Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Posts Recomendados


Acompanhando, não acredito que não provou as comidinhas e outras coisas nos mercados e ruas da Bolívia.hahaha, perdeu !!!

  • Gostei! 2
  • kkkkkkk 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
16 horas atrás, RicardoRM disse:

Acompanhando, não acredito que não provou as comidinhas e outras coisas nos mercados e ruas da Bolívia.hahaha, perdeu !!!

Rapaz, eu comi, só que o banheiro virou meu melhor amigo em seguida kkk 

  • Gostei! 1
  • kkkkkkk 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

PARTE 2: QUERIA UM TITULO TÃO LEGAL QUANTO SUCRE É, MAS NÃO PENSEI EM NADA.

 

NÃO DESISTAM DE MIM NEM DO TÓPICO, QUANDO AS COISAS ACALMAREM NO TRAMPO TEREI MAIS TEMPO PRA ATUALIZAR MAIS RÁPIDO.

Particularmente falando, odeio acordar cedo. Sempre travo uma batalha de proporções medievais com minha cama quando tenho que acordar com despertador. Mas no dia 14/12/2018 isso foi beeem diferente, mesmo acordando as 03:00 da manhã.

Como disse na parte 1, nós optamos por ir de avião (R$1053,00 ida e volta pela GOL, pesquisei todo dia por diferentes sites e apps e esta foi a melhor oferta em que achei desde fevereiro para época que eu precisava. Se eu não fosse em dezembro, poderia ter pago bem menos, achei passagens por até R$618,00 ida e volta) porém ir de avião não implica que tínhamos ou temos dinheiro, muito pelo contrário. Assim sendo, fomos da maneira mais econômica que existe até o aeroporto de guarulhos: Trenzão.
Há 3 maneiras de chegar no aeroporto de Guarulhos de trem:

  • Você vai até a estação da Luz, onde há um trem expresso até Cumbica, cujo qual custava R$8,00 (descartado por nós pelo preço e horários limitados).
  • Você vai até o Brás e de lá pega um trem até Cumbica (também descartado por conta dos horários de partida dele que não encaixavam com o que precisávamos).
  • Você vai até o Brás, pega um trem na Linha 12 Safira e desce na estação Engenheiro Goulart. De lá, sai o trem da Linha 13, Jade, que irá até Cumbica.

Como nosso voo tinha saída programada para as 10:15, pegamos o primeiro trem sentido Jundiaí - Luz, as 04:10 da manhã e gastando apenas R$4,00, chegamos no aeroporto as 07:30 da manhã \o/

Um dos segredos de uma boa viagem para a Bolívia é saber que perrengues podem sim acontecer. Sabíamos e esperávamos por isso, mas não esperávamos perrengue ainda no Brasil.

Acontece que um dia antes de nossa partida, uma chuva digna de filmes apocalípticos caiu em São Paulo e isso afetou muito os aeroportos, muitos voos cancelados, atrasados, pessoas dormindo no aeroporto e filas quilométricas para despachar bagagens. Isso causou um efeito dominó que chegou em nosso voo, que partiu com mais de 2 horas de atraso, e isso afetou diretamente nosso planejamento.

Se tivéssemos decolados na hora prevista, teríamos chegados em Santa Cruz de La Sierra as 11:20 (horário local), porém chegamos praticamente as 14 horas e tivemos que cortar Santa Cruz do primeiro dia (sem problemas, pois voltaríamos no ultimo dia).

Deixando isso de lado, o voo foi bem tranquilo, preenchemos no avião mesmo o formulário de entrada na Bolívia, tivemos uma fila de 10 minutos para sermos atendidos (ler: ter seu passaporte carimbado para que entre no país) e pronto: estávamos na Bolívia. A cotação no aeroporto estava muito abaixo (na época que fomos o real tava em baixa, não pegamos boas cotações), sendo trocado 1,60 BOBs por R$1,00, ainda sim, troquei uma Garoupa lá.

Primeira coisa que fiz com os 160 BOBs: comprar um chip da Entel. No aeroporto mesmo vendem, paguei 10 BOBs no chip e coloquei 10 BOBs de crédito. A própria funcionária da Entel configura o chip no seu celular e te ensina a comprar pacotes. Comprei só pacote de dados e como fiz a recarga em data promocional, ganhei mais 10 BOBs de crédito, que foram o suficiente para toda a viagem. A Entel é a melhor operadora de celular na Bolívia (gostaria que fosse propaganda e eu estivesse recebendo por isso, mas não é :c) e tem torre dela em praticamente todo lugar, até no meio do deserto do Uyuni tinha sinal, então se você estava na duvida, não esteja mais: compre um chip deles.

Segundo passo era chegar no centro de Santa cruz para trocar mais dinheiro numa cotação melhor e de lá, irmos para a rodoviária pega o busão para Sucre.

Para isso, normalmente se pega táxi, mas não precisa: ônibus na Bolívia (vans e micros, na verdade) funcionam muito bem e o ônibus que sai do aeroporto te deixa na Av. Ayacucho, que dá mais ou menos 5 minutos de caminhada para a Plaza central. Foi esse meio de transporte que escolhemos, e pagamos 4 BOBs cada (se não me engano) no trajeto, que de táxi seria 40 BOBs no mínimo, com muito choro ainda para ter esse desconto.

Assim sendo, poucos minutos depois, estávamos na plaza 24 de Septiembre, uma belíssima praça com vários presépios espalhados, decorada com muitas luzes de natal, cheia de pessoas e pombas (mais pombas que pessoas, proporção de gols da Alemanha para gol do Brasil), com uma linda igreja de fundo e  a gente sem tempo para aprecia-la  💔

Caçamos uma casa de cambio, e a escolhida após a equação confiança transmitida x melhor cotação foi a Dubai, onde trocamos R$1,00 por impressionantes 1,75 BOBs, e essa foi a melhor cotação que encontramos na viagem (como eu disse, real tava uma porcaria quando fomos). De lá, fomos ao mercado Tia comprar água, e pegamos um ônibus até o terminal rodoviário bimodal (como disse, essas vans e micros funcionam muito bem na Bolívia).

