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GreciaAugusta

Ajuda Roteiro Paris/Veneza/Florença/Roma

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Oi! Tô vindo aqui e lendo tudo quanto é tópico aberto porque bateu o desespero de a viagem estar próxima. rs

13/3 - São Paulo>Paris (avião)

20/3 - Paris>Veneza (avião)

21/3- Veneza>Florença (trem)

23/3- Florença>Roma (trem)

28/3- Roma>São Paulo (avião)

Se vocês puderem me dar dicas do que fazer por lá, eu agradeço muito! Tô indo sozinha, então minha companhia será eu mesma rs.

p.s.: eu falo o básico de francês e tenho inglês intermediário, será que consigo? 

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@GreciaAugusta Achei o trecho Veneza-Florença apertado. Se vc puder fique ao menos 2 noites em Veneza, pois dessa forma vc não vai conseguir conhecer muita coisa. O dia 20 é praticamente perdido em função do deslocamento. Florença, depende se vc quer conhecer outras cidades da região como Pisa, Lucca e Siena, então são necessários mais dias (vale a pena). Paris e Roma estão com quantidade de dias suficientes.

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4 horas atrás, GreciaAugusta disse:

20/3 - Paris>Veneza (avião)

21/3- Veneza>Florença (trem)

Fique hospedada em Veneza e conheça Florença no esquema de bate e volta.

4 horas atrás, GreciaAugusta disse:

p.s.: eu falo o básico de francês e tenho inglês intermediário, será que consigo? 

A chave do sucesso em Paris em SEMPRE iniciar o contato em Frances... Fazer as saudações... e depois pedir permissão para conversar em Inglês. Feito isso as portas se abrem. O Inglês deles também é intermediário na maioria dos casos kkkk ... vai tranquila!

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Também achei os dias em Veneza e Florença apertados.

Em Paris, tente não cair na loucura de visitar TODOS os museus. Não dá. Leia bem sobre eles e escolha os que você acha que gostará mais. O meu museu favorito de Paris é, definitivamente, o d'Orsay. Se museu for a sua, aconselho estudar antes de ir... O Louvre pode ser "péssimo" ou ótimo, dependendo das suas expectativas e planejamento, já que é um museu enorme. Se você gosta de falafel, não deixe de ir no L'As du Fallafel. E o melhor macaron, na minha humilde opinião, é o do Carette (não Ladurée).

Em Roma, reserve todos os restaurantes! MESMO. Não só restaurantes caros precisam de reserva por lá. Não deixe de comer no da Enzo, 29. Não tem reserva, é fila mesmo. Chega cedo porque vale a pena. Ah, o passe de Roma vale para evitar as filas gigantes no Coliseu. Comprar o Museu do Vaticano online tbm é necessário, porque as filas são insanas.

Já em Florença, não deixe de ir no segundo andar do mercado central. Tem várias opções de "restaurantes" e meu marido é obcecado com a pizza de lá. No primeiro andar do mercado tem uma loja que vende massa fresca, mas tbm serve na hora tipo spoleto. É muito bom e custa sei lá, 5 euros. Recomendo dar uma estudada no que você quer ver no Uffizi, porque acho um museu bem pobre de informação.

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15 horas atrás, Mari Verdun disse:

O meu museu favorito de Paris é, definitivamente, o d'Orsay.

A grande sacada é a forma como as obras estão arrumadas... Você vai subindo os níveis e vai fazendo uma viagem no tempo entre meados do sec. XIX até o início do sec. XX.

Aquele lance no nível térreo das obras clássicas ficarem do lado direito e as pre-impressionistas ficarem do lado esqueno é genial também. 

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Boa noite, @GreciaAugusta 

Em 30/01/2019 em 09:51, GreciaAugusta disse:

Se vocês puderem me dar dicas do que fazer por lá, eu agradeço muito!

O que fazer é uma questão individual. Se você informar seus interesses e sobre o quê você quer dicas, talvez possamos ajudar.

Em 30/01/2019 em 09:51, GreciaAugusta disse:

Tô indo sozinha, então minha companhia será eu mesma rs.

Não é a melhor companhia que existe? 😁

Em 30/01/2019 em 09:51, GreciaAugusta disse:

p.s.: eu falo o básico de francês e tenho inglês intermediário, será que consigo?

