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Oi, gente! Vou aos Lençóis Maranhenses em agosto e pelos relatos que li, vou escolher como base Santo Amaro. Li que lá muitas vezes é difícil de conseguir os passeios coletivos e muitas vezes por isso acaba saindo mais caro. Queria saber se ainda continua essa dificuldade de conseguir passeios e qual o preço aproximado. Obrigada!

  • Vou acompanhar! 1

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@eduarda.azevedo eu fui já faz bastante tempo (2012) e engrosso o coro de relatos sobre preço e dificuldade.

Fui em baixa temporada com somente  mais 1 pessoa e tivemos que ficar passeando pelo entorno da Vila e tomando banho no rio que passa dentro da cidade porque não tinha ninguém pra compartilhar passeios que custavam, à época, de 250 a 300 reais.

Consegui fazer um único passeio mais distante com uma família que ia passar o dia numa lagoa pelo custo de 80 reais a "carona" (40/pessoa).

O lugar é belíssimo. Quero muito retornar pra conhecê-lo de fato, mas só  voltaria com um grupo de pelo menos 4 ou 5 pessoas.

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Ah e pela própria característica de isolamento geográfico do lugar não creio que tenha melhorado essa questão dos passeios coletivos. Vou acompanhar sua pergunta pra ver relato recente :)

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@Érica Martins , o que eu leio geralmente é isso que você relatou... por isso queria ver se tinha mudado hahahaha Santo Amaro é muito mais meu estilo que Barreirinhas, mas eu vou em duas pessoas só e se realmente estiver assim fica inviável para o meu orçamento... Ahh eu vou em Agosto (acho que é alta temporada) 🤔

  • Gostei! 1

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    • Por Leandro Z
      Apesar de haver bons relatos no site, espero contribuir com o meu.
      Há 4 ônibus diários entre São Luís e Barreirinhas pela viação CISNE BRANCO, R$51, demora 5h (não procurei vans saindo do aeroporto direto pra Barreirinhas, mas existem). Dizem que é melhor fazer a travessia no sentido Barreirinhas - Santo Amaro, por causa da posição do sol e do vento. A estrada São Luís e Santo Amaro é relativamente nova, está boa e é mais perto que SLZ - Barreirinhas. Além disso, as lagoas de Santo Amaro serem mais bonitas. ATENÇÃO com a volta de Santo Amaro para São Luís, acho que não tem ônibus (se tiver, são raros) e dependemos do guia em achar uma van que ia pra lá (felizmente deu certo). Geralmente, este último dia termina 12:30h e o transporte até São Luís demora 4h30min. Grande parte da travessia é em areia firme e fria, então é melhor andar descalço ou com meia. Também tem inevitáveis passagens por lagoas menores, onde se molha, pelo menos, as pernas. Elas são boas para se refrescar (o tempo inteiro eu estava molhado ou úmido). Melhor época: junho e julho, alguns dizem agosto e até setembro, mas nestes muitas lagoas já estão secas. Preços: como junho e julho são os melhores meses, só diária do guia custa até R$250; hospedagem (café da manhã incluído), em redário, sai por R$35; jantar: R$30 a R$35; água de 2l: R$8. Converse com o guia para ver o que está incluído no preço dele (passeio pelo rio Preguiça, hospedagens e refeições, etc). Cansar vai, mas com certeza vale a pena. Acredito que uns treinos de caminhada de 8km sejam suficientes para preparação. Esta é a travessia mais tradicional do parque, mas tem outras de até 10 dias! Levar: poucas roupas (inclusive com proteção UV), meias, chapéu (nessa época, não precisa levar nada pra frio, nem tênis), chinelo, protetor solar, água (pode ser comprada em cada parada),  snacks (frutas desidratadas, amendoim e castanhas), dinheiro em espécie, lanterna (não precisa na caminhada, mas ajuda nas hospedagens), coisas pra higiene pessoal (sabonete, escova, pasta).  
      Dia 28/jun - 1º dia: Pegamos um barco em Barreirinhas para fazer o passeio pelo rio Preguiça (R$80) por volta das 10h, o guia já nos acompanhava. O passeio é tranquilo, para em Mandacaru, onde tem um farol, também para em Caburé onde tem dunas e a uma lagoa. Termina em Atins, banhamos em uma praia. Depois caminhamos até Canto de Atins, cerca de 3,5h em ritmo tranquilo, sem paradas para banhos, o GPS marcou 12km de caminhada durante o dia todo (pareceu bem menos). Em Canto de Atins, tem dois restaurantes/pousada: do seu Antônio e da dona Luzia. A dona Luzia foi pioneira e é mais famosa, mas o guia disse que a fama subiu-lhe a cabeça, ficamos no seu Antônio. O camarão na chapa é o prato chefe de ambos, não é barato (com refri e água, saiu R$50 cada um o jantar), mas realmente estava muito gostoso. Dormimos em rede (R$35), local coberto, mas sem paredes, até às 2:30h da manhã.
       
      Dia 29/jun - 2º dia: Prometia ser o mais pesado, cerca de 17km até Baixa Grande (o quarto dia que foi o mais cansativo). Começamos a travessia por volta das 3:15h, depois de um bom café da manhã, caminhamos sob a lua cheia iluminando tudo e temperatura amena. Andamos pela praia um bom tempo, cerca de 4h (com direito a cochilada no caminho) até chegar às dunas. Valeu a pena? Sempre, tem gente que faz este trajeto de carro e isto economiza umas boas horas. Nas dunas, subida, descida, banho em algumas lagoas. Terminamos em Baixa Grande às 12:10h. Cansei muito! O GPS marcou, durante todo o dia, uns 27km. Eu digo "durante todo o dia", porque ainda caminhávamos pelos arredores do local da hospedagem para conhecer lagoas, rios, ver o pôr-do-sol. Baixa grande é um vilarejo no meio do deserto, mas com construção de alvenaria e vegetação por perto. Almoçamos galinha caipira por R$35 (preço padrão e não é você que escolhe o que comer). Descansamos e, à tarde, fomos para uma lagoa e ver o pôr-do-sol. Dormimos, como sempre, em rede (R$35 preço padrão). O dia seguinte seria mais tranquilo.
       
