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Tadeu Pereira

MOCHILÃO Tailândia, Cambodja, Vietnã, Laos e Myanmar - 29 dias - $1.500,00 Dólares + Passagens Ida e volta R$3.680,00 - Avião, trem, van, tuctuc e barco - 04/11/2018 a 02/12/2018

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6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang x Railay Beach x Tonsai Beach - Empresa Air Asia R$148,00 - Táxi 300 Baht - Long Tail 240 Baht - Hostel R$213,00

     Saímos exatamente no horário do aeroporto Don Mueang em Banguecoque com destino ao aeroporto de Krabi - KBV no sul da Tailândia. Chegamos por volta das 9:00am, trocamos mais alguns dólares na casa de cambio dentro do aeroporto mesmo e compramos também por 300 baht uma espécie de van/táxi que iria nos levar para nosso hostel na praia de Ao Nang. O trajeto levou uns 40 minutos passando por belas paisagens e nos dando uma noção do paraíso que ainda nos aguardava. Ao Nang é uma região central da província costeira de Krabi. A cidade consiste principalmente numa rua principal, dominada por restaurantes, bares, lojas, todo um comércio destinado a turistas. A praia principal é usada por banhistas, contudo existe uma forte presença de barcos típicos da Tailândia denominados Ruea Hang Yao ou Long Tail que oferecem acesso a outras praias no continente e nas ilhas próximas do país. 

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      Ficamos hospedados no Balcony Party Hostel localizado na avenida principal de Ao Nang de frente para o mar de Andaman. Reservamos pelo booking.com um quarto privado com 3 camas confortáveis, ar condicionado, ventilador, lockers para mochilas, banheiro compartilhado por R$213,00 para 2 diárias. O hostel ainda contém um bar a noite com diversas festas para os hóspedes e um enorme terraço de frente para o mar. Balcony Party Hostel fica localizado em um complexo de bares, restaurantes, agências de turismo e diversas lojas de souvenirs e ainda fica perto de onde se compra os tickets dos barcos para as outras praias e ilhas.  

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   Chegamos no hostel, nos acomodamos, mochilas devidamente guardadas, banho tomado, comemos alguma coisa e saímos rápido para comprar o ticket para ir a Railay Beach que ficava bem próximo ao hostel. O valor fica em torno de 240 baht incluindo a ida e a volta e leva aproximadamente 20 minutos saindo de Ao Nang Beach. 

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     Railay, também conhecido como Rai Leh, é uma grande península entre a cidade de Krabi e Ao Nang. É acessível apenas por barco devido a altas falésias calcárias que cortam o acesso ao continente.  Chegando logo se vê o quanto a Tailândia é fantástica. Suas praias de areias claras e águas cristalinas cercadas por enormes paredões de calcário que mais pareciam uma grande pintura.    

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     Ficamos por algum tempo contemplando Railay, tomamos nosso primeiro banho de mar, tomamos um belo suco da Dragon Fruit (Pitaia) que é uma fruta famosa na Tailândia e depois de caminharmos pela praia pelo lado direito fomos abordados por uma senhora divertidíssima oferecendo massagens e após uma engraçada conversa rs, ela nos sugeriu que fizéssemos uma trilha de poucos minutos para Tonsai Beach e que seria um belo lugar pra nós mochileiros ahahaha. Fizemos a trilha que passa por uma bela paisagem de paredões usados para rapel, uma bela vista das duas praias e uma gruta ou caverna que existe no caminho, a trilha é realmente muito curta mas a paisagem faz com que pareça enorme, e após alguns minutos estávamos nas areias de Tonsai Beach.

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     Tonsai é uma praia digamos no estilo "roots", com vários artistas, surfistas, artesãos, galera do rapel e diversos mochileiros de todo lugar do mundo. Ficamos em um bar chamado Freedom que fica bem de frente para o mar. Tomamos uma geladíssima cerveja Chang e contemplamos aquele paraíso por algumas horas. 

