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Exato. Foz do Iguaçu é uma das cidades com maior movimentação turística de todo o país. É muito preparada, possui diversos atrativos e ainda soma uma tríplice fronteira com Paraguai e Argentina, que também pode visitar na mesma viagem. Além de tudo, ainda é um local relativamente barato.

O estado do Paraná possui outros atrativos específicos, mas aí depende do seu interesse. Tem a capital, Curitiba, que também é bonita, organizada e com vários pontos turísticos. Ali próximo também é possível fazer um bate e volta para o litoral, ilha do mel e especialmente para a serra do mar e cidades históricas como Antonina e Morretes... há uma hora de distância também tem o Parque Vila Velha em Ponta Grossa e o Cânio do Guartelá em Tibagi... enfim, tem bastante coisa.

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@Rodrigues Fran tudo bem ?!

 

De fato, a "primeira cidade a visitar" seria oque já foi sugerido acima.

Em geral, tirando essas cidades citadas, não há muita estrutura no turismo, oque pode lhe trazer alguma dificuldade se não estiver de carro.

Tem um programa semanal na TV local, que trata do turismo no estado.

Sugiro buscar no YouTube por "Meu Parana RPC", aí você consegue ter uma noção de alguns pontos a visitar.

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  • 5 meses depois...
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Em 08/02/2019 em 09:34, Rodrigues Fran disse:

Planejo uma viagem para o Paraná e estou aceitando sugestões de qual a primeira cidade a visitar lá?

Se puderem me ajudar agradesço 😁😘

Olá.

Sou daqui, já morei no sul, na metropolitana, conheço parte do norte, o leste e moro no noroeste do estado. Posso garantir que existem muitas opções, e para todos os gostos. Uma pena que além de Foz do Iguaçu não há tanta divulgação turística do nosso Estado, mesmo Curitiba tem muitas coisas interessantes que não são divulgadas.

Para melhor ajudar, seria preciso saber qual sua intenção de viagem! Sua vertente é mais aventureira? Radical? Gastronômica? Histórica? Ou prefere juntar tudo e aproveitar o máximo de uma cidade/rota em específico?

Para todos os casos vou anotar algumas cidades que eu indicaria para cada situação:

Aventura

Prudentópolis, Faxinal, Sapopema, Roncador, Ponta Grossa, União da Vitória entre outras.

Radical

Prudentópolis, Foz do Iguaçu, Turvo, Sapopema, etc.

Gastronômica

Curitiba, Campo Magro, Prudentópolis, Campo Mourão, e mais.

Histórica

Ponta Grossa, Lapa, Curitiba, Antonina, Londrina, Fênix, Campo Largo, Palmeira, etc.

Existem muitas outras, se vc precisar de algumas orientações das cidades que conheço, estou à disposição. Algumas informações vc poderá encontrar no blog que escrevo, apesar de poucas (escrevo) nos momentos que a Faculdade me permite, hshs.

 

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  • 1 mês depois...
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Ilha do Mel merece uns 3 dias pra conhecer a ilha com calma. Um dia só vai ser como se vc tivesse ido numa praia qualquer, nem compensa pegar o barco pra ir lá e voltar no mesmo dia, acho muito corrido, além das praias tem muita trilha bacana pra fazer

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6 horas atrás, Brenda Monteiro disse:

A Ilha do mel é possivel visitar em um dia? E a capital Curitiba oq posso fazer a dois?

Curitiba tem muita coisa bacana, museus (com exposições incríveis de arte, história), tem a parte histórica da cidade tem igrejas importantes, tem a propriedade Leão Junior, a comunidade ucraniana; parques como Jardim botânico, Parque do Japão, Parque Tinguá, Parque Barigui, entre outros. Tem o turismo gastronômico noturno com bares tradicionais, e/ou temáticos, indicaria Bar do Alemão no Largo da Ordem, no mesmo Largo além da história todo fim de semana tem uma feira imensa de artesanato e antiguidades. Na parte gastronômica não noturna, tem restaurantes que oferecem experiências muito legais, como Velho Madalosso em Santa Felicidade, o Nova Polska (tradução polonesa na fazenda) esse fica na região metropolitana em Campo Magro (18Km). Também tem a descida da serra de trem saindo do terminal rodoviário e indo até a histórica Antonina, super recomendo.

Bom esse foi só um pitaco do que dá para fazer na capital paranaense é uma viagem que vale muito a pena. Só recomendo um bom planejamento antes de ir para aproveitar o máximo da cidade, e de preferência mais que 3 dias, hshshs.

