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SÃO THOMÉ DAS LETRAS - MG

3° dia - 02.02.2019 - Sábado
Saída da pousada e chegada a Cachoeira dos antares e retorno à cidade pela estrada Cruzilia x São Thome.
+-28 kms em aprox. 06:00horas

Saímos rumo a pirâmide, numa pracinha viramos à esquerda e a primeira à direita,  caminhamos até o final da rua e viramos à direita.
Entramos numa estradinha de terra estreita(a mesma que subimos de carro quando viemos de Caxambu),  depois de 1 hora chegamos num entrocamento e segue à direita, mais alguns minutos chega noutro entrocamento e vira à esquerda, mais à frente numa bifurcação viramos à direita. Depois de 01:30hrs chegamos noutra bifurcação e viramos à direita, um pouco à frente outra bifurcação continue à direita. Depois de uma forte subida tem outra bifurcação continue à direita.
Após 02:36 hrs chegamos noutra bifurcação viramos à esquerda atravessamos mata-burro e continuamos à esquerda, entramos no trecho para Cachoeira, 100 metros depois chegamos no restaurante, seguimos estrada,  atravessamos a porteira. E começamos a descer por uma trilha na mata. Chegamos em 02:48hrs na linda cachoeira Antares, dentro dum bosque. Acesso é gratuito(mas segundo o pessoal do restaurante, vão cobrar ingresso no futuro).
No restaurante serve refeição a $25 à vontade por pessoa  e $18 o prato feito.
Retornamos pela mesma estrada até certo ponto, resolvemos completar passando por outras cachoeiras  (véu de noiva, Fábio. ..), então chegamos na estrada de terra que vai para Cruzilia-Mg(muito movimento de veículos) e viramos à esquerda.  Como o calor estava muito forte, resolvemos não passar nas cachoeiras dessa vez, pegamos a forte subida até São Thomé.  Passamos no mesmo restaurante do dia anterior  (fica defronte hospital, embaixo da pousada Chico taguara) $16 por pessoa à vontade e $10 prato feito.
No fim da tarde fomos novamente ver o pôr-do-sol na pirâmide que estava lotada. E o rapaz que tocava violino na praça matriz estava lá tocando suas lindas músicas (um repertório bem eclético).

Hospedagem: a mesma do dia anterior.

Estradinha de terra que subimos de carro uns dias atrás 

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Lindo amanhecer 

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Rejeitos de mina de pedra são Thomé 

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Trecho da estradinha com buracos, aqui quando chove não sobe de carro nem a pau

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Subida forte já na estrada entre São Thome e Contendas 

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Cachoeira dos Antares 

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Trecho com movimento de veículos, muito poeira e sol forte

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Trecho de subida para São Thomé em bloquete de concreto 

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Outro entardecer na pirâmide 

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Lindo pôr-do-sol 

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SÃO THOMÉ DAS LETRAS / CARRANCAS - MG

4° dia - 03.02.2019 - Domingo
Saída da pousada para ver o amanhecer no cruzeiro, caminhada até cachoeira das borboletas à pé. Retorno pousada,  pegamos carro e partimos rumo a Carrancas, via Luminárias - Mg


+-11 kms à pé em aprox. 03 horas
+80 kms de carro entre STL x Carrancas-Mg em aprox. 02:11hrs
Acumulado à pé desde início: 588 kms

Acordamos bem cedo, fomos ver o nascer do sol no cruzeiro de STL, depois passamos no posto Ipiranga para pedir informação sobre o melhor caminho para Carrancas  (eles afirmaram que era por Luminárias,  que seriam 26 kms de estrada de terra, que na verdade foram mais de 50).
Descemos a rodovia asfaltada que vai para Três Corações e a 3 kms entramos à esquerda e conhecemos a Cachoeira das borboletas  (bem pequena), retornamos à pousada e arrumamos as coisas e partimos. Obs.: quando chegamos na portaria da cachoeira, passamos por um feirante que vende joias em prata,  ele disse "bom dia" nós não ouvimos e não respondemos, ele ficou furioso conosco, deixei ele xingando e fui conhecer a cachoeira. No retorno fui até ele e pedi desculpas por não ter dado um "bom dia" para ele(depois disso conversamos muito com ele). Eu, dependendo do meu dia,  fico chateado quando digo bom dia e as pessoas não respondem,  hoje entendo melhor isso, nem sempre a pessoa escuta.


Saímos de carro pela rodovia asfaltada(que vai para Três Corações) em boas condições até um trevo e viramos à direita, algum tempo depois, antes de São Bento do Abate(21 kms desde STL) entramos à direita  (tem placa sinalizando Luminárias), entramos numa estradinha de terra e pouco tempo depois chegamos noutra estrada de terra mais larga e viramos à direita, 19 Kms depois chegamos num trevo e continuamos à direita numa rodovia asfaltada (à esquerda vai para Lavras). Atravessamos Luminárias, perguntamos aos moradores a localização da estrada para Carrancas, seguimos numa estrada de terra com alguns lugares um pouco complicado  (subidas fortes com muitas pedras, pontes estreitas, barro duro), devagar chegamos sem grandes problemas à estação ferroviária de Carrancas (+-23 kms) viramos à esquerda atravessamos os trilhos da ferrovia e mais 15 kms de estrada de terra com muita poeira e movimento de veículos. Fomos direto ao restaurante que conhecemos de outras oportunidades  (posto na saída para Itutinga), comemos ótima comida à vontade por  $18 por pessoa. O dono do restaurante montou uma ótima pousada, fomos conhecer e gostamos muito e ficamos.