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     Na praia de Tonsai ainda da pra ver muitas marcas do tsunami de 2004 com epicentro em Sumatra na Indonésia onde afetou milhares de tailandeses. Existem placas indicando evacuação para lugares mais altos em caso de tsunami por toda a parte da ilha.    

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     Na maioria das praias da Tailândia quando esta na maré baixa o mar retrocede de uma forma que somente as pedras ficam aparecendo impossibilitando muitas vezes de se banhar. Então aproveite a praia enquanto ainda tem água para um mergulho pois no entardecer ela ira ficar rasa a ponto de ficar a alguns centímetros de profundidade.  

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     O dia acabou muito rápido em Tonsai, esperamos pelo por do sol tão famoso mas ao cair da tarde fomos presenteados por uma bela chuva que refrescou todo mundo ali. Aguardamos por alguns minutos no Feedom Bar até a chuva passar e depois fizemos a trilha de volta para Railay pois o último horário de Long Tail de volta pra Ao Nang seria as 18:00pm. Massss porém contudo todavia fomos embora com a sensação de quero mais, de que ainda faltava conhecer algum lugar naquele pedaço do continente na Tailândia e nós voltamos, pois a intuição estava forte ahuahaua e no outro dia voltamos para Railay Beach.  

 

7º Dia: Praia - 10/11/18 - 11h00 - Ao Nang x Railay Beach x Ao Phra Nang Beach - 240 Baht (((((Continua no próximo post))))

 

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7º Dia: Praia - 10/11/18 - 11h00 - Ao Nang x Pai Plong Beach x Railay Beach x Ao Phra Nang Beach - Long Tail 240 Baht

     Acordei por volta das 8:00am, tomei um belo café da manhã nas famosas lojas de conveniência que os mochileiros adoram na Tailândia chamada Seven Eleven, lá você encontra quase tudo que precisa em tamanhos pequenos e com preços bem bacanas para mochileiros, vale muito a pena. Após uma caminhada seguindo pelo lado esquerdo da praia de Ao Nang descobri uma trilha de madeira chamada Monkey Trail que levava para uma outra praia chamada Pai Plong Beach. Apesar do nome eu não vi nenhum macaco nesta trilha no dia, mas existem placas informando que existem macacos e para não os alimentarem na trilha. 

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     A trilha durou uns 20 minutos de nível fácil mas mesmo assim exige um certo esforço físico, pois são diversos degraus de uma escada construída na beira do mar de madeira e bambu e ainda tem o clima muito quente e úmido faz com que o desgaste seja um pouco maior porém com as belas paisagens que se vê da trilha compensa todo o esforço feito. 

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      A praia de Pai Plong é como uma praia particular pois só existem resorts e hotéis luxuosos nas suas areias fazendo com que somente os hóspedes na sua maioria frequentem a praia. Logo que você chega tem um fiscal que pede para que você assine um livro dizendo o horário que você entrou e também o horário que sair. A praia é bem pequena e não tem muita gente, o que é uma vantagem estar quase que sozinho naquele paraíso. 

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     Fiz a trilha de volta para Ao Nang, passei no hostel, , encontrei meus amigos, fizemos nossas mochilas e fomos comprar nosso ticket ida e volta para Railay Beach novamente pois havia uma bela praia ainda para conhecer naquele lugar. Embarcamo no Long Tail e alguns minutos depois estávamos em Railay. Assim que você chega na praia existe um caminho pelos bares e restaurantes que da acesso ao lado leste de Railay. Desembarcamos no lado oeste e logo fizemos este caminho em direção a praia do leste, chegando viramos à direita e seguimos as placas indicando o caminho para praia de Ao Phra Nang Beach e a caverna da princesa Princess Cave. O caminho é bem legal pois passa por um grande mangue, depois pelos paredões de calcário entrando em algumas cavernas durante o percurso. No caminho existe um outro que leva para o view point de Railay Beach, mas devido ao tempo chuvoso não conseguimos fazer a trilha pois estava muito escorregadia e seguimos direto para Ao Phra Nang Beach. 

