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Tadeu Pereira

MOCHILÃO Tailândia, Cambodja, Vietnã, Laos e Myanmar - 29 dias - $1.500,00 Dólares + Passagens Ida e volta R$3.680,00 - Avião, trem, van, tuctuc e barco - 04/11/2018 a 02/12/2018

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@casal100 então... o camboja e o myanmar eu ficaria 3 4 dias... já daria pra ver quase tudo... ja a Tailândia, Nepal e Índia precisam de um pouco mais de tempo pela complexidade dos lugares.  

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@Tadeu Pereira me diz uma coisa: vocês saíram do GRU >>Bangkok certo? E na volta, foi de Bangkok para GRU? Tipo, fixaram a mesma cidade pra chegar e sair?... Porque como ainda não consegui trilhar certo os planos de onde conhecerei por lá, só pra me dar uma luz ...E outra, se não tô enganada a compra passagem ida/volta para mesma cidade no geral fica mais em conta talvez ?! Confusa, confusa... rs

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@Fran tucci Oi Fran... Nós saímos de Guarulhos (São Paulo) x Madrid (Espanha) (3hrs) X Benjing (China) (3hrs) x Banguecoque (Tailândia) e a volta foi da mesma forma, saímos de Banguecoque x Benjing x Madrid x Guarulhos. Geralmente a passagem fica sim mais barata retornando da mesma forma da ida, mas isso não é uma regra, terão retornos que serão feitos por outras cidades com o mesmo valor.  Mas se vc comprar a ida e depois comprar a volta, eu acredito que ficará mais caro sim. Da uma pesquisada e faça as simulações pra ver se compensa. blza.

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21º Dia:  Chiang Mai - 24/11/18 - Chiang Mai - Templo Wat Chedi Luang, Wat Ho Tham e Wat Sukmin.

     Depois da fantástica noite anterior participando dos Festivais Yee Peng e Loy Krathong tiramos este dia para conhecer alguns templos de Chiang Mai. Começamos pelo templo Wat Chedi Luang. Templo budista localizado no centro histórico de Chiang Mai. O espaço agora ocupado pelo templo era originalmente composto por três outros templos: Wat Chedi Luang, Wat Ho Tham e Wat Sukmin.

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     O local é um complexo grande com diversos outros templos para visitação. Ficamos por algumas horas contemplando esse lugar, porém neste dia os templos estavam lotados de turistas por toda parte e isso incomoda e atrapalha um pouco. 

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     A noite de Chiang Mai é bem movimentada. Com a cidade cheia de turistas ainda por causa dos festivais, os bares e restaurantes estavam lotados. Fomos no Rasta Café Chiang Mai localizado na rua Loikroh ao lado da ponte sobre o rio Ping. O Bar tinha uma ótima vibe, tocava ska, reggae, reggae tailandês entre outros, só a cerveja que era mais cara neste local, mas mesmo assim ficamos um tempo e tomamos uma bela e gelada Chang. Como estávamos próximos ao Rio Ping, nós aproveitamos e voltamos para o  Regina Garden Guesthouse & Restaurant para finalizar nossa noite ao lado do rio Ping e com uma bela lua cheia. 

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     Como já havíamos reservado nosso tour em um santuário de elefantes, o Dumbo Elephant Spa, tínhamos que dormir cedo para descansar, pois na manhã seguinte uma van nos pegaria no hostel para nos levar ao local. Retornamos ao hostel então, deixamos nossas mochilas já arrumadas e fomos dormir pois o próximo destino seria um dos mais aguardados do mochilão, o santuário dos elefantes.    

 

22º Dia:  Chiang Mai - 25/11/18 - Chiang Mai - Dumbo Elephant Spa  

(((((Continua no próximo post))))

 

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22º Dia:  Chiang Mai - 25/11/18 - Chiang Mai - Dumbo Elephant Spa - ฿2200,00 Baht

     Acordamos por volta das 7:00am, tomamos um bom café da manhã, arrumamos nossas mochilas e aguardamos até que o transporte do tour nos buscasse em nosso hostel. A van chegou no horário combinado, por volta das 8:30am e depois de 
pegar mais algumas pessoas que também estavam no tour pela cidade de Chiang Mai, nós partimos em um grupo de 15 pessoas para o santuário dos elefantes. O Dumbo Elephant Spa é um santuário de elefantes situado na zona rural da cidade de Chiang Mai onde os elefantes não são treinados para serem montados pelos turistas, não são usados objetos cortantes ou pontiagudos nos animais e também não são acorrentados, os animais ficam soltos na floresta. O santuário apoia o TURISMO ECO e procura apenas conectar turistas à vida selvagem, apoiando e contribuindo para a reabilitação de elefantes tailandeses. Estes foram os principais motivos pelo qual escolhemos o santuário Dumbo Elephant Spa. Na cidade de Chiang Mai encontramos diversas agências com preços até mais acessíveis, porém em muitos deles os animais não são tratados como animais e sim como uma forma cruel de ganhar dinheiro.

     Fizemos a reserva pela internet com dois dias dias de antecedência pelo próprio site do santuário (www.dumboelephantspa.com) pelo valor de  ฿2200,00 baht onde optamos em ficar o dia todo interagindo, alimentando, brincando na lama, dando banhando na cachoeira e caminhando na floresta com os elefantes. O tour ainda conta com um excelente almoço, água e frutas e um carisma fantástico das pessoas que moram no local.

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     Assim que chagamos fomos recepcionados pelo pessoal que vive e mora no santuário, nos passaram algumas dicas e regras e nos forneceu água e um café da manhã pra começar as atividades. Também nos foi dado uma camiseta especial para identificação e não agredir visualmente os animais. 

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     Começamos nossas atividades alimentando os animais com bananas. Nos ensinaram como fazer ele abrir sua boca com um comando de voz e assim podíamos colocar o alimento direto na sua boca. Foi bem legal essa parte e ainda era só o começo! Assim que acostumamos com os bichos passamos para o lado de dentro das cercas e ficamos lado a lado interagindo com os grandões. Foi bem emocionante! 

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     Barriga cheia pé na areia! Após o banquete de bananas, fomos dar uma volta com os elefantes pela floresta, onde eles iam, nós íamos atrás. Ficamos por um bom tempo andando atrás deles pelo meio do mato e quando o sol começou a esquentar por volta do meio dia, fomos para uma lagoa de lama refrescar os elefantes. 

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      Foi uma brincadeira bem bacana, onde sujamos todos os elefantes e a nós mesmo numa enorme poça de lama onde os animais adoram se sujar jogando lama pra todo lado. 

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     Retornamos com os animais todos sujos de lama e depois da foto rss nos dirigimos para uma linda cachoeira onde todos se banharam juntos! Foi sensacional! 

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     Ficamos por um bom tempo banhando nas águas geladas das montanhas e logo após nos reunimos para nos secar e retornar a Chiang Mai pelas inúmeras curvas da estrada que leva até a cidade passando pelas montanhas.

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     Fizemos uma longa e animada despedida com direito até a um baseado na folha de bananeira e música do Ventania (Cogumelos Azuis) que deixaram os nativo bastante animados hauhauhauha. Foi inesquecível! 

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     Retornamos para Chiang Mai por volta das 17:30pm e ficamos o resto do dia andando pela cidade. Aproveitamos e reservamos no próprio hostel o nosso tour pelo White Temple, o Templo Branco que fica na cidade de Chiang Rai, depois fomos a tribo Long Neck Village, a tribo das mulheres girafas e finalizamos no Golden Triangle, o Triangulo Dourado que designa a confluência do Rio Ruak e do Rio Mekong, uma vez que o termo vem sendo apropriado pelo turismo tailandês para descrever a tríplice fronteira entre Tailândia, Laos e Myanmar. 

 

23º Dia:  Chiang Rai - 26/11/18 - Chiang Rai - White Templo - Long Neck Village e Tribo Akha - Golden Triangle (Tailândia, Laos e Myanmar) 

((((Continua no próximo post))))

 

 

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23º Dia:  Chiang Rai - 26/11/18 - Chiang Rai - White Templo - Long Neck Village e Tribo Akha - Golden Triangle (Tailândia, Laos e Myanmar) - Passeio R$80,00 - White Temple  ฿50,00 Baht - Long Neck Village  ฿300,00 Baht 

     Acordamos bem cedo, tomamos café da manhã e aguardamos nosso ônibus que chegou por volta das 7:30am para nos levar ao passeio para conhecer  as fontes termais, o White Temple, o Golden Triangle ( tríplice fronteira entre os 3 países - Tailândia, Laos e Myanmar), fizemos uma navegação pelo rio Mekong e atravessamos até Dao Son, um vilarejo do Laos, e ainda visitamos as tribos Akha, e Karen Long Neck. O passeio é um pouco cansativo pois é longo e ficamos um bom tempo viajando até estes lugares. Vimos muitos campos de arroz pelo caminho, mata nativa e alguns vilarejos. O passeio teve o custo de R$80,00 reais por pessoa e fechamos no próprio hostel mesmo.  

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     Após uma hora e meia chegamos na nossa primeira parada em um restaurante onde tem as hotsprings, fontes termais com águas quentes saindo da terra e que contém um cheiro forte de enxofre ou ovo podre porém muitos pessoas usam essas águas para cozinhar ovos e comercializar para os turistas. Ficamos por alguns minutos e logo seguimos para o próximo destino, o White Temple ou Wat Rong Khun onde pagamos na entrada ฿50,00 Baht mas se não quiser pagar pode tirar fotos do lado de fora.  

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     Este templo é impressionante pela construção cheia de detalhes de elementos das tradições budistas e hindus que se misturam com inúmeras referências à cultura pop ocidental causando um resultando hipnotizante e divertido! Como todo templo famoso na Tailândia não foge a regra, estão todos sempre lotados de turistas e neste não foi diferente hahaha.

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      Ficamos por volta de uma hora no Templo Branco e depois seguimos para a tribo Long Neck Village, a tribo das mulheres girafas e para a tribo Akha. 

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     O nome da tribo das mulheres girafas pode até parecer engraçado e talz, mas a realidade deste povo trata - se de um assentamento de refugiados. São originários do Myanmar, a antiga Birmânia. Por serem tão perseguidos por questões étnicas que muitos deles resolveram abandonar seus lares e fugir para outros lugares. Existem aproximadamente 40 mil pessoas da tribo e parte deste povo estão em pequenos pedaços de terra distribuídos pela Tailândia. Como são refugiados somente alguns homens podem sair dali e o restante não podem sair para trabalhar, estudar ou passear. Vendo que o povo tão peculiar continha um alto potencial turístico o governo da Tailândia "liberou" para que houvesse visita turística paga (ao governo) para entrarem na tribo que conseguem sobreviver na maior parte com venda de seus artesanatos. Uma via de mão dupla vista como exploração por uns e oportunidade por outros. Eu me senti ajudando uma pessoa comprando seu artesanato para sustentar sua família mas por outro lado acabei financiando um turismo que não concordo. Sentimento dividido, complexo e inevitável. 

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     Ficamos por uma hora nas tribos e depois seguimos para o nosso último destino, a tríplice fronteira ou Golden Triangle, que é a tríplice fronteira entre Tailândia, Laos e Myanmar. 

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     Com a junção dos rios Ruak e Mae Kong separando os paises da Tailândia, Laos e Myanmar forma - se o Triângulo de Ouro. De barco fizemos a travessia pelo famoso rio Mae Khong até o porto de Donsao em uma feirinha muito pitoresca no Laos e passamos também pelo Myanmar.

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     Em Donsao existe uma grande feirinha com diversas lembranças pra turistas, e experimentamos uma cachaça de arroz curtida em diversos animais como cobras, tartarugas, lagartos, aranhas e escorpiões. 

