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Olá!

Por favor, ajudem um marinheiro de primeira viagem!

Eu vou viajar para a Europa na próxima semana para passar 30 dias em Portugal e Espanha, com duas conexões em Amsterdã. Está praticamente tudo pronto para viajar.

Não tive preocupação com a imigração antes porque nunca ouvi falar de alguém barrado na imigração de Lisboa (destino) ou de Amsterdã (conexão) - não sei em qual dos dois eu vou ter que passar pela imigração. Contudo, para procurar chifre em cabeça de cavalo, acessei o site do Ministério das Relações Exteriores para saber se era recomendável levar alguma coisa. Tenho quase tudo, exceto a comprovação de renda nos valores indicados. A imigração de Amsterdã exige que eu tenha 40 euros por dia de permanência, mas eu não vou levar esse dinheiro todo. Daí diz no site que pode levar extrato bancário ou comprovação de limite de cartão emitido pelo próprio banco (não pode pela internet). Mas meu cartão é Nubank... 😅

Enfim, devo me preocupar com isso? Eu pretendo levar o máximo de papelada para comprovar renda, emprego, reservas e passagens.

Alguém já teve problemas com a imigração de Lisboa ou de Amsterdã?

 

 

 

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Vc vai imigrar por Amsterdã.

Já passei por lá algumas vezes em conexão tb e me perguntaram pra onde eu estava indo e quantos dias. Só.

Vá com uma pastinha, quando eles vêem que vc tem uma pasta eles nem perguntam muito tenho a impressão, rs. Se vc tiver passagem de volta, hospedagens e seguro viagem acho pouco provável eles pedirem pra mostrar o dinheiro e tals. Tendo um pouco de grana e cartão tá tudo certo.

Fique tranquilo. Boa viagem.

  • Obrigad@! 1

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A imigração só é feita no primeiro pouso, depois é voo doméstico.

Sobre o dinheiro, olha, sei que tem essa regra mas nunca vi alguém ter os comprovantes requeridos. Tendo o Nubank, você tem um limite do seu cartão, isso já conta algo.

Mas, está levando tão pouco dinheiro assim? 40 por dia é um valor baixo.

  • Obrigad@! 1

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@Davi Leichsenring É que as coisas mais caras (hospedagem e passagens) já foram pagas. O dinheiro que vou levar é só para comida, atrações e gastos eventuais.

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Eu achei a recomendação do Ministério descabida. Arrisco a dizer que está muito desatualizada porque parece não considerar a existência de bancos virtuais.

Isso é o que diz na íntegra:

Requisitos de entrada         

Os requisitos para a entrada na Holanda de brasileiros que viajam a turismo e, por isso, são isentos de visto, são os seguintes:

a) Passaporte válido por no mínimo seis meses;

b) Passagem para todo o percurso da viagem até o retorno com data marcada para o Brasil (não pode estar em aberto);

c) Comprovante de reserva paga em hotel, ou carta-convite;

d) Posse de recursos financeiros para a própria subsistência durante a estada, nos valores mínimos de aproximadamente 60 euros diários por pessoa e 600 euros por qualquer período, em dinheiro ou cheques de viagem ou certificados, devendo cartões de crédito estar acompanhados de carta do banco (não pode ser via Internet) especificando o limite do cartão;      

e) Seguro médico internacional, exigido por alguns países, no valor mínimo exigido pelas normas locais.

 

Fonte: http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/seu-destino/holanda#entrada

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Olá , desejo ir pra Portugal , depois para Inglaterra e depois índia e preciso saber se terei problemas na imigração por não ter passagem de volta pro Brasil 

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3 horas atrás, Fischerino disse:

Olá , desejo ir pra Portugal , depois para Inglaterra e depois índia e preciso saber se terei problemas na imigração por não ter passagem de volta pro Brasil 

Voce nao precisa necessariamente comprovar que retornará para o Brasil. Voce entrando na area do tratado de schengen voce precisa comprovar (se solicitado) que sairá da área dentro do periodo do visto. Ao entrar na Inglaterra a mesma coisa. Ao se dirigir para a India voce tambem poderá ser solicitado comprovante de retorno para o Brasil ou para outro país.

Em resumo, é ter meios de comprovar que sairá para outro país dentro do periodo do visto concedido.

  • Gostei! 1

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600 euros é nada,ao contrário do que afirmam. Um prato de comida vale 10 euros,ou até mais,então multiplica por 60 e quanto da?600 euros para não passar fome em 1 mês. É o resto???

