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Denise Barreto da Silva

Do fundo do mar: uma aventura entre os tubarões na África do Sul

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Na África do Sul, a natureza sempre nos surpreende! neste país, é possível, através de empresas sérias, ir até o habitat dos tubarões brancos e observá-los. Dá pra aproveitar a ida à Cidade do Cabo para tentar ver estes incríveis animais. O mais importante disso, é saber que neste tour nenhum animal é ferido. Confira o post https://chicaslokas.com.br/2018/09/19/uma-aventura-entre-os-tubaroes-na-africa-do-sul/

tubarão.jpg

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    • Por Breno Alves Neves
      Boa tarde, Galera.
      Estarei realizando está trip para Cape Town do dia 19 a 30 de julho agora. 
      Gostaria de saber quantos rands levar por dia para gastos com alimentação e passeios? (Sem considerar hospedagem e café da manhã, pois está incluso na diária do hostel)
      E quem estiver por lá nestas datas aí, é só dar um toque pra fazermos algo.
       
      Desde já, agradeço!
    • Por mspriscila
      INFORMAÇÕES GERAIS (2018)
      Visto: dispensa de visto por até 90 dias
      Passaporte: deve ter validade de pelo menos 1 mês da data do retorno ao Brasil
      Vacinas:  exige vacina de febre amarela
      Quando ir: o ano inteiro
      Capitais: Cidade do Cabo, a maior das três, é a capital legislativa; Pretória é a capitaladministrativa e Bloemfontein é a capital judiciária
      Moeda: Rande (R)
      Idioma oficial: 11 línguas oficiais, entre elas o inglês
      Cod. telefone: +27
      Padrão bivolt: 230V
      Tomadas: C, D, M, N
      Principais operadoras telefônicas: vodacom (data), MTN, Cell C e Telkom 
      Empresas aéreas low cost: Kulula, Mango, Fly Safair (não é boa)
        VISÃO GERAL DA ÁFRICA DO SUL
      Os principais lugares para se conhecer na África do Sul são Cape Town, Rota Jardim, Rota Panorâmica, safáris e Johannesburgo, sendo que a rota panorâmica e safáris estão próximos a Johannesburgo (também chamada de Gauteng).
        A Rota Jardim é ruma rota cênica que inicia-se em Cape Town até Port Elizabeth ou vice-versa. No caminho, passa-se por varias cidadezinhas, que guardam seus principais pontos turísticos: Stellenbosh e Franschhoeck (vinícolas), Gansbaai (mergulho com tubarão na gaiola), Outdshoorn (fazenda de avestruz e cango caves), Knysna (the heads), Plettenberg  Bay (Storms River National Park e Reserva Robberg), Tsitsikamma Park (face adrenalin: maior bung jumpee de ponte do mundo).
        A Rota Panorâmica (ou Panorama Route), por sua vez, é um caminho ao longo do Blyde River Canyon, o terceiro maior canyon do mundo, em Mpumalanga, e que guarda paisagens incríveis. Está a apenas 1h30min do Kruger Park. A ideia é fazer o pernoite na cidadezinha de Graskop e reservar um a dois dias para percorrer a região. 
        SOBRE OS SAFÁRIS
      02 dias inteiros de safári são suficientes. Não conte o dia da chegada e da partida; gasta-se cerca de 7h de carro ou 1h de avião. Então isso geralmente soma 4 dias no total: 1 para ir + 2 no parque + 1 para voltar. Quem tem pouco tempo, pode apertar em 3 dias: sai cedo e já faz um safári noturno no dia da chegada + 1 dia de safári inteiro + safári de manhã e partida.
                                      O Kruger Park é um parque nacional e dentro dele estão vários acampamentos, sendo o Skukuza um dos principais por sua infraestrutura (restaurante, lojas, mercadinho, piscina e museu). Dentro do parque há varias estradas devidamente demarcadas, onde os turistas podem fazer os self drives ou os safáris organizados pelo local. 
        Também pode-se optar pelos game reserves, que são estabelecimentos privativos, ao redor do Kruger, e em sua maioria lodges de luxo e, obviamente, mais caros. Neles, diz-se que os safáris são mais rústicos, já que não percorrem as estradas já abertas, como ocorre no Kruger.
        Optamos pelo parque nacional e não nos decepcionamos. Vimos vários animais na beira da pista e quatro dos chamados Big Five, os animais mais difíceis de serem visualizados. 
        Melhores lugares dentro do parque: Skukuza, Pretoriuskop.
       