      Dia 30/jun - 3º: Este terceiro dia foi tranquilo, acordamos por volta das 4:30h para sairmos às 5h, após café da manhã simples (tapioca e ovo). Caminhamos devagar, parando bastante em lagoas e terminamos antes do meio-dia em Queimada dos Britos, o GPS indicou 15km. Eu comecei a usar meia, pois vi que estava começando a formar bolha no meu pé. Almoço (R$35) era peixe (estava salgado), teve salada (artigo raro) e até sobremesa. Lagoas, pôr-do-sol, jantar e dormir cedo.
       
      Dia 1º/jul - 4º: De novo, acordamos umas 2:15h, tomamos café e saímos para caminhar às 3h e alguma coisa. Só terminamos à 12:30h, exaustos, em Santo Amaro. Foi o dia mais longo e mais cansativo, cerca de 28km. Neste dia, mais uma vez, é possível pegar um transporte  em Vassouras, economizando assim, uns 10km. Pergunta se pegamos? Não. Faltando uns 8km (talvez 6km), o guia, mais uma vez, perguntou se queríamos pedir um carro e pagar R$50 cada um. Pegamos o carro? Claro que não, só faltavam 8km! kkk. As lagoas perto de Santo Amaro são bem mais bonitas que as de Barreirinhas e, acredito eu, o turismo em Santo Amaro irá aumentar com a boa estrada até são Luís (só falta transporte).
    • Por Marcos Nakayama
      RELATO TEXTÃO 😜 da minha travessia pelos lençóis maranhenses, com o grande "tchan" de ser a ideal para sedentários (que tenham disposição, claro)!
      (Mais fotos e outras viagens no Insta: @marcos.nak 😉)
       
      Você é do tipo que fica esbaforido ao subir uma duna? Eu sou, quase todo mundo é. Mas, se ao chegar ao topo e ver as lagoas, seu cansaço se transforma em encantamento e vontade de fazer de novo, então você consegue fazer este trekking! Todos os relatos que eu havia encontrado mostravam uma travessia longa de 3 dias de duração, saindo de Atins, mas eu tinha receio de ficar muito cansativo e acabar perdendo o objetivo, que era curtir, e não "sofrer"😎! Então, dado que eu só tinha 2 dias e estava em Santo Amaro, e depois de conversar com o guia, decidi fazer como ele indicou. Não me arrependo de jeito nenhum! Ficou assim: 
      .
      1) Fomos de Santo Amaro até a lagoa de Emendadas de quadriciclo, e lá vimos o sol nascer (14 km).
      A cena foi linda, e a escolha da lagoa se deu pela duna imensa, de onde se tem a vista mais panorâmica. É sério, debaixo da duna você já fica maravilhado, pela imponência. Lá de cima, não fosse o vento muito forte, poderia passar horas. Depois do belo nascer do sol, começamos a caminhada.

       
      2) Andamos até Betânia, passando pela incrível lagoa do Junco (18 km).
      Eu sei, falar em andar 18 km na areia, subindo e descendo, sem sombra, parece loucura, mas eu fiz numa boa e não sei explicar por quê. É um misto de encantamento e empolgação que faz a caminhada ser fácil. Além disso, cara, cansou? É só deitar na areia e rolar, que logo vc cai numa lagoa 😂😂😂! A lagoa do Junco só é acessível a pé, e por isso a maior beleza do parque está exclusiva aos poucos corajosos que encaram a caminhada. No caso, eu tive ela e infinitas outras só pra mim! No caminho, encontramos ninhos de gaivotas e rastros de vários animais. Um fato interessante é que a lagoa do Junco é nova. Eu havia lido vários relatos de que a lagoa das cabras era a mais linda de todas, e o guia prometeu me levar até ela. Aí, num momento em que cruzávamos uma areia molhada com plantas, ele disse: "Você está em cima de onde já houve a lagoa das cabras!" 😮
       

      QUIK_20180913_181331[1].mp4
       
      3) No horário do almoço, chegamos a Betânia, onde passei a tarde e a noite.
      Na verdade eu nem conheci o vilarejo de Betânia, pois fiquei hospedado num restaurante isolado entre uma mata e um rio. É o mesmo restaurante onde os turistas do passeio a Betânia almoçam. Chegamos e já almoçamos. O guia disse que eu teria a tarde livre para descansar na rede e curtir o rio, mas eu não quis saber, pedi pra ir pra alguma lagoa (como se eu já não tivesse tomado muito banho de lagoa hehe). Aí (ele tinha um acordo de pegar caiaque gratuitamente no restaurante), atravessamos o rio de caiaque e ele me deixou numa lagoa incrível, onde uns turistas inconvenientes faziam algazarra 🙄. Aproveitei pra fazer uma caminhada pelas dunas ao redor, e assim que eles partiram eu tive a lagoa inteira só pra mim, onde fiquei horas curtindo, até o sol começar a descer. Foi delicioso! O guia chegou para me acompanhar no pôr do sol, subimos uma duna e ficamos até escurecer, e passamos um tempão apreciando o céu mais estrelado que já vi na vida! 🤩Ele tem um celular foda e é um excelente fotógrafo, e tirou fotos incríveis e me mostrou os planetas e as constelações num aplicativo que vc aponta pro céu e reconhece as estrelas. Depois, voltamos de caiaque pelo rio, num breu quase absoluto, pois a lua também havia se posto. Paramos um pouco de remar pra curtir o silêncio e o céu, e foi sensacional. Ao chegarmos ao restaurante, acredite!, havia uma belga e uma alemã (muçulmana, todo coberta), que também estavam em travessia e passariam a noite lá. Nosso "quarto" era uma palhoça com redes onde os clientes descansam após o almoço. Não tem paredes, o que fez as gringas passarem trezentos tipos de repelentes, mas a dona garantiu que, sabe-se lá por quê, não há pernilongos ali, e de fato nenhum inseto nos incomodou. Foi muito engraçado quando a belga subiu na rede e descobriu que a rede balança. Logo ela e a alemã estavam tomando impulso e se chocando uma na outra! É claro que eu filmei e coloquei no vídeo! 😂😂😂 
       

      QUIK_20180913_203058[1].mp4 QUIK_20180913_203058[1].mp4
      4) De manhã, passeamos pela região (8 km)
      Depois de uma noite mal dormida na rede (não tenho costume e sou fresco pra dormir), acordei às 4h para ver o sol nascer. Mais uma vez atravessamos o rio a caiaque e subimos uma duna para apreciar o espetáculo, que infelizmente mais uma vez foi prejudicado pelas nuvens. Percebi que o dia amanhece meio nublado e as nuvens se dissipam durante a manhã. Outra coisa impressionante é a variação térmica da água, que amanhece gelada e anoitece morninha. Depois de clareado o dia, andamos 8 km pela região curtindo novas lagoas. Voltamos à hora do almoço (caiaque) e dei uma relaxada na rede e curti um pouco o rio. 😎
      5) Voltamos a Santo Amaro (9 km)
      Partimos às 15h30. A volta foi bem tranquila, mas como meu pé começava a reclamar, eu preferi fazer mais paradas e ficar menos tempo em cada lagoa (não se assuste, é só um pequeno cansaço). O guia me levou a uma duna alta já no fim da tarde, para curtirmos o pôr do sol. Depois que escureceu e curtimos um pouco o céu estrelado, caminhamos alguns minutos no breu total e chegou um amigo dele pra nos dar carona até a cidade.
       