Hospedagem: Pousada Arco-iris-Carrancas, na beira da rodovia asfaltada para Itutinga, pouco depois do posto, camas ótimas, tv a cabo, wifi, ventilador, banheiro privado, novo e limpissimo. Preço  $65 por pessoa com café da manhã. RECOMENDO
Na volta do cruzeiro vi essa placa na porta de um bar

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Um castelo próximo a rodoviária de STL 

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Cachoeira das borboletas, não vi nenhuma borboleta 

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Portal da cidade de São Thomé das Letras 

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CARRANCAS - MG
Passei por esse município 3 vezes, quando fizemos a Estrada Real à pé, a fama da cidade é muito grande, devido as várias novelas da TV Globo que foram filmadas na região. Toda vez que passávamos os moradores que conversávamos diziam que as cachoeiras eram o ponto alto da cidade. Quando fazemos grandes travessias, não temos tempo para conhecer as atrações. Desta vez foi diferente, nossa programação era ficarmos 3 dias inteiros na cidade.
Pode até parecer falta de modéstia, não é da minha parte, achava que veria cachoeiras monumentais,  grandiosas. ... na realidade no segundo dia resolvemos partir  (até pq o complexo da Zilda parece que estava tendo problema,  não fui lá para verificar, aliado ao alto preço). Foi a grande decepção da viagem!

1° dia - 04.01.2019 - Segunda-feira
Saída da pousada, conhecer algumas cachoeiras,  subida serra carrancas e retorno à cidade
+-23 kms em aprox. 05:05hrs

Choveu muito à noite e início da manhã, por isso saímos depois das 09 da manhã. Tomamos excelente café da manhã e saímos,  seguimos direção Itutinga pela rodovia asfaltada,  depois da primeira ponte viramos à esquerda e entramos numa estrada de terra. Chegamos na portaria das cachoeiras mas não tinha ninguém  ($10 por pessoa) entramos assim mesmo, sem pagar.
O caminho é bem sinalizado morro acima,  ate a Cachoeira do coração a mais bonita,  tem uma ponte de pedra também(40 minutos no total desde a pousada). Retornamos pelo mesmo caminho e atravessamos a rodovia asfaltada e entramos numa outra estrada de terra e logo a seguir entramos na primeira à direita, atravessamos uma ponte e chegamos na portaria das cachoeiras  ($5 por pessoa,  também não tinha ninguém para receber, entramos sem pagar). Passamos na cachoeira do Salomão e chegamos na mais bonita, Moinho  (01:35hrs no total), minha esposa foi atacada por abelhas. Retornamos pelo mesmo caminho até estrada de terra e viramos à direita e começamos uma subida forte,  seguindo o Googlemaps passamos dentro de algumas pousadas e chegamos na rodovia asfaltada(02:25hrs) e viramos à direita, depois de 4 entradas entramos à direita numa estrada de terra.
Logo após numa bifurcação entramos à esquerda atravessando um colchete. Seguimos morro acima com lindo visual de montanha e de toda região de Carrancas e de Lavras. Chegamos numa ecovila desativada e numa bifurcação entramos à esquerda.
Seguimos a estrada de terra, chegamos numa porteira de ferro com cadeado e pulamos,  continuamos sempre na estrada,  numa bifurcação seguimos à direita morro acima, chegamos noutra bifurcação e continuamos à esquerda (topo 1330msnm), mais à frente chegamos na Estrada Real, viramos à direita. Pegamos descida forte até Carrancas, comemos ótima comida no posto de abastecimento  $18 por pessoa à vontade.

Hospedagem: a mesma do dia anterior.

Ponte de pedra

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Cachoeira do coração,  tem esse nome pq embaixo dela forma um pequeno lago em forma de coração 

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Cachoeira do moinho

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Serra de Carrancas 

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Visual da região 

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Abaixo a cidade de Carrancas

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No topo da.serra 

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Chegando no trecho da estrada real, do lado direito um marco

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Retorno à Carrancas

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CARRANCAS / OURO PRETO - MG

2° dia - 05.02.2019 - Terça-feira
Saída da pousada ida até a Cachoeira Esmeralda e retorno à pousada. Ida de carro para Ouro Preto
+20kms à  pé em aprox. 04:20hrs
Acumulado total: 631 kms

Seguindo as dicas das pessoas da cidade, que afirmavam que a cachoeira Esmeralda era lindissima, tiramos esse dia para conhecê-lá. 

Acordamos cedo e tomamos ótimo café da manhã,  atravessamos a cidade e  entramos no CRER(sentido Cruzilia), num entrocamento seguimos reto.
Depois de 01:23hrs chegamos numa bifurcação e entramos à direita  numa estrada de terra que leva a Cachoeira Esmeralda.
Começa uma descida longa e leve,  chegamos numa bifurcação e viramos à direita e logo a seguir chegamos à entrada da cachoeira(960msnm) .
Não paga nada para entrar. Tem restaurante que cobra $20 por pessoa à vontade.
Pegamos caminho bem sinalizado em pedras,  subimos o morro na beira de um grande escorregador, atravessamos o riacho por umas pedras,  e continuamos  por trecho com muitas pedras grandes e escorregadias e logo chegamos à Cachoeira Esmeralda(02:10hrs desde a pousada),  é pequena, com um lago, esperava muito mais, ali decidimos que íamos para Ouro Preto subir o pico do Itacolomi, se a chuva deixar.
Retornamos pelo mesmo caminho até a cidade. Arrumamos nossas mochilas e pegamos rodovia asfaltada até Itutinga, seguimos até São João del Rey, depois passamos ao lado de Entre Rios de Minas,  Congonhas,  até chegar em Itabira(só teve um pedágio de $5,30).