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      Olá pessoal, compartilhando com vocês esse passeio que fiz com meu namorado até Baia Formosa/RN de carro - buggy saindo de Natal/RN. Somos de Natal e assim como a maioria das pessoas que vivem aqui, não costumamos fazer esse tipo de passeio (apesar de ser um desperdício já que temos um litoral incrível, cheio de paisagens espetaculares) no máximo vamos as praias urbanas e só. No dia anterior ao passeio entrei em contato com o pessoal do insta @baiaformosa.rn e pedi uma indicação de passeio que poderíamos fazer em um dia  percorrendo a maior parte dos atrativos. Em Baia Formosa existem basicamente 3 tipos: buggy, quadricíclo e 4x4 onde opamos pelo de buggy por ser mais em conta para duas pessoas (R$ 350), lá você encontra até por R$ 280, mas como não conheciamos optamos por esse. Assim eles nos indicaram o cara que acredito ser o melhor e mais conhecido bugueiro da região, Welligton (84-99114-1756 @bugueirowellingtonbf) uma pessoa incrível, extremamente pontual e responsável. Ótima escolha!
      Depois de agendarmos com Wellington no dia anterior, partimos de Natal para Baia formosa de carro pela BR101, esse trajeto muito tranquilo dura cerca de uma hora e meia. Fomos direto para o centro da cidade onde havíamos marcado com ele as 9:30h e de lá partirmos para o primeiro destino que seria dá uma passada em Barra do Cunhaú para conhecer esse lindo lugar que faz parte do município vizinho a Baia Formosa, Canguaretama. Fomos pela praia antes que a maré subisse e o ja nos primeiros metros ainda na praia principal de Baia Formosa nos encantamos desde o inicio com um dos cenários principais da novela Flor do Caribe: água calma, tranquila, falésias, areia, vegetação...

      O passeio pela praia é de boa e leva de 15 a 20 minutos até Barra do Cunhaú. Chegando lá a visão é muito linda! Quem nos recebe é o rio Curimataú que em encontro com o mar fica verdinho e tranquilo. Nesse trecho a areia é bem branquinha e o pessoal pratica kite surf aproveitando os ventos favoráveis a esse esporte na região.
      Ali no rio ficamos por cerca de 40 minutos, tomando banho, agua de coco e deitando nas redes que eles colocam dentro da água. O consumo de bebidas e comidas nesse ponto é um pouco salgado mas é aquilo né, lei da oferta e da procura: colo lá tem poucas barracas, eles vendem caro mesmo.
      Depois pegamos o buggy e voltamos para Baia Formosa mas não mais pela praia e sim por dentro de uma fazenda pois o mar ja estava alto e nao havia faixa de areia para o carro passar. Essa mudança do trajeto já é informada desde o inicio para que a pessoa saiba que vamos passar por esse lugar que também é bem legal onde é cobrado um pedágio de R$ 10,00 por carro. Dentro dessa fazenda podemos ver a mata nativa de restinga, com vários rios e lagos entre dunas (tinha até vacas rssr). O Bugueiro nos leva ao alto de uma duna para ver a baia e é tudo muito perfeito: o mar com diversas tonalidades de azul, a areia, o coqueiral!!!

      Esse passeio por ali, com a parada na duna deve dá por volta de 30 a 40 minutos. Dali fomos em direção a Lagoa Araraquara mais conhecida como lagoa da coca-cola devido a tonalidade de suas águas que lembram o famoso refrigerante. Pra chegar lá saímos da fazenda e pegamos a estrada asfaltada de entrada da cidade, atravessamos todo o centro dela (passamos em frente da casa do campeão mundial de surf 2019 Ítalo Ferreira) descendo pelas praias do centro e indo em direção ao Sul . A lagoa fica dentro de uma reserva florestal muito importante para o RN e Brasil, a mata da Estrela que é o maior remanescente da mata atlântica sobre dunas do país, para chegar lá nós passamos por dentro dessa mata que é belíssima diga-se de passagem. A lagoa é muito interessante mesmo com suas águas escuras e quentes onde permanecemos por cerca de 30 minutos.
      Depois disso, partimos em direção a ultima praia do litoral potiguar, a praia do Sagi. No caminho passamos pelo farol do Bacubari e Museu do Mar, uma inciativa particular de um senhor que coleta espécies marinhas mortas na região e enterra numa espécie de cemitério que ele organizou. Depois ele expõe os cascos de tartarugas e ossos de animais interessantes como golfinhos, baleias, peixe-boi e outros.
       
