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Olá, depois de um tempo de acontecido, venho dividir com vocês minha lua de mel em Cancún. A escolha se deu por parte da minha esposa, da minha parte eu iria para Punta Del Este.

A chegada no aeroporto de Cancún deve ser com atenção, porque você é atacado por pessoas vendendo pacotes de passeio e taxistas igual fosse uma rodoviária grande.

Dica: tem umas vans que vão para a zona hoteleira com o preço mais barato que os do táxis, igual regime de lotada, encheu partiu. 

Não vá de táxi, a chance de você ser enganado é alta, melhor opção é a van, porque você vai com mais gente e o caminho é um só, todos vão para zona hoteleira (isso se você for se hospedar lá)

Pois bem, fomos no mês de Setembro pra lá e todos os sites e dicas que eu pegava dizia que não é uma temporada boa pra viajar pra por causa do período climático de muitas chuvas, demos sorte de não pegar chuvas nem furacões no período que tivemos lá, só um dia que choveu a noite e só, mas na Cidade do México houve um terremoto de grandes proporções que me deixou bastante preocupado, porém conversando com os locais, me informaram que esses eventos em Cancún são basante raros.

Ficamos hospedado no The Royal Islander.

Prós: Infraestrutura ótima, funcionários excelentes. Vão faltar palavras pra descrever os pontos positivos, porém não posso deixar de mencionar alguns pontos.

- Tem um mini mercado dentro do hotel que você pode comprar usando de um saldo calção que deixa na hora do check-in que pode ser usado para tudo o que você comprar dentro do hotel, se não me engano o mínimo que pode deixar é U$100,00 e com esse valor consegui me virar muito bem com itens como: água, lasanha de microondas, souvenires, sucos, biscoitos e os lanches nos restaurantes durante 5 dias. As coisas são muito baratas e o dólar comparado ao peso mexicano faz bastante diferença.

- O hotel é grande suficiente para ter três restaurantes super bons, tem um restaurante mais chique, outro mais casual e outro para lanches, todos top demais.

- A limpeza é impecável, jardins muito bem cuidados, o hall de entrada sempre limpo e cheiroso. O custo benefício em se hospedar lá vale muito.

- Essa rede de hotéis tem a vantagem de te autorizar o trânsito nas partes comuns dos hotéis deles. Há um ônibus que te leva de um hotel a outro e o melhor hotel dos dois hotéis da rede é o The Royal Sands, esse é sacanagem de tão lindo que é, fui lá e tirei uma ondinha na piscina que parece que faz ligação com o mar.

Contra: Longe do centro urbano, como toda a zona hoteleira. (aproximadamente uns 10 min de ônibus)

- Café da manhã sem variedade, ainda mais para quem ficou 5 dias, nada que denigra a qualidade do café da manhã.

The Royal Islander

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The Royal Sands

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Os passeios são bastante comum a todos os visitantes da cidade e não tenho muito a acrescentar.

Chichén Itzá opte por um passeio que não inclua a parada em tribo local para almoço. O bagulho é longe pra canudo estava um calor fora do comum uma umidade do ar nas alturas, comida ruim, nada pra ver de legal e uma chance de passar mal bem grande, minha esposa e eu estávamos preocupadíssimos um com o outro, se segurando pra não passar mal e não falamos isso pra não nos preocuparmos, tentam te vender todas as pedras dizendo que são energizadas. Pra quem gosta e é adepto de um passe de macumba, tem isso lá de graça. A companhia que fez nosso turismo pra lá foi a 13 Baktun não sei se todas incluem essa parada no roteiro, mas esta sim então fica a dica.

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Isla Mujeres: Vale a pena o passeio, vá até o cais no centro (para quem está no zona hoteleira, os ônibus passam lá 12 a 15 min de viagem. valor do passagem 1 dólar para todos os ônibus)  e pegue um ferry boat, há várias companhias que fazem o trajeto para a isla, veja a que valha mais a pena e bom passeio.

