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Dae pessoal, estou com um projeto de TCC sobre mochileiros em Curitiba, quem poder responder ao formulário abaixo será de grande ajuda msm (n se preocupe, n possuirei informações pessoais). Peço que ao responder seja sincero(a), é muito importante para mim. Desde já muito obrigado! 

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScHA0qyRXbgSrP8YssbBiQ6lSWJ_VvHOuqTc4kBVrHCkkD5Pg/viewform?vc=0&c=0&w=1

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Em 24/03/2019 em 21:21, Vinicius Sitonio disse:

Dae pessoal, estou com um projeto de TCC sobre mochileiros em Curitiba, quem poder responder ao formulário abaixo será de grande ajuda msm (n se preocupe, n possuirei informações pessoais). Peço que ao responder seja sincero(a), é muito importante para mim. Desde já muito obrigado! 

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScHA0qyRXbgSrP8YssbBiQ6lSWJ_VvHOuqTc4kBVrHCkkD5Pg/viewform?vc=0&c=0&w=1

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      Opinião: O quarto tinha ventilador, TV a cabo, banheiro privativo, Wi-Fi e etc. A gente foi bem recebido, o quarto e o banheiro estava bem limpo, café da manhã bom. O hotel fica no centro, de frente para o terminal de ônibus. Nosso quarto ficava no terceiro andar, para quem não gosta muito de escada, pode ser um pouco ruim, mas a gente recomenda.
       
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      TOTAL CASAL = R$775
      TOTAL INDIVIDUAL = R$387,5
       
      🏥 SEGURO VIAGEM
      Contratamos o seguro viagem da Assist Card, via Multiplus, para ganharmos milhas. O custo para todos os dias para nós dois foi de R$90.
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      DIA 29/01
       
      Acordamos cedo e pegamos um ônibus na rodoviária de Barretos para São José do Rio Preto. Chegando na rodoviária fomos para o aeroporto de Uber. No aeroporto fizemos o check-in e embarcamos para Curitiba, com conexão em Guarulhos. Por volta das 16h chegamos em Curitiba, após fazer dois voos bem tranquilos.
      Por adiante, pegamos um Uber do aeroporto para o hotel, fizemos o check-in e dormimos até umas 18h. Após isso, fomos caminhando do hotel até o Shopping Estação, onde compramos algumas coisas para fazer sanduíches e também jantamos. Do Shopping fomos de Uber para o hotel.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber em Rio Preto = R$9,8
      Almoço em Guarulhos = R$125
      Uber do aeroporto para o hotel = R$33
      Compra para sanduíche = R$20
      Jantar =R$25,8
      Uber do shopping para o hotel = R$4,8
      TOTAL = R$218,4
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$109,2
      📷 FOTOS

      Embarcando em Rio Preto para São Paulo

      Aeroporto de Guarulhos

      Almoço em Guarulhos

      Shopping Estação
      DIA 30/01
       
      Acordamos cedo e partimos para o Jardim Botânico. Ficamos muito impressionado com a limpeza do local e o cuidado, realmente um lugar muito bonito. Do Jardim Botânico fomos fazer um tour na Arena da Baixada, o estádio é muito bonito, um dos mais tecnológicos da América Latina.
      Voltamos para o hotel, fizemos o check out e fomos para a rodoviária. Compramos as passagens para Florianópolis com a viação Catarinense. O horário de saída foi 13h. Chegamos em Florianópolis por volta das 18h e fomos para a casa onde ficamos hospedados. Como estávamos cansados, pedimos uma pizza e fomos dormir.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber Hotel para Jardim botânico = R$8,4
      Uber Jardim Botânico para Arena da Baixada = R$9,6
      Ingresso meia do Tour Arena da Baixada = R$20
      Uber Arena da Baixada para Hotel = R$9,3
      Uber Hotel para Rodoviária de Curitiba = R$4,4
      Uber Rodoviária de Floripa para casa = R$12,2
      Pizza = R$50
      TOTAL = 113,9
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = 56,95
      📷 FOTOS