 

Viram que não disse almoçamos em tal lugar? Pois é, não almoçamos. O atraso do voo deu uma quebradinha no planejamento, mas estávamos com lanches provindos do Brasil para suprir a falta do almoço. Chegando no bimodal tivemos o primeiro contato com as inesquecíveis rodoviárias bolivianas. Ah, o que dizer sobre aquele caos de pessoas andando pra lá e pra cá, umas gritando por destinos (vendendo passagens) outras vendendo seus quitutes e sucos de sacola (seria o verdadeiro sacolé?), crianças e cachorros rolando no chão, com pombas e o que mais tivesse, uma garotinha fazendo seu xixi da tarde no chão mesmo, e ainda raspando no chão pra limpar o fazedor de xixi... Que saudades desse caos organizado e divertido, de verdade.

 

Namorada pra um lado, eu pro outro, partimos em busca de passagens boas e baratas para Sucre (pra quem ja foi, ressalto aqui um chamado: SUCRÊ, SUCRÊ, SUCRÊÊÊ), já tínhamos umas empresas em mente mas resolvemos procurar por mais em conta, sempre pedindo para ver o ônibus antes, e achamos uma a 70 BOBs, com banco cama, 100% limpa, sem perrengue nenhum, um espetáculo, tirando o fato de que mostraram um ônibus dizendo que ele sairia as 18 horas, deu o horário e nada dele aparecer e o pessoal sumiu do guichê onde compramos as passagens, ficamos uma hora procurando eles e o ônibus, achamos o benditos que estavam tentando nos evitar a qualquer custo, só foram querer resolver a situação quando dissemos que ia a policia, nos levaram a um ônibus que não era o que foi nos mostrado e esse mesmo tinha algumas janelas faltando (1º perrengue em solo boliviano sobrevivido com sucesso).

 

Não me lembro o nome da empresa, minha mente apagou eles da viagem, mas tirando a confusão de cima, foi tudo de boas, o ônibus era cama sim, dormi igual uma princesa com meus dois bancos (o ônibus foi enchendo mas graças a Deus alguns bancos ficaram livres e pude aproveitar um espacinho a mais, bem como minha namorada, apesar de eu ter passado um pouco de frio por não ter janela onde sentei, protegido apenas pela cortina), dizem que a estrada de Santa Cruz para Sucre é perigosa e cheia de curvas, mas eu vi foi é nada, dormi super bem. Momentos que acordei antes de chegar a Sucre:

 

Momento 1: ônibus parou e entrou uma galera num ponto que acredito que seja do forte Samaipata, ai como já tinha dormido "muito" achei que já era de madrugada (lembrando que o busão saiu as 19:20 de Santa Cruz) e estava chegando, mas eram 23 horas ainda, entraram uns austríacos (mãe,filha e filho) e a mãe pediu ajuda para fechar a janela, coisa que não conseguimos, mas isso foi o suficiente para puxarmos papo todo mundo (mozão até acordou com a conversa kkk), e ai descobrimos que pessoal cobrou a passagem deles bem mais caro que a nossa, só porque eles vieram da Europa, mas que eles já sabiam disso e fizeram um pequeno barraco para ter o dinheiro a mais devolvido, coisa que aconteceu.Essa foi a primeira vez que conversei em inglês com alguém que não é brasileiro, então foi uma tremenda vitória pra mim e pra minha primeira dama, que também conversou com eles. 

Momento 2: dessa vez era sim de manhã e estávamos bem pertinho da cidade branca, o motorista parou para o glorioso banho inca. Percebi que a família do motorista entrou no ônibus em algum momento da viagem e foram deitados no chão mesmo (lembrando que ainda tinham bancos disponíveis). Fiquei muito na duvida sobre usar ou não o banho, porque faltavam menos de duas horas para chegar (DICA DO MAPS OFFLINE, DA PARA ACOMPANHAR O TRAJETO ATÉ), mas no fim fui vencido pela vontade matinal, escolhi um lugar isolado, a beira de um barranco, tirei o instrumento e comecei a aliviar. Tava tão tranquilo e all by myself que nem tava usando as mãos, e essa informação estou dando pois é muito importante para o momento a seguir: ouvi um pequeno barulho na minha frente e sabe Deus da onde foi que levantaram umas bolivianas que provavelmente estavam usando o banho inca também, mas muito escondidas, porque eu não tinha visto ninguém no local que escolhi. Ai não tinha o que fazer, não dava mais pra esconder, tudo que pude fazer é dizer "Hola", que elas educadamente responderam (olhando para meu rosto, quero acreditar), e virar para o lado para que minhas partes mais intimas saísse do campo de visão delas. Dica do tio: se não quiser que ninguém veja suas intimidades durante o uso do banho inca, não basta só olhar e não ver ninguém, melhor achar uma pedra e se esconder mesmo.

Passado minha primeira experiencia com o banho inca, chegamos em Sucre e uma coisa é você ver por foto, outra coisa é estar lá. Mesmo com o tempo nublado, era uma coisa magnifica de linda, prédio branco pra onde olhava, praça central muito linda, igrejas com estilos de séculos passados, prédio do governo... uma pena que isso se restringe ao centro apenas, pois nos outros lugares é tudo simples como é em toda a Bolívia.

Como não tínhamos almoçado nem jantado, apenas comido lanchinhos e bolachas (é bolacha, não biscoito, mude minha opinião), decidimos pegar um táxi para o centro afim de escolhermos logo um hostel e comermos algo no desayuno, sendo essa uma das únicas vezes que usamos táxi na Bolivia (usamos 3 vezes, na verdade), a corrida ficou em 10 BOBs (lembrem-se sempre de combinar o valor antes amiguinho, e ficarem espertos quanto a isso, como verão um tico mais pra frente) e descemos na praça central. 

