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Relato Uruguai (Montevidéu, Colonia del Sacramento, Punta del Este) + Buenos Aires (Bônus) - 7 dias - Fevereiro/2019


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Relato Uruguai (Montevidéu, Colonia del Sacramento, Punta del Este) + Buenos Aires (Bônus) - 7 dias - Fevereiro/2019

 

Parâmetros iniciais:

  • Viagem em casal
  • Os restaurantes no Uruguai tem desconto de 21% em pagamentos com o Cartão de Crédito (atente-se a data do relato)
  • Hospedagem em hotéis de aparente bom custo/benefício
  • Somente transporte público
  • Não entusiastas de museus
  • 2 noites em montevidéu, 2 noites em Punta, 1 noite* em Buenos Aires
  • Câmbio oficial +-U$ 8,70 para R$ 1
  • Não trocamos nada de dinheiro no Brasil

 

Gastos pré-viagem:

 

*Algumas dicas e impressões no final


 

Dia 1 - Chegada em MVD:

 

Chegamos as 17 horas no aeroporto de carrasco, procedimento de alfândega no uruguai foi super simples e super rápido, não perguntaram nada e nem nos deram comprovante de entrada.

 

Dica: Se você desembarcar em um horário comercial, não troque dinheiro na casa dentro da área de desembarque (Global Exchange), tem outras casas que pagam um pouco mais (troque somente o essencial).

 

Troquei 50 reais (só para o busão e algo essencial) na Global Exchange por U$ 6,20 (cada real). Do lado de fora estavam pagando U$7 por real.

 

Na saída do desembarque tem um ponto de venda da antel (operadora de celular) http://www.antel.com.uy/personas-y-hogares/novedades/internet-para-turistas .

 

Dica: Não jogue fora o numero do pin que vem com o chip, senão você não vai conseguir desbloquear o celular.

 

Como só tinha trocado 50 reais decidi não comprar o chip naquela hora, tem wifi no aeroporto todo então não foi crucial.

O ponto de ônibus fica bem em frente a saída, peguei o busão DM1 (U$56 cada) e desci na rua de baixo do hotel.

 

Chegamos no hotel +- 19:30, check-in feito e fomos ao mercado trocar grana e comprar o essencial. No Uruguai eles não pedem o documento para trocar grana. E em montevidéo eles pagam a cotação que está no site da empresa. Trocamos a U$ 8,50 por real. 😃

 

A água no mercado custou por volta de 50 pesos, preço similar ao do refrigerante (evite comprar a água salus, tem gosto salgado. Compre a vitalle ou a matutina)

 

Fomos ao shopping e compramos o chip pro celular e 30 GB de internet válidos por 10 dias a 265 pesos.

 

Jantamos um assado uruguaio no La pulperia: pedimos uma porção de carne cada (descobrimos que meia porção cada e mais que o suficiente), uma morcilla, meia porção  de batata frita, uma batata assada e uma coca de 1L. Atendimento e comida muito bons, mas não peçam uma porção de carne por pessoa.

 

Total: 1375 pesos, com desconto do IVA 1127,05


 

Dia 2 - Primeiro dia útil de viagem:

 

No dia seguinte, fomos ao Pollo y Pico comprar o alfajor da avícola (45 pesos cada ou 6 por 240). Compramos 1 de cada sabor, mas não comemos na hora, tinha acabado de tomar café do hotel. MELHOR ALFAJOR POSSÍVEL!!!

 

Pegamos o ônibus (38 pesos cada) e fomos rumo à 18 de Julio para turistar:

Mirador de Montevideo - Grátis: fica localizado em frente a prefeitura, dá pra ver bem a cidade de cima e tirar boas fotos, wi-fi free.

 

Seguindo em direção à ciudad vieja, na 18 de julio, tem a fonte dos cadeados, tem a fonte da praça cagancha e o centro de fotografias de Montevideo.

 

Até que chega a praça da independência onde tem o prédio mais famoso de Montevideo, o museu do tango, a puerta de la ciudadela e o teatro solis que também é visível dali.

 

O mercado do porto fica a uma boa caminhada da praça da independência, e a medida que vai se aproximando dele, vai aumentando o número de turistas e tudo o que cerca áreas turísticas.

 

O mercado em si não é lá muito mercado, mas tem muitos restaurantes e lojinhas de souvenir.

