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Olááááá queridos viajantes e mochileiros.😁

 

Não iria escrever pois existem diversos relatos de viagem para este destino, maaaaaaaaaaas, fui encorajada e intimada a relatar os meus 25 dias para o famoso Bolívia, Chile e Peru tudo via terrestre (hehe), sim, sim, de BUSES, de terminal a terminal ou de rodoviária a rodoviária :)🎒🚍

 

Não tenho planilha lindas e elaboradas pois a principio eu e mais dois parceiros aqui no grupo iriamos ir de carro, faltando 5 dias da data de partida um deles não pode ir, então eu resolvi ir sozinha, pois bem, o Roberto (de Pernambuco) que iria conosco de carro resolveu ir tbm, então ele pegou um avião de Recife para Campinas e iniciamos a viagem juntos.

 

Vai ser um relato básico com valores e dicas para quem ira fazer o mesmo percurso.

Saímos sem roteiro pronto, sabíamos por onde iriamos passar e iriamos decidir os dias e hospedagem no próprio local, arriscado né? Mas não, tudo sobre controle do destino 🕰️💝

 

Bora!

31/10 (Campinas/Corumbá)

Saída de Campinas/SP (interior de SP) destino capital as 09:45 da manhã - Cometa Trans. R$35,20. Descemos em um ponto estratégico para ganhar tempo e pagamos R$5,65 cada (R$ 11,30 total) em um UBER até a Barra Funda.

Na barra funda pegamos um ônibus extra disponível pela Andorinhas (DICA: verifique antes de existem ônibus extras, os bus para Corumbá só saem de noite, este ao meio dia foi um achado) o custo foi de R$321,86 com saída as 11:15 com chegada as 11:00 (+1 dia).

Compramos lanches pois havíamos saído bem cedo, (como todos sabem, comida em rodoviárias é bem cara :( ) comprei um café da manha na casa do pão de queijo R$ 20,00. Na estrada paramos para almoçar, comi um salgado R$ 12,00.

 

TRANSPORTE: R$ 362,71

COMIDA: R$ 32,00

TOTAL DO DIA R$ 394,71

 

01/11 (Corumbá/SantaCruz)

Chegamos em Corumbá as 11:00 fomos ao banco (caixa) pois eu precisava sacar o restante do moneimonei (devido as mudanças de planos da viagem) chegando la conhecemos o Ezequiel, um brasileiro que mora na Bolívia e nos ajudou com algumas informações e nos levou para a fronteira por R$ 30,00 *-* (normalmente os taxista cobram 50 temer nesta corrida). Fizemos a saída/entrada nos países e cambiamos um pequeno valor para os gastos iniciais.

Câmbio (penúltima lojinha do lado esquerdo, loja verde, é da irmã do Ezequiel :) ) R$ 600 x 1,79 = 1.074,00 bs.

Pegamos um táxi para Puerto Quijaro onde fica a rodoviária por 5 bolivianos cada (o Ezequiel quebrou mais essa, não se assustem, lá eles cobram por pessoas e não por corrida). 

Compramos as passagens para Santa Crus de La Sierra com a empresa Huracan (o Ezequiel nos ajudou nessa tbm, disse que era a mais barata, realmente, vimos em outros lugares por 120, 130 bs. Essa agencia fica do lado esquerdo, é a ultima "portinha"), com partida as 19:30. Ou seja, passamos o dia dentro da rodoviária pois ali na região não tem nada pra se fazer... alias dizem que tem um "shopping" perto, mas eu não quis ir :P shopping eu vou aqui no brasil né kkkk

Saída do ônibus para Santa Cruz as 19:30 e chegamos as 5:45 ( não se assustem em chegar 2 horas antes do horário informado, isso é normal).