Dica: Dentro do barco tem várias atrações legais, danças de países latinos, bebida liberada e muito sorriso, nesse trajeto vão te vender passeios na ilha, como andar de carrinho de golfe ou mini bug, esteja sóbrio e atento para escolher e estar ciente de todas as informações. Eu e minha esposa não somos adeptos a bebida alcoolica e passaram a perna em mim, comprei um passeio de mini bug e não me falaram que precisa estar com minha habilitação brasileira para dirigir o bug e eu nem perguntei, pois achava que não precisava e não valeria, mas chegando na ilha me pediram a cnh, quis cancelar o passeio, só que pra cancelar o passeio tem que pagar uma multa e pra dirigir o mini bug tem que pagar uma taxa de seguro, ou seja, te enrolam de todos os lados, se isso foi avisado? Claro que não, paguei a droga do seguro pra dirigir pela ilha.

Valladolid: Foi uma parada na volta do Chichén Itzá. É uma pequena cidade, do tamanho de um bairro, que é centenária (datada de 1543), do período maia e é reduto de maioria do povo de origem maia. Culturalmente muito rico. Não faça esse passeio aleatoriamente, só se tiver atrelado a Chichén, é muito longe, umas 2 horas de viagem pra ir sozinho.

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Cenote: São vários em Yucatán, os roteiros que passam por chichén sempre incluem um cenote qualquer. São cavidades naturais na terra com águas muito profundas, te dão toda o equipamento para nadar no cenote, pagando alguns dólares por isso. (a época que fui foi 10 ou 15 dólares)

 

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Resumindo:  Não voltaria, a cor da água realmente é sacanagem, muito bonito, mas a água do mar é quente e no período que fui muito suja de alga. De bonito é isso e a parte de infra da zona hoteleira que foi construída sob medida pra isso. O centro urbano é precário e feio, achei parecido com a Uruguaiana no RJ rsrsrs. No mais é mais badalado do que realmente é. (minha opinião)
Diferente do que achei de Barcelona, ahh mas é na Europa, ok. Porém achei que valeu muito mais a pena o investimento, falando financeiramente, gastei um pouco menos em Cancún, algo em torno de R$1,5K a menos, se pudesse colocaria esse valor e voltava pra Barcelona, sem dúvida.

Leia meu relato sobre Barcelona aqui

 

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      Guadalajara (09/04 até 11/04)
      San Luis Potosi (11/04 até 13/04)
      Guanajuato (13/04 até 16/04)
      Querentáro (16/04 até 17/04)
      Vera Cruz (17/04 até 20/04)
      Puebla (20/04 até 22/04)
      Guerreiro - Acapulco (22/04 até 24/04)
      Cidade do México (24/04 até 02/05)
      Guadalajara (02/05 até 05/05)
      Se alguém estiver com datas que coincidam pode me chamar pq estou sem companhia para a maioria dos lugares 😊
       
    • Por viniciuscoelhomachado
      Antes queria dizer que minha vibe é mais natureza, paisagens, praia, aventura. Isso vai explicar eu ter deixado pra trás algumas atrações famosas como ruínas, parques Mayas, etc. Então se você curte coisas diferentes é bom procurar outros relatos pra ter mais informações sobre o que te interessa.
      Outro detalhe importante é que eu fui pra essa viagem com ZERO planejamento. Isso fez, claro, eu pagar mais em algumas coisas, mas também permitiu eu mudar o “planejamento” durante a viagem.
      Em dezembro peguei uma promoção de 568 reais Fortaleza-Miami-Fortaleza. Fui decidir o resto da viagem faltando poucos dias pra partir.
       
