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15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 2: Penha

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Penha DDD (47)

Período:  24/02 a 03/03/2018
Cidades:  Penha, Balneário Piçarras

A Costa Verde e Mar encanta principalmente pela beleza do litoral, destacando-se o Roteiro Costa Esmeralda com Itapema, Porto Belo e Bombinhas que apresentam, além das belíssimas penínsulas recortadas, enseadas abrigadas e vilas de pescadores, os melhores locais para mergulho do estado. Além disso, aliados às opções de surfe, windsurfe, voo de ultraleve, trilha e cicloturismo como o Circuito Costa Verde e Mar, mostram a vocação ecoturística da região. Entretanto, o principal destino desse polo turístico é o badalado Balneário Camboriú com ampla infraestrutura turística e posição estratégica, próxima aos aeroportos de Navegantes e Florianópolis e a diversificados atrativos turísticos como o Parque Beto Carrero World (BCW), as belas praias e festas típicas do Vale Europeu.

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Ficamos hospedados em Penha, em Armação. Nessa viagem, foram visitadas apenas Penha e Balneário Piçarras. Em outra viagem, em 2012, ficamos hospedados em Balneário Camboriú e visitamos Porto Belo e Bombinhas também.

Ficar ou não ficar em Penha? Se você pesquisar sobre o assunto, verá que a maioria vai desencorajar se hospedar nessa cidade. A opinião mais geral é que o único atrativo é o BCW, que as praias são feias e que a infraestrutura deixa a desejar, indicando Balneário Camboriú como a opção mais viável na região. Realmente, concordo que essa é a primeira impressão que Penha passa e que fica registrada para os visitantes, os quais divulgam essa imagem. Aquele que opta por se hospedar na cidade, não encontra hotéis de grande porte e/ou mais sofisticados. Ao andar a pé por uma das principais vias que liga o BCW à praia, a Av. Alfredo Brunetti, vai se deparar com uma avenida mal cuidada, com vários trechos sem calçada, com terra ou mato e o jeito é andar na rua. Ao chegar à Praia da Armação, vai encontrar uma praia sem calçadão, com construções pé na areia que dificultam o acesso aos visitantes e com vários pontos onde grandes manilhas despejam um líquido suspeito na areia da praia que escorre ao mar. À noite Penha parece morta, porque a maioria dos visitantes do BCW foi embora para dormir em outras cidades. Então, tudo isso desencoraja o turista e, com uma procura baixa, a cidade não investe em infraestrutura. Entretanto, isso é um círculo vicioso, não tem infraestrutura porque não tem demanda ou não tem demanda porque não tem infraestrutura? Penha tem um potencial turístico enorme a ser explorado, mas não faz absolutamente nada. Se conseguisse abocanhar uma parcela significativa dos visitantes do BCW - são milhares de visitantes por dia - seriam milhares de leitos ocupados e milhares de clientes em restaurantes e no comércio em geral. Penha tem um litoral recortado com belas praias e costeiras, cercadas de morros recobertos com vegetação preservada, mas que acaba esquecido pelos visitantes do BCW no esquema bate e volta. Então, concordo que a infraestrutura precisa melhorar muito e que a cidade carece de uma revitalização, mas mesmo assim acho que vale a pena estender a visita para conhecer o litoral da cidade.

Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade.

Índice

A cidade

Como chegar

Quando ir

Onde ir em Penha
Onde ir em Balneário Piçarras

Onde ficar

Onde comer

Dicas (Contatos úteis, Postos de Informações Turísticas, Fontes, Receptivos Turísticos e Dicas)

Sugestão de roteiros

Relato de viagem

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.net63.net

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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A cidade 

Penha está localizada Microrregião da Foz do Rio Itajaí e tem área de 58,748 km². Possui 25141 habitantes (dados IBGE 2010) e faz limite com as cidades de Balneário Piçarras e Navegantes. Possui clima subtropical, com temperaturas médias de 20,4ºC. Tem pluviosidade significativa ao longo do ano, não apresentando uma estação seca, mas o verão apresente um índice pluviométrico maior.

Como chegar 

Penha tem fácil acesso, por meio de transporte rodoviário ou aéreo. Está localizado a 120 km da capital. O aeroporto mais próximo está na cidade de Navegantes e ainda há outra opção de aeroporto em Joinville.

De Penha, Navegantes está localizada a 20 km; Balneário Piçarras está localizada a 5 km.

  • Aeroporto Internacional de Navegantes - Ministro Victor Konder, R. Osmar Gaya, 1297, Meia Praia, Navegantes, 3342-9200
  • Rodoviária de Balneário Piçarras, Av. Getúlio Vargas, 333, 3345-2090, Balneário Piçarras

Transporte Navegantes/Penha/Balneário Piçarras:

  • Existe linha regular de ônibus que faz esse trecho (do tipo circular com roleta)

Dicas e comentários sobre transporte:

  • A linha Navegantes/Penha/Balneário Piçarras serve como circular entre os bairros dessas cidades. Peguei essa linha para ir de Penha para Balneário Piçarras e na volta quase perdi, pois estava esperando um ônibus com o letreiro “Penha”, mas vem escrito “Navegantes”. Não sabia que a linha era Navegantes/ Balneário Piçarras passando por Penha
  • A linha Navegantes/Penha/Balneário Piçarras passa perto das praias de Penha. Provavelmente para algumas praias, seja necessário caminhar um pouco. Talvez exista um circular de Penha que passe pelas praias mesmo
  • Para ir às praias de Penha, fui a pé. A Praia Alegre e a Praia de São Miguel não ficam próximas, mas também não é tão longe, é possível ir andando

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Nanci Naomi
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Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

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Quando ir 

A alta temporada se dá no período de férias escolares (meados de dezembro a carnaval e julho) e nos feriados prolongados, quando o BCW fica cheio. A cidade parece viver em função do BCW, mas a grande maioria não fica hospedada em Penha. Muitos se hospedam em Balneário Camboriú e até em Blumenau e as agências oferecem traslado e ingressos. No verão, acredito que as praias de Penha fiquem mais movimentadas, mas parece que não são tão frequentadas quanto os outros destinos da região Costa Verde e Mar. Para aproveitar o BCW com mais qualidade e curtir uma praia com mais calor, particularmente eu sugeriria o período logo após o carnaval ou novembro ou a primeira quinzena de dezembro, fora da alta temporada, mas com o BCW abrindo todos os dias. Para assistir o show Natal do Shrek, no BCW, confira a programação, mas geralmente acontece entre novembro a fevereiro.

A cidade tem infraestrutura turística, mas não oferece hotéis de grande porte e/ou tão sofisticados como, por exemplo, em Balneário Camboriú. A oferta de hospedagem e alimentação é mais limitada, mas há opções abertas o ano todo. Convém observar que na baixa temporada alguns roteiros como, por exemplo, os passeios de barcos podem estar inoperantes, além disso, é mais provável que algum brinquedo do BCW possa estar fechado para manutenção.

Eventos em Penha:

  • Festa do Divino, entre maio a junho, no Centro, próximo à Igreja Matriz. Três dias com missa solene, espetáculo de representação da coroação do imperador, procissão, almoço e baile de encerramento
  • Festa Nacional do Marisco, próximo ao Carnaval, na Av. Nereu Ramos (ao lado do Shopping de Verão), Praia Alegre. Gastronomia típica à base de frutos do mar, shows e apresentações folclóricas

Eventos em Balneário Piçarra:

  • Festival de Teatro, em abril, no Centro Cultural e em outros pontos da cidade
  • Mostra de Dança da Associação Parafolclórica Angelina Blahoblazoff (APAB), em maio
  • Piçarraiá, em julho, com a Maior Canjica do Brasil

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Onde ir 

Em Penha:

Penha, a Capital Nacional do Marisco, é mais conhecida por causa do BCW, mas também tem belas praias.

  • Museu Porto Amado, Av. Elizabeth Konder Reis, 467, Armação, 3398-0038 e (48) 3228-1807, visita mediante agendamento. Instrumentos de navegação, apetrechos de pesca e objetos antigos do cotidiano das famílias de pescadores locais, além de ossadas de baleias com mais de 100 anos
  • Capela São João Batista (1759). Vista panorâmica da baía da Armação do Itapocorói, bom para ver o por do sol
  • Beto Carrero World, R. Inácio Francisco de Souza, 1.597, Armação, 3261-2222 / 2354 / 99142-3989, bilheterias às 8h30, parque das 9-18h; show O Sonho do Cowboy das 18-19h, www.betocarrero.com.br Áreas temáticas: Ilha dos Piratas, Triplikland, Vila Germânica, Avenida das Nações, Velho Oeste, Mundo Animal, Aventura Radical, Terra da Fantasia e Madagascar. Destaque para a Big Tower, a FireWhip, o Madagascar Crazy River Adventure. Infraestrutura com agência do Banco Bradesco, caixas eletrônicos BB, Caixa e 24H, farmácia, ambulatório com plantão médico e duas ambulâncias, cadeiras de rodas, aluguel de scooter e de carrinhos para crianças, estacionamento (pago à parte), guarda-volumes (pago à parte), serviço de fotos nas atrações, lojas da grife Beto Carrero e Betinho Carrero, lojas diversas de suvenires, restaurantes, lanchonetes, sorveterias, etc

Praias:

  • Praia Alegre, próxima da SC-414, na divisa com Balneário Piçarras, entre a foz do Rio Piçarras e a foz do Rio Iriri, abriga o Portal Turístico de Penha; águas calmas e limpas, faixa larga de areia com estrutura para campeonatos esportivos e eventos de lazer como apresentações artísticas e musicais, árvores centenárias ao longo da Av. Beira-Mar com calçadão agradável parcialmente sombreado pelas árvores, ciclovia, alguns bares, restaurantes e hospedagens. Do atracadouro, na foz do Rio Piçarras, partem passeios de escuna com duração de 1h30min, a partir da ponte do Rio Piçarras, praias de Penha e Balneário Piçarras até a Ilha Feia sem desembarque (avista-se a Caverna do Diabo), parada de 30min para banho no Porto da Roça. Escuna Aventura Pirata (passeios) & Capitão Gato (pescaria), R. Arno Volpi, 14, Ponte do Rio Piçarras, Praia Alegre, 3345-4627 / 9977-1851, [email protected], www.escunapirata.com.br www.capitaogato.com.br dez-Carnaval: às 9h, 10h45, 14h30, 16h e 17h30; Carnaval-nov: sex-seg às 10h45, 14h30, (recesso de 22/mai-21/jul), 40,00; saídas garantidas apenas com o mínimo 8 pessoas
  • Praia do Bananal, acesso por uma trilha que parte do canto esquerdo da Praia Bacia da Vovó e segue por dentro de mata fechada, mas beirando o mar (não tem saída para a Praia Alegre por causa do rio). A praia é uma pequena faixa de areia entre rochedos, deserta
  • Praia Bacia da Vovó, águas calmas e claras, piscinas naturais, casas de veraneio. Nos seus limites, rochedos com sítios primitivos, ou Oficinas Líticas abrigam marcas deixadas por povos indígenas que viveram na região
  • Praia da Saudade (ou Prainha ou Aristocrática), pequena enseada com muitas casas de veraneio, calçadão, alguns quiosques e estacionamentos; ondas mais fortes, águas limpas, natureza preservada e costões para pesca e mergulho
  • Praia da Lola, continuação da Praia da Saudade, águas calmas
  • Praia do Quilombo pode ser considerada uma continuação da Praia da Armação; antigo reduto quilombola, hoje repleto de casas de veraneio e alguns quiosques; tem pousadas e restaurantes na região; há um trecho com rua beira-mar, sem construções pé na areia. Ondas mais fortes, boa para surfe
  • Praia da Armação, 6 km de extensão, águas calmas, urbana, apresenta uma sequência de casas de veraneio, apenas alguns quiosques à beira-mar, mas tem opções de restaurantes na Av. Itapocorói e imediações que também conta com hospedagem e comércio. Não tem calçadão e os acessos da Av. Itapocorói à praia estão espremidos entre as casas. Alguns barqueiros oferecem passeios na região. Alguns dividem o lado direito em 3 praias com nomes distintos, mas é uma sequência natural. Do lado esquerdo, alguns também separam a Praia do Quilombo. Nessas duas extremidades, tem trechos com rua beira-mar
  • Praia da Fortaleza, continuação da Praia da Armação, o seu nome se deve à rocha que emerge do mar, lembrando uma fortaleza aos antigos navegadores da região, águas calmas
  • Praia do Manguinho, ao lado da Praia da Fortaleza, areia lodosa, venda de mariscos e sede de marinas, águas calmas
  • Praia da Cancela, ao lado da Praia do Manguinho, delimitada pelas pedras de um lado e pelo trapiche do outro lado; águas calmas e vista panorâmica da baía de Armação e da Igreja de São João Batista
  • Praia do Trapiche (ou Armação do Itapocorói), pequena, águas calmas, restaurantes e petiscarias, vista panorâmica dos barcos de pesca artesanal, belo pôr do sol. No píer, pescadores se aglomeram na ponta e crianças e adolescentes usam como trampolim para mergulho. Tem um calçadão curto, um playground, um coreto que parece ter sido pintado recentemente e 2 ou 3 barracas de artesanato. Tem um farol. A vila de pescadores foi o berço da colonização açoriana da região. Uma quadra para dentro, fica a Igreja de São João Batista, de onde se descortina uma vista panorâmica da praia. Tem pousadas na região. Aluguel de caiaques no trapiche, 9121-2163, dez-fev das 9-19h; mar-nov dom das 9-18h. Equipamentos e curso de snorkeling na Loja Agnel – Pesca e Náutica, Av. Itapocorói, 1.914, Armação do Itapocorói, 3345-6897, seg-sáb das 8-18h
  • Praia do Cascalho, ao lado da Praia do Trapiche, pequena, águas calmas, pedregosa, tartarugas. No lado direito, tem uma rua beira-mar. No final dessa praia, na Ponta da Cruz, existem sambaquis com registros dos primeiros habitantes que viveram nesta área antes dos colonizadores
  • Praia da Paciência, perto da Ponta da Vigia, o acesso pode ser feito de carro por uma estrada de terra ou por uma trilha pela costeira que parte do canto direito da Praia do Cascalho; bem pequena, águas calmas, com formações rochosas. A praia é deserta, sem construções, mas tem uma barraca simples lá
  • Ponta da Vigia, localizada no Morro da Vigia, acesso por estrada de terra, é um mirante com vista das praias da região. Dizem que antigamente era observatório de aproximação de baleias. Não possui infraestrutura
  • Praia Grande, acesso fácil pela estrada; vista para a Ponta da Vigia e o Farol; águas limpas e claras, ondas mais fortes, principalmente do lado esquerdo, boa para surfe, com infraestrutura de hospedagem e alimentação no bairro. Do lado direito, tem enseadas delimitadas por pedras com águas mais calmas. Tem um calçadão e uma rua beira-mar, sem construções pé na areia
  • Praia do Poá, continuação da Praia Grande, alterna trechos rochosos com extensões de areia, águas calmas e claras, natureza preservada e costões para pesca e mergulho. Aqui, a rua passa mais para dentro e há uma sequência de construções pé na areia
  • Praia de São Roque, pequena faixa de areia que só aparece na maré baixa, deserta, sem construções, ondas mais fortes, costões, procurada para a captura de mariscos e siris
  • Praia do Monge, acesso por trilha do lado esquerdo a partir da Praia Vermelha. Pequena, águas calmas e claras, tem uma propriedade particular que fica do lado esquerdo da praia
  • Praia Vermelha, acesso por uma estrada de terra que parte da R. Tijucas. Areias grossas, águas limpas, ondas mais fortes, boa para surfe, cercada de morros cobertos com mata preservada, algumas casas de veraneio e um restaurante simples. Do lado esquerdo dessa praia, parte uma trilha para a Praia do Monge; do lado direito, para a Cachoeira da Praia Vermelha, também conhecida como Trilha das Nascentes. No alto da estrada, a R. do Turismo (continuação da R. Tijucas), tem um mirante que é usado para voo livre (Voar Alto Escola de Parapente, 3371-0609 / 9953-9496, www.voaralto.com.br / Asas do Litoral, R. Domingos Rampelotti, 1.434, São Roque, Itajaí, 8409-0350 / Escola de Parapente Tribo do Vento, 9128-6574, 9980-5215, www.escoladeparapente.com.br) e para ver o nascer da lua cheia. Dizem que o nome Praia Vermelha vem do fato das areias ficarem vermelhas por alguns dias depois de uma chuva forte, quando a água carrega as terras de coloração avermelhada para a praia
  • Praia do Lucas, acesso por trilha a partir do lado direito da Praia Vermelha, águas calmas e limpas, deserta, natureza preservada, pequenas faixas de areias separadas por costões que são bons para pesca e mergulho
  • Cachoeira da Praia Vermelha, acesso por uma trilha que parte do lado direito da Praia Vermelha ou por trilha que parte da R. Tijucas. Deserta, sem infraestrutura
  • Praia da Galheta, acesso por trilha que parte da vila da Praia de São Miguel. Praia pequena, isolada, tem apenas algumas casas, mas não tem infraestrutura turística
  • Praia da Galhetinha, acesso por trilha que parte da vila da Praia de São Miguel. Praia muito pequena e completamente deserta
  • Praia de São Miguel (ou Prainha), na divisa com Navegantes, vista de Navegantes, Itajaí, Praia Brava e Balneário Camboriú; acesso a essa praia é todo asfaltado; pequena, águas calmas e limpas com muitos barcos de pescadores; é uma vila de pescadores com vários mercados de peixe, alguns bares, restaurantes, chalés e campings; não tem calçadão e tem um trecho com construções pé na areia

 

  • Artesanato nas lojas ao longo da BR-101, km 105 ao 110
  • Mundo das Placas, BR-101, km 110, sentido SC para PR, 99124-0111

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Trilhas:
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Dicas e comentários sobre passeios:

Penha:

  • Venta pouco nas praias e o calor é bem forte (em fevereiro); talvez o vento dependa da época do ano
  • Quase toda praia é cercada por costões, onde sempre tem um pescador e você pode parar para pegar uma dica de trilha. Entretanto, recomenda-se o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região, pois as trilhas não são sinalizadas e passam ou por mata fechada com bifurcações ou por costeiras com pedras expostas
  • A Praia Alegre é uma praia urbana, mas agradável. Do lado direito, tem um rio com barcos ancorados e um manguezal. Tem uma espécie de molhe de pedras e um píer. Uma ciclovia e um calçadão parcialmente sombreado por amendoeiras e uma faixa gramada segue ao longo da praia. Do outro lado da rua também há algumas árvores, principalmente no início e no final da praia, não é contínuo. As construções não são pé na areia, ficam do outro lado da rua. Conta com infraestrutura básica com alguns bares, restaurantes e hospedagens. Tem restaurantes na rua da praia, mas há mais opções (restaurantes, padarias, lanchonetes, bares) na Av. Nereu Ramos que é paralela à rua beira-mar, uma rua para dentro. Tem mar calmo e faixa larga de areia, onde ocorrem campeonatos esportivos e eventos de lazer. Do lado esquerdo tem estrutura montada na areia para eventos aos finais de semana como campeonatos de futebol de areia e outros. Desse lado, também tem um rio e do outro lado já é Balneário Piçarras. O rio tem pedras em ambas as margens, provavelmente para contenção. Daí parte o passeio da Escuna Aventura Pirata com destino às praias e à Ilha Feia, mas fora da alta temporada é difícil formar grupos e a saída ocorre somente com o mínimo de 8 pessoas. Do mesmo rio, mas pelo lado de Balneário Piçarras, sai um passeio semelhante da Escuna Vó Nica. Disseram que o passeio da Vó Nica é mais interessante, por passar por mais praias e ir até a Ponta da Vigia. Porém, o pessoal gosta bastante da Escuna Aventura Pirata por causa da temática
  • A Praia do Bananal é perfeita se quiser sossego total em meio à natureza. Não há construções e o acesso por trilha reduz o número de visitantes. O acesso é feito apenas por trilha que parte do canto esquerdo da Praia Bacia da Vovó e segue por dentro de mata fechada, mas beirando o mar. Não tem saída para a Praia Alegre por causa do rio
  • A Praia Bacia da Vovó tem acesso por via asfaltada, mas uma caminhada bem gostosa e curta pelo lado esquerdo da Praia da Saudade também dá acesso a essa pequena praia, com rua beira-mar, calçada sombreada com muitas árvores, com alguns bancos, bem gostoso para andar ou para sentar e curtir a natureza - a pequena praia é cercada de mata preservada. Tem casas de veraneio que ficam do outro lado da rua sem saída. No lado direito tem um posto de salva-vidas, mas estava fechado, sem ninguém. No lado esquerdo, a subida à pedra, oferece um belo visual da praia
  • A Praia da Saudade tem acesso por via asfaltada, mas outro caminho interessante é uma trilha bem curta que parte do lado esquerdo da Praia do Quilombo, beirando a costeira. O primeiro trecho da caminhada é pela areia e pedras. O trecho final da caminhada segue pela mata em trilha bem demarcada e limpa. O lado direito da praia tinha um pouco de sargaço. É uma praia com rua beira-mar e casas de veraneio somente do outro lado rua. Essa praia tem pouca sombra, tem algumas árvores do lado direito apenas e um canteiro com plantas entre a praia e a calçada que segue ao longo da rua até a próxima praia. Alguns chamam o canto direito de Praia da Lola
  • A Praia do Quilombo tem águas mais limpas do que em Armação, mas ainda suspeitas. Do costão esquerdo da praia, trilha às praias da Lola, Saudade e Bacia da Vovó
  • A Praia da Armação é a mais próxima do BCW e deveria ser um cartão-postal da cidade, mas infelizmente está poluída e não tem um calçadão beira-mar. O jeito é andar pela areia da praia pulando as valas com um líquido suspeito que escorre ao mar. Vários pontos com grandes manilhas despejavam um líquido na areia. Apresenta uma sequência de casas de veraneio pé na areia e tem poucos quiosques na praia. As construções pé na areia dificultam a entrada dos visitantes que tem que procurar pelos poucos acessos da Av. Itapocorói à praia que estão espremidos entre as casas. Tem barcos ao longe. Do lado esquerdo, tinha um pouco de sargaço. Precisa verificar a balneabilidade da praia. Quando visitei, parecia suja e placas indicavam de fato que estava imprópria para banho, mas muitos ignoravam a placa e se banhavam
  • A Praia da Fortaleza, Praia do Manguinho e Praia da Cancela parecem sujas e têm pontos de despejo de um líquido suspeito na areia que escorre ao mar, mas é frequentada por banhistas. Verifique a balneabilidade
  • A Praia do Trapiche e a Praia do Cascalho têm menos pontos de despejo de líquido na praia, conforme vai se afastando, mas água ainda parece suja. A Praia do Cascalho tinha bastante sargaço na areia, deixado pela maré
  • A Capela São João Batista, apesar de precisar de uma restauração, é muito bonita. Do alto, oferece uma vista parcial da praia, pois tem muitas construções na frente
  • A Praia da Paciência parece limpa e estava lotada no sábado. Na verdade, não tinha tanta gente assim, mas como a praia é bem pequena, tem pouco espaço para acomodar os visitantes. Tem uma trilha pela costeira que parte do canto direito da Praia do Cascalho, não é longa, mas segue por cima das pedras
  • Disseram que o acesso à Ponta da Vigia é possível por trilha a partir do lado direito da Praia da Paciência (não sei se tem trilha pela costeira do lado esquerdo da Praia Grande). Porém, a trilha segue pela costeira, pelas pedras, com trechos expostos e, para subir até o mirante na Ponta da Vigia, o mais indicado é usar uma corda, pois a subida é íngreme. Por isso, é melhor ir pela estrada que é de terra, estreita, mas sinalizada e cênica. Segue em meio à vegetação e oferece belas vistas panorâmicas ao longo do percurso. Logo, à direita, avista-se uma pequena enseada cheia de pedras e desce uma trilha até ela. A enseada fica ao lado da Praia Grande, separada apenas por um morro e uma costeira. Dá para ir de carro, pois a estrada de terra é boa. Para ir a pé, não é longe, mas é uma subida íngreme. É só seguir até o final da estrada. Ao terminar a estrada, bem na reta, tem uma trilha que vai dar na ponta, onde dá para ver o caminho íngreme que desce até a costeira abaixo, provavelmente esse é o trecho que disseram que teria que usar corda. A Ponta da Vigia é natureza pura e simples, não espere encontrar restaurante ou qualquer tipo de estrutura no topo ou no caminho
  • A Praia Grande é uma praia urbana, mas agradável e tem infraestrutura de hospedagem e alimentação na área. Tem um calçadão e uma rua beira-mar; as construções não são pé na areia, ficam do outro lado da rua. A praia é descontinuada, dividida por pedras. Do lado esquerdo, tem ondas mais fortes, sinalizada com bandeiras vermelhas e com a presença de salva-vidas. À direita, tem águas calmas. Do lado esquerdo, começa uma trilha que passa entre o morro e a costeira e vai em direção de uma pequena enseada (aquela avistada no início da subida pela estrada da Ponta da Vigia). Do lado direito, a caminhada pela areia/pedras leva à Praia do Poá
  • Praia do Poá: disseram que tem passagem até a Praia Vermelha e, no canto direito, tem trilha pela costeira e é possível ver algumas trilhas pelo mato, que seguem paralelas à costeira, na beirada, mas parecem ter pouco uso e estavam bem fechadas. Alguns trechos têm fendas, com precipícios, sendo necessário contorná-las e/ou passar pelo mato
  • A Praia de São Roque fica entre a Praia do Poá e a Praia do Monge. Segundo informações de sites de turismo de Penha, o acesso se dá por trilha a partir da Praia Vermelha, mas é uma caminhada pela costeira, por cima das pedras com trechos ruins para passar; vi alguns trechos de trilha um pouco mais para dentro, pela vegetação, mas estavam muito fechados, provavelmente pela falta de uso. Indo pela estrada de terra (R. do Turismo), tem um mirante à beira da estrada com uma bela vista da Praia de São Roque logo abaixo, mas o local estava cheio de mato e o acesso à praia não era visível, não parecia ter trilha para descer. Parece completamente deserta
  • Praia do Monge, acesso por trilha do lado esquerdo a partir da Praia Vermelha; tem uma estrada de acesso a essa praia, que parte da R. do Turismo, mas é uma estrada particular, fechada com portão, da propriedade particular, única construção da praia. Tirando essa propriedade, é uma praia quase deserta, pois o acesso por trilha reduz o número de visitantes. Tinha muita madeira, parecia pedaços de galhos de árvores na areia da praia. Do lado esquerdo tem uma bela costeira e subindo ao alto do morro, descortina-se uma vista panorâmica. O caminho segue inicialmente pelas pedras. Em alguns locais, a costeira é íngreme e/ou tem fendas, mas geralmente dá para passar por trilha mais por cima, entre a vegetação que é de baixo porte. Porém, as trilhas estão bem fechadas e tem um tipo de bromélia com folhas serrilhadas que arranham bastante se não tomar cuidado, também tem uma planta que lembra capim gordura e outros tipos de capim. Tem hora que a trilha fecha por completo e aí tem que voltar para as pedras. Saí da costeira para o morro que está com o mato roçado – dá para ver de longe, pois, além do morro ser alto, a coloração verde mais claro se destaca na paisagem. Tem uma bela vista lá de cima, principalmente de uma enseada à esquerda (seria a Praia de São Roque?). De lá, avistei uma estrada calçada, acho que é o acesso a essa propriedade particular
