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Galera, eu to planejando meu mochilão e to pensando na volta. To querendo gastar no máximo 2.500(é possível?) indo pra Bolívia (Salar, Sucre, La Paz e cocha) e Peru(Machu Pichu e Cuzco), por terra por que gasta menos. Mas na volta, costumam fazer o mesmo percurso ? Por que as passagens aéreas são bem caras mesmo que seja pra São Paulo...

Pfv me ajudem pq preciso realizar esse sonho. 

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@Iago Nunes dando uma pesquisada na net ou até mesmo aqui no fórum nos relatos de viagem voce consegue ter uma noçao dos valores sobre as atraçoes e dos deslocamentos internos, baseado nisso voce tem condiçoes de saber se sua grana será suficiente ou nao.

Sugiro nao iniciar a viagem com a grana totalmente contada pois imprevistos podem acontecer e voce pode ter algum gasto extra.

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vai depender do perrengue que quer passar. 😂

e como o amigo disse.. imprevistos acontecem! 

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    • Por lsrocha
      Oi, pessoal, tudo bem?
      Tenho acompanhado vários posts com dicas e experiências pela Bolívia e tem sido muito útil. Estou indo com amigos dia 29 de dezembro para Santa Cruz. Nosso voo chega de madrugada. Estamos pensando sobre onde passar a virada e não temos achado muitas informações. A ideia é fazer Santa Cruz - Samaipata - Sucre - Potosí - Tarija - Uyuni - La Paz - Sorata - Copacabana - Cochabamba - Santa Cruz.