Rumamos para Acurui(pelo asfalto) para comer o delicioso pastel de angu da Sônia, famoso no Brasil inteiro, comemos 4 cada um ($5 a unidade). A hospedaria da Sônia em Acuruí estava fechada  (mas está funcionando,  tem que ligar antes), resolvemos dormir em Ouro Preto.
Obs.: Tem pessoas que são ESPECIAIS DEMAIS! Conhecemos a Sônia e seus pastéis de angu a alguns anos (quando fizemos o caminho de Sabarabuçu da Estrada Real), desde então, quando estamos na região,  não deixamos de ir até lá degustar seus excelentes quitutes. Num gesto de bondade nos deu a RECEITA ORIGINAL DO PASTEL DE ANGU (enquanto todo mundo guarda segredo), ela nos deu e explicou passo a passo de como fazer, isso sem COBRAR NADA!

Hospedagem: Pousada Horto dos Contos - Ouro Preto,  ao lado do posto,  bem próxima a praça Tirantes. Camas excelentes, wifi, ventilador, tv aberta, frigobar, banheiro privado, limpo e confortável. Preço  $60 por pessoa com café da manhã. RECOMENDO
Estrada de terra antes da cachoeira

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Esperávamos muito desse lugar, cachoeira pequena com um lago

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Escorregador antes da cachoeira

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Neste rio tem boas piscinas naturais

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Os famosos(e premiados) PASTÉIS DE ANGU  da Sônia em Acuruí, município de Itabirito - MG

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Lindas flores e ao fundo a igreja de São Francisco em Ouro Preto - Mg

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Nossa intenção em Ouro Preto era subir o Pico do Itacolomi, só que a previsão do tempo não acertou (prevendo tempo firme mas choveu neste dia, postergamos a subida para o outro dia se não chovesse, mas choveu no outro dia também) tivemos que antecipar nossa ida para Brumadinho, visto que o Inhotim iria reabrir no próximo sábado(em memória às vítima da barragem,  suspenderam a operação) com entrada gratuita.

OURO PRETO - MG

2° dia - 06.02.2019 - Quinta-feira

Tiramos a parte da manhã para passear por toda a cidade. Subir e descer as fortes e longas ladeiras, rever várias atrações , museus, igrejas, estação ferroviária,  praça Tiradentes, curtir a arquitetura,  saborear um cafezinho com broa de fuba (pena que somos intolerantes a lactose,  senão. ..).
Retornamos à pousada e pegamos o carro e fomos rever a linda LAVRAS NOVAS(20 quilômetros de distância,  parte em asfalto e 4 kms em terra com muita pedra e buracos), uma pena que choveu muito e não curtimos. Retornamos à Ouro Preto, como estava cedo
resolvemos rever o distrito de Camargos(quase destruída, a lama chegou a poucos metros das primeiras casas, tenso) e BENTO RODRIGUES (essa foi destruída pela lama).
Rumamos para Mariana por rodovia asfaltada, entramos estrada de terra à direita e logo chegamos em Camargos(a lama chegou a uns metros do distrito),  distrito que dormimos 3 vezes quando fizemos a Estrada Real caminho velho. Visitamos o restaurante, para ver como estavam, segundo eles o movimento caiu muito,  pouca gente fazendo a ER.
Continuamos na estrada de terra e logo chegamos próximo de Bento Rodrigues, o acesso ao distrito está proibido, somente com autorização da defesa civil em Mariana.
Vimos Bento Rodrigues de cima de um mirante,  realmente a destruição foi muito grande, a Vale construiu um dique que formou um grande lago, modificando completamente a região. Muito triste! Como escureceu muito rapidamente, não deu para fotografar o distrito destruído, uma coisa triste de ver, eu também não curto tirar fotografia de lugares assim!


Hospedagem: a mesma do dia anterior.

Rua dos bancos em Ouro Preto, se notarem a parede dessa casa amarela está totalmente torta. Isso acontece em vários edifícios da cidade

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Linda Igreja

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Praça estação ferroviária de Ouro Preto, segundo algumas pessoas, se houver rompimento de barragem que tem próximo a Ouro Preto esse local será totalmente encoberto pela lama. Percebi uma certa apreensão do povo da cidade com tudo isso. Sem contar que os turistas simplesmente sumiram da cidade.

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Prédios todos restaurados 

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Idem

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Vista de um mirante

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Praça Tiradentes 

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Distrito de Lavras Novas,  e suas casinhas coloridas..LINDO! !

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Foto da igreja São Francisco,  tirada da porta do nosso quarto na pousada. Tempo encoberto com chuva

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O DIA MAIS TRISTE EM VIAGENS DE NOSSAS VIDAS!

Já tínhamos visitado o Campo Santo na região norte do Peru,  vimos o estrago que a natureza pode fazer(20.000 pessoas morreram em decorrência de uma avalanche provocada por um forte terremoto, onde encobriu totalmente uma pequena cidade)  ,  naquela oportunidade sensibilizamos muito com a história,  que nos marcaram profundamente. Dessa vez foi diferente, vimos uma tragédia provocada pelas mãos do homem. É tudo muito lamentável! 