Certamente! E você verá que falar o mínimo de francês lhe ajudará MUITO.

Bon voyage!

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@NataNL @NataNL ainda não comprei nada de deslocamento interno (tipo os trens tbm). e sobre ficar pouquinho em veneza, 

Eu decidi ficar só 1 dia em veneza (chego de manhã no dia 20 e vou embora dia 21 à noite) porque realmente era só um jeito de chegar até Florença mais rápido de trem. E tbm Não pretendo me deslocar de nenhuma cidade. Quero fazer as coisas com calma. :)

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    • Por Mari D'Angelo
      No dia 14 de Julho, a França comemora o dia da queda da Bastilha, quando se iniciou a revolução francesa que deu fim a monarquia.
       
      A festa nacional francesa começa na verdade no dia 13 de julho, com o tradicional baile dos bombeiros em algumas das casernas de Paris, dizem ser algo bem animado e que geralmente rola até um strip-tease dos heróis nacionais rs, mas acabamos não indo conhecer.
       

       
      No dia 14 acordamos bem cedo (ou pelo menos era o que pensávamos) para assistir ao desfile militar, mas quando chegamos, a Champs-Élysées já estava completamente lotada! (Ao meu ver, mais de turistas que de franceses). Procuramos em vão um lugar onde pudéssemos enxergar alguma coisa mas depois de alguns minutos sem ver mais do que cabeças e máquinas fotográficas desistimos e sentamos num gramado para esperar a apresentação dos aviões (que era o que eu mais queria ver). Foi até interessante, primeiro passaram diversos tipos de aviões da força aérea, em seguida os helicópteros e os paraquedistas, e por fim algo como a “esquadrilha da fumaça” francesa, eu esperava várias acrobacias colorindo o céu de azul, vermelho e branco, mas passaram apenas uns poucos aviões soltando as três cores da bandeira em linha reta e nada mais. Saí um pouco decepcionada por não ter visto grande coisa, mas de qualquer forma, achei legal ter participado deste momento, da série “coisas pra fazer uma vez na vida”.
       

       
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      O início seria só a noite mas chegamos com muitas horas de antecedência, e mesmo assim, novamente, já estava lotado! Optamos por ficar no final do Champ de Mars, no tablado da instalação “Mur pour la paix” (um monumento em aço, madeira e vidro com a palavra “paz” escrita em diversos idiomas) era bem longe, mas achei que tivemos uma visão perfeita! A espera trouxe uma recompensa impagável, acompanhamos o sol se pondo lentamente ao lado da Torre, um daqueles momentos em que a gente agradece ao universo por fazer parte deste mundo.
       

       
      Quando já escurecia (no verão isso significa que já é mais de 22h), as luzes da Torre começaram a se acender e o hino nacional marcou o começo da apresentação. Os franceses cantavam “A Marselhesa” com verdadeira emoção, muitos chorando, foi um momento bastante emocionante até para nós que somos brasileiros.
       

       
      A queima de fogos foi incrível, um verdadeiro show com o tema “Liberté, Egalité, Fraternité”. A narração da história combinada com músicas francesas, música eletrônica, Nirvana e até Beatles e sincronizada com a iluminação na Torre ficou perfeita! E no fim uma grande surpresa, no ano em que a França, depois de muita discussão, finalmente aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo (nossa, como ouvimos falar do Mariage pour tous!), a Torre ficou inteira colorida homenageando esse avanço!
       

       
      Na hora de ir embora, nem cogitamos o metrô, também não encontramos uma Velib (sistema de locação de bikes) disponível então fomos caminhando por uma boa parte até achar uma bicicleta para terminar o trajeto.
       
      Foi uma das coisas mais lindas que já vi, valeu cada segundo esperando e cada passo dado pra chegar até lá.
       
      Texto original, mais fotos e um vídeo da queima de fogos aqui: http://www.queroirla.com.br/um-14-de-julho-em-paris/
    • Por Mari D'Angelo
      Sou muito suspeita para falar de Monet, sua arte sempre encantou minha avó, da qual herdei o gosto pelo artista. Nunca vou esquecer de quando ela me levou ao MASP, em uma exposição dedicada ao pintor francês. As obras ficaram guardadas na minha memória, e na minha estante, guardo com paixão o livro que ela me comprou nesta ocasião, Linéia no Jardim de Monet. Por esse motivo o lugar era ponto obrigatório de visita quando fui conhecer Paris, tão importante quanto a Torre Eiffel. Me apaixonei tanto que depois disso ainda fui mais duas vezes, podendo admirar o lugar na primavera, no verão e no outono!
       