Tinhamos uma lista de hostels para vermos, e o primeiro que fomos foi o SPANISH FRIENDS. Nosso limite de estadia era R$90,00 para os dois (157,50 BOBs) e queríamos um lugar limpo e com cama, mas lá encontramos muito mais. Pegamos um quarto com duas camas de solteiro, desayuno incluso, por 117 BOBs o dia, banheiro compartilhado. O negócio desse hostel não é nem luxo (até porque não é um hotel 5 estrelas) mas tudo o que ele nos trouxe. De funcionárias mais simpáticas que tudo, hospedes todos igualmente simpáticos e as atividades extras que o hostel oferece diariamente, recomendo do fundo do meu coração, foi maravilhoso o final de semana que passamos lá.

 

Agora vamos ao que interessa, o que fizemos lá:

 

Foi difícil ter só dois dias lá, se pudesse refazer e reviver o roteiro, com certeza aumentaria isso, nem que tirasse Potosi (não gostei muito não), até porque gostaria de conhecer a cidade, o Parque Cretáceo e ir na feira de Tarabuco, que é só de domingo.

 

Sábado, após nos acomodarmos, conversamos com a Gabi, a dona do local, perguntando sobre as atrações, descobrimos que o melhor jeito de ver as pegadas do Parque cretáceo é estar lá as 12 hrs e com Sol, coisa que não estava acontecendo (estava até chovendo um tico) então acabou que não conheci o parque :c

 

Sendo assim, saímos de lá e fomos ao mercado central, confesso que fui esperando um mercado mesmo kk mas os mercadões lá são bem típicos, me lembram muito o mercadão de SP e o mercado Modelo de Salvador (cidade que tanto amo, diga-se de passagem), tem de tudo: carne (é rapaz, açougue não é algo comum não. Imagine uma barraca onde você compraria banana? As que vendem carnes são bem por ai), quitutes, doces, feijão, arroz, flores... Lá comprei uma capa de chuva, 5 BOBs e tenho até hoje ela (até porque mal usei), e um bolo que estava lindão, mas não gostei muito (foi cincão também), além de frutas, que achei relativamente baratas. Saindo de lá, fomos á igrejas, almoçamos num restaurante em frente a praça (45 BOBs mas não foi a culinária tipica ainda, era massa) e subimos ao mirador la recoleta, onde conheci Thomaz, um Golden que viaja a América com seus tutores e é a simpatia em cachorro. 

 

O mirador fornece uma vista incrível, depois de você subir uma ladeira. A arquitetura do local enriquece ainda mais a vista de Sucre, e ele tem ainda lojinhas (primeiras compras \o/) e um barzinho com a melhor vista da cidade.

 

Ao descer, já com a noite chegando, lembramos do convite da Gabi quanto a uma aula de cozinha boliviana que teria no hostel, ao custo de 8 BOBs cada, onde aprenderíamos/ajudaríamos a fazer um prato tipico e ainda poderíamos janta-lo, e fomos lá. E foi ai que começou nosso caso de amor com o Hostel. Muitas pessoas toparam participar e isso proporcionou uma bela socialização. Imagina pra mim, que nunca nem tinha saído do Brasil, estar cortando batatas com pessoas da Inglaterra, Canadá, França, Alemanha, Bolívia... e ainda jogamos um dos jogos que levei, the resistance, e cidade dorme, que incrivelmente parece ser um jogo universal, pois todos sabiam jogar (na versão lobisomem). Após as jogatinas e a preparações dos ingrediente, comemos nosso primeiro prato tipico boliviano, cujo nome não consegui pronunciar no dia e por isso não me lembro (vou descreve-lo para ver se alguém sabe o nome: batatas cozidas, molho picante, molho não picante, ovo cozido, tomate, cebola, queijo e alface) Por somente 8 BOBs tivemos esse jantão, sem um pingo de carne para alegria da minha namorada, e com toda uma alegria que não da para descrever. Não bastasse isso, pessoal do hostel ainda nos convidou a ir a praça de noite, pois haveriam várias apresentações navideñas, nós fomos e vimos a praça cheia de pessoas, famílias, crianças brincando, uma cena que nunca vi por onde moro e que realmente encheu meu coração de alegria. Quanto as apresentações, fiquei encantado pelo empenho e alegria dos jovens nas danças (musica da viagem: Niño Manuelito), se não me engano o estilo de dança se chama chuntunquis. Essa foi a primeira noite em solo boliviano (não vamos contar dentro do ônibus, né?) e não poderia ser melhor.

 

Antes de voltarmos ao hostel, passamos na Farmacop, farmacia 24 horas que vende de tudo e tem um jingle que vai grudar na sua mente o resto da vida , e compramos nossa agua e lanchinhos, pois no dia seguinte, iriamos para Tarabuco.

 

 

A parte 2 se encerra por aqui, vou me esforçar para fazer a parte 3 mais rapidamente que fiz essa, onde contarei sobre a feira de Tarabuco, Potosí e Uyuni. For now, that's all, folks (mentira, tem as fotos ainda). 

 

PRIMEIRO CONTATO COM O THE WALKING DOG (EXPLICAÇÕES NA FOTO 10)

ESSE DOGUINHO FICOU HORAS ASSIM, JURAVA QUE TINHA BATIDO AS PATAS, ATÉ QUE UMA HORA ELE ACORDOU E FOI ANDAR

 

PESSOAL LÁ É IMORTAL, AQUI SE A GENTE PEGAR UM RATO QUE AVUA NA MÃO A GENTE VIRA UM TAMBÉM.

