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joshilton

15 Cachoeiras pertinho de Manaus

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Venha conhecer Manaus, tem ao redor várias cachoeiras em Presidente Figueiredo.
 

Trilhas, camping, rapel, tirolesa e paisagens de tirar o fôlego são algumas das atrações que misturam aventura e preservação na Terra das Cachoeiras - Por Lucas Raposo da Câmara, Portal Amazônia.

Conhecido como 'A Terra das Cachoeiras', o município, que fica a 120 Km de Manaus, abriga mais de 100 cachoeiras bem preservadas que atraem turistas do mundo inteiro.

Cachoeira de Iracema

Cenário da novela 'Além do Horizonte', da Rede Globo, a famosa cachoeira conta com trilha e estacionamento próprio. O volume d'água impressiona. Com boa profundidade é possível mergulhar nas águas geladas.

Valor: R$ 10 por pessoa - Local: Km 115 da BR 174

Cachoeira do Santuário

Composta por por três quedas d'água, a cachoeira recebe este nome porque abriga uma pequena imagem de Santa Clara na primeira queda d'água. Conta com trilha, chalés e restaurante.

Valor:R$ 10 por pessoa
Local: Km 12 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)

  • Cachoeira da Porteira

Muito procurada pelos amantes de acampamentos, esta cachoeira conta com área de camping, mesas, banheiros e lixeiras. O local cobra um valor diferenciado para os turistas que optarem pelo pernoite.

Valor: R$ 8 por pessoa
Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa
Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
  • Cachoeira da Pedra Furada

É a mais distante entre as cachoeiras de Presidente Figueiredo. A distância, porém, é recompensada com um visual único e marcante. As quedas d'água são formadas por três grandes furos na pedra e forma uma piscina natural de águas calmas e preservadas.

 Valor: R$ 10 por pessoa
Local: Km 57 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)

  •  Cachoeira Asframa

Localizada em propriedade particular. Possui queda d'água com aproximadamente 5m de altura, piscinas naturais e corredeiras. Infraestrutura conta com restaurante com opções de peixes, saladas e vinagrete.

Valor: R$ 30 por veículo
Local: Km 96 da Rodovia BR 174

  •  Cachoeira das Araras

Está localizada dentro da área do complexo turístico Cachoeira de Iracema. Caminhando pelas trilhas  do complexo, os visitantes encontram uma das cachoeiras mais populares do município, além de diversas grutas.

Valor: R$ 10 por pessoa
Local: Km 115 da BR 174

  •  Cachoeira da Neblina

É a maior cachoeira de Presidente Figueiredo, com aproximadamente 30m de altura. Apesar disso ainda é praticamente desconhecida, devido o difícil acesso. Para chegar nela os visitantes têm que enfrentar uma trilha de 7 Km floresta a dentro. Para quem encara a aventura, a recompensa é um imenso paredão de água e piscinas naturais.

Valor: R$ 10 por pessoa
Local: Km 51 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)

  •  Cachoeira dos Pássaros

Cachoeira de fácil acesso e sem necessidade de trilhas. Por isso, é comum ver a presença de famílias e crianças. O local permite a prática de acampamentos e conta com atrações como tirolesa, passeio de boia e restaurante.

Valor: R$ 5 por pessoa
Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)

  •  Cachoeira de Sussuarana

Está localizada na Vila de Balbina. Coma aproximadamente 15m de altura é bastante procurada por praticante de rapel. Para acessar a trilha é preciso caminhar por uma hora dentro da floresta.

Valor: Gratuito
Local: Km 86 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)

  •  Cachoeira do Mutum

Para chegar à cachoeira de carro recomenda-se veículo com tração 4x4 para evitar atolamentos. Já quem prefere chegar a pé terá de percorrer 6 Km de trilha. Tudo isso, porém, é recompensado pelo cenário único que é a marca do município, com piscinas naturais encravadas na rocha. Na área é permitida a prática de camping.

Valor:R$ 10 por pessoa
Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa
Local: Km 54 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)

Cachoeira da Onça

De fácil acesso, a Cachoeira da Onça conta com trilha que passa sobre o rio Urubuí. Com quase 10 metros de altura, a queda d'água não é forte, mesmo em tempos de cheia, o que garante um banho seguro para pessoas de todas as idades.

