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Casablanca, Rabat e Marrakech

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Gostaria de compartilhar com vocês minha viagem para Marrocos, muito embora ela tenha sido mais por motivos pessoais do que turísticos.

 

A moeda do Marrocos é o Dirham marroquino. A maioria dos estabelecimentos também aceita euros, mas não cartão de crédito.

1 euro = 11 dirham.

 

Casablanca

Casablanca é a maior cidade de Marrocos.

 

Hospedagem

Fiquei hospedado na casa de parentes, localizada no bairro de Ain-Diab, bem próximo ao mar e longe do centro da cidade.

 

Transporte

O transporte público não funciona bem, com exceção do Casablanca Tramway (bastante limitado, mas pode lhe levar para a praia ou para a estação de trens).

As pessoas se deslocam mais de táxi do que de ônibus (segundo alguns relatos que ouvi, o uber é mais caro do que o táxi).

Existem dois tipos de táxi: 

Grand Taxis (brancos) - Possuem rotas definidas (levam do ponto A ao B).

Petit Taxis (vermelhos) - Funcionam como um táxi normal.

O detalhe interessante é que o táxi é compartilhado. Ou seja, ele pega vários passageiros pelo caminho (exceto se você quiser pagar por todas as vagas).

 

Aeroporto

O Aeroporto Mohammed V fica a + ou - 30 km do centro da cidade. É bastante moderno e seguro (só viajantes podem entrar nele). Possui apenas 2 terminais que ficam no mesmo prédio (desembarques no térreo e embarques no primeiro piso).

Além do raio-x e de algumas entrevistas e revistas pessoais, você precisa entregar uma espécie de ficha especificando local de hospedagem, profissão, motivo da viagem, etc, tanto na chegada como na saída de Marrocos.

Importante: brasileiros precisam mostrar o conteúdo de suas malas na chegada.

 

Pontos turísticos

- Mesquita Hassan II

É a terceira maior mesquita do mundo e a única que pode ser visitada por não-muçulmanos em Marrocos.

Comporta, aproximadamente, 25.000 pessoas.

Visitas são guiadas e ocorrem às 09h, 10h, 11h e 14h (na sexta-feira os horários são diferenciados).

O valor do ingresso é 120DH.

Por mais 10DH você pode visitar o museu da mesquita (não vale a pena, só se você tiver tempo sobrando ou gostar de molduras).

 

- Morocco Mall

É o maior shopping center da África.

Tem um aquário gigante e vista para o mar na praça de alimentação.

Para entrar, você precisa passar por detectores de metal.

 

- Catedral Notre Dame de Lourdes

É a maior igreja católica em Casablanca.

Vale a visita mesmo se você não for religioso.

 

- Catedral do Sagrado Coração de Casablanca (Catedral Branca)

Apesar do nome, deixou de ser igreja em 1956 e hoje é um centro cultural.

Bonita por fora, mas infelizmente fechada para reformas.

 

- Quartier Habous

Bairro bonito e organizado em Casablanca.

Além da arquitetura que se destaca, você também pode visitar o Mercado de Habous (para comprar azeitonas, frutas, roupas típicas e tecidos).

 

- Velha Medina

Lá você pode encontrar roupas, joias, peças de metal, louça, madeira e itens de couro.

 

- La Corniche

É a praia mais badalada de Casablanca e que possui os melhores restaurantes.

 

Rabat

É a capital do Marrocos.

Apenas passei o dia na cidade. Foi o bastante para visitar os principais pontos turísticos.

Pontos turísticos

- Mausoléu de Mohammed V

É onde está sepultado o pai e o avô do atual rei de Marrocos.

Destaca-se pelo luxo e é protegido pela guarda real.

 

- Torre Hassan

É uma mesquita não terminada, ou melhor, é uma torre. Fica no mesmo sítio do mausoléu.

 

- Kasbah dos Oudaias.

É uma antiga e bonita fortaleza à beira-mar com corredores estreitos.