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     Ficamos pouco tempo no Laos e logo retornamos a um mirante de onde se vê a tríplice fronteira dividida pelos rios e logo retornamos para Chiang Mai numa cansativa e longa viagem de volta. O passeio valeu a pena, mas mesmo assim não recomendo pois é longo o caminho e muito cansativo viajar tantas horas para ficar pouco tempo nos lugares. Nos ficamos mais tempo dentro da van do que nos lugares que visitamos, então pensem bem antes de comprar este passeio.      Retornamos ao nosso hostel por volta das 21:00 e já deixamos nossas mochilas prontas pois no dia seguinte partiríamos bem cedo para a cidade de Pai nas montanhas do norte da Tailândia. 

 

24º Dia:  Pai - 27/11/18 - Chiang Mai x Pai

 

((((Continua no próximo post))))

 

 

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(...)

 

 

 

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Tadeu, tudo bem!?

Espero ansiosamente o restante do relato de sua viagem. Estou programando minha lua de mel para Tailândia, Camboja e Myanmar e está sendo muito útil....
Uma dúvida, como você levou dinheiro para essa viagem (cartão de crédito ou espécie) e se fazia as trocas nos países por moedas locais ou utiliza o dólar mesmo para comprar os passeio, pagar os transportes, etc...?

Obrigado!

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@onilda-salete.giaretta oLA... Muito obrigado por ter lido o relato... ainda tenho a última cidade que visitei na Tailândia pra postar, a cidade de Pai, mas logo logo termino todo relato... qualquer dúvida estou a disposição! Vlw

Gratidão ❤️ 

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@Flávio Bicalho Filho Olá Flávio... obrigado por ter lido o relato... 

Então Flávio levei $1.500 dólares em espécie, mais um cartão NuBank Bandeira Mastercard e mais um cartão crédito débito Banco do Brasil internacional bandeira Visa... mas usei o cartão poucas vezes, pois não compensa pelo imposto q será cobrado, então usei mais dinheiro mesmo. A Ásia é muito seguro então pode ficar despreocupado quanto a levar dinheiro em espécie. 

Eu fiz cambio do dinheiro em todo lugar que eu fui, sempre trocando pela moeda local, o Vietnã usa mais dólar do que a sua moeda Dong, mas no geral a maioria do países que passei aceitam os dois, tanto dólar quanto sua moeda local. Mas aconselho a trocar pela moeda local. 

Abraço e boa Viagem... 

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  • Conteúdo Similar

    • Por mcm
      Estivemos outras duas vezes pelo Leste Europeu. Os relatos podem ser vistos nos links abaixo:
      De Helsinque a Lubljana
      Leste Europeu II - Romênia, Sérvia e Bósnia
      A escolha dos três países foi circunstancial. Eram países que ainda não conhecíamos. Nos arredores da região também estavam na lista Montenegro, Albânia e a costa croata, que acabaram excluídos por questões logísticas. Encontramos passagens promocionais pela Norwegian para Londres, e aqueles saudáveis preços baixos com as low cost locais para o Leste. Ideia inicial era começar em Dubrovnik, mas acabei gostando mais da logística que prevaleceu.
      Foram duas semanas de férias, partindo num sábado e voltando num domingo. 
      Cidades e países
      Pristina, Prziren (Kosovo)
      Ohrid, Skopje (Macedônia)
      Sofia, Veliko Tarnovo, Plovdiv (Bulgária)
      Além disso, passamos um dia inteiro em Londres na volta. 
      Gastos
      Menos de 50 euros/dia por pessoa no Leste. Exclusive passagens aéreas somente. Incluindo algumas esbanjadas nas jantas (nos permitimos, sobretudo pq não almoçamos).
      Em Londres, mais de 100 euros/dia por pessoa. Londres é cara demais.
      Hospedagens
      Nome – Onde - $$ dia    
      Ibis budget Luton - Londres – 35 GBP
      Sleep Inn Prishtina   - Pristina - 21,25 EUR
      Guesthouse Hotel My Home - Prziren – 23 EUR
      Ivanoski Studios and Guest Rooms - Ohrid – 23 EUR
      Hotel Old Konak - Skopje – 28 EUR
      Rooms43 - Sofia – 51 BGN
      Hostel Pashov - Veliko Tarnovo - 35,7 BGN
      Gramophone Hostel - Plovdiv – 50 BGN
      ibis budget London Whitechapel - Londres - 80,75 GBP
      Passagens
      Rio – Londres – Rio (Norwegian) = 2,8 KBRL cada
      Londres – Pristina (Wizz) = 51 USD cada
      Plovdiv – Londres (Ryanair) = 78 EUR cada
      Em todos os voos apenas compramos o assento, além da passagem. Dispensamos refeições e não despachamos bagagem, viajamos com mochila de mão.
      Os ônibus internos custavam em média 10 euros por cabeça, salvo engano. Não anotei cada um. Exceto de Skopje para Sofia que, salvo engano, custaram quase o dobro. 

      Relato
      Chapei de sono durante quase todo o voo da Norwegian. Galera reclama de ser tudo cobrado e de ter poucas opções de entretenimento. Na boa, eles avisam que é *tudo* cobrado. Inclusive água. Não tem travesseiro, cobertor, essas coisas. E nem me fez falta. Compramos água no aeroporto e foi tudo numa boa. Viva a Norwegian (enquanto mantiver esses bons preços)!
       
      Dia 1 - Londres
      Nosso dia 1 resumiu-se a chegar em Londres no Gatwick e pegar um trem até Luton, onde dormiríamos perto do aeroporto para no dia seguinte seguir viagem para Pristina, Kosovo. Houve algum contratempo com o trem, parece que houve um acidente na linha que pegaríamos. Sem galho, fomos redirecionados a outra e seguimos viagem. Como o vôo chega às 16hs em Londres, chegamos a Luton já de noite. Sob chuva. Ainda me meti a tentar ir andando da estação até o Ibis Budget, mas isso revelou-se um erro. Não é área afeita a pedestres. Logo voltamos e identificamos que o ônibus que conecta a estação com o aeroporto para perto dos hotéis, e a ida está inclusa no bilhete de trem. Simples assim. Enfim, ibis budget, janta e dormir. 
       
      Dia 2 – Pristina, Kosovo
      Acordamos de madrugada 3am e fomos andando para o aeroporto (sempre acho um luxo ir andando para o aeroporto!). Coisa de 15 minutos. Novamente chuvinha, que não deve ter parado desde nossa chegada. Nosso voo partiu às 6 e levou umas 3,5 horas até Pristina.
      O Kosovo é o país mais recente da Europa e um dos mais recentes do mundo. Tornou-se independente em 2008, com grande apoio dos EUA. Mas diversos países (Brasil entre eles) ainda não reconhecem a independência. Sobretudo o país de quem o Kosovo se libertou, a Sérvia.  As reverências aos EUA aparecem em algumas homenagens: estátua do Bill Clinton, rua George Bush, estátua da Madeleine Albright. Foi o que vimos. O Kosovo tem forte influência albanesa (é a língua do país), e viveu história semelhante à da Bósnia em relação aos sérvios (isso para simplificar MUITO a coisa). É um país com forte cultura islâmica, com diversas mesquitas. Desde minha ida à Turquia em 2012 que passei a adorar o azham, a chamada para a oração. Adoro toda vez que ouço a chamada pelos minaretes das mesquitas. No Kosovo ouvimos muito.
       
      Tempo completamente diferente no Kosovo. Céu azul, aberto. Chegamos, perguntei nas informações sobre preço de taxi para o centro (15 euros fixos), e partimos.  Tinha lido sobre motoristas que tentavam cobrar 20 ou 30. Taxi nos deixou na avenida principal de pedestres, nossa pousada era em algum canto paralelo a ela. Encontramos rapidamente. Não havia comunicação em inglês, mas nos entendíamos. Foi a melhor hospedagem da viagem, tudo novo e ótima localização. Largamos mochilas e saímos para explorar a cidade.
       
       
       
       
      Em poucas horas já havíamos percorrido os principais pontos turísticos da pequena capital kosovar. Eu sabia que, para nosso ritmo, um dia seria suficiente. Mas queria evitar de já começar viagem saltando de lugar em lugar, então optamos por esticar nossa estadia em Pristina.
       
       
       
       
      Nesse dia demos longos rolês, chegamos até a repetir algumas áreas. Foi bem bacana. Curtimos um ótimo pôr do sol do alto da torre (campanário) ao lado da igreja moderna.
       
       
       
      E jantamos no badalado (e muito bom!) Liburnia, com direito a uma taça de vinho muito guerreiro local. Meu prato foi um lamb tradicional, que estava ótimo. Dormimos mais cedo nesse dia.

      Dia 3 – Pristina, Kosovo
      Dormimos muito, mas merecidamente. No dia anterior estávamos acordados direto desde às 3am de Londres. Dentro do conceito de slow travel desses primeiros dias, fomos tomar café na rua principal e rodar mais pela área. 
      Em Pristina vi que os carros estacionam em qualquer canto disponível, tal qual vi na Rússia em 2012. Mas em geral param na faixa para os pedestres. Outra coisa que reparamos foi o cumprimento entre pessoas: são 3 beijos no rosto.
      Às 11am fomos fazer o free walking tour, que foi bacana. Bem informativo. Passou pelos lugares que já havíamos visitado antes, ahahaha, mas agora com mais contexto. Era uma 2ª feira, dia de museus fechados. No domingo estivéramos num museu nacional, que achei meio decepcionante. Belo externamente (vale passar para vê-lo de noite também), mas sem muito interessante o que ver dentro.
       
      Depois do tour, pegamos um taxi para Gracanica (7eur). Patrimônio Unesco, lugar lindo. Afrescos sensacionais, que não podem ser fotografados. Admiramos muito o lugar. Voltamos de busum. Havia alguma troca no meio do caminho, e não conseguimos nos comunicar em inglês, mas a galera simpática nos ajudou com mímica. Entendemos que era para esperar com eles e seguirmos o mesmo caminho. De busum era beeeem mais em conta, 0,5 eur.
      Nesse dia rolaria um jogo importante para o Kosovo contra Montenegro, uma qualificatória para a Eurocopa. Era no estádio local, bem perto de onde estávamos. Mas o guia do walking tour avisou que já estava esgotado (alguém do grupo confirmou que não conseguiu encontrar ingressos), e sugeriu de irmos um local perto do estádio cheio de bares e alguns com telões para a galera assistir. Fomos num de cervas artesanais e curtimos o Kosovo vencer por 2 x 0, com a galera local (ao que me pareceu) celebrando. Bem bacana. No bar vimos diversos vendedores ambulantes entrando para vender coisas (amendoim, cigarros). E vimos pedintes entrando também. Coisas a que não estamos acostumados no Rio.
      Jogo acabou tarde, e havia poucos restaurantes ainda abertos. Felizmente caímos num que foi muito bom.
       
       

      Dia 4 – Prizren, Kosovo
      Acordamos e saímos cedo, fomos andando até a rodoviária. Prizren. Galera orientou a esperar no box 5, que é de onde partem os ônibus para Prizren. Não precisava comprar antes, paga no próprio ônibus. O nosso saiu às 8:20. Nada de cinto de segurança. Nem mesmo p motorista usava, ou tinha. Viagem saiu por 4 euros cada. 
      Chegamos em Prizern, e optei por garantir logo nosso busum que sairia às 5 da matina no dia seguinte para Skopje. 10 Euros. Depois fomos andando até o centro histórico para nossa pousada. O cara da pousada falava português, muito simpático. Ele tinha morado em Moçambique. 
       
       
       
       
      Prizren é muito charmosa no centrinho histórico. A ponte lembra Mostar, mas beeem menor. Era outro lindo dia. Eu tinha um roteiro de caminhada que percorria os pontos turísticos da cidade, e que esticava por uma trilha mais longa até a fortaleza, que foi o que fizemos. Passamos por igrejas sérvias destruídas pelos albaneses em 2004, e que até hoje estão fechadas para a visitação. Cercadas com arame farpado. Em frente a uma delas, que é patrimônio Unesco, um simpático menino veio falar conosco. Aquela coisa, Brasil, futebol, etc. Ainda o nosso melhor embaixador, o futebol.
       