 

BOLIVIANOS: 150 BS > (R$83,80)

TRANSPORTE 105 BS

ALIMENTAÇÃO 33 BS

OUTROS 12 BS

 

REAL/TRANSPORTE E CAMBIO: R$615,00

 

SALDO DA VIAGEM: R$ 1.093,51

 

02/11(SantaCruz/Sucre)

 

Chegando lá aguardamos abrir as agencias para passagens para Sucre, encontramos por 100 bs com partida as 17:00, já que iriamos passar o dia lá guardamos as mochilas em um guarda volume( bem na entrada, no lado esquerdo) 10 bs o dia todo e fomos conhecer cidade, pegamos informações no ponto turístico da mesma e fomos de ônibus circular para a Plaza de Armas por apenas 2 bs. Conhecemos a praça, fomos em um mercadinho por perto para comprar lanches para a viagem, encontramos cambistas ao redor da praça com uma cotação melhor que na fronteira (R$1,00 = 1,82 BS) troquei mais 250 temer para completar com o que já tinha, almoçamos em um restaurante (decente  kkkk) que encontramos pegamos uma super promoção de 10 bs por arroz, batata frita e frango J pegamos o buses e retornamos ao terminal.  Embarcamos para Sucre as 17:00.

BOLIVIANOS: 208,80 BS > (R$116,65)

TRANSPORTE 106 BS

ALIMENTAÇÃO 83,80 BS

OUTROS 19 BS

 

REAL/CAMBIO: R$250,00

 

SALDO DA VIAGEM: R$ 1.460,16

 

03/11 (Sucre/Potosi/Uyuni)

Chegamos em Sucre as 04:00 (bem antes do informado como sempre), saímos pela esquerda e ja nos deparamos com as vans para Potosí. Logo de cara estavam cobrando 40 bs, chorei, recusei, me fiz de desentendida e saiu por 30 kkkkkk (como já havia visto em relatos, segui a risca as dicas) depois que lotou a van 05:30, partimos para o destino. Chegamos as 08:00 no meio do nada kkkk, sim, ele parou em uma rua onde não havia terminal então perguntamos onde era a saída para Uyuni e fomos andando (é “perto” porem com a altitude e os mochilão foi longe e cansativo, peguem um taxi!). A saída é de 15 em 15 minutos e tem o valor e 30 bs, pegamos o bus as 09:15 com chegada as 13:00, o ônibus  é estilo os nossos circulares daqui, simples.

Chegando no Uyuni cotamos o valor do passeio logo de cara e encontramos a Claritos Tuor com quem fechamos o passeio com transfer para San Pedro por 700 bs (incluso: 2 dias de hostel, transfer para San Pedro, 2 cafés da manhã, 2 almoços e 1 jantar), a principio tudo ok... maaaaaaaaaaaaaas, nem tudo é flores.

Fomos para o hostel na mesma cidade onde iriamos passar a primeira noite, como chegamos cedo, o primeiro passeio (salar + cemitério de trens) ia ser no mesmo dia, no caso as 16:00. Tomamos banho e nos avisaram (as 14:45) que sairíamos as 15:00, saímos as pressas sem comer nada, sem nos preparamos mas fomos.

 1º surpresa: deparamos-nos com um carro normal, um guia e um casal de bolivianos... fomos para o cemitério de trens, depois para o salar... Cada um por si, o casal tirando fotos engraçadas e românticas e eu e o Roberto lá olhando, tirando foto, contemplando o local. Sem fotos com dinossauros L, sem foto de perspectiva, sem galera, sem nada! E eu? E EU PASSANDO MTT MAL POR CONTA DA ALTITUDE KKKKK. Ok, primeiro passeio não foi como eu havia esperado, mas para compensar o guia nos levou em uma parte que estava alagada para ver o pôr do sol  ❤️ baita presente já que eu nem esperava esse fenômeno nesta data.

 Voltamos, para o hostel as 19:30 na cidade msm, eu cai na cama passando mal e apaguei, enquanto isso o pessoal foi jantar.

 

BOLIVIANOS: 785,50 BS > (R$472,28)

TRANSPORTE 60 BS

ALIMENTAÇÃO 15 BS

PASSEIO/OUTROS 710,50 BS

 

SALDO DA VIAGEM: R$ 1.932,44

 

04/11 (Uyuni)

Acordamos, tomamos o café  no hostel, arrumamos os mochilões e saímos para o local combinado as 10:00, ficamos aguardando chegar o pessoal que ira no carro 4x4 conosco.... saímos as 11:00 paramos para o almoço as 13:30.