 

- Jardim Andaluz

É um jardim que fica no caminho para a Kasbah.

 

Marrakech

É a cidade mais conhecida do Marrocos e não é à toa: respira e transpira turismo.

Porém, se eu tivesse que defini-la em uma única frase: nada é de graça em Marrakech.

Uma simples pergunta, uma foto qualquer, uma visita a uma casa marroquina, tudo tem um preço.

 

Hospedagem

Fiquei hospedado no Riad Akka.

Paguei 65 euros a diária, mas valeu a pena. 

Localizado dentro da Medina, é seguro, confortável, bonito e limpo.

Fica ao lado do Palácio da Bahia e a 800 metros da Praça Jemaa El Fna.

 

Transporte

Se você se hospedar dentro da Medina, você não vai precisar usar táxis, exceto para chegar/partir do aeroporto/estação de trem ou para visitar alguns poucos pontos turísticos que vou destacar abaixo.

Atenção: Estabeleça o preço antes da corrida ou exija que o taxímetro seja ligado, senão a chance de você ser enganado é de 100%.

 

Pontos turísticos

- Palácio da Bahia

Palácio maravilhoso onde foram gravados cenas do filme Lawrence da Arábia, dentre outros.

O ingresso custa 80DH.

 

- Palácio El Badi

Na verdade, são as ruínas que sobraram do palácio. Algumas pessoas adoram, outras acham horrível. Eu gostei bastante, especialmente pela história.

o ingresso custa 80DH.

 

- Praça Jemaa El Fna

É onde tudo acontece.

Durante o dia, você encontra vendedores de frutas, especiarias ou qualquer coisa que você queira comprar, além de encantadores de cobras, macacos para fotos, músicos, mulheres que fazem hena.

Mas é durante a noite que a mágica acontece: luzes e sons por todas as partes, barracas de comidas típicas espalhadas pela praça inteira e mais turistas do que você pode imaginar.

Vale a pena jantar ou beber algo nos restaurantes que ficam em algum lugar alto ao redor da praça. De cima o show parece maior ainda.

Nas redondezas da praça você encontrará a maior parte dos souks que vendem de tudo, desde roupas até perfumes ou peças de metal.

 

- Bairro Judeu

Vale a visita pelo contexto histórico e fica no caminho para o Palácio El Badi.

 

Bab Agnou

É um antigo portal da Medina que ainda resiste ao tempo. 2 minutos para olhar o portal e mais 1 minuto para tirar uma foto.

 

- Mesquita Koutoubia

Esta mesquita destaca-se na cidade de Marrakech. Próxima à praça Jeema, infelizmente não pode ser visitada por não-muçulmanos.

 

- Tumbas Saadianas

Embora não pareça interessante, é um lugar muito bonito.

O ingresso custa 80DH.

 

- Museu de Marrakech

A arquitetura do local é fascinante.

O ingresso custa 80DH.

Dentro do museu há um senhor que escreve seu nome em árabe (ou de quem você quiser) em cartões postais. Lindo trabalho. Custa 20DH.

 

- Jardim Secreto

É um lugar bonito, mas que deve se destacar mais na primavera. Vale a visita pela calma, paz e silêncio (e pelo wi-fi grátis, pra quem se interessar).

O ingresso custa 80DH.

Se você quiser visitar a torre tem que pagar mais 30DH (não vale muito a pena).

 

- Museu do Perfume

O museu em si não é muito interessante, porém você pode ter uma aula sobre perfumes e fazer um especialmente pra você (com os ingredientes que você escolher).

O ingresso custa 40DH. Para fazer um perfume seu (e pela aula), você terá que desembolsar 400DH.

 

- Jardim Majorelle, Museu Berbere e Museu Yves Saint Laurent

Para visitar estes locais você vai precisar usar táxis ou tuk tuks ou charretes, pois eles ficam localizados na parte nova da cidade, fora da Medina.

O ingresso conjunto para os 3 locais custa 180DH.

