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Buenas, estou organizando roteiro para mochilão de 25 dias pela Europa com minha adversária. 

Madrid- 3 dias

Barcelona- 2 dias

Paris - 3 dias

Bruxelas - 3 dias

Amsterdã - 3 dias

Frankfurt - 3 dias

Viena - 2 dias

Praga - 3 dias

Berlim - 3 dias

A idéia é entrar por Madri e voltar por Berlim. 

Dicas? Alguém que more por alguma dessas cidades pode nos ajudar? Um sofá, um rolê...

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@[email protected]  brother na minha opinião seu roteiro está muito corrido. Pelo visto voce nao está levando em consideração o tempo de deslocamento entre as cidades, por exemplo, quando voce se refere que ficará 2 dias em Barcelona e 3 dias em Paris, nesse seu cronograma voce nao terá 2 dias inteiros em Barcelona, tão quanto não se teletransportará para Paris para poder ficar 3 dias inteiros lá, pois tambem terá o tempo de deslocamento até a proxima cidade.

Tenha em mente que por mais que voce faça deslocamentos proximos, na melhor das hipóteses voce perderá a metade do dia ou mais. Leva tempo pra vc fazer checkout, ir para o aeroporto ou estaçao de trem ou rodoviária, fazer o deslocamento em si, achar seu endereço no destino, fazer checkout e desfazer as malas.

Nesse seu roteiro voce estará fazendo e desfazendo as malas praticamente dia sim, dia nao. Tem algumas cidades ai que merecem mais dias como Barcelona, Paris, Berlim, etc.. Mesmo que voce fosse ficar apenas os dias citados em cada cidade, considerando como dias inteiros, seu roteiro daria bem mais que 25 dias.

Sugestão... diminua a quantidade de destinos, fique mais tempo em algumas cidades para poder aproveitar melhor e com isso economizará tempo e dinheiro.

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@[email protected] O velho erro de vocês,querem fazer tudo de uma vez pensando que 2 dias conhecealgo do lugar. Só se já tivessem inventado algo para materializar pessoas nos lugares seria possível esse roteiro.

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Como já disseram, seu roteiro está péssimo, mantenha seu roteiro até Amsterdam, dobrando os dias em Madrid, Barcelona e Paris.

 

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@lobo_solitário, já disse tudo. Realmente, quando eu ia em agencias, era assim, nem se chegava a um local, já teria que ir a outro. O que acontece ? Só passamos por várias cidades sem conhecer nada.

@[email protected], tente diminuir as cidades, se concentre nas que você achar melhor, depois de pesquisar e saber quais ficar. 

Por experiência própria, é melhor ir a 2 a 4 cidades e conhecer, que ir a várias e não conhecer nada.

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Amigo, explico neste vídeo detalhadamente a problemática de deslocamentos na Europa... recomendo assistir para montar um roteiro mais fluído. Inscreva-se no canal que estou postando uma série sobre o assunto.

 

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    • Por Andre Mailson Melo de Oliveira
      Ola povo, estou organizando com a minha família uma viagem a Paris em 2021 (nao temos tanta grana entao temos que marcar mais pra frente pra dar tempode juntar o dinheiro kkkk).
      Além dos locais mais conhecidos, como a torre e o museu, quais outros lugares vocês indicam para vermos na cidade luz? Pretendemos ir na baixa temporada pra facilitar, eu pesquisei e em março é o melhor mês, confere isso? Alguém saberia se é um mês muito chuvoso? Ainda é um pouco frio considerando os padrões do sul do Brasil?
    • Por vaicombruno
      Fala viajantes,
      Fiz um roteiro completo sobre Viena na Áustria, ficou show !! bom eu acho rs
      Quem quiser ler e pegar várias dicas da uma olhada lá.
      https://vaicombruno.com.br/viena-austria
       
       

    • Por Danyelle Freiria
      Boa tarde.
      Em dezembro faremos uma viagem em 4 pessoas para Roma (7 dias), Milão (5) e Paris (9). Durante este período já faremos as visitas mais famosas dos locais. Gostaria de indicações de lugares próximos (por exemplo, cidades vizinhas) ou alguns nas próprias cidades que são pouco visitados por turistas mas que valem a pena aproveitar para conhece-los (principalmente em Paris). Estou aberta a qualquer sugestão, desde restaurantes à museus. 
      Obrigada. 
    • Por Mari D'Angelo
      No dia 14 de Julho, a França comemora o dia da queda da Bastilha, quando se iniciou a revolução francesa que deu fim a monarquia.
       