Compramos empanadas, na Empanadas Carolina, tem ótimo tamanho e custou 60 pesos cada. Aproveitando o mercado tomamos um medio y medio na Roldos, li que o medio y medio deles era um dos melhores, então decidimos ir na fonte.

 

O sabor é +- uma sidra cereser sofisticada, 290 pesos a garrafa, acho que vale a experiência. O que não valeu foi a experiência no restaurante: o atendimento não foi bom quando dissemos que só queríamos a bebida, não aceitou cartão porque não tinha dado o valor mínimo, queria devolver o troco do que foi pago em pesos por real e demorou mais de 15 minutos pra trazer o troco.

 

De lá fomos de ônibus (38 pesos) para o museu da cannabis, 200 pesos por pessoa. O museu em si não tem muitas coisas para ver: esperava que tivesse mais tipos de plantas, registros históricos etc. Foi tipo uma conversa do guia contando a história, num portunhol bem entendível. Se não estiver apertado de grana acho que vale a visita. (tem degustação)

 

Pegamos o ônibus (38 pesos) para ver o letreiro de Montevidéu.

 

Dica: Não vá no fim de tarde se não tiver uma câmera fodona, o sol fica atrás do letreiro, deixando as fotos escuras.

 

+38 pesos para voltar ao hotel de ônibus (é viável voltar a pé, mas estávamos só o pó).


 

Jantar na La Pulperia novamente: 2 choripan completos mais meia de batata frita e coca de 1L. Lanche muito gostoso e de "muita sustância".

 

Total: 605 pesos, com desconto do IVA 495,90.

 

Dia 3 - Segundo dia em MVD rumo a Punta:

 

Depois do café, partimos rumo ao mercado agrícola, esse sim com cara de mercado público, vários vendedores de fiambres, frutas, temperos e afins. Aqui tem muitos locais e poucos turistas.

 

Fomos ao palácio legislativo (dá pra ir a pé) e de lá (de ônibus) para a rodoviária de tres cruces.

 

Não fomos à feira de antiguidades, nem a do parque rodó, pois vimos que não tinha nada de interessante para comer.

 

Dica: tem um shopping com um mercado nos andares superiores da rodoviária, vai ajudar a economizar.

 

Ônibus para Punta: 302 + 14 pesos  de taxa de embarque (comprados na hora).

 

Se não me engano, tem duas empresas que fazem o trajeto, os preços são iguais, o que muda são os horários e se vai direto ou não.

 

Saímos às 14:45 e chegamos +- duas horas depois.

 

Do terminal de Punta a pé para o hotel, check-in feito, tiramos fotos dos dedos (fica em frente ao terminal de ônibus), demos uma volta e vimos um bonito pôr do sol.

 

Jantamos no Ola La: promoção de chivito com limonada com blackberry, acompanhados de batata rústica ou salada, por 399 pesos cada.

 

Serviram um pão da casa com manteiga de ervas, que não foi cobrado, estava bem gostoso e quentinho.

 

O chivito veio no pão também artesanal com ingredientes frescos, o suco estava muito bom e a batata estava bem sequinha, a salada, apesar de bem fresca, é composta por itens que já vem no pão, então se tiver em dúvida, BATATA.

 

Apesar de pagar com o cartão, não obtive o desconto de IVA (Não sei se tinha que ter pedido) 798 pesos no total, apesar disso, voltaria lá sem sombra de dúvida.


 

Dia 4 - Punta e Casa Pueblo

 

A ideia inicial era ir e voltar da Casa Pueblo de Uber, mas como eu tinha lido um relato que poderia faltar uber pra voltar, e depois de fazer uma simulação vi que demoraria até 15 minutos para um motorista atender na Casa Pueblo. E de ônibus o ponto fica distante tanto na ida quanto na volta.

O hotel que estávamos oferecia o Tour para a Casa Pueblo por 15 Dólares para cada um, saindo às 17h da porta do hotel. Infelizmente, no dia, esse tour não foi oferecido porque o motorista tinha ido fazer um tour em outra cidade

Na rodoviária de Punta vende o tour por 25 dólares cada e sai as 16.

 

Deixamos as roupas numa lavanderia na rua central da península, 300 pesos: Até 5kg de roupas lavadas, secas e entregues no dia seguinte.

Ficamos um tempo na praia, o hotel oferece cadeiras e guarda-sol de graça. Uma Pepsi 500 ml: 90 pesos. :(

 

O tour passa por vários pontos interessantes, conta história sobre os pontos e o motorista/guia (Pablo) fala português ok. E é bem interessante pra ver a visão de um local sobre as coisas.