2° surpresa: Não fomos ao Isla Incahuasi, devido ao atraso na saída.

3º surpresa: Chegamos na laguna colorada no pôr do sol, o que nos impossibilitou ver sua cor com nitidez. SIM, PAGUEI 150 BS NA ENTRADA DO PARQUE PARA NÃO VE-LA COM CLARESA. (l)

4º surpresa: Não ficamos no hotel de sal.

Eu já estava PUTA da vida, estava um frio do ca$#¨&@, já tinha broxado por ter planejado tanto esse momento e não ter sido como eu esperava que eu queria pegar minha mochila e voltar para o Brasil. Mas resolvi ser good vibes e ignorar TODO O DESCONTENTAMENTO E DECEPÇÃO.

Mal desci do carro para “ver” a laguna colorada (já que não dava pra ver a cor da água e estava um frio/vento absurdo) entrei no hostel deitei e dormi, estava passando mal, não quis comer, não quis socializar (ESTAVA MTT PUTA MESMO).

 

BOLIVIANOS: 150 BS > (R$82,42)

PASSEIO/OUTROS 150 BS

 

SALDO DA VIAGEM: R$ 2.014,86

 

05/11(Uyuni/SanPedro)

Acordamos, tomamos o café as 04:00 e saímos para a o deserto/fronteira as 04:30. Chegamos na fronteira as 09:30 saímos as 10:46 para San Pedro (tive que pagar a propina de 15 bs na fronteira) me fiz de louca mas não teve jeito. –‘   

** eu estava com o passaporte e tive que pagar a propina, já meu amigo Roberto estava apenas com o RG e não precisou pagar’’

BOLIVIANOS: 15 BS > (R$8,24)

OUTROS 15 BS

 

SALDO DA VIAGEM: R$ 2.029,86

 

 

 

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    • Por spriesly
      Oi gente! Como o Mochileiros me ajudou muito nesses últimos anos a planejar as minhas viagens, resolvi relatar a minha mais recente aventura pros lados argentinos e chilenos. É a minha segunda vez nesses 2 incríveis países e vou começar com algumas informações básicas.
      Roteiro
      28/jan - Curitiba - Buenos Aires
      29/jan - Buenos Aires
      30/jan - Buenos Aires
      31/jan - Buenos Aires
      01/fev - Buenos Aires
      02/fev - Buenos Aires
      03/fev - Buenos Aires - Bariloche
      04/fev - Bariloche
      05/fev - Bariloche
      06/fev - Bariloche - San Martin de los Andes e Villa la Angostura
      07/fev - Bariloche - El Bolsón
      08/fev - Bariloche - Puerto Varas
      09/fev - Puerto Varas
      10/fev - Puerto Varas
      11/fev - Puerto Varas
      12/fev - Puerto Varas - Bariloche
      13/fev - Bariloche - Buenos Aires
      14/fev - Buenos Aires - Curitiba
      Comprei os trechos Curitiba - Buenos, Buenos - Bariloche, Bariloche - Buenos e Buenos - Cwb por 2 mil reais na Aerolíneas Argentinas. Tinha passagem mais barata mas com muitas horas de conexão, perrengue que não tô mais disposta a pagar. Não compensava também ir pra São Paulo pegar o vôo, a diferença era mínima e não pagava a passagem à parte pra SP.  Outra coisa: fiquei acompanhando por meses os preços mas ficaram bons em novembro, quando finalmente comprei.
      Como já conhecia Buenos Aires e parte da Patagônia, tentei fazer outras coisas nessa viagem, ainda mais que estava levando a minha mãe junto. Ela não conhecia nada e adaptei o roteiro pra que ela não tivesse desconforto, por isso optei por alguns passeios com tour na região dos lagos. Mas mesmo assim andávamos uma média de 10km por dia em Buenos e usamos metrô e ônibus. Ainda tenho que voltar pra região dos lagos pra fazer trekking, com certeza!
      Custos de Transporte
      Aéreos: R$2 mil cada
      Trecho Bariloche - Puerto Varas: R$109 (comprei um melhor assento na ida, valeu a pena!)
      Trecho Puerto Varas - Bariloche: R$83
      Uber Ezeiza - Recoleta: ARS533,35
      Uber Ezeiza - Palermo: ARS673
      Uber Palermo - Aeroparque: ARS300 (estava na tarifa dinâmica)
      Uber Recoleta - Aeroparque: ARS138
      Taxi Aeroporto - Airbnb em Bariloche: ARS500
      Remis Hotel Bariloche - Aeroporto: ARS400
      Táxi Airbnb Bariloche - Rodoviária: ARS170
      Táxi Rodoviária Bariloche - Hotel: ARS160
      Hospedagem
      Airbnb BA: R$1130,89
      Airbnb Bariloche: R$1443,06
      Hotel Bariloche: R$320
      Hostel Puerto Varas: R$940
      Hotel BA: R$190
       