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     Depois de alguns minutos chegamos em Ao Phra Nang Beach, uma praia fantástica de águas claras e mar calmo com enormes paredões e algumas cavernas. Do lado esquerdo da praia ficam o pessoal do climbing e um pouco mais a frente a famosa Princess Cave, a "caverna dos pintos" rs. A Tailândia não é apenas um lugar de praias paradisíacas. É também um local de muita fé, com seus vários templos budistas, e de lendas que trazem proteção para o povo local. Este é o caso de Phra Nang Cave, na província de Krabi.

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     Há duas versões sobre a lenda. A primeira conta que o espirito de uma princesa indiana, morta após um naufrágio na região, ocupou a caverna. Já a segunda história, conta que Phra Nang era a esposa de um pescador local. Um dia seu marido saiu para o mar e nunca mais retornou. Reza a lenda que, desde então, Phra Nang viveu o resto de seus dias na caverna, olhando para o mar, esperando que o marido retornasse. Até hoje pescadores e barqueiros, antes de partirem para o mar, presenteiam Phra Nang com incensos e flores, pedindo proteção e segurança na viagem. Porém, o que chama mais atenção na caverna são os objetos fálicos, em forma de pênis, deixados no local também como forma de oferenda. Ao longo dos séculos, a caverna ficou associada a fertilidade, por isso muitos dos símbolos fálicos foram esculpidos a partir dos Lingams, uma representação do Deus Hindu Shiva.

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     Na própria Ao Phra Nang Beach conseguimos nosso barco de volta sem precisar retornar pela trilha para Railay. Guardamos o ticket e pedimos informação para os barqueiros para que nos indicassem qual o barco que faria a volta para Ao Nang. Aguardamos por alguns minutos e logo um senhor muito simpático nos abordou e pediu que aguardássemos por alguns minutos e que logo ele sairia no seu Long Tail para Ao Nang. Saímos às 18:00pm no último horário para Ao Nang e em 20 minutos estávamos la.  

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     À noite após um belo banho no hostel ficamos tomando uma geladíssima Chang e comendo uma saborosa pizza nos restaurantes da avenida principal de Ao Nang por um preço inacreditavelmente barato. As comidas e bebidas são muito baratos na Tailândia, tem para todos os bolsos. Após a comilança aproveitamos a calmaria para descansar pois no dia seguinte logo de manhã iríamos sair para o Nopparat Thara Pier para pegar o barco para as Ilhas de Koh Phi Phi.   

 

8º Dia: Ilhas - 11/11/18 - 08h00 - Ao Nang x Koh Phi Phi Islands - Barco 450 Baht (((((Continua no próximo post))))

 

 

 

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(...)

 

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    • Por renanlouzada
      Boa tarde, mochileiros. Decidi tentar compartilhar com os senhores um pouco da minha experiência nesse segundo "mochilão". 
      Tinha 15 dias de férias para tirar e estava muito em dúvida sobre qual roteiro traçar. Estava quase decidido a ir para a Costa Rica e Panamá, quando no dia da compra, decidi por ir para a Patagônia. Já tinha ido à Argentina, mas não ao sul. Conhecia apenas Buenos Aires. Pois bem, iniciou-se, então, em novembro/2017, o planejamento para essa viagem de fevereiro/2018.
      Fui com, à época, minha namorada, então algumas coisas saíram mais caras do que era esperado - optamos por quartos individuais e com banheiros privativos em todos os casos. Tive dificuldade em colher algumas informações, mas vou tentar repassar tudo da melhor forma aqui pra quem, por ocasião, quiser fazer um roteiro similar e tiver as mesmas dúvidas.
      Nossa viagem começou dia 10/02, saindo de Vitória/ES para São Paulo.
      PS.: MUITAS FOTOS. 