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      Foi uma experiência inesquecível. Cada parte teve uma importância imensa pra mim: o dia, a noite, o cansaço, o descanso, a companhia das meninas e do guia, os momentos a sós (confesso que temi sentir solidão, levei vários ebooks e filmes no celular, e nem encostei nele. Simplesmente eu consegui amar ficar horas sem pensar em nada nem ninguém, só curtindo o momento). 
      .
      Os lençóis maranhenses são uma beleza única no MUNDO e mesmo assim poucos conhecem. E o que mais impressiona é a abundância de belezas, por isso quando me peguei pensando: "Ah, a lagoa X eu não gostei muito!" eu lembrei: "Isso porque são infinitas lagoas pra eu poder escolher minha favorita. Se fosse só areia e houvesse só essa lagoa X, eu diria que é incrível! Aliás, se fosse só o rio que eu pouco aproveitei já valia o passeio!" 😂
      .
      O melhor de fazer a travessia em vez dos passeios coletivos é poder ter o contato exclusivo com a natureza, seja a areia, as lagoas, o céu, o rio, o sol... tudo está lá pra você, e sem pressa de ir embora como nos coletivos porque "temos um monte de lugar pra ir e tirar foto e aquele turista inconveniente do grupo tem que voltar mais cedo pra não perder a van"... Sabe? 
    • Por fabricionn
      E ai galera!
       
      Mais uma viagem irada! O Brasil realmente é lindíssimo! Pelo que pesquisei aqui nos mochileiros, tem muita informação legal da Chapada das Mesas e dos Lençóis Maranhenses. Mesmo assim, resolvi fazer o relato, pois pode ajudar alguém. Rsrsrs
       
      Nossa viagem foi do dia 13 a 29 de junho de 2015. Vou anexar uma planilha de gastos detalhada, pra galera já ter uma idéia.
       
      Os preços foram negociados e chorados com todos os estabelecimentos/guias. Logo, eles são um parâmetro... Pode ser que os locais tenham parado de dar descontos. hehehehe
       
      Dia 1: Ida RJ x Imperatriz 13/06
       
      Voo R$ 108,95 (com taxas) – GOL. Estávamos na dúvida sobre alugar um carro ou ir de ônibus, como a locação saia por R$ 58,00/dia com km livre, alugamos um.
       
      Veja com sua seguradora de veículo/residência o convênio com a locadora... Pode encontrar preços maravilhosos que te poupam pesquisas. Hehehe
       
      Chegamos no voo noturno e cogitamos pegar o carro e partir, mas achamos prudente ficar em Imperatriz. Ficamos em
       
      La Bella Hotel – Rua Leoncio Pires Dourado, 900 por R$ 40,00/pessoa com café da manhã. Este hotel é funcional.
       
      Hotel funcional = limpeza aceitável, ar condicionado e café da manhã aceitável hehehehe
       
      Dia 2 - 14/06 – Imperatriz x Carolina
       
      A estrada é boa e chegamos à Carolina sem problema. Como demoramos a sair da cidade, chegamos meio tarde e não fizemos nenhum passeio, ainda mais que fui brincar de rally e judiei do carro na trilha pro riachão. Hahaha lá é praticamente impossível ir de carro de passeio, tanto pelo percurso (areal forte) quanto pelas diversas bifurcações. Neste primeiro dia, sugiro ir ao Dodo (que é de acesso fácil) e aproveitar o dia de chegada lá.
       
      Ficamos na pousada Morro do Chapéu em Carolina. Pousadinha funcional e um ótimo pão de queijo no café da manhã. Café bem simplesinho. O preço foi maravilhoso. R$ 40,00/pessoa.
      Conhecemos o guia Nivaldo, que recomendo para tudo!! O cara é sensacional e, quando não podia fazer os passeios com a gente, rodava a cidade atrás de pessoas que pudessem nos levar aos atrativos. Fora que nos ajudou junto com o pastor a correr atrás de mecânicos para arrumar o carro. hehehehe
       
      Nivaldo – (99) 98244-7937 ou (99) 99145-3840.
       
      Dia 3 – 15/06 – Complexo Pedra Caída
       
      O Complexo é gigante e caro. Felizmente, como somos estudantes, pagamos metade para visitar as grutas e cachoeiras!  Só não paga metade nos esportes de aventura (tirolesa – R$ 80,00/pessoa) e teleférico (R$50,00/pessoa).
       
      Vale a ida sim, apesar do preço. Rsrsrs
       
      Pra voltar, pegamos carona com o ônibus que leva os funcionários pra Carolina. Hehehe
       
      Dia 4 – 16/06 – Cachoeira do Prata e São Romão
       
      Fechamos com a agência Torre da Lua por R$ 180,00/pessoa no dinheiro. O passeio é irado (atrás da cachoeira então... show!) e só de 4x4 e sabendo o percurso, porque tem várias bifurcações e é muito fácil se perder se não conhecer.
       
      A entrada custou R$ 10,00/pessoa para o Rio da Prata e R$ 20,00/pessoa para a São Romão.
       
      Almoço foi na cachoeira São Romão, reservando com a agência com antecedência. Saboroso e com fartura.
       
      Na volta, passamos no portal da chapada, pois ainda tínhamos tempo e vimos o por do sol. Para chegar lá sem guia, é fácil no sentido contrário a Carolina, pois é visível da estrada, depois é só pegar a primeira à esquerda (o carro fica parado perto da estrada mesmo, depois basta subir uma trilha leve de areia). Fiz outra anotação na estrada sentido Carolina, mas perdi o KM certo para se pegar essa entrada para o portal.
       