      Melhores lugares fora do parque: Hazyview, Sabie Sand Game Reserve (Elephants Plains Game Lodge).
        SUGESTÃO DE ROTEIRO
      05 dias: Cape Town
      05 dias: rota jardim
      02 dias: Johannesburgo
      03 dias: Safari
      02 dias: rota panorâmica 
        PONTOS TURÍSTICOS DE CAPE TOWN
        Cidade do Cabo City Sightseeing: R280 (R$81) 2 dias e R180 (R$52) 1 dia
       
      Restaurante La Colombe (necessita reserva) 
       
      Degustação de cervejas: Devil’s Peakn, Beer House, Woodstock Brewery
       
      St. George catedral (ao lado do Company´s Garden)
      Horário: 9-13h
      Gratuito
        Company´s Garden
      Horário: todos os dias de 7-19h (inverno) e 7:30-20:30h (verão)
      Gratuito
        Jardim Botânico Kirstenbosch
      Horário: todos os dias de 8-19h
      Preço: R65 (R$19)
            Jardim Botânico Kirstenbosch Long Street (a noite): Bar Beerhouse
        Truth Coffee Roasting - indicado como melhor café do mundo pelo The Telegraph
        V&A Waterfront: complexo de lojas, bares e restaurantes
       
      Robben Island  
      Horário: 9h, 11h, 13h, e 15h
      Preço: R360 (R$102); obs.: onde Mandela ficou preso (passeio dura 4h); o passeio sai do W&A Waterfront
      Obs.: procure fazer o passeio nos primeiros dias, pois este depende de condições climáticas.
        Boates: Boate 31 e Shimmy Beach Club
       
      Table Mountain
      Horário: todos os dias de 8-13h
      Preço: R330 (R$93); obs.: ir de manhã por causa do tempo
      Obs.: fora o funicular, a Table Mountain possui várias trilhas, que podem ser percorridas em 1h30min, 3h e até 4h. Percorremos a trilha Índia Venster, que durou 3h, com paisagens imperdíveis. Apesar de ser classificada como difícil, esta trilha pode ser feita por qualquer pessoa, que não tenha medo de altura e algum preparo físico. 
       
                Escalada da Table Mountain A Renata Sarzi, do A Dream Overland, classifica as trilhas da seguinte forma:
       
      Platteklip Gorge Tempo: Pelo menos 1h30 (subida) e 1h (descida) Grau de dificuldade (fôlego): Pesado (subida) e leve (descida) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Chata Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway) Custo: $$$$$ Gratuito
        India Venster
      Tempo: 3h00 (subida) Grau de dificuldade (fôlego): Moderado a pesado (subida) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve a moderado Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway) Custo: $$$$$ Gratuito
        Skeleton Gorge Tempo: 4h00 (subida) Grau de dificuldade (fôlego): Moderado (trilha bem longa) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Onde a trilha começa: Jardim Botânico Kirstenbosch Custo: $$$$$ Entrada no Jardim Botânico (cerca de R60)
        Signal Hill (ao lado do bairro Bo Kaap): ir no pôr do sol (estação de ônibus mais próxima é Kloof Nek)
            Signal Hill Galileo Open Air Cinema
      Horário: os portões abrem de ter-sex as 17h e sab-dom as 16h; o cinema começa entre 19:30-20:30h; cinema ao ar livre
      Preço: R105 (R$31)
        Gold Restaurant
      Jantar com danças típicas: R380 (R$110)
            Jantar no Gold Restaurant Castelo da Boa Esperança 
      Horário: tour guiado 11:00 | 12:00 | 14:00 | 15:00 | 16:00; troca de guarda seg-sex de 10-12h
      Preço: R50 (R$15)
        District Six Museum
      Horário: seg-sab de 9-16h
      Preço: R55 (R$16)
        Cape Point
      Horário: 9-17:30h
      Preço: R147 (R$43) e funicular  R70 (R$21 ida e volta) ou R55 (R$16 só ida)
            Cabo da Boa Esperança Dia 01: The Old Biscuit Mill Market (só aos sábados), Robben Island, V&A Waterfront; cinema ao ar livre; balada a noite
        Dia 02: St. George catedral (ao lado do Company’s garden), Company´s Garden, Castelo da Boa Esperança, Jardim Botânico Kirstenbosch, degustação de cerveja na Beerhouse a noite
        Dia 03: District Six Museum, bairro Ko Baap, Signal Hill (por do sol)
        Dia 04: table mountain, praia de camps bay (fim de tarde) e clifton beach; jantar no Gold Restaurant
        Dia 05: vá por Hout Bay; Chapman’s Peak; Cabo da Boa Esperança; Cape Point; Boulders Beach (alugue um carro)
       