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Discordo. Cada viajante tem seu jeito de se virar, com mais ou menos dinheiro. Pode ser que seja uma quantia insuficiente para alguns e boa para outros. Não dá pra generalizar.

O que recomendo é ter em mente o orçamento disponível pra não ficar sem grana no fim da viagem, mas já viajei para destinos carésimos gastando pouco, me diziam que era impossível, mas enfim, deu certo. :)

  • Gostei! 1

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    • Por magda.morgana
      Olá pessoal!!! 
       
      to pensando em ficar 6 meses no Reino Unido, em Londres, mas tenho dúvida quanto ao visto.
      posso ficar 6 meses no Reino Unido e depois fazer um mochilão de três meses nos países do Tratado Schengen?  🤔
       
       
      Obrigada aiii quem puder responder 😁😁
    • Por eliseursouza
      Oi gente, tudo bem? 
      Dia 23/12 estarei indo de Guarulhos pra Cairo com conexão de quase 24h em Casablanca pela Royal Air Maroc, e ficarei um dia/noite em um hotel fornecido pela companhia. Gostaria de saber se vocês já ficaram esse tempo todo por lá, se precisaram trocar dinheiro (se sim, quanto?) porque quanto ao Egito, já estou instruído, mas me sinto 0 preparado pra essa conexão no Marrocos. Não sei nem se vou pegar minha mala ou se ela vai direto pro Cairo!! Se puderem me ajudar com respostas, ficarei muito grato. 
    • Por Mari D'Angelo
      Em 2012, quando viajamos para Portugal, decidimos alugar um carro e ir do Porto à Lisboa conhecendo alguns lugares no caminho. A primeira parada foi a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em seguida o Santuário de Nossa Senhora de Fátima (onde derramei litros e litros de lágrimas!) e por último o Palácio Nacional da Pena, na vila de Sintra. Todos são muito interessantes, mas meu encantamento pelo Palácio todo colorido foi imediato e só aumentava a cada ambiente percorrido!
       

       
      O local é na verdade um enorme parque com lagos e construções diversas espalhadas pela imensidão verde. Com muito pesar tivemos que renunciar a esse incrível passeio e ir direto ao topo da montanha, onde se encontra o palácio. Como o tempo era muito curto, pois já estava quase no fim da tarde, subimos e descemos com o transfer (3€).
       
      Ao chegar, pegue o áudio-guia (3€). Ouvir a história do local, como as pessoas viviam e o porquê de cada detalhe faz toda a diferença na visita. Falando nisso, aqui vai um resuminho da história deste lugar fascinante.
       
      Antigamente, o topo da Serra de Sintra, abrigava uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Pena, o lugar foi doado à Ordem de São Jerónimo que construiu um convento de madeira. Algum tempo depois dois desastres naturais, um raio e um terremoto, destruíram quase por completo o local, restando apenas uma parte da capela. No século XIX, Fernando II, conhecido como o Rei-Artista, adquiriu as ruínas do convento com o intuito de reformar e transformar em “casa” de veraneio. Para isso, contratou o Barão von Eschwege, arquiteto alemão que já havia trabalhado para ele em outras ocasiões, depois de recusar os primeiros projetos, o rei aprovou o trabalho e inclusive participou da concepção de algumas áreas.
       
      Em 1853, a esposa do rei, Dona Maria II, morre em seu 11º parto. Ele casou-se novamente com a cantora lírica e condessa Elisa Hendler e após sua morte, em 1885, deixou o Palácio como herança à ela. Como o casamento dos dois nunca foi aprovado pela sociedade portuguesa, houve uma grande polêmica sobre os direitos do local, que a essa altura já era um monumento histórico. Então, Luis I, em nome do Estado português, comprou a propriedade, deixando à condessa apenas um chalé, onde ela continuou residindo. O palácio tornou-se então patrimônio nacional da Coroa Portuguesa. Outros membros da família real lá se instalaram até a queda da monarquia. Depois disso, o lugar se transformou no museu que conhecemos hoje.
       
      A arquitetura do palácio, encrostado em rochas, foi fundamentalmente romântica, porém vários estilos se misturam na construção, entre eles o medieval, o gótico, o renascentista, o manuelino e o árabe. Misturas de padrões e texturas, azulejos diversos e cores vivas estão presentes em todo o monumento, dando um ar aconchegante à cada canto do palácio. Além disso, seus detalhes estão carregados de simbologias.
       

       
       
      No pórtico de entrada, chamado de Arco dos Lagartos, 3 rosas abertas simbolizam o conhecimento. Já no interior do castelo, há o Pórtico do Tritão, alegoria muito rica em detalhes que representa a criação do mundo, trata-se de uma figura mística, meio homem meio peixe , concebida por D. Fernando II. Uma das partes mais interessantes do palácio!
       