       
       
      A longa trilha é bem bacana, passando por bonitos lugares no caminho. Até o belo visual da Fortaleza. Curtimos bastante. Depois ficamos de relax pela cidade, fazendo café crawl, e depois cerva crawl. Ainda subi novamente a Fortaleza, pela trilha mais rápida, para o pôr do sol. Jantamos, demos nosso rolê noturno, e fomos dormir um pouco mais cedo. Madrugaríamos novamente.
       
      Uma coisa que me recordo do Kosovo é que raramente via bebidas (e respectivos preços!) no cardápio. Era meio que na base da confiança, e os preços eram meio que uniformes mesmo.
       
    • Por Cau Carvalho
      Boa tarde!
      É possível visitar Tailândia, Myanmar, Vietnã e Camboja na mesma viagem, por um período de 35 dias?
      Ou a locomoção é difícil e por isso eu deveria tirar um dos países?
      Me ajudem, nunca viajei pra esse lado do mundo!
    • Por MMarttins
      Em maio deste ano fizemos uma viagem de 13 dias para o Peru, sendo 04 noites em Lima, incluindo um bate e volta a Paracas e Ica, 07 noites em Cusco e 02 em Águas Calientes.
      Na parte de Cusco, a cronologia do roteiro é muito importante. Montamos o nosso, pensando na aclimatação a altitude, e evitar passeios muito pesados em dias seguidos.
      Nosso gasto total por casal, incluindo todas as despesas, até mesmo estacionamento no aeroporto no Brasil, foi de pouco menos de R$7.000,00 mais 72.000 milhas Múltiplos com passagens.
      Abaixo iremos resumir cada dia de nossa viagem, e tentar deixar algumas dicas úteis de cada lugar.
      Para isto, é importante deixar claro nosso estilo de viagem. Sempre viajamos mais no estilo “mochilão”, nos hospedamos em lugares simples, procuramos comer em lugares em que os locais comem e tentamos vivenciar ao máximo a cultura do lugar. Também gostamos bastante de aventuras, principalmente trilhas, em muitos locais para nós o percurso é tão importante quanto conhecer o lugar.
      ·         Dia 01 – Lima – Huaca Pucllana e Parque de La Reserva:
      Nosso voo chegou em Lima as 0:30, e como já havíamos reservado transfer pelo hostel devido ao horário de chegada, antes das 02:00 estávamos na hospedagem. Na manhã seguinte, em Miraflores, fizemos cambio, compramos chip de celular (vide dicas gerais) e fomos ao sítio arqueológico Huaca Pucllana.
      Huaca Pucllana é um sítio arqueológico pré-inca localizada bem no meio da cidade. A parte principal é uma pirâmide gigantesca, construída com tijolos de barro, estima-se que sua construção se iniciou por volta de 200 DC. A entrada no sítio com visita guiada custa 15 soles (estudante paga meia). Vale muito a visita, o sítio é bem diferente dos tantos outros que fomos no decorrer da viagem. (Info: http://huacapucllanamiraflores.pe/

      Saindo do sítio fomos almoçar no restaurante Punto Azul em Miraflores, onde comemos nosso primeiro ceviche maravilhoso a um preço razoável. Após o almoço, fomos a praça no entorno no shopping Lacomar onde curtimos o pôr-do-sol na deslumbrante paisagem à beira-mar deste local.
      Deste mesmo local pegamos um Uber e fomos ao Parque de La Reserva (Circuito Mágico das águas). Se trata de um parque muito grande com inúmeras fontes de água. Este local certamente foi umas das melhores surpresas de Lima, ultrapassando nossas expectativas. Dentre as várias atrações do local, a principal e mais bela é a apresentação que é realizada em 03 horários: 19:15, 20:15 e 21:30. É um espetáculo de luz e imagens refletidas na cortina de água que dura 15 minutos e mostra um resumo da história peruana. Vale a pena chegar ao local com antecedência para garantir um bom local. A entrada para o parque custa apenas 4 soles. (https://www.circuitomagicodelagua.com.pe/)
       
      Dicas e Infos:
      1)     Hospedagem: Nos hospedamos em Miraflores, entre o parque Kenedy e o shopping Lacomar. Excelente local para ficar. Nossa hospedagem foi o Miraflores Guest House, local simples, porém com ótimo custo benefício. Tenha em mente que em Miraflores, apesar de ser o lugar mais recomendado para se hospedar, por lá tudo é mais caro (restaurantes, supermercados, etc).
      2)     O percurso do aeroporto a Miraflores dura em torno de 50 minutos sem transito. O translado por lá é relativamente barato, pagamos 50 soles reservando com antecedência. Porém com Uber sai ainda mais em conta.
      3)     Cambio: A maioria das casas de câmbio fica na Av. José Larco, av. que liga o parque Kenedy ao Lacomar. Além das casas de câmbio, há várias pessoas na rua que fazem cambio. Apesar de ser estranho fazer cambio com alguém na rua, estas pessoas são devidamente identificadas com colete e são legalizados, cada um tem um número de identificação, para que possa reclamar caso tenha qualquer problema. Cuidado para não pegar nota rasgada, mesmo que seja mínimo. Em Cusco não aceitaram uma nota minha devido a um rasgado de milímetro, e não faltava nenhum pedaço.
      4)     Celular: Comprei um chip na loja da Claro na Av. José Larco. O Chip com plano de 3GB para 30 dias custou 35 Soles, e funcionou muito bem em todos os lugares durante a viagem.
      5)     Taxi: Em Lima o que não falta é taxi. Basta sair caminhando na calçada que algum taxista já vai buzinar perto de você oferecendo corrida. Nos taxis não existe taxímetro e tem que negociar o preço antes da corrida. Devido a isto, preferimos usar o UBER, o que funcionou muito bem. Para economizar, utilizamos algumas vezes o UBER compartilhado (Uberpool), e não tivemos problemas.
      6)     Trânsito: O transito no Peru é um caos, em Lima, ainda pior que em outros lugares. Então alugar carro definitivamente não é uma boa opção
       
      ·         Dia 2 - Paracas e Ica:
      Queríamos muito conhecer esta região, porém como o tempo estava curto, pensamos que não seria não seria possível, até que descobrimos a opção de fazer o passeio bate e volta de Lima. O ponto de partida do passeio foi em frente ao Shopping Lacomar as 05:00. De lá viajamos de micro-ônibus até Paracas (3 a 4 horas) para fazer o tour das Ilhas Ballestas. Este tour é feito em barco de 40 pessoas, passa pelo famoso candelabro, um geoglifo a beira-mar muito misterioso de 40 metros feito a cerca de 2500 anos, algo diferente e bem interessante, principalmente para quem não vai visitar as linhas Nazcas.

      Após a parada para apreciar o candelabro seguimos para as Ilhas Ballestas, estas ilhas são um santuário ecológico, com muitos leões marinhos, pinguins e milhares de pássaros. O passeio é apenas panorâmico, por ser área de proteção não pode descer ou nadar no local. Por cerca de 40 minutos, o barco circunda as ilhas, com vistas de milhares de pássaros e centenas de leões marinhos. Belas paisagens.

      Após o retorno das ilhas, tem um tempo livre para almoço na própria vila onde se desembarca. O almoço não está incluso no passeio, e há vários restaurantes no local para escolha.
      Finalizado o almoço retornamos ao ônibus para mais aproximadamente 30 minutos de viagem até Huacachina. O Oasis de Huacachina é um mini vilarejo pertencente a cidade de Ica. Porém o grande destaque deste lugar é que ele tem um grande lago central cercado por vegetação, e isto bem em meio do deserto, formando realmente um verdadeiro Oasis entre dunas. Chegando ao local, conhecemos a vila e fomos fazer o passeio com os tubulares nas dunas. Este passeio é bem radical. Cada carro leva em torno de 12 pessoas, e o mesmo vai em alta velocidade nos sobe e desce das dunas, é praticamente uma montanha russa nas areias. No meio do passeio, o carro para fazer o sandboarding. Sandbording é a descida nas dunas escorregando deitado sobre uma prancha. Pode se fazer duas descidas (2 dunas), e após isto o carro pega as pessoas no final da segunda descida, para mais um pouco de adrenalina no retorno ao Oasis.
      Este passeio (incluso no Tour) foi certamente um dos pontos altos do dia.
       
      O último destino do tour, foi em uma vinícola, para provarmos os vinhos e vários tipos de Piscos. Sinceramente não gostei muito das bebidas deste local, mas valeu a experiência.
      Em resumo, este tour vale a pena para quem está em Lima e não tem tempo suficiente para passar mais de um dia na região de Ica. Certamente este dia foi o ponto alto dos 04 dias que permanecemos em Lima.
      Dicas e Infos:
      1) Agência Picaflor Viajes, foi a que encontrei melhor custo benefício para o Tour, pagamos 165 soles na opção completa do passeio. Site: http://www.viajespicaflorperu.net/. Caso fechar com esta agência, o pagamento deve ser antecipado, então a maneira mais fácil e barata de transferir a grana, é via Wetern Union. Caso não conheça este sistema, a agência passa todas as informações por whatsapp.
      2) Não saia sem um bom café da manhã. O Box Lunch prometido no tour não passa de um pacote de biscoito similar a um Club Social e uma caixinha de suco de 200 ml, e a única parada no caminho é rápida e em local caro.
      3) Para o passeio das Ilhas Balestas, tente pegar lugar do lado esquerdo do barco. Neste lado terão as melhores vistas
       
      ·         Dia 03: Centro Histórico e Barrancos:
      Neste dia fomos conhecer o centro histórico de Lima. Iniciamos nosso passeio na Plaza San Martin. Desta praça há um calçadão de uns 900 metros até a Plaza de Armas que é  coração do centro histórico de Lima. No meio do trajeto há uma igreja bonitinha (Igresia de la Merced).
      A Plaza de Armas é bem bonita, contornada com seus charmosos casarões amarelos com as tradicionais sacadas de madeira, em frente fica a bela catedral de Lima e a esquerda o prédio do Palácio do Governo. No dia que visitamos a praça estava fechada devido a ter protestos previstos para este dia, os turistas podiam entrar na praça, somente para passar, se parasse algum guarda já chamava atenção. Por um lado, foi até legal, que conseguimos algumas fotos com a praça quase vazia.

      Depois fomos até a igreja São Francisco, que fica junto ao convento São Francisco. Nós visitamos apenas a igreja, porém é bem famosa a visita ao museu do convento e as catatumbas que ficam no subsolo da igreja, onde tem cerca de 70.000 ossadas de pessoas sepultadas lá. Na própria igreja há algumas grades no piso que se tem a visão dos tuneis subterrâneos e destas ossadas, o que já é bem sinistro. Para quem quiser informações da visita, segue site oficial: www.museocatacumbas.com.
      Pretendíamos visitar e almoçar no Mercado Central, porém o mesmo estava fechado, então pedimos dicas para um morador de local para almoçar. Esta pessoa nos indicou uma quadra onde teria vários restaurantes. Chegando lá havia realmente vários restaurantes, porém, todos muito simples. Como gostamos de provar a comida dos locais escolhemos um restaurante e fizemos o pedido. O preço era em torno de 12,00 soles com entrada, prato principal e bebida. Para nossa surpresa quando recebemos os pratos, os mesmos eram muito bem produzidos e a comida muuiiito boa, não perdeu em nada para o almoço do primeiro dia no restaurante em Miraflores que custou 3x mais.
      Após almoçar fomos até o famoso bairro de Barrancos. É o bairro mais boêmio de Lima.
      Após andar pelo bairro, descemos até a praia, que ao invés de areias tem pedras, porém com um bonito visual dos barrancos margeando as praias. De lá avistamos o Lacomar que parecia estar perto, então resolvemos voltar caminhando pela praia. Somente “parecia” estar perto, foi bem mais de uma hora de caminhada até chegarmos, mas valeu a pena.