Valor: R$ 10 por pessoa
Local: Km 108 da Rodovia BR 174

Cachoeira Natal

É a cachoeira mais extensa de Presidente Figueiredo, com 50m de comprimento. A altura aproximada é de 10m. A queda forma uma piscina com águas calmas. Por ser distante do centro da cidade é um local reservado e oferece maior tranquilidade.

Valor: R$ 20 por veículo
Local: Ramal do Urubuí

  •  Cachoeira Salto do Ipy

A queda d'água tem mais de 20m. Um paredão de rocha, grutas e vegetação selvagem completam um dos mais belos cenários naturais da Amazônia. Com ar de mistério, também foi locação da novela 'Além do Horizonte".

Valor: R$ 5 por pessoa
Local: Km 57 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina)

Cachoeira Berro D'água

De fácil acesso. As águas são rasas e quedas d'água baixas, ideias para pessoas de todas as idades. Infraestrutura conta com restaurante, estacionamento e banheiros.

Valor: R$ 10 por pessoa (crianças e idosos pagam meia)
Local: Km 11 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina)

 Cachoeira das Orquídeas

Cachoeira de fácil acesso e entrada gratuita. Após trilha de 1,5 Km os visitantes podem desfrutar de uma tranquila piscina natural, formada pelas águas que descem pelas rochas.

Valor: Gratuito
Local: Av. Onça Pintada, Galo da Serra, Presidente Figueiredo

 Parque do Urubuí

Ponto central de Presidente Figueiredo. As fortes correntezas da corredeira atraem praticantes de boia cross. O local reúne os principais restaurantes e hotéis da cidade, além de atrair milhares de turistas. O Monumento que identifica a Corredeira é o índio Waimiri saindo de dentro da casca do cupuaçu - principal referencia do local.

Valor: Gratuito
Local: Estrada Municipal Da Cachoeira, Presidente Figueiredo.

 

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    • Por joshilton
      Safári Amazônico.
      O passeio chamado Safári Amazônico, um tour de um dia que sai de Manaus e percorre de barco as principais atrações da região do rio Negro: Tribo indígena, Botos cor de rosa (Boto Vermelho para os amazônidas), Lago Janauari (almoço), Ponte Sobre as Árvores e Encontro das Águas.
      Saídas: terça, quinta, sexta, sábado e domingo. Horário: 8:00 às 16:30
      Embarcação: Lancha Rápida (Speed Boat)
      Pagamento: Visa / Master / Amex / Cash: 120 reais, com tudo incluso.
      Incluso: almoço, guia bilíngue, taxa de embarque e de visitação.
      A viagem segue com destino à uma comunidade indígena onde participamos de um ritual de apresentação e conhecemos um pouco sobre sua cultura.
      Logo após descemos o Negro passando pela orla da cidade em direção ao Parque Ecológico Janauary, no local foi servido um almoço regional (cardápio à base de peixes, carne ou frango, saladas e acompanhamentos, buffet self-service), depois fomos uma visita às vitórias-régias caminhando sobre uma passarela palafita na selva, em seguida visitamos a feira de artesanato local. Muitos animais silvestres, entre eles muitos macacos.
      Após isso, vamos ao mais esperado do passeio, o Encontro das águas, Rio Negro e Solimões, que correm juntos 7 kms para se misturarem e formar o Imenso Rio Amazonas, com o segundo encontro, lá no Pará, em frente a Santarém e desaguar no Oceano Atlântico, perto de Belém do Pará, porém isso já é outra história, farei um novo tópico.
      Saindo em direção a Ponte Sobre o Rio Negro.
      As fotos são de 2 modelos, que fui fazer os books para os portfólios delas.

       




      Roteiro:
      Saindo do porto (Roadway), subimos o rio Negro em direção à plataforma flutuante de interação com os botos, onde tivemos a oportunidade de nadar com esses animais incríveis e dóceis e observá-los ao serem alimentados por um nativo.
      Vamos aos detalhes:
      Primeira parada: Tribo indígena - a primeira parada foi na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles.
      Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível.
      E os Tapurus, isso nós já estamos acostumados, desde que servimos ao exército e fazemos o "Boina Verde" um tipo de sobrevivência na selva.
      E como não poderia faltar, o peixe assado.
       