      Pelos meus cálculos, no dia 31 estaríamos em Samaipata ou Sucre. O que acham? Alguma sugestão em algum desses lugares de onde passr a virada?
      Além disso, alguma dica, no geral, para os lugares por onde pretendemos passar?
      Obrigada! ❤️
    • Por tqueel
      Conhecer Buenos Aires dá para fazer tudo com muita autonomia, cidade segura e com meios de transporte muito bons, para me movimentar na Argentina utilizei o app Moovit, ele é muito bom e mostra todas as linhas (metrô/ônibus) trocas de meios, etc. Tudo você faz com o mesmo cartão SUBTE, as tarifas variam e você pode deixar ele até 2 passagens negativas (se não me engano), pode ser utilizado por mais de uma pessoa tranquilamente também. 
      É uma cidade Noturna, então não adianta sair tão cedo assim, pois vai encontrar muita coisa fechada.
      Pouquíssimas pessoas em Buenos Aires terão paciência com estrangeiros, mas a cidade continua lindaaa!!
      Ps. O nome do meio de transporte eu chamo de metrô, mas o correto é SUBTE, mas é mais fácil o entendimento. 
      Chegamos a noite e nesse dia apenas fomos direto ao hotel, viemos de buquebus da Colônia del Sacramento, bem mais barato que de Montevideo, rsrs Muito rápido tbm.
      Quando chegamos a internet só funcionava antes de desembarcar, depois esqueça como pedir uber, aí tive que pagar caro em um transfer, mas foi o jeito, eles te mostram uma tabela e você pode pagar em seu cartão de crédito ou money.
      No dia seguinte saímos turistar, ficamos hospedadas no Koten Hotel, bem simples, barato pela região e com café da manhã, mas nada de luxo não, ficava uma quadra da plaza Itália, então muitos ônibus, estação de metrô e com muito comércio perto e não posse deixar de dizer o mais importante, uma Western Union bem pertinho!
      O dia era domingo e eu morrendo de medo de não ter casa de câmbio aberta, pois deixei para trocar direto na Argentina, mas esqueci que era domingo, para minha alegria e sorte a WU estava aberta, geralmente melhor cotação. 
      Pagamos o metrô na plaza Itália e descemos na Catedral, que é uma quadra da casa Rosada, para nossa alegria um dia lindo, ensolarado e aberta a parte da casa rosada (outro dia passamos e só estavam tirando foto de longe), peguei um mapa, pois o wifii das praças de BA diferente do Uruguai NÃO FUNCIONAM quase nunca...
      Encontramos uma feira e fomos passeando por ela, depois descobri que era a de San Telmo, grande variedade, barata!! Indo por ela que se encontra a escultura da Mafalda também, geralmente tem pessoas tirando foto, no domingo filas, rsrs
      Tiramos várias fotos na casa rosada e aproveitamos o sol que tinha no meio da praça, caminhamos até o Obelisco, lá é beeem organizado para foto, com fila, ninguém atrapalha ninguém, gostei disso!!
      Fomos almoçar em um restaurante mais barato, masss, aí tem uma questão SEMPRE confiram bem a contagem e o que vem cobrado, me cobraram café q nem tomamos, etc. Contestei óbvio, mas ainda assim foi em conta, 100 para duas pessoas com bebida. 
      Caminhamos um pouco mais, procurando wifii, fui em um kiosko e não me venderam chip, falaram que eu tinha que ir em uma loja, no fim, fomos no shopping e eu mesma cadastrei, tudo pelo face, bem rápido!
      Fomos no Starbucks, pegamos com Doce de Leite, claro! Ma-ra-vi-lho-so.
      Final de tarde no Porto Madeiro, bonito, cheio de restaurantes, um pouco mais caros...
      A noite fomos no Sullivans era open de Quilmes (Porteño ñ gosta de Quilmes em geral), mas para a brasileira foi ótimo, bebi algumas!! Hahahaha 350 pesos o open!
      Depois queríamos sair dançar, mas segunda é complicado... Iamos caminhar até a balada, nos pararam oferecendo para entrar no Brujas, é péssimo, não gostei, falaram que tocaria Kumbia (o mais próximo de sertanejo kkkk) não tocou, falamos com o cara que nos vendeu sobre isso e para nossa supresa!!! FOMOS EXPULSAS KKKKK não nos deixaram nem pedir uber. Um ponto de atenção é que o uber não está legalizado, então inclusive, nessa área tivemos que pedir mais distante, aeroporto dizem ser quase impossível, mas ir ao aeroporto bem tranquilo.
      No segundo dia passamos o dia no Caminito, pegamos se ñ me engano o 64, na plaza Itália e parou lá na frente, muito fácil e prático. Amei!
      Lá tem os pega turistas das fotos do Tango, caso queira sua foto negocia antes o valor...
      Adorei os artesanatos, realmente mais baratos ali, inclusive me arrependi de não ter comprado algumas coisas!!
      Para equilibrar e tentar economizar nesse dia almoçamos fast food, dei uma nota e aguardei o troco, acredita que a menina não iria me passar? Isso são situações chatas, mas que aqui no Brasil também ocorrem, então tranquilo...
      A noite fomos ao mercado, comemos uma empanada e um chocolate em um café e deitamos cedo, turistar cansa também. 
      No terceiro dia, esse quase morri, caminhamos MUIIITOOO, depois quando estávamos quase chegando lembramos que poderíamos ter pego ônibus/metrô kkkkk
      Fomos ao Rosedal de Pallermo, muito lindo, o lugar que mais me encantou, de verdade!! E ainda quando chegamos os trabalhadores nos entregaram rosas que estavam podando, achei linda a atitude e fiquei toda boba! Hahahahaha
      Depois disso fomos caminhando até a Floralis, tiramos umas fotos e descansamos, acerca dali tem a faculdade de derecho, aproveitamos e passamos no cemitério, mas como não faz muito nosso estilo de turismo, não quisemos ficar muito ali, rsrs na praça do cemitério tem aquelas cabines de telefone (igual de London) para fazer fotos.
      E não paramos por aí, hahahaha 
      Fomos na biblioteca El Ateneo, muito linda, tem um café no fundo, amei!!!
      Almoçamos, tipo jantar junto, pois era bem tarde... fast food novamente, rsrs
      E nesse dia nem pensar em levantar, estávamos MORTAS! Pois ainda caminhamos até o hotel, rsrs
      No último dia, fomos ao Jardim botânico, bem bonito, organizado...
      Fomos sentido casa Rosada novamente caminhamos mais (nesse dia q estava fechado os portões), fomos até o Obelisco e ali próximo almoçamos em um restaurante muito bom (precisávamos comida). 
      A tarde caminhamos na calle Florida, tem várias lojas, lembrancinhas, tudo que você imaginar na verdade, uma coisa que eu não podia deixar de passar antes de ir embora era o café Havanna, muito charmoso, gostoso, lógico que pedimos outro de doce de leite!
      A noite fomos no local onde minha amiga trabalha, cara, que lugar MASSA, o nome é BIERLIFE, você gosta de chopp artesanal? Tem que ir lá!! Várias torneiras de chopp de todos os tipos, você pode provar antes de pedir e tem o happy hour, voltamos umas 21 e foi bem tranquilo de SUBTE, até porque a cidade é noturna.
      No dia seguinte pedimos Uber para o aeroporto, foi metade do valor que seria de táxi, ou seja, vale muito a pena, como não está regulamentado, sempre sentar adelante e tratar como conhecido ao descer.
      Eu super retornaria, pois a cidade é bonita, limpa, fácil de se locomover e conhecer tudo por conta.
      Umas das coisas que mais queria conhecer era o zoo de Lujan, mas ir sozinha é complicado pelas fotos, mas o bom que tem ônibus que vai direto até lá e não precisa pagar o absurdo dos transfer, joga no moovit e já aparece!!
       