 

BRUMADINHO - MG

Dia 07.02.2019 - Quinta-feira Saída de carro de Ouro Preto,  chegada a Brumadinho e depois Jabuticatubas - Mg 

Nossa intenção era subir o pico do Itacolomi em Ouro Preto, consultamos a previsão do tempo no dia anterior,  desistimos de subir, estava previsto muita chuva, que de fato ocorreu.
Como choveu a noite toda e quando acordamos,  resolvemos ir para Belo Horizonte trocar os pneus do carro e fazer alinhamento /balanceamento, por ter colocado o carro em estradas de terra com muitos buracos e pedras.
Tomamos café da manhã e pegamos rodovia asfaltada em boas condições mas com muita chuva. Chegamos rapidamente em BH, resolvemos o conserto.
A imprensa informou que Inhotim iria reabrir no sábado e o acesso seria grátis(o ingresso é caro:$44 por pessoa). Então decidimos ir até Brumadinho arrumar hospedagem e conhecer a região, ver o desastre pessoalmente e se informar sobre voluntariado.
Pegamos avenida Amazonas e seguimos placas indicativas até Brumadinho,  bem tranquilo, boa parte em pista dupla.
Chegamos e já fomos procurar hospedagem,  o problema que os hotéis e pousadas estão quase todas lotadas, muita gente da imprensa, policiais, desabrigados estão utilizando a rede hoteleira da cidade. A lama chegou bem perto da cidade, nem 3 quilômetros.
Sempre tive curiosidade de conhecer uma mina de minério de ferro, fomos até o distrito de Tejuco onde tem duas mineradoras, aproveitei a ocasião e entrei justamente na da Vale  (está interditada mas alguns trechos a estrada fica dentro dela). Caminhões enormes, grandes máquinas, montanhas cortadas, grandes represas de rejeitos (igual a que rompeu),  no topo conseguimos visualizar aquela ponte ferroviária que foi levada pela lama,  muito triste.
No retorno à Brumadinho encontramos um morador que nos informou onde poderíamos ver os estragos feitos. ..e que estragos,  vimos casas totalmente destruídas, muita lama, árvores caídas. ..vimos aquelas chacaras "sonho meu" e "meu sossego"(com vastas reportagens nos grandes veículos de comunicação)..muito triste mesmo. Estão cercando a lama com cerca de arame farpado para não deixar os animais maiores (vacas, cavalos) entrar na lama. Vimos, na parte que fomos poucos bombeiros tentando achar vítimas.
A área afetada pela lama é muito grande, tem trecho que deve dar uns mil metros de largura. Voltamos ao centro da cidade, depois de ter visto o estrago feito pela lama, ouvido as histórias de moradores que perderam seus entes queridos e seus bens materiais,  decidimos não ficar na cidade, ficamos realmente abalados con tudo que vimos e sentimos. A cidade exalava tristeza por onde passávamos,  estávamos propensos a entrar como voluntários, mas não estavam necessitando do tipo de voluntariado que poderíamos ajudar, partimos com os corações partidos, foi a  situação mais triste que vivi em minhas viagens, ficará marcada para os restos das nossas vidas, com toda certeza!

😭
Resolvemos ir conhecer a Serra do Cipó, pegamos estrada asfalta novamente até BH, no anel viário ao invés de pegar para Serra do Cipó, entramos para Jabuticatubas -Mg(que faz parte do circuito) não compensa dormir ali pois é distante do parque, passamos dentro de cidade e pegamos rodovia asfaltada em ótimas condições onde chegamos às 09 da noite.

Jaboticatubas: pequena cidade, tem alguns hotéis e pousadas, restaurantes e um bom comércio.

Hospedagem: Jabó in Hotel, Jabuticatubas-Mg,  camas ótimas, tv,  wifi, ventilador, banheiro privado, novo e limpissimo. Preço  $65 por pessoa sem café da manhã. RECOMENDO

Pequeno portal de Brumadinho - Mg, para terem idéia de onde a lama chegou: depois desse portal  uns 100 metros vira à direita num trevo,  e a uns 2 a 3 quilômetros a rodovia asfaltada está bloqueada pela polícia pois estão construindo a ponte que foi levada pela lama (vídeo que circulou no YouTube onde uma pessoa filmou a lama passando por cima da estrada e levando a ponte)

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A barragem que rompeu fica atrás do trecho de terra, a lama veio contornando a montanha até do outro lado

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Aqui é a entrada para a mina da Vale

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Não gosto de fotografar tragédias, essas são plantações de alfaces, do lado direito (não está na foto, nessa madeira na canto a foto está na beira da lama) a lama encobriu quase toda plantação, sobrando só essa parte, muito triste mesmo!

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Essa noite foi complicada,  dormimos mal, ficamos chocados com o que vimos em Brumadinho  (traumatizante). Aproveitamos para fazer dois circuitos fáceis no Parque da Serra do Cipó.