      Depois vem o convite para dançarmos como os índios,é sensacional.
       

      Na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles.
      Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível. 
      Depois foram as fotos com os índios e dos índios Tucanas.




      Aperta a fome, é hora do lanche, pois teremos muito chão pela frente, opaaa, muita água.

      Segunda parada: Interação com os Botos

      Obs.: Não tem saídas para interação com os botos às quartas-feiras, considerando a necessidade de promover o turismo responsável, estimulando o equilíbrio natural da espécie dentro de seu habitat conforme determinação do Ibama.
      A parada seguinte foi no flutuante do boto. Os animais ficam livres no rio Negro, não ficam em cativeiros e "aparecem" no local pois são alimentados, sendo que não é permitido encostar nos animais.
      Sugestão: Levar dinheiro trocado para o caso de compras de artesanato, toalha e roupa de banho.
      Assim que chegamos, fomos orientados de como nos conduzir na água. Após orientação do pessoal do flutuante, colocamos coletes e entramos na água em pequenos grupos, 6 por vez. Os visitantes são convidados a entrar na água para sentir a movimentação dos animais, mas é estritamente proibido encostar ou alimentá-los. Somente os monitores, podem alimentar os botos. Não é possível avista-los, quando estão submersos, pois a água do Rio Negro é escura, como já diz o nome do rio. Se leva sustos com os botos, passando ao lado das perna e braços da gente.
       

      Terceira parada: Restaurante Flutuante.

      Já era quase meio dia e a fome estava apertando. A próxima parada foi em um restaurante flutuante, onde almoçamos. O restaurante totalmente flutuante. A comida era deliciosa. Comi peixe, muito peixe Tambaqui e Pirarucu, deixei o frango e carme de lado, pedi como bebida, um delicioso suco de cupuaçú.
       

      Apo's o almoço, vamos a "feira de artesanatos dos nativos", ali próximos, é como se fosse passar de uma balsa a outra.
      Não dei muita importância, pois como mora na região, já não me chama a atenção esses produtos, porém os turistas ficam muito tempo vendo esses produtos.
      Então convidei a minha modelo, e fomos para a Ponte Sobre as Árvores, onde poderíamos encontrar alguns animais.
      Quarta Parada: Ponte Sobre as Árvores:

      Alguns animais que  se encontram na mata próximo ao restaurante, tem o bicho preguiça, jacaré e muito, mais muito macaco e pássaros de todos os tipos e cores.
      Aqui é quase certo de encontrarmos muitos macacos, e eu já sabia disso, então sai na frente com a modelo para as fotos, bem antes dos turistas chegarem.
       








      Iniciando as fotos da modelo, vem um dos macacos e se aproxima dela, como dizendo, "Eu também sou modelo", claro, um modelo de macaco. Ficou até engraçado a foto da modelo com ele ao lado.
      Vale lembrar, que esses animais ficam soltos na selva. Observe que tem mães macacas, carregando seus filhotes nas costas.
       

      No final da Ponte sobre as Árvores, você vai encontrar o Lago das Vitórias Régias, é super lindo esse local, e se der sorte, vais ver além das Vitórias Régias e sua belíssimas flores, pássaros e jacarés "dentro" das imensas folhas dessa planta aquática.
       



      Finalmente, o Maravilhoso encontro das Águas.
      Esse encontro se dá, entre os Rios Solimões e Negro, sendo o Solimões de águas barrentas e o Negro, com águas escuras, por isso fica um dos encontros mais lindos do mundo. A noite, esse encontro é mais lindo ainda, como se fosse óleo diesel jogado na água, é fantástico.
      Os dois rios, correm juntos aproximadamente 7 kms, se juntando e formando o imenso Rio Amazonas, e lá no Pará, mais precisamente em frente a Pérola do Tapajós (Santarém), outro belo encontro das águas, om os Rios Amazonas e Tapajós, desaguando no Oceano Atlântico, próximo a Belém.
       