      Jardim Botânico

      Jardim Botânico

      Jardim Botânico

      Jardim Botânico

      Arena da Baixada

      Arena da Baixada

      Chegando em Floripa

       
      DIA 31/01
       
      Na parte da manhã pegamos um Uber e após uns 20 minutos de viagem chegamos no nosso destino, a Praia da Joaquina. A praia é uma das mais bonitas de Florianópolis possuindo 3 quilômetros e ainda, com outro atrativo, as dunas. Na praia tivemos que alugar um guarda-sol (R$10 e passam cartão) pois estava muito quente. Almoçamos em um restaurante chamado Lorena próximo a Joaquina e partimos para a Praia Mole. Na Mole as ondas são fortes, água muito bonita, recomendo a visita. Por adiante, no final da tarde, fomos para a Lagoa da Conceição, onde pagamos R$50 por 30 minutos de caiaque e 30 minutos de stand up paddle, ou 1h em apenas um desses. Após passar pela Lagoa, fomos para o mercado do Shopping Iguatemi comprar ingredientes para preparar algumas refeições. Depois do mercado a gente foi para a casa descansar para o próximo dia.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber casa para Praia da Joaquina = R$25,2
      Guarda-sol Joaquina = R$10
      Almoço = R$46
      Uber Praia da Joaquina para Praia Mole = R$8,4
      Guarda-sol Mole = R$10
      Uber Praia Mole para Lagoa da Conceição = R$6,7
      Passeio de Caiaque e Stand up Paddle = R$50
      Uber Lagoa da Conceição para Shopping = R$17,3
      Mercado = R$85,5
      Uber Shopping para Casa = R$7,2
      TOTAL = R$266,3
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$133,15
      📷 FOTOS

      Praia da Joaquina

      Praia da Joaquina

      Praia da Joaquina

      Praia da Joaquina

      Dunas na Praia da Joaquina

      Praia Mole

      Praia Mole

      Lagoa da Conceição

      Lagoa da Conceição
       

      Shopping

      Shopping
      DIA 01/02
       
      Acordamos por volta das 10h e fomos em direção a Praia do Campeche. Essa praia é uma das mais visitadas no Sul da ilha e possui dunas. Uma das recomendações é realizar o passeio rumo a ilha do Campeche, onde você poderá mergulhar nas águas calmas e transparentes. Após o almoço fomos em direção a Praia da Armação. A praia é muito linda, um pouco deserta e com água gelada. Ficamos até umas 16h na praia e voltamos para a casa pois estávamos cansados.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber casa para Praia do Campeche = R$25,2
      Guarda-sol Campeche = R$10
      Uber Praia do Campeche para Praia da Armação = R$17,4
      Água = R$4
      Uber Praia da Armação para casa = R$40,5
      TOTAL = R$97,1
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$48,55
      Obs: Infelizmente não realizamos o passeio até a ilha do Campeche.
      📷 FOTOS

      Indo para a Praia do Campeche

      Água-viva

      Praia do Campeche

      Praia da Armação
       
      DIA 02/02
       
      Nesse dia dormimos muito pois também estava chovendo e não daria para ir nas praias na parte da manhã. Por conseguinte, almoçamos em casa e logo após parar a chuva (por volta das 13h) fomos para Jurerê Internacional. Essas corridas de uber são verdadeiras viagens, pois todas as praias são muito longe, se preparem. Jurerê foi a praia mais calma que visitamos, porém não estava perto de ser a mais bonita, na minha opinião. O preço das coisas é mais caro que nas outras praias. Recomendo a visita, mas não como prioridade. Após passar por Jurerê fomos para o Mercado Municipal comprar algumas lembrancinhas. Por adiante, fomos para a casa. Para jantar conseguimos cupons de desconto nos aplicativos Rappi e Uber Eats, o que ajudou muito pois não fizemos janta.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber casa para Praia de Jurerê Internacional = R$46,8
      Guarda-sol Jurerê = R$10
      Uber Praia de Jurerê Internacional para Mercado Municipal = R$46,7
      Lanche Mercado Municipal = R$30
      Uber Mercado Municipal para casa = R$13,5
      Lanches comprados nos aplicativos = R$15
      TOTAL = R$162
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$81

      Praia de Jurerê Internacional

      Praia de Jurerê Internacional

      Praia de Jurerê Internacional

      Praia de Jurerê Internacional

      Mercado Municipal

      Último rango em Floripa
       
      DIA 03/02
       
      Bem cedinho fomos para o aeroporto para pegar o voo para Porto Alegre. O voo foi com a Azul, bem tranquilo. Chegando em POA fomos direto para a rodoviária pegar o ônibus para Gramado (depois descobri que não precisávamos ter ido para rodoviária, pois o ônibus que vai para Gramado passa pelo aeroporto, triste, mas fazer o que kkkk). Chegamos em Gramado por volta das 14h, fomos para o hotel, deixamos as mochilas e partimos para a Avenida Borges de Medeiros, que ficava a uma quadra do hotel. Nessa avenida você encontra vários pontos famosos de Gramado, como a Rua Coberta, Catedral de Pedra, Rua Torta, entre outros. Voltamos para o hotel, tomamos um banho e fomos jantar num restaurante da Rua Coberta. O mais engraçado é que ficamos andando até encontrar um lugar que não tinha couvert, pois queríamos dar uma economizada, beleza. Em todos os lugares os cantores estavam na parte de fora do restaurante (onde ficam as mesas na Rua Coberta), até que encontramos um que “aparentemente “não tinha cantor. Quando pegamos a conta estavam cobrando R$15 de couvert, demos uma risada e falei “pqp, onde esse fela da mãe está cantando”, o tal fela da mãe estava dentro do restaurante, onde ninguém come, ninguém o vê... Pagamos tudo certinho e fomos embora rindo (por fora), mas triste por dentro kkkk.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber casa para aeroporto = R$20,6
      Uber aeroporto POA para rodoviária = R$16,7
      Uber rodoviária de Gramado para hotel = R$6,7
      Chocolate quente e fondue = R$21
      Jantar Rua Coberta (com couvert) = R$80
      TOTAL = R$145
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$72,5
      📷 FOTOS