      Utilizei os sites do Booking e Airbnb pra reservar acomodações e Skyscanner e Busbud para as passagens aéreas e rodoviárias. A empresa com que viajei para Puerto Varas foi a Andesmar.
      Felizmente peguei cotações de câmbio boas: na Argentina o real estava valendo 9,80 e no Chile 187. Em Buenos Aires troquei reais no próprio Banco de la Nacion no Aeroporto Ezeiza, pegando uma fila de mais de meia hora, e em Puerto Varas troquei na esquina da Calle San Francisco, uma das ruas principais da cidade. O câmbio no Chile estava me preocupando pois pela internet todas as as casas fechavam às 18h e meu ônibus chegava às 17:40, porém chegando lá tive a boa surpresa de que no verão as casas de câmbio ficam abertas todos os dias e em dias de semana fecham às 20h! 😍
      Pra escolher os lugares da viagem escolhi o critério de preço, localização e comodidade. Em Buenos Aires optei pela Recoleta porque tem vida à noite, é próximo de tudo e fazíamos praticamente tudo à pé. Estávamos atrás do Mall Recoleta e do Cemitério, e a 4 quadras da estação de metrô Las Heras, da linha amarela, além de ônibus que passavam na avenida principal próxima.
      O que ficou caro mesmo foi Bariloche e foi difícil escolher lugar tanto na ida quanto na volta. O Airbnb era bem compacto e o único defeito foi o calor (só tinha ventilador que não vencia) e fez muito calor na cidade pra ajudar. Porém a vista do lugar foi incrível - estava ao lado do lago Nahuel Huapi. Um problema de pegar hotel foi que os mais centrais tinham muitas avaliações negativas e continuavam caras; e os lugares mais em conta eram mais afastados. Como não alugamos carro, a opção foi pegar um airbnb mesmo. Na volta, decidimos pegar o hotel - que ficou atrás da rua do airbnb, bem central - para não ter incômodo em relação às malas. O nosso horário de volta para Buenos era apenas às 18h e precisávamos de um espaço guardar as bagagens sem nos preocuparmos se a pessoa estaria disponível ou não.
      Já em Puerto Varas, no Chile, pegamos um hostel com quarto privativo e banheiro (única exigência da minha mãe para ficar em hostel haha) e foi uma das acomodações mais baratas da região. A cidade é muito cara e tem pouquíssimos Airbnbs. 
      Na volta em Buenos Aires o critério foi proximidade com o Aeroparque e preço - e valeu muito a pena!
      Todas as acomodações não tinham café da manhã, com exceção do hotel em Bariloche. Porém os Airbnbs de BA e Bariloche, além do Hostel em Puerto Varas tinham cozinha, amenidades tipo café, açúcar, chaleira elétrica para água, cafeteira, etc que ajudou. O hotel de BA não tinha cozinha mas tinha a chaleira e saquinhos de chá, café e snacks com manteiga e geléias para um café rápido. Pra complementar, a gente comprava medialunas, empanadas e até pêssegos que estavam baratos (em Buenos Aires só ;p) e assim economizavámos no café da manhã.
      Estou de férias ainda e quero terminar esse relato até o final de fevereiro/março. Até a próxima postagem!
    • Por Lucianabyron
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      Qual mês  existe um maior acúmulo  de neve nessas duas montanhas  ? (Gostaria de ganhar experiência  em escalada na neve/gelo)
      Gostaria também  de indicações de agências, que vedam pacotes de escaladas pra essas duas montanhas, me digam nomes e se possível  algum contato .
      (nome + site/Instagram/telefone/e-mail)
    • Por Midori.OKZ
      Olá gente! 