      Jantamos no lanche central e pegamos o carro. O jantar foi muito bom! R$ 15,00/pessoa.
       
      Dia 5 – 17/06 – Poço Azul, Cachoeira Santa Bárbara e Poço Encantado
       
      Este passeio fica sentido Balsas, longe de Carolina. A agência cobra R$ 180,00/pessoa, mas é possível ir de carro sem problema, com exceção do trecho Poço Azul ao Poço Encantado que é necessário ir de carro alto (areal).
       
      Para chegar lá, basta seguir a estrada sentido Balsas e virar à esquerda depois que vir uma Caixa D’água gigante da estrada mesmo (é sinalizado no sentido Balsas x Carolina, só atenção para não perder a entrada).
       
      A entrada foi R$ 15,00/pessoa (com desconto estudante) e vale muito a pena!
       
      Almoçamos (R$ 20,00/pessoa) lá mesmo e jantamos por lá (comida da galera que trabalhava lá R$ 10,00/pessoa)... O carro enguiçou e voltamos rebocados. Hahaha
       
      Dia 6 e 7 – 18/06 – Imperatriz x São Luis x Santo Amaro – Passeio Lagoas Murici, Andorinhas e Gaivota + Betânia
       
      Como estávamos sem carro, ficamos limitado no deslocamento e aguardando o táxi da locadora chegar... Aproveitamos pra descansar. Hehehe
       
      Poderíamos ter ido à cachoeira irmãs gêmeas, mas deixamos para lá. rsrs
       
      O vôo Imperatiz x São Luis – 18/06 – R$ 128,25 (com taxas) – GOL
       
      Chegamos à noite, no voo das 23h30 e esperamos a van passar às 3h no aeroporto para nos levar a Sangue.
       
      A van que nos pegou foi a do Thomaz (98) 98836-4099 que cobrou R$ 40,00/pessoa e de lá uma jardineira nos levou até Santo Amaro por R$ 20,00/pessoa. Este percurso pula pra caramba e é bem desconfortável. Rsrs
       
      Assim que chegamos a casa da Dona Marineide, 2 casais estavam com passeio contratado e embarcamos nessa com eles pra conhecer as lagoas o dia todo por R$ 50,00/pessoa. Passamos pelas lagoas Murici, Andorinhas e Gaivota + Betânia. Valeu muito a pena, ao comparar com Barreirinhas. Rsrs
       
      Pousada São José (Dona Marineide - dona da pousada) 98 3369 1074 e cel. 98844 7651 a OI funciona bem TIM e VIVO, não.
       
      Almoçamos no Vilarejo de Betânia por R$ 35,00/pessoa e jantamos pizza na Pizzaria do Gordo por R$ 21,00/pessoa.
       
      Dia 8 – 20/06 - Santo Amaro - Lagoas da Cabra, Vassouras e Vitória
      Fechamos com o Guia Tourinho (98) 99913-3103 pra conhecer as Lagoas da Cabra, Vassouras e Vitória. São iradas e valem também o passeio. R$ 85,00/pessoa. Passeio de meio dia. Almoçamos e jantamos na pousada Agua doce por R$ 31,00/pessoa – comida boa.
       
      Dia 9 – 21/06 - Santo Amaro x Queimada dos Britos
       
      Iniciamos a travessia até Atins. O Tourinho passou a condução pro seu sobrinho pra poder pegar uma outra galera que pagasse mais. Apesar de não ver problema, ele foi pouco profissional porque atrasou bastante do horário previsto...
       
      Pra começar a trilha um pouco mais adiantada, ele cobrou R$ 20,00/pessoa pra levar de quadriciclo até o início das dunas.
       
      O guia Tico é um garoto tranquilo e nos levou normalmente pelos lugares. A Dona Maria, na Queimada dos Britos era a mãe dele. Muito receptiva e atenciosa.
       
      Passamos por locais lindíssimos! O melhor roteiro dos Lençóis está entre Santo Amaro e a Queimada dos Britos. Valeu muito a pena. Como ficamos morgados de andar por cima e baixo de duna, cortamos uma perna do tour para ir de quadriciclo até Atins. Ganhamos um dia com isso, fora que a caminhada pela praia não tem nenhuma graça (somos cariocas, aqui já tem praias mais bonitas que aquela parte do Maranhão) hehehehe.
       
      Diária do guia: R$ 75,00/pessoa. Aluguel quadriciclo – R$ 100,00/pessoa. Hospedagem e refeição na Dona Maria R$ 75,00/pessoa.
       
      Dormimos na rede da Dona Maria neste dia.
       
      Dia 10 – 22/06 – Queimada dos Britos x Atins
       
      Em Atins, fomos à Pousada do Irmão. Lá é bem aconchegante e bonito. A cidade é praticamente uma rua pequena e agradável. A diária que conseguimos foi R$ 60,00/pessoa com ar condicionado. Almoçamos lá por R$ 35,00/pessoa.
       
      Chegamos a Atins e só deu tempo de ver a revoada dos guarás (R$ 32,00/pessoa). Em tese, eles passam pelo ponto que a princípio observaríamos... Mas, passaram alguns poucos lá... Desperdício de dinheiro. Rsrsrs
       
      Jantamos e almoçamos na pousada do irmão que tem uma cozinha que faz pratos bem saborosos. O valor foi de R$ 35,00/pessoa.
       
      Dia 11 - 23/06 – Atins – Lagoa do Atins
       
      Para conhecer um pouco da região, fizemos o passeio pelas Lagoas do Atins que são legais, mas nada se comparava mais a Santo Amaro. Rsrsrs Estas lagoas ficam a 3km dos restaurantes mais famosos de Atins da D. Luzia e Sr. Antonio (irmão e concorrente dela rsrs). Também são bonitas, mas... começamos pelo melhor... O resto já não tinha mais graça. Rsrsrsrs
       
      Depois do passeio de meio dia, almoçamos os famosos camarões, que realmente são bem suculentos.
       
      Jantamos no irmão pobre (antiga pousada do irmão). Hehehehe R$ 15,00/pessoa.
      Depois que fizemos tudo que tinha pra fazer em Atins, resolvemos partir no dia seguinte.
       