SERRA DO CIPÓ - MG

1° dia - 08.02 2019 - Sexta-feira
Saída de Jacutibatubas de carro e visita ao Parque da Serra do Cipó.
+-16 kms à pé em aprox. 02:52hrs

Saímos do hotel e pegamos estrada de terra com muitos buracos e pedras,  chegamos numa  rodovia asfaltada em ótima condições e viramos à direita até entrada do distrito de Serra do Cipó,  entramos à direita numa estrada de terra antes da ponte  (que passa somente um veículo), depois de uns 16 kms chegamos à   portaria do parque da Serra do Cipó.
Não cobram entrada nem estacionamento  (que é dentro do parque). Pegamos informações e um mapinha, seguimos num calor bem forte.

Da portaria do parque Areias até cachoeita Capão das palmas são 5 kms em aprox. 01:05hrs - trilha com subida e descida leve, bem demarcada e larga na maior parte do percurso e com pouca sombra,  próximo da cachoeira a trilha fica estreita e em descida leve sobre pedras, a cachoeira tem lago pequeno para banho, retornamos pelo mesmo caminho até bifurcação(01:56hrs total), pegamos à direita trilha larga para circuito das lagoas, logo à frente entramos à esquerda numa bifurcação. Depois de 02:08hrs no total, chegamos ao mirante feito de madeira, pegamos trilha que passa na lagoa bonita e depois chegamos ao encontro dos rios em 02:16hrs no total, retornamos e entramos na trilha da mariposa,  após 02:20hrs chegamos numa ponte de bambu(que vai até a outra portaria) e pegamos trilha para portaria que deixamos o carro, passamos nas lagoas de pedras e rasgada  e logo chegamos à portaria. Pegamos nosso carro e fomos almoçar num restaurante pequeno(dona Wilma) na segunda rotatória(vira à esquerda) de chegada a Serra do Cipó  $15 por pessoa à vontade,  depois fomos procurar pousada.
À tarde fomos à pé  na ponte, ver o visual bacana do rio Cipó.

SERRA DO CIPÓ(DISTRITO): muitas opções de hospedagem , restaurantes, supermercados, posto de combustível, farmácias, comércio bom. Não tem caixa eletrônico, somente casa lotérica.

Hospedagem: Hospedaria cantinho das mangueiras,  camas ótimas, tv aberta, frigobar, wifi, ventilador, banheiro privado, limpo e organizado. Preço  $50 por pessoa com café da manhã. RECOMENDO
 

Entrada do porte com todos roteiros na placa,  um ponto a destacar neste parque é a sinalização 

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Trilha para cachoeira, apesar da subida não ser tão forte, instalaram um banco para descanso

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Pequena cachoeira 

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Trecho em trilha 

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Circuito das lagoas 

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Encontro dos rios 

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Linda ponte feita em bambu, lindo rio transparente 

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Rio Cipó,  visto da ponte na chegada da cidade

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SERRA DO CIPÓ - MG 

2° dia - 10.02.2019 - Sábado
Saída da hospedaria  ida a Cachoeira Farofa depois ao canyon e retorno à pousada.
+-38 kms em aprox. 07:30hrs

Saímos  à pé,  pegamos avenida na porta da pousada e depois da ponte viramos à esquerda  (30 minutos), entramos numa estradinha de terra e mais 30 minutos de caminhada  (1 hora no total), chegamos a portaria do parque.
Começamos a caminhar às 08 horas em ponto(o parque abre as 08)
Pegamos trilha larga que mais parece uma estrada, com muita sombra.  Depois de 01:45hrs chegamos ao Rio das Pedras,  atravessamos ponte(uma tora de madeira), depois de 02:10hrs chegamos numa pinguela sobre um riacho transparente. Logo após atravessamos através de pedras um pequeno riacho. Após 02:35hrs chegamos na base da cachoeira da farofa,  tivemos que andar sobre grandes pedras. Cachoeira lindissima,  forma um pequeno lago na base. Antes da cachoeira deliciamos com pequi diretamente do pé  (tem vários pés de pequi antes da cachoeira).


Retornamos até à trilha principal  (2,5 kms) e viramos à esquerda em direção ao canyon, após 03:50hrs chegamos num rio largo mas raso e tivemos que atravessá-lo,  com muitas pedras escorregadias e água até a coxa , depois a trilha ficou estreita, chegamos perto do cannyon em 04:10hrs. Nossa intenção era ir até o canyon, mas apareceu umas nuvens pretas no céu e barulho de trovão, como tínhamos que retornar e atravessar o mesmo rio, decidimos chegar até um mirante e retornar, vai que dá uma cabeça d"agua e não conseguiríamos atravessar o largo rio. Segurança em primeiro lugar.

Retornamos pelo mesmo caminho.
Após 06:12hrs chegamos na portaria  (cerca de 33 kms).
Entramos na estrada de terra chegamos na rodovia asfaltada e viramos à direita, passamos pela ponte,  uns 3 kms adiante fomos ao mesmo restaurante do dia anterior. Comemos excepcional galinha caipira por $15 por pessoa à vontade. Continuamos até a pousada.

Hospedagem: a mesma do dia anterior.
 

Trilha larga

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Travessia de pequeno riacho

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Saboreando um ótimo pequi diretamente do pé  (na realidade estavam no chão)

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Atravessando uma pinguela

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Trecho sem sombra, ao fundo a linda cachoeira da farofa

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Pequeno bosque seco antes da cachoeira da farofa, mais à frente alguns pés de pequi

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Quase chegando à Cachoeira 

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A portentosa cachoeira da farofa

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Atravessando rio antes do canyon 

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Forma diferente dessa árvore 

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Canyon

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SERRA DO CIPÓ / CACHOEIRA DO TABULEIRO - MG

3° dia - 09.01.2019 - Domingo
Saída da hospedaria de carro até Cachoeira do Tabuleiro(Conceição do Mato Dentro-Mg) e retorno à Serra do Cipó
Total geral à pé dentro do parque: 02:20hrs e +- 8 kms.