 

Não entramos na Casa Pueblo (10 dólares por pessoa), uma senhora uruguaia que estava com a gente na van disse que achava um absurdo pagar pra ver o pôr do sol, e a vontade que já não era muita foi embora de vez. Do lado de fora a vista foi sensacional, e deu pra aproveitar bem. A van voltou para Punta +- 8:30 da noite

No final das contas, o preço um pouquinho mais alto pela viagem com o guia valeu muito a pena.

 

Fomos ao cassino (bem simples) em frente a rodoviária. O cassino mais chique do conrad/enjoy só aceita dólares e era mais longe), meia hora e 200 pesos mais pobres depois fomos jantar.

 

Jantamos na rua do hotel num lugar chamado fish and chips. Resumindo NÃO VÁ a esta PORCARIA de lugar, vimos o anúncio de uma tábua de frutos do mar para 2, vieram 2 camarões empanados pequenos, um pouco de lula empanada, um monte de batata rústica e espinafre empanado frito. Cobraram 50 pesos por pessoa de couvert para 3 bolachas para os dois e um potinho de manteiga.

 

Dia 5 - Punta a Buenos Aires

 

Devido a facilidade e a experiência compramos passagens de navio saindo de Montevidéu direto para Buenos Aires pela Buquebus e a volta Buenos Aires para Colonia pela Colonia Express.

 

Tomamos o café, check out e fomos buscar as roupas prometidas às 12h, promessa cumprida demos uma volta por Punta e chá de cadeira pra esperar o ônibus da Buquebus que leva até o porto de Montevidéu.

 

O custo de comprar a passagem de ônibus até Montevidéu por outra empresa e pegar o barco partindo de lá é menor, mas se atrasar você fica a ver navios.

O ônibus saiu pontualmente às 16:15 e eles dão um kit lanche que deve valer uns 350 - 400 pesos: água, barrinha de cereal salgada, amendoim salgado, barrinha de cereal de frutas.

 

Chegamos no porto de Montevideo, por volta das 18:30, com precisão de saída do navio às 19:30.

 

O processo imigratório foi super simples, não precisa passar em raio-x, detector de metal etc. O funcionário uruguaio não te pergunta nada e o segundo funcionário, argentino só carimba o papel (Não perca este papel). Tem um freeshop bem grande logo depois da imigração.

 

Já o processo de embarque foi caótico, o navio saiu do porto quase 20:10.

Quanto ao navio da Buquebus (Francisco): É preciso calçar uma espécie de luva por cima do calçado para entrar no navio, o navio tem piso com carpete

É um navio bem grande tem 4 classes: Econômico, turismo (compramos o nosso aqui), business e primeira classe. Os dois últimos embarcam primeiro e tem um certo controle de acesso às áreas. Já a económica e turística não tem controle nenhum. Tem uma área de recreação para crianças com um cuidador, o freeshop é bem grande e o navio balança pouco.

No entanto, esperava bem mais: as janelas da classe turística tem tipo de laminado que te impede de tirar fotos do lado de fora, tampouco tem uma área para ficar do lado de fora do navio, a casa de câmbio dentro do navio é horrível.

 

O desembarque foi meio muvucado, mas também é bem simples, só precisa passar a bolsa no raio-x.

Chegamos em Porto Madero às 22:40, quase 1 hora de atraso. Detalhe, na hora que chegamos, a casa de câmbio em porto madero já estava fechada, por sorte tínhamos saldo no SUBE de uma viagem anterior.

 

Vou pular os detalhes do que fizemos na Argentina pois já tínhamos visitado a Argentina e praticamente só fomos ao caminito

 

Dia 7: De buenos Aires para Colonia, Montevideu e Brasil

 

O nosso vôo estava marcado para 3:20 da manhã do dia seguinte saímos de Buenos Aires, passeamos em Colonia, fomos para Montevidéu e depois Brasil.

 

A nossa passagem pela Colonia Express estava marcada 13:45, fizemos o check out, compramos bastante comida, vimos relatos dizendo que a comida era cara em Colonia, chegamos no porto da Colonia Express ao meio-dia.

 

Importante: o porto da Colonia Express e o da Buquebus/Seacat são em lugares diferentes na Argentina.