      Achei os passeios em atins bem básicos ao comparar com Santo Amaro. O Irmão dá a estrutura toda, mas nada se compara a Santo Amaro.
       
      Dia 12 – 24/06 - Passeio Mandacarú, Vassouras e transfer até Caburé
       
      Resolvemos partir de Atins rumo ao Delta do Parnaíba (no lado do Maranhão somente) e fizemos o passeio que faltava da região: Mandacarú, Vassouras e caburé.
       
      Em Mandacaru você vai ao Mirante da Marinha, uma espécie de farol (só isso) e em Vassouras foi a parte mais divertida deste passeio, pois tem vários macacos engraçados e famintos. Hehehe Além disso, há várias mini lagoas (mini lençóis) também que se pode passar tempo.
      Já, Caburé é a praia que decidimos não ficar.
      Este passeio saiu por R$ 80,00/pessoa. Se não fosse realizar o transfer, confesso que dispensaria conhecer esses lugares. rsrs
       
      O barqueiro que nos levou falou que podíamos chegar a Paulino Neves de quadriciclo (30min) e foi o que fizemos. Alugamos um quadriciclo pra pilotar até lá e o outro cara foi na frente...
      Vou te falar que foi bem divertido!! Os caras corriam pra caramba e tinham alguns obstáculos... hehehehe
       
      Não tenho contato do barqueiro. Ele é primo da esposa do Irmão, então eles arrumam lá o contato dele se for necessário.
       
      Jantamos já em Tutóia – MA, região que tem saída para os passeios do Delta pelo Maranhão.
       
      Dia 13 – 25/06 – Tutóia – Passeio pelo Delta
       
      Ficamos hospedados na pousada Embarcação, na praia, que é uma pousada funcional. Fechamos por R$ 40,00/pessoa com ar condicionado.
       
      Fizemos o passeio pela pousada Baluarte pelo Delta por R$ 75,00/pessoa. O passeio foi interessante e o por do sol foi espetacular. A revoada dos Guarás realmente foi também impressionante e valeu a pena!
       
      Na volta, jantar no espeto do Johny (muito bom por sinal!) e depois dormir pra pegar o retorno pra Barreirinhas.
       
      Dia 14 – 26/06 – Tutóia x Barreirinhas
       
      Como nosso voo de retorno era de São Luis, fomos conhecer a “famosa” Barreirinhas, principal cidade para os Lençóis Maranhenses.
       
      Pegamos uma van que vai direto pra lá, saindo de perto do porto (vários transportes são encontrados ali). A dona da pousada nos levou ao local de saída. 
       
      Ficamos hospedados na pousada Vitória do Lopes, indicação do motorista por R$ 40,00/pessoa. A pousada fica bem localizada (perto da rua do Rio) e é arrumadinha, além de ser funcional.
       
      Lá os passeios são de parte do dia (manhã ou tarde) e possuem valores separados. Fechamos o passeio das lagoas Azul, da Paz e da Preguiça na Alternativa Turismo por R$ 60,00/pessoa. A parte alta do passeio foi o carro “anfíbio” que entrava em área alagada! Bem emocionante!! Quanto às lagoas, nada mais se comparava a Santo Amaro... rsrsrs
       
      Na rua do Rio tem vários restaurantes e opções, não muito baratas, mas aceitáveis. Comemos no gaúcho (razoável) no almoço e jantamos no Feijão de Corda (muito bom).
       
      Dia 15 – 27/06 – Barreirinhas x São Luis
       
      Voltamos de táxi pela cooperativa (atrás da rua do Rio) que faz o transfer Barreirinhas x São Luis por R$ 60,00/pessoa. Apesar de caro, acho que foi uma boa opção, pois já está incluído buscar e levar à pousada/hotel, o que economiza o deslocamento com bagagem até rodoviárias e depois outros transportes.
       
      Ficamos hospedados no Hotel Nobile Inn São Luís por R$ 65,00/pessoa a diária. O preço era promocional de fim de semana.
       
      Neste dia fomos ao são joão do Ipem, que é uma festa junina tradicional da região com danças locais. Legalzinho. Rsrsrs
       
      Dia 16 – 28/06 – São Luis
       
      Resolvemos conhecer o centro histórico de São Luis, pois o planejado inicialmente seria ir pra Alcântara, mas lá é bem peculiar... O barco só sai com maré cheia. Entenda-se maré cheia quando tem água!! Vimos um barco lá literalmente na areia. A maré baixa seca o cais. Então, tentamos ir aos museus (fechados no domingo, apesar de aparecer no guia de turismo que abriria...) e rodamos por alguns artesanatos por lá.
       
      Já desacelerando da viagem...
       
      Dia 17 – 29/06 – São Luis x Rio de Janeiro
       
      Voltamos no voo da TAM por 10 mil milhas que estavam expirando, R$ 24,64 (taxa de embarque). O preço do voo estava uns R$ 120,00, infelizmente as milhas estavam quase expirando... rsrs
       
      Infelizmente o relato inicial com mais detalhes foi perdido... Droga né? Rsrs
       
      Abraços e até a próxima!
      Custo viagem_MA.xlsx
    • Por JuMiranda
      O turismo na Chapada das Mesas vem crescendo e eu estava muito afim de ir, mas sem ter que dirigir 12 horas para chegar lá , a partir de Belém. Foi aí que comecei uma pesquisa sobre formas de se chegar a Carolina, cidadezinha do sul do Maranhão.
      A primeira opção foi ir até a rodoviária e pedir informações sobre as empresas de ônibus sobre como chegar em Carolina, base para visitação da Chapada das Mesas. Quem mora em outros estados mais organizados que o Pará, vai estranhar esse lance de ter que ir à rodoviária para perguntar, mas não estranhe, pois a rodoviária de Belém é precária e mal você consegue as informações pessoalmente, que dirá pela internet!
      Foi aí que descobri e confirmei o que já desconfiava: não tem ônibus direto de Belém para Carolina. E daí teria duas opções:
      1)Pegar um ônibus até a cidade de Estreito, que fica a aproximadamente 80km antes de Carolina (empresa Satélite Norte, R$117 a ida nos horários 10h da manhã e 21h15 – 12 horas de viagem, e R$116 a volta, no horário de 16h) e em Estreito pegar uma van ao custo de aprox. R$20 (um trecho) ou
      2) Pegar um ônibus para a cidade de Imperatriz (Empresas Açailândia, Transbrasiliana, às 21h ou 06h da manhã, R$90 ou empresa Satélite Norte, R$97,50, saída de Belém às 10h ou 20h30, e volta às 10h ou 19h30 a R$96), e ao chegar lá, aprox. 10 horas depois, alugar um carro para ir de lá até Carolina, ficar de carro e voltar e devolvê-lo em Imperatriz novamente na volta. De Imperatriz a Carolina são 220km, ou aprox. 3h dirigindo. Os ônibus são todos semi-leito e a única que tinha leito era a empresa Açailândia, para Imperatriz, ao preço de R$120.
       