      Continuando o passeio chegamos na praia do Sagi e como já passava das 12:00h, fomos direto no restaurante "reservar" nosso almoço. Aqui uma dica interessante dele: Fomos na Ombak - Camarão, cachaça e MPB (@cahacaria) para dá uma olhada rapida por lá, já que é uma cachaçaria bem interessante, ver o cardápio e já fazer o pedido (pois a montagem do prato demora uns 40 minutos) ou seja, escolhemos e fomos dá um passeio enquanto ficava pronto. Sim, isso é possivel!!!  Então, como tínhamos essa possibilidade, fomos direto para o limite entre o RN e PB que é o estuário do rio Curimataú, um lugar muito lindo  e tranquilo. Ali ficamos uns 30 minutos tomando banho no rio/mar e relaxando. Nesse espaço tem umas barracas onde se pode beber e comer petiscos. Ali também você consegue fazer passeio de barco e salto de tiroleza.
      Depois retornamos para o Ombak e o prato estava pronto, um camarão no coco verde com arroz maravilhoso, acompanhado com suco fresco de caju e de sobremesa cocada (R$ 95,00). Dali fomos fazer o passeio de canoa no Rio Sagi com direito a parada para tomar banho no interior do mangue num trecho com terra clara e plana. Quem for fazer esse passeio não deixe de conhecer Toreba, uma figura muito engraçada e carismática da região. O passeio com ele é super animado e interessante ($20 por pessoa) e dua reca de 30 minutos ou até 2 horas se a pessoa quiser ficar tomando banho de rio. Como queríamos apenas conhecer foi bem rápido. Vale salientar que quem quiser pode tomar banho de lama também  e não custa nada rrsrs.
      O passeio se encerra com a volta para o centro de Baia Formosa porém antes ainda teve uma surpresa do nosso bugueiro: ele nos levou para ver o por-do-sol num lugar fantástico!!! Não vou descrever, confiram na foto...

      Depois desse espetáculo o bugueiro ainda brincou com a gente fazendo manobras radicais e dando aquele grau de aventura ao passeio. De lá voltamos ao centro onde nos despedimos com a certeza que em breve voltaremos para aproveitar mais desse paraiso tão pertinho aqui de nós.
    • Por Paulonishi
      11/03/2020
      Cobá é um dos sítios arqueológicos mais interessantes da região, com o grande diferencial que se pode explorar e subir em grande parte das construções, o que para mim é uma experiência ainda mais enriquecedora!
      O relato aqui tá bem resumido porque preferi dar mais ênfase no vídeo que fiz, e pode ser acompanhado no link que deixarei abaixo. A intenção é justamente ajudar aos outros exploradores mochileiros como eu a montar suas viagens tendo em vista o menor custo com o maior proveito possível da viagem.
      Continuando as andanças pelo México, mais precisamente na Riviera Maia, acordei muito cedo e fiquei aguardando até às 7h para o café. Guardei a mochila maior no depósito (gratuito) e, como o sistema do café da manhã é self service, me servi bem...  Fiz o checkout, recebi os $50 de volta (depósito que paguei quando cheguei ao hostel) e cheguei ao ponto de vans às 07:30h.

      Como não havia nenhuma lá, perguntei se era ali mesmo e um motorista de outra van disse que sim, mas que demorava. Fiquei na praça de Tulum e vi a tal van que parou em um semáforo. Perguntei ao motorista e ele só indicou o lugar, que era onde eu estava inicialmente. Fui para lá e ele disse que a van só saía com 20 pessoas, o que demoraria até umas 8h ou 9h da manhã. Bom,usei o tempo para tirar fotos pela praça e arredores. Ficar parado assim me incomoda. Sentei em um banco e fiquei escrevendo este relato até quando vi uma movimentação na van e fui até lá. Outro motorista disse que poderia aguardar sentado e entrei. Eram 08:44h e, além de mim só havia mais duas pessoas. A van lotou às 09:10h e ainda assim só saímos às 09:17h. Havia muitos estranjeiros. Ainda bem que me posicionei mais cedo, porque senão seria bem apertado. O preço ficou em $70.


      Chegamos a Cobá às 10:00h e a van nos deixou quase na portaria. Comprei a entrada por $80 e comecei a explorar o lugar.

      Logo no início, as primeiras construções já impressionam, como o jugo de Pelotas e seus arcos.

      A caminhada é grande e existem bicicletas para alugar ou táxi (triciclo com motorista pedalando). O caminho é bem arborizado mas as atrações carecem de placas informativas. Procurei não demorar muito na entrada e seguir direto às atrações distantes, para depois, na volta, poder ver com mais calma e menos gente. O sol estava escaldante e recomendo levar água e algo para comer pelo caminho.

      Como mencionei, a possibilidade de poder subir nas estruturas torna o passeio ainda mais interessante...
      Na pirâmide subi num único fôlego. As pedras são muito escorregadias e requerem cuidado. Existe uma corda central que ajuda tanto na subida quanto na descida. A vista é muito bonita, como se abaixo a vegetação formasse um tapete verde encobrindo todas as construções, com exceção do topo dos templos mais altos. Ainda que o fluxo fosse grande no topo, como subi rápido, levei vantagem e pude tirar boas fotos, com pouca interferência. Na descida fui cuidando com as pedras lisas e cheguei rapidinho.