      Aeroporto de Floripa


      Voo para POA

      Lanche no avião

      Ônibus de POA para Gramado

      Paróquia São Pedro


       

      Rua Torta

      Museu do Festival de Cinema de Gramado

      Rua Coberta

      Fondue

      Jantar na Rua Coberta
      DIA 04/02
       
      Na parte da manhã continuamos andando pela Borges de Medeiros. Por adiante, por volta das 11h fizemos check out no hotel e fomos para o Hello Hostel (ficamos em dois lugares diferentes em Gramado porque foi a forma mais barata). Após o check in no hostel, almoçamos no Ita restaurante. A comida do restaurante é maravilhosa, tem churrasco, diversas opções de salada e sobremesa, tudo por um preço muito baixo, se comparar aos demais restaurantes da cidade. Por adiante, fomos ao Lago Negro, lugar maravilhoso, muito bem cuidado e que com toda certeza deve ser visitado. Após conhecer o lago fomos ao mercado Nacional Gramado, que fica próximo ao Hard Rock Café, comprar algumas coisas para fazer comida e voltamos para o hostel.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber hotel para Hello Hostel = R$7,5
      Uber Hello Hostel para Ita Restaurante = R$8,2
      Almoço Ita = R$60
      Uber Ita Restaurante para Lago Negro = R$9,1
      Uber Lago Negro para Mercado = R$6,7
      Mercado = R$60
      Uber Mercado para Hostel = 7,1
      TOTAL = R$158,6
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$79,3
      📷 FOTOS

      Mc Donald's

      Vista do Hello Hostel


       

      Almoço no Ita Restaurante

      Pórtico Gramado

      Pórtico Gramado

      Lago Negro

      Lago Negro


      Andando pelo Lago Negro
       
      DIA 05/02
       
      Por volta das 10h fomos para o Mundo a vapor, lugar fantástico que deve ser visitado. Após passar pelo Mundo a vapor fomos para Canela, onde conhecemos a Paroquia Nossa Senhora de Lurdes, lugar muito lindo. Ademais, voltamos para Gramado, compramos lembrancinhas e ficamos andando até o final da tarde. Voltamos para o hostel, jantamos e arrumamos a mala para infelizmente ir embora no dia seguinte.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber Hello Hostel para Mundo a Vapor = R$16,3
      Ingressos meia Mundo a Vapor = R$36
      Uber Mundo a Vapor para Paroquia = R$7,8
      Uber Canela para Borges de Medeiros = R$16,3
      Uber Borges de Medeiros para Hello Hostel = R$7,5
      TOTAL = R$83,9
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$41,95
      📷 FOTOS

      Mundo a vapor

      Paróquia Nossa Senhora de Lurdes

      Canela

      Canela

      Andando pelas ruas de Canela

      Avenida Borges de Medeiros

      Restaurante do atleta de futebol Cristiano Ronaldo
      DIA 06/02
       
      Tomamos um café da manhã reforçado e fizemos o check out no hostel. Pegamos um Uber para a rodoviária de Gramado, onde pegamos um ônibus para POA. O ônibus para na rodoviária de Porto Alegre e depois segue para o aeroporto. Almoçamos no aeroporto de POA, no Mc Donald’s, pegamos o voo para São José do Rio Preto, com conexão em Congonhas. Chegamos em Rio Preto pelas 19h, pegamos um ônibus para Barretos e por volta das 22h já estávamos em casa.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber Hello Hostel para rodoviária = R$6,9
      Almoço Mc Donald’s = R$50
      TOTAL = R$56,9
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$28,45
      📷 FOTOS

      Rango


      Obs: Deixamos de fazer alguns passeios em Gramado, como o Snowland, por conta do preço. Em Canela não visitamos o Parque do Caracol. Contudo, indicamos muito esses passeios para quem tiver a oportunidade.
       