 

O processo imigratório também foi bastante simples você apresenta o papel que recebeu na ida e passa a bolsa no raio-x

 

O navio da Colonia Express saiu no horário: é bem menor, o freeshop é, basicamente, uma lanchonete e balança bastante.

 

No entanto, é bem melhor: O piso é tipo um laminado, não precisa usar luva no pé, dá pra tirar foto pela janela, tem um guarda volumes na parte traseira e, o melhor de tudo, tem uma parte externa que dá pra sentar e tirar ótimas fotos!

 

Chegamos em Colonia e botamos as bolsa no guarda malas fica rodoviária ao lado do porto. 50 pesos até 2 horas, 80 pesos entre 2 e 4 horas por mala. Compramos as passagens para Montevidéu às 18.

 

375 + 20 de taxa de embarque. total: 395 por pessoa

 

Demos uma volta em Colonia das 15 às 17:30, chegamos em Montevidéu 20:40 +- demos uma volta no mercado/shopping e pegamos o ônibus 470(56 pesos cada), 2 quadras da rodoviária rumo ao aeroporto.

 

Um detalhe: se você quiser comer algo diferente de mcdonalds, o shopping/rodoviária de tres cruces é o último lugar pra fazer isso, no aeroporto só mcDonalds.

 

O ônibus demorou +- 40 minutos até o aeroporto, comemos no mcdonalds mesmo (estávamos sem fome mais cedo), aplicativo de cupons do mcdonalds funciona no Uruguai tbm, e tem desconto de iva, desta vez eu perguntei e pedi o desconto.

 

O freeshop de montevidéu aceita reais e devolve o troco em dólares, com uma cotação até melhor que a comercial e os preços são um pouco melhores que o de Guarulhos.

A área de embarque internacional tem puff e algumas poltronas com apoios paras os pés que são bem confortáveis.

 

Fim da viagem


 

Dicas Gerais

 

Sim, é caro: Se comparar com o Brasil, o Uruguai é caro. O refrigerante de 600 ml e a água de 1L no mercado custam na faixa de 50 pesos (6 reais), em Punta, na praia, custou 90 pesos.

 

Pague as refeições no cartão de crédito: aproveite que ainda tem desconto no iva e pague no cartão de crédito, só pergunte se tem o desconto e se não tem valor mínimo. No visor da máquina vai aparecer o valor cheio, o desconto aparece depois do pagamento no recibo da máquina.


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Não faça câmbio em Punta e nem em Colonia: É melhor fazer o câmbio em Montevidéu, lá eles pagam o que está no site das casas, em Punta e em Colonia não.

 

http://www.aspen.com.uy/sitio/?lang=pt

https://www.cambio18.com

http://www.gales.com.uy/home/

Escolha um hotel com um bom café da manhã: vale a pena pagar até uns 20 reais a mais na diária se o café for bom, dá pra encher a barriga no hotel e administrar o almoço, só gastando na janta.

 

Compre a passagem de navio mais barata: Quando for pesquisar passagem de navio, entre pelo site na versão argentina e procure a parte de outlet/promociones


https://www.buquebus.com/promociones/outlet

https://www.coloniaexpress.com/ar/outlet

 

Se pudesse refazer o roteiro para economizar:

 

2 dias inteiros em Montevideu

1 dia pra bate e volta em Punta (Excursão que passa o pôr do sol na Casa Pueblo saindo e voltando para Montevidéu)

1 dia pra bate e volta em Colonia (por conta própria)

Reserva todas as noites em Montevidéu, aí não precisa ficar penando carregar mala/mochila e esperar pra fazer o check in / trabalho de fazer e desfazer mala etc.

 

Última dica: Compre Batata Frita sabor ovo frito.

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Este maravilhoso salgadinho tem o gosto mais exótico da vida!

 

Impressões do Uruguai:

 

O país tem muitas árvores nas ruas e dá pra notar que parte dela é nativa, as árvores que estão nas calçadas já estavam lá antes da calçada existir e continuam lá mesmo depois da calçada. Acho que lá esse negócio de "vamos arrancar a árvore porque ela quebra a calçada" não funciona.

 

O povo parece bem civilizado, 2 exemplos que eu vi:

 

No ônibus de Colonia para Montevidéu, o motorista nem conferiu os bilhetes para entrar, uma pessoa entrou numa outra parada depois da rodoviária, quando foram conferir os bilhetes essa pessoa tinha comprado a passagem para outro dia e  o cobrador tipo falou para ela: "Moça o seu bilhete não é pra hoje, chegando em Montevidéu avisa no guichê da empresa e tá blz", sem briga, sem discussão, sem suspeita de migué.