      VINÍCOLAS
      Groot Constantia (mais antiga vinícola)
      Horário: todos os dias de 9-17h
      Preço: R145 (R$42); obs.: a 15 min de Cape Town
       
      Stellenbosh (42 minutos de Cidade do Cabo): principal cidade do circuito de vinícolas da África do Sul, Stellenbosh é uma cidade universitária, com um centrinho bonito, agitado e cheio de bons cafés, bares e restaurantes. Existem dezenas de (ótimas) vinícolas pela região.
       
      Franschhoeck (40 minutos de Stellenbosh): uma cidade bem pequenininha, situada no meio de um vale de montanhas. Bem romântica e ideal para descansar e para quem gosta de vinhos e belas paisagens. Os restaurantes também são muito bons.
        Aqui pode-se encontrar o Wine Tram, um passeio em ônibus e trem, que percorre varias vinícolas da região, dependendo da linha que se escolhe, no momento da compra. São 08 linhas classificadas por diferentes cores e cada uma apresenta diferentes roteiros. Ideal para quem não quer ficar bebendo e dirigindo entre uma vinícola e outra. Esta foi nossa opção e adoramos. 
            Vinícola da rota da Wine Tram ROTA JARDIM - Gansaai, Cabo das Agulhas, Oudtshoorn, Knysna, Tsitsikama/Storms River Plettemberg Bay 
      obs.: algumas das informações abaixo foram retiradas do site I Love Trip.
      Gansbaai (1h40min de Franschhoeck) – mergulho com tubarões: esse é o melhor lugar para você fazer o incrível mergulho com tubarão branco da África do Sul. Não deixe de incluir esse passeio no seu roteiro de viagem.  Quanto tempo: manhã. 
        Existem várias empresas que realizam este passeio em Gansbaai, são elas:
      Great White Shark Tours
      Marine Dynamics
      Shark Diving Unlimited
      White Shark Ventures (R1750 ou R$488; nossa escolha e super recomendo)
      White Shark Projects
      White Shark Diving Company
      African Shark Eco Charters
        Obs.: caso não seja possível a visualização de tubarões, já que o local é apenas rota para esses animais, algumas escolas disponibilizam voucher para re-agendamento em outro dia.
        Cabo das Agulhas (1h20min de Gansbaai) – o Cabo das Agulhas marca o encontro dos oceanos Índico e Atlântico, estando junto a um Farol, que também pode ser visitado.
            Cabo das Agulhas Outdshoorn (3h45min de Cabo das Agulhas) – muitos fazem um desvio na Garden Route para ir até Outshoorn, a capital mundial do avestruz, com diversas fazendas de avestruzes. Esse desvio só vale a pena se você fizer questão e tiver tempo. A principal atração turística da cidade é a Cango Caves, cavernas com tour para visitação.
        Fazenda de Avestruz
      Preço: R258 com almoço (R$67); tour parte de 8-16 e almoço de 11-14h
       
      Cango Caves
      Horário: 9-15:30h; o passeio dura 60 minutos (Heritage Tour) ou 90 minutos (Adventure Tour); a temperatura é de 18o
      Preço: R120 (R$34) ou R180 (R$51)
            Cango Caves Knysna (1h40min de Outdshoorn) – uma das cidades mais importantes para o turismo na África do Sul, Knysna (a pronúncia é “Naisna”) tem um charme e elegância com seus morros de calcário e a lagoa formada pelas águas do Oceano Índico. Um píer charmoso, além de mirantes, passeios e bons hotéis e restaurantes tornam o lugar bastante agradável. Knysna também é conhecida como a capital mundial das ostras.
        Plettenberg  Bay (30 min de Knysna) – uma das principais cidades turísticas da África do Sul que não pode ficar fora do seu roteiro. A cidade praiana é super charmosa, com bons restaurantes e hotéis e vistas incríveis do mar para observação de golfinhos; e ainda, com dois parques imperdíveis. Base para visitação das reservas Robberg e Storms River e para o salto de bung jumpee.
       