      Gasto Total da Viagem (Casal) = R$2698,1
      Gasto Individual da Viagem = R$1349,05
       
      Obs2: Não colocamos o valor gasto com lembrancinhas na conta porque não é um gasto da viagem “necessário”, porém gastamos R$50 em Floripa e uns R$120 em Gramado.
      📷 FOTOS


       
      Quem tiver dúvidas sobre essa viagem e sugestões para nossas próximas viagens pode comentar embaixo que vamos ler e responder.
      Espero que tenhamos ajudado de alguma forma.
      Se quiserem nos acompanhar no instagram é só seguir @ourtrip22
      Obrigado.
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por TurnR180
      Olá pessoal, tudo bem? Uma dica de viagem de trem pela Serra do Mar entre Morretes à Curitiba. Nessa viagem fui até Morretes experimentar o famoso barreado, aproveitei e peguei o trem para a capital ali mesmo... Foi uma viagem fantástica, aconselho a todos fazerem também!!!! Obrigado e abração!!!
      Dicas:
      Itinerário Morretes à Curitiba. Horário de saída de Morretes 15:00 horas e chegada à Curitiba 18:00. Existem vários outros horários, tarifas e informações, que voce pode ter pelo site da empresa: Serra Verde Express ou no telefone: ddd (041) 3888-3488.
      Aqui o vídeo:
      Saindo da estação da cidade de Morretes - PR

      Passando pelo Parque Estadual Marumbi

      Passar por essas pontes é um sensação incrível!!! Estamos voando? Rss!!!

      Natureza exuberante da Serra do Mar!!!

       
    • Por Guilherme Furukawa
      Boa noite,
      Estou procura de pessoas que viajará nessas cidades(Curitiba-Blumenau-Itajaí-Floripa) no mês de fevereiro e trocar idéias de locais interessantes para visitar, principalmente de comida. hahaha
      Pretendo ir de carro para curtir e dividir a viagem em várias cidades do PR e SC.
      meu whats: (16)992033255
    • Por Raphael Lettrari
      Boa tarde, 
      Irei subir o Pico Paraná sábado dia 15/12/2018 pela primeira vez, a ideia é subir e descer no mesmo dia! alguém se anima nessa jornada?
    • Por guskow
      EXPEDIÇÃO 4x4 - Curitiba a Uyuni e Atacama via Jujuy e Paso Sico (15 dias em Novembro de 2018)
      Após ir de São Paulo a Fortaleza via Jalapão e Lençóis (relato aqui), foi vez de se inspirar neste blog e se aventurar de Toyota Bandeirante rumo a Bolivia, Chile e Argentina.

      Principais pontos: Argentina: Jujuy (Tilcara, Purmamarca, Humahuaca) e Cafayate. Bolívia: Salar do Uyuni e Chiguana, Deserto de Siloli, Reserva Eduardo Avaroa, Lagunas, Geiser Sol de la Mañana. Chile: San Pedro de Atacama e atrações Duração: 15 dias e 6.854 km, 700 L de diesel Veículo: Toyota Bandeirante 4x4 jipe curto, ano 2001, motor diesel 14B com Turbo (K16) e intercooler, pneus AT 32", jumelos conforto, A/C e DH, guincho Equipamentos: Pá, macaco hi-lift, esteira de desatolagem, 45L diesel adicionais em galões, bomba encher pneus, extenso kit de ferramentas e peças sobressalentes Viajantes: Gustavo e seus pais Eli e Joel (idades: 33, 60 e 62 anos, respectivamente) Navegação: Aplicativo “maps.me” com mapas offline e bookmarks previamente marcados Hospedagem: pousadas via booking.com, porém estávamos preparados para dormir no carro e de fato o fizemos 1 noite Fronteiras: Dionísio Cerqueira-SC (BRA) - Bernardo de Irigoyen (ARG); La Quicaca(ARG) - Villazón(BOL); Hito Cajon (BOL-CHI); Paso Sico (CHI-ARG) Obs: Viagem para 4x4 apenas, e requer pneus resistentes devido ao terreno e pedras. Usamos bastante creme labial e hidratante, protetor solar, e quantidade absurda de ÁGUA. Parte A –  Curitiba a Jujuy (2.128 km em dois dias)
      Dois dias de bastante estrada. Saímos cedo para cruzar o Paraná e pegar a fronteira de Dionísio Cerqueira-SC, que é menos movimentada que a de Foz, além de encurtar caminho para nós. Os procedimentos foram rápidos e feitos de dentro do carro. Carta Verde foi solicitada duas vezes no processo, acho que mudou uma regra e não rola mais fazer o seguro após cruzar para a Argentina. Após entrar, pediram para estacionarmos o carro e irmos fazer mais um trâmite em outro prédio, foi tranquilo. Saímos com carimbo em uns pequenos papéis (boletas) que depois nos pediram várias vezes em hotéis e fronteira.
      Já na Argentina, sacamos uns pesos em um caixa automático e avançamos até Posadas onde dormimos em um lugar excepcional chamado Irová Apart Hotel. Cruzamos o retão do Chaco em uma pegada de 1.200km que surpreendentemente não foi tediosa. Pelo contrário, achamos a paisagem agradável e o dia foi gostoso, acumulamos centenas de insetos no parabrisa e encontramos dois passarinhos atropelados: preso um na grade dianteira, e outro no guincho.
      Passamos por dezenas de barreiras policiais. Quase todas as vezes nos perguntavam origem e destino, e frequentemente nos paravam para pedir documentos e olhar o carro. Porém correu tudo bem. Vimos uma cobra grande morta na estrada, e outra viva que fez menção de “morder” nosso pneu. Vimos um tucano, muitas maritacas, e infinitos passarinhos. Estrada é ótima (com exceção de pequeno trecho no fim) e pouco movimentada. Dormimos em um apartamento em San Salvador de Jujuy, que é bastante urbana, desviando Salta pois nosso objetivo era avançar rumo a Bolívia.
      Parte B – Jujuy (ARG) e passagem para Bolívia
      Fomos a Purmamarca logo cedo. Além de simpaticíssima, a cidade é cercada por morros coloridos que propiciam vistas incríveis. Essa foto abaixo requer subir um mirante a pé por uns 20 minutos, valeu a pena. Há uma praça central com artesanato, e bastante fluxo de turistas.