Saímos de carro, antes das 06 da manhã, com destino a Conceição do Mato Dentro,  rodovia asfaltada,  muitas curvas, subidas e descidas fortes,  depois de 65 kms e 01:30 chegamos. Fui ao banco e tomamos um cafezinho.
Saímos em direção a cachoeira do Tabuleiro,  pegamos rodovia asfaltada direção a Serro,  uns 5 kms entramos à esquerda numa estrada de terra, em boas condições, antes do distrito já dá para ver a imponente CACHOEIRA DO TABULEIRO,  chegamos ao distrito de Tabuleiro  (tem algumas opções de hospedagem e restaurantes), em frente a uma padaria entramos novamente numa estrada de terra, logo a seguir atravessamos uma ponte de madeira. Conserve nesta estrada sempre seguindo as placas, depois de 22 kms chegamos ao parque. Estacionamos(grátis)o carro na frente da portaria do parque.

Parque Natural Municipal do Tabuleiro:
Mirante: $5
Cachoeira:$10
Parte alta: $10
Idoso: grátis
Tem bica d'água  próximo a portaria. Trilhas muito bem demarcadas, pessoal da portaria receptivos, placas explicativas sobre a fauna/flora do parque.

Trilha até Mirante da cachoeira do tabuleiro: vira  à direita depois da portaria do parque, subida forte até o mirante(10 minutos de caminhada +-800 metros - 895msnm). Lindo visual frontal da cachoeira. Retornamos até próximo da portaria e pegamos trilha para debaixo da cachoeira.

Trilha até debaixo da cachoeira: depois da portaria siga à esquerda, no início subidas e descidas leves, depois começa uma grande sequência de degraus de madeira e pedras até o leito do rio, depois anda uns mil metros subindo e descendo pedras de todo tamanho, caminho marcado com setas vermelhas. Lindos lagos,  lago grande embaixo da cachoeira.
Um dos pontos altos dessa viagem.
 (01:23hrs no total - 720msnm), retornamos pelo mesmo caminho.

Na ida de carro até Conceição do Mato Dentro, como era muito cedo, estava escuro e com muita neblina, não dava para ver nada além da estrada. A volta foi um show à parte, a estrada com lindíssimo visual de montanha, passamos no monumento em homenagem ao Juquinha,  cidadão vendedor de flores que ficava nesta região.
Voltamos ao restaurante dos dias anteriores, no cardápio: frango caipira, joelho de porco, canjiquinha. ... $15 por pessoa à vontade.

Hospedagem : a mesma dos dias anteriores
 

Início da trilha até o mirante

20190210_082301.jpg

Vista do mirante 

20190210_083423.jpg

Placa explicativa sobre a flora

20190210_085254.jpg

Passarela de madeira até a beira do rio

20190210_090351.jpg

Atravessamos o rio e andamos na margem esquerda até certo ponto

20190210_091755.jpg

Mais pedras para subir e o visual da cachoeira

20190210_091937.jpg

Idem

20190210_092527.jpg

Mais um pouco de esforço 

20190210_093719.jpg

Chegamos até a base da cachoeira, dois rapazes curtindo a cachoeira 

20190210_094358.jpg

Linda queda d'água 

20190210_094403.jpg

Canyon  e lá em cima o mirante 

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Simplesmente sensacional! 

20190210_101712.jpg

Monumento em homenagem ao Juquinha, vendedor de flores dessa região que já morreu

20190210_123123.jpg

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SERRA DO CIPÓ - MG 

4° dia - 11.02.2019 - Segunda-feira
Saída da hospedaria ida as cachoeiras das andorinhas, Gavião e Tombador, ida lago /prainha e retorno à pousada
+-28 km em aprox. 06:20hrs

Como o parque só abre às 08 da manhã, acordamos mais tarde, passamos na padaria e tomamos um cafezinho.
Subimos rua de calçamento dentro da cidade, pegamos descida até portaria do parque (Retiro)(35 minutos - 2,9 kms  - 810msnm), como chegamos antes do horário, aguardamos a abertura.
No início continuamos numa estrada de bloquete de cimento, depois de um tempo começa estrada de terra, mais à frente entramos numa trilha com algumas subidas e descidas leves, atravessamos alguns riachos e depois duma porteira chegamos ao Córrego da D. Odilia, atravessamos e logo depois chegamos no Córrego das panelas poucos metros depois tem uma  bifurcação e viramos à direita. Chegamos num descampado e o rio do lado direito e ao fundo um canyon LINDÍSSIMO VISUAL. Entramos noutra trilha, um pouco à frente região com escarpa e logo atravessamos o rio, caminhamos sobre grandes pedras e chegamos à Cachoeira das andorinha em 02:10hrs total - 810msnm. Retornamos até à bifurcação e entramos à direita e chegamos até a Cachoeira do Gavião depois de 02:30hrs no total,  atravessamos o rio e pegamos novamente trilha com muito cascalho, um pouco de sombra, muitas flores, tem parte que parece um jardim, atravessamos o rio e mais um pouco chegamos na cachoeira Tombador, final da trilha(03:05hrs -  825msnm). Retornamos pelo mesmo caminho até a portaria (05:05hrs - 805msnm) Retiro,  seguindo uma dica fui conhecer o rio com águas cristalinas do outro lado do rio(um trecho da trilha dos lagos que fizemos 2 dias antes e não fomos a esse lindíssimo lugar), viramos à esquerda na portaria e logo a seguir viramos à direita numa bifurcação  e logo chegamos à ponte de bambu. Atravessamos e margeamos o rio à direita, logo a seguir lindo lago com águas cristalina um paredão de rocha preta e coqueiros acima,  lindo visual  (05:25 hrs no total ), retornamos à portaria Retiro, já passamos no mesmo restaurante Cantinho do cipoeiro da dona Wilma,  ótima comida mineira.