1724005129_WhatsAppImage2018-12-16at18_48_56.thumb.jpeg.278777214d19bd2e8812e1a936bb33c8.jpeg

 

AS IGREJAS ❤️

1377329817_WhatsAppImage2019-02-06at10_02_58.thumb.jpeg.442d3220a263f06f2afcc0a59b978d50.jpeg

A PLAZA 25 DE MAYO ❤️

201990538_WhatsAppImage2019-02-06at10_02_57.thumb.jpeg.f352c7f8963e0fa1ee1d5d69f9c882b0.jpeg

ESSA CRIANÇA NOS VIU E VEIO DAR UM BEIJINHO A TROCO DE SIMPLESMENTE SER FOFA MESMO

1177491413_WhatsAppImage2019-02-06at10_02.57(1).thumb.jpeg.898ab3117150c40da05cc2367e2a805a.jpeg

PRAÇA CENTRAL (25 DE MAYO) A NOITE ❤️ 

1130958622_WhatsAppImage2019-02-06at10_02.57(2).thumb.jpeg.ae9e828458fc107e97e04678bfa16633.jpeg

 

THEY SEE ME ROOLIN' THEY HATIN'

1352683517_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_27.thumb.jpeg.c9bc0d32fa30f5894344575bce13d844.jpeg

TEM VÁRIOS POEMAS ESPALHADOS NOS PRÉDIOS DE SUCRE.

2064084504_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.27(1).thumb.jpeg.e630a4d9875721d0097a5800992e340f.jpeg1574493594_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_26.thumb.jpeg.206575a095e6599d1101ab53dd82fa5b.jpeg

 

ENNNNTÃO, O DOGUINHO DA FOTO DE BAIXO TÁ MUITO MORTO, SÓ QUE DE SONO KKK FICOU HORAS ASSIM, NO MÁXIMO RECLAMAVA SE VOCE TOCASSE NELE, MAS NÃO SAIA DAI NÃO. ATÉ QUE UMA HORA CANSOU DE DORMIR E FOI ANDAR

445070660_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.26(1).thumb.jpeg.73b29fca92ec4538fe26a56f1c175a89.jpeg574824547_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.26(2).thumb.jpeg.8b871f8edce06ade0a973079e38d97d2.jpeg1539073204_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.26(3).thumb.jpeg.666e60f0238b82ed9e89e6f0e3ba9617.jpeg220793796_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_25.thumb.jpeg.1668620c1a673187fc3bbca46c84db83.jpeg981975900_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.25(1).thumb.jpeg.89a9601eb96b936b23da5399ccf58c54.jpeg

 

E AS CALLES DE SUCRE?

1814733266_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_24.thumb.jpeg.dfd5a48c31930c041761c402de9b8ba3.jpeg1392711499_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.24(1).thumb.jpeg.85fbc421937af70195df5c1cbcf5a712.jpeg1847329977_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_23.thumb.jpeg.439bb57cdfe8f3658d929cc64f29ea78.jpeg

 

REGIÃO DO MIRADOR RECOLETA

1370358764_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_20.thumb.jpeg.53a8d3450ab8aa1b464b1e1a7542da9c.jpeg

CENTRO TA LÁÁÁÁÁ EMBAIXO, TEM QUE SUBIR ATÉ AQUI PRA CHEGAR NO RECOLETA

1648206198_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_18.thumb.jpeg.c9f31353356fcb4102e6b350aae478d5.jpeg1789374673_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.18(1).thumb.jpeg.c62e385ba0f0190f47d1911a382ec389.jpeg

 

MAIS DA REGIÃO DO RECOLETA

1436856549_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_17.thumb.jpeg.1ccc5bf58c91b50d76468a0b93124c88.jpeg

 

 

69420270_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_15.thumb.jpeg.cd389dd780dae2ab3dd1307308ecddec.jpeg

 

THOMAZ, O DOG VIAJANTE

296537458_WhatsAppImage2018-12-16at18_48_59.thumb.jpeg.50c622ecd2a75f9ad8a4d508d648f339.jpeg1635882112_WhatsAppImage2018-12-16at18_48_58.thumb.jpeg.5e6de58d3e7ee2a7c9afbf2065251672.jpeg

 

OS POUCOS CHARMOSOS ÔNIBUS DA CIDADE

363549446_WhatsAppImage2018-12-16at18_48_57.thumb.jpeg.e0e3e1304dd30486a5fab13838d9cab8.jpeg

 

 

UM POUCO DA VISTA DO RECOLETA

952962844_WhatsAppImage2019-03-26at15_21_40.thumb.jpeg.4753485661715a88dff1c8e76026381f.jpeg

 

O PRATO DELICIA QUE NÃO LEMBRO O NOME

1488978119_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(1).thumb.jpeg.e441c7be81bdd4302c4110767b59e542.jpeg

 

 

2100374618_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(2).thumb.jpeg.a506cdd049f45ed09a9d54b497fbdd6f.jpeg

 

1610560870_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(3).thumb.jpeg.7417e98d2330ed2fb9fb3e9b4d60befb.jpeg

 

340675354_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(5).thumb.jpeg.c89253722bb04e21e7a7ee08c7168b29.jpeg

 

461617335_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(4).thumb.jpeg.889a4894579148be80060abdc73e49f8.jpeg

 

OSTENTAÇÃO FORA DO NORMAL

843009987_WhatsAppImage2019-03-26at15_21_41.thumb.jpeg.42e819151ec632331a2a595ea5f62410.jpeg

  • Gostei! 3

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Em 06/02/2019 em 19:01, João Paulo Falanque disse:

Rapaz eu só comia nos mercadões , na rua , e comia muito kkkkk , não deu nada , mas mesmo assim levei remédios , mas ninguém é igual a ninguém , aguardando continuação...