      Nosso roteiro foi: 
      - Vitória x São Paulo (aéreo)
      - São Paulo x Buenos Aires x El Calafate (aéreo)
      - El Calafate x Puerto Natales (ônibus)
      - Puerto Natales x Punta Arenas (ônibus)
      - Punta Arenas x Ushuaia (ônibus)
      - Ushuaia x Buenos Aires x São Paulo (aéreo)
      - São Paulo x Vitória. (aéreo)
      Custos de passagem: R$ 3100,00 para duas pessoas, aproximadamente. Saindo de Vitória, tomei uma decisão que não havia seguido nas viagens anteriores: preocupado com a minha namorada, fiz seguro de viagem para nós dois. R$ 125,00 cada.
      Detalharei a seguir.
      Chegamos em São Paulo, após voar pela AVIANCA, por volta das 21h. Pelo Booking, localizei um motel/hotel relativamente perto do aeroporto. Só não sabia que, apesar de perto, era mal localizado. O nome do estabelecimento era: VISON MOTEL. Para a proposta, pernoitar apenas uma vez até que não tive problema. Lugar relativamente tranquilo PRA DORMIR. Se não me engano, custou R$ 50,00 a pernoite para nós 02. Chegamos tranquilamente com Uber no local. Apesar de "próximo", estávamos cerca de 20 minutos do aeroporto. 


      Acima, umas fotos do quarto em si.
      11/02
      A luta, porém, foi para, na manhã do dia seguinte, conseguir ir para o aeroporto. Tentei por 05x chamar um Uber e todos cancelavam a corrida. O tempo passando e eu, como não conhecia nada ali, ja estava ficando desesperado com medo de perder o voo. Quando, na sexta tentativa, assim que o motorista aceitou eu liguei e expliquei que queria ir para o Aeroporto pegar um voo internacional. Assim, com 5 minutos ele chegou. E então me explicou a razão de ninguém aceitar a corrida: o local era periferia e, geralmente, dali as pessoas iam para o interior de favelas. Perigo de não conhecer a cidade onde vai se hospedar.. mas enfim. Tudo certo, embarcamos em voo pela LATAM para Buenos Aires, chegando por la aproximadamente as 10h. Descemos no Aeroparque. 
      Como eu já havia comprado o chip de internet EasySim4u, procuramos uma loja da Personal para comprar um chip para minha namorada, apenas para se comunicar via whatsapp, já que fotos e videos seriam enviados tudo pelo meu chip. Encontramos um por cerca de R$ 60,00. Funcionou por toda a viagem. Ps.: todos os valores serão informados ao final, com uma planilha detalhada que fiz.
      Por fim, após algumas poucas horas de espera, embarcamos em outra aeronave da LATAM para, agora, com destino a El Calafate, nosso primeiro ponto de parada. 
      Chegamos nessa bela cidadezinha por volta das 16h local e dividimos um transfer com dois chineses (nunca vi tantos!!!!) até o centro da cidade, ficando mais precisamente no hotel TERRAZA COIRONES. Uma bela vista. Mas falo dele a seguir.
      Nao perdemos tempo: deixamos as coisas no quarto e partimos para o centro da cidade, onde conseguimos um transporte (gratuito. A cidade oferece!! Não paguem por isso!) até o Glaciarium.  Apesar de já um pouco tarde, conseguimos chegar a tempo. Não me interessou muito o museu, então fui apenas para o Bar de Gelo. Algo extraordinário e inimaginável, até então - como muitas outras coisas vistas. 



      Todo o bar é feito de gelo, como puderam ver nas fotos. Temperatura varia entre -5 a -7ºc e, para permanecer pelos 30 minutos que permitem, é necessária a utilização dessa roupa estranha que parece de astronauta.  É possível desfrutar de alguns drinks feitos na hora, já inclusos no valor da entrada do bar.
      Finalizada a experiência, esperei por alguns minutos o transfer chegar para retornarmos à cidade. O Glaciarium fica uns 20 minutos do centrinho. E a vista, pelo lado de fora, já estava me empolgando. Muito bonito o visual.