       




























      Chegando no Porto de Manaus, se dirija ao Mercado Municipal e saboreie um delicioso peixe frito, Pacú e Jaraqui. Isso já é por sua conta, não está incluso no pacote.
       
       

    • Por joshilton
      O Teatro Amazonas é, sem sombra de dúvidas, o cartão postal de Manaus. Não dá para passar pela cidade sem conhecer o seu principal ponto turístico. Tivemos a sorte de pegar a temporada do projeto “Duetos Populares” com apresentações de teatro, música e dança gratuitos. Dessa forma, conhecemos o interior do teatro e o vimos em pleno funcionamento. Foi espetacular!

      Essa preciosidade completou 202 anos de existência em 2018 e hoje é o principal Patrimônio Artístico Cultural do estado do Amazonas. A construção reflete perfeitamente o período de modernização e glamour dos tempos áureos da borracha. A fachada segue o estilo neoclássico e uma belíssima cúpula com escamas de cerâmica nas cores da bandeira do Brasil.
      Não deixe de fazer a visita guiada, que é gratuita em todas as terças-feiras.
      Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 9 às 14 h.
      Preço: R$20, sendo que estudantes, professores e militares têm direito a meia-entrada. Visita guiada gratuita às terças-feiras.

    • Por joshilton
      Passar por Manaus e não fazer um passeio de lancha para ver o impressionante encontro das águas é como se a viagem tivesse sido em vão.
      Pode-se colocar as mãos na água, para sentir esse milagre da natureza.
      As águas dos rios Negro e Solimões correm por mais de 7 quilômetros em paralelo antes de formarem o grandioso Rio Amazonas
      Os rios são muito importantes para as pessoas que moram na região, pois é de onde vem o que elas comem, além de servirem como vias de deslocamento, chegada e saída de produtos do comércio local, fonte de pesquisas para cientistas do mundo inteiro e, claro, lazer.
      Os rios, são as estradas, aqui na Amazônia
      Saindo do Porto do CEASA, em menos de 10 minutos já está diante desse fenômeno que se expande por uma faixa de 7 quilômetros até que os dois rios se transformam em um só: o Rio Amazonas, o mas extenso e com maior volume de água do mundo.
      Por que as águas não se misturam ?
      Essa é a pergunta que nunca cala. Os turistas arriscam alguns palpites, mas por não ser estudiosos da área, então émelhor esper a explicação de alguém que pudesse falar com propriedade a respeito.
      Diversos elementos contribuem para que as águas dos rios não se misturem.
      * A começar pela velocidade de suas correntezas, que no Rio Negro é de 2 km/h, enquanto no Solimões, mais rápido, é de 6 km/h.
      * Outro fator importante é a temperatura das águas, que no rio escuro é maior que no rio barrento.
      * Densidade.
      * Composição e acidez são outros aspectos que influenciam nesse fenômeno.
      O Rio Negro nasce na Colômbia, onde é chamado de Rio Guainia. É o rio de águas negras mais extenso do mundo e o segundo maior em volume de água, desbancado apenas pelo Rio Amazonas, o qual ele ajuda a compor com o Solimões.
      O Solimões, por sua vez, nasce no Peru com o nome de Vilcanota, ao longo do caminho é chamado de Uicaiali, Urubamba e Marañón, até entrar no Brasil na cidade de Tabatinga, onde começa a ser chamado de Solimões. Ele tem esse aspecto barrento devido aos muitos sedimentos que acumula ao longo do trajeto que faz desde a Cordilheira dos Andes.
      O interessante, é que, em lugares banhados pelo Rio Negro a proliferação de mosquitos é menor, pois a água é mais ácida devido à grande quantidade de matérias orgânicas provenientes da decomposição da vegetação. Sendo assim, as chances de se contrair doenças tropicais como dengue, malária e zika são muito remotas. Para se ver livre dos poucos pernilongos que aparecem, use repelente e roupas compridas.
      Quantas informações para um único passeio, né ? Aprendemos muitas coisas novas e aos poucos vamos compartilhando todo conhecimento adquirido





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