou não, banheiro compartilhado ou não, que tenha garagem, local para lavar a roupa, cozinha, etc. Tudo depende da sua necessidade e do quanto você quer gastar. Sites para reservar hotéis é só digitar no Google.
       
       → Casas de câmbio
      Em San Pedro existem algumas casas de câmbio, onde você pode fazer a troca do seu dinheiro de forma muito simples e fácil. A maioria delas fica aberta até tarde da noite, então é bem tranquilo.
      Nós trocamos todo o nosso dinheiro em San Pedro e valeu muito a pena, pois se tivesse trocado no Brasil teríamos perdido muita grana. Nós trocamos o nosso dinheiro na casa de câmbio RENT A BIKE EMILY, pois foi a casa de câmbio que nos ofereceu a melhor cotação. E esta casa de câmbio também aparece em outros blogs de viagem, por isso nós optamos.
       Dica:
      Pesquise em pelo menos três casas de câmbio, antes de trocar o seu dinheiro.
      Nós falamos com duas casas de câmbio antes, para saber a cotação. E por último fomos até a RENT A BIKE EMILY. Chegando lá nós falamos sobre o preço dos concorrentes, então ali conseguimos a melhor cotação.
       
       → Agências de turismo
      Em San Pedro existem muitas agências de turismo, oferecendo pacotes dos mais diversos.
      Existem alguns passeios que não são todas as agências que fazem, por exemplo subir na boca do vulcão. Neste caso só uma e outra fazem o passeio, pois é mais arriscado, demora mais, requer alguns equipamentos específicos, etc.
       Nós reservamos os passeios antes da viagem.
      Fechamos os passeios com a agência Volcano Aventura, que fez um preço muito interessante.
      Na ocasião pagamos uma parte adiantado e o restante quando chegamos. Foi bem tranquilo, nos atenderam super bem, não tivemos qualquer problema. E a negociação toda foi pelo whats.
       Dica:
      Pesquise bastante, pois só assim você consegue um preço bacana.
      Consulte as páginas de cada agência, no Facebook, Instagram, etc. Veja os comentários, a data da última atualização, etc. Assim você tira uma ideia se a agência é boa ou não.
      Mais passeios ou mais pessoas, geram bons descontos. Seja esperto e negocie.
       
       → Passeios
       A maioria dos passeios começa muito cedo, por isso você precisa se programar com horários.
      As agências te pegam na “porta de casa”, ou melhor, na porta do seu hostel.
      Junto ao motorista sempre tem um guia que fala espanhol ou inglês.
      Ao chegar no destino, eles também servem uma mesa de café, com doces, frutas, água, suco, etc.
      É muito divertido, vale muito a pena.
      Geralmente as agências realizam um passeio por dia, para não cansar seus clientes.
      Há também passeios noturnos, basta você pesquisar na internet, para saber mais.
      Outra forma de passear em San Pedro é alugando uma bike. São várias lojas que tem bike para alugar por dia, por hora, etc.
      Dica:
      É possível realizar a maioria dos passeios com seu próprio carro, porém algumas estradas não são boas, pois tem pedras, buracos, lama, etc. Se o seu carro não for preparado, melhor ir com a agência de turismo, pois elas têm carros preparados para esses lugares.
      Nós fizemos todos os nossos passeios com a agência.
       
      → Alimentação
      Os restaurantes servem de tudo e um pouco mais.
      Mas vale lembrar que as comidas de restaurante não são iguais a que você come em casa.
      Por isso, se você prefere aquela comidinha caseira ou aquele feijão, saiba que não vai encontrar.
      Nós optamos em fazer a nossa janta todos os dias. Então passava no mercado, comprava os ingredientes e preparava tudo no hostel.
       
      →Compras
      Em San Pedro você encontra de tudo para comprar, inclusive tem algumas marcas famosas que tem lojas nesse lugar. Não pense que é tudo baratinho não. Se você fazer a conversão para sua moeda, cuide para não cair pra trás.... (kkk);
       Vale a pena comprar uma lembrancinha ou outra, mas não dá para se empolgar.
       
       Acho que é isso pessoal.
      Espero que vocês tenham gostado.
      E tomara que esse relato possa ajudar vocês a planejarem sua próxima viagem.
      Um grande abraço.
       Contatos:
      47 988417695
      Instagram: thiagomarianobnu
    • Por Laryssa Teodósio
      Estarei no final do ano viajado para meu primeiro mochilão. Irei para Santiago, San Pedro de Atacama e Salar de Uyuni. Alguém pode me ajudar a escolher uma mochila que se adeque a meus 1,58 e orçamento de até R$ 400,00? Passarei mais ou menos de 15 a 20 dias. 
    • Por Adenilsonhipp
      Mochilao rootz, carona, desapego total ao q é  material. Sentido descendo pro Sul, Uruguai, Argentina e vai.
      Estou aberto a opções, roteiros, mindsets, só que temos de partir sem grana. Totalmente legalize. Temos de trocar ideia pra q tudo ocorra da forma mais natural e orgânica possível, demoro?
       
      VAMO ai
       
      11 958090689
       
      Eh isso Tmj rapaziada
    • Por Juds
      Olá!
      Estarei de férias na Tailândia de 21/01 a 07/02/2020.
      Procuro por dicas e companhias de viagem, pois algumas trilhas e festas são sempre mais seguras acompanhada.
      Estou finalizando meu roteiro interno. A princípio de Bangkok irei para o sul e depois subirei para o norte (publico assim que fechar, por enquanto estou com flexibilidade).
      Sou bem eclética, vou tirar uns dias para descansar em praias menos movimentadas, mas também vou dedicar alguns dias para festas e passeios noturnos.
       
      Alguém por lá nesse período?


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