O Jardim é muito bonito e colorido. Yves Saint Laurent morou dentro do jardim por anos e lá foram espalhadas suas cinzas.

O Museu Berbere destaca roupas e joias típicas de várias partes do Marrocos. Vale muito a pena, mas fotos não podem ser tiradas.

O Museu Yves Saint Laurent conta a história do estilista por meio de fotos em ordem cronológica e de um filme de uns 10 minutos. Lá você também pode ver as peças de roupa que ele criou (manequins vestidos com as roupas).

Infelizmente fotos não podem ser tiradas.

 

 - Souks de Marrakech

Souks (mercados) são os locais em que você pode comprar desde echarpes/lenços/vestidos até itens de couro, metal, perfumes, especiarias ou recordações da cidade.

São muitos, mas a maioria está próximo da Praça Jeema, como salientei acima.

Não existe preço tabelado para nada nos souks, exceto comida.

O vendedor sempre lhe dará um preço absurdo por aquilo que você quiser comprar. A partir daí começa a negociação: você oferece menos, ele pede mais.

Minha dica é: tente pagar 30% do valor pedido inicialmente. Na pior das hipóteses, nunca pague mais do que 50%. Estabeleça seu preço e vá embora se ele não concordar (ele te buscará no corredor, não se preocupe). De qualquer forma, você sempre sairá pensando que pagou demais, mas não deixe este pensamento estragar sua viagem.

Procure não demostrar interesse por algo que você não pensa em comprar e/ou não dê atenção aos vendedores, senão eles vão lhe incomodar para você "só dar uma olhada" ou "conferir as promoções". Alguns até lhe seguem, lhe seguram pelo braço, gritam, é bastante chato e constrangedor.

Marrakech é o lugar para você ser mal educado: nem responda "bom-dia" aos vendedores (ou responda em francês para que eles não saibam de onde você é e siga em frente sem olhar pra trás).

 

Dicas específicas para Marrakech

Como salientei acima, tudo gira em torno de dinheiro em Marrakech.

Se você parecer perdido, um bom samaritano surgirá do nada para ajudá-lo e depois pedirá um valor absurdo pela ajuda. Por isso, indico que você tenha um celular com internet ou um bom mapa consigo e, se precisar de ajuda, peça aos policiais ou a outros turistas.

Se você tirar fotos das cobras ou dos macacos sem estabelecer um preço antes, os donos pedirão um valor absurdo pelas fotos.

Se você precisar trocar dinheiro (câmbio), recomendo o do Hotel Ali.

É seguro comer pratos quentes nas barracas da Praça Jeema à noite. Entregue-se...mas confira bem a conta no final (na verdade, confira o troco SEMPRE, em qualquer situação).

 

Guias em Marrakech

Cuidado com guias baratos em Marrakech. Na melhor das hipóteses, eles são apenas motoristas que mal falam qualquer língua além do árabe e só atuam como taxistas e não guiais (lhe deixam nos locais com prazo para voltar ao carro).

Eu contratei um guia e valeu a pena cada centavo.

Paguei caro pois estava sozinho, mas o preço é negociável sempre (quanto mais gente, melhor).

Fiquei 3 noites e 4 dias em Marrakech, mas contratei ele por 2 dias (das 09h às 13h, embora ele tenha ficado comigo até às 14h.)

 Paguei 1400DH.

Ele é espetacular e me dava dicas até de preços das coisas.

Se alguém tiver interesse, o nome dele é Najib Khelfi. Ele fala árabe, francês e inglês e entende italiano também.

Telefone: +212 6 63 09 17 64 (ele responde ao whatsapp).

E-mail: [email protected]

Também recomendo o Riad Marhbabikoum. Ele é considerado um dos melhores da cidade. Entrei em contato com o dono Khalil e ele me disse que não tinha vagas, mas que conseguiria pra mim em outro local, e assim o fez. 

É uma pessoa confiável em Marrakech para qualquer indicação. O telefone dele é +212 6 61 34 81 14.