      Algo que nos impressionou em Lima foi a quantidade de cassinos, em algumas partes de Miraflores tem praticamente um a cada quadra. Como nunca havíamos ido em Cassino, decidimos fazer isto neste dia a noite.
      A experiência no cassino foi bem diferente do que esperávamos. Escolhemos um dos maiores e mais bonitos, chamado Atlantic City.  No interior a princípio ficamos admirados com o tamanho e estrutura do local, comparamos 10 soles de fichas e brincamos um pouco. Após isto, fomos caminhar pelo cassino, o qual era composto na maioria do espaço por caça niqueis. Começamos a observar o semblante das pessoas nestas maquinas, o que não era de diversão, mas sim pareciam robotizadas em frente as mesmas, muitas inclusive jantando sobre estas e jogando ao mesmo tempo, ou seja, vício total. Percebendo este ambiente, sentimos o lugar realmente muito pesado e procuramos sair de lá o mais rápido possível. Valeu muito pela experiência, e após está espero que nunca liberem os cassinos em nosso país.
      Dia 04: Miraflores e viagem a Cusco.
      Neste dia como tínhamos voo à tarde deixamos a manhã para passear por Miraflores. O Malecon, é um calçadão que margeia a falésia a à beira mar.  Caminhando por ele você segue uma sequência de vários parques abertos sendo mais famoso destes o Parque Del Amor. Estes parques são muito bonitos e bem cuidados e tem maravilhosas vistas do mar.  Fomos de manhã, porém imagino que no pôr do sol deva ser ainda mais bonito.

      Após a caminhada do malecón continuamos caminhando pelo bairro e fomos até dois pequenos mercados perto do Parque Kennedy, Inka Market e Índia Market, onde compramos alguns souvenirs. Após isto almoçamos e fomos para o aeroporto, pois as 16:00 tínhamos voo para Cusco. O UBER de Miraflores ao aeroporto custou 38 soles.
      No avião já começamos nossos preparativos para enfrentar o temido Soroche (mal da altitude). Ainda em Lima compramos as Soroche Pills, um remédio vendido em farmácia para combater o mal da atitude, e assim que embarcamos já tomamos uma pílula. Vendo pela composição, não passa de vários remédios para dor de cabeça juntos e cafeína, porém não recomendo irem sem ele, me salvou no mínimo em uma ocasião.
      Em Cusco, ainda na área de desembarque, já há um pote de folhas de coca para pegar e mascar, o que ajuda muito com os efeitos da altitude. Podem mascar sem medo (ou esperança, rs), pois a folha de coca não tem nenhum efeito alucinógeno.
      Do aeroporto fomos direto ao hostel, e depois saímos para jantar, e demos uma passada na maravilhosa Plaza de Armas de Cusco. Neste dia sempre procurando andar o mais devagar possível, e para o jantar pedimos apenas 02 entradas, tudo isto para mitigar os efeitos do soroche. Referente a altitude, neste primeiro dia sentimos apenas uma leve tontura, nada demais.
        Dicas e Infos:
      1 – No voo de Lima a Cusco vale a pena pegar janela, pois tem belas paisagens das montanhas dos Andes;
      2 – Para ir do aeroporto de Cusco ao centro, terá dezenas de taxistas oferendo corridas no desembarque. Vão pedir em torno de 25 soles, negociem que o preço chega fácil a 10 soles. Neste caso o UBER era mais caro;
      3 – Para evitar o Soroche, recomenda-se no primeiro dia evitar qualquer esforço físico e comida pesada;
      4 – Sobre local para hospedagem em Cusco, quanto mais próximo da Plaza de melhor, consequentemente mais caro. O ideal é encontrar um meio termo, de acordo com o que pretende gastar. Nos hospedamos no Sumayaq Hostel, que é um casarão bem antigo, com estrutura simples e antiga também, porém bom atendimento e limpeza. A localização foi muito boa, pois ficava a uns 500 metros da Plaza de Aramas e próximo ao Mercado San Pedro, e sem nenhuma subida forte para chegar;
      5 – Tudo próximo da Plaza de Armas é bem mais caro, então caso for comprar qualquer coisa, não compre nesta região. Afastando poucas quadras você encontrara preços bem mais baixos.
       
      Dia 05 – City Tour Cusco
       Nosso primeiro dia inteiro em Cusco, procuramos programar algo mais leve pela questão da aclimatação na altitude. Neste dia levantamos e fomos a Plaza de Armas, compramos nosso boleto turístico e fomos visitar o Museu Histórico Regional. Este museu é bem interessante, pois mostra um resumo da história peruana desde a pré-história até a época atual, e como é de se esperar o maior foco é na era dos Incas e da “colonização” espanhola.
      Após isso fomos procurar uma agencia para fechar nossos passeios (mais detalhes vide dicas).
      Já agendamos para esse mesmo dia no período da tarde o City Tour. Este passeio leva aos principais sítios arqueológicos ao redor da cidade. Visitamos Qoriqancha, Sacsayhuaman, Qenqo, Tambomachay e Pukapukara. O destaque é Sacsayhuaman, um sítio arqueológico bem interessante. Na visita, após as explicações do local, a guia nos deu 30 minutos livres e sugeriu o seguinte: se quiséssemos uma foto panorâmica do local subisse o morro do lado esquerdo, ou se quisesse visitar os principais pontos do sítio subir morro a direita. Como eu sempre quero ir em todos os lugares fui nos dois, subi bem rápido as escadas, o que creio que foi a causa de uma dor de cabeça terrível que tive a noite, fui salvo pela Soroche Pills. Este tour é melhor maneira de conhecer todos esses lugares em meio período.  A parte ruim fica por conta de tempo livre limitado em cada local, problema comum em Tours.
      Por volta das 18:30 estávamos de volta na cidade. Para quem tem pouco tempo na cidade é possível conciliar este tour com algum outro passeio, exemplo, Maras y Moray ou Vale der Sur.

       Dicas e infos:
      1 - Boleto turístico: Certamente em Cusco você vai necessitar comprar o boleto turístico. O completo custa 130 soles e dá direito a entrada em 16 lugares com validade de 10 dias. Há versões de 70 soles com acesso a apenas alguns lugares e válido por menos tempo. Caso vá ficar pouco tempo na cidade vale a pena avaliar qual é mais viável.
      2 - Todos os passeios em Cusco (exceto Machu Picchu) são bem baratos e tem dezenas de agências no local que oferece as mesmas opções. Então vale a pena deixar para fechar quando chegar lá, não há risco de ficar sem vagas. Antes de ir, seguindo dica do pessoal do www.uaivambora.com.br, conversei com a Luz da agência Surco Peru Adventure’s. Porém somente quando estava lá negociamos os valores e fechei todo o pacote passeios por um bom preço. A Luz nos prestou excelente atendimento, nos auxiliando com tudo que necessitamos antes e durante nossa viagem. Para quem se interessar o contato dela é o seguinte: +51 984848674 (WhatsApp).
      Dia 06 – Maras Y Moray.
       Seguindo a estratégia de fazer os passeios mais leves nos primeiros dias para uma boa alimentação, nesse dia fomos a Maras y Morais. Este tour sai da Plaza de Armas às 8:30 e aproximadamente às 15:00 já está de volta em Cusco.  
      A primeira parada Tour é no povoado de Chinchero. Nesse local visitamos uma associação de moradores que produzem diversos produtos artesanais para comercialização, principalmente de tecelagem com lã de Alpaca. Uma pessoa faz apresentação mostrando como são feitos os principais produtos, utilizando técnicas da época dos Incas.
      O próximo destino é o sitio arqueológico de Moray, que segundo historiadores era um laboratório agrícola dos Incas. O sitio tem uma série de plataformas circulares que parecem anfiteatros. Como há uma diferença de temperatura em cada nível, os Incas poderiam fazer experimentos e definir os melhores locais para produção de cada tipo de plantação.

       Em seguida fomos a salineira de Maras. Esta salineira é composta por mais de 3000 poças para produção de sal utilizando a água de uma fonte da montanha que, segundo nosso guia, tem 7 vezes mais sal que a agua do mar. A Salineira é localizada numa grande ladeira e compõe uma paisagem espetacular. As poças são divididas por mais 300 famílias e é passada de geração em geração não podendo ser vendidas. Os métodos utilizados para produção do sal são totalmente artesanais. O lugar é único diferente de qualquer outra coisa que já que já tinha visto.

       Retornamos para Cusco as 15:00, almoçamos e visitamos o Museu de Koricancha e Museo de Arte Popular, ambos bem menores e mais simples que o visitado no dia anterior.
       Dicas e Infos:
      1 – Neste Tour, leve algo para comer, pois o retorno é as 15:00 e não há parada para almoço.
      2 – A entrada em Moray esta inclusa no boleto turísticos, porém em Maras é necessário pagar 10 soles.
      3 – Vale a pena pegar lugar na janela no ônibus, pois no caminho há espetaculares paisagens das plantações com as montanhas nevadas ao fundo, principalmente nas proximidades de Maras.
       
      Dia 07 – Pisac:
      Nesse dia optamos por fazer o passeio por conta, sem Tour.  Pisac é uma cidade nas proximidades de Cusco que fica a 2800 m de altitude, porém o sítio arqueológico de Pisac fica em uma montanha ao lado a 3400 m. Para nós, com exceção de Machu Picchu, este foi o mais lindo Sítio Arqueológico da região.
      De manhã, passamos um pequeno susto. Minha esposa acordou mal, muita falta de ar, tonturas, dor de cabeça e sangramento pelo nariz. Eu já estava ligando para o seguro para encontrar o hospital mais próximo, mas uma funcionária do hostel procurou nos aclamar afirmando que tudo aquilo era apenas efeito do soroche. Decidimos ir para o passeio e observar até a tarde para avaliar a necessidade de ir em um hospital. Ela estava certa, minha esposa foi melhorando no decorrer do dia, e se tivéssemos ido ao hospital teria grandes chances de estragar o restante da viagem.
      Seguimos com a programação do dia, do nosso Hostel caminhamos pouco mais de meia hora até o ponto onde saem as vans para Pisac, que fica a 35 km de Cusco. Chegando na cidade pegamos um táxi para o sítio arqueológico as 11:30 já estávamos na portaria do mesmo. O taxista já queria combinar o horário para nos buscar, preferimos não combinar para ficar com tempo livre no local, e foi a melhor escolha possível. O sítio arqueológico de Pisac é muito grande e os tours visitam apenas uma pequena parte dele, onde estão os principais monumentos. Porém partindo dessa parte há uma trilha que segue pela crista da montanha até o final do sítio arqueológico. A trilha a conta com várias sobe e desce, normalmente por escadarias bem rusticas, então deve estar minimamente preparado fisicamente. Mas fazendo devagar é tranquilo, e as paradas são obrigatórias pois sempre há uma paisagem maravilhosa, com vistas do Vale Sagrado, escadas incas, tuneis, etc. Quase no final da trilha você se depara com o Templo do Sol, para mim a parte mais linda do sítio. Até aí já havíamos caminhado por mais 3 horas, com as idas e vindas e vários pontos, e teríamos que retornar a entrada do parque para chamar o táxi e voltar para a cidade. Porém sabíamos que havia uma trilha que descia pela montanha até a cidade, então perguntamos para um guia no local qual o tempo para chegar na cidade por essa trilha, o qual nos informou que era cerca de 40 minutos. Não restou dúvidas seguimos pela trilha. Lógico que gastamos bem mais de 40 minutos pois além do cansaço a cada a poucos metros parávamos para tirar lindas fotos. A Trilha desce a montanha em meio a mais ruínas e lindas vistas das montanhas. Chegamos na cidade de Pisac por volta das 17:00 horas. Almoçamos e pegamos a van de volta Cusco. Foi um dia espetacular e foi uma excelente escolha ir por conta deste lugar.

       Dicas e infos:
      1 – A van de Cusco a Pisac custa 4 soles, e o ponto de saída fica a cerca de 15/20 minutos da Plaza de Armas. Se preferir ir de Uber/táxi pagará no máximo 5 soles.
      2 – De Pisac ao sitio dá para subir pela trilha ou de táxi, porem subir e descer pela montanha pode ser bem cansativo. Se for para escolher apenas um trecho melhor subir de táxi e descer pela montanha. O táxi lá é bem caro, 30 soles, uma sugestão para economizar é esperar alguém para dividir.
       