       
      Ainda jovem, Oscar-Claude Monet foi para Paris para estudar arte (meio a contra-gosto da família) onde conheceu Camille, futuramente sua esposa e musa inspiradora em diversos quadros. Algum tempo depois, os dois alugaram uma casa para passar o verão com Alice, uma amiga que tinha sido abandonada pelo marido Ernest (também amigo e comprador de Monet) com 5 filhos e grávida de mais um. Depois que o segundo filho de Camille e Monet nasceu, ela morreu de tuberculose, deixando o marido devastado. Quando se recuperou, Monet voltou a pintar e decidiu arrumar uma nova casa para viver com Alice e as 8 crianças. Se apaixonou imediatamente pela casa cor-de-rosa, para onde se mudaram. Depois da morte de Ernest, Alice e Monet se casaram e permaneceram juntos até a morte da esposa. Ele faleceu com 86 anos, após uma nova onda de enorme tristeza pela perda da segunda esposa e graves problemas de catarata, que quase o cegaram (nessa época ele só usava cores fortes em seus quadros e as pinceladas eram mais intensas).
       
      A cidade onde fica a casa e os jardins, chama-se Giverny, fica na charmosa região da Alta-Normandia, há aproximadamente 1 hora de Paris. Aconselho fazer a visita de trem, mas já fui de carro alugado também e tem suas vantagens, como conhecer melhor a cidadezinha de Vernon, essa da foto.
       

       
      Para ir de trem, basta comprar o bilhete no site da SNCF (Recomendo comprar pela internet -ou antecipadamente pelas máquinas no metrô- para garantir o horário e não perder tempo na estação). Você deve procurar por Paris-Vernon, pois o trem não chega até Giverny. Chegando em Vernon há diversos ônibus parados próximo à estação, que levam até o destino final (é só seguir o fluxo, a enorme maioria estará indo para lá também, já que Vernon não é uma cidade com grandes atrativos), você compra o bilhete direto com o motorista. Normalmente os horários dos trens são casados com os do ônibus, na ida, mas na volta preste bastante atenção aos horários de saída (eles dão um folheto), todas as vezes tivemos que pega-lo quase 1h antes do horário do trem para não correr o risco de atrasar, pois o seguinte demorava bastante. Outra opção é ir de bicicleta, que você pode alugar em Vernon.
       
      Descendo do ônibus, novamente siga o fluxo, a casa fica à poucos minutos do estacionamento. Para “despistar” um pouco o grupo de pessoas que fará a visita ao mesmo tempo, entre em uma pequena trilhazinha ainda perto do estacionamento, para ver o busto de Monet, o lugar é super agradável, cercado de árvores e próximo à um riachinho.
       

       
      Chegando na casa pode ser que haja uma grande fila, especialmente se for verão! Então não faça como eu e compre o ingresso antecipadamente no site da Fondation Monet! Existe a opção de comprar junto o ingresso para o Museu dos Impressionistas, que fica bem próximo de lá, eu fui e não recomendo, achei o acervo bem pequeno. Acho que é muito mais rico nesse sentido visitar o Musée d’Orsay (onde se encontram diversas obras de Monet) ou o Musée de l’Orangerie (que tem duas salas com as enormes pinturas panorâmicas do artista), ambos em Paris.
       
      Agora vem a melhor parte! Apesar de dar vontade de entrar imediatamente na casinha toda cor-de-rosa e verde (suspiros), aconselho ver os jardins primeiro, com sorte estarão um pouco menos lotados. Além disso é bem mais interessante ver alguns quadros depois de ter visto tudo aquilo ao vivo.
       

       
      A visita começa pelo imenso jardim multicolorido, são diversas fileiras de flores de todos os tipos, cheiros e cores. Quando visitei o jardim em outubro, o caminho principal ficou tomado por um magnífico rio de flores. Segundo ouvimos de um guia, esse fenômeno só acontece por pouquíssimos meses do ano, que sorte!
       