      Dia 1 (8FEV)
      Fortaleza-Miami
      Dia 2 (9FEV)
      Miami
      Não vou falar de Miami porque não era o foco e já tem bastante coisa de lá. Fui pra lá pela passagem mesmo.
      Dia 3 (10FEV)
      Miami-CDMX
      Aeroporto tem metrô e é bem tranquilo sair de lá. A estação fica no Terminal 1 e tem transporte entre os terminais. Comprei um chip no aeroporto mesmo por 195 pesos. Fiquei no Hostel Metro (374 pesos / 2 dias).
      Eu dividia os preços no México por 5 pra ter uma ideia em reais.
      Dia 4 (11FEV)
      Peguei o metrô (5 pesos) até a rodoviária de CDMX e de lá um ônibus pra Teotihuacan (104 pesos ida e volta). Entrada (75 pesos). Fica até não aguentar mais. A tarde, fui bater no Estádio Azteca, onde o Brasil foi Tricampeão do mundo em 1970. Também é possível ir de metro junto com o que eles chamam de “trem ligeiro”. Pra quem gosta de futebol/esporte vale a pena (visita guiada 160 pesos).
      CDMX: fiquei muito pouco tempo. Tinha bem mais coisa pra fazer. Museus e parques. Ficaria pelo menos um dia a mais lá. Importante saber que segunda-feira (dia que eu fiquei lá) os museus são todos fechados. Fiz tudo na CDMX de transporte público e a pé! Achei que funcionou muito bem.
      Dia 5 (12FEV)
      CDMX-San Cristobal de las Casas
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      Dia 6 (13FEV)
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      Dia 8 (15FEV)
      Passei o dia de molho tentando melhorar. Passar 10h numa van nas curvas da Guatemala do jeito que eu tava não seria boa ideia.
      Dia 9 (16FEV)
      Shuttle a San Pedro la Laguna (Lago Atitlán, Guatemala). Dura o dia todo. Tem a van mexicana até a fronteira, a van guatemalteca da fronteira até Panajachel e o barco até San Pedro (500 pesos tudo). Na fronteira, quem passa mais de sete dias no México tem que pagar 550 pesos pra deixar o país. Pra quem enjoa em estrada já vai preparado com remédio porque a Guatemala só tem curva. Hostel Mikaso (80 quetzales)
      Dividia o preço em quetzales por 2 pra ter uma ideia em reais.
      Dia 10 (17FEV)
      Subida do Vulcão San Pedro (100 quetzales a entrada no parque). Vários avisos de que a galera tava sendo assaltada lá em cima. Levei só uma garrafa d’água. 3h de subida num ritmo bom. Não é mais um vulcão, é uma “montanha” com uma vista do lago. Achei muito cara a entrada pra ainda correr risco de assalto. Tem um tour lá que é o amanhecer no “Indian Nose”. Depois achei que esse seria mais interessante. Claro que tudo depende da previsão do tempo. Tentei antecipar minha ida pra Antigua e não consegui. Dormi mais uma noite em San Pedro, agora na Pousada Villa la Laguna (60 quetzales quarto privado com banheiro compartilhado).
      É um vilarejo um pouco mal cuidado. Dizem que os israelenses dominam por lá. Tava bem vazio quando eu fui.
      Dia 11 (18 FEV)
      Saí as 4h da manhã pra La Antígua (60 quetzales). Fiquei no hostel mais bem avaliado de toda a América Central e do Norte (Maya Papaya, por 100 quetzales). Fiquei lá só pelo título e realmente é muito bom, mas não o melhor que já passei.
      À tarde, fui ao Vulcão Pacaya (120 quetzales transp+entrada c/ guia) na intenção de ver lava. Tempo fechado! Não vi nada! Só botamos mashmelow pra esquentar lá no calor do que um dia já foi lava. Melhor jantar da viagem: uma pizza na “Picadilly”. 40 quetzales pra viagem (se comesse lá era mais caro)
      Dia 12 (19FEV)
      Passei o dia rodando a cidade. Parece muito com San Cristóbal. Pra mim, sem dúvida, foi o lugar mais apresentável da Guatemala. As 18:00, comecei a viagem pra Belize. Paguei 75 dólares no transporte até a Cidade da Guatemala, ônibus durante a madrugada pra Flores e ônibus de manhã até Belize City (cheguei umas 13:30 do outro dia). 
       
      Guatemala: achei mais caro que a primeira parte do México e me senti mais “explorado como turista”. Importante: os preços lá variam MUITO! Vale a pena um pesquisa detalhada. Tem empresa que o mesmo tour é mais de 50% mais caro que em outra. Depois descobri que deveria ter planejado pra subir o Vulcão Acatenango, em Antígua (5h de subida, pernoite em barraca e descida no outro dia). Pra quem gosta de hiking, deve ser uma experiência boa. Ficou pra próxima.
       