      Farei um mochilão no Reino Unido. E a rota será pegar um ônibus de Liverpool para Edimburgo. 
      Gostaria de perguntar/saber, até mesmo se alguém quiser contar relatos sobre a entrada na Escócia por Edimburgo, se precisou passar por algo. Estar com algum documento de exigência (por exemplo carteira de vacina internacional ou qualquer outro tipo de documento) ou se simplesmente o onibus para na estação e já é. 
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão batizado de The Spice Boys and the Girl pelo Sudeste da Ásia. 
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.

       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi 1.000baht, Chip 600baht, Hostel 340baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = 31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por 600 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por 400 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias 340 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
          
           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
             
           
        
       
       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média 100 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       


           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de 80 Baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por 200 Baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       
            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por 400 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 (((((Continua no próximo post)))))
       

       
    • Por daanielvalverde2
      Olá pessoal, sempre acompanho e uso o site antes de fazer alguma viagem, então resolvi postar sobre uma que fiz a Caraíva em Porto Seguro (BA). Espero que ajude!
       
           Caraíva é um vilarejo no extremo sul do município de Porto Seguro, muito conhecida por suas casinhas coloridas, o encontro do rio com o mar e pela atmosfera própria lá presente. Eu fui em Outubro de 2018 e escrevi tudo no meu blog: 
                Informações sobre Caraíva (BA)
                Como Chegar em Caraíva (com fotos e preços)
                Onde comer em Caraíva (com fotos e preços)
            Mas vou fazer um resumo aqui.
       
      COMO CHEGAR: 
           A partir do centro de Porto Seguro, deve-se atravessar o Rio Buranhém pela balsa com destino a Arraial d`Ajuda, essa travessia leva cerca de 10 minutos, funciona todos os dias, 24h e com saída a cada 30min, se houver lotação antes (ou a presença de uma ambulância/carro de polícia) ele sai antes. Custa R$4,50 (preço de não morador, a volta é grátis). Vou falar da ida em ônibus porque foi a que eu fiz. Talvez a forma mais cômoda e com certeza barata de chegar à vila. Quem faz o serviço é a empresa Viação Águia Azul. O micro-ônibus que eles utilizam para fazer a linha não é dos melhores (não vou mentir, meu assento não tinha nem cinto), mas cheguei vivo lá.

           A viagem é por grande parte em estrada de terra, subindo e descendo morro, passando por umas pontes bem estreitas, no total dura quase 3 horas e ele ainda faz algumas paradas, como em Arrial d`Ajuda, Trancoso, entrada do Teatro L’Occitane, Outeiro das Brisas e em algum lugar (que não faço ideia onde) para você ir ao banheiro, comer um café ou um biscoito.
           Horários de ida: 7:00h e 15:00h
           Horários de volta: 6:20h e 16:00h
           Preço: Balsa - Caraíva: R$20,00 / Arrial d`Ajuda - Caraíva: R$19,00 / Trancoso - Caraíva: R$17,00
           Ao chegar no porto de Nova Caraíva você encontrará um caminho de pedras e no fim várias canoas a espera para fazer a travessia até o vilarejo. Logo no início deste caminho, a esquerda, existe um quiosque (ou um stand) de madeira, lá uma moça te recebe e pede uma contribuição de R$10,00 para manutenção da vila, eles mostram todo o orçamento já conquistado e onde o dinheiro foi aplicado, se quiser ajudar, doe, qualquer valor é bem vindo, mas isso é OPCIONAL. Você não deixará de entrar se não pagar, se não quiser é só passar direto, eu paguei os 10 golpes.

         No fim haverá uma tenda com vários caras, eles que farão a travessia com você. O custo é de R$5,00 por pessoa para cada trajeto, ida e volta. O tempo de espera depende, pode ser com muitas pessoas ou só você, depende deles. Se estiver com mala, coloque dentro, eles levam tudo. A travessia leva cerca de 5 minutos, bem rapidinho!