      Reserva Robberg
      Horário: 7-20h
      Preço: R50 (R$14)
        Storms River National Park 
      Horário: 6-22h
      Preço: R290 (R$81), incluídos passeio de caiaque, trilha até a ponte suspensa e trilha ao topo da montanha (1h30min).
      Obs.: Você também pode dormir em um dos alojamentos do parque (faça essa escolha como base para visitação da Reserva Robberg, Storms River e bung jumpee).
        Face Adrenalin (bungee jump) – nessa região fica uma das atrações turísticas mais conhecidas da África do Sul, o mais alto bungee jump de ponte do mundo, com 216 metros. O visual é incrível com muito verde e o Oceano Índico ao fundo. Quanto tempo: meio dia.
      Horário: 9-16h
      Preço: R1000 (R$290) + R400 (R$112 foto e vídeo)
       
      Port Elizabeth (45min de Tsisikamma) – é uma cidade banhada pelo Oceano Índico, colonizada pelos ingleses e com grande valor histórico. Com praias, comércios e vida própria, a cidade é procurada para o turismo na África do Sul e é ponto de partida para iniciar ou finalizar a Garden Route. Se quiser conhecer mais a cidade fique um dia.
       
      Obs.: em Port Elizabeth, na reserva Dorkin, pode-se visitar a Escultura da Fila da Votação, que marcou a primeira eleição democrática do país, gratuitamente.
        PONTOS TURÍSTICOS DE JOHANNESBURGO
      É necessário pegar um avião de Port Elizabeth para Johannesburgo (R$350).
       
      Joanesburgo City sightseeing: R280 (R$81) 2 dias e R180 (R$52) 1 dia; Ticket office: Tyrwhitt Avenue pedestrian zone, next to Hamleys; 9-19h
       
      Museu do Apartheid
      Horário: todos os dias de 9-17h
      Preço: R95 (R$28)
      Obs.: reserve ao menos 3h para visitação.
       
      Soweto (bairro onde morou Mandela – passeio de bike)
      Preço: R515 (R$150 por 2h)
       
      Nelson Mandela Square e Sandton City: um grande complexo comercial em uma das regiões mais desenvolvidas de Johannesburgo
        Constitution Hill (prisão onde ficou Mandela)
      Horário: todos os dias de 9-17h
      Preço: R60 (R$18)
       
      Obs.: contratamos o serviço do guia Ruben, de Moçambique e que fala português. Ele cobrou o valor de R500 (R$140) por pessoa para percorrer os principais pontos turísticos da cidade de 9-16h, com parada para o almoço (não incluído no valor). Contato: +27 73 157 2611 / +27 60 507 4039.
       
      HOSPEDAGENS DA VIAGEM AVALIADAS POSITIVAMENTE
        Melhores bairros em Cape Town: Green Point, Waterkant e Beira mar 
        Hospedagem em Cidade do Cabo - The Greenhouse Boutique Hotel
        Hospedagem em Ganssai - 28 Kolgans
        Hospedagem em Outdshoorn - Karoo Retreat
        Hospedagem em Plettenberg  Bay - Riverclub Villa 4200 (melhor hospedagem da viagem)
        Hospedagem em Graskop - Blyde Lodge
        Hospedagem em Johannesburgo (pernoite para retorno ao Brasil) - Europrime Guesthouse (café e transfer gratuito)
        Obs.: os carros foram alugados pela rentalcar.
       
      SAFARI (O QUE LEVAR)
      - Repelente: Use na pele exposta e nas roupas também. O mais eficaz é o repelente à base de dietiltoluamida (DEET). É importante reaplicá-lo a cada 3 horas (no caso de concentração de 20%), 6 horas (concentração de 30%) ou 12 horas (50% de DEET). Atenção! O repelente deve ser aplicado DEPOIS do filtro solar.
        - Use roupas que protejam todas as áreas do corpo, com mangas compridas, calças compridas, roupas soltas, e sempre use meias (sei que às vezes pode estar calor… Mas tente!!!). Pulverize as roupas com permetrina (presente em inseticidas e repelentes) para reduzir o risco de mordida através da roupa. O site Extreme UV vende camisas anti-mosquito e com proteção UV (super frescas no calor).
        - As recomendações são usar roupas de tons pastéis, não usar perfumes muito fortes, não levantar, não gritar e não falar alto, principalmente se estiver próximo dos animais; não fumar. Levar uma roupa de frio, levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo.
       