       
      Seguindo as placas para etang des nynpheas, você passará por um túnel que atravessa a estrada e chega ao tão esperado lago das ninféias e ao ponto mais alto do passeio todo, a Ponte Japonesa! É realmente indescritível a sensação de estar naquele lugar, é como estar dentro de uma pintura de Monet. Exatamente ali ele pintou inúmeros quadros, em diferentes estações do ano e em horários variados para captar a luz de todas as formas possíveis. Para completar o cenário, fica ancorado próximo à ponte um barquinho, que também se vê em muitos de seus quadros. É impossível não ficar hipnotizado por aquele conjunto tão harmônico.
       

       

       
      Voltando à casa, chegou a hora de conhecer o cantinho encantado desse mestre do impressionismo! O lugar é muito aconchegante, tipo casa de vó! O que achei mais interessante foi a escolha monocromática na sala e na cozinha. A primeira é toda amarela, desde a parede, até os móveis e utensílios, a segunda toda azul, com panelas e objetos em cobre. A ideia de ter um cômodo inteiro de uma cor só parece um pouco estranha, mas a execução ficou realmente incrível. Além disso há o estúdio, (remontado fielmente de acordo com uma foto da época, exposta na sala) onde estão expostas algumas reproduções de quadros do artista, como eu disse, é muito interessante ver aquilo tudo depois de ter conhecido o jardim.
       

       
      No andar superior é possível entrar em alguns quartos, aqui o que me encantou foi a vista da janela, devia ser simplesmente divino acordar e olhar para aquela imensidão de flores (mais suspiros…)
       
      Por ser uma casa antiga, alguns detalhes são muito interessantes, como o banheiro e a pequena sala de costura. Monet tinha verdadeira paixão pela arte japonesa, por isso as paredes de sua casa são recheadas de gravuras nesse estilo. Infelizmente é proibido fotografar o interior da casa (senão acho que passaria horas lá dentro!), mas aqui algumas imagens tiradas do site oficial para ilustrar essa casinha tão acolhedora!
       
      O atelier onde Monet trabalhava é hoje a irresistível lojinha de souvenirs, e olha só o que encontrei lá, o tal livro que minha avó tinha me dado! =)
       
      Vale a pena dar uma voltinha na pequenina cidade de Giverny, onde a rua principal leva o nome de Monet, claro. O charme está por toda a parte, nos caros restaurantes e cafés, nas pousadinhas, nos ateliers de diversos artistas e nas ruas, todas floridas. Atrás da Igreja de Giverny, localiza-se o cemitério onde Monet está enterrado.
       

       
      Esse certamente é um dos meus lugares preferidos no mundo, espero ainda poder voltar lá mais algumas vezes na vida!
       
      Informações práticas:
       
      Site oficial: http://www.fondation-monet.com
       
      Valores: Adulto 9,50€ | Crianças -12 e estudantes 5€ | Crianças -7 anos não pagam
       
      Horários: Aberto todos os dias de 1º de abril à 1º de novembro, das 9:30 às 18:00 (última admissão 17:30)
       
      *Informações para o ano de 2014
       
       
      Relato original e (muito) mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/jardins-de-monet-um-sonho-realizado/
    • Por Mari D'Angelo
      A Itália é um lugar fantástico, cheio de arte, história, cultura e beleza. Há muito o que ver e fazer, mas como tínhamos apenas 11 dias, o roteiro teve que ser um pouco resumido. Fizemos a viagem em 2012, por isso alguns valores podem estar desatualizados. Rodamos todas as cidades de trem usando a Trenitalia. Foram 4 dias em Roma, 3 dias Florença (com 1 dia dedicado a Pisa), 2 dias em Veneza e 2 dias em Milão.
       
      Hoje faria algumas coisas diferente e principalmente me planejaria melhor em relação à datas e reservas, mas acho que esse roteiro é uma boa base para conseguir conhecer o básico da bota!
       