Minha viagem para Marrakech foi planejada em cima da hora, então acabei pagando preços mais salgados do que eu esperava com hospedagem e guia, mas valeu MUITO a pena mesmo assim.

Não se assuste! Apesar de tudo que narrei de ruim, a cidade é maravilhosa.

Sem dúvidas, a viagem mais incrível da minha vida.

Eu não sei se posso postar links/endereços aqui, mas meu instagram é carlosrigoni, caso alguém queira ver minhas fotos.

 

 

 

 

 

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    • Por Mari D'Angelo
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      O Marrocos foi o destino mais diferente que já visitei até hoje! Apesar de ter sido pouco tempo, conseguimos conhecer bastante coisa em 7 dias. Estar de carro nos deu mais liberdade para explorar do nosso jeito esse maravilhoso país de paisagens, costumes e sabores tão diferentes!
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      Como passar uma noite no Deserto do Saara?
       
      Informações básicas
      Capital: Rabat
      Moeda: Dirham Marroquino (1€ = 10DH aproximadamente)
      Língua: A língua oficial é o árabe, mas o francês também é muito falado. Há também o berbere, que é a língua do povo do deserto. Dá pra se virar bem com inglês e em alguns casos espanhol.
      Religião: O islamismo é a religião predominante. Cerca de 99% da população é muçulmana.
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      Glossário
      Medina: Parte mais antiga da cidade, geralmente composta por uma praça central e um labirinto de ruas e becos cercados por uma muralha.
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      Riad: Casa típica marroquina transformada em alojamento para hóspedes. Geralmente há um pátio central e os quartos são dispostos ao redor dele, espalhados pelos andares do pequeno prédio. Há desde opções mais simples, como hostels, até os riads de luxo.
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      Como se vestir no Marrocos?
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      Quando viajar para o Marrocos?
      O clima no Marrocos é bem variado, até porque é um país que tem uma geografia que vai da praia ao deserto, da cidade à montanha. A minha experiência foi no começo de Junho, quase Verão. Já estava bem quente, pelos 30º, mas nada impossível de lidar. Tanto nas cidades quanto no deserto fazia muito calor durante o dia e uma brisa bem leve à noite. Nos meses de inverno a temperatura cai um pouco, há mais umidade e até neve nas montanhas do Médio e Alto Atlas.
      De modo geral as épocas mais recomendadas para visitar o Marrocos são a Primavera e o Outono, quando o clima está mais equilibrado. Se o destino for de praia, o Verão pode ser uma boa opção, assim como o Inverno, caso queira esquiar na neve.
       
      Como dirigir no Marrocos?
      Para dirigir no Marrocos não é preciso carteira de habilitação internacional. Tanto a brasileira quanto a europeia são válidas. É muito recomendado reservar o carro com antecedência.
      Há muitas blitz nas estradas, especialmente nas entradas e saídas das cidades, por isso esteja sempre atento à velocidade, cinto de segurança na frente e atrás e documentos em dia, claro! Caso leve multa, o pagamento é feito na hora. A maioria dos policiais foram simpáticos, mas eles claramente buscam algo de errado para poderem aplicar uma multa.
      As estradas são boas e tem sinalização em árabe e (geralmente) francês, mas nas cidades o trânsito é completamente caótico! Em muitos lugares há “flanelinhas” para estacionar na rua, se for o caso, negocie o preço.
      Os trajetos costumam ser longos e as vezes muito sinuosos, então o ideal é ter mais de uma pessoa para revezar na direção. Se for no verão ou mesmo um pouco antes, certifique-se de que o carro tem ar condicionado!
       