  • A Praia Vermelha é uma praia pequena e frequentada mais por esportistas. As ondas fortes chamam os surfistas, o mirante reúne os praticantes de voo livre e a cachoeira atraem os trilheiros. Se gostar de caminhar, o percurso pela Rua Turismo (rua entre a Praia Grande e a Praia Vermelha) é bem agradável. É uma estrada de terra que segue dentro da mata, sendo, por isso, sombreada em boa parte dela. Às margens dessa estrada, perto do acesso à praia, fica o mirante que é usado para voo livre. Aos finais de semana e alta temporada, os instrutores para salto de parapente costumam ficar lá, aguardando os clientes. Se quiser voar e não perder a viagem, convém confirmar com uma das agências previamente. O visual desse mirante é bem bacana, dá para ver todo o mar à frente e, nas laterais, parte da Praia Vermelha e do Monge, pois a outra parte está encoberta pela vegetação
  • Cachoeira da Praia Vermelha, acesso por trilha que parte da estrada de terra que leva à Praia Vermelha (R. Tijucas) ou por trilha que parte do lado direito da Praia Vermelha. A trilha da R. Tijucas à cachoeira é bem mais fácil e curta, só a entrada dela pela rua que é difícil de achar para quem não conhece a trilha, pois não é sinalizada e provavelmente passará despercebida. Optamos pelo segundo caminho. Fomos à Praia Vermelha e caminhamos pela areia da praia, seguindo à direita. Atravessamos algumas pedras que delimitam uma nova faixa de areia, formando mais uma praia. Tem algumas trilhas mais para dentro, pela vegetação, mas é tranquilo passar pela areia e pedras. Não tem erro, basta seguir até encontrar uma praia bem pedregosa com pedras mais alaranjadas e verá um pequeno córrego que deságua na praia com uma queda de no máximo 1m de altura e pouco volume d’água, mas talvez na época chuvosa, o volume seja mais significativo. A água é muito transparente e límpida. Procurei uma trilha, mas fiquei na dúvida por onde seguir, pois não achamos um caminho demarcado. Acabamos subindo praticamente por dentro do córrego (mais tarde fiquei sabendo que existe uma trilha sim e a entrada dela fica na praia, a uns 50 a 100 m antes de chegar ao ponto onde o córrego deságua). Como estava com pouca água, era fácil de andar pelas pedras na beira do córrego sem molhar os pés. Acompanhamos o córrego até sairmos em um local mais aberto. Nesse ponto eram claramente visíveis 2 trilhas, uma à esquerda* e outra à direita. Peguei a trilha da direita que é bem curta, demarcada, limpa, quase plana e desemboca na R. Tijucas. Depois, fiquei sabendo que não conheci a Cachoeira da Praia Vermelha, pois teria que ter subido mais um pouco, continuando a acompanhar o córrego. *Disseram que a trilha da esquerda vai dar na Praia de São Miguel, pois ela cruza com a trilha de São Miguel a Praia de Galhetas. Entretanto essa trilha é longa e tem muitas bifurcações, portanto o risco de se perder é alto
  • Praia da Galheta, acesso por trilha que parte da vila da Praia de São Miguel. A Praia de Galhetas tem algumas (cerca de 5) casas que são, na maioria, de pescadores. Do lado direito dá para avistar uma praia minúscula onde tem uma espécie de rancho/barraco. Do lado esquerdo, tem um costão usado para pesca. Na Praia de São Miguel, o acesso à trilha da Praia de Galhetas se dá pela rua que passa em frente à Capela de São Pedro, seguir até o fim (para o lado esquerdo, para quem olha a capela de frente). Logo no início, já oferece belo visual da praia emoldurada pela vila abaixo e, no horizonte, pelos prédios de Navegantes. Tem 3 caixas d'água à direita, subir pela trilha que, no início, é íngreme e erodida com raízes de árvores. Logo, aparece a primeira bifurcação e seguimos à direita, mas acho que os 2 caminhos se encontram adiante e desembocam em uma trilha mais aberta e plana que segue perpendicular à subida pela qual viemos**. Seguimos à direita (não sei onde a trilha da esquerda vai dar). Tem várias bifurcações e seguimos sempre pela principal, mais aberta e limpa. Estava bem demarcada, com mato cortado e aparado recentemente. Porém se estivesse com mato, não sei se seria possível identificar a trilha principal ou se seria fácil se confundir e pegar uma bifurcação errada. Bifurcações novas são abertas e antigas se fecham, gerando um emaranhado de caminhos. A trilha sobe, fica plana e depois desce à Praia de Galhetas. Perto da praia, a trilha segue próxima a costa com o visual do mar e da Praia de Galhetas abaixo. **Cuidado na volta, se estiver distraído é capaz de passar reto e perder esse ponto para descer às caixas d'água, aí você vai descobrir onde aquela trilha da esquerda vai dar
  • Praia da Galhetinha, acesso por trilha que parte da vila da Praia de São Miguel. A praia é muito pequena e completamente deserta. O acesso à trilha se dá pelo lado esquerdo da Capela de São Pedro (para quem olha a capela de frente), seguir reto até bater na mata, onde começa a trilha - a entrada é bem marcada. A trilha começa subindo, depois desce. O início é bem demarcado, mas depois vai ficando mais fechado. Desci uma bifurcação à direita que terminou em uma costeira antes da primeira prainha. Retornei e desci outra bifurcação mais à frente, que desceu na areia da primeira prainha (acho que daria para ter seguido pela costeira até a prainha). Visando alcançar a segunda prainha adiante, tentei uma próxima bifurcação que terminou em uma bananeira cortada (já tinham me alertado para o fato de as trilhas possuírem bifurcações abertas justamente para cortar os cachos de banana no meio do mato). Ainda tentei mais uma bifurcação, mas estava íngreme (subida), escorregadia, estreita e cada vez mais fechada, quando desisti. Mais tarde, me disseram que não tem trilha, que para passar entre essas duas prainhas, tem que ir pela costeira, mas que era ruim para passar. Enfim, a trilha não é longa, mas não há nenhuma sinalização e há várias bifurcações que confundem
  • A Praia de São Miguel tem 2 bicas que desembocam à esquerda da praia - o pessoal do bairro diz serem potáveis. Na rua tem mais uma bica, mas disseram que a água de uma bica mais acima era melhor, que é onde os moradores pegam água para beber. Desse lado, se sair da areia da praia e subir, pegando um caminho entre as construções, chega-se à rua acima. Se seguir até o final da rua, tem um belo visual da praia. Tem uma espécie de portal com uma placa da Casa do Padre. Aí começa uma trilha bem marcada que vai dar no costão, mas depois a trilha some. Seguimos pelo costão com belo visual da Praia de São Miguel à direita e de uma pequena praia à esquerda. Um pescador me disse que dava para seguir pela costeira para ir às próximas praias, mas que tinha pontos perigosos e só os pescadores é que passavam por lá, que o melhor seria pegar a trilha por dentro da mata. Das proximidades da Capela de São Pedro, saem duas trilhas distintas, uma para a Praia da Galhetinha e outra para a Galheta
  • Do lado direito da Praia de São Miguel, é possível seguir pela costeira ou pegar uma trilha que corta a mata fechada do morro para a praia vizinha de Navegantes. A trilha pela costeira é curta, mas tem alguns trechos que é preciso sair das pedras e entrar pelas trilhas que estão bem fechadas pela beira do mato. Disseram que a trilha pelo morro, dentro da mata fechada, é mais longa e tem uma grota, então tem que subir, descer e depois subir e descer de novo para chegar ao outro lado
  • Segundo informações de pescadores da região, não dá para ir da Praia de Galhetas à Praia Vermelha pela costeira, pois tem uma fenda que não dá para passar. Informaram que existe uma trilha que sai da Praia de São Miguel e vai até a Praia Vermelha pelo meio do morro/mata, mas a trilha não é demarcada devido ao pouco trânsito, tem várias bifurcações e só o pessoal de lá é que conhece, além de ser cansativa cerca de 2,5h de caminhada. Disseram que a trilha para a Praia Vermelha sai do meio dessa trilha que fizemos da Praia de São Miguel à Praia de Galhetas, mas não souberam me explicar o ponto exato da bifurcação. Disseram que a trilha passa por algumas cachoeiras bonitas, mas tem várias bifurcações e caminhos que se cruzam, feitas pelos pescadores e outros que entram na mata, por exemplo, para cortar cachos de bananas e o risco de se perder é grande. Segundo informações de locais, essa trilha cruza com a Trilha da Cachoeira da Praia Vermelha