      De lá fomos a Tilcara, onde almoçamos no centrinho na companhia de cães sarnentos e uma geladíssima cerveja – uma das poucas da viagem. Conhecemos as ruínas de Pucará de Tilcara que foram medianamente interessantes. Seguimos para Humahuaca, onde dormimos, e fomos conhecer a serra de Hornocal onde está o mirante das 14 cores.

      Esta estrada é bem íngreme e leva a 4.350m, nos propiciando os primeiros episódios de Soroche – mal da altitude. Nós sentimos basicamente perda de fôlego, que era facilmente resolvida com pausa + respiração profunda. A Toyota sobreaqueceu na subida da serra, exigindo que parássemos duas vezes. Na segunda parada, percebemos que o sistema de arrefecimento estava bem vazio e com pouco aditivo, o que assustou bastante pois havíamos completado o radiador com água pela manhã do mesmo dia. Na volta, o posto YPF tinha os aditivos (refrigerantes) que precisávamos para o radiador já que eu só carregava um litro no carro.

      Acordamos no dia 4 e encaramos 481km até a cidade de Uyuni, parando apenas na Duna Huancar (lagoa e duna interessante para visitar) e na fronteira em La Quiaca / Villazón onde a burocracia foi rápida, apesar da confusão com as diversas “janelinhas” onde deveríamos passar (inclusive acho que pulamos uma). Aqui tem o detalhe de pegar a declaração juradae tratar como um filho. Fizemos fotocópias dela e tiramos fotos de todos os celulares. Já saindo da imigração, um policial parou e ficou fazendo firula, aí pediu o equivalente a uns 20 reais por um carimbo... fui embora fingindo que nem escutei.
      Trocamos uns dólares e seguimos para a cidade de Uyuni, que é bastante seca e sem graça porém é o último lugar (semi-)civilizado pelos próximos 3 dias da viagem. Visitamos o cemitério de trens (sem graça) e ficamos em um baita hotel legal (Cristales Joyas de Sal) – nosso parceiro durante as crises noturnas de Soroche. Falando nisso, compramos uma garrafinha de oxigênio e umas pílulas aqui, que acabamos não usando. Enchemos o tanque naquele preço bacana para estrangeiros (8,8 versus 3,4 para locais) e ficamos prontos com 65+20+25 litros de diesel (isso é muito importante pois não há mais infra até San Pedro de Atacama, e maioria dos carros locais é a gasolina então precisa mesmo se garantir.
      Parte C – Salar do Uyuni e Chiguana
      Se ir pra Bolívia sem muito planejamento nem experiência já era uma baita cag*ada, partir para o Salar do Uyuni em um jipe antigo próprio, sem guia nenhum, levando os pais sexagenários para passar 3 dias isolados, sem infra e incomunicáveis era realmente o ápice da irresponsabilidade! 
      Tínhamos lido na internet o suficiente para saber que muita coisa poderia dar errado. Os relatos de perrengues homéricos e fatalidades são abundantes. Mas bah, o dia clareou e adentramos no Salar sem pensr muito, só com o frio na barriga. A euforia foi grande ao ser engolido por aquela imensidão branca! Chegamos nos monumentos (Dakar, Bandeiras, Palácio de Sal) cedo e já quebramos a regrinha de 10 fotos por dia que queríamos tentar respeitar como máximo. O solo estava bastante rígido como uma highway, e o track do GPS coincidia com marcações de pneus pelo trajeto. Paramos pra tirar fotos e vimos apenas um ou dois carros no horizonte durante toda a manhã.