      Depois fui ao observatório e, por fim, à praça das estelas, passando pelo templo das pinturas antes. Mais uma vez ficaram devendo mais informações, porém a riqueza das obras supera esse detalhe. O mapa offline do Google Maps foi de vital importância.

      O lugar é gigante e as construções, que são nomeadas por grupos, são muito distantes! Prepare-se para caminhar muito... Por isso que é essencial ir na parte da manhã, pois se pode aproveitar melhor o lugar e não ter tanto sofrimento com o sol da tarde.

       

      Na volta procurei nem pensar no quanto os pés doíam. Já quase no final, lembrei que faltavam alguns prédios atrás da Plaza de Pelotas e, para a minha surpresa, tinha uma outra pirâmide bem alta (la Iglesia), mas que não se podia subir.

      Próximo, havia uma equipe fazendo filmagens com crianças para uma novela. Dei a volta e tirei as últimas fotos no lugar.

      Saí às 13:15h. Fazia um sol terrível e agora, fora da cobertura das árvores, senti o pescoço e rosto queimando. Segundo o Strava, foram quase 8 Km de caminhada pelo sítio arqueológico!

      Um detalhe interessante e que é muito bom usar é a rede de WIFI gratuita disponibilizada na região próximo à portaria de entrada. Pude mandar mensagens e compartilhar algumas fotos, além de poder usar o banheiro gratuito e bem limpo.

      Fui em busca da van de retorno e, perguntando daqui e dali, disseram que só havia ônibus, que saía em frente a igreja. Lá fui eu e o pior que o horário era às 15:10h e o preço $100.

      Quase uma hora e meia de espera... No sol! 
      Fiquei olhando cada van que passava para ver se não seria da empresa que vim. Às 14h passou um ônibus da Mayab. Fiz sinal mas o motorista disse que o destino era Valladolid. Bom, agora já sei que de Cobá à Valladolid tem ônibus de ida e volta. Ainda mantendo a esperança, vi a van passando e retornei mais um pouco, pois tinha um rapaz que veio comigo. Nesse meio tempo, apareceu um ônibus feio e as pessoas atravessaram a rua para pegar. Fui no bando para ver qual era, mas subi e o motorista já fechou a porta... Agora já era.

      Perguntei o valor para Tulum e, para a alegria geral do povo mochileiro, era mais barato ainda: $50! Peguei uma poltrona bem na frente para filmar, mas não deixeide colocar o cinto, como sempre. Tirei o tênis e as meias. Meus dedos estavam bem úmidos e doloridos, pelo constante vazamento de líquido das calos. Pelo menos dava para dar uma respirada até chegar. A viagem foi bem mais rápida do que com a van e o motorista me deixou na rua atrás do hostel.

      Fui pisando em espinhos até o Hostel, onde peguei a mochila e água também, enchendo a garrafa. Tirei o tênis, coloquei um Band aid no pior dedo e calcei os chinelos. Pelo alívio que deu, consegui voltar a caminhar.
      Na rodoviária, comprei a passagem à Valladolid por $110 e a atendente disse que seria uma van. Para mim não tem problema, pois era mais barato e escolhi a poltrona 3, na qual poderia filmar a viagem e esticar as pernas lá na frente.

      Segui para a taqueria pedir uma saideira... Não de bebida, mas de empanadas! Foram 2 de queijo e mais um taco de asada. Comi primeiro com o molho verde e nada... Resolvi colocar o vermelho. Até chorei! Rsrs. Pior que não pedi nada para tomar e comi uns limões para ajudar, se é que isso seria possível. O valor foi de $30 e saí satisfeito para o terminal.

      Esperei menos de 20 minutos e o ônibus chegou, sendo anunciado. Levantei, apresentei o bilhete, guardei a mochila maior no bagageiro e me posicionei na poltrona 3. A van era bem confortável, o ar condicionado agradável e com tomada USB funcionando! Coloquei o celular para carregar, mandei as últimas mensagens pelo wi-fi gratuito e, pontualmente, saímos de Tulum.

      A viagem foi bem tranquila. Estiquei bem as pernas e fiquei observando a sinalização,  que difere da nossa em alguns aspectos,  como por exemplo,  os veículos  podem transitar pelo acostamento para dar passagem a outro e, por isso, ele tem a pintura tracejada.  Pelo caminho  foram muito poucas curvas pois tudo era plano é de ótimo asfalto. 
      O próximo destino será Valladolid!

      Gastos:
      $70+$50 (transporte Cobá), $80 ingresso, $30 empanadas, $110 ônibus  Valladolid, $400 hostel, $128 compras. Total $768 (pesos mexicanos)
       
      Desculpe o resumo, mas no vídeo tá bem explicadinho, inclusive a história do lugar e das principais construções:
       
       
       
       

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