      Aquele dia de molho pelo Taco “estragado” fez falta aqui. Acabando passando o Semuc Champey por achar que não seria algo tão “inédito” e por querer chegar logo na praia. Outra opção na Guatemala é Tikal, mas não é muito meu gosto.
       
      Dia 13 (20FEV)
      Assim que cheguei em Belize City (13:30), já peguei o ferry pra Caye Caulker (22 US Dollars ida e volta). Fiquei os dois dias no Go Slow Hostel (45 Belize Dollars + 30 BDollars, mudei no segundo dia porque vagou um quarto mais barato). (Um dólar americano são dois dólares belizenhos). Junto com aquele Indajani de San Cristóbal, foi o pior hostel da viagem. Mas o preço é esse mesmo e parece que a qualidade lá também é essa mesma.
      Por do sol absurdo na ponta de ilha.
      Dia 14 (21FEV)
      Na noite anterior tinha conversado com uma americana que tinha uma operadora de mergulho lá. Ele mesma disse que com o Snorkeling eu já veria bastante coisa. O mergulho no Blue Hole tá 300 USD. Pensei que com esse dinheiro poderiam fazer várias outras coisas. Fiz o passeio “half-day snorkeling” (60 B Dollars. Fiz com o hostel. Tinha empresa cobrando 45 USD pelo mesmo passeio). Valeu a pena. Passagem na barreira de corais, uns pequenos tubarões e umas arraias, além de muitos peixes.
      Dia 15 (22FEV)
      Ferry até Belize City (já tava pago), andando até a rodoviária e ônibus pra Bacalar, México (40 B Dollars). Parada na fronteira e taxa de 40 B Dollars pra deixar Belize independente de tempo. 
      Belize: tudo muito caro e entupido de americano. Bem mais que na Riviera Maya proporcionalmente falando. Valeu a pena passar por lá, mas eu não sairia do Brasil só pra ir pra lá por exemplo. 
       
      Na entrada do México, a galera que tava comigo no ônibus que iria passar mais de 7 dias no México teve que pagar um valor (ACHO que são aqueles mesmos 550 pesos). Como só ia passar cinco, não paguei nada. Cheguei em Bacalar umas 16:00 e fui pro Hostel Blue Monkey (230 pesos pra ficar num ônibus escolar estacionado na beira do lago que virou quarto). É impressionante como a Riviera Maya é MUITO mais cara que San Cristóbal. Eu sabia que seria, mas não tanto. Ficou longe do centro, mas a localização beira de lago valeu a pena.
      Dia 16 (23FEV)
      Peguei uma bicicleta do hostel e fui conhecer o Cenote Azul (talvez não seja esse o nome!). Depois, às 10h, fiz um passeio de lancha lá pelo lago (300 pesos). Recepção do hostel se enrolou com os “marinheiros” e fui sair quase 11h. Foi MUITO caro pro que foi pago. Eles param em dois lugares pra fotos e banho (um deles é na beira do lago e dava pra ter ido de bicicleta). 
      No lago, a água é verde, azul turquesa, azul marinho, etc.. Realmente tem varias cores e é bem bonito. Água doce. Tava comendo mal há uns três dias e resolvi comer bem.
      Melhor almoço da viagem num restaurante recém inaugurado por lá chamado Banana “alguma-coisa” que esqueci o nome (200 pesos tudo). Fica na avenida da beira do lago perto do balneário municipal.
      As 15:15, peguei o ônibus pra Playa Del Carmem (370 pesos).
      Paguei logo dois dias no hostel The Yak (250 pesos / noite). Melhor hostel da viagem. Cama confortável, café bom pro que normalmente é oferecido no México e atendimento 100%. O argentino da recepção (um dos 50 mil que tem em Playa) me deu bastante dica sobre mergulho e o que fazer na cidade.
      Dia 17 (24FEV)
      De manhã fui marcar meus mergulhos e dei uma volta em Playa Del Carmem. 
      À tarde, peguei um coletivo (45 pesos o trecho) e fui a Tulum (1h de viagem). Dei uma andada na cidade e depois fui nas ruínas (75 pesos a entrada).
      Dia 18 (25FEV)
      Mergulho no Cenote Chacmol (Impressionante!). Voltei do mergulho e fui direto pegar o ferry pra Cozumel (incluso no mergulho porque mergulharia no dia seguinte lá). Andei uns 3km até chegar numa “praia” e ver mais um por do sol absurdo na viagem. Hostel Beds Friends. Simples e preço de Riviera Maya (250 pesos). O melhor dia da viagem sem dúvidas.
      Dia 19 (26FEV)
      Mergulho em Cozumel e ferry de volta à Playa, voltei pro Hostel The Yak (270 pesos)
      Encontrei o mesmo casal de músicos argentinos de San Cristóbal. Eles até me reconheceram, mas desta vez não dei dinheiro. Dei muito da outra vez.
      Dia 20 (27FEV)
      Peguei o ônibus de Playa ao aeroporto de Cancun (208 pesos). 
      Riviera Maya: não é à toa que tão turística. Tem muita coisa pra fazer e os mergulhos foram realmente impressionantes. Achava que só tinha turismo caro lá e não é bem assim. 
       