****************************************
Nanci Naomi
http://nancinaomi.net63.net

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Dicas e comentários sobre passeios:

BCW:

  • A pergunta que não que calar: vale a pena ir ao parque? E a comparação à Disney também é inevitável. Achei que valeu sim, o parque bem cuidado e tem muitos funcionários. Porém, é uma opinião pessoal e sem bases de comparação, pois nunca fui à Disney e nem mesmo ao finado Playcenter (1973-2012; e agora ressuscitado como Playcenter Family - 2018). Se quiser relatos e comparativos, tem muitos sites e blogs especializados em parques e a leitura vai longe...
  • Encontrei várias dicas óbvias e algumas contraditórias na internet; preferi me restringir ao site oficial e ao Viaje na Viagem (VnV)
  • É altamente aconselhável ler a FAQ do site do parque antes mesmo de programar a viagem. Antes de comprar pacotes e /ou passagens e reservar hospedagem, olhe o calendário de manutenção do parque que publica com bastante antecedência as datas nas quais os brinquedos ficarão fechados para manutenção, pois você pode querer mudar de período se o teu brinquedo preferido estiver interditado. Lá também tem algumas dicas e informações importantes
  • Confira o calendário de funcionamento no site oficial, mas usualmente o parque abre todos os dias em jan, fev, jul, nov e dez; de qui-dom em mar-jun, ago, set; de qua-dom em out. Obs.: em alguns feriados, abre a semana toda do feriado
  • Disseram que os melhores dias para ir ao parque são no final do mês e no começo da semana. Fui em uma segunda e terça-feira da última semana de fevereiro e o movimento no parque estava bem tranquilo (mais vazio na terça-feira, quando não tinha fila no FireWhip, era sair do brinquedo e entrar de novo; dava para escolher onde sentar, pois saía incompleto, uma vez saiu com apenas 5 pessoas). Já no primeiro sábado de março, quando passei em frente ao parque, o movimento estava grande e um dos funcionários disse que eram esperadas cerca de 8 mil pessoas, mas em dias de pico já chegou a receber 17 mil visitantes. Porém, li em vários sites que nos meses de férias, o movimento se inverte: mais lotado no meio da semana e mais tranquilo no final de semana. Se puder, fuja de janeiro, julho e feriados
  • Concordo que 2 dias é o ideal, pois 1 dia é pouco, principalmente se quiser ver os shows. Para 1 dia de parque, selecione os brinquedos e os shows de sua maior prioridade; verifique os horários dos shows e encaixe os brinquedos no restante do tempo. Fica corrido, só dá para cobrir o essencial e só funciona se o parque estiver com pouco movimento e, portanto, com poucas filas. Fiz 2 dias de parque, mas mesmo assim só consegui repetir 1 brinquedo; pulei os muito infantis e todos os pagos à parte (mal dá tempo de fazer o que já está incluído), assisti todos os shows (exceto Excalibur) e consegui tirar fotos com todos os personagens
  • Concordo que é melhor comprar o ingresso antecipadamente pelo site, pois tem desconto e, com o voucher impresso, você já vai direto à entrada do parque. Entretanto, acho que comprar com muita antecedência pode não ser vantajoso, pois 1 dia de antecedência já dá direito ao desconto e é bom acompanhar o site para ver se tem promoção. Um casal me disse que já tinha comprado o ingresso quando apareceu uma promoção. Eles procuraram a administração do parque e conseguiram converter a diferença no valor dos ingressos para créditos a serem usados dentro do parque
  • Os preços dos ingressos na bilheteria variam pouco ao longo do ano. Porém para a compra antecipada, o desconto é maior na baixa temporada (mar-jun e ago). Pode ser considerada uma média temporada (final de fev, depois do carnaval; set a primeira quinzena de dez) e a alta temporada (segunda quinzena de dezembro a carnaval e julho) com descontos sucessivamente menores. Além de mais caro, o parque provavelmente estará mais cheio e o aproveitamento será menor
  • O ingresso te dá direito à maioria dos shows e brinquedos quantas vezes quiser. Porém, há algumas atrações pagas à parte com o show Excalibur, o Portal da Escuridão, o Kart, o Super Carros, o voo panorâmico de helicóptero e alguns brinquedos infantis
  • O estacionamento do parque é pago à parte. Existem outras opções nas proximidades (no final da Av. Alfredo Brunetti, perto da rotatória; e na própria rua do parque, do outro lado da via) por preço inferior. Porém, se usar um desses estacionamentos, terá que atravessar a rodovia (não há faixa de pedestres) e caminhar um pouco para a direita ou a esquerda para alcançar o acesso por cima do córrego. Considere esses fatores se for alta temporada (muito trânsito), se estiver com crianças pequenas, etc.
  • Aconselho, no verão, a ir de roupa bem leve, pois o calor é forte. Também é indicado ir de roupa que seque rápido, pois tem brinquedo que molha, mas no calor é até gostoso. O Tchibum molha bem, principalmente quem está na frente do carrinho, o último quase não molha (são 3 em cada carrinho). O Madagascar Crazy River Adventure pode molhar um pouco se você passar debaixo de um jatinho d’água (como o bote passa rodando, você pode passar ou não debaixo dos jatinhos). Um tênis confortável também vai bem, pois o parque é grande e você vai andar bastante de um para o outro, por causa dos horários das atrações, dos shows e da sessão de fotos com os personagens
  • Não vi necessidade de comprar o guarda-volumes, pois não é prático voltar para buscar algum item deixado lá. Achei melhor levar tudo comigo. Na maior parte dos brinquedos, você pode levar a bolsa ou, em alguns deles, há um local onde é possível deixar os pertences. Convém carregar tudo em uma mochila pequena e de preferência impermeável ou acomodar em sacolas plásticas o que não pode ser molhado. A mochila é mais prática do que deixar os pertences nos bolsos da roupa. No FireWhip e na Big Tower há um local para deixar os pertences que fica junto aos monitores e é seguro, já que não circulação de pessoas nessa área - o acesso fica fechado e só é liberado depois que o grupo da vez descer e sair; nos demais brinquedos você pode levar os pertences e geralmente o monitor orienta. No Tchibum e no Madagascar Crazy River Adventure, como pode molhar, é bom levar os itens protegidos contra a água, pois lá não existe onde deixar os pertences
  • Se quiser sair do parque, terá apenas 20 min para voltar; depois disso sua entrada será bloqueada pelo sistema e só poderá entrar mediante pagamento de um novo ingresso. Disseram que fizeram isso para impedir que as pessoas almoçassem fora do parque. Particularmente, mesmo que não houvesse essa restrição, eu almoçaria no parque para não perder um tempo precioso a ser aproveitado nos brinquedos
  • É proibido entrar com alimentos e bebidas, mas as bolsas não são revistadas (já tive bolsa revistada em outros parques)
  • O Castelo das Nações é a entrada do parque e concentra parte da infraestrutura com agência do Banco Bradesco, caixas eletrônicos BB, Caixa e 24H, loja da grife Beto Carrero e Betinho Carrero, loja da Super Carros, café, guarda-volumes, etc. Vi umas fotos antigas e gostei mais, tinha cara de castelo medieval, acho a pintura atual meio psicodélica. Na entrada tem uma mistureba de luminárias/enfeites pendurados no teto que formam uma poluição visual, mas é bonitinho. Faz parte da área temática conhecida como Avenida das Nações
  • O parque tem boa infraestrutura. Conta com agência do Banco Bradesco, caixas eletrônicos BB, Caixa e 24H, farmácia, ambulatório com plantão médico e duas ambulâncias, cadeiras de rodas, aluguel de scooter e de carrinhos para crianças, estacionamento (pago à parte), guarda-volumes (pago à parte), serviço de fotos nas atrações, lojas da grife Beto Carrero e Betinho Carrero, lojas diversas de suvenires, restaurantes, lanchonetes, sorveterias, etc.
  • Existe uma Praça de Alimentação na Avenida das Nações que concentra vários restaurantes, lanchonetes e confeitarias, mas há diversas opções nas outras áreas também. Na praça, tem bufês (livre ou por kg), churrasco, pratos executivos, massas, porções, pizzas, lanches, pastéis, etc. Optei pelo bufê por kg (na praça existem 3 restaurantes com mesmo preço e qualidade semelhante - a comida é boa), pois a intenção era comer pouquinho para poder sacudir nos brinquedos depois do almoço sem o risco de passar mal; então não ficou caro, apesar do preço do kg não ser barato
  • É bom pegar um mapa na entrada do parque. É possível checar o mapa previamente no site do parque também
  • Concordo que é bom chegar cedo para aproveitar ao máximo e também para pegar filas menores, já que não são todos que chegam às 9h
  • Fica um amontoado de gente na frente do parque, principalmente quando chega alguma excursão, quando todos param para tirar uma foto com o castelo ao fundo. Sugiro entrar logo e deixar a foto para depois ou você tira uma foto rapidinho mesmo com um monte de gente ao fundo ou você chega bem cedo para tirar a foto antes
  • Tem a Tenda de Medição de Crianças, mas se quiser ir direto ao brinquedo, o monitor mede na hora e põe a pulseira colorida. Dependendo do brinquedo, a criança que não tem a altura mínima não pode ir, em alguns pode ir com acompanhante ou pode ir em área diferente (por exemplo, no Betinho 4D pode ir na cadeira fixa)
  • Alguns dizem que o melhor horário para os brinquedos mais concorridos (área radical, Madagascar Crazy River Adventure, Raskapuska, Montanha-russa do Tigor e roda gigante) é logo pela manhã, assim que o parque abre. Outros disseram que tinha menos fila à tarde, no horário dos shows, o que faz certo sentido também, mas acho que depende muito do brinquedo/dia/sorte para pegar fila menor
  • Placas ao longo da fila indicam tempo de espera a partir daquele ponto. Também há um aplicativo do parque que você pode instalar no celular para saber o tempo de espera nas filas
  • Alguns brinquedos tem fila separada para os que estão sozinhos ou não se importam de separar do grupo, o single rider. Em outros, o monitor grita e chama 1 ou 2
  • Em média, os shows duram cerca de 1h. Acho que o show do Madagascar foi um pouco mais curto, uns 40min. Verificar horário dos shows. Tem shows que não dá para fazer no mesmo dia por serem seguidos (lembre que você perde tempo no deslocamento de um teatro para outro e também na fila para entrar)
  • Cheguei uns 30min antes de cada show e consegui pegar bons lugares, mas mesmo com o movimento tranquilo no parque já tinha muitas pessoas sentadas. Por isso, se quiser um lugar específico, tem que chegar com bastante antecedência, principalmente no show do Blum, cujo teatro é menor
  • A Praça de Eventos recebe diversos eventos, como o show Natal do Shrek que tem 25min de duração e geralmente acontece entre novembro a fevereiro, ao final do dia (é cancelado nos dias de chuva)
  • O finalzinho da tarde, no horário do show, é definitivamente melhor para tirar fotos (1 dia você vai ao show; no outro, você tira fotos), por exemplo, no portal do Madagascar, quando conseguirá fazer pose com ninguém, ou quase ninguém, ao fundo. A Vila Germânica, a Ilha dos Piratas, o Velho Oeste e o Mundo Animal também rendem boas fotos
  • Fotos com os personagens: Kung Fu Panda, no Chapéu Gigante (em dias de chuva, no Memorial Beto Carrero), sessões de 15min às 10h, 11h15, 13h45, 15h15. Turma do Betinho Carrero, nas Botas Gigantes, sessões de 15min às 11h35, 12h15, 12h45, 14h30, 15h40 (em dias de chuva, no Memorial Beto Carrero às 10h25, 12h45, 13h15, 15h40. Tirei foto com o Betinho Carrero, a Lully e o Peninha de Águia. Não vi os outros personagens: Maldockinho, Billy Biu e Joy Boy. Parece que eles aparecem depois, mas os monitores não me avisaram e fui embora. Noutro dia, na entrada do parque, vi esses personagens e pude completar minhas fotos com a turma do Betinho Carrero). Madagascar, na Área temática Madagascar (em dias de chuva, no Teatro Madagascar), sessões de 15min às 11h15, 13h30 e 15h45 para tirar foto com o Alex, a Glória, o Rei Julien e o Mort; logo em seguida tem outra fila para tirar foto com os pinguins. Shrek, na Vila Germânica (em dias de chuva, no Memorial Beto Carrero), sessões de 15min às 10h45, 12h05, 14h30, 16h. Megamente, na Monga às 14h15, no FireWhip às 15h e no Portal da Escuridão às 16h45 (em dias de chuva, na Cavalaria). Normalmente, no local determinado para a aparição dos personagens, tem um cartaz com os horários das sessões de fotos e postes para delimitar a fila. Se o parque estiver cheio, tem que chegar com bastante antecedência para pegar lugar na fila, pois, como a sessão de fotos dura apenas 15 min, dependendo do tamanho da fila, mesmo que seja cedo, os monitores fecham a fila e não deixam entrar mais, avisando que só poderá tirar foto na próxima sessão. Achei bem organizado. São vários monitores que colocam pequenos postes para delimitar e organizar a fila e se alternam para ficar com os celulares e câmeras para tirar a foto (é permitida apenas uma pose da família/grupo). Os monitores também têm o cuidado de perguntar o nome das crianças, principalmente dos bem pequenos, para chamá-los na hora da foto e fazê-los olhar para a câmera. Bem, eles tentam, mas geralmente os pequeninos ficam é olhando para os personagens
  • Na saída dos brinquedos, em uma posição estratégica para você passar obrigatoriamente em frente, fica o balcão das fotos e você pode ver as imagens nas telas. Minhas fotos ficaram horríveis, principalmente nos radicais, de boca aberta e gritando, mas é divertido ver as imagens