Para trocar dinheiro eles não pedem documento, assinatura, comprovantes etc. Ninguém fica conferindo se a nota que você deu é falsa.

 

Fomos bem atendidos na maioria dos lugares que fomos, o pessoal tem uma predisposição para te ajudar.

 

Achei que o Uruguai tem muitos idosos.

 

Vi poucos mendigos na rua e todos adultos.

 

O povo de montevidéu parece muito mais pacato se comparar com o brasileiro (paulistano) e o argentino (de Buenos Aires).

 

Punta (pelo menos na parte da Península) é muito burguês, não é o tipo de lugar que dá pra sentir o povo e nem acrescenta culturalmente.

 

VISITEM O URUGUAI!!!


 

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  • 3 semanas depois...

  • 4 meses depois...
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Fui 2x a MVD, em julho de 2007 e agora em julho de 2019. Uma breve correção, as árvores da cidade de MVD e Colônia chamam-se plátano e não são nativas do Uruguai ou Argentina, mas da Am. Norte e Eurásia, foram trazida pelos colonizadores espanhóis e sim foram escolhidas para urbanização pelo fato de suas raízes quase não destruírem as calçadas e pavimentações. O país é caro porque a economia é dolarizada, sendo um país pequeno e essencialmente agrícola importam tudo o que necessitam, reparem nas marcas dos talheres, copos e taças, toalhas de banho, nas montadoras dos ônibus. Nada é barato lá, fruto da economia fraca. Num city tour o guia disse com orgulho que o salário mínimo deles é 400 dólares, mas também com a carestia, o que eu ouvia nas filas dos mercados eram reclamações do elevado custo de vida. O que torna o país caro além do preço é a quantidade, eu paguei por apenas um filé de peixe com 1 folha de alface e 2 rodelas de tomates o equivalente a 86 reais, sem nenhum acompanhamento. É por isso que se vê muitos turistas uruguaios e argentinos pois sai mais barato viajarem ao Brasil que no seu próprio país, muitos viajam até Chuí no RS para fazer compras no Brasil.

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    • Por Marcos Felipe Oliveira
      se o que falta é companhia, bora lá..
      viagem camping carona sem data natureza 
      chama no WhatsApp 32 999585879
      só força,e proteção a todos nós moradores do mundo, viajantes despertos da ilusão 🙏🧿🔥🌬️👽💨🤭😉👊🤝✌️
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      Somos duas amigas que estaremos em Floripa em dezembro. Procuramos carona saindo do dia 17 a diante. Podemos ajudar com a gasosa!
    • Por Jackie Erat
      Fala galera!
      Estamos em lockdown no Peru por mais de 2 meses e as coisas por aqui não estão melhorando. O isolamento obrigatório e total fica sendo extendido indeterminadamente a cada duas semanas.
      Assim, organizamos nossas fotos e vídeos de viagem, como um lazer terapêutico. Uma viagem pelas telas, uma fuga temporária da realidade.
      Meu marido e eu estamos viajando as Américas por mais de dois anos, quando a pandemia chegou sorrateiramente e suspendeu nossos planos.
      Mas foram dois anos muito bem vividos e eu gostaria de trazer nossos locais favoritos pra vocês. Temos o sonho e poder retomar a viagem no futuro e assim sabemos que tem muitos mochileiros por aí desenhando seus sonhos também, até como forma de manter a sanidade nesse momento tão difícil. Espero que esse relato lhe ajude a continuar sonhando!
       
      Imagens inspiram mais do que palavras, então para mostrar a vibe dos melhores locais, compilamos um vídeo
       
       
       
      E por escrito aqui vamos mandar os detalhes necessários para você poder fazer acontecer  
       
      Brasil, destinos mais irados:
      Lençois Maranhenses (ir no período em que as lagoas estão cheias). Valeu muito a pena cruzar o parque a pé e fazer o passeio aéreo também https://vidaitinerante.wordpress.com/2018/08/06/logistica-para-a-travessia-dos-lencois-maranhenses-a-pe/
      Chapada Diamantina - Outro parque nacional que vale a pena cruzar a pé. Indicamos o Guia Cid +55 (75) 99229-0256
      Costa dos Corais (Pernambuco à Alagoas), gostamos bastante de São Miguel dos Milagres. É menor, menos turistas, melhor qualidade da água do mar. Para quem estiver de passagem, gostamos de visitar o Canyon do Xingó. Não recomendo dirigir até lá só para isso, mas quem estiver dirigindo pelo litoral Brasileiro, vale muito a pena a parada.
      Canoa Quebrada, CE
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      Vídeo para ajudar no planejamento de quem quer conhecer todo o litoral Brasileiro de carro: 
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      Cabo Polônio
       