Hospedagem: o mesmo do dia anterior

Estrada em bloquete de concreto dentro do parque, tempo sinalizando chuva, o que não ocorreu 

20190211_070211.jpg

Em alguns trechos estávamos caminhando dentro dum jardim

20190211_081921.jpg

Um pequeno riacho para atravessar 

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Lindo visual pena que a foto ficou escura (vê o rio, montanha dos dois lados e o canyon ao fundo, lindíssimo 

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A cachoeira das andorinhas fica à direita. Tivemos que andar dentro do rio com muitas pedras grandes, e lagos transparentes. 

20190211_091401.jpg

Cachoeira das Andorinhas, devido a pouca vazão o visual não foi tão legal. Mas só o caminho até aqui já valeu

20190211_091852.jpg

Cachoeira do Gavião 

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Cachoeira Tombador, fica no final da trilha, é pequena mas bela

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Soltando a criança que está dentro de nós 

20190211_101725.jpg

Lindo visual, nesta parte do parque tem várias casas com moradores 

20190211_114941.jpg

A mesma ponte de bambu que passamos 2 dias atrás 

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Lindo lago 

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    • Por Matheus Giampaoli
      Estou cogitando fazer uma road trip pelo Brasil (de carro, talvez 4x4), por enquanto estou bem no inicio, ideia surgiu a poucos dias e comecei montar algumas coisas, qualquer ajuda, dica etc e bem vinda (ficar mais/menos dias, preço de hostel, hotel, camping, principais passeios e preços, praias, o que não/fazer em determinada cidade, etc..) (se alguém que fez algo parecido puder me mandar valores, roteiros, passeios dicas etc aceito tb)

      Roteiro que pensei 21 dias 

          1º Dia 7h00
          São Paulo(SP) -> Búzios(RJ)  (já conheço o RJ de cabo frio para baixo)
          11h de viagem - 700km
          2º Dia 
          Passeio por Búzios
          3º Dia (compensa ficar 2 dias por la ou um so e suficiente para conhecer o que dizer ser um dos lugares mais lindos do brasil?)
          Passeio por Búzios
          4º Dia 6h00
          Búzios(RJ) -> Vitória(ES)
          8h de viagem - 500km
          Passeio a tarde/noite por Vitoria
          5º Dia (um dia para conhecer o principal da cidade e suficiente?)
          Passeio por Vitória
          6º Dia 7h00
          Vitória(ES) -> Porto Seguro(BA)
          10h de viagem - 650km
          Passeio a noite por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          7º Dia
          Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          8º Dia   
          Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          9º Dia 7:00
          Porto Seguro(BA) -> Salvador(BA)
          10h de viagem - 600km
          10º Dia
          Passeio por Salvador e arredores
          11º Dia
          Passeio por Salvador e arredores
          12º Dia (compensa ficar 3 dias por la ?)
          Passeio por Salvador e arredores
          13º Dia 7:00
          Salvador(BA) -> Chapada Diamantina(BA)
          6h de viagem - 450km
          Passeio durante a tarde Chapada Diamantina
          14º Dia
          Passeio Chapada Diamantina
          15º Dia (sei q a chapada e gigante e 10 dias nao sao suficientes para conhecer tudo, mas sera q em 2 dias dou conta de laguns lugares principais ou seria melhor pensar em mais dias ?)
          Passeio Chapada Diamantina
          16º Dia 6:00
          Chapada Diamantina(BA) -> Montes Claros(MG)
          13h de viagem -> 900km
          17º Dia
          Passeio Montes Claros
          18º Dia 7:00
          Montes Claros(MG) -> Ouro Preto(MG)
          7h de viagem - 550km
          19º Dia
          Passeio por Ouro Preto
          20º Dia 7:00
          Ouro Preto(MG) -> Belo Horizonte(MG)
          2h de viagem - 100km
          Passeio por Belo Horizonte
          21º Dia 7:00
          Belo Horizonte(MG) -> São Paulo (SP)
          8h de viagem - 600km 
       
      Qualquer ajuda e bem vinda galera, vou dar uma procurada pelos tópicos aqui também, se soubrem de algum me mandem o link pf
    • Por PedrãodoBrasil
      Travessia Alto Palácio x Serra dos Alves (3 Dias, 45 km)
       
      22 a 24 Fevereiro 2019
       
      ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL APA MORRO DA PEDREIRA
       
      PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CIPÓ
       
      A travessia tem seu ponto de partida (ou de chegada, dependendo do sentido escolhido para caminhar) junto à Sede do Alto Palácio, no município de Morro do Pilar-Minas Gerais (Lat 19º15’34” S; Long 43º31’52” O).
       