       
      Dos terraços desnivelados temos vistas incríveis de toda a cidade e arredores, inclusive da muralha do Castelo dos Mouros.
       

       
      Outra área que merece toda a atenção é o Claustro Manuelino, parte original do antigo mosteiro. Meio surrealista, a área é toda revestida de azulejos hispano-árabes. Em seu centro, há uma taça em forma de concha sobre 3 tartarugas apoiadas em heras, os animais recordam que o caminho é lento e as plantas são o símbolo da eternidade.
       

       
      É possível visitar alguns dos ambientes internos, como o salão nobre, com motivos orientais e orgânicos, a sala árabe toda pintada com afrescos, os quartos e a cozinha, onde estão expostos alguns dos utensílios usados na época. Mas não é permitido tirar fotos.
       
      O monumento não está em perfeitas condições de conservação, mas seu estilo lúdico e colorido, tão diferente do que normalmente vemos em uma edificação da realeza européia, compensam a visita. Espero voltar um dia para poder explorar todo o entorno do palácio e ainda conhecer a cidadezinha de Sintra, que dizem ser uma graça!
       
      Informações úteis:
       
      Site oficial: http://www.parquesdesintra.pt/parques-jardins-e-monumentos/parque-e-palacio-nacional-da-pena/
       
      Nele é possível simular o gasto total de acordo com a data, número de pessoas e quais áreas gostaria de visitar!
       
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/o-colorido-palacio-da-pena-em-sintra
    • Por Mari D'Angelo
      Viajamos para Amsterdam nos primeiros dias do verão europeu, mas acho que esqueceram de avisar São Pedro, o frio estava congelante! Não que isso tenha estragado o fim de semana, a cidade das bikes é maravilhosa, chova ou faça sol, dá pra aproveitar! Aliás, é super comum ver as mães e pais carregando seus filhos pequenos na bicicleta mesmo em dias de chuva.
       
      Chegamos no fim da tarde meio perdidos e descemos do ônibus no ponto errado, que para nossa sorte era exatamente na Praça dos museus (ou Museumplein), onde fica o Museu nacional e a famosa escultura I Amsterdam. O lugar é lindo, até em dias cinzentos como aquele. O grande lago com algumas esculturas contemporâneas completa o charme.
       

       
      Decidimos ir direto ao Museu Van Gogh, que não é barato, mas é maravilhoso! Obrigatório para os amantes da arte. Logo ao chegarmos, uma banda começou a tocar no hall principal. Uma banda dentro de um museu, adorei! As obras estão dispostas em ordem cronológica, o que é muito interessante pra ir acompanhando as diversas fases da vida do pintor holandês. Além dos quadros há também desenhos, rascunhos e uma parte muito interessante onde é possível através de microscópios ver as espessas camadas de tintas utilizadas pelo artista. só tivemos 2 horas antes do museu fechar, mas dá pra “perder” horas lá dentro!
       

       
      Fomos a pé para o hostel admirando os canais, as floreiras nas pontes e toda a peculiar arquitetura dos prédinhos holandeses. Mas em pouco tempo de caminhada já deu pra perceber que quem manda na cidade são as bikes! Se você está a pé tem que prestar muita atenção pra não ser atropelado por uma delas.
       

       
      Sobre o hostel, a dica é: Não fique lá! A hospedagem em Amsterdam é bem cara e pelo que vi não há muitas opções (viáveis) interessantes. Na minha pesquisa pelo melhor custo-benefício (mais custo na verdade rs) encontrei o Hansbrinker, eles se auto-intitulam como o pior hotel do mundo e fazem campanhas bem-humoradas confirmando isso, mas, achei que era mais uma jogada de marketing, que não seria tão ruim assim e de qualquer forma, era um dos mais baratos mesmo, então ficamos com ele. Me arrependi! Na chegada nos deparamos com uma fila enorme para o check-in, uma multidão entrando e saindo sem o menor critério, barulho a noite toda e o atendimento era bem razoável. Talvez seja um sinal de que estou ficando velha, mas enfim, não recomendo! (ps. pelo menos a localização era boa!).
       
      À noite saímos sem rumo e acabamos na Rembrandtplein, seu nome homenageia o pintor Rembrandt, assim como uma grande estátua no centro da praça. Na frente dela há um conjunto escultural representando um de seus quadros, “A ronda noturna”. A grande praça é cercada por vários bares, restaurantes, casas noturnas e claro, coffe-shops. Amsterdam, apesar (ou exatamente por isso) de ser uma cidade liberal em relação às drogas (leves, é bom especificar) e sexualidade, funciona muito bem e é bastante segura.
       