      Finalizada a ida ao Glaciarium, voltamos ao centro e conseguimos dar uma caminhada pela cidade, visitando alguns rápidos pontos. Demos uma volta (sem comprar nada) no “Paseo de Artesanos” e “La Aldea de los Gnomos”. Há algumas coisas legais, até vale a pena comprar. Mas como tinha acabado de chegar, não estava disposto a comprar nada até então.


      Por fim, fui para uma cervejaria artesanal que pesquisei antes, a fim de comer e, claro, tomar um gelo. O nome do local é LA ZORRA TAPROOM. Recomendo. O preço não é dos mais baratos, mas não espanta. Um lanche foi suficiente para cada um, além de uns dois chopps. Na foto, inclusive, o relógio já marcava 21h40. E o sol tava ali, firme e forte

       
      Dia 12/02
      No segundo dia, acordamos cedo e tomamos café no próprio hotel, partindo em seguida junto ao transfer para o passeio no Perito Moreno. Antes de andar na geleira, contudo, foi feita a visita ao Parque Nacional Los Glaciares, onde, a partir das passarelas existentes, se vê e observa a geleira, que em alguns momentos se rompe e te permite ter uma das vistas mais belas possíveis. O barulho, quando acontece, parece um trovão. Difícil explicar. Hehe.




      Dali, partimos para um porto onde entramos numa embarcação rumo à base do Perito Moreno, onde começaríamos a caminhada pelas geleiras. Aqui vai uma observação: existem dois tipos de passeios que se podem fazer: o Mini Trekking, que tem duração aproximada de 1h30min, e o Big Ice, que dura pouco mais e “entra” nas cavernas de gelo. Porém, isso também depende do dia, pois a geleira se modifica sempre e, às vezes, pagarão mais pra fazer o Big Ice e não terá tanta coisa diferente. Eu fiz o Mini Trekking e, pessoalmente, saí bem satisfeito. As empresas de turismo, pelo que me constou, revendem o pacote da empresa “Hielo y Aventura”. Eu comprei direto dela, o preço é tabelado então é tudo a mesma coisa.






      Por fim, após o passeio de dia todo (necessário um dia somente pra isso), retornamos à cidade. Fomos ao hotel, tomamos um banho e, depois, fomos jantar. Ainda tinha sol: escurecia em quase todos os pontos da patagônia próximo das 22h. 
      Lembra que falei lá no começo do seguro de viagem pra minha namorada? Então.. saindo do hotel, consegui a proeza de torcer o pé na escada. O pior não foi nem a torção, foi o barulho como se tivesse quebrando algo. Com sangue quente, fui mesmo assim pra rua e fomos jantar num restaurante chamado El Ovejero. Comi, bebi, andei mais e, por volta das 22h30m, retornamos pro hotel. Aí, sim: DOR. Tomei banho, deitei na cama e começou uma dor intensa no pé. Inchou demais, quase dobrou de tamanho.
      Tentei aguentar por uma hora a base de uns remédios que levamos e gelo, mas estava impossível. Fomos até o hospital local e, graças ao seguro de viagem (!!), fomos atendidos e liberados (cerca de 1h20m entre atendimento, medicação e liberação). Compensou um pouco, pois a consulta e os medicamentos ficariam em cerca de R$ 180 reais. Economizei R$ 55,00, no caso.. enfim. Fui pro hotel já com a dor tranquilizada e o inchaço diminuindo. O desespero seria pelo que viria mais à frente.
    • Por gapparicio
      Estou planejando minha viagem e tenho dúvidas em onde preencher os últimos 5 dias: LAOS, CAMBOJA, ou um pouco de cada?
      Pensei em fazer 2 dias em Angkor e 3 dias em Vientiane + Luang Pranang. Muito apertado?


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