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      Circuito Cafayate, Salta, Purmamarca, Salinas Grandes https://vidaitinerante.wordpress.com/2020/03/05/salta-preciosidade-ainda-nao-descoberta/
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      Quem quiser saber todas as paradas que fizemos nesses dois anos, mapeamos no tripline:
      https://www.tripline.net/trip/Trecho_j%C3%A1_percorrido-7160000020541014A251C736C09EF5CD
       
      Cada estrelinha nesse mapa foram locais que conhecemos. Não apenas de passagem, locais que ficamos um tempo, visitamos.

      O sonho continua vivo e é isso que nos mantém fortes para superar momentos difíceis. Sigam firme galera! Se cuidem e cuide do próximo, vamos sair dessa juntos!
      Abraços
    • Por Paulo Neves
      Fala pessoal!
      Vou passar meu relato de viagem que fiz faz pouco tempo para Valizas e Cabo Polônio, no departamento de Rocha no Uruguai. Lugares sensacionais e foi bem dentro de minha expectativa do que estava procurando.
      Atualmente vivo em Pelotas, no Rio Grande do Sul então a ida pode ter sido facilitada desde aqui.
      O caminho que tomei foi o seguinte:
      1 - Ônibus de Pelotas até o Chui (Brasil)
      2 - Ônibus de  Chuy (Uruguai) até  Castillos
      3 - Ônibus de  Castillos até Valizas.
      Há uma companhia de ônibus que vai até Montevidéu desde Pelotas, mas não compensa esse trajeto já que essa passagem é muito cara (uns R$ 250,00 só a ida). Apesar de tantas baldeações e com um pouco de tempo, compensa fazer o trajeto como eu fiz.
      Para quem está em Montevidéu ou Punta del Este existem opções de ônibus até Castillos ou Valizas e até mesmo alguns que vão direto para o Parque Nacional de Cabo Polonio.
      Então vou detalhar como foi minha ida. Peguei um ônibus da empresa Embaixador de Pelotas até Chui (R$ 77,00) que demorou cerca de 4 horas. Como era noite, dormi uma noite no lado brasileiro do Chui para no outro dia pela manhã trocar dinheiro e seguir viagem. Me hospedei no hotel Turis Firper que é legal e serviram um café da manhã bom. Não se assustem com as ruas do Chui pela noite, pois são muito mal iluminadas, mas tudo tranquilo (pelo menos foi o que percebi hehe). Recomendo fazer a troca de dinheiro na fronteira, para quem passar por esse caminho, ou em Montevidéu (estive lá no ano passado). Trocar $ no Brasil (em Pelotas ou Porto Alegre) é muito ruim, pois a cotação estava péssima. Na fronteira comprei pesos uruguaios por quase o mesmo valor da cotação do dia (R$1,00 -> UY$ 9,00 dia 06/03/2020). Para quem não conhece, não há praticamente nenhuma diferença entre o Chui Brasil e o Chuy Uruguai, com exceção da língua hehehe. Há apenas uma avenida que marca a divisão entre os países. Em ambos os lados, o real é aceito, mas é sempre bom perguntar a cotação. Após fazer o câmbio (esqueci o nome da casa de câmbio, mas ela fica em uma esquina bem movimentada no lado uruguaio e está quase sempre cheia) tinha que ir para a rodoviária do Chuy que deve se distanciar cerca de 1,5 km (20 a 25 min de caminhada). A rodoviária do Chui Brasil é bem precária, enquanto que a do Chuy Uruguai é bem nova, já que foi inaugurada recentemente. Desde lá, é possível encontrar ônibus para várias partes do Uruguai em diversos horários.