      Dia 08 – Laguna Humantay
      Este era realmente nosso primeiro desafio físico da viagem. Subir até a Laguna com altitude superior a 4200 metros, pela trilha com aproximadamente 7 km (ida e volta), sendo destes, uns 2 km em subida bem íngreme.
      Esta lagoa fica aos pés do Nevado de Salkantay, e está no início da famosa trilha de Salkantay que leva até Machu Picchu. A lagoa é formada pelo desgelo desta montanha, e tem águas cristalinas com tons azulados e esverdeados (dependendo do sol) e suas águas espelham o nevado atrás, formando uma paisagem surreal.
      Primeiro vamos falar do passeio. Pagamos 55 soles incluindo transporte, guia, café da manhã e almoço, e mais 10 soles de taxa de entrada na Laguna. Valor muito baixo pelo que é oferecido.
      A van nos pegou no hostel as 4:30, viajamos por cerca de 2 horas até a parada para o café. O café da manhã é simples, porém muito bom. Depois seguimos por pouco mais de uma hora em estrada de terra e muitas curvas.
      Em torno das 09:00 chegamos ao ponto inicial da caminhada. Os primeiros 1,5 km são por uma estrada praticamente plana. Após este trecho começa realmente a subida.
      Há a opção de alugar cavalos para subir, para nós esta não era uma opção, pois tínhamos nos preparados muitos para estes desafios. Fomos subindo em nosso ritmo, devagar e sempre. Na trilha você não verá ninguém com expressão tranquila, exceto os locais, a altitude realmente pega todos. Compramos uma lata de oxigênio (vide dicas) por precaução, pois minha esposa tem bronquite. Não sei se foi devido a estarmos com o oxigênio, mas um menino que aluga os cavalos nos seguiu até mais da metade da trilha, ele acreditava que iriamos desistir, se deu mal. Apesar de cada grupo ter um guia, cada pessoa sobe no seu ritmo, então durante a trilha é por conta própria. Uma ressalva especial a nosso guia deste dia, o nome era Denis, e o cara era sensacional, muito simpático e sempre motivando a todos para conseguir.
      Após pouco menos de 2 horas do início da caminhada chegamos a Laguna, e neste momento qualquer cansaço simplesmente desaparece. Não queríamos perder nenhum segundo daquela vista surreal. Tínhamos 40 minutos de tempo lá em cima, mas ficamos por mais de uma hora, foi difícil o guia conseguir tirar todos daquele lugar.
      Durante a subida o tempo estava totalmente encoberto, imaginamos não íamos pegar sol na Laguna. Porem quando chegamos o tempo abriu parcialmente permitindo aproveitarmos os efeitos de cores da agua com o reflexo do sol. Assim que saímos o tempo fechou novamente, “Valeu São Pedro”.

       
      Em seguida descemos até as vans, e voltamos ao mesmo local do café da manhã para almoçarmos.
      Chegamos de volta em Cusco por volta das 18:30 da tarde.
      Dicas e infos:
      1 – Procure não fazer este passeio nos primeiros dias de estadia em Cusco, faça boa aclimatação antes. Se se sentir melhor, leve uma lata de oxigênio que vendem em farmácias em Cusco. Para comprar o oxigênio, va a um apequena farmácia na calle Zetas, depois do templo de Qorinkancha, é a metade dos preços das farmácias mais próximas da Plaza de Armas.
      2 – Leve água, 1 litro por pessoa é suficiente, e alimentos energéticos (chocolates, doces, etc.).
       
      Dia 09 – Viagem de Cusco a Aguas Calientes.
      Para visitar a Machu Picchu é necessário ir até Aguas Calientes, que é uma cidade criada apenas devido ao turismo neste local. Porém como não há estradas, o acesso a este local é somente por trem ou a pé. Sendo assim para fazer o percurso de Cusco a Aguas Calientes, se resume a 03 opções;
      -Trem, opção fácil, porém muito cara;
      -Trilhas, (cerca de 05 dias), opção também cara e necessário reserva com muita antecedência;
      -Van/caminhada, opção barata e com aventura.
      Quando inicie a pesquisa me assustei com os preços dos trens, que cobravam em torno de 70 dólares por trecho, cerca de 2 horas de viagem. Pesquisando outras opções encontrei as opções de van, que cobram em torno de 35 soles por trecho. Também recebi excelentes dicas do pessoal do blog www.uaivambora.com.br a respeito desta opção de transporte. No final de contas encontrei uma passagem promocional para o dia da volta de trem por 44 dólares, e para poder ganhar um dia no roteiro, visto que a opção da van toma praticamente um dia, optei por ir de van e voltar de trem.
      A van nos pegou no hostel as 07:30 da manhã, e saímos de Cusco umas 08:30, daí fomos até Ollantaytambo onde faz uma parada de uns 20 minutos para quem necessitar comprar algo ou comer. Neste momento estava tempo ruim e começou a chover, nos deixando um pouco preocupados, afinal teríamos que caminhar 15 km, o que com chuva poderia ser bem mais difícil. A partir deste ponto realmente começa a aventura, o próximo trecho é uma subida que parte de 2.800 até 4.400 metros em cerca de 40 KMs, (nem precisa dizer que é só curvas, né). Porém a paisagem na parte alta da montanha é muito bela, vale a pena pegar lugar na janela nesta viagem. Após isto desce pela montanha até nível de pouco mais de 1.000 metros, com mais curvas ainda, e mais paisagens lindas.

      Esta é a parte tranquila da viagem, porque após o vilarejo de Santa Maria, o caminho segue por estrada de terra estreita o tempo todo a beira de um precipício. O motorista da van vai buzinando nas curvas com o intuito de alertar caso venha algum carro na direção oposta. Este trecho tem por volta de 30 KM.
      Perto das 15:00, chegamos ao ponto final da Van, que é um restaurante que quem tinha o almoço incluso no translado iria almoçar. Próximo ao restaurante, uns 05 minutos de caminhada, tem uma cachoeira espetacular, bem alta, vale a pena ir.
      Neste momento a chuva havia parado (obrigado São Pedro 2), e já iniciamos nossa caminhada, pois estávamos preocupados em chegar antes de anoitecer. Chegando a estação de trem, vimos que muitas vans levavam os passageiros até lá, e no nosso caso já tínhamos caminhado quase 3 KM, incluindo a ida a cachoeira, por este motivo que nosso percurso deu 15 km, enquanto li vários relatos eram 12 km. Neste momento a fome apertou e percebemos que ir sem almoçar não seria boa ideia. Havia na estação alguns restaurantes bem simples, onde comemos um bom PF por 10 soles.
      A partir da estação deve caminhar por alguns metros na linha do trem e pega uma saída a direita com uma subida inclinada, mas com cerca de 300 metros apenas. Depois sai em nova linha de trem e segue pela mesma. A trilha não tem erro, é somente seguir a linha, e você nunca estará sozinho, muita gente faz este percurso. Chegando a Aguas Calientes, há uma saída a direita, caso chegue em um túnel, não atravesse, volte alguns metros porque você passou a saída. O percurso todo é entre montanhas muito íngremes de todo os lados, observando a geografia do local fica fácil perceber que os Incas queriam realmente esconder Machu Picchu. O trecho todo é quase plano, tranquilo de fazer. O que nos cansou no final da trilha foi o peso da mochila, pois por mais que reduzimos, iriamos passar 02 noites, como a previsão do tempo estava ruim tivemos que levar roupas para frio, e para caminhar mais de 03 horas cada quilo conta muito no final. O final da trilha foi a noite, mas como havia várias pessoas caminhando foi tranquilo.
      Chegando na cidade já compramos passagem do ônibus a Machu Picchu para próximo dia e fomos direto ao hostel para descansar, estávamos exaustos.
      Resumindo valeu muito a pena escolher esta opção. Para quem curte aventuras e considera que o percurso faz parte do passeio, esta com certeza será a melhor opção, e não é somente pela economia. As paisagens do percurso do trem são bonitas, mas nem se comparam com o percurso da van/trilha, e podemos afirmar isto, pois utilizamos as 2 opções.
       
      Dicas e infos:
      1 – Leve alguns alimentos, pois somente poderá almoçar quando chegar ao ponto final da van, cerca de 15:00.
      2 – Caso goste de emoção, sente na janela do lado esquerdo van, ficara no lado do precipício na última etapa do caminho, foi minha opção;
      3 – Reforçando, leve o mínimo de peso possível na mochila para facilitar na trilha.
       
      Dia 10 – Machu Pichu
      Eis que chega um dos 2 dias mais esperados da viagem, (o outro é o da  Rainbown Montain), a visita a Machu Picchu, uma das 7 maravilhas do mundo.
      Havíamos comprado trem para voltar até Ollantaytambo neste mesmo dia a noite, mas 2 dias antes ficamos sabendo de uma paralização geral que ocorreria na região neste dia e iria fechar todas as ferrovias e rodovias. Fomos até a Inca Rail e troquei as passagens para o próximo dia pela manhã, sendo então necessário passar 2 noites em Aguas Calientes. Este fato acabou sendo até melhor devido ao cansaço do dia.
      De acordo com informações de pessoas que conhecemos na viagem, os dois dias anteriores foram só chuva e nuvens em Machu Picchu, e a previsão para nosso dia era ainda mais chuva. A noite sonhei algumas vezes com as condições climáticas do dia, tamanha era a ansiedade. Quando acordamos a primeira coisa que ouvimos foi o barulho da chuva. Porém “para nossa alegria”, ao abrir a janela vimos que o barulho era das quedas das corredeiras do rio que corta Aguas Calientes. Apesar de nublado não chovia.
       Para ir de Aguas Calientes a Machu Picchu há 2 opções:
      - Ônibus: 20 minutos, pelo “precinho” de 12 dólares o trecho.
      - Trilha: Em torno de 3 km, sendo que 1,5 km é subida forte, praticamente toda em uma escadaria de pedras.
      Optamos por subir de ônibus, pois queríamos estar bem fisicamente para aproveitar o máximo, e a volta decidiríamos na hora.
      Uma pausa no relato para um breve resumo das regras de visitação do sitio:
      As entradas são com hora marcada, estando lá dentro ninguém ira controlar seu horário de saída, porém você deve manter o percurso sempre no sentido indicado, ou seja, há segurança em alguns pontos, os quais não permitem que ninguém retorne. Há opção de comprar ao ingresso somente para o sítio, ou incluir uma das 02 montanhas, Wayna Picchu ou Machu Picchu, as quais também tem hora marcada para subir, e no caso de quem for subir a montanha tem o direito de entrar 02 vezes no sítio.
      No nosso caso eu iria subir a Wayna Picchu e minha esposa não, então estávamos meio perdidos para definir a logística do passeio. Nossa entrada era as 08:00 e eu teria que subir a montanha as 10:00.
      Quando chegamos no hostel na véspera, a pessoa que nos atendeu já se ofereceu para auxiliar com o passeio e nos deu excelente sugestões. Sugeriu que entrássemos juntos e fossemos até um local chamado a casa do guardião, onde se tira as melhores fotos panorâmicas, e de lá eu fosse direto para a montanha, enquanto eu estivesse na Wayna Picchu minha esposa visitaria a ponte Inca ou porta do sol, e quando descesse já saísse direto entrasse novamente no sitio e encontraria minha esposa no mesmo lugar onde separamos e seguiríamos com a visita. Um pouco confuso, né? Também achamos quando recebemos a explicação, mas fizemos desta forma e foi perfeito.
      Entramos no sítio umas 8:30, ficamos juntos na primeira parte até 9 e pouco, e eu segui para a montanha.
       