       
      No dia seguinte começamos pela Casa de Anne Frank, enfrentamos uma enorme fila no frio e na chuva, mas valeu a pena! Li “O diário de Anne Frank” há muito tempo e foi algo que me marcou muito. Entrar nos pequenos aposentos onde se escondia toda uma família e ver as condições em que eles sobreviviam é realmente muito triste. No fim há um depoimento do pai dela, único sobrevivente da família e responsável por publicar o diário da filha após a guerra. É impossível não sair com lágrimas no olhos!
       

       
      Seguimos pela mais antiga praça da cidade, a Dam Square, onde entre outras coisas fica o obelisco em homenagem aos soldados mortos na 2ª guerra mundial e o famoso Madame Tussauds (e uma multidão de turistas e locais).
       
      A Fábrica da Heineken (ou Heineken experience) é parada obrigatória, mesmo pra quem não é tão apreciador de cerveja. Começa contando um pouco a história da marca com garrafas e rótulos antigos, depois uma breve explicação sobre os elementos principais e uma visita à sala dos enormes caldeirões. Há ainda uma criativa sala de cinema onde eles prometem te transformar em uma cerveja, e não é mentira Mas a parte mais legal é no fim, onde há a degustação de algumas rodadas de cerveja e uma sala interativa toda futurista. Vale a pena passar na lojinha, as coisas são caras mas as promoções são boas! Comprei um pack com 4 long necks com embalagens comemorativas por 5 euros!
       

       
      À noite fomos até o Red light district, estava curiosíssima pra conhecer essa tão falada região! A conclusão é que é exatamente como falam, vitrines ao longo de todo o canal e das ruas próximas com mulheres (das mais variadas belezas e feiuras) de lingerie ou biquini tentando atrair seus “clientes” e várias casas eróticas de shows de todo o tipo (segundo os cartazes, não me aventurei! Rsrsrs). Os neons nas fachadas criam o clima, mais ou menos como no baixo Augusta em São Paulo. Mas, apesar do “conteúdo adulto”, haviam muitas famílias, homens e mulheres de todas as idades, acho que hoje já se tornou mais um ponto turístico, algo que as pessoas tem curiosidade de ver. Ah, nem tente tirar fotos das moças, além de ser proibido, elas percebem mesmo de longe e se escondem.
       

       
      No último dia fomos até o Vondel Park, que é o mais famoso da cidade. Para nossa sorte, estava tendo uma apresentação musical meio alternativa e paramos um pouco pra ouvir, uma delícia! O legal foi ver no fim do show, todo mundo guardando as cadeiras em que estavam sentados.
       

       
      Sem tempo pra mais muita coisa, apelamos para o tradicional Mc Donald’s e seguimos para o aeroporto, com mais algumas lembranças na mala.
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/pelos-canais-de-amsterdam/ =)
    • Por Mari D'Angelo
      Essa foi nossa segunda vez em terras holandesas, e já que da primeira conhecemos só a capital Amsterdam, dessa vez decidimos explorar as cidadezinhas próximas também. Fizemos tudo de trem, o melhor custo benefício em relação a transporte pois as passagens são baratas e as cidades são bem perto umas das outras. Foram 4 cidades em 3 dias e apesar de parecer corrido, deu pra aproveitar tudo com calma! Foi a primeira vez que viajei meio sem roteiro, com dias livres para simplesmente andar sem rumo e descobrir o que cada lugar tinha a oferecer.
       
      Para comprar as passagens pesquisamos tudo no site do sistema de transportes nacional, o http://www.ns.nl, dá pra simular os valores e ver os horários dos trens. Mas atenção! Algumas cidade tem nomes diferentes do que conhecemos, se não estiver escrito corretamente em holandês, você não vai encontrar. Decidimos comprar na hora em cada lugar pois os trens tem intervalos bem curtos e assim podíamos ficar mais flexíveis.
       
      O sistema funciona muito bem! A maioria das estações são super modernas, tem lockers para deixar as malas e você pode comprar os bilhetes em máquinas ou nos balcões de venda. As informações de horários e plataformas são bem indicado nos painéis. Os trens são extremamente pontuais e tem wi-fi grátis!
       
      Dia 1 – Utrecht e Gouda
       
      Chegamos no aeroporto de Schiphol em Amsterdam e já pegamos o trem direto de lá para Utrecht, o trajeto dura pouco mais de meia hora. Saindo do trem você já está no centro e para chegar no centro não demora mais do que 5 minutos. Tudo pode ser feito a pé.
       