      Segurança no Marrocos
      No geral, eu me senti bastante segura no Marrocos, mas estávamos em um grupo de dois homens e duas mulheres. Talvez para uma mulher sozinha seja preciso um pouco mais de cuidado.
      Por ter lido muitos relatos preocupantes em relação à isso, estávamos atentos à possibilidade de golpes, mas com o tempo relaxamos e percebemos que apesar de existir esse tipo de perigo, a maioria dos marroquinos está realmente só querendo ajudar e ser atencioso.
      O tempo todo há pessoas oferecendo insistentemente de tudo: produtos das suas lojas nos souks, passeios, restaurantes e até drogas! Mas se não der atenção por algum tempo eles param, não há violência.
      O que existe de fato, assim como no Brasil e na Europa, são batedores de carteira. Mas é só ter atenção com seus pertences, especialmente nas Medinas, que estará tudo bem.
      Casablanca foi o lugar onde me senti mais intimidada, tanto com os olhares quanto com a dinâmica da cidade, caótica e muito suja. Mas ainda assim não houve nenhum perigo real.
      Uma coisa a ter atenção para não criar problemas é com o registro em fotos e vídeos. Se você pedir autorização prévia, eles geralmente aceitam aparecer ou deixam que fotografe seus produtos, caso contrário eles podem pedir que apague e muito provavelmente vão te dar uma bronca!
       
       
      Alimentação no Marrocos
      A gastronomia marroquina é muito rica em sabores! Ao andar pelas medinas a fome é constante, já que é impossível não se embriagar com o aroma dos temperos das mais variadas cores e paladares, sempre empilhados em formato de pirâmide.
      Os pratos mais famosos são o tajine e o cuzcuz. O primeiro é como um cozido, preparado em um recipiente que também se chama tajine e é geralmente feito de barro. A receita pode variar muito, geralmente as opções são carne, frango ou vegetariano. O cuzcuz marroquino também tem opções carnívoras e vegetarianas, sendo que a “mistura” fica por cima de uma base de cuzcuz.
      Outros itens na lista de iguarias maroquinas são o shoarma, espécie de sanduíche de carnes variadas enroladas no pão pita, entradinhas como o baba ganoush e o hummus, e ingredientes como azeitonas, tâmaras e frutos secos. Pela manhã é comum ter uma espécie de panqueca, sempre acompanhada de geléias e mel.
      No Marrocos praticamente não há bebida alcoolica. Em geral só é possível encontrar vinho, cerveja ou qualquer outra bebida em mercados grandes e afastados do centro ou em hóteis e restaurantes internacionais. O que se bebe frequentemente no país é chá de menta, faça frio ou calor!
      Não tivemos nenhum problema em relação à alimentação, mas é importante ficar atento pois nas barracas de rua não há muita higiene. Também não é recomendado consumir água da torneira.
       
      Roteiro 7 dias no Marrocos
      Nosso roteiro foi de 7 dias, ida e volta de Lisboa para Casablanca em Junho de 2019. Todo o trajeto foi feito de carro.
      Dia 1 – Lisboa -> Casablanca -> Marraquexe
      Chegada em Marraquexe no fim da tarde. Janta e passeio pela Medina.
      Hospedagem: Oasis Hostel
      Tempo aproximado dirigindo: 03:00
       
      Dia 2 – Marraquexe
      Dia inteiro em Marraquexe. Passeio pela Medina, compras no souk, visita ao Palais Bahia.
      Hospedagem: Oasis Hostel
      Tempo aproximado dirigindo: 00:00
       
      Dia 3 – Marraquexe -> Ouarzazate -> Garganta de Dades
      Saída de Marraquexe de manhã, parada para almoço em Ouarzazate, passeio pela Garganta de Dadès e pernoite em Boumalne.
      Hospedagem: Dar Outeba
      Tempo aproximado dirigindo: 06:00
       
      Dia 4 – Garganta de Dades -> Garganta de Todra -> Merzouga (noite no deserto)
      Saída de Boumalne de manhã, passagem pela Garganta de Todra, chegada em Merzouga no meio da tarde e saída para a noite no deserto pelas 17:00.
      Leia aqui como é passar uma noite no Deserto do Saara!
      Hospedagem: Tenda no Deserto
      Tempo aproximado dirigindo: 04:00
       