       A subida da Wayna Picchu é por uma escadaria da época Inca, bem inclinada e estreita, e sempre a beira do precipício. E é o mesmo caminho para quem sobe e quem desce, então ao cruzar com pessoas, é necessário parar em algum ponto com mais espaço e esperar passar. Mas subindo com calma e usando sempre o bom senso pode ir tranquilamente.
       As 9:40 já liberaram o acesso do grupo das 10:00, e como eu já estava na entrada da montanha fui o primeiro a subir. A partir do meio da subida começa e ter excelentes vistas de Machu Picchu. Quando cheguei ao topo da montanha, contrariando todas as previsões climáticas, não havia mais nem nuvens, tempo lindo, e como o local estava vazio pois eu fui o primeiro a subir, então foi possível tirar excelentes fotos. No topo tem muito pouco espaço, então caso tenha muita gente creio que fica bem complicado, porém se isto ocorrer não se preocupe, a vista um pouco para baixo do topo é igual ou ainda melhor. Subi e desci num bom ritmo e fiz tudo com 1:40.

      Após descer me dirigi direto para a saída, fechei com uma guia para termos todas as explicações do sitio, pagamos 30 soles por pessoa em um grupo de 4 pessoas. Entrei novamente no sitio, encontramos minha esposa no local combinado, e fizemos o tour completo.
      O sitio arqueológico de Machu Picchu realmente é fantástico, não dá para chamar de ruinas, porque devido ao mesmo não ter sido encontrado pelos espanhóis, as construções estão em perfeitas condições. Seguimos no tour, e quando chegamos próximo a última parte do sítio, a guia nos perguntou se já iriamos sair ou queríamos permanecer mais tempo no local, pois se quisemos sair seguiríamos com ela na parte final e sairíamos, e caso quisemos ficar mais, ela daria ali as explicações da última parte e ficaríamos livres naquela região o quanto quiséssemos, pois se seguimos mais passaríamos por um dos pontos que ficam os seguranças e não pode retornar. Optamos pela segunda opção, e ficamos mais um bom tempo nesta parte do sítio, curtindo o lugar e tirando fotos com as llamas. Falando das llamas, estas são uma atração à parte em Machu Picchu estão espalhadas por todo o sitio, e realmente é fácil entender porque tem tantas fotos legais com llamas, realmente parece que o bicho faz pose para as câmeras. Muito legal a interação com elas.
      Após isto visitamos parte faltante do sitio com bastante calma e saímos.
      Outro ponto que demos sorte também, foi que devido paralisação citada no início do texto, Machu Picchu estava bem mais vazio que o normal para a época do ano.
      Saímos do sítio próximo das 16:00. A decisão da volta, como já era esperado, foi pela trilha. Logo ao iniciarmos a descido começou a chover, São Pedro foi realmente muito generoso conosco mais uma vez. Gastamos pouco mais de uma hora do sitio até o hostel, caminhando tranquilamente.
      Ao chegar confirmamos como realmente foi melhor a mudança do dia do trem, pois como estava ante teríamos que esperar até as 21:00 cansados e sem banho para pegar o trem e chegar as 23:00 em Ollantaytambo.
      Foi um dia mágico Machu Picchu correspondeu a nossas expectativas, fazendo jus a ser uma das 7 maravilhas do mundo.
       Dicas e infos:
      1 – Compre ingressos para Machu Picchu com antecedência, pois o número de visitantes é limitado. Se for subir na Wayna Picchu, compre com muita antecedência. Eu comprei com 3 meses de antecedência. Um mês depois minha esposa mudou de ideia e queira ir na montanha também, verificamos e não tinha mais ingressos.
       
       Dia 11 – Ollantaytambo
       Neste dia, como tivemos que dormir mais uma noite em Águas Calientes, acordamos cedo, descansados, tomamos o café e pegamos o trem as 08:00 para Ollantaytambo.
      A viagem de trem durou cerca de 1:40, a linha acompanha o rio Urubamba. As paisagens durante o percurso são bonitas, mas como citado anteriormente nem se comparam com o caminho da opção de van/caminhada.
      Chegamos na estação guardamos as malas, as empresas de trem têm serviços de armazenamento de bagagem grátis para cliente, e já fomos para o Sitio Arqueológico de Ollantaytambo.
      Fizemos a visita sem guia e no nosso ritmo. Este sitio também é muito bonito, a maioria das pessoas o considerem o mais belo depois de Machu Picchu, mas para nós Pisac esta na frente, desde que faça a visita completa no mesmo. Em Ollantaytambo fizemos o segundo maior circuito, que passa em praticamente todo o sitio. Na parte da manhã o local fica bem mais vazio, pois os tours normalmente chegam no período da tarde, o que proporcionou ainda mais tranquilidade na visita. Com 2 horas é possível visitar todo o local sem pressa. Mesmo com vários pontos importantes para se conhecer no sítio; como o templo do sol, o rosto na montanha, etc; o que mais me encantou foi uma charmosa casinha encravada na parede da montanha, que aparece na foto a seguir (porque? Será que já morei lá? rs).

      Saímos do Sitio em torno de 13:30 e fomos para o centro da cidade almoçar, onde comemos o melhor aji de galiña da viagem. Ollantaytambo é uma cidadezinha muito aconchegante, te faz realmente sentir alguns séculos atrás no tempo. Afinal a cidade nunca ficou inabitada, desde a época inca, e dentro da cidade ainda há varias restos de construções incas.
      As ruas da cidade estão cheias dos famosos tuk-tuk , e é claro que não iriamos perder a oportunidade de andar em um destes charmosos carrinhos. Da praça central, por 4 soles, pegamos um Tuk-tuk táxi até a estação para pegar nossa mala e a van para Cusco.
      As vans para Cusco saem da estação de trem de acordo com que forem lotando, o preço não lembro exato, mas é em torno de 10 soles.
      Por volta das 18:00 já estávamos em Cusco.
       
      Dia 12 – Rainbown Montain / Montaña de las 7 colores
      Este era o segundo dos dias mais esperados da viagem. Os motivos para isto eram a paisagem única do local e o desafio de fazer a trilha, chegando a 5.200 metros de altitude. Havíamos nos preparado bem para isto, desde da parte do condicionamento físico no Brasil, como também da aclimatação nos dias anteriores. Mas ainda estávamos preocupados, ainda mais pelo fato de minha esposa ter bronquite, o que neste nível de altitude podia aumentar as dificuldades.
       A Rainbow Montain é uma montanha formada por várias faixas coloridas que parecem ter sido pintadas a mão. O turismo no local se iniciou recentemente, segundo os locais a mesma antes permanecia quase o tempo todo coberto de neve. Interessante que esta montanha era para ter sido destruída, uma empresa de mineração canadense iria explorar o local, porém os locais perceberam o potencial turístico da mesma e com muita luta/protesto conseguiram vencer a batalha, em 2018 a empresa abdicou da exploração de minério no local. Segue um site caso queiram conhecer um pouco mais da história desta atração: https://www.bbc.com/portuguese/geral-44620957.
       Para chegar até a montanha é necessária fazer uma trilha de pouco mais de 3 km (só ida), você irá encontrar vários relatos que dizer ser 7/8 km, mas recentemente mudaram o ponto final dos transportes o que facilitou a o acesso diminuindo a distância. Há também a opção de visitar o Vale Rojo (Vale vermelho), o que desvia a trilha na volta aumentando o tempo em uns 40 minutos. Porém o grande problema são os mais de 5.000 metros de altitude, é normal no caminho encontrar pessoas passando mal e desistindo. Outro ponto também é a temperatura, na época que fomos, segundo o guia varia entre -5 a -10 ºC. Então deve ir muito bem agasalhado.
      Referente ao passeio, o mesmo é muito similar ao da Laguna Humantay, pagamos também 55 soles incluindo transporte, guia, café da manhã e almoço e mais 10 soles de taxa de entrada. A van nos pegou no hostel as 4:30, viajamos por cerca de 2 horas até a parada para o café. O café da manhã. Depois seguimos por mais uma hora e pouco em estrada de terra e já com lindas paisagens dos campos a beira das montanhas com seus rebanhos de llamas
       Aqui também é necessário contar com a sorte, pois muitos dias a montanha fica coberta de neve impedindo logicamente que você veja o efeito de cores, e isto havia acontecido na véspera. E novamente São Pedro estava do nosso lado, fez um dia lindo e sem neve.
      Iniciamos a caminhada por volta da 09:00 da manhã. A paisagem durante todo o percurso é fantástica. Assim como na Laguna, há cavalo para locação, e como para nós o desafio é sempre parte do passeio, era opção era totalmente desconsiderada. A subida começa tranquila e vai ficando mais íngreme quando mais próxima do final. Na parte final a paisagem já começa a ficar colorida.
      Ao finalizar a última subida você chega bem no pé da montanha colorida, que estará a sua direita, e a esquerda há outra subida, formando um V com a montanha, que chamam de mirante. Muita gente se contenta de chegar no pé do mirante e devido ao cansaço não sobe.  Recomendo que se tiver condições, vá até o topo do mirante, pois quanto mais sobe mais vivas ficam as cores da montanha. Além disto a Rainbown Mountain é só uma parte da extraordinária paisagem. Há o Nevado de Aunsgate, lindos vales de ambos os lados, e a Raiwnbow Montain com o Vale Rojo ao fundo, ou seja, é 360º de maravilhas.
      Quando chegamos ao topo foi um sentimento indescritível, um mix de alegria, admiração com a paisagem e sentimento de superação por termos chego ali. E alias chegamos muito bem fisicamente.

      Depois de admirar o local, decidíamos que iriamos também ao Vale Rojo. Encontramos nosso guia lá em cima, e dissemos que iríamos ao Vale Rojo, o mesmo não gostou muito, pois disse que ninguém do grupo iria e poderia atrasar o retorno. Afirmamos que estávamos bem e conseguiríamos cumprir o horário, e então partimos para lá. Descendo o primeiro morro abaixo da montanha, pega a esquerda e segue por outra subida. No meio do caminho descobrimos que teríamos que pagar mais 10 soles, o que não era nenhum problema. O interessante é que não tem nenhuma portaria, ou qualquer estrutura, somente 02 pessoas no meio do nada que recebe das pessoas na trilha.
      No final da subida, chega-se a um mirante com vista para o vale praticamente todo vermelho, mais uma linda paisagem.
       
      Após curtir o local tivemos que descer praticamente correndo para não atrasar o tour, e chegamos no ônibus em cima da hora.
      Em seguida retornamos, paramos para o almoço e chegamos em Cusco perto das 18:00.
       Dicas e infos:
      1 – Va bem agasalhado, com roupas apropriadas para trilha.
      2 – Leve alimentos para repor energia (chocolate é uma ótima opção) e agua.
      3 – Suba no seu ritmo, sem se apressar.
       
      Dia 13 – Valle del Sur
      Nosso último dia em Cusco, nosso voo sairia as 19:00. Tínhamos planejado deixar este dia para curtir a cidade, comprar algo, etc.
      Mas mudamos de ideia e resolvemos “aproveitar até a última gota”, falei com a agencia se teriam algum tour que retornasse antes das 15:00. Me indicaram Valle del Sur.
      O passeio é aquele mesmo estilão dos tours “padrão”, micronibus, guia dando explicações no ônibus, tempo limitado, etc.
      O passeio se iniciou quase 09:00, depois de uma certa confusão para identificarmos nosso grupo, e fomos visitar os seguintes lugares:
      -Tipón: É mais um sitio arqueológico Inca, que tem várias terrassas, e um complexo sistema de irrigação ainda em funcionamento até hoje. O Lugar é mais simples e muito menor se comparamos com os sitios de Pisac ou Ollantaytambo, porém é bastante bonito.