      Voo pra Miami (chegada 14:30). Paguei um day pass de ônibus (5,65 USD) e fui pro Dolphin Mall gastar um pouco do dinheiro que tinha sobrado. 22:00 embarque pra Fortaleza.
       
       
       
    • Por caio.acquesta
      caros colegas, 
      acho muito interessante ter um post específico para os cenotes do Mexico (especialmente Yucatan e Quintana), para auxiliar no planejamento das trips. 
      Devido a infindável quantidade deles por lá, que tal citarmos aqui os melhores nos quesitos : Localização (fácil acesso), custo x benefício (beleza do lugar e preço bom). 
      Fiquem a vontade para acrescentar.       michradu , help! 😅
    • Por Marina Ramos
      Olá, pessoal! Tudo bem? Estou retornando ao México agora para conhecer a parte mais leste e estou com sérias duvidas do que fazer para ter um rolê mais tranquilo e não tão "turista-gringo-topzeira". Em Puerto Escondido e Mazunte amei as praias e como as coisas eram, mas já vi que as coisas do outro lado são diferentes rs. Conseguem me ajudar com dicas, por favor?
      Gerais
      Com o dólar no valor que está, ainda assim vale trocar dólares aqui pra levar e trocar por pesos lá? As conversões em Mérida são boas? Dá pra comprar passagem da ADO online sem cartão mexicano? Merida
      Estrei lá a trabalho por alguns dias enfornada em uma conferência e queria saber quantos dias acham suficiente para conhecer a cidade, estava pensando em deixar dois dias. Vale ir para Celestún? Parece um parque lindo, mas não consegui achar infos se realmente é um passeio legal pelas águas azuis ou se é exploração pura dos flamingos rs Tulum
      Tem infinitos cenotes! Quais valem mais a pena? Dá pra fazer tudo de bike? Vale ir pra Chichen Itza? Já fui em Teotihuacan e Palenque, tenho dúvidas se vai ser diferente ou "mais do mesmo" (com todo respeito a enormidade das pirâmides!) Vale ir passar o dia em Playa del Carmen? Isla Mujeres
      É agradável ou já está tipo Cozumel, cheio de resorts? A princípio meu roteiro está:
      16/02 São Paulo - Mérida (chega a noite) 17/02 Mérida 18 a 21/02 Mérida - Trabalhando 22/02 Merida - Tulum (onibus a tarde) 23/02 Tulum 24/02 Tulum 25/02 Tulum 26/02 Tulum 27/02 Tulum - Isla Mujeres 28/02 Isla Mujeres 01/03 Isla Mujeres 02/03 Isla Mujeres 03/03 Isla Mujeres - Merida 04/03 Merida - São Paulo (voo as 16h) Muito obrigada! ❤️


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