      Ficamos na dúvida, pois queríamos aproveitar o feriado de 15 de novembro, que seriam quatro dias: do sábado dia 12 à terça-feira dia 15 e se fôssemos dirigindo, teríamos que viajar durante o dia e, assim, perderíamos 2 dias, e não iria valer a pena...Se fôssemos de ônibus até Imperatriz saindo na sexta à noite, chegaríamos lá cedíssimo no sábado (6h) e teríamos que esperar as lojas de aluguel de carro abrirem, para podermos providenciar o aluguel de um e depois mais 3h dirigindo...chegaríamos em Carolina somente às 11h da manhã talvez...a não ser que alugássemos um carro no aeroporto, onde provavelmente as lojas são 24h.
      E se fôssemos até Estreito de ônibus e depois van até Carolina, ficaríamos a mercê de empresas de tours, pois Carolina não parecia, para nós, ser uma cidade que teria locação de automóveis.
      Daí, decidimos fazer algo que não era nossa vontade, mas foi bem útil: pagar uma pequena excursão. Cotamos com algumas, muitíssimo amadoras, e decidimos pela Laylatur, que iria aproveitar o feriado inteiro, pois iria na sexta à noite e voltaria na terça à tarde, para amanhecer quarta-feira em Belém. Foi R$630, incluindo ônibus semi-leito com guia, traslado ida e volta e para os passeios, à exceção de São Romão e Prata, e pousada com café-da-manhã.
      Saímos de Belém às 18h30 da sexta dia 11/11 e chegamos a Estreito para banho e café-Da-manhã às 06h. Às 09h já estávamos no Complexo de Pedra Caída, que fica 30km antes de chegar a Carolina. Pedra Caída é algo bem distinto do restante das visitações da Chapada das Mesas. É caro, prepare o bolso. Um grande complexo, com bastante estrutura, mas tudo simples. Na chegada você recebe uma pulseirinha com código de barras e a cada vez que vai num passeio, passa O CÓDigo na máquina e no fim do dia, você paga tudo no caixa.Tem piscina com toboáguas para crianças, restaurante, hotel com chalés, visita guiada para várias cachoeiras, teleférico, 2 tirolesas, centro de meditação e lojinha. A entrada é R$50 e aceita meia. Só que a entrada dá direito a apenas acessar às piscinas. Para ir para as cachoeiras - nas quais você vai em caminhonetas adaptadas com cadeiras nas carrocerias, à exceção da Santuário, Cachoeira mais procurada do complexo e a mais famosa de Carolina – e fazer qualquer outra atividade, você paga. Seguem preços:
      Cachoeira do Santuário R$ 25,00
      Cachoeiras Caverna e Capelão R$ 40,00
      Cachoeiras Garrote e Porteira R$ 40,00
      Cachoeira Pedra Furada R$ 25,00
      Teleférico R$ 50,00
      Tirolesa 1200mts R$ 70,00
      Tirolesa 1400mts R$ 80,00
      Subida à Capela da Serra R$ 20,00
      Subida a Pirâmide Mística R$ 25,00
      Montain Bike R$ 45,00
      Trekking R$ 35,00
       
      Fonte: http://www.pedracaida.com

      Em um dia, você não consegue fazer tudo que há no complexo e terá que escolher. Nós escolhemos ir à Santuário e Caverna e Capelão, almoçar e fazer a tirolesa 1400m. Ao chegar, informe-se sobre os horários das saídas com guia para as cachoeiras, pois só se pode ir com guia e são horários PRÉ-Marcados.
      O complexo abre às 08h e fecha às 17h, portanto, programe chegar cedo para poder aproveitar bastante. Em todos os lugares nós fazíamos o fluxo contrário ao da maioria das pessoas, e pegamos quase todos os lugares vazios ou quase sem ninguém. Em Pedra Caída, enquanto todos preferem ir logo à Santuário assim que chegam, nós fomos de manhã para Caverna e Capelão. São 15min em veículo 4x4 com 2 guias e mais 5 min de caminhada bem leve até a cachoeira da Caverna, em meio a uma gruta belíssima! Banho maravilhoso!!!
      Eles têm trapiches de madeira que chegam até bem próximo da cachoeira, com banquinhos e ganchos de apoio para deixar roupas e o que não puder molhar. :'> Como estávamos praticamente sozinhos (no nosso horário só foram mais 2 pessoas), não teve problema deixar os pertences por lá. Aproveitamos por uns 45 minutos, bastante à vontade e de lá seguimos mais uns 5 min de carro até a cachoeira de Capelão, muito linda, com o lago à frente em dois tons (marrom e azul quanto mais próximo da cachoeira). Tem formações rochosas NAS QUAIS você pode subir e se jogar na parte profunda do lago (mais próximo da cachoeira), por sua conta e risco. EU escalei e pulei 2x! Mais uns 40 min de curtição e voltamos com os guias para o centro do complexo. Esse passeio de CAVERna e Capelão dura em torno de 2h30.


      Ao voltarmos, almoçamos no restaurante (self-service), bem simples e comida com gosto de industrializada, mas era a única opção. Depois do almoço seguimos com guia para a famosa cachoeira do Santuário.
      Você desce por umas rampas de madeira e depois segue andando por trapiches, até chegar no ponto de apoio com bancos e ganchos para roupas e dali segue pelo riozinho, que chega até a cintura no máximo...são 10 min até você achar que chegou e quando de repente, entra em uma caverna e ela surge...sem palavras para descrevê-La....na primeira vez que a vi, onze anos atrás, quando Carolina nem era destino turístico ainda...não havia hotel em Pedra Caída e a escadaria era precáriaaaa e pura aventura, chorei. Só vendo ao vivo para sentir a emoção.