      Não havia nenhum ônibus direto do Chuy até Valizas, tive que pegar um ônibus até Castillos e depois até meu destino, mas tudo muito tranquilo.
      A empresa que escolhi foi a Rutas del Sol (https://www.rutasdelsol.com.uy/es/), mas há outras disponíveis, como nas imagens que anexei com horários. A passagem custou cerca de 170 pesos (em torno de R$20,00. Os veículos eram muito bons e com ar condicionado e Wi-Fi. A viagem foi curta, cerca de 1:30 passando por algumas cidadezinhas uruguaias, inclusive Punta del Diablo (a qual já fui também e mega recomendo a visita).


      Em Castillos, que é uma pequena cidade próxima a Valizas, não há rodoviária propriamente dita e sim os postos de cada empresa que oferece serviço passando pela cidade. Logo que cheguei, procurei algo para comer em pouco tempo, já que tinha 35 min até a partida para Valizas. Fui a um restaurante que se chama "A mi gente" que fica na Rua Lavalleja e pedi um chivito (clássico sanduíche uruguaio, que parece com os nossos mesmo) que era o mais rápido. Ao lado desse restaurante, há uma padaria bem boa e com coisas baratas. Dei mandaca de não ter ido até a padaria, mas o chivito valeu também.

       
      Bom, peguei o ônibus para Valizas (UY$72,00) e em 40 min estava lá. Valizas é muito pequena, não possui asfalto e quase nenhuma iluminação pública. PERFEITO para o que eu queria... A cidade ou vila, não sei o que seria, tem o auge de movimento nos meses de dezembro a fevereiro. Como fui após o carnaval, muitas coisas já estavam fechadas e não iam funcionar diariamente, devido à baixa temporada. De fato, a cidade não estava muito cheia e sim, muito tranquila. Chegando lá fui procurar onde ficar. Havia feito uma pesquisa rápida no Booking antes de chegar e o mais barato era um local chamado Casa Ibiporã, mas resolvi andar pela cidade. Realmente não havia nada mais em conta (R$140,00 por noite sem café a manhã). Cheguei a ir até o Hostel Valizas mas eles trabalhavam das 09:00 até as 12:00 e depois das 17:00 até 21:00, mas toquei a campanhia mesmo assim e o cara que atendeu disse que não iria receber ninguém mais...Ok!!! Segui meu caminho. Achei a Casa Ibiporã e quem recebeu foi o Emiliano, um gaúcho muito legal. Havia dois quartos disponíveis, ambos com cama de casal. Eu estava com minha amiga e dormimos no mesmo quarto (R$70,00 para cada por noite). O lugar é super aconchegante e confortável. Adorei ficar lá e recomendo...




      Passei o dia na praia e passeando...
      Dica: prefira fazer comprar nos mercados da rua principal. As coisas não são tão caras (comida no Uruguai costuma ser bem caro), aceitam cartão e fica bem mais barato do que comer em restaurante. Para aquela noite, comprei algumas coisa para cozinhar no hotel.
      No outro dia, minha amiga e eu fomos até Cabo Polonio que fica  a uns 8 a 12 km de Valizas a depender do caminho. Há duas maneiras de ir: caminhando desde Valizas ou de ônibus/carro até a entrada principal do parque e depois pegar um dos veículos próprios do parque que levam os turistas até a vila de Cabo Polonio. Resolvemos ir caminhando pela manhã e voltar de ônibus à tarde. 
      Caminhando pela orla é mais fácil pois não é preciso subir as dunas, porém é mais longe, em torno de 12 km. Fomos pelo caminho que Emiliano indicou, pelas dunas tendo sempre o oceano como referência para não se perder. Com as paradas para fotos, gastei 2 horas de caminhada. Eu adoro esse tipo de passeio; minha amiga não era muito acostumada, mas gostou também. A paisagem é linda e vale a pena a experiência.


      Passamos o dia em Cabo Polonio (ninguém nos cobrou nada para entrar por essa rota de entrada) que é um charme e dá muita vontade de ficar mais tempo e dormir por lá... Contudo, Cabo é um pouco mais caro que Valizas. Recomendo levar bastante água e alguma comida pra não precisar gastar muito por lá. Cartão de crédito é aceito, mas economizar pode ser melhor.