      - Pikillaqta: É sitio arqueológico de uma civilização pré-inca chamada Wari, que viveram entre os séculos VI a IX. Então a arquitetura é bem diferente, e as construções também estão bem destruídas. O destaque é a organização urbanística da cidade, com ruas e avenidas perfeitamente alinhadas.
      Depois do sitio paramos em uma cidadezinha para provar um pão famoso por la, chamado “Chutas”, o interessante é que o guia disse que praticamente 100% das famílias da cidade sobrevive com a renda de fabricação e comercialização destes pães.
      -Andahuaylillas: A visita a esta cidade é especificamente para visitar a Igreja de São Pedro de Andahuaylillas. É uma igreja bem pequena e de fachada simples no exterior, porém devido a suas pinturas e decoração em ouro em todo o interior é conhecida como a Capela Sistina das Américas. A visita é rápida, pois a igreja é bem pequena. A entrada não esta inclusa no boleto turístico e custa 15 soles. Quem não quiser entrar na igreja há a opção de visitar um pequeno museu chamado Museu Ritos Andinos por 5 soles. Eu e minha esposa nos dividimos, eu fui na igreja e ela no museu.
      Na volta faz parada para almoço, não incluso no tour, em outro vilarejo que é especializado em chicharrones (carne de porco).
      Chegamos em Cusco as 15:00, tempo suficiente para tomarmos uma última Cusqueña (cerveja tradicional do Peru), pegar as malas no hostel e partir para o aeroporto.
      Resumo final:
      O Peru sempre esteve em minha lista dos lugares que eu queria conhecer, principalmente devido a Machupicchu. Porém este país superou muito nossas expectativas. Nos impressionou muito a riqueza cultural, histórica, natural e gastronômica do país.  E também o país está investindo muito no turismo, é a receptividade dos locais com os turistas é ótima. Além disto se encontra preços ótimos para os passeios, alimentação e hospedagens, bem abaixo do praticado nas principais regiões turística brasileiras.
      Certamente irei retornar ao país, até mesmo porque ficou vários lugares que quero muito conhecer, como Huaraz, Puno e Arequipa.
      Espero que este relato possa auxiliar em algo quem estiver planejando ir para este fantástico país. Caso tenha qualquer dúvida fique à vontade para perguntar.
    • Por lolahandforever
      Faaaaala galera das trips e mochiladas!!! Desde já deixo meu muito obrigada por toda ajuda e experiências compartilhadas aqui, dessa vez resolvi me organizar melhor durante a trip e anotei o máximo que pude de info pra postar o relato e disponibilizar pra comunidade mochileira! 

      Desde 2013 uso o site Mochileiros nas trips seja antes ou durante sempre pra pegar os bizus de como gastar menos, busca por vida local, foco na natureza, essas coisas que exploramos quando vamos por aí...
      Obrigada demais Mochileiros.com enfim chegou minha vez de contribuir!
      Bom, essa foi a primeira trip que fiz sozinha, bateu um medo de leves, o que durou apenas um dia até a chegada no Hostel. De longe a experiência de viajar só foi incrível e foda demais!!!
      Meninas, mulheres lindas e mochileiras: Viajem só ao menos uma vez na vida!!!
      Vamos ao Relato...

      INFO DE GASTOS
       
      U$$ 418 Passagem Aérea Los Angeles - Bangkok
      U$$ 98 Passagem de Chiang Mai a Krabi
      U$$ 25 Passagem de Krabi a Bangkok
      U$$ 1100 Gastos gerais com (Transporte, Hospedagem, Alimentação, Tour e Tatuagem).

      Saí de LA já que resido no USA no momento, logo fiz a trip com dollares e a dica é: Leve notas de 100! A melhor cotação que encontrei foi em Chiang Mai pra quem vai com Dolleta. Também é o melhor lugar que indico pra comprar lembrancinhas. No aeroporto tem um SuperRich no subsolo (casa de câmbio) com a cotação melhor que na cidade de Bangkok. Por incrível que pareça a cotação na ilha Ko Phi Phi estava boa, mas sugiro Chiang Mai pra câmbio.
      Optei por ficar em hostels como sempre fiz, eu amo demais a vibe de dividir quarto, conhecer gente do mundo inteiro, e claro os preços encaixam direitinho no plano de gastar menos. Apenas em Railay fiquei em Resort mas era bem roots, no meio da floresta e o banheiro era compartilhado. 
      Minha mochila levei a de 35 L pra não ter que despachar.
      Recomendo pegar um chip local pra comunicação. Não peguei porque tinha acesso normal no meu plano de telefone pra usar internet.
      Transporte usava bastante o Grab Bike (sem medo real). Mais barato e mais aventureiro!
      O tempo inteiro comia thai food e claro frutas e sucos, aliás suco era o tempo inteiro!!!
      U$$ 1 = 30.08 Thai baht
      Vale lembrar que não gastei com bebidas, o que foi bom pro meu orçamento e bom pra minha memória que é muito seletiva 😝
       

       
         

       
      ROTEIRO TAILÂNDIA 14 DIAS
      Bangkok [4 dias]    
      Chiang Mai [3 dias]   
      Railay Beach [3 dias]
      ko Phi Phi [4 dias]
      1o dia (31/10/2019) LA - BANGKOK
      O dia D pra quem viaja sozinha(o) pela 1a vez!!! Cheguei em BKK por volta de meio dia e tava decidindo como fazer pra chegar até o hostel. Fechei um preço com o piloto do táxi no aeroporto que saiu uns 340 THB até o hostel, mais o pedágio que tem pagar que são dois (Um de 50 THB e outro de 25 THB). Chegando no Hostel (Here Hostel) fechei os dias lá (663 THB por 2 noites). Deixei minhas paradas na cama, doleira na cintura e parti pro abraço bater aquela perninha básica como todo carioca gosta de fazer hehehehe. Fui pra Khao San Road e dei um rolê perto dos Templos. Passei no 7 eleven (recomendo pra lanches rápidos) e lancei um suco de maracujá de respeito!!! Voltei pro Hostel de motoca (cheia de medo mas fui assim mesmo) e decidi fechar o tour do Ayutthaya por lá mesmo. (800 THB) O Max, um holandês lá do hostel que eu conheci tinha comentado comigo que fez por conta própria, gastou bem menos mas conheceu só um templo. Como tinha tempo curto optei por fechar o tour mesmo pagando um pouquinho mais. 
      Ouvi recomendações de fazer Ayutthaya de bike ou de motoca.
       



       
      2o dia (01/11/2019) BANGKOK - AYUTTHAYA 
      Acordei 7 da matina de boas (já tava de boa com o fuso) conheci o suíço Steven na saída do tour ele tava indo pro floating market com a mesma galera que fechei o tour pro Ayutthaya. Chegamos na Khao San Road pra encontrar o restante da galera que ia partir pra Ayutthaya. Motoba da van parecia velozes furiosos real! Mucho crazy e não reclamo! Adrenalina motiva e sempre faz parte das trips! Conhecemos as ruínas de Ayutthaya que incluía:
      Wat Phra Sri Sanphet e Grand Palace 
      Wat Chedi Phukhao Thong   
      Wat Lokayasutharam   
      Wat Mahathat 
      Wat Chaiwatthanaram
      Durante o tour fiz amizade com uma francesa que tava viajando sozinha também, Carroline super gente boa e curtimos praticamente juntas o tour inteiro. Voltamos um pouco atrasadas pra van e o motoba tava boladaço porque só faltava nós duas pra meter o pé. 
      Chegamos em BKK umas 4pm. Fui pro meu quarto e tive a sorte grande de conhecer um casal de brasileiros no quarto q eu tava, Carol e Gilberto! Ficamos amigos e logo em seguida conhecemos Jon um espanhol e Elisa uma italiana que estavam tbm no mesmo quarto, galera do dormitório G10!!! Firmamos uma equipe e partimos pra Khao San, com a Ammie da Austria q nao tava no dorm G10 mas era como se estivesse.
      Comemos aquele espetinho de inseto, experimentei meu novo vício PadThai e dançamos muito na Khao SAN! Parecia carnaval real! Partimos p Hostel depois...
       





       

       


       
       
      3o dia (02/11/2019) BANGKOK - CHIANG MAI
      Esse dia foi o mais correria de todos pq o “follow the flow” não colou muito bem mas faz parte. Eu, Carol e Gilberto acordamos e fomos tomar café antes de ir pra saga templária em Bangkok. Decidimos ir até a estação de trem pra comprar a passagem pra Chiang Mai. Eles conseguiram porque íam um dia depois q eu. Deixei pra cima da hora (pleno feriado e sábado) não consegui. Daí comecei a tentar os busão da vida e nada tbm. Tudo lotado!!! Bom resolvemos ir lá no mall de rolê e depois eles me levaram num lugar lá pra comer o verdadeiro padthai da parada. Bem apimentadinho mas super local mesmo! Foi o melhor de todos que experimentei! Pegamos um grab pra voltar depois e conseguimos ir no Grand Palace (500 THB) Tive que perder uns 100 THB em uma saia longa, pq tava de short... Não pode entrar com joelhos e ombros descobertos nos templos. (Já sabia mas dei essa bisonhada tática). 
      Ainda não tinha decidido minha ida pra Chiang Mai mas fui de maluca tentar o busão nas rodoviárias. A Saga do busu pra Chiang Mai foi louca mas lembrando aqui que foda bagaraiii! Os locais me ajudaram demais! Gratidão! Piloto do Grab me levou na 1a rodoviária me desovou lá e disse pra eu tentar noknanchairair, não consegui. Uma local viu minha tentativa e me indicou pra Sombatour bus peguei um grab e fui tentar de novo (tente outra vez estilo Raul hahahhahahaha). Dessa vez consegui mas foi correria máxima pq o ônibus ia sair em 30 minutos. O bus até Chiang Mai deu 530 THB e tive q ir de motoca pra chegar a tempo. E na moral, que sorte a minha! Peguei o melhor motoba, já era um senhor de idade, super sagaz! Cara eu quase dei um beijo na boca dele de tão grata que eu fiquei. Tava muito trânsito e ele cortava tudo e todos! Chegando lá, eu comecei a procurar a plataforma e mano, era muita gente e eu me dei conta q eu era a única mochileira ali, mas foi de boa e valeu demais a experiência! A galera ficava olhando pra mim e tentando me ajudar sabe?! Cara o povo Tailandês mora aqui ❤️ pra sempre! Peguei o busão e virei a noite no busu de boa dormindo a pampa.
       
       

       

      4o dia (03/11/2019) CHIANG MAI 
      Cheguei bem cedinho no meu lugar predileto da Tai! Passei no 7 eleven pra comprar uns sandubinhas e depois peguei a motoca até o hostel que deu 150 THB. Cheguei no August Hostel (old city) umas 7am e não dava pra fazer check in ainda. Só deixei a mochila lá e fui pros desbraves. Nesse dia eu dei um super rolê e conheci os templos de Chiang Mai que ficam bem pertinho um do outro:
      Wat Phra Singh 40 THB
      Wat Chedi Luang 40 THB    
      Wat Chiang Man Free (Donation)
      Esses foram os templos que visitei. Entrei em outros também gratuitos. Tem o Doi Suthep que gostaria muito de fazer mas não tive tempo. Ou era esse ou Chiang Rai. Bom, voltei pro hostel, fiz o check in (650 THB por 2 noites) fechei o tour pra Chiang Rai (900 THB bate e volta), logo depois conheci a Duna da Espanha que falava português para nossa alegria e conheci Romain e Rayan da França. Fechamos o bonde e fomos pro Sunday Market dar esse rolê. Esse é o mercado mais famoso e bem local de Chiang Mai! Sorte de estar lá no dia certo. Voltamos p hostel e ficamos de boa trocando ideia.
       



      05o dia (04/11/2019) CHIANG RAI
      Esse dia foi muito mágico e inesquecível tb! Tomei um café rapidex e aguardei a van do tour pra Chiang Rai. A Apple (melhor guia de todas) estava lá esperando comigo! Trocamos ideia até a van chegar e nossa cara que sorte de conhecer esse anjo! Que menina especial a Apple! Partimos p longa jornada e seguramente a melhor jornada templária que eu tive!
      Iniciamos pelo Templo Branco Wat Rong Khun. Depois almoçamos e experimentei Ka gai, uma sopa bem apimentada! Muito apimentada enfim.. Matilde e Naomi da Bélgica e Andrew da Cali se juntaram a mim e tivemos essa experiência juntos! Voltamos pro tour direto pra Black House Baan si dum é um museu de taxidermia bem legal. E Fechando a saga templária do norte, o melhor templo de todos pra mim, o Templo azul ou Wat Rong Seur Ten. Adorei demais não sei explicar porquê! O Buda branco me trouxe uma energia e uma sensação inexplicável fiquei presa lá dentro conectando com a energia e tudo mais... dia lindo! Gratidão! Cheguei no hostel encontrei com os meninos e marcamos um dez. Me despedi deles e fui de berço.
       








