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samuelgr

21 dias México Guatemala Belize Panamá – Janeiro 2019

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Belo Horizonte (Saída)
Cidade do Panamá (Conexão)

Cidade do México
Pirâmides de Teotihuacan (México)
Oaxaca (México)
Chiapas de Corzo: Festa de Chiapas de Corzo; Cânion Sumidero (México)
San Cristobal de Las Casas (México)
Caracol Oventic: Cidade Autônoma Zapatista (México)
Tulum: Ruínas de Tulum; Grand Cenote (México)

Panajachel: Lago Atitlan (Guatemala)
Feirinha de Chichicastenango (Guatemala)
Antigua (Guatemala)
Flores: Cidade Maia de Tikal (Guatemala)
Belize City (Belize)
San Pedro: La Isla Bonita (Belize)

Playa del Carmen (México)
Cancún (México)
Cidade do México
Cidade do Panamá: Canal do Panamá
Belo Horizonte (Chegada)

Foram 16 cidades em 4 países da América Central e do Norte. Visitamos desde lugares muito simples, especialmente na Guatemala, até a ostentação de Playa del Carmen e dos resorts de Cancún (que, até pela característica da viagem, não ficamos hospedados). Confesso que jamais me imaginei fazendo esse tipo de viagem, porque demanda um desapego que eu não tinha. Mas logo no primeiro mochilão fiquei encantado com a possibilidade de conhecer tantos lugares maravilhosos em tão pouco tempo. Além disso, fomos muito bem recebidos em quase todos os lugares que fomos. Isso nos fez programar outra viagem para Argentina e Uruguai no ano passado e a desse ano.

No México, na Guatemala e no Panamá fomos maravilhosamente acolhidos, sempre recebidos com um sorriso no rosto. Já Belize foi um pouco diferente, especialmente em Belize City, porque lá, de um modo geral, as pessoas são frias e pouco acolhedoras. E em vários momentos me senti emocionado ao me deparar com paisagens incríveis, como as pirâmides de Teotihuacan da civilização Asteca, o passeio pelo cânion Sumidero, o Grand Cenote em Tulum, os vulcões no lago Atitlan, a subida ao vulcão ativo Pacaya, a cidade maia de Tikal, e o azul inacreditável das praias de Cancún.

Sobre as pessoas que conhecemos ao longo desses 21 dias super intensos, só reforço a minha certeza de que o mundo está repleto de pessoas boas, e ao contrário do que muitos pensam, elas são a maioria. Na Cidade do México nosso querido colega @bernydiazz nos recebeu de forma extraordinária. Abriu sua casa pra gente como se fôssemos amigos de longa data. E fomos ajudados em diversos outros momentos de dificuldade, como nas fronteiras que atravessamos, quando adoecemos (um dia “perdido”, na cama, em função de uma infecção intestinal). Uma mãozinha aqui, outra ali e tudo dava certo. São momentos que, inevitavelmente nos fazem olhar pra dentro de nós. E o motivo é bem simples: a grandiosidade daqueles lugares nos faz ter a certeza de que algo muito poderoso comanda tudo, de que, definitivamente, nada está sob nosso controle.

Dicas:

  • Regra básica: leve dólares e pesquisa bastante em pelo menos duas casas de câmbio. Locais turísticos costumam ter um câmbio melhor.
  • Nunca aceite a primeira oferta ao fechar um passeio, pesquise, pechinche. Em vários passeios é possível chegar de forma autônoma, você economiza e tem mais liberdade. As pirâmides de Teotihuacan, por exemplo, dá pra ir de forma independente.
  • Se for visitar a Casa Frida Kahlo, na cidade do México, agende antes pelo site, porque a fila é enorme!
  • Faça uma lista de hostels/hotéis das cidades que for visitar. Nós preferimos não agendar nada pra ter mais flexibilidade.
  • O Museu de Antropologia, na cidade do México, é imperdível e tão gigante que não dá pra ser visitado num único dia.
  • Em Cancún opte pela zona hoteleira, ficamos num bairro mais afastado e ficamos dependentes de transporte público. 
  • Se for a Coco Bongo, também em Cancún, compre o ingresso até as 22hs para pagar menos.
  • Não espere encontrar muita coisa do Chaves, sou fã e fiquei decepcionado por ver tão pouca coisa dele no México.
  • Nosso roteiro previa chegar em Belize pela Guatemala, depois do passeio na cidade maia de Tikal. Após o passeio, peça a van pra te deixar em Ixilu (um povoado na estrada), depois pegue uma van até a fronteira. Tentaram nos vender o transfer de Tikal até a fronteira por 500 Quetzal (R$250), sendo que o ônibus que vai de Ixilu até a fronteira custa 25 GTQ (R$12) por pessoa. Não aceite ser explorado!

Viajar é assim: deixamos um pouquinho de nós e trazemos muito dos lugares que visitamos.

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Mais fotos em https://viagenseconquistas.wordpress.com/

 

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