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Boa noite mochileiros.

Minha 1ª viagem pela Europa, então vou precisar de muitas dicas dos mochileiros mais experientes. De certo, apenas passagens de ida e volta. Chegada por Milão, e volta de Zagreb, além de um voo low coast Milão > Tallinn. Vou mostrar abaixo o esboço, que certamente irei mudar algumas coisas, e gostaria de apontamentos e sugestões:

sex 24.mai     - Saída Curitiba 12:05
sáb 25.mai     - Chegada Milão 16:10
dom 26.mai     - Chegada Tallin 10:30
seg 27.mai     - Tallin
ter 28.mai     - Tallin
qua 29.mai     - Tallin > Riga
qui 30.mai     - Riga
sex 31.mai     - Riga
sáb 01.jun     - Riga > Vilnius
dom 02.jun     - Vilnius
seg 03.jun     - Vilnius
ter 04.jun     - Vilnius > Varsóvia
qua 05.jun     - Varsóvia
qui 06.jun     - Varsóvia
sex 07.jun     - Varsóvia > Cracóvia
sáb 08.jun     - Cracóvia
dom 09.jun     - Cracóvia
seg 10.jun     - Cracóvia > Busapeste
ter 11.jun     - Budapeste
qua 12.jun     - Budapeste
qui 13.jun     - Budapeste > Split
sex 14.jun     - Split > Hvar
sáb 15.jun     - Hvar
dom 16.jun     - Hvar
seg 17.jun     - Hvar > Split
ter 18.jun     - Split
qua 19.jun     - Split
qui 20.jun      - Split > Zagreb
sex 21.jun      - Zagreb
sáb 22.jun      - Zagreb
dom 23.jun      - Zagreb
seg 24.jun      - Saída Zagreb  13:20
ter 25.jun      - Chegada Curitiba 11:05

Devo tirar um 1 de Zagreb, talvez 2. Vi muitas pessoas comentando que não tem muito a se ver por lá.

Além disso, alguém já foi a Breslávia, na Polônia ? Vale uma parada ? ou alguma outra cidade polonesa além de Varsóvia e Cracóvia  ?

Sobre os deslocamentos, algum deles haverá dificuldade ? E seria necessário reservar tudo com alguma antecedência ?

 

Qualquer observação será bem vinda.

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@NeyZinho 

Estou planejando uma viagem pela Croácia. Pelo que li, não a muito o que fazer em Zagreb e Split. Deixaria apenas 1 dia para cada cidade e adicionaria em Hvar ou incluiria Dubrovinik no roteiro.

 

abraços.

 

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Em 09/03/2019 em 23:49, NeyZinho disse:

Além disso, alguém já foi a Breslávia, na Polônia ? Vale uma parada ? ou alguma outra cidade polonesa além de Varsóvia e Cracóvia  ?

Breslavia ou Wroclaw como é conhecida no resto do mundo, é uma cidadezinha bem agradável, mas sendo sincero, nada de muito diferente do que você já vai ver ao montes em Tallin, Riga, Vilnius, Varsóvia, Cracóvia, Zagreb e Budapeste.

Tem Zakopane nos alpes poloneses que é popular entre o pessoal aqui, mas não sei como seria bem no meio do verão... 

Pessoalmente eu daria uma ajustada, tirando um dia aqui e outro acolá, para conseguir incluir Dubrovnik na Croácia...

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Obrigado @Nique Varela e @poiuy

Na verdade, mudei os planos, Vou fazer o cainho inverso.

Há 20 dias do embarque ainda não defini nada, hahaha.

Mas esse final de semana quero encaminhar as coisas, fazer as reservas..... Deve ser algo como Liubliana, Dubrovnik, Split, Zagreb, Bratislava, Budapeste, Cracovia e Warsovia.

 

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4 minutos atrás, NeyZinho disse:

Mas esse final de semana quero encaminhar as coisas, fazer as reservas..... Deve ser algo como Liubliana, Dubrovnik, Split, Zagreb, Bratislava, Budapeste, Cracovia e Warsovia.

Chego dia 25.maio em Milão, e volto dia 25.junho, de Frankfurt, somente como cidades para chegada e saída. Falta definir quantos dias em cada uma dessas cidades aí em cima.

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    • Por rafa_con
      Olá viajantes, cá estou eu para compartilhar meu segundo relato neste fórum maravilhoso rs. Desta vez, tentarei ser mais breve (não garanto). Vou tentar me focar nos pontos que as pessoas possam ter mais dúvidas e ciladas que podem evitar cair.  
      Fiz uma trip incrível com meu marido entre 7 e 22 de Outubro de 2019 por Berlim, Praga e Budapeste.   
       