           A partir do momento que você chega, parece que toda a atmosfera muda, parece que aquela vila ficou alí parada no tempo, e interprete isso da melhor forma possível. Todas aquelas casinhas, na sua grande maioria de porta e janela ou meia morada emolduram e te dão as boas vindas. As ruas todas de areia, as árvores, o som do mar, o rio e aquelas pessoas, tudo harmonizam com o ideia de paraíso. Ao chegar, você estará na Av. dos Navegantes que é o Beira Rio, a partir daí já procure onde você vai se hospedar, tem uns totens que te indicam o caminho, ou então, é só perguntar a qualquer morador que eles te indicam.
            Se você chegou de manhã, um dos primeiros lugares que você pode ir é na Rua do Cruzeiro, uma das transversais que te leva do rio ao mar, é lá que está a famosa casinha que tem escrito “Sorria você está em Caraíva” que tooodo mundo tira foto, depois já escolhe para onde ir, ao mar ou ao rio. Ambos são lindos. De frente para a praia se vê à sua esquerda as falésias da praia do espelho, e à direita, a ponta do Corumbau, a água de ambos é extremamente azul e linda, porém a do mar para tomar banho é mais escura, porque é onde o rio deságua. No encontro do rio com o mar tem umas pedras, onde pode-se admirar todo esse paraíso.

           Outro lugar a se conhecer é o Quadrado de Caraíva. Lá está a Igreja de São Sebastião, a igrejinha matriz que segundo o IPHAN foi construída por volta do século XVI, algumas lojas a mais , bares e um lugar para forró. De modo geral, vale a pena se perder pelo vilarejo, cada ruazinha de areia é linda.

           A noite o point da vila deixa de ser a praia e passa a ser a Av. dos Navegantes, ou o Beira rio, onde estão a maioria dos bares e restaurantes de lá. Comida indígena, oriental, italiana, árabe, brasileira, sorveteria, lojinhas, tem um pouco de tudo. Alguns estabelecimentos já tem Wi-fi e quase todos aceitam cartão de crédito e débito, só depende do sinal de telefone, as vezes da uma falhada. Esses bares abrem umas 16h, para que as pessoas fiquem para ver o por do sol (lindo!) de lá, sentados ao lado do rio.
            Esse também é o ponto mais iluminado a noite de toda a vila, devido aos bares, todo esse trecho fica lindo a noite, tem um até que utiliza tochas de bambu, fica lindo. Junto com algumas opções de forró, o Beco da Lua (que fica fechado durante o dia) abre como mais uma opção de entretenimento. Com alguns bares, lanchonetes e um palco para show ao vivo, é lá que tem as casinhas cenográficas que todo mundo tira foto.
       
           ONDE COMER:
             Não imaginaria que uma vila tão pequena, com cerca de 600 habitantes fixos, poderia ter tantas opções para comer. Tudo muito arrumado e bonito, meio personalizado. Encontrei um pouco de tudo, árabe, japonês, indígena, brasileira, vegetariana... Uma das comidas mais tradicionais lá que eu pude perceber foi o pastel de arraia, servido com molho de pimenta, sai por menos de R$11,00 cada. Alguns botecos estão fechados na segunda-feira.



           Em relação ao pagamento, havia lido antes de ir que grande parte dos estabelecimentos não aceitava cartão, que seria bom levar dinheiro suficiente para os dias que passaria lá, mas o que encontrei foi o contrário, quase todos os lugares aceitava sim cartão (crédito e débito), mas como não existe sinal de telefone lá, depende do humor da internet para o mesmo passar, porém, não tive o menor problema, tudo certinho. Apenas um restaurante não aceitava, que era o Cantinho da Duca, onde se vende comida vegetariana, esse na verdade não tinha nem cardápio, era dito diariamente pela senhora que trabalha lá.
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      Bom essas foram minhas impressões sobre Caraíva, caso queiram mais detalhes entrem lá no blog que tem mais coisa: EstandoPorAí.wordpress.com ou no instagram @daanielvalverde
      Qualquer dúvida podem perguntar


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