      Dirigimos uns 65km rumo a ilha de Incahuasi (cactos gigantes), com a curiosidade de que a pequena ilha já era visível desde uns 25 km antes como se estivéssemos chegando! Visitar a ilha foi bem bacana, tanto pela infraestrutura impecável como pelo visual show do Salar, das demais ilhas, e dos antigos cactos gigantes. Muitas agências turísticas somente vem até aqui e retornam a Uyuni, porém nós seguiríamos por mais duas noites sem muita clareza do caminho então pegamos logo “a estrada” com a Toyotona, desta vez rumo extremo sul do Salar do Uyuni.

      Ao avistar “terra firme”, sentimos grande  alívio de que a tenebrosa e incerta fase da viagem estava prestes a ser vencida. Chegamos a dizer que o Salar não era tão macabro e que “dá pra vir de fusca tranquilamente”... mas é claro que mordemos a língua e os últimos 200 metros tinham atoleiros profundos que freavam a Toyota muito melhor que seu próprio freio e exigiram alguma perícia no 4x4 para sairmos ilesos do outro lado. Agora sim, em terreno firme, achamos uma sombrinha de pedra e cozinhamos um strogonoff pra comemorar!
      Próxima parada seria a noite para dormir no alojamento da Laguna Hedionda, para onde íamos seguindo um track do Wikiloc que passava por dentro um outro extenso Salar (de Chiguana), paralelamente a um trilho de trem. De fato, precisávamos cruzar o trilho mas ele estava em um morro muito alto, até que achamos um ponto onde os locais ajeitaram o morro para poder passar de carro. Cruzamos o trilho e voltamos pro track do Wikiloc, porém o terreno já não estava tão rígido e a Toyota ia dando o melhor de si de atoleiro em atoleiro, até que entramos em um trecho onde o sal simplesmente quebrava e dava lugar a um lodo super mole que foi freando, freando, freando até que freou completamente nossa pesada Bandeirante. Atolamos!

      Bom, nem deu tempo de lembrar daqueles relatos macabros de viajantes que passaram 3 dias atolados e isolados, morrendo de frio nas noites do deserto... pegamos a pá e começamos a tirar os toletes de barro que bloqueavam nossos diferenciais, jumelos, sapatas, etc. Coletamos uns pedaços rígidos de areia e fomos colocando junto aos pneus, além de pequenas tábuas que carregávamos conosco. Tudo parecia ok, “vamos tentar sair?” mas o jipe apenas patinava as 4 rodas de uma vez sem se mexer sequer 1 cm. Já passava das 17hs e logo cairia a gélida noite. Não havia a menor possibilidade de encontrar alguém por ali, e a cidade mais próxima estava a dezenas de quilômetros, então o jeito era continuar trabalhando sem dar menor atenção ao Soroche que provavelmente nos tentava assolar.
      Enquanto Seu Joel retirava meia tonelada de barro de baixo da Band, Dona Eli rodou o perímetro a pé e encontrou uma carcaça de pneu estourado que serviria para calçar uma das rodas traseiras. Na outra roda, usaríamos nossa esteira de desatolagem. Para levantar a traseira e desenterrar o diferencial, usamos o macaco Hi-lift.

      Baixamos o macaco e a situação parecia melhor: com as rodas traseiras agora apoiadas, havia menos coisas presas no barro. O terreno a frente já começava a ficar mais rígido, então bastava vencer uns 2 metros de atoleiro. Porém pouco conseguimos avançar, ainda patinavam as 4 rodas repletas de barro. Repetimos a operação. O pouco progresso, no entanto, já permitia andar um pouco de ré para pegar embalo, avançando uns centímetros a cada iteração. O incansável trabalho com a pá continuava abrindo espaço para o jipe se movimentar para frente, até que as 18 hs nós conseguimos sair do buraco! 