Taí algo que faltou coragem, mas sobrou desejo kkk quando voltar e escalar o Huayna vou comemorar nos mercadões

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Markos, que maravilha de relato!

Por coincidência, farei uma viagem quase igual que nem a sua, só incluí Atacama e Santiago e inverti um pouco a ordem, super ansiosa para que esse relato acabe até 30 de abril, pois parto dia 1 de maio kkkkkk

#PELAMORDEDEUSACABALOGOESSERELATOPRECISODASSUASDICAS KKKKKKKKK

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por jairosouza02
      Galera, gostaria de compartilhar com vcs algumas informações sobre minha trip roots. Pode ajudar vcs minha ideia era sair em grupo fiz uma grupo no whats com umas 10 pessoas. muito confirmaram no final só 3 foram.

      Meu nome é Francisco, eu larguei trabalho, casa a porra toda e saí pelo mundo em 01 de Janeiro de 2019. Destino até onde a natureza quiser. Objetivo: aprender a prosperar do zero. Aprender novas habilidades e Conhecer novos lugares, culturas e pessoas. Meu estilo de viagem no começo era rápido, mas sem distino fixo vi que gastava muito dinheiro, então desacelerei ao ponto de passar mais de um ano em uma cidade, resultado ao invés de gastar dinheiro comecei a ganhar dinheiro, uma grande mudança.
       
      Conheci: Brasil: lugares de Recife té o matogrosso do sul, não tanto porque no início tinha que me reunir com os parceiro de trip. Bolívia, Parte da Argentina, Parte da Bolívia e Paraguay.  Minha atual localização: Foz do Iguaçu
       
      Próximos passos: outro mochilão roots pela América do Sul ou Europa agora em grande estilo porque ganhei muita experiência. 
      Quem se interessar manter contato comigo: me segue nos instagram: @chicoalhandra ou manda um email pra [email protected] - Quem sabe não rola uma nova parceria aí.
       
       
      AGORAS AS DICAS:
      PARCEIROS - Arrume pessoas comprometidas com a causa ou vc termina ficando sozinho. Combinei sair em grupo com umas 10 pessoas, muitos confirmaram, no final só 3 foram comigo. Uma coisa que aprendi é que a estrada interage com você, novos parceiros surgem e alguns seguem outro caminho ou vc segue outro caminho. Mesmo se vocÊ sair sozinho encontra um parceiro pelo caminho. Saímos em 3, um segui conosco até meitade do caminho, depois ficamos só eu e uma menina brasileira que mora na espanha, depois encontramos um alemão em um trem e ele seguiu conosco, depois eu não pude continuar e a menina seguiu com ele, depois ela encontrou outros e seguiu com eles. conexões se formam e se desfazem o tempo todo. Isso é interessante e bom.
       
      CARONA - Melhor lugar pra carona é posto de gasolina e restaurante de beira de estrada, Só caminhoneiros dão carona, em último caso tento carros pequenos. Dedo é furada, melhor forma é falar direto com o motorista e explicar a situação, minha primeira carona na vida consegui assim e foi na primeira tentativa. Em último caso se não for rota de caminhão uso dedo. Brasil é ótimo pra carona, dizem que argentina também, bolívia não rola eles cobram pela carona (mas bus é super barato lá).
       
      LOCOMOÇÃO - Carona é o melhor, mas vá preparado que algumas vezes é preciso seguir a pé. Bike fiz 1000 km, mas é cansativo, melhor se preparar antes, e vc gasta muito dinheiro porquê para manter a energia é preciso comer bastante principalmente doces nutritivos tipo paçoca. Blablacar pode ser útil em emergência é mais barato que bus.
       
      DORMIR - Melhor forma barraca que venha com capa de chuva é importante, usei uma básica, mas uma ou outra vez molhou tudo. Isolante é importante, não usei, mas dormi no chão duro cheio de pedras, é foda. Melhor lugar pra camping posto de casolina, praia, parques ou natureza no geral. No posto é só chegar de boa já no final da tarde, antes de tudo parar e analisar o ambiente, localizar o melhor lugar escondido e que não incomode o pessoal do posto. feito isso analisar os funcionários e localizar o frentista que parece ser mais de gente boa ou doideira é perguntar se naquele local ele acha que vc pode armar a barraca para descansar e sair logo cedo. Geralmente, conversando depois rola um banho free (eles custam entre 2 e 4 reais). Às vezes quando muit ocansado ou em lugar turístico me permiti uma ou duas diárias em hostel ou camping. Pra que quem trabalhar na cidade dá pra ficar de mensalista nesses lugares ou voluntariado.
       
      COMIDA - É só pedir nos restaurantes perto do final do horário de almoço. Se vc não quiser esperar vai na cara de pau e pede às 12h que eles dão. É só dizer que não tem dinheiro. Ou pedir por uma sobra que não será vendida se for o caso de estar pedindo perto do final do almoço. Ambos funcionam, falar que viaja sem dinheiro não é bom. Se vc não conseguir no primeiro, no segundo vai. No começo eu esperava o final do almoço, mas aí minha amiga cansou um dia de esperar e começamos a pedir há qualquer hora daquele dia pra frente. Na época que eu viajei de carona eu comi melhor do qeu em casa, era churrasco todo dia.
       
      BANHO - Aproveite cada oportunidade pq às vezes pode rolar um ou outro dia sem banho. Vale tudo: postos, rio, ducha nas praias, pedir pra nas pra os trabalhadores nas obras, carrafa pet de 2 ou 3L salva sua vida se achar uma toneira enche 2 delas e já rola um banho. Sempre carregue uma por carantia.
       
      ÁGUA PRA BEBER - Só pedir nas casas ou pegar nas toneiras. Não levar cantil, o melhor é garrafa pet.
       