      Dia 1 – Roma
       
      Aqui a chegada foi de avião, então para ir do aeroporto para o centro usamos o ônibus de transfer da Terravision (€ 6,00/pessoa) que para na estação de trem Roma Termini. Como o hotel era um pouco afastado, pegamos um taxi até lá. Já era um pouco tarde e depois de uma tentativa frustrada de ir até a Fontana di Trevi, comemos algo perto do hotel mesmo e descansamos para o dia seguinte. O transporte em Roma é um pouco caótico então recomendo se hospedar relativamente perto dos pontos a visitar. Usamos metrô e ônibus e no centro fizemos muita coisa a pé.
       
      Dia 2 – Roma
       
      – Monumento a Vittorio Emanuele II (A imponente construção é uma homenagem ao primeiro rei da Itália após sua unificação, vale ver o prédio por dentro, é tão lindo quanto por fora. Visite também a igreja que fica do lado direito do monumento, é maravilhosa por dentro!)
       
      – Coliseu (Na verdade o ingresso é um combo para o Coliseu, o Palatino e o Foro Romano. Pegamos alguma fila para entrar no primeiro, imagino que começando pelos outros dois a fila da compra pode ser eliminada. Pagamos € 12,00/pessoa na época)
       
      – Foro Romano (O enorme local abriga as ruínas do que já foi o ponto de encontro de nobres romanos, é realmente muito grande e fica mais interessante se tiver um guia ilustrado para entender o que está vendo)
       
      – Museu de cera (Sinceramente, é interessante, mas dispensável. Acho que se perder pelas ruas da cidade vale mais a pena)
       
      – Fontana di Trevi (Esse lugar é uma das coisas mais lindas que já vi! Conheça de dia e de noite e tome cuidado com os golpes!
       
      Dia 3 – Roma
       
      – Vaticano (Acabamos não conseguindo entrar, a fila estava de mais de 5 horas pois no dia seguinte seria feriado -atente a isso no seu roteiro pois nos dias de feriado quase tudo fecha-)
       
      – Piazza del Popolo (Acabamos andando um pouco sem rumo depois de desistir do Vaticano, a praça é bonita, mas dispensável se estiver sem tempo)
       
      – Piazza di Spagna (A praça é linda, se for na primavera verá a escadaria toda florida. Só prepare-se para a multidão)
       
      – Panteão (Antes de virar um local sacro para o cristianismo, era um templo de deuses greco-romano pagãos)
       
      – Igreja São Luis dos Franceses (Conserva algumas obras de Caravaggio)
       
      – Piazza Navona (Tem uma fonte central maravilhosa!)
       
      – Bocca della Veritá (Tem que colocar a mãozinha lá dentro né?!)
       
      – Trastevere (Simpático bairro, agradável para um almoço no fim da tarde)
       
      Dia 4 – Roma
       
      – Castel Sant’Angelo (Queríamos entrar mas como era feriado, estava fechado, acho que deve valer a visita)
       
      – Basílica de Santa Maria Maggiore (Seu interior é uma obra de arte!)
       
      Dia 5 – Florença
       
      Da Roma Termini pegamos o trem para Florença, a cidade é pequena então dá pra fazer tudo a pé. Ficamos no Hostel Plus Florence, um dos melhores que já conhecemos, recomendo! Dá pra chegar a pé da estação (embora seja um pouco cansativo com malas).
       
      – Igreja Santa Maria del Fiore (Cartão postal da cidade, o interior da sua cúpula é fantástico! Além disso, subindo no topo da igreja tem-se uma vista verdadeiramente panorâmica)
       
      – Galeria Degli Uffizi (Boticelli e outras obras incríveis!)
       
      Dia 6 – Pisa / Firenze
       
      De manhã cedo pegamos o trem para Pisa, achei um pouco bagunçado, especialmente na volta, mas perguntando e seguindo o fluxo dá pra se encontrar.
       
      – Pisa (Não há muito o que fazer, mas vale ver a famosa torre ao vivo, uma manhã é suficiente)
       
      – Igreja Santa Maria Novella
       
      – Museu dell’Opera del Duomo (Destaque para Pietá e algumas obras de Donatello)
       
      – Ponte Vecchio (Apesar de não ter me encantado muito por sua beleza, a história interessante)
       
      Dia 7 – Firenze
       
      – Galleria dell’Accademia (Davi de Michelangelo é o grande destaque)
       
      – Basilica di Santa Croce (Onde está enterrado Michelangelo, Galileu Galilei, entre outros)
       
      Dia 8 – Veneza
       
      De manhã cedo pegamos o trem para Veneza, aqui e aqui estão os post contando em detalhes nossos dias por lá. Se tiver um dia a mais no roteiro adicione as ilhas de Murano ou Burano.
       