      Integrantes
       
      *Pedrão do Brasil
       
      *Luciano
       
      *Mauro
       
      *Leila
       
      *Daniela
       
      *Dianna
       
      *Álisson
       
      *Vanessa
       
      *Talles
       
      *Fernando
       
      *Camila
       
      *Rafael
       
      *David
       
      *Ana
       
       
       
      Saída de Vitoria no dia 21 de Fevereiro de 2019. Chega em Belo Horizonte as 15:00 hs.
      Ida para o Lá em Casa Hostel no Bairro Santa Tereza.
       
       
      Dia 22 inicio da trip.
      1º dia
      Saímos de Belo Horizonte as 05:00  hs numa Van e chegamos em Alto Palácio as 08:00 hs. e fomos direto para o portal de Alto Palácio.
      Fizemos Chek-in e partimos para iniciar logo a trilha pois não sabíamos o que nos aguardava.
      Logo atingimos os campos de altitude da trilha.
      Logo atingimos umas Pedras onde tem umas Pinturas Rupestres
      Passamos na Cachoeira do Espelho, Travessão, e a partir dai uma subida tensa e frenética, logo a frente uma descida longa e atingimos a Casa de tábua, nosso primeiro Camping, que por sinal foi muito bom
      Inicio 08:30 hs
      Término 18:00 hs
      18 km.  
       
       
      Os Campos Rupestres
      Grande parte da trilha passa pelos campos rupestres, que são uma das fitofisionomias mais significativas do Parque, correspondendo a 84% do seu território (Mata Atlântica 8%; Cerrado 8%). Sua diversidade é conhecida em todo o mundo, com mais de 1500 espécies de plantas descritas. A necessidade de se assegurar tamanha riqueza foi um dos motivos que levaram à criação do Parque Nacional da Serra do Cipó. Além da riqueza da fauna e da flora existentes nos Campos Rupestres, as formações rochosas e seus arranjos na paisagem são um espetáculo à parte. As rochas, em grande parte formadas por uma matriz de Quartzito.
      O trecho entre os abrigos (cerca de 12 Km) é o de maior dificuldade do roteiro. Também é o trecho que passa pelas maiores altitudes de toda trilha, cerca de 1660 metros.
      Dia 23
       
      2º dia.
      Saída da Casa de tábua as 08:30 hs
      Percorremos uma subida interminável  e atingimos de novo os pampas das Minas Gerais, onde se tem uma visão do Infinito maravilhosa.
      Inicia-se uma descida a qual se atinge uma baixada exuberante.
      Cagada a Casa de Currais, local que mais parece um Resort em meio aos pampas e florestas no serrado da serra do cipó
       
       
      Inicio 08:30
      Termino as 16:00.
      13 km
       
       
       
       
      Dia 24
       
      3º dia
       
      Saída do Acampamento (Resort) Casa de Currais e encara-se uma subida boa e logo de novo atinge os pampas do serrado.
      Em seguida inicia se uma descida e logo se avista a Serra dos Alves
       
      Descendo mais ainda chega-se no mirante do Vale da Serra dos Alves.
      Logo se chega em meio a uma construção que foi abandonada após criação do Parque.
      Logos abaixo segue por uma Trilha a Direita e chega na Cachoeira da Luci, que por sinal é muito bonita.
      Nos banhamos e partimos para a Cachoeira dos Cristais, para mim a mais bonita de toda Trilha.
      Nos banhamos e partimos para a tão chegada ao Povoado da Serra dos Alves.
      A descida é bem Ingreme e logo abaixo da para se ver a Antiga Pousada da Luci.
       
      Continuamos descendo agora em uma estrada de terra batida até atingir o rio e Transpor a Ponte Móvel, onde algumas pessoas arregraram e forma por dentro do rio com medo. Kkkkk.
      Cânion Boca da Serra onde fica inserido as cachoeiras do final da trilha
      Inicio 09:00 hs
      Termino as 16:30 hs.
      14 km
       
       
      “As travessias são uma das mais claras vocações do Parque Nacional da Serra do Cipó, já praticadas muito antes da criação do Parque, sendo, na realidade, uma das práticas que levou à sua criação. “
      FAÇA A SUA RESERVA Procedimentos para solicitar a reserva e obter a autorização para a travessia IMPORTANTE: as vagas para a Travessia são limitadas a 30 pessoas por roteiro por dia. 1-Entre em contato com o Parque Parque Nacional da Serra do Cipó Rodovia MG 010, Km 97, Distrito da Serra do Cipó Santana do Riacho-Minas Gerais CEP 35847-000 [email protected]


























      20190224_140147.mp4
















      20190224_121626.mp4
    • Por sirhc
      Resolvi compartilhar esse relato do nosso pequeno passeio porque muitas pessoas não conhecem a pequena Cachoeira do Monjolinho, localizada logo à entrada da cidade.
      As cachoeiras mais famosas são a Dos Amores, Toldi, Tobogã e Poção.
      DOMINGO, 27/01/2019, 9:00AM
      Fomos de bicicleta. A trilha começa na entrada da cidade, saindo da rodovia e pegando uma estrada de terra, com uma porteira.
      A estradinha passa por um terreno particular, então não recomendo entrar de carro
      Em 10 minutos já avistamos a Pedra do Monjolinho e chegamos à cachoeirinha.
      Há três "piscinas" e há uma trilha subindo a cachoeira, por dentro da água, que não fizemos mas ficará para a próxima!
      No mapa abaixo, a localização aproximada:










    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.


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