      TRABALHO EM TROCA DE ACOMODAÇÃO - Muito bom, é só falar com o pessoal dos hosteis com antecedência, diz quando vc vai chegar na cidade. É uma ótima opção vc tem uma casa, comida e roupa lavada em troca de algumas horas de trabalho limpando piso, banheiro, atendendo hóspedes, arrumando cama. No Brasil também rola muito isso. também te dá uma oportunidade para aprender coisas novas, aprender novas linguas falando com a galera do hostel. Conhecer a cidade mais a fundo. Procurar trabalho, ganhar dinheiro fazendo sabe-se lá o q vcs inventarem.
       
      DINHEIRO e GASTO - Querendo ou não vc precisa de dinheiro é bom levar o máximo que conseguir e não gastar com besteira, só com coisas essenciais. Não existe isso de viagem sem grana, se vc não levar vai ter arrumar um jeito de ganhar pelo caminho vale vender brigadeiro, bolo, sanduiche, água no sinal ou nas praças. Água mineral é bem rentável. Já subi em abacateiro catei um monte e levei pra vender na feira eu e um amigo fizemos 80 reais chegando tarde na feira. QUANTO MAIS LENTO VC VIAJAR MENOS DINHEIRO VC GASTA. Eu passei um ano em uma cidade e recuperei o dinheiro que gastei na viagem inteira.  Se algum de vc é designer gráfico dá pra ganhar uma grana viajando, também dá pra vender suas fotos da viagem, eu sei que dá porque recentemente estou desenvolvendo um projeto pra tentar ganhar algum dinheiro com isso e sei que funciona porque já começou a render alguma coisa. É pouco mas já garante uns almoços, ou uma diária de hospedagem.
       
      EQUIPAMENTO: Não comprar nada além do essencial, vai só fazer peso e vc acaba largando pelo caminho porque não te serve de nada. Necessário barraca, mochila eu uso uma baratinha não é cargueira, ela é 40L acredito e expande pra 55 se eu não me engano, posso informar depois se alguém se interessar em saber, cabe minhas coisas quando expandida e normal posso usar como bagagem de mão pra avião (minha ideia era europa, por isso peguei ela, mas optei por america do sul). Bota é inútil e pesada, fui de chinelo de Recife em pernambuco até o Salar do Uyuni na bolívia, bike, carona, a pé. depois voltei pro brasil. O chinelo me serviu muito bem. É confortável. E como disse um mochileiro no youtube: É melhor entrar num restaurante com o pé levemente sujo de poeira do que fedendo a um chulé. Roupas nada de roupas especiais, só o básico e nessa vida andarilha MENOS É MAIS, se vc precisar de algo compra em bechó paga 5 reais por peça a medida que forem gastando. Um chapelão daquele de tecido tipo do exercito é útil o sol é foda. Talvez umas luvas pra braço daquelas de motoboy, são leves e não ocupam espaço. Nada de roupa de frio, isso se compra em brechó quando vc chega em um lugar frio. Panela leivei mas nunca usei, não precisa. Eu levaria um canivete daqueles com talheres e pronto lanterna USB me foi útil vc recarrega em qualquer lugar e ajuda nas caminhadas noturnas, tambem adptei ela pra usar na bike. Levei uma pequena caneca daquela de aluminio do exercito, usei muitas vezes mas não é tão necessario. Pretendo largar a panela e continuar só com a caneca. NADA DE LIVRO, COISA PEQUENA QUE ACUMULA PESO. Pra ler PDF no celular tá de bom tamanho.
       
      NAVEGAÇÃO: baixem o app MAPS.ME e baixem os mapas offline, é melhor que google map e tem GPS se precisar. Ele nunca me deixou na mão.
       
      O QUE APRENDI VIAJANDO: Comunicação, fazer dinheiro do zero, gerenciamento financeiro, profissão de recepcionista de hotel, inglês e espanhol (aprendi o básico em casa, e o resto no hotel falando com o povo).  E um par de habilidades de sobrevivência urbana.
       
      Insta: @chicoalhandra
      email: [email protected]
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado na Bolívia no final de 2018, se liga na vibe do nossos visinhos bolivianos...
       
      1º Dia: Partida - 26/12/2018 - 15h00 - São Paulo x Porto Quijarro - Empresa La Preferida R$315,00
           Partimos de São Paulo dia 26 de Dezembro de 2018 as 15:00pm da tarde do Terminal Rodoviário da Barra Funda. O ônibus teve um atraso de 30 minutos para que todos os passageiros guardassem suas bagagens no ônibus. A viagem é tranquila e o ônibus muito bom com banheiro e água da empresa La Preferida. Este primeiro trecho da viagem foi entre São Paulo à Porto Quijarro já na Bolívia. A viagem foi tranquila com duração de quase 23 horas e com paradas de 3 em 3 horas. 

       
      2º Dia: Partida - 27/12/2018 - 13h00 - Porto Quijarro x Santa Cruz de la Sierra - Empresa 2 de Mayo Bs$100,00 - Moto Táxi Bs$6,00 - Taxa terminal Bs$3,00 
           Depois de horas na estrada estávamos próximos ao serviço aduaneiro de fonteira terrestre - ADUANA - na fronteira com a Bolívia. Pensamos que o ônibus iria parar para que fizéssemos a saída do Brasil e depois a entrada na Bolívia, mas o ônibus passou direto na fronteira e só parou no Terminal Rodoviário de Porto Quijarro, já em território Boliviano. No terminal rodoviário trocamos um pouco de real em pesos bolivianos e guardamos nossas mochilas na sala vip da empresa La Preferida que foi gentilmente cedida aos passageiros, logo depois pegamos um moto táxi por Bs$3,00 bolivianos para retornar à fronteira para darmos a saída do Brasil na ADUANA Brasileira e firmar a entrada na ADUANA Boliviana. O trecho do terminal rodoviário até a fronteira leva menos de dez minutos. Chegamos na fronteira e atravessamos para o lado brasileiro novamente para fazer a saída do Brasil. A fila estava grande para quem fosse dar entrada no país mas para quem era brasileiro e estava dando a saída do país, no caso do Brasil, estava sendo atendido mais rápido. Fomos atendidos depois de uns 40 minutos e corremos para a fila da ADUANA Boliviana que esta um pouco menor. Carimbamos nossos passaportes e firmamos a entrada na Bolívia. Agora estávamos em dia com o controle de imigração rsss. Após todo trâmite da fronteira retornamos para o terminal rodoviário para almoçar e comprar nossa passagem para a nossa próxima parada, a cidade de Santa Cruz de la Sierra. Compramos em um dos diversos guichês na rodoviário pela empresa 2 de Mayo por Bs$100,00 bolivianos mais a taxa do terminal de Bs$3,00 bolivianos para as 13:00pm com aproximadamente 16 horas de duração. Poderíamos pegar o famoso Trem da Morte pelo mesmo valor e que também sai de Porto Quijarro mas leva um pouco mais de tempo para chegar em Santa Cruz e como estávamos com pouco tempo preferimos ir de ônibus mesmo. 
                       