      A cidade é daquelas pequenininhas e super fofas! Sua maior atração é a torre gótica Domtoren, que pode ser vista de quase toda a cidade e (dizem) oferece uma linda vista. Alguns passos depois fica a catedral gótica Domkerk e ao lado, o Jardim monástico Pandhof, um dos lugares mais lindos de lá! Entre os diversos canais, o Oudegracht é um dos principais e fica abaixo do nível da rua, com alguns restaurantes charmosos beirando suas águas. Se quiser um lanche rápido experimente as batatas fritas no cone, já é bom por ser batata frita e eles ainda colocam uns molhos deliciosos!
       
      A cidade tem uma atmosfera bem vibrante, suas ruas são cheia de cafés, restaurantes e lojas que atraem uma boa quantidade de turistas. Ficamos meio dia por lá antes de partir novamente para a estação de trem.
       
      A outra metade do dia foi em Gouda, que como o nome sugere, é o berço do delicioso queijo, produzido por fazendeiros nos arredores da cidade. Às quintas-feiras acontece um tradicional mercado de queijos e no sábado uma feira livre com diversas bancas onde é possível pedir por peso, assim já dá pra sair comendo na hora. Difícil é escolher só uma das opções!
       
      Ainda falando de comida, Gouda também é famosa pelo Stroopwafel, um delicioso waflle prensado com recheio de caramelo. Não deixe de experimentar um feito na hora, sério!
       
      O ponto central é a Praça Markt, onde fica o maravilhoso prédio da prefeitura em estilo gótico e encantadoras janelinhas vermelhas. Lá também fica um museu que conta a história do queijo e diversos restaurantes com preços não muito convidativos. Não deixe para jantar muito tarde, muitos lugares encerram as atividades por volta das 22h.
       
      Fazer uma pequena caminhada beirando o canal principal é super agradável e no fim você ainda descobre um dos moinhos da cidade (nada mais holandês, né?).
       
      Obs. O nome da cidade em holandês é pronunciado “rráuda”, caso não fale desta maneira provavelmente você não será entendido.
       
      Dia 2 – Haia
       
      Haia, diferente de Utrecht e Gouda, tem também seu lado mais moderno. Embora conserve a atmosfera de cidade pequena, seu skyline tem prédios novos e diferentões.
       
      É lá que fica a sede do governo e monarquia holandeses e alguns museus fantásticos! O Mauritshuis está repleto de obras de grandes mestres holandeses como Rembrandt e Vermeer, autor do quadro “Moça com brinco de pérola” lá exposto. Além disso a luxuosa “casa” pertencia a Maurício de Nassau, um dos responsáveis pela colonização holandesa no Brasil.
       
      Outra atração super interessante é o Escher in et paleis, um museu sobre o incrível trabalho de M. C. Escher, que mostra desde as obras iniciais até as gravuras mais conhecidas com imagens surrealistas e ilusões de ótica. Os lustres de cada sala tem formatos diferentes como caveiras, vasos, pássaros…
       
      Uma dica pra fugir dos restaurantes da praça central é o Le Cafe, um simpático bistrô que serve comidinhas deliciosas por um preço justo. Pode pedir o vinho da casa sem medo!
       
      Dia 3 – Amsterdam
       
      É claro que Amsterdam merece mais de um dia, eu diria uns 3 pra curtir tudo com calma, mas como já conhecíamos a capital holandesa, resolvemos ficar só um dia, ver alguns pontos que não vimos da outra vez, como o Rijksmuseum, admirar os prédinhos holandeses tão típicos e lindos e caminhar um pouco sem rumo pra sentir a cidade.
       
      Veja aqui um roteiro com as principais atrações de Amsterdam: http://www.queroirla.com.br/pelos-canais-de-amsterdam/
       
      ps. Em Haia e Amsterdam ficamos na rede de hostels StayOkay e com certeza recomendo! Tudo é bem limpo e organizado e o café da manhã incluso é bastante completo.
       
       
      Sobre os trens, aqui vai um resumo de valores (p/ 2 pessoas, com taxas) e durações aproximadas das viagens.
       
      Amterdam Schiphol – Utrecht: € 19,40 / 40 minutos
      Utrecht – Gouda: € 14,60 / 20 minutos
      Gouda – Haia (Den Haag): € 13,00 / 25 minutos
      Haia – Amsterdam Centraal: € 25,00 / 50 minutos
       
      *Valores de Junho/2016
       
      Post original com fotos e links: http://www.queroirla.com.br/holanda-trem-roteiro-3-dias/


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