      A festa nacional francesa começa na verdade no dia 13 de julho, com o tradicional baile dos bombeiros em algumas das casernas de Paris, dizem ser algo bem animado e que geralmente rola até um strip-tease dos heróis nacionais rs, mas acabamos não indo conhecer.
       

       
      No dia 14 acordamos bem cedo (ou pelo menos era o que pensávamos) para assistir ao desfile militar, mas quando chegamos, a Champs-Élysées já estava completamente lotada! (Ao meu ver, mais de turistas que de franceses). Procuramos em vão um lugar onde pudéssemos enxergar alguma coisa mas depois de alguns minutos sem ver mais do que cabeças e máquinas fotográficas desistimos e sentamos num gramado para esperar a apresentação dos aviões (que era o que eu mais queria ver). Foi até interessante, primeiro passaram diversos tipos de aviões da força aérea, em seguida os helicópteros e os paraquedistas, e por fim algo como a “esquadrilha da fumaça” francesa, eu esperava várias acrobacias colorindo o céu de azul, vermelho e branco, mas passaram apenas uns poucos aviões soltando as três cores da bandeira em linha reta e nada mais. Saí um pouco decepcionada por não ter visto grande coisa, mas de qualquer forma, achei legal ter participado deste momento, da série “coisas pra fazer uma vez na vida”.
       

       
      Como estava tudo muito lotado, decidimos voltar a pé para casa, ainda acompanhamos um pouco a dispersão dos soldados e seguimos nosso caminho às margens do Sena. Depois de comer alguma coisa e recuperar o sono perdido, chegou a hora da segunda (e mais esperada) comemoração do dia, os fogos de artifício na Torre Eiffel.
       
      O início seria só a noite mas chegamos com muitas horas de antecedência, e mesmo assim, novamente, já estava lotado! Optamos por ficar no final do Champ de Mars, no tablado da instalação “Mur pour la paix” (um monumento em aço, madeira e vidro com a palavra “paz” escrita em diversos idiomas) era bem longe, mas achei que tivemos uma visão perfeita! A espera trouxe uma recompensa impagável, acompanhamos o sol se pondo lentamente ao lado da Torre, um daqueles momentos em que a gente agradece ao universo por fazer parte deste mundo.
       

       
      Quando já escurecia (no verão isso significa que já é mais de 22h), as luzes da Torre começaram a se acender e o hino nacional marcou o começo da apresentação. Os franceses cantavam “A Marselhesa” com verdadeira emoção, muitos chorando, foi um momento bastante emocionante até para nós que somos brasileiros.
       

       
      A queima de fogos foi incrível, um verdadeiro show com o tema “Liberté, Egalité, Fraternité”. A narração da história combinada com músicas francesas, música eletrônica, Nirvana e até Beatles e sincronizada com a iluminação na Torre ficou perfeita! E no fim uma grande surpresa, no ano em que a França, depois de muita discussão, finalmente aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo (nossa, como ouvimos falar do Mariage pour tous!), a Torre ficou inteira colorida homenageando esse avanço!
       

       
      Na hora de ir embora, nem cogitamos o metrô, também não encontramos uma Velib (sistema de locação de bikes) disponível então fomos caminhando por uma boa parte até achar uma bicicleta para terminar o trajeto.
       
      Foi uma das coisas mais lindas que já vi, valeu cada segundo esperando e cada passo dado pra chegar até lá.
       
      Texto original, mais fotos e um vídeo da queima de fogos aqui: http://www.queroirla.com.br/um-14-de-julho-em-paris/
    • Por Mari D'Angelo
      Visitar Barcelona é, entre outras coisas, imergir profundamente no mundo colorido e orgânico de Gaudí. O arquiteto catalão nasceu em Reus e passou a maior parte de sua vida em Barcelona, onde deixou um grande legado de obras modernistas, sempre inspiradas em elementos encontrados na natureza. Suas técnicas normalmente fugiam do convencional para época, como por exemplo o uso da maquete invertida em que ele utilizava correntes e cordas com pesos nas pontas e através de um espelho via a imagem invertida. Além é claro, dos mosaicos coloridos feitos com fragmentos de cerâmica ou vidro, sua marca registrada.
       
      A casa Batlló, patrimônio mundial da UNESCO, foi algo que me deixou perplexa, nem com toda pesquisa feita antes de ir pra lá imaginava que pudesse ser algo tão incrível! É caro, muito caro (21,50€) e talvez isso faça muita gente desistir, mas sinceramente recomendo guardar uns eurinhos a mais e ter essa experiência.
       