           A viagem foi tranquila passando por diversas florestas e rios nos mostrando paisagens lindas do território boliviano. Fizemos algumas paradas durante o caminho para comer e ir ao banheiro pois no banheiro deste ônibus só podia mijar. Logo no começo da viagem o cobrador pediu para que quem precisasse cagar era pra pedir pra ele que eles paravam o ônibus para a pessoa fazer na estrada, pois como a viagem seria longa, se fosse fazer no ônibus mesmo ninguém aguentaria o cheiro. Mas ninguém precisou rsss. 
       
      3º Dia: Partida - 28/12/2018 - 11h30 - Santa Cruz de la Sierra x La Paz - Empresa Concórdia Bs$220,00 - Banheiro Bs$4,00 - Taxa Terminal Bs$5,00
           Chegamos em Santa Cruz por volta das 4:00am da madrugada. Ficamos aguardando o Terminal Bimodal de Santa Cruz abrir as 6:00am para poder fazer o cambio da moeda e comprar nossas passagens para nosso próximo destino, La Paz. Ficamos aguardando em alguns bancos que tem do lado de fora do terminal, quando um policial da INTERPOL abordou um de nós pedindo o documento de entrada na Bolívia. Documentos conferidos e fomos liberados rapidamente. Se não tivéssemos feito a entrada no país seríamos multados por estarmos ilegais no país pagando uma multa por este delito. 
           O terminal começou a abrir e logo vimos uma mulher vendendo as passagens para La Paz pela empresa chamada Concórdia pelo valor de Bs220,00 bolivianos, já adiantamos e compramos.  Depois entramos no terminal para aguardar nossa partida que seria somente às 11:30am, então tínhamos um bom tempo para comer, trocar dinheiro, tomar banho e dar uma volta pelos arredores do Terminal Bimodal de ônibus de Santa Cruz de la Sierra. Pagamos Bs1,00 boliviano para banheiro e Bs3,00 bolivianos para banho no terminal, isso acontece em toda a Bolívia, todo banheiro será cobrado, seja para necessidades ou seja para banho. Então separem suas moedinhas, pois elas serão muito úteis para isso. Outra utilidade para as moedas, são as taxas de embarque que todo terminal de ônibus cobra. Depois que compramos nossa passagem tivemos que ir em outro guichê para pagar a taxa de embarque do terminal que nos custou Bs$5,00 bolivianos. Dentro do ônibus antes de sair do terminal, um fiscal entra conferindo pessoa por pessoa o pagamento da taxa. 
        
        
           Andamos nas ruas ao redor do terminal e encontramos diversas barracas com comidas de rua. Tinha bastante comida típica, muitas sopas e caldos, sucos e escolhemos para começar as famosas salteñas e empanadas boliviana. São maravilhosamente deliciosas e valeu muito a pena experimentar. Comemos também o famoso cuñapé, que seria o pão de queijo boliviano. Outra delicia boliviana mas confesso que os pães de queijo da minha avó são infinitamente melhores que os cuñapé boliviano ahuahuahuahu. Desculpa aew Bolívia rs. 
           Retornamos ao terminal e embarcamos rumo a La Paz em uma viagem aparentemente tranquila mas assim que íamos distanciando de Santa Cruz o trajeto começou a ficar um pouco tenso. O trecho que passamos estava em obras e tivemos que passar por diversos desvios ao lado de desfiladeiros e enormes rios que cruzávamos a todo momento. Mais a noite o tempo mudou e começou a chover forte e o trânsito ficou bastante lento em alguns lugares. Com a noite chegando, a escuridão dominava e não tínhamos noção de onde estávamos passando, mas quando um relâmpago clareava tudo r nos dava a visão  do quão perigoso estava o trecho que estávamos passando. 
           Após o transtorno do trecho em obras fizemos mais uma parada para esticar as pernas, ir ao banheiro, comer alguma coisa, comprar água pois seria a ultima parada até La Paz. Como estava um calor de quase 30º graus desde Porto Quijarro, não nos importamos em colocar roupas de frio e seguimos em frente. Assim que o ônibus começou a chegar próximo da cidade de El Alto por volta das 5:00am da manhã sentimos o verdadeiro frio da Bolívia.