      CUSTOS PARA DUAS PESSOAS 
       
      * Convertido em reais variando conforme os fechamentos do meu cartão de crédito.  
      ** Todas as hospedagens paguei daqui do Brasil com antecedência via cartão de crédito.  
      *** O único passeio que comprei com antecedência foi a entrada do Parlamento de Budapeste e entrou como gasto no cartão de crédito também.  
      **** Comecei a pagar as coisas em Fevereiro, de modo que quando fui viajar, tudo já estava pago, só faltando fechar o que iria gastar no cartão de crédito.  
        Passagem Aérea 
       R$4.973,00  (IDA POR BERLIM, VOLTA POR BUDAPESTE) 
      Seguro Viagem 
       R$309,21  
      Bus Berlim > Praga 
       R$145,44  
      Bus Praga > Budapeste 
       R$160,32  
       
       
      Hospedagem Berlim 
       R$1.582,35  
      Casa do Serkan 
      Reserva via AirBNB 
      Boelckestraße 80, 12101 Berlin, Alemanha 
       
       
      Hospedagem Praga 
       R$968,56  
      Golden City Hotel Garni 
      Reserva via Booking 
      Táboritská 913/3, 130 00 Praha 3-Žižkov, Tchéquia 
       
       
      Hospedagem Budapeste 
       R$683,82  
      Rákóczi Studio 
      Reserva via Booking 
      1074 Budapeste, Rákóczi út 64. I/17, Hungria 
       
       
      Dinheiro p/ levar (700 EUR) 
       R$3.303,51  
       
       
      Gastos Cartão de Crédito 
       R$724,61  
       
       
      Custo Total: 
       R$12.850,82 
       
      Provavelmente agora você está se perguntando como consegui me virar com 700 euros pra duas pessoas esse tanto de dia. Bom, primeiro deixo claro que meu estilo de viagem não comtempla o ‘turismo gastronomico’, não faço questão de comer em restaurantes e etc. Também não saímos a noite pra bares e baladas, não faz nosso perfil. Além disso, como deve ter notado, só ficamos em Hotel em Praga, nossas hospedagens em Berlim e em Budapeste tinha cozinhas e jantamos muitas vezes lá mesmo, comprando coisinhas fáceis de fazer no mercado. Pra aproveitar mais o dia, eu fazia uns lanches pra gente comer e não precisar parar pra almoçar. Não sou de fazer compras também, só trouxe imã de geladeira HAHAHA  
      Outro ponto também é que somos adeptos 100% ao transporte público, não usamos táxi ou Uber nenhuma única vez. 
      Os gastos no meu cartão foram basicamente as vezes que comemos em restaurante em Praga, que não tínhamos cozinha. Só em um desses foi 250 reais porque entrei no primeiro que vi e me danei HAHAHA, comida é um negócio muito caro.  
       
      ROTEIRO – BERLIM 
       
      6/10 – Saída de GRU  
      7/10 – Chegada em Berlim, Portão de Brandeburgo, Memorial do Judeus 
      8/10 – Checkpoint Charlie, Topografia do Terror, Mall of Berlim, Palácio do Reichstag, Siegessäule, Alexanderplatz 
      9/10 – Ilha dos Museus: Pergamon/ Neues/ National Galerie, Berlim Dom, West Side Galery, Memorial do Muro de Berlim 
      10/10 – Campo de Concentração de Sachsenhausen 
      11/10 – Fui em busca de lugares em que cenas da série Dark da Netflix foram gravados, longe da cidade 
      12/10 -  Teufelsberg, Tempelhofer Feld 
       
      ROTEIRO – PRAGA 
       
      13/10 – Saída de Berlim de ônibus, chegada em Praga, Relógio Astronomico, Ponte Carlos... (aqui foi só uma primeira passada, a gente passa diversas vezes por esses lugares lá né) 
      14/10 – Castelo de Praga, Kampa, Petrin, Labirinto de Espelhos 
      15/10 – Ossuário de Sedlec, Dancing House 
      16/10 – Museu do Comunismo, Sinagoga Velha, Cabeça do Kafka 
      17/10 – Vysehrad, Ilha Strelecky 
       