      PS. A casa é tão incrível que serviu de inspiração para os cenários do Castelo Rá-tim-bum!
       

       
      O edifício construído em 1877 fica no bairro modernista de Barcelona, no Passeo de Grácia, uma das avenidas mais famosas da cidade. Foi reformado por Gaudí entre 1904 e 1906 a pedido do proprietário, Don José Battló Casanovas. A princípio a ideia era demolir todo o prédio e recomeçar do zero, mas no fim acabou sendo “apenas” uma reforma. Há vários mistérios em relação aos simbolismos utilizados pelo arquiteto, a teoria mais famosa é de que o telhado, com suas escamas coloridas representa um dragão, que ao lado da cruz, homenageia São Jorge. Os balcões da fachada tem formatos que se assemelham à crânios, e por isso o conjunto ganhou o apelido de “casa dos ossos”.
       
      Fomos em uma chuvosa e fria noite de novembro e tivemos que encarar uma pequena fila (mas é possível comprar pela internet, o que não fizemos!). Ao entrar você recebe um áudio-guia que faz toda a diferença na visita, dê o play e viaje com as explicações e ambientações de cada cantinho da casa.
       
      A visita começa no térreo, onde já é possível perceber que Gaudí se inspirou totalmente nos elementos marítimos e nas características de diversos animais. Não há um elemento reto na casa, desde os objetos até as paredes cuja textura lembra escamas de peixe. O corrimão da escada de carvalho que leva ao andar nobre sugere a espinha dorsal de um grande animal. Os vasos são peças de Pujol I Bausis ceramista.
       

       
      As portas e janelas, todas com formatos orgânicos, são feitas de madeira e vidro, sendo a parte de cima ornamentada com vitrais coloridos que dão um efeito incrível. Gaudí se preocupou muito para que a casa recebesse bastante iluminação natural, para isso fez aberturas estratégicas em alguns locais e trabalhou as portas com vidros foscos, para que a luz passasse de um ambiente para outro sem perder a privacidade.
       
      No andar principal há uma curiosa lareira em cerâmica com formato de cogumelo que foi contruída onde antes era o escritório. José Battló pediu que ela tivesse bancos confortáveis para que a família desfrutasse do espaço em dias frios.
       

       
      O salão principal é uma das partes mais interessantes, o teto, todo retorcido, sugere o movimento da água e o lustre central simboliza uma água-viva. A enorme janela tem vista para a badalada avenida. Pensando na questão do arejamento, Gaudí criou um esquema simples e genial de abertura de ventosas localizadas abaixo das portas para entrada regulada do ar (quase que como um ar condicionado da época).
       

       
      No pátio externo há uma fonte e um colorido jardim de cerâmica, feito com as sobras da fachada. Mas como estava chovendo bastante, não conseguimos aproveitar muito as partes externas da casa.
       
      O pátio interno é todo coberto por azulejos em diferentes tonalidades de azul, com tons mais claros nos andares baixos, onde há menos entrada da luz e tons mais escuros nos andares altos, além disso as janelas também seguem esse conceito, sendo maiores nos andares inferiores e menores nos superiores. Neste local é possível perceber totalmente a inspiração de Gaudí nos ambientes marinhos, vidros irregulares dão a sensação de estar embaixo d’água.
       

       
      No último andar, chamado de águas furtadas, todas as paredes tem uma coloração verde água, os arcos parabólicos catenários que sustentam o terraço tem o formato de costelas e projeções representam o que funcionava nos locais. No fim, um vídeo bastante lúdico mostra todo o encanto da casa que acabamos de visitar.
       

       
      No terraço há um conjunto de chaminés decoradas com mosaicos de cerâmica e o suposto dragão.
       
      Além de todo o trabalho estético e arquitetônico, Gaudí também desenhou a fonte usada nos números das portas, projetou detalhes como as maçanetas (que eram feitas para encaixar anatomicamente na mão) e criou diversos móveis, como estas cadeiras expostas no fim da visita.
       

       
      Dicas úteis:
       
      Site oficial: http://www.casabatllo.es
       
      Valor: Adulto 21,50€ | Estudante 18,50€ | Crianças -7 anos não pagam (outros valores no site)
       
      Horário: Todos os dias, das 09:00 às 21:00 (Entrada até as 20:00)
       
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/por-dentro-da-surreal-casa-battlo-de-gaudi/


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