      A gente aproveita lá por quase 1h e depois volta com o guia.
      À tarde, depois disso, subi de teleférico para o morro onde tem a pirâmide, que é linda, cheia de elementos místicos, e com uma vista da Chapada de cair o queixo. Na subida do teleférico dá pra ver vários bichinhos, como veados, avestruzes, iguanas e passarinhos, muito lindo! E a descida na tirolesa de 1400m é espetacular!!!!!! Saí correndo na plataforma e vim a toda a velocidade!!! A chegada é em um ponto depois das piscinas.
      Saímos de lá às 17h, e eu ainda poderia ter ficado PARA APROVEITAR Mais. Amei!
      Ficamos na Pousada Rochas, bem no centro de Carolina, com quarto bem simples, mas que se manteve limpo e organizado. Não conheço o hotel de Pedra Caída (o mais caro da região, com diária casal mais simples a R$380), mas no geral, as pousadas e hotéis da região são bem simples. Carolina é uma cidade pequena, com apenas 20mil habitantes, mas bem organizada e limpa e muito, mas muito mais desenvolvida que as de mesmo porte no Pará, por exemplo. No nosso quarto tinha mini-tv com canais a cabo, ar-condicionado, banheiro com chuveiro elétrico, frigobar e cama desconfortável rs.
      Depois do banho, fomos comer em uma pracinha em que havia vários restaurantes e até música ao vivo – boa, por sinal, tava tocando rock/pop. Fomos na Tribo do Crepe, por indicação de uma amiga, e não nos arrependemos, o crepe estava delicioso, tem vários sabores doces e salgados entre $10 e R$15 e sucos de frutas.

      No outro dia, fomos ao famoso complexo do Encanto Azul, no município ao lado de Carolina – Riachão. Alguns turistas do próprio MA que visitam a chapada, ficam em Riachão, mas falam que a estrutura é muitíssimo precária e não vale a pena. Lá é tipo um Pedra Caída pobrinho, mas com natureza maravilhosamente exuberante como o outro. Paga-se R$40 para entrar, o que dá direito a visitar todas as cachoeiras! A única exceção é a visitação do Encanto Azul , que vai de carro 4x4 (15min) e não é uma cachoeira, mas um lago belíssimo no meio das encostas de chapadões.
      Mais uma vez, fizemos o caminho inverso da galera. Fomos primeiramente no Encanto Azul.
      Ao chegar lá, a descida é íngreme pelas pedras e o caminho é escorregadio. Há uma escadaria de madeira que ajuda, mas há também uma parte bem roots pela ÁGUA DO riacho.
      Esse, foi com certeza, o ápice da viagem...que lugar maravilhoso!!! Em meio aos paredões de rocha, um lago azul belíssimo, com papagaios voando o tempo todo acima de nossas cabeças e fazendo ninhos nas caverninhas das pedras, aquela luz do sol tentando entrar em meio aos galhos de árvores e a nossa voz fazendo eco nas rochas...perfeito....
      Você diz a hora que quer ir embora e marca antes com o motorista do carro 4x4 e pode ficar lá disfrutando daquela natureza ESPLENDOROSA! Lindo! O cheiro que você vai sentir é de cocô de morcego, presente em quase todas as cachoeiras e cavernas...ao contrário do que muitos pensam, não é xixi. ãã2::'>
      Ao voltarmos, almoçamos no self-service do complexo, também comidinha beeeeem rasteira...mas é a única opção. Quando for fazer as trilhas para cachoeiras e Encanto Azul, lembre-se de levar água e lanchinhos, pois prox. aos locais não tem onde comer...apenas no centro do complexo.
      Depois do almoço, descemos a trilha principal do complexo, para ver, nessa ordem: Cachoeira de Santa Paula, Cachoeira de Santa Bárbara e Poço Azul. Na volta ainda subimos um pouco até a cachoeira dos namorados e Dedo de Deus.
      A caminhada é tranquila, por escadarias e rampas de madeira, tipo trapiche. A descida direto até o Poço Azul leva apenas 10min, mas fomos parando para fotos e banho NAS Cachoeiras do caminho. A primeira é Santa Paula, onde a água estava barrenta devido à chuva do dia anterior.
      A segunda é Santa Bárbara, cuja queda é bastante alta e onde dá pra tomar banho no lago (tem corda-guia), a única onde a água é gelada. Essa é uma curiosidade das cachoeiras dessa chapadas, pois as águas nos lagos e poços são mornas.

      Prox à cachoeira Sta Barbara tem uma caverna também. Descendo mais um pouco tem o Poço Azul, é lindo, mas não estava AZUL NO DIA, por conta das chuvas anteriores, como falei antes. Tem vários recantos entre as pedras pra você se recostar e ficar curtindo as quedas d´água ao redor. Muito bom.
      Na volta, ao chegar na cachoeira de Sta Paula, subimos mais um pouco até as quedinhas d´água que eles chamam de Cachoeira DOS namorados...quase ninguém vai lá e fica bem tranquilo, o nome deve ser por isso. Lá você pode nadar no lago, pegar sol nas pedras, sentar um pouco, namorar...rss Na volta dei de cara com uma cobra assustada no caminho das pedras...quase morro de susto e ela também
      Saímos de lá às 16h30...a viagem até Carolina é de 2horas...sendo que a parte final (uma meia hora) é em estrada de piçarra ou terra, com trechos de pontes de madeira nada confiáveis...falta investimento ali em Riachão.
      À noite fomos no restaurante Chega Mais, que é à margem do rio Tocantins, e dava pra ir a pé...comemos pizza...tudo bem simples, mas tava gostosinho.
      Pizza média para 2 pessoas em torno de R$30. Caminhada tranquila, não sentimos medo de andar à noite.
      O 3º dia de passeio foi para as cachoeiras do Rio Farinha: cachoeira de São Romão e do Prata. Nesse não dá pra ir de ônibus, pois a gente entra no mato e no meio do Parque Nacional da Chapada das Mesas mesmo para chegar lá. O transporte é bem ruim e desconfortável e a viagem de 2h30, sendo 2h nesse meio do mato...é cansativo, mas vale a pena! As paisagens são belas, CHAPADÕes, formações rochosas, cursos d´água, pequenas propriedades rurais familiares, com boizinhos pastando, cabras, cavalos, cachorros...você deve estar em sintonia com a natureza para poder disfrutar de toda essa beleza ímpar e abstrair o desconforto.
      Ao chegar a São Romão, descendo uma trilha de 2min você chega numa praiazinha de rio, em frente à cachoeira....maravilhoso. E pode ir andando para perto da cachoeira e na época da seca até passar por trás dela! Muitos pássaros com ninhos nas rochas atrás da cachoeira. E também tem como ir andando e vê-la de cima!