       
      Passeamos pela vila e resolvemos ir até a estação de ônibus para saber sobre o retorno a Valizas, isso era em torno de 15:00 já. Descobrimos que o último ônibus para Valizas tinha saído às 14:30 e não haveria mais algum naquele dia. A opção seria ir até a porta de entrada do parque com os veículos deles (acho que custa uns UY$200,00) e pedir carona na rodovia para Valizas ou ir até Castillos e voltar para Valizas, mas seria uma baita volta e gasto de $. Assim decidimos voltar da mesma maneira que voltamos, caminhando pela praia/dunas......
      Antes disso, fomos visitar o Farol e os leões marinhos. Apesar da placa dizer que a visita ao Farol começa às 15:00, naquele dia iria começar às 17:00 apenas. Então não pude subir dessa vez... Mas a vista é linda de qualquer forma.
      Por volta das 16:30 iniciamos o retorno a Valizas a pé. Foi mais cansativo pois já tínhamos passado o dia caminhando, mas mesmo assim foi muito legal e lindo também. Como nessa parte do mundo costuma escurecer mais tarde nessa época do ano comparado ao sudeste do Brasil, foi tudo tranquilo, já que chegamos por volta das 18:30 e ainda estava bem claro. Nesse trajeto mesclamos entre as dunas e a costa para chegar até o destino. Como havíamos economizado um baita $, nos demos de presente um jantar em um local bom em Valizas. Fomos até o restaurante Huma e foi muito gostoso mesmo. Foi carinho (R$ 75,00 para cada) mas comemos uma entrada compartilhada, dois pratos principais e dois sucos naturais. Delicioso!
      No outro dia, acordamos cedinho para apreciar o nascer do sol na praia, que ocorreu por voltas das 06:30, depois compramos nosso café da manhã num dos mercados da rua principal, fomos para a praia novamente e esperamos até nosso horário de volta. Na mini-rodoviária de Valizas há um pequeno quadro com horários de ônibus de Valizas para várias outras partes pela Rutas del Sol, incluindo Cabo Polonio.

       Fizemos todo o trajeto de retorno até Pelotas bem tranquilamente e com segurança. Em Castillos fui até a padaria que mencionei no início do relato para comprar o almoço (empanadas e torta) e foi bem mais em conta do que o chivito que comi na ida.
      Dicas: se for lua cheia, não deixe de ir até a praia admirar o luar; não deixe também de ver o nascer do sol na praia; em Cabo Polonio há um caixa eletrônico em que você pode usar seu cartão do banco brasileiro e sacar pesos uruguaios, caso necessite.
      Bom, é isso galera!
      Qualquer dúvida ou comentário, deixem mensagens abaixo que respondo com prazer!
      Abs
    • Por Schmiegelow
      #Uruguai
      Estou há um pouco mais de dois meses em uma viagem de moto pela América.
      Meu projeto chama O Mundo em Lanches pois quero conhecer culinárias locais simples para depois oferecer em lanches.
      Acabo de deixar o Uruguai passando por praticamente toda a costa leste até Montevideo, depois fui um pouco mais para o centro para ter uma ideia de como é o interior neste belo país.
      O litoral é incrível com muitas opções totalmente distintas: desde um vilarejo que só pode entrar de 4x4 e tem energia elétrica apenas por geradores - Cabo Polônio, até uma cidade cheia de grandes prédios com muito luxo - Punta Del Este.
      A capital #Montevideo é bem bonita e organizada, com muitas praias, praças, ruas de bares e baladas, restaurantes, tudo o que uma metrópole oferece. Gostei muito de ver os Uruguaios tomando praças e praias principalmente no final do dia. O verão é muito valorizado aqui.
      O cidadão Uruguaio é, em geral, muito educado e receptivo, sempre que precisei não mediram esforços para me ajudar e os amigos locais que fiz gostam muito de mostrar sua cultura.
      O interior achei parecido com o Brasil, cidades pequenas mas mais organizadas até em sua construção, uma praça principal, alguns bares, restaurantes e lojas. Em um bar que parei para tomar um refrigerante (aqui é muito difícil encontrar suco natural), os senhores que estavam lá já começaram a puxar assunto, bem Bar de interior mesmo.
      A culinária é centralizada na Parrilla (churrasco), além de cultural a carne é um dia produtos com melhor custo benefício por dia produção regional - nas estradas praticamente só vi este tipo de fazendas.
      Chivito (lanche com carne bem fininha, normalmente com ovo, salada, presunto e queijo), milanesa (muito popular, muito mesmo), empanadas e tartas (torta salgada) são os outros pratos regionais.
      Falo melhor sobre tudo no Instagram O Mundo em Lanches
      https://www.instagram.com/omundoemlanches/ 
      https://omundoemlanches.com.br/ 
      #mochileiros #viagemdemoto



















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