      PONTOS TURÍSTICOS DO BLYDE RIVER CANYON
       
      1. Lisbon Falls: 8-17h; R10 (R$3) e Berlim Falls 2. Bourke’s Luck Potholes: 7-17h; R63 (R$18) 3. Three Rondavels: 7-17h; R30 (R$9) 4. God’s Window: 7-17h; R17 (R$5) 5. The Pinnacle Rock: 7-17h; R17 (R$5)
          Three Rondavels       Bourke’s Luck Potholes Uma dica de restaurante na rota é o Kadisi Restaurant, dentro do Forever Blyde Canyon Resort; serve comida africana e tem uma vista espetacular. O restaurante está ao lado da Three Rondavels.
        MERGULHO EM UNKOMAAS (40min de Durban)
      Para quem pratica mergulho, em Unkomaas é possível mergulhar com os tubarões sem gaiola. A experiência é incrível. Esse mergulho é chamado de Baited Dive.
        Contratamos o serviço da Blue Ocean Dive, que nos fez um pacote com 04 mergulhos (tubarão, naufrágio e dois arrecifes), todo o equipamento, transfer, café da manhã e hospedagem para 02 dias por R$1.500 por pessoa.
        A estrutura do local é absurda. Trata-se de um prédio onde estão alocados o hotel, restaurante e dive center. 
        É necessário ser mergulhador avançado com o mínimo de 30 mergulhos. Isso porque é realmente um mergulho bem independente. A DM repassa as informações e você cuida de si e do seu dupla dentro da água. 
                            Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-áfrica-do-sul-21-dias
    • Por Karen M.
      Olá galera mochileira,
      Volto aqui para tentar retribuir de alguma forma toda a informação que aqui consegui. Este foi meu 1º mochilão e graças a esta plataforma me senti segura para montar todo o meu roteiro e ir de forma (quase) completamente independente. Vocês fazem parecer tão fácil!!! E foi! E foi uma delícia também!
      *já faz um tempo que comecei a escrever esse relato e tinha abandonado por causa de correrias da vida, mas quero terminar antes que o facebook pare de me lembrar que eu fiz essa viagem foda há 1 ano!
      PARTE 0 - Planejamento e preparativos
      Viajar ao continente africano sempre foi um de meus maiores sonhos e ele começou a se tornar verdade há 4 anos, quando ouvindo uma discussão sobre quanto se gastaria para assistir a 1ª fase da copa do mundo na Rússia eu pensei “com esse dinheiro vou conhecer a África”. E eu tinha a companhia perfeita: minha grande amiga (e na época roommate) Camila estava disposta a encarar a aventura comigo, se eu provasse a ela que viajaríamos por 1 mês com relativo conforto e não gastaríamos mais de R$10mil... E eu provei!
      *imprevisto: a viagem ficou mais cara (não dá pra comparar dólar de 2014 com de 2018!), durou 39 dias e incluiu aventuras que até agora não acreditamos que vivenciamos!
      (Parênteses: certeza que é possível fazer este roteiro gastando menos, mas tínhamos algumas premissas que não queríamos abrir mão. Estas seriam as primeiras férias em algum tempo para nós 2 e já estávamos em ritmo de corta-tudo-e-tira-leite-de-pedra para economizarmos para A viagem, então queríamos ter algum conforto e, muito importante: queríamos tomar cerveja todo final de tarde! :D)
      Logo no início das pesquisas a África do Sul se mostrou o país que melhor se encaixava nos nossos planos, seja pelo custo benefício ou mesmo pela facilidade de encontrar informações. Nem sempre nossa ideia foi de planejar tudo e ir sozinhas, até mesmo pelo fato de que nenhuma de nós 2 dirige, e lendo (milhares de) blogs, cheguei ao site Pangea Trails, de um cara que tem um roteiro de van por todo o país que dura 21 dias. Esse era o plano inicial. Chegada a época que íamos realmente afinar tudo e colocar o plano em prática, os custo deste pacote já estava tomando quase todo o nosso orçamento e começamos a pesquisar a coisa toda independentemente, mas ainda assim com o roteiro dele como base, pois já sonhávamos com muitos locais por onde a Pangea Trails passava.