      – Basílica di San Marco (Visite-a por dentro para ver os lindos tetos em mosaico de ouro)
       
      – Ponte do Rialto (Cartão postal da cidade)
       
      – Palazzo Ducale
       
      Dia 9 – Veneza
       
      - Museu de história natural (Interessante, mas se não for um grande fã do assunto não vale muito a pena)
       
      – Museu Peggy Guggenheim (Maravilhoso!!!)
       
      - Igreja Santa Maria della Salute
       
      Dia 10 – Milão
       
      Vou ser bem sincera, não gostei muito de Milão. Na verdade, acho que achei um pouco parecida com São Paulo, mais urbana do que o “padrão” velho continente. Mas claro que tem lá seus encantos, começando pela estação de trem, que é linda!
       
      – Galeria Vittorio Emanuele (O lugar é maravilhoso do chão ao teto, abriga lojas de luxo e um Mc Donalds onde é possível tomar um café da manhã barato)
       
      – Catedral de Milão ou Duomo (Linda! Vale a pena subir, não pela vista, mas para observar a arquitetura de perto. Ah, esse é um dos muitos lugares na Itália onde há restrições com roupas curtas)
       
      – Castelo Sforzesco (o gostoso aqui é entrar pelo castelo, passar pelo parque e terminar no Arco della Pace. Aqui também tem golpes, fique atento)
       
      Dia 11 – Milão
       
      Este dia basicamente sobrou, tínhamos reservado um dia para ir ao Lago di Como e acabamos cancelando por achar que seria pouco tempo em Milão, me arrependo muito, não faça isso! Visitamos o museu do Castelo Sforzesco que reune obras de diferentes séculos e encontramos uma exposição de design gratuita para completar. Queríamos ter visto “A Última ceia”, mas não conseguimos pois é necessário agendar antecipadamente e é super concorrido! O site para comprar pela internet é este.
       
      É claro que o roteiro tem só os pontos chave de cada lugar, não deixe de se perder pelas ruazinhas, experimente o delicioso canoli, tome muito gelato (o de nutela e chocolate com laranja foram os meus preferidos), prepare-se para comer uma pizza inteira sozinho e pode confiar no vinho da casa!
       
      ps. Terminando este texto percebi que agora que estou começando meus estudos em História da arte, preciso voltar e rever tudo isso com outros olhos!
       
      Veja o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/italia-de-trem-roteiro-de-11-dias/
    • Por Mari D'Angelo
      Texto original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/bordeaux-chateau-du-taillan/
       
      Defina Bordeaux em uma palavra… Provavelmente 99% das pessoas responderiam essa pergunta dizendo “vinho”! E elas estariam absolutamente certas. É claro que a charmosa cidade do sudoeste da França não se resume a isso, mas definitivamente os amantes de um bom tinto têm seu lugar ao sol (ou a mesa) por lá!
       
      Um dos nossos maiores objetivos na viagem à Bordeaux era conhecer alguma das famosas vinícolas próximas a cidade. Fomos até o centro de informações turísticas para entender qual delas caberia no nosso orçamento e tempo. Entre as muitas opções, devidamente bem explicadas, optamos pelo Chatêau du Taillan que fica na região de Haut-Médoc, a 11km de Bordeaux.
       
      É preciso pegar o ônibus 5 e descer na parada Mairie du Taillan, em seguida caminhar um pouco por ruas vazias de terra e parreiras apetitosas até chegar lá. Apesar do nome, Chatêau du Taillan (chatêau em francês é castelo), não é exatamente isso que você encontrará por lá, isso por que neste caso, um chatêau é qualquer propriedade dentro de determinadas especificações que produzem vinho. Um grande jardim cheio de árvores e convidativas mesinhas nos introduz ao local simples e rústico onde ficam as caves e barris, com detalhes que nos transportam para uma outra época.
       