      06o dia (05/11/2019) CHIANG MAI - KRABI - RAILAY BEACH
      Rumo a saga litorânea do sul! 👊🏼
      Acordei bem cedo, tomei um café rápido no hostel novamente pq meu voo pra krabi era de manhã bem cedo. Fui de Grab car por conta da mochila e saiu por 180 THB. Escala em BKK depois finalmente parada em Krabi peguei um bus 150 THB até o Ao Nang Mao pier. Conheci no píer dois portugueses gente boa Daniela e Antonio esperamos o barco juntos pra partir pra Railay Beach. O Barco até Railay era 100 THB. 
      Chegando em Railay já senti o vibe de praia, maresia e pah abri aquele sorriso feliz em saber que os próximos dias sería de pura praia, sol, e relaxxx... Encontrei um resort mais em conta que era o Rapala Rockwood Resort no meio da mata em Railay East. Fechei (1460 THB por 3 noites) era bem simples com banheiro compartilhado, tinha que fazer um hiking pra chegar no quarto mas oh, super válido! Chiang Mai de longe meu lugar predileto, mas Railay é superrr vibeee!!! Que lugar encantador! Fui direto pra prahnang, não ia perder tempo em me encontrar com as águas do mar já que moro nas montanhas de Utah e faz mais frio que calor. Lindíssima a praia! Fui fechar o tour Hong island que foi a maior “facada” da trip tirando a tattoo (1600 THB). Depois voltei pro resort, peguei meu livro (único momento que consegui ler) e fiquei marolando. Até que dormi bem cedo!




       
      07o dia (06/11/2019) RAILAY BEACH - HONG ISLAND 
      Esse foi o melhor tour das ilhas que fiz! Antes de partir tomei um café da manhã, dessa vez mas de boaça e talz... Antes de partir conheci um casal de brasileiros gente boa demais Carlos e Laís minha xará, ambos de MG. Parti pra Railay west fazer o passeio. Conheci Oxana da Ucrânia (casada com 3 filhos e tb tava viajando sozinha) e o Carl de Wales UK durante o tour. Nos divertimos muito nesse passeio e firmamos a família Railay Beach! Marcamos na praia pra assistir o pôr do sol que foi irado demais! Chegamos e marcamos de comer um padthai de moral barato e gostoso! O casal brasileiro encontrou com a gente mas foram embora cedo. A gente partiu pro Last Bar, movimento tava maneiro lá, conhecemos uns alemães e um casal de americanos que vivem em Chicago ficamos jogando sinuca com a galera. Depois partimos.
       












      8o dia (07/11/2019) RAILAY BEACH
      Vishhh acordei e muita chuvaaa depois do café da manhã! Conheci o Austin do Alabama e a Clara uma brasileira de SP. Depois o Paul australiano gente fina chegou e agrupou. Voltei pro quarto e esperei a chuva passar. Aproveitei pra fazer laundry nesse dia tb no resort mesmo (60 THB). A chuva passou e eu fui pra praia prahnang e nossa mano que água perfeita! Que praia! Simplesmente entrei na água e só fui sair em 2020. A Oxana e o Carl apareceram e a gente  fez até um ioga de leves com um Russo que tava praticando por conta própria chamando geral pra participar rs mas ngm parava, que figura! Voltamos e fui pra massagem (450 THB) depois do banho. Também comprei o transfer pra Ko phi phi (400 THB). Nos encontramos pra comer e até dei palhinha de hostess no restaurante (vai que cola um trampo em Railay???) nunca se sabe!!! Voltamos e passamos no Last bar de novo. Foi chato despedir mas faz parte da vida né? Foi ótimo o tempo que passamos juntos Oxana e Carl! Dois abraços inesquecíveis. Sorte na vida conhecer essas duas almas lindas! Mochileiros deixam um pouco de si, levam um pouco de cada. 
       


       
      09o dia (08/11/2019) RAILAY BEACH - KO PHI PHI      
      Na real queria mais um dia em Railay, maassss estava animada demais pro sonho Ko phi phi! O trajeto até a ilha foi bizarro pq a gente troca de barco no meio do mar e o barco balança a vera. Fizemos a troca louca, sentei no ferry até phi phi e dormi a lot!!! Hahahhaha acordei já na ilha e de cara vi um MC donalds e um Burguer King e eu fiquei como??? WTF??!! Mas tudo bem tb faz parte. Cheguei lá e procurei um hostel que tinha visto no booking.com (indico mais que hostelworld) um preço legal pra 4 noites (1080 THB) fechei! Nome do hostel é ploydorm! Super curti o hostel e a galera que trampa lá. Conheci a linda Soph e o carioca Tailandês Pah. Larguei tudo por lá mermo e parti pra praia Long Beach. Que foi meu destino em quase todos os dias lá. Uma caminhada de leves, eu fiz com a Kayla e o Tom do Texas. Conheci eles lá no ferry quando aportamos e indo p praia encontrei com eles de novo no caminho. Acabei me machucando com a pedras que tem dentro do mar então já fica a dica tb pra essa praia que é linda mas têm muitas pedras! Marquei lá até escurecer, a galera foi embora mas eu fiquei (rata de praia somos com orgulho). Voltei e fui dar um rolê na ilha, de noite é muito agitado o que me incomodou um pouquinho mas nada que tirasse a vibe boa q já habitava em mim. Voltei e fiquei no hostel mesmo onde acabei conhecendo a Silvia da Itália e o Alex da Cali. Trocamos mohhh ideia até altas horas e dps partimos pro bercin.
       

      10o dia (09/11/2019) KO PHI PHI
      Acordei no gás e já parti pra fazer trilha! Pointview (30 THB) Irado o pico vale a pena demais chegar lá! Voltei, comi uma parada de leves, fui pra Long Beach de novo e voltei decidida a fazer a tattoo (14000 THB). Comecei a fazer mas a princípio queria com bamboo só que não daria tempo de ficar pronta. O Bao foi o artista local que fez o trampo. Fiquei lá 6 horas com ele entre intervalos e ficou top a arte! Fui dar um rolê depois na noite e voltei fiquei no hostel trocando ideia com a Silvia de novo e uma sueca mucho crazy que tava morando lá no hostel hahahhahahaha (um dia chego lá). 





      11o dia (10/11/2019) KO PHI PHI 
      Esse dia tava bem de boa querendo só relaxar e um pouco cuidadosa com a tattoo e novamente fui de Long Beach. Dessa vez na companhia da Sara de Vancouver, Cíntia espanhola e do Paul (australiano que conheci em Railay). Fomos pra Long e passamos o dia lá! Voltamos e fomos comer. Nesse dia fui no Karaokê com o Pah, o local que tava me ajudando nas paradas da tattoo. Nos divertimos e depois eu voltei pro hostel, dormi cedo dessa vez porque tinha tour pra fazer no outro dia. Función!


      12o dia (11/11/2019) KO PHI PHI - BAMBOO ISLAND
      Último tour da trip e a praia com água mais cristalina que vi por lá! O tour custou total (900 THB) e foi de longtail. Todos os tours de barco incluem almoço e talz se não mencionei anteriormente. Bom começamos na parada do sharkpoint mas não rolou de ver porque eles não brotaram. Depois paramos na Bamboo Island, e que paraíso!!!!! Lugar lindo demais! Super clara e temperatura da água maravilhosa! Marcamos uma hora e meia lá e voltamos pra monkey beach e tiramos uma casquinha na Maya Bay do lado oceânico, já que tá fechada pra acesso. No final voltamos na hora do por do sol dentro do mar. Que experiência!!! Muito lindo! Voltei do passeio e fui tomar banho e me encontrar com as meninas Cíntia e Sara. Também encontrei nesse dia com Carol e Gilberto de novo!!! Acabei indo com as meninas pra praia mas decidi voltar pq queria ficar tranquila de boa. Marquei no Karaokê um pouquinho e voltei pro hostel. Na volta encontrei com Alex meu vizinho de hostel e trocamos uma ideia lá. A Sara voltou e colou com a gente tbm! Gilberto e Carol tb brotaram e ficamos de social lá. Aproveitei o máximo q podia com eles pq dia seguinte já ia partir.






      13o dia (12/11/2019) KO PHI PHI - KRABI - BANGKOK 
      Tudo que é bom dura pouco mas a gente aproveita até a última ponta de tempo né?! Nesse dia acordei e já fechei o ferry pra krabi que deu (300 THB) a Soph fez um desconto pra mim lindo! Encontrei com o Alex e partimos pra Long Beach juntos! Follow the flow joeee. Claro que rolou aquele suco da fruta de lei antes da praiana. Tivemos um dia incrível em Long Beach, trocando altas ideias até chegar o ponto de esquecer o horário do ferry hahahahahhahaha fiquei mais na correria do que pra chegar em Chiang Mai. Valeu a pena cada segundo que atrasei! Corri até a China pra pegar esse ferry né? Não tive nem tempo de despedir dos locais que conheci na ilha mas sabe aquela sensação de que voltaremos no lugar? Pois é. Só entrei no ferry e fui. E agradeci muito pela oportunidade de ali ter criado tão boas conexões e experienciado momentos que vou levar pra sempre comigo. 
      Cheguei no aeroporto de van (150 THB) com um casal de espanhóis que estam morando no Chile. Me atualizaram todos eventos em ultimato! O voo atrasou pra BKK mas chegamos com muita fé em BKK. Peguei um grab até o hostel (HeRe Hostel de novo) que deu (180 THB). Conheci uns caras do Paquistão que me contaram que amam o Brasil e que aliás sabiam de muita coisa que rola. Fiquei de cara! E fui morgar sério depois.
       

      14o dia (13/11/2019) BANGKOK 
      Despedida da Tai com chave de ouro. Acordei tomei café e colei com os malucos do hostel, o Scott de Montana, o Diether da Bélgica e um alemão que não lembro o nome dele mas gente boa! Fomos no Wat Pho (200THB). Missão final da trip. Fui com eles e no final voltei pra Khao San pra ver umas paradas pra levar pra casa. Fiquei no hostel com a galera de Netherlands que tava em massa em BKK naquele dia! Voltei na Khao San pra comer e regressei ao hostel. Combinei com um casal holandês de ir pro aeroporto juntos no dia seguinte e teve um alemão que tb ia colar c a gente pra ratiar esse grab! Dormi um pouco tarde, fiquei trocando maior ideia com o Diether antes de dormir.
       

      15o dia (14/11/2019) BANGKOK - LA 
      TCHAUUU Tai!!! Sat wat dee ka 🙏🏼 Khop koon ka
       
      Muita gratidão e também aquela vontadinha de ficar mais tempo né?! Mas enfim, tomei meu café e fechei c a galera o grab até o aeroporto (140 THB pra cada um contando pedágio.) 
       
      E essa foi a minha jornada nesses dias incríveis e inesquecíveis nesse país maravilhoso! O medo de ir sozinha não durou quase nada, e por fim, foi uma grande experiência pois abri mais meu coração e tive oportunidade de conhecer tanta gente legal pra compartilhar experiências! É isso que levamos da vida né? E viajar nesse estilo pelo menos pra mim é a melhor forma de aprender a viver. A Rotina é importante e faz parte mas é fundamental não ter planos tb. Essa foi a grande lição da trip!
       
      ” O que se leva da vida, é a vida que se leva!” 
       
      OBS: Ainda tô montando a planilha com gastos mais detalhados, mas qualquer dúvida estou aqui aberta e disponível pra ajudar! Mais uma vez obrigada Mochileiros!!! 🎒👊🏼🙏🏼
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       







       





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