  • Na área temática conhecida como Aventura Radical, fica o Stair Mountain: montanha-russa com queda inicial de 35m e 2 loopings; estava em manutenção no período em que estive no parque
  • Na Aventura Radical, fica o FireWhip: montanha-russa invertida, os trilhos ficam por cima e as cadeiras ficam penduradas e soltas (não é um carrinho), em um circuito de 700m com 5 loopings que atinge quase 100 km/h e 4,5 vezes a força da gravidade. Você sobe, sobe e sobe. Daí o carrinho para um pouco lá em cima (não sei se por necessidade mesmo ou só para fazer um pouco de suspense), você olha tudo pequeno lá embaixo e então, ele desce fazendo aqueles parafusos e a gritaria começa, mas acaba rápido. O Mirante FireWhip é legal, a montanha-russa passa por cima da gente, bem pertinho
  • Na Aventura Radical, fica a Big Tower: torre com 100m de altura que atinge 120 km/h na queda. Você sobe, sobe e sobe. Daí o carrinho para um pouco lá em cima, você olha tudo pequeno lá embaixo (já ouvi essa história antes...) e então, ele desce muito rápido, tão rápido que quase não dá tempo de gritar e/ou rezar. Como acaba muito rápido, quase não dá tempo de ficar com medo
  • Na Aventura Radical, fica o Tchibum: uma montanha-russa na água com barquinhos que sobem a 15 m de altura e despencam a 80 km/h em um tanque de água, segundo a descrição do site oficial, mas não senti tudo isso, não achei radical, só molha! Prefira sentar no terceiro (e último) banco se quiser molhar menos, pois o primeiro molha mais. Talvez não tenha sentido a emoção por ter experimentado logo depois do FireWhip e do Big Tower
  • Na Aventura Radical, tem o Extreme Show que é legal para adultos e crianças. Acho que os meninos (filhos e pais também) vão gostar mais. Enquanto esperamos, o Zé Galinha vai aquecendo. Ele é engraçadinho. Depois chega o apresentador que interage com o público. Tem um desfile do Super Carros (Camaro amarelo, Ferrari vermelha, Mustang azul) e uma votação do público (com palmas) para escolher o carro preferido. Depois o apresentador do show escolhe uma pessoa do público para dar uma volta no carro escolhido. É propaganda, você também pode ir, é só pagar (a partir de 20,00 você pode tirar uma foto no carro). Para mais uma propaganda, o apresentador sorteia um passeio de Kart também. Por último, sortearam uma pessoa para dar uma volta em um dos carros do show e tinha tanto argentino que uma foi sorteada. A volta foi tranquila, pois só tinha um carro na pista, o motorista fez as manobras, mas sem o risco de colisão com outros veículos. Para ser sorteado, acho que ajuda usar uma roupa e/ou acessório que chame a atenção e fazer escândalo também. O principal é o show com 6 carros, 2 motos e um caminhão fazendo manobras no meio de uma vila cenográfica. Faz bastante fumaça dos pneus dos carros durante o show e dependendo da direção do vento, deve ser desagradável. Dá para ver da lanchonete também, que tem uma parede envidraçada para a área do show e tem hora que parece que os carros vão bater nela. Porém, acredito que no palco a visão seja bem melhor
  • Fazem parte também da Aventura Radical, mais alguns brinquedos que são pagos à parte e o Gorila Gigante que é só para fotos, mas é legal
  • Na área temática conhecida como Terra da Fantasia, tem o passeio de trem que parte da Estação João A. de Queiroz que dá acesso às demais atrações dessa área. É bem infantil, mas é bacana e o circuito de 5 km tem um pouco de tudo, incluindo o assalto do trem com o resgate do Beto Carrero e uma mistureba de temas. O percurso contorna o lago e atravessa uma área de mata fechada. O lago tem algumas ilhas com animais. Seguimos o curso de um córrego, entramos na boca de uma cobra e vemos reproduções de tartarugas, tatus e caracóis gigantes. Uma placa indica a Fazenda Beto Carrero. Pouco depois acontece o assalto do trem com o resgate do Beto Carrero. Do nada, surge a vila do Papai Noel, depois os dinossauros e cobras. A fila estava extensa, mas cabe bastante gente no trem. Perdendo uma saída, tem que esperar um pouco, pois o passeio é longo e demora para o trem voltar. Não vi diferença entre sentar de um lado ou outro, pois tem atrativos de ambos os lados, mas o Beto Carrero se aproxima pelo lado esquerdo do trem. Não faz diferença para ver, só para tirar fotos
  • Na área temática conhecida como Madagascar, fica o Madagascar Crazy River Adventure: um bote redondo com capacidade para 5 pessoas que desce um rio sinuoso com quase 1 km de extensão, rodando e passando pelo cenário do Madagascar. Pode molhar um pouco se você passar debaixo de um daqueles jatos d’água. É gostoso andar de bote pelo rio
  • No Madagascar, tem o Madagascar Circus Show que é mais para criança, mas é legal para adulto também. Além dos personagens do filme Madagascar, tem vários números de circo
  • Fazem parte também do Madagascar, a seção de fotos com os personagens do Madagascar, uma loja e uma lanchonete. A área rende boas fotos, tem o portal, o Circus Plaza e o Zaragoza Hungry Wagon, que é uma lanchonete no formato de trem
  • Na área temática conhecida como Vila Germânica, fica o Tigor Mountain: uma montanha-russa que quase atinge 50 km/h, mediana na emoção, dá para gritar um pouquinho. Os que querem zero emoção, só passear de carrinho, podem ir na Montanha-russa Dum Dum, que é o jacarezinho
  • Fazem parte também da Vila Germânica, a seção de fotos com os personagens do Shrek e o show Excalibur (pago à parte). Tem um restaurante de comida alemã e vale a pena visitar e fotografar toda a vila que é bem cênica com o coreto germânico, as casas estilo enxaimel e muitas flores
  • Na área temática conhecida como Ilha dos Piratas, fica o Barco Pirata que é uma embarcação estilo viking que oscila como um pêndulo. Não é radical e me perguntava o motivo do povo gritar tanto até experimentar e gritar também. É engraçado, pois os 2 lados do barco alternam para gritar de acordo com a oscilação do barco. Não dá medo, nem nada, mas a sensação de frio na barriga quando ele desce é horrível. Quando mais na ponta você sentar, pior será a sensação e essas são as fileiras mais concorridas
  • Na Ilha dos Piratas, tem praticamente só um brinquedo (o Barco Pirata), o resto é mais para visitar e tirar fotos, mas é bacana, tem a Ponte Pênsil e vários cenários. Tem até tubarão e dragão
  • Na área temática conhecida como Velho Oeste, tem o Sonho do Cowboy que é um musical em homenagem ao Beto Carrero com música, dança e teatro. Tem bandido, tem a dama em perigo, tem o mocinho que vem a cavalo (o Beto Carrero) para salvá-la, enfim... É legal para as crianças e dá aquela nostalgia nos adultos que lembram do Beto Carrero. Depois que o show acabou, o "Beto Carrero" jogou alguns brindes para o pessoal sentado nas primeiras fileiras. Muitos já tinham saído ou estavam saindo, mas o pessoal lá da frente estava aguardando, acho que eles já sabiam que ia ter uma surpresa. Então se quiser tentar, chegue bem cedo para pegar lugar bem na frente e aguarde
  • Fazem parte também do Velho Oeste, o Passeio de pôneis e cavalos (apenas das 14-16h), a seção de fotos com o Kung Fu Panda e a Turma do Betinho Carrero e toda uma área temática que é bem legal para fotos. Imperdível tirar uma foto em frente ao letreiro do Beto Carrero e outra foto como Beto Carrero, na pose clássica com o cavalo empinando
  • Na área temática conhecida como Avenida das Nações, mais precisamente na Praça de Alimentação, fica o Carrossel Veneziano: réplica do primeiro carrossel do mundo, são 2 andares iluminados com mais de 1800 lâmpadas. Pode ir adulto também, basta escolher um cavalo/banco que tenha base vermelha
  • Na Avenida das Nações, tem o Betinho Carrero 4D. Como não pesquisei antes, não sabia o que era, pensava que era bem infantil, mas não. Dava para ouvir os gritos de fora e eu me perguntando o motivo da gritaria. É virtual, mas a cadeira mexe e parece que estamos em uma montanha-russa, até gritei também! A definição da imagem não é aquela coisa, mas achei bacaninha - minha primeira experiência 4D. Então para mim foi bem legal, mas todo mundo que conhece a Disney diz que não tem comparação. As sessões têm horário
  • Na Avenida das Nações, tem o Raskapuska que é bem infantil, mas é gostoso andar de barquinho (no site diz que é um tronco de árvore, mas nem reparei) pelo interior da montanha, passando por vários cenários. Só não entendi a mistureba de temas, tem de tudo naquele trajeto. As crianças adoram
  • Na Avenida das Nações, tem o Show Blum, no Teatro Acqua, que é um show bonitinho, bem colorido, as crianças vão gostar, mas para adulto também é legal. Alguns personagens correm pelos corredores
  • Na Avenida das Nações, rm frente à loja Fini, tem uma cegonha enorme com uma trouxa no bico, os pais podem colocar sua criança lá e dizer que foi assim que ela chegou... Rende uma foto bonitinha
  • Fazem parte também da Avenida das Nações, o Castelo das Nações (a entrada do parque), a Praça de Alimentação, a Praça de Eventos, a Tenda de Medição de Crianças, o Labirinto dos Pégasos e a Montanha-russa Dum Dum
  • Na área temática conhecida como Mundo Animal, tem um mini zoológico: vários espaços com animais, mas provavelmente devido ao calor da tarde, os felinos estavam dormindo e o hipopótamo estava enfiado dentro d’água, só com um pedacinho das costas de fora. O viveiro maior das aves estava desativado. O que mais gostei foi o Jardim Secreto (Felinos Brancos) que tem grandes janelas de vidro. Os animais chegam perto do vidro e é possível tirar uma foto igual a do mapa ou do site oficial, parecendo que você está ao lado do bichano sem nada entre vocês, pois o vidro é completamente transparente
  • No Mundo Animal, tem o Trenzinho Vila Esperança. O trem é pequeno, mas a fila também era pequena e o trajeto do trem é curto, ou seja, volta logo à estação. É bonitinho, passando por uma vila tipicamente portuguesa
  • No Mundo Animal, programe-se para o show da Monga, pois o horário é restrito, das 10-13h, com sessões a cada 15min. Tem que ficar bem na frente para ver melhor. As pessoas gritam e se encolhem nos cantos, mas nem achei que tinha emoção. Achei sem graça. É rápido. Gostei mais é de tirar fotos do lado de fora, onde dá para fazer pose nas mãos do gorila
  • No Mundo Animal, tem a Casa do Projeto Tamar. Por enquanto, a exposição das tartarugas é bem pequena, mas disseram que vão aumentar. É mais a loja mesmo. Também tem um daqueles painéis, que turista adora, para colocar o rosto e tirar foto de tartaruga - é um casal eo diferencial é que a tartaruga macho tem um chapeu do Beto Carrero
  • Faz parte também do Mundo Animal, o Mirante do leão, que é uma lanchonete, mas rende uma boa foto na boa do leão
  • Na área temática conhecida como Triplikland, fica a Roda-gigante que é bonitinha com as cadeiras cobertas por chapéu. É bem suave e a vista lá de cima é bacana. A fila estava pequena, mas achei meio demorado, pois embarcavam 2, e começava a girar, depois parava e embarcavam mais 2 e assim sucessivamente. Disseram que quando a fila está grande, eles vão embarcando todas as fileiras para depois começar a girar, o que parece mais lógico
  • Na Triplikland, tem as Xícaras Malucas e a brincadeira pode ser suave ou mais agitada, dependendo do gosto de cada um. Se exagerar no ânimo de girar a xícara, é capaz de sair do brinquedo cambaleando um pouquinho
  • Na Triplikland, fica o Pedalinho, que tem opção de pedalinho convencional ou a caravela que é mais bonitinha e tem capacidade para mais pessoas, por isso é legal para famílias. Pegamos uma fila que não estava tão longa, mas era demorada, pois as caravelas estavam paradas e tinha apenas 4 pedalinhos. Se estiver ventando, as caravelas param de circular e sobram apenas os pedalinhos
  • Fazem parte também da Triplikland, a Autopista e alguns brinquedos para os pequeninos como o Carrossel, o Baby Elefante, o Kid Play e o Acqua Boat (este último pago à parte). Tem o Palácio do Sorvete e uma loja de roupas infantis
  • Voltei na manhã de um terceiro dia ao parque para fazer o voo panorâmico. A contratação do passeio e a partida do helicóptero ocorrem na parte externa do parque, na frente do Castelo das Nações, ou seja, não é necessário ter o ingresso comprado e entrado no parque. Se ficar mais dias na região e quiser fazer o sobrevoo, deixe para um outro dia, para não perder os minutos preciosos de brincadeira dentro do parque. Se não me engano, o Super Carros também pode ser contratado da mesma forma, sem ter ingressado no parque, pois o estande fica dentro do Castelo das Nações, mas antes das catracas. Há duas opções de sobrevoo, um mais curto (e mais conta) e outro mais longo que passa por mais praias. Optamos pela versão mais longa e, como éramos apenas nós 2, fomos no helicóptero menor, não sendo necessário esperar mais interessados para formar grupo. O passageiro mais pesado vai atrás do piloto e o outro (no caso eu) pode ir à frente ou atrás. Quando entrei na frente, ao lado do piloto, constatei que o helicóptero era minúsculo, parecia um ovo e a parte frontal era toda de vidro quase até a altura dos pés, então a vista era muito ampla, mas o frio na barriga também foi grande. Sobrevoamos o parque e seguimos para a Praia da Armação. Sobrevoamos a orla até o rio entre a Praia Bacia da Vovó e a Praia Alegre. Depois vamos até a Praia Vermelha e retornamos para a Praia da Armação. Damos algumas voltas sobre o parque antes de aterrissar. Do alto, vemos como o litoral de Penha é recortado e belo. São 2 helicópteros com o logotipo do Beto Carrero, mas não são do parque, são da empresa Avalon Táxi Aéreo que oferece o passeio em parceria com o parque. O passeio é muito legal, mas acaba bem rápido