      De segunda a sábado não é necessário agendar visita, mas aguardamos um pouco a chegada de outro casal para dar início ao tour. Uma simpática funcionária com o inglês um pouco difícil de compreender foi nossa guia, mostrando os processos e contando a história do lugar.
       
      Na idade média, o local foi habitado por monges que faziam o caminho de Santiago de Compostela, lá eles podiam descansar e produzir seu próprio vinho nas caves subterrâneas. Em 1896, o comerciante de vinhos Henri Cruse comprou a propriedade onde inicialmente trabalhou com exportação e em seguida começou a produzir o próprio vinho, com o nome de Chatêau du Taillan. Atualmente 5 irmãs da 5ª geração da família Cruse são as responsáveis pelo patrimônio que hoje faz parte da lista de monumentos históricos da França!
       
      Acabando a visita chega o momento da degustação. Existem algumas opções com mais rótulos, além queijos e embutidos, mas nossa escolha foi a opção mais simples. O vinho é realmente muito bom! (não tenho nada de sommelier, então isso é baseado apenas no meu gosto, mas o namorado e a prima também aprovaram!) Fizemos umas poucas comprinhas na loja antes de partir, mas não se anime, os produtos não são baratos. Uma boa sacada deles é a venda de umas ampolas com menos de 100ml para ser possível transportar pelo menos uma amostra do vinho na bagagem de mão.
       
      Um dos destaques é a produção do La Dame Blanche, motivo de orgulho para os produtores pois não é comum a fabricação de vinho branco naquela região.
       
      No caminho de volta para o ônibus passamos de novo pelas videiras e não resistimos aquelas uvas fresquinhas, assaltamos algumas pra provar. Daquelas experiências na vida que não dá pra deixar passar, né?
       
      *As informações são com base na data da viagem, setembro de 2013. Para garantir informações atualizadas acesse o site do local: http://www.chateaudutaillan.com
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/5-golpes-em-paris-e-como-fugir-deles/
       
      Paris é o tipo de cidade que tem algo encantador a cada esquina (ok, sou suspeita, mas é verdade!). Como não andar maravilhado pelos parques e jardins? Não passar um tempão só observando a fachadas de igrejas tão fantásticas como a Notre Dame e a Sacre Coeur? E as milhares de fotos na Torre Eiffel então? Nem os viajantes mais avessos a lugares clichê resistem a ela!
       
      Mas é preciso ter muito cuidado! É justamente em lugares assim que os turistas são mais roubados. Acontece um pouco o inverso de outros lugares como aqui em São Paulo, lá é possível se sentir mais seguro em ruas vazias (claro que ainda assim é preciso ter cuidado) do que em pontos turísticos cheios de gente (e polícia)!
       
      Conheça os principais golpes e o que fazer para não ser vítima:
       
      1. Pickpockets
       
      Os pickpockets ou batedores de carteira atuam em lugares onde há uma grande concentração de pessoas que geralmente estão distraídas e relaxam na atenção com suas bolsas e mochilas. E não pense que isso só acontece com gente que anda por ai dando bandeira, eles são tão rápidos que qualquer vacilo, por menor que seja, é suficiente pra você perder alguns euros ou ainda pior, passaporte, celular…
       
      Onde acontece? Nos vagões do metrô, dentro dos museus, na Torre Eiffel (inclusive lá em cima!), Champs Elisées, Versailles, Notre Dame, Montmartre… Qualquer ponto turístico com uma grande concentração de gente.
       
      Como evitar? Sempre ande com o passaporte e o dinheiro no porta-dólar (aquele que fica dentro da calça) ou em lugares extremamente seguros, nunca em bolsos externos de mochilas ou no bolso de trás da calça por exemplo. Quando for tirar fotos ou olhar mapas não descuide da mochila. Fique sempre atento ao ser abordado pelas pessoas na rua (enquanto um te distrai o outro pode estar agindo) e desconfie se alguém se aproximar demais e de forma rápida no metrô pouco antes das portas abrirem.
       
       
       
      2. Golpe da aliança
       
      Chega a ser inacreditável que isso realmente funcione de tão bobo que é, mas se continua sendo aplicado, ainda deve ter muita gente que cai. Acontece assim, você está caminhando e de repente alguém que você nem tinha notado se agacha bem na sua frente e se levanta com uma aliança perguntando se é sua, você diz que não e a pessoa tenta, com histórias das mais diversas, fazer com que você fique com ele em troca de “alguns euros”, dizendo que o anel é de ouro (o que óbviamente é mentira) e que você poderia ganhar muito mais com ele do que o “troquinho” que vai dar a boa alma que o encontrou.
       