      Dia 5 – Merzouga -> Casablanca
      Saída de Merzouga de manhã e chegada à Casablanca no final da tarde.
      Hospedagem: Airbnb
      Tempo aproximado dirigindo: 09:00
       
      Dia 6 – Casablanca
      Visita à Mesquita Hassam II, passeio pela Medina e o Souk, caminhada na beira do mar.
      Hospedagem: Airbnb
      Tempo aproximado dirigindo: 00:00
       
      Dia 7 – Casablanca -> Lisboa
      Entrega do apartamento e saída para o aeroporto.
      Hospedagem: –
      Tempo aproximado dirigindo: 00:30
       
      A única coisa que eu mudaria desse roteiro seria o trecho de Casablanca. Só há uma atração que realmente vale a pena na cidade, a Mesquita Hassan II, então meio dia é suficiente. Acho que teria sido mais interessante conhecer Fez ou Chefchaouen.
       
      📷 Clique aqui para ler o texto original com fotos.
    • Por guilherme.hotz
      Olá Mochileiros! Irei em agosto para o Chile e uma das minhas tantas dúvidas era quanto me custaria estar por lá durante uma semana.
      Para tanto fiz um esboço de roteiro que irá contemplar uma diversidade de atividades, que serão alteradas ainda devido à proximidade da viagem, clima na semana e disponibilização do calendário do Campeonato Chileno de Futebol (pois quero ver um jogo).
      Todavia, segue o esboço de forma que outros viajantes tenham uma noção de preços, e o que fazer.
      Fico à disposição para discutir possibilidades, sanar dúvidas e ouvir sugestões.
       
       
      CRONOGRAMA CHILE-1.pdf
    • Por Maria Aparecida Cabral
      Devo viajar de São Paulo a Lisboa, com uma parada de apenas 1 hora e 50 minutos em Casablanca para troca de aeronave. Os dois vôos estão no mesmo bilhete. Terei que passar por toda a rotina de verificação do aeroporto? Pegar e despachar as malas novamente? Como deverei agir para não correr risco de perder o próximo vôo? Obrigada. 
    • Por Paola Acosta
      Eu e meu namorado estávamos fazendo um mochilão por alguns países na Europa. Dentro do nosso roteiro a última parada seria na África, mais precisamente em Marrakech, no Marrocos. Durante quatro dias estávamos hospedados em um Hostel localizado na Medina, bem próximo aos souks (mercados dos mais diversos utensílios locais). A localização da hospedagem foi uma ótima escolha e o Majorelle Hostel nos recebeu incrivelmente bem. 
      Estávamos viajando há 23 dias de mochila, utilizando de ônibus e vôos low cost para nos locomover até os países, quando chegamos a Marrakech já estávamos bastante cansados. Foi no último dia de estadia no Marrocos que decidimos alugar uma moto. Nunca havíamos dirigido antes, exceto em uma pequena aventura no interior do Brasil por alguns poucos minutos. Por sorte descobrimos que havia um modelo de moto a ser alugado que não exigia carteira de motorista, pois chegava a uma velocidade de apenas 80km/h.
      Deslocamo-nos até a  loja Palmekech, cujo o endereço é Ruy La Recette, nº 53 , próximo a Medina e negociamos o valor de R$ 80,00 ( cerca de 200,00 dihans) das 12h às 21h. Sabíamos que o trânsito na medina era caótico, mas optamos por nos aventurar. Em meio a carros arranhados, milhares de motos, charretes, bicicletas e pedestres nos jogamos. No começo é um pouco aterrorizante, pois os motoristas buzinam o tempo inteiro e pouco seguem regras de trânsito, mas depois de algum tempo é possível se adaptar.
      O transporte possibilitou que conhecêssemos a parte nova de Marrakech e outros pontos turísticos mais distantes da Medina. Mochilamos desde o ano de 2014 e podemos garantir que dirigir uma moto em Marrakech foi uma das vivências mais marcantes das nossas viagens. 
      Obs: Apenas o/a motorista utiliza o capacete, pois o/a passageiro(a) está isento(a) por lei.
       



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