      A comida foi uma das melhores da viagem, temperadinha de vó, pois lá é bem simples, rústico e é tudo familiar. Se conseguir, peça um suco de limão-rosa ou limão-cravo, que você não vai se arrepender! Eu trouxe limão-rosa pra plantar em Belém! Almoço foi tambaqui frito, arroz, feijão e farofa e tava uma delíiiiciaaaaaaaaaaa! Foi R$40. Não pagamos para entrar na cachoeira. Sobremesa foi doce de leite com coco artesanal feito no mesmo dia....Experiências como essa são para quem sabe dar valor a elas!!!
      Após aproveitarmos muito a cachoeira de São Romão, seguimos para a cachoeira do Prata, onde também não se paga para entrar. Lá dá pra ver várias quedas d´água e, além da do Prata, tem a cachoeira da Pedra Furada, muito bela. A força da água é incrível! Deu pra tomar banho e comer tapioquinha da família que mora no local. Tudo muito simples, com direito a deitar nas redes dos anfitriões...Muito amor!

      Na volta, paramos em um curso de água gelada no meio do caminho e saímos da Chapada já anoitecendo, com a SUPERLUA doa dia 14/11/2016 coroando o céu! Não tenho palavras para descrever para vocês!!!!

      O tour de diA inteiro com o Sr. Nivaldo, a humildade, simpatia e gentileza em pessoa, foi em torno de R$100 por cabeça, que valem até o último centavo. Ele veio contando histórias pra gente se distrair na parte de estrada de terra e é uma pessoa nota mil!
      À noite não tivemos nem energia para comer...só dormimos! Rss
      O último dia na Chapada das Mesas foi para colocar a cereja no topo do bolo. Contratamos por fora o guia Zeca Tour (vide facebook) para nos levar num hiking até o topo do Morro do Chapéu pela parte da manhã. Fomos eu, meu marido e mais um turista e foi R$90 por cabeça. Quanto mais pessoas forem nesses passeios, maior o desconto. Se tivéssemos conseguido mais gente para ir conosco, teria sido ainda mais barato...uns R$70 talvez. Saímos num tempo meio chuvoso de leve, mas o Zeca disse que não iria atrapalhar ou impossibilitar o passeio, então confiamos. Ele estava pontualmente às 7h30 nos esperando na pousada Rochas. Fomos de carro, mais ou menos uns 45 min até o pé do Morro e de lá, uma subida que não é bem leve. Nem exageradamente pesada. Mas vi muitos dizendo na internet que é um trilha leve de 30min a 40 min...bem pessoal, não sei se eu que sou muito mole ou realmente sem experiência em trilhas, mas a trilha não é leve não. É uma trilha moderada, você tem que estar com o alongamento bem em dias, pois tem horas QUE tem que levar a perna láaa em cima pra se apoiar numa pedra ou galho de árvore. Nós fizemos a subida em 50min e valeu cada segundo.
      E ainda tivemos a doce companhia do cachorrinho da propriedade rural do pé do morro, que subiu, permaneceu lá em cima e desceu conosco depois, esperando por um petisquinho. Poxa, se eu soubesse, teria levado uma carnezinha para ele.
      O Zeca disse que sempre leva um pãozinho e que por isso que ele foi seguindo a gente, mas naquele dia ele estava desprevenido.
      Passamos em torno de 1h20 lá em cima contemplando o visual....as várias ‘mesas” da chapada, Carolina vista de cima, o rio Tocantins ao fundo, a mata, as casinhas, as estradas e os boizinhos mugindo láaa embaixo...Gente, que sensação incrível! Muito muito lindo!! :'> Para quem tem disposição e quer sair do lugar-comum, super recomendo! O Morro do Chapéu tem aprox. 378metros de altura, leve tênis, roupa de ginástica (calça e camisa de manga comprida de preferência), boné e água. O clima não poderia estar melhor, pois não estava sol e a chuva dava trégua, e apesar de estar nublado, a vista não estava comprometida, foi maravilhoso! A descida foi um pouco mais difícil que a subida , por incrível que pareça, mas com o Zeca guiando não tem como dar errado.

      Na volta, tínhamos pedido para o Zeca nos deixar nas Cachoeiras de Itapecuru, pois era lá que estava o ônibus de nossa excursão e que iria sair às 15h para retornar à Belém. Daí, o Zeca disse assim: - Vou levar vocês pra comer num lugar muito bom e barato, bem melhor que Itapecuru.
      Pois levou mesmo! Um restaurante na beira da estrada indo para Itapecuru, onde você paga R$30 (por cabeça) e come à vontade!!!! Tem tambaqui, galinha caipira e carne de sol e caímos de boca no tambaqui e carne de sol, que estavam dos deuses!!!! Gente, muito bom mesmo, teve suco de laranja natural jarra a R$10, muito bom também. Não lembro o nome agora, mas o Zeca vai me dizer e aí volto aqui e falo pra vocês.
      Bom, quando o Zeca nos deixou em Itapecuru, já ficou o gostinho de saudade...tomamos banho de cachoeira para refrescar depois da trilha. Itapecuru é meio um balneário povão e, apesar de se pagar uns R$40 para entrar, as pessoas fazem churrasco lá dentro, achei meio muvucado.
      Tem aluguel de caiaque e estrutura de bar e restaurante, mas os banheiros não têm chuveiro. Là trocamos de roupa e saímos em direção a Estreito, onde paramos para janta (tinha sopa e self-service, além de alguns salgados...é uma parada meio precária, mas nas regiões norte e nordeste pegar a estrada é assim mesmo) e voltamos para Belém, onde chegamos às 05h30 da manhã do dia seguinte.
      Para se conectar com a natureza e com um povo humilde e acolhedor, vá para a Chapada das Mesas! Sem frescuras, preconceitos e com muita disposição! Deixou saudades!
      Um abraço a todos!
    • Por andreza
      Oi!
      Estou planejando uma viagem para a Chapada das Mesas (região de Carolina-MA) e queria saber se alguém tem alguma dica de lugares para visitar, como, etc.
      Obrigada


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