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.net63.net

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

3 dias em Monte Verde - dez/2014
21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est

25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Onde ir

Em Balneário Piçarras:

Balneário Piçarras tem o título de “Namorada do Atlântico” e já foi considerada a “Capital Brasileira do Jet Ski”. Destaca-se pelas praias e pelo Museu Oceanográfico Univali, o maior Museu Oceanográfico da América Latina.

  • Igreja Matriz N. Sra. da Paz, ter-dom das 8-12h e das 13h30-17h30, 3345-0387, [email protected]
  • Praça de Todas as Idades, maior mural marinho do Brasil feito pelo artista Alexandre Huber
  • Museu Oceanográfico Univali, Av. Sambaqui, 318, Santo Antônio, 3261-1287 / 1403 / 1402, 14-18h, educaçã[email protected], www.univali.com.br/museuoceanografico Maior museu oceanográfico da América Latina e o terceiro maior do mundo, tem exposição com a formação dos oceanos, a evolução dos seres vivos, a história da oceanografia, etc.
  • Piçarrarte - Feira de Artesanato de Balneário Piçarras, todo primeiro sábado de cada mês
  • Artesanato no Shopping de Verão, no Centro, na temporada de verão

Praias:

  • Ponta do Jacques, surfe, quase deserta, vegetação nativa, faixa de areia estreita e formação rochosa a 500 m da areia
  • Palmeiras, faixa de areia estreita, mais agreste. Palmeiras ao longo dos acessos à praia
  • Piçarras, acompanha a principal avenida da cidade e conta com vários restaurantes, hotéis e comércios próximos. Na Foz do Rio Piçarras, windsurfe, kitesurf, vela, jetski. Passeios de escuna com saída do Píer Beira-Rio, Praia de Piçarras e Penha (16 praias), parada para banho de 20 minutos na Ilha Feia. Escuna Vó Nica, Av. Beira-Rio, s/n, Centro, 9188-3044 / 9981-2709, www.escunavonica.com.br Dez-Carnaval: às 9h, 11h, 15h e 17h; Carnaval-Páscoa: sáb e dom às 10h e 15h; 1h45min de duração, 35,00; saídas garantidas apenas com o mínimo 10 pessoas (tendo o número mínimo de passageiros, é possível agendar o passeio mesmo para o meio da semana)

Dicas e comentários sobre passeios:

  • A Praia de Piçarras tem, na extremidade direita, o Molhe Sul que é bem cuidado, parece novo ou recém-reformado e tem bancos e postes de iluminação. Funcionários da prefeitura aparavam a grama/mato das laterais. Oferece um belo visual tanto da Praia de Piçarras quanto da Praia Alegre. Caminhamos pelo molhe, repleto de pescadores e avistamos várias tartarugas tanto de um lado do molhe quanto do outro. Daí parte o passeio da Escuna Vó Nica com destino às praias e à Ilha Feia, mas fora da alta temporada é difícil formar grupos e a saída ocorre somente com o mínimo de 10 pessoas. Do mesmo rio, mas pelo lado de Penha, sai um passeio semelhante da Escuna Aventura Pirata. Disseram que o passeio da Vó Nica é mais interessante, por passar por mais praias e ir até a Ponta da Vigia. Porém, o pessoal gosta bastante da Escuna Aventura Pirata por causa da temática. Em um trecho curto inicial, tem construções pé na areia que nos obrigam a caminhar na areia ou na rua detrás, sem visão do mar. Porém, logo surge o calçadão agradável, sombreado com amendoeiras ao longo da orla. Tem uma rua beira-mar com casas só do outro lado da rua. Conta com infraestrutura com alguns hotéis, sorveterias com bufê de sorvete, restaurantes e quiosques. Estava própria para banho e, na faixa larga de areia, tinha quadras e redes para vôlei de areia. Havia vários funcionários da prefeitura limpando a areia e o calçadão. Há mais dois molhes (Molhe Central e Molhe Norte) e alguns deques de madeira ao longo da praia que tem vista para as ilhas Feia e Itacolomi. O calçadão é de bloquetes, mas, a partir do Molhe Norte, começa uma passarela de madeira bem ajeitadinha que tem postes com luminárias ao longo da via. A faixa de areia fica mais larga e tem mais vegetação, ora rasteira com flores como o Jundu, ora arbustiva. Tem restaurantes na rua da praia, mas há mais opções (restaurantes, padarias, lanchonetes) nas ruas adjacentes
  • A Praia das Palmeiras é uma continuação natural da Praia de Piçarras. Tem uma passarela de madeira muito bonita com postes com luminárias ao longo da via que é agradável para uma caminhada. O acesso à praia é feito por passarelas de madeira ou corredores gramados. Alguns desses corredores tem uma fileira de palmeiras de cada lado e acredito que seja a origem do nome da praia. Do outro lado da rua, tem casas belíssimas. Tem alguns terrenos vazios, mas quase todos são murados e com calçada. Muito bonito. Depois acabam a rua beira-mar e a passarela de madeira, mas a praia continua e dá para ver as pedras ao longe, que deve ser a Ponta do Jacques
  • O Museu Oceanográfico Univali nos rendeu uma visita de quase 1h, mas se quiser ler todas as informações, olhar com calma, dá para ficar a tarde toda lá dentro. Interessante que os esqueletos da exposição são, em sua maioria, da região, encontrados em cidades vizinhas. Tem aquários e muitos painéis explicativos. O painel exterior também é muito bonito. Logo na entrada do museu, tem um boneco muito fofo da Tuba, a mascote do museu que é um tubarão baleia. Também tem um posto de informações turísticas da cidade de Balneário Piçarras

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Nanci Naomi
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Onde ficar 

  • Pousada Graff, R. Luzia Nascimento Oliveira, 15, Praia de Armação do Itapocorói, 99154-0903, [email protected], pousadagraff.com.br A pousada é simples, mas parece nova e os quartos são amplos e bem claros. Bem localizada, bem perto do Beto Carrero World e perto da Praia de Armação. Achei muito boa a relação custo/benefício, pois o quarto é confortável, o café da manhã é bom e, pelo menos fora do período de alta temporada, o valor da diária estava honesto. Não tem área de lazer, nem TV por assinatura, mas para quem vai ficar fora o dia todo e quer apenas um local para dormir e tomar café da manhã, é uma boa opção, sem frescura, mas com o básico. Tem wifi e estacionamento no local; atendimento simpático e atencioso; boa limpeza da área comum e do quarto; roupa de cama e de banho ok, branca. Pudemos fazer check-in antecipado e check-out tardio, sem custo adicional, pois era baixa temporada e não tinha reservas antes e depois. Foram apenas algumas horas, mas foi mais confortável ter o quarto à disposição. O quarto é amplo, clean, com cama box, armário, AC split, frigobar, TV tela plana, espelho e muitas tomadas. O quarto é bem claro, até demais. A janela e a porta de vidro blindex têm cortinas, mas passa um pouco da claridade. Tinha uma lâmpada bem clara no corredor que acabava iluminando um pouco o quarto também e me incomodou na primeira noite, mas depois improvisei uma máscara para dormir, amarrando um lenço em cima dos olhos e deu certo. Banheiro com chuveiro elétrico com 8 temperaturas, box blindex. O café da manhã é bom, o único porém foi o suco artificial. É simples, mas tinha alguns mimos como o pastel de carne, o pão de queijo e o waffle, todos feitos na hora, no maior capricho

Outras opções:

  • Pousada Vó Nita, R. Adolfo Manoel da Silva, Armação, 99968-2559 TIM Whatsapp / 99151-0403 VIVO / 99244-1571 whatsapp, [email protected], pousadavonita.com.br
  • Vó Maricota, R. Rosa Cordeiro, 530, Armação, 3345-6142 / 99119-6142 Whastapp, [email protected], www.pousadavomaricota.com.br/
  • Hotel Rochamar, Av. Alfredo Brunetti, 692, Armação, 3363-8733, [email protected], hotelrochamar.com.br

Dicas e comentários sobre hospedagem:

  • Optei por ficar em Armação, perto do BCW, para ir a pé ao parque. Acordava em um horário razoável, tomava café com calma e chegava cedo ao parque, sem precisar pegar estrada e correr risco de pegar congestionamento. A praia mais próxima, Armação, não é boa para banho, mas há outras praias próximas que são melhores. Gostei de me hospedar em Penha, pois, além da facilidade de estar do lado do parque, a cidade tem belas praias, ainda que a infraestrutura deixe um pouco a desejar. Obs.: o pessoal reclama muito do acesso ao parque para quem está a pé. Realmente, não há faixa de pedestres, é necessário atravessar uma rodovia e tem um rio entre a rodovia e a rua de acesso ao parque. Não vi problemas, mas não era alta temporada e éramos 2 adultos. Pensando melhor e considerando uma família carregando crianças, a situação muda um pouco. A rodovia deve ficar movimentada na alta temporada, dificultando a travessia e o que parece tão perto em linha reta, para quem vem pela Av. Alfredo Brunetti, tem o percurso aumentado, pois é necessário contornar pela direita ou pela esquerda para alcançar o acesso por cima do rio. Por isso, muitos optam por ir de carro. Considere o preço do estacionamento do parque, pode ser mais vantajoso contratar um transporte. Parece que algumas hospedagens oferecem transfer gratuito aos hóspedes
  • A presença de pernilongos é uma queixa comum na região, mas não tivemos problemas, pois tomamos o cuidado de fechar as janelas (quarto e banheiro) principalmente à noite
  • A grande maioria não fica hospedada em Penha. Muitos se hospedam em Balneário Camboriú e até em Blumenau e as agências oferecem traslado e ingressos. Com tempo curto e/ou roteiro mais amplo querendo englobar mais destinos, acho que Balneário Camboriú é uma boa escolha, pois fica perto e tem boa infraestrutura turística