      ROTEIRO – BUDAPESTE  
       
      18/10 – Saída de Praga de ônibus, chegada em Budapeste, ‘ruin bar’ 
      19/10 – Ponte das Correntes, Castelo de Buda, Bastião dos Pescadores, Estátua da Liberdade 
      20/10 – Casa do Terror, Sapatos no Danúbio, Parlamento, Mini Cruzeiro no Danúbio
      21/10 – Praça dos Heróis, Termas de Széchenyi 
      22/10 – Última voltinha em Budapeste, Mercado Municipal, ida pro aeroporto  
      23/10 – Chegada em GRU  
       
    • Por Mari D'Angelo
      Leia o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/split-uma-cidade-dentro-de-um-castelo/
       
      No caminho entre a capital Zagreb e Dubrovnik, a pérola do Adriático, se encontra a pequena Split, a capital da região da Dalmácia e segunda maior cidade do país, destino comum para quem visita a Croácia. Muita gente a inclui no roteiro exclusivamente como acesso para uma das inúmeras ilhas, mas não foi nosso caso. Alugamos um carro em Zagreb e descemos até Split fazendo uma rápida parada em Zadar, para conhecer o intrigante órgão marítmo. As estradas croatas são bastante boas, e usando o GPS não tivemos nenhum problema.
       
      Chegando na cidade, comecei a ficar meio preocupada, quase desisti de parar por lá, isso porque a parte turística e histórica se concentra exclusivamente dentro do antigo palácio do imperador romano Diocleciano, declarado patrimônio da humanidade pela UNESCO. Fora deste domínio ela não é nada atrativa!
       
      Com alguma dificuldade encontramos o estacionamento (que fica na parte de fora do palácio, não circulam carros por lá) e partimos para uma missão dificílima, encontrar o hotel! Na verdade, não era um hotel, era um apartamento, esse esquema de hospedagem é muito comum por lá, usamos duas vezes reservando pelo Booking.com e foram boas (e baratas) experiências. O lugar em si não era mais que um quarto com banheiro e frigobar, mas para uma noite, está ótimo (e dentro do palácio). É difícil encontrar pois são várias vielas com apartamentos não muito bem identificáveis, e claro, com nomes impronunciáveis. Uma dica é reparar nas portas, geralmente há uma placa azul com um ícone de hospedagem e o termo “sobe”.
       
      Na entrada da cidade velha, próximo ao Portão de Ouro (cada lado do palácio tem um portão: ouro, prata, ferro e latão) está a gigante estátua do bispo Gregório de Nin, que lutou para que os serviços religiosos fossem divulgados também na língua eslava, para que todos pudessem entender, já que na época era usado para estes fins apenas o latim. A tradição manda esfregar a mão no dedão de seu pé esquerdo para trazer sorte.
       
      O palácio de pedras brancas da ilha de Brac foi construído a mando do imperador Diocleciano, que nasceu nesta região e comandou Roma de 284 a 305, quando abdicou voluntariamente de seu cargo. Era conhecido pela fama de perseguidor de cristãos. Ele encomendou aos arquitetos Filotas e Zotikos a então luxuosa construção onde passou seus últimos anos de vida. Após sua morte, o palácio virou residência do governador e foi usado ainda para escritórios administrativos. Em 615, refugiados de Salona, vizinha de Split, se abrigaram no palácio já abandonado, após ter sua cidade destruída pelos avaros e eslavos. Neste momento, começa a surgir a cidade de Split, que com o passar dos anos foi se expandindo para além dos domínios do palácio.
       
      Caminhar por lá é como mergulhar no passado, áreas muito bem conservadas convivem em harmonia com ruínas, colunas coríntias greco-romanas, esfinges egípcias, esculturas e roupas penduradas para fora das janelas. Estilos artísticos e arquitetônicos se misturam, do gótico ao renascentista. Todas as ruas, praças e casas desta região tem ares italianos, o que não é exatamente uma surpresa, já que a cidade foi ocupada por Veneza durante um período.
       
      Saindo pelo portão de latão, a Riva, grande calçadão branco com palmeiras imperiais, margeia as águas do porto (Split é uma cidade basicamente portuária, sem praias na região central). Há uma maquete do palácio em alto relevo e diversos cafés e restaurantes beira-mar.
       
      Vale a pena subir no alto da torre do campanário da Catedral de São Domnius. O trajeto é longo, cansativo e claustrofóbico, mas a vista da cidade e do espetacular azul do mar adriático compensam o esforço. O local era o antigo mausoléu do imperador, quando a religião católica ganhou liberdade, foi transformado em catedral onde foram colocados os restos mortais de São Domnius, padroeiro de Split, e Santo Anastácio, ambos mortos a mando de Diocleciano. No vestíbulo, que fica próximo ao campanário, costumam acontecer apresentações musicais.
       