       
      4º Dia: Partida - 29/12/2018 - La Paz - Banheiro Bs$1,00 - Hostel Bs$153,00 - Van Bs$5,00 - Teleférico Bs$3,00 - Empresa Diana Tour Bs$40,00    
           Pela janela do ônibus só se via um descampado sem árvores, sem vegetação, coberto somente por uma grama curta e alguns arbustos e muito frio. Tinham diversas casas feitas de barro no meio do nada. Meu coração começou a bater mais forte e a falta de ar também começou levemente. Estava com os esfeitos da altitude, o soroche. Notei que estávamos próximos de El Alto, a última cidade antes de La Paz. O ônibus fez uma parada e mais da metade dos passageiros ficaram por ali mesmo. Perguntamos se ali seria o ponto final do ônibus. Algumas pessoas e o cobrador responderam que sim. Que teríamos que descer ali e pegar o teleférico até La Paz. Quando pegamos nossas mochilas do bagageiro do ônibus, perguntei para o motorista se ali seria o ponto final. Ele respondeu que não, que ali era ponto final pra quem era de El Alto. Subimos novamente no ônibus e ai sim seguimos rumo ao Terminal de Buses de La Paz.
           Chegamos por volta das 7:00am da manhã no terminal e bem na hora do rush. Havia muito congestionamento e resolvemos saltar do ônibus antes de chegar no terminal e continuarmos a pé o trajeto. No terminal de buses de La Paz usamos o banheiro por Bs$1,00 boliviano, compramos nossas passagens para Copacabana por Bs$40,00 bolivianos pela Diana Tour e usamos o wi-fi gratuitamente para podermos acessar o mapa no telefone para  poder seguir a pé para a Rua Sagarnaga. Esta rua esta concentrado a maioria das agências de câmbio, das agências de turismo, hotéis, pousadas e hostel. Fica bem próximo do Mercado Lanza, do famoso Mercado de las Brujas, da Igreja e Convento São Francisco, da Av. Illampu que contém diversas agências de turismo também. Ficamos hospedados no Hostel York B&B na rua Sagarnaga mesmo por Bs$153,00 bolivianos a diária por um quarto duplo, café da manhã e com banheiro privado. Como chegamos muito cedo no hostel e o check-in seria um pouco mais tarde, guardamos nossas mochilas na recepção do hostel e tomamos algumas xícaras de chá de coca para amenizar os efeitos da altitude que já estavam dando seus sinais. Ficamos por alguns bons minutos na cozinha do hostel tentando acostumar com aqueles sintomas e assim que o chá de coca fez efeito resolvemos sair pra rua para encontrar agências de câmbio para trocar nosso dinheiro e aproveitamos para dar uma volta na rua do Mercado de las Bruxas que estava começando a abrir.   
        


         


           Retornamos para o hostel para fazer o check-in, pois já estava no horário, nos acomodamos no quarto que reservamos, tomamos um belo e merecido banho, arrumamos as mochilas menores e bora pra rua novamente almoçar e aproveitar o dia que por incrível que pareça estava fazendo sol com todo aquele frio. Então não podíamos perder tempo e saímos logo em direção à Praça Murillo, um dos cartões postais de La Paz. 
       
       

           Ficamos um tempo nesta praça até que resolvemos perguntar para um guarda como se chega no Mirador Kili Kili. Ele nos orientou a pegar um tipo de van por ali mesmo em uma esquina da Praça Murillo pagando Bs$5,00 bolivianos que conseguiríamos chegar na entrada do mirador. Achamos a van e aguardamos por alguns minutos até que lotasse a van de passageiros. O percurso até o mirador durou apenas 10 minutos. A van percorre alguns lugares da cidade parando em alguns e seguiu rápido em direção ao mirador. Transporte barato, rápido e eficaz.  










           O Mirador Kili Kili nos da a visão da grandeza de La Paz. Tem uma vista impressionante da cidade. Ficamos por horas neste local, até que o tempo que estava aberto se fechou de uma hora pra outra e começou a chover até granizo. Ficamos por quase uma hora em um abrigo no mirador aguardando a chuva passar. Foi impressionante ver aquela tempestade do mirador com seus raios cortando toda a cidade de La Paz.
           Assim que a chuva deu uma trégua conseguimos ir até o ponto e pegamos a van que nos deixou na Praça Murillo novamente. De lá fomos ao mercado Camacho comer uma típica comida boliviana. Estava frio e chuvoso e nossos estômagos estavam roncando de fome. Andamos por cerca de 10 minutos e já estávamos no Mercado Camacho. Pedimos dois pratos tipicamente bolivianos porem esquecemos de perguntar quantas pessoas eles serviam ahuauhaua. Vieram dois pratos enormes, um chamado Picana Navideña e outro chamado Planchitas que juntos serviam 4 pessoas facilmente ahuahuhauhau. Fiquei pensando depois que o garçom poderia ter nos avisado rsss mas tudo bem, comemos até o cu fazer bico! kkkkkkkkkk 

       
           Barriga cheia, pé na areia! Saímos do Mercado Camacho e fomos nos aventurar nos famosos teleféricos da cidade. Foi sensacional andar por cima da cidade naquelas cabines. Parecia que estávamos flutuando sobre La Paz. O sistema teleférico em La Paz foi inaugurado no ano de 2014 ligando as cidades de El Alto e La Paz. Hoje em dia La Paz contém 9 linhas integradas levando 18.000 pessoas por hora, facilitando o trânsito caótico gerado pela geografia caprichosa do lugar. As linhas são interligadas, porém cada uma delas será cobrado uma tarifa de Bs$3,00 bolivianos caso tenha que trocar de linha. 
         


       
       

            Retornamos ao hostel para descansar um pouco e aclimatar pois o soroche estava acabando com nosso fôlego e o coração disparava a toda hora. Como íamos subir mais ainda resolvemos ficar de booooa no hostel pois logo de manhã iriamos sair em direção ao Terminal de Buses de La Paz para tomar o ônibus para o nosso próximo destino, a cidade de  Copacabana às margens do lago mais alto do mundo, o Lago Titicaca.
       
      5º Dia: Isla Del Sol - 30/12/2018 - La Paz x Copacabana x Isla Del Sol
       
      (((((Continua no próximo post))))
       
      Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp
      Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
       

       (...)


×
×
  • Criar Novo...