      Gritei um milhão de palavrões e xinguei muito “Cochabamba” (não sei da onde me surgiu essa palavra na hora) pra comemorar. Decidimos voltar para o outro lado do trilho e seguir no caminho mais seguro (e longo) que levaria a uma cidadezinha chamada Avaroa, e de lá iríamos no dia seguinte para as Lagunas. Ainda dirigimos pela parte traiçoeira novamente no caminho de volta, quaaaase atolando.
      Já que não dava mais pra chegar no alojamento em prazo razoável, pesquisei no maps.me e vi 4 hotéis perto de Alvaroa com boa avaliação. Chegamos lá as 19h15 e encontramos uma baita placa de "ADUANA": a bendita cidade com 4 hotéis ficava no Chile, aquilo era - inesperadamente - uma fronteira!
      Estávamos em um vilarejo Boliviano que basicamente só tinha os containers da imigração e aduana, mais nada. Era desolador pensar em passar a noite ali, resolvemos tentar a todo custo atravessar a fronteira apenas para dormir bem do outro lado e voltar na manhã seguinte. Bati no container e um oficial boliviano me confirmou que já estava tudo fechado. Chorei um pouco alegando que não tinha onde dormir, que ia fazer muito frio a noite, e que eu sabia que do outro lado haveria hotéis, e o oficial simpaticamente fez uma exceção e nos recebeu. Após cancelar nossa declaração juradae cancelar os papéis que ganhamos na fronteira de La Quiaca, ele carimbou os passaportes saindo da Bolivia e mandou seguir. Sucesso!!
      Quer dizer, mais ou menos. Andamos 3 km e nos deparamos com a imigração Chilena fechada. Bem fechada, aliás, pois lá já eram 20h30 no horário deles. Encontrei um moço da Interpol e outro chileno que disseram que não havia a menor possibilidade de entrarmos na cidade para dormir e que seríamos presos imediatamente se não retornássemos. Ou seja, ficamos largados entre os dois países em um verdadeiro limbo, no meio de uma noite que já estava esfriando muito rápido.
      Me arrependi profundamente de ter tentando cruzar para o Chile, pois agora estava sem declaração juradae ia ter que me explicar mil vezes pra conseguir retornar oficialmente para a Bolívia no outro dia, sendo que poderia simplesmente ter estacionado em qualquer lugar e dormido sem nada dessa loucura. Como não tinha nada a perder, voltei para os containers bolivianos tentar fazer imigração novamente no meio da noite. Me informaram que eu só ia poder voltar pra Bolívia depois de entrar no Chile, pois já tinha dado baixa da Bolívia.
      Só que no dia seguinte já não me adiantava nada entrar no Chile, pois o caminho continuava pela Bolívia. Sei lá qual foi o chororô que funcionou, mas o pessoal começou gentilmente a me ajudar... refizeram a declaração juradapra eu entrar de novo, mas só iam me dar quando eu apresentasse carimbo de entrada no passaporte. Isso era no outro container onde ninguém me atendia. Já estava muito frio e tarde, e algum dos caras da aduana foi gentil ao ponto de ir buscar o oficial de imigração no alojamento dele no meio da noite e convencer ele a fazer nossa papelada. Esse cara apareceu fora de controle querendo me matar, batendo na mesa e gritando loucamente comigo... mas acalmaram ele, – como num passe de mágica – desfizemos toda a cagada e voltamos a estaca zero!
      Eram umas 21hs quando voltei pro lado Boliviano, parei o carro atrás de uma mureta (pra parcialmente abrigar dos fortes ventos), e dormimos o três dentro da Toyota como se fosse o melhor hotel do mundo – e, naquela situação, era!!!

      Parte D – Lagunas, Deserto de Siloli, Reserva Andina Eduardo Avaroa
      Acordamos enrolados em todas nossas roupas, saco de dormir e cobertor de emergência. Temperatura era negativa, mas por alguma razão nós dávamos muita risada e fazíamos piada da situação. Bora seguir caminho, pois este dia era talvez o mais lindo da viagem: primeiro, as lindíssimas Lagunas Cañapa, Hedionda, Chiar Kkota, Honda.

      Então cruzar o deserto de Siloli por um trajeto espetacular, seguindo uns fios de água (as vezes congelados) com vistas de tirar o fôlego (ou seriam os 4.950 metros que atingimos nesse dia?), e chegar na esplêndida Laguna Colorada.

      Na Colorada, fizemos nosso almoço com uma vista indescritível e nos ajeitamos no pobríssimo alojamento. Para o banho, tínhamos que ficar pelados primeiro, aí gritar “listoooooo”para que o antipático senhor abrisse a água. Só o cup noodlesque cozinhamos no fogareiro salvou do frio que senti depois do banho gelado que o véio me concedeu!! Dia seguinte acordamos sem pressa e fomos conhecer os Geiser Sol de la Mañana, uma cena realmente de outro planeta:

      Toda água mineral que levamos para os 3 dias fora da civilização tinham acabado e estávamos usando pastilhas de Clorin para purificar o que íamos beber. Na rota para San Pedro de Atacama, ainda tomamos banho em piscina termal (Thermes de Polques) na laguna Chilviri e passamos pelas belas lagunas Blanca e Verde. Chegando a fronteira com o Chile, nova supresa: “a aduana boliviana foi embora naquela Hilux senhor, eles não voltam mais hoje. Você precisará ir a Pachaca a 70km (ou 170, não lembro) fazer documentação de saída do seu veículo então retornar aqui”. Esse foi o anti-climax total.. eram 13hs, já tínhamos usado nosso galão reserva de 25L, e aquelas estradas péssimas iam comer horas e horas. Decidimos ignorar o conselho e seguir para o próximo checkpoint boliviano, onde encontramos um casebre de imigração fechado para almoço.
      Como mágica, seu Joel enfiou a cara numa janela e viu alguém lá dentro que, muito gentilmente, nos atendeu e carimbou os passaportes. Partimos sem o processo aduaneiro, agora em rodovia extremamente bem asfaltada e sinalizada assim que o território virou chileno. No Chile, fomos tratados com muito profissionalismo nos procedimentos e verificaram bem o conteúdo das nossas bagagens (por segurança alimentar/agrícola). Pegamos então a descida incrível que vai do Hito Cajon até San Pedro do Atacama.
      Parte E – San Pedro de Atacama, Paso Sico, Cafayate-ARG
      Foi muito bom chegar em San Pedro do Atacama e comer uma boa refeição, tomar um bom banho, dormir em uma boa cama. Passamos 4 dias excelentes em SPA fazendo os passeios tradicionais que nem vou detalhar pois são bem documentados no site, mas reforço que gostamos muito das Lagunas Escondidas de Baltinache e achamos caríssimo o Geiser del Tatio (15000 pesos por pessoa). Por sina, preços no Atacama foram bem maiores que no restante da viagem. 
      Nosso retorno para Argentina foi pelo Paso Sico onde as paisagens são absolutamente incríveis! No caminho, estão as lagunas Miñique e Miscanti, de tirar o fôlego.

      O trâmite aduaneiro costumava ser feito em SPA antes de pegar estrada, porém informaram que agora se faz tudo no próprio Paso Sico. Aduana integrada (CHI/ARG) onde fomos bem tratados. Falaram que só passam uns 4 carros por dia ali. Estrada no lado argentino estava muito pior porém igualmente linda e interessante. Chegamos em San Antonio de los Cobres para dormir (cidade de pior custo benefício da viagem), e no dia seguinte pegamos a Ruta 40 rumo a Cafayate para passar uns dias de qualidade relaxando por lá.

      A Ruta 40 neste trecho é inteirinha de costelas de vaca e despenhadeiros. Paisagens surpreendentes que nos faziam parar fotografar de 10 em 10 minutos, mas ao final do dia os 380km de costela de vaca já tinham acabado com nosso humor (e quebrado um amortecedor dianteiro). Demos carona para 3 locais no pouco espaço que tínhamos, foi divertido! Fizemos uma feijoada Vapsa em uma sombra de árvore, vimos senhoras locais pastoreando ovelhas, chegamos a maior altitude da viagem (4.992m) e começamos a ver paisagens verdes após muito tempo de secura.

      Por fim, chegamos em Cafayate que foi um oásis de conforto perfeito por duas noites para concluir esta aventura. Preços excelente de acomodação e alimentação, pratos deliciosos, vinícolas abundantes, e um estilo muito charmoso. .

      Visitamos a quebrada e ainda pegamos uma bela cena por cima das nuvens no caminho para Tafi del Vale. Fizemos a volta em três pernas: Cafayate – Resistência – Pato Branco – Curitiba. 

      Fechamento
      Não tivemos nenhum problema de saúde nem mecânico, embora as condições do ambiente e da estrada sejam extremas, e por isso muito gratos. Mais fotos no instagram @botija4x4.
      Agradeço aos viajantes que deixam relatos inspiradores, em particular ao toyoteiro Guilherme Adolf cujas histórias foram o embrião dessas nossas expedições.
      Resumo dia-a-dia
        Origem
      Destino
      Kms
      Dia 1
      Curitiba
      Posadas
      923
      Dia 2
      Posadas
      San Salvador de Jujuy
      1205
      Dia 3
      San Salvador de Jujuy
      Humahuaca
      195
      Dia 4
      Humahuaca
      Uyuni
      481
      Dia 5
      Uyuni
      Avaroa (não há alojamento)
      272
      Dia 6
      Avaroa
      Laguna Colorada
      165
      Dia 7
      Laguna Colorada
      San Pedro de Atacama
      166
      Dia 8
      San Pedro de Atacama
      SPA
      146
      Dia 9
      SPA
      SPA
      212
      Dia 10
      SPA
      Santo Antônio de lós Cobres
      381
      Dia 11
      Santo Antônio de lós Cobres
      Cafayate
      312
      Dia 12
      Cafayate
      Cafayate
      130
      Dia 13
      Cafayate
      Resistência
      991
      Dia 14
      Resistência
      Pato Branco-PR
      801
      Dia 15
      Pato Branco-PR
      Curitiba
      475
          Total
      6854
       
       
       


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