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Nanci Naomi
http://nancinaomi.net63.net

Trilhas:
Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté

Relatos:
15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha

Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas

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25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina

Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010

Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
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19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal

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De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008

Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes

9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul

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Onde comer 

Em Penha:

  • Vó Neia, R. Tijucas, 138, 99222-3669. Ambiente pequeno, simples, com ventilador, mas agradável. Não tem muitas opções, mas as saladas são frescas, os pratos quentes saborosos, além de incluir sobremesa (alguns doces e frutas), tudo à vontade, no esquema de bufê livre. De segunda a sábado, também é possível optar pelo esquema de bufê por kg, mas só compensa se comer pouquinho, pois o preço do bufê livre é honesto. No domingo, só tem a opção de bufê livre e o preço é só um tiquinho mais caro, mas oferece um prato diferente, por exemplo, feito com camarão e tem mais opção de sobremesa, mais frutas. A comida é simples, mas é gostosa, bem preparada e parece bem caseira. Achei a relação custo/benefício muito boa. Dos restaurantes que experimentei na região, achei o melhor, mas só abre na hora do almoço
  • Narval, Av. Beira-mar, Praia Grande, 3345-9822, diar na alta temporada; aos sáb e dom na baixa temporada. O ambiente é simples, de frente à praia. No sábado, operava no esquema de bufê por kg ou livre com saladas frescas e boa variedade de pratos quente com enfoque em frutos do mar (camarão, bobó, pirão, casquinha de siri, moqueca, paella, etc). No domingo, só trabalha com bufê livre. Fora da alta temporada, acho que só abre aos finais de semana e feriados. É bom checar o horário de funcionamento antes. O preço do kg não é barato, mas o bufê tem uma boa variedade de frutos do mar e fica de frente à praia, por isso achei a relação custo/benefício boa. Achei o preço do bufê livre caro, para quem come pouco não compensa
  • Petiscaria e Lanchonete Sete Barbas, R. Arno Becker, 1016, Praia de São Miguel, 99146-4216. O ambiente é bem simples, tem uma pequena varanda com mesas e alguns quiosques na grama, onde venta mais e é mais fresco. É agradável, de frente à praia e estava quase vazio no meio da semana, quando a praia tinha poucos visitantes. Serve porções, lanches, pasteis e bebidas. Era a única opção disponível na praia. Na rua paralela à praia, havia alguns bares simples. Pedimos uma porção de peixe frito que veio com salada. Achei a relação custo/benefício boa
  • Biroska Lanches, Avenida Nereu Ramos, 1302, Praia Alegre. O ambiente é simples, de frente à praia, mas não é pé na areia, pois não existem construções pé na areia nessa praia, que tem uma rua beira-mar e um calçadão. Ventila bem e é agradável. Serve porções, petiscos e refeições à la carte. Pedimos anchova na brasa. Dizem que servem 3, realmente o peixe é bem servido, mas os acompanhamentos servem 2 pessoas. O peixe estava gostoso, leve, com pouco sal. O preço não é barato, mas fica de frente à praia, o que geralmente encarece um restaurante. Achei a relação custo/benefício razoável
  • Porto Penha Food Park, Av. Alfredo Brunetti, 484, Armação, 99283-9913. O ambiente é simples, mas é agradável. São opções de lanches, doces e sorvetes em volta do espaço que conta com mesas e cadeiras e palco ao centro. Tinha música ao vivo no sábado. Algumas plaquinhas com foto e descrição das praias da cidade estão espalhadas pela área. Tem algumas vagas de estacionamento, sanitários, uma loja de lembranças na entrada e área para crianças com monitores (este pago à parte). Na alta temporada, abre todos os dias; em fevereiro, estava fechando às terças; e a partir de março, ia fechar 2 dias da semana
  • Casa Park Restaurante e Pizzaria, Av. Alfredo Brunetti, 631, Armação, 3398-2540. Ambiente simples, mas agradável. É um pouco quente, pois só tem ventilador, não é climatizado. Serve jantar no esquema de bufê livre, mas também tem hambúrguer com fritas e pizzas (6, 8, 12 pedaços). A variedade de saladas e pratos quentes é pequena, a comida é simples, mas é gostosa. A pizza é simples, massa pronta (tipo pão, torradinha), forno convencional, mas tem boa cobertura. Se for exigente, melhor procurar uma pizzaria com forno à lenha e massa feita na hora. Achei a relação custo/benefício boa. Aberto todos os dias, é uma boa opção na região, pois apesar de ter vários bufês nas vizinhanças, experimentei mais 3 opções e achei mais fraquinhas
  • Aroma & Sabor, R. Adolfo Miguel da Silva, 170, 98413-3151. O ambiente é bem simples e a comida também é bem simples. Opera no esquema de bufê livre. Tinha pouca variedade de saladas e pratos quentes, mas as saladas pareciam frescas e os pratos quentes estavam ok. A reposição estava um pouco devagar, mas pelo menos, parecia tudo fresco, feito na hora. Como o preço é mais em conta, achei a relação custo/benefício boa

Outras opções:

  • Armação de Sabores, R. Nestor João Pinto, Armação, 3398-4640. Pizzas, bufê livre, diar jantar. O preço é superior ao praticado na região, porém o bufê parece mais caprichado

Em Balneário Piçarras:

  • Paradise Beach Petiscaria, Avenida José Themístocles Macedo, Praia de Piçarras, 3345-4012. O ambiente é simples, de frente à praia, mas não é pé na areia, pois não existem construções pé na areia nessa parte da praia, que tem uma rua beira-mar e um calçadão. É agradável, com mesas na área interna e varanda frontal e lateral. Serve porções, petiscos e pratos à la carte. Além das porções usuais de peixe, camarão, lula, se você quiser, pode pedir uma refeição, na qual vem arroz, feijão e salada para complementar. A comida estava boa. O preço não é barato, mas fica de frente à praia, o que geralmente encarece um restaurante. Achei a relação custo/benefício razoável

Dicas e comentários sobre alimentação:

  • Dentro do BCW tem várias opções de restaurantes e lanchonetes oferecendo bufês livre ou por kg e lanches diversos. Experimentamos o Sabor Brasil e Açores, ambos com bufê por kg. O preço do kg não é barato, mas a comida é boa com saladas frescas e bons pratos quentes Achei que Penha tem poucas opções e são espalhadas pela cidade. Senti falta de um “circuito” ou via gastronômica, principalmente à noite. Durante o dia há mais opções nas praias e deve ter no centro também
  • Perto do BCW, há opções de bufê livre à noite, mas na baixa temporada com o movimento reduzido, achei alguns bufês meio duvidosos. Achei o Restaurante Oliveira bem fraquinho e o Mirante do Parque ruim (são pousadas também) Há opções à la carte que pareciam melhores, mas acabei não experimentando por ficarem mais distantes para ir a pé
  • Em Balneário Piçarras, tem alguns restaurantes e sorveterias no calçadão da praia central, mas deve ter opções melhores e mais em conta no centro, mais distante da orla, principalmente na hora do almoço

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Nanci Naomi
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Dicas 

Contatos úteis:

  • Prefeitura, Av. Nereu Ramos, 190, Centro, Penha, 3345-0200 / 0200 Fax, seg-sex das 8-12h e 13h30-17h30
  • Prefeitura Municipal, Emanoel Pinto, 1655, Centro, 3347-4747, seg-sex das 8-12h e 13h30-17h30

Informações Turísticas

  • Portal Turístico de Penha, 3345-3428. Fica na entrada da cidade, perto do Rio Piçarras, na divisa com Balneário Piçarras. Não parei lá, por isso não sei informar se o CIT é bom ou não. Peguei um mapa de Penha no Aeroporto de Navegantes
  • Informações Turísticas - Casa do Turista, Av. Getulio Vargas 1225, Centro, Balneário Piçarras, 3347-0329, [email protected]; também tem um posto de informações no Museu Oceanográfico Univali. No Aeroporto de Navegantes tem mapas da Costa Verde e Mar

Agências de Turismo Receptivo e Guias de Turismo:

Outras opções:

  • Cleber Neumann (guia de turismo), Av. Inácio Francisco de Souza, 1800, Penha, 98809-9126, www.naturaltrip.webnode.com.br Trilha Natural Ponta da Cruz; Trilha das Nascentes da Praia Vermelha

Fontes:

Venha Descobrir | Santa Catarina Turismo
Costa Verde e Mar - Descubra Santa Catarina
Município de Penha
Portal de Turismo do Município de Penha
Penha - SC - Beto Carrero, Praias, Fotos, Pousadas, Hotéis
Portal do Cidadão - PREFEITURA MUNICIPAL DE BALNEÁRIO PIÇARRAS
Portal de Turismo de Balneário Piçarras > Atrativos

Mapas (links externos):

CostaVerdeMar
Penha
Beto Carrero
Balneário Piçarras

Dicas gerais:

  • Penha tem infraestrutura turística modesta e à primeira vista tudo desfavorece a cidade que parece abandonada, mas tem um litoral bonito a ser descoberto
  • Desconheço como é a infraestrutura turística de Balneário Piçarras, mas a cidade logo de cara já chama a atenção por ter um calçadão bonito e bem cuidado ao longo da praia que convida para uma agradável caminhada. A área conta com alguns hotéis, restaurantes e sorveterias e parece ser um local bom para ficar hospedado. Outro item que eu acho importante em uma cidade que investe em turismo, é um CIT que disponibilize mapas e folders informativos da cidade e Balneário Piçarras oferece um mapa turístico bem caprichado disponível em um CIT localizado estrategicamente no Museu Oceanográfico Univali. A faixa de areia das praias é bem larga, mas a extensão do litoral é pequena e não conta com recortes e mirantes como em Penha que, particularmente, acho mais bonito

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Nanci Naomi
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