    • Por Dan.Ojuara
      Fala ai galera, de buenas?
      Então... Estou começando um planejamento para um mochilão em 2020. Penso em utilizar os 30 dias de férias e passar pela Bolívia, Peru, Equador e Colômbia, mas as cidades ainda não definidas. Como será meu primeiro mochilão, estou buscando por roteiros, dicas, sugestões e qualquer tipo de ajuda possível.
      Estou buscando muita informação, lendo diversos blogs e relatos, catando qualquer coisa que possa me ajudar a montar meu roteiro. Desde melhor época do ano, custos, lugares para conhecer, etc...
      Quem já fez mochilão por esses países e puder deixar aqui alguma informação, agradeço imensamente! 😃
    • Por Gabi.Koen
      Olá, pessoal! Tudo bem?🥰

      Eu e meu marido nos casamos em abril deste ano e planejamos nossa lua de mel para janeiro de 2020, aproveitando uma baita promo de passagens para Uruguai e Chile.
      Mas… A escola onde meu marido dava aulas passou por uma remodelação e ele perdeu o emprego. Um baque em nossas organizações financeiras. Até pensamos em cancelar a viagem.
      Mas… Como eu também não estou feliz com meu trabalho atual, decidimos transformar esse susto em uma oportunidade: não usaremos as passagens de volta e seguiremos mochilando pela América do Sul até onde o destino permitir (e a grana também hehe).
      Chegaremos no Uruguai no dia 01/01/20 e ficamos em Montevidéu até dia 08/1. De lá, seguimos para Santiago do Chile.
      A partir daí, nossas datas serão totalmente flexíveis e estamos planejando ir para o Atacama no final de janeiro, de lá ir até o Salar de Uyuni, viajar pela Bolívia e chegar até ao Peru.
      Pretendemos tentar couchsurfing, worldpackers … Tanto para conhecer pessoas novas como para economizar (afinal, quanto mais economizarmos, mais longe conseguiremos chegar hehe)

      Enfim, resolvi postar aqui em busca de dicas, sugestões de roteiros, lugares imperdíveis, passeios, aventuras, amigos, dicas de hospedagem, de como economizar ao máximo e tudo mais!
      Alguém planejando alguma aventura parecida para estas datas?
    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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