      Diz-se que as galerias subterrâneas foram usadas como depósitos de lixo na ocupação da cidade pelos refugiados de Salona e que foi isso que conservou a estrutura. Hoje no local ficam diversos stands vendendo de tudo um pouco, é um bom lugar para encontrar souvenirs.
       
      A noite paramos para comer no Restaurant Central, na Praça do povo (Narodni Trg) que fica fora das muralhas, com alguns restaurantes, lojas e um intenso fluxo de turistas. É também onde ficam a prefeitura e a torre da guarda, com um relógio em sua fachada. Para os carnívoros, a pedida é o porco, muito consumido pelos croatas. Já eu preferi uma massa com funghi (os cogumelos também são muito frequentes na culinária local) e foi uma das melhores coisas que já comi na vida, que delícia! O vinho croata, assim como a cerveja, também não deixa nada a desejar.
       
      Na manhã seguinte tomamos café em uma pekara (padaria) próxima à marina e quando percebemos estava tocando Gustavo Lima!… Até na Croácia! Ainda passeamos mais um pouco por lá e partimos para Baska Voda, uma praia paradisíaca e desconhecida.
       
      Leia o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/split-uma-cidade-dentro-de-um-castelo/
    • Por Mari D'Angelo
      Relato original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/brela-e-baska-voda-paraisos-escondidos-na-croacia/
       
      Brela e Baska Voda, uma do lado da outra, são minúsculas cidadezinhas na Croácia que escondem praias verdadeiramente paradisíacas banhadas pela imensidão azul do mar adriático! Na verdade mesmo, não havia nada pra fazer lá, o único atrativo era uma ilhota de pedra com árvores no meio do mar que parecia incrível no Google Images (e que praticamente foi o motivo de escolhermos esse lugar tão fora do roteiro) e que ao vivo era bem menos pitoresca. Mas havia calmaria, simpatia sincera e cenários que fazem meu coração palpitar até hoje, e o melhor, tudo isso só pra nós dois, ou quase.
       
      Depois de passar pelas paisagens mais lindas das estradas croatas (fizemos praticamente a costa toda nessa viagem), chegamos em Baska Voda. Nosso “hotel” era na verdade era um flatzinho que os próprios moradores alugam (já falei um pouco sobre isso aqui no post de Split), o nome era Haus Bilic e reservamos pelo Booking.com. O lugar era grande e super aconchegante. Aliás, entrando na cidade já era possível sentir o clima de aconchego que pairava por lá. A mulher que veio nos receber era de uma simpatia extrema, deixou uma cestinha com bananas e ainda se ofereceu para lavar nossas roupas. Muito amor, muita simpatia!
       
      Como eu disse, não havia muito o que fazer, foi um dia totalmente relax (o único, em uma intensa programação de 30 dias e aproximadamente 10 cidades) e foi maravilhoso! As vezes, tão bom quanto um dia cheio de novidades e cultura é parar e simplesmente andar a toa, sentar nas pedras (lá não tem areia, são praias de pedras), ouvir o mar e se sentir totalmente realizada, naquele momento não queria estar em nenhum outro lugar além daquele!
       
      Passamos pelo modesto porto, algumas lojinhas e uma estátua virada para o mar que ainda estou tentando buscar o significado. Andando pelas poucas ruas da cidade vimos muitos carros modelo Renault 4, muito comuns na época comunista, antes da antiga Iugoslávia se desmembrar em países separados, sendo um deles a Croácia.
       
      Antes do pôr-do-sol pegamos o carro para ir até Brela e ver a tal pedra! Parece até mentira de tão poética a paisagem que íamos tendo no caminho, as casas em frente a gigantes montanhas com seus topos encobertos por nuvens. O visual do sol se pondo então, foi espetacular! Aliás, a Croácia está lá em cima na minha lista de pores-do-sol maravilhosos!
       
      Voltando para Baska Voda, já de noite, observamos um caixa eletrônico no meio do “calçadão”, é engraçado pra nós que estamos sempre preocupados com segurança a ideia de tirar dinheiro assim, tão “abertamente”… é outro modo de viver!
       
      Pra terminar nosso day-off da viagem do melhor jeito possível paramos num restaurantezinho pra tomar uma cerveja e comer os melhores cogumelos-recheadinhos-de-queijo-sobre-arroz do mundo! (não faço ideia do nome desse prato e também nunca mais achei igual em outro lugar, mas era divino). O Dan foi de carne de porco com fritas, bem tradicional por lá.
       
      E assim foi um dia pacato, numa cidade pequena e totalmente desconhecida do qual não vamos nos esquecer jamais.



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