      Onde acontece? Aqui o foco é um pouco diferente, os golpistas (homens e mulheres) buscam lugares mais tranquilos como as ruas próximas ao Musée D’Orsay e o Jardin de Tuileries (onde meu pai quase caiu, mesmo eu já o tendo avisado sobre isso. Estávamos andando e de repente ele ficou pra trás, quando vimos estava conversando com alguém e ao voltar ele falou que era o tal golpe, e que quase ficou com o anel, ri demais!).
       
      Como evitar? Se qualquer pessoa aparecer na sua frente com um anel, ignore e saia andando.
       
       
       
      3. Abaixo-assinado
       
      Esse é o que mais me irrita! Muitas meninas romenas, menores de idade, vagam em grupos pelos pontos turísticos da cidade abordando turistas e moradores com listas de abaixo-assinados em prol de alguma instituição para cegos, órfãos, deficientes físicos… não importa, é mentira! Elas coletam assinaturas e pedem alguma contribuição, normalmente já preenchem vários campos com valores como 10, 20 euros, assim tentam persuadir a vítima a dar uma quantia maior. Normalmente elas se fingem de surdas-mudas, mas assim que você vira as costas já estão tagarelando em alto e bom som! Elas também agem distraindo os turistas para tentar furtar alguma coisa fácil, fique atento!
       
      Onde acontece? No pé da Torre Eiffel, em frente ao Pompidou, nas pontes do Sena… Onde há uma grande e rápida circulação de pessoas.
       
      Como evitar? Faça a mesma coisa da dica anterior, ignore saia andando! Elas são insistentes, podem ficar andando atrás de você por um tempo, no máximo responda um enérgico NÃO, mas nunca extenda a conversa.
       
       
       
      4. Pulseirinha
       
      Esse eu vi bastante na Itália, mas em Paris é comum ver nos pés da Sacre Coeur, em Montmartre. Aliás, passe o mais rápido possível por ali, é tanta gente tentando vender coisas e aplicar golpes que as vezes é como uma corrida de obstáculos para chegar até o topo desviando deles. Normalmente são homens que se dirigem a você na maior simpatia: “brasileira?” “argentina?” “italiana?”… (eles aprendem a falar essas palavras em cada língua, vejam só que poliglotas!) Vão chutando até você dar um sinal positivo e ai já vem colocar uma fitinha no seu braço, se você fizer a besteira de estendê-lo, ele vai pedir dinheiro em troca. E não é fácil devolver o “presente”, depois que você diz não, toda a simpatia se transforma em grosseria!
       
      Onde acontece: Montmartre, na base da escadaria para chegar a Sacre Coeur.
       
      Como evitar: Ignore! Ou finja falar chinês, turco ou qualquer coisa do tipo (e não entender nenhuma outra língua, claro!), era assim que nos divertíamos ao passar por lá! Rsrsrs
       
       
       
      5. Ilusionistas
       
      Sabe aquele joguinho antigo de adivinhar em qual dos 3 copinhos está a bolinha? Em Montmartre ele não é assim tão inocente! É usado como um golpe para chamar apostadores que é claro, sempre vão sair perdendo! Além de manipular o jogo para ficar com o dinheiro eles também se aproveitam da aglomeração de curiosos para furtar o que estiver disponível.
       
      Onde acontece? Também em Montmartre, na principal rua para subir à Sacre Coeur, a Rue de Steinkerque que é cheia de lojas de souvenir e consequentemente, muitos turistas.
       
      Como evitar? Simplesmente não pare para observar e muito menos jogar. Não há problema em passar por esta rua, olhar e entrar nas lojas, só é preciso ficar atento.
       
       
      Lembrando que a maioria desses problemas não está só em Paris (especialmente os pickpockets), mas também em outras grandes cidades da Europa como Roma, Barcelona e Londres. Mas com alguns cuidados e muita atenção é fácil se livrar das roubadas e ter uma viagem tranquila!


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