      Tínhamos então os locais que queríamos passar e mais ou menos definidos quantos dias ficar em cada um, quando a história começou a tomar outro rumo: um perfil de turismo da África do Sul que eu seguia no instagram, publicou por 5 dias seguidos fotos da Otter Trail, uma travessia de 5 dias e 4 noites que acompanha a costa selvagem do Tsitsikamma National Park através de paisagens cênicas e eu fiquei completamente obcecada. Pronto! A paisagem era tão espetacular que eu tinha que presenciar aquilo!
      E eu devo ser muito mais persuasiva do que imagino, pois eu, que de travessia tinha apenas feito a Salcantay para Macchu Picchu, mas que contava com uma equipe que levava a bagagem mais pesada e provia comida e acampamento (foi um esquema meio princesa mesmo), queria levar comigo nesta trilha totalmente independente a minha amiga Camila, que nunca tinha feito trilha na vida. Bom, nem sei bem como, mas a convenci!
      Foi a primeira reserva que fizemos. E quase choramos de emoção quando recebemos a confirmação!
      A questão é que esta é uma trilha bem exclusiva e as reservas se esgotam com cerca de 1 ano de antecedência, pois apenas 12 pessoas por dia podem percorrê-la. Comecei a monitorar o site do parque e checar todas as condições de tempo e maré (o caminho inclui algumas travessias de rio que podem ser bem perigosas a depender da maré do dia) para conseguir a data ideal para as nossas férias.
      Feito isso, o resto da viagem começou a se desenhar melhor em torno da trilha. Alguns destinos que queríamos tiveram que ser cortados, pois a logística para a Otter Trail precisava de 6 dias da nossa viagem. Numa destas decisões, cortamos Drakensberg, pois esta parada era principalmente para fazermos algumas trilhas e este assunto já estaria muito bem garantido!
      Na sequência compramos as passagens, fechamos o overland tour para o trecho que passaria pelo Kruger Park e a Suazilândia e compramos nosso ticket de ônibus Baz Bus.
      A Baz Bus oferece um serviço de vans que funcionam no estilo hop-on hop-off com foco em mochileiros que atravessam o país, recolhendo os passageiros na porta do hostel e deixando no seu próximo destino. A logística é bem bacana e a rota vai desde Joanesburgo até Cape Town, com paradas obrigatórias em Durban e Port Elizabeth, pois as vans só circulam de dia. Eles têm uma lista de hostels que são atendidos pelo roteiro e diversas opções de tickets, a depender da quantidade de dias que se quer viajar, se viaja apenas em uma direção, etc... O valor dos tickets não é muito barato, mas pela comodidade e segurança achamos que valeu a pena. Quando já estávamos lá ficamos sabendo de outra empresa que presta o mesmo tipo de serviço, tem uma rota semelhante e parece ser um pouco mais barata, a Mzansi.
      O roteiro então ficou mais ou menos assim:
      10.03 a 15.03.18 Chegada por Joanesburgo e estadia em Maboneng; 16.03 a 22.03.18 Overland pela região do Kruger Park, Rota Panorâmica, Suazilândia, Greater St Lucia, chegando a Durban; 23.03 a 01.04.18 Seguimos de Baz Buz pela costa passando por Coffee Bay, Chintsa, Port Elizabeth e Jeffreys Bay até Storms River; 02.04 a 06.04.18 Estabelecemos base em Storms River para percorrer a Otter Trail; 07.04 a 10.04.18 Seguimos novamente de Baz Buz pela Garden Route passando por Wilderness e Mossel Bay; 11.04 a 16.04.18 Exploramos Cape Town, de onde voltamos para São Paulo.
      mapinha das nossas andanças....
      MEDICINA DO VIAJANTE
      Já tinha lido algumas vezes sobre este serviço público (e totalmente gratuito) de avaliação e orientação de acordo com o local de destino e áreas de risco para doenças, mas nunca tinha utilizado. Resolvi testar e não me arrependi!
      O atendimento em São Paulo é no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o agendamento é feito por e-mail.
      No dia da consulta é necessário levar documento com foto e carteira de vacinação. Então começa uma entrevista na qual você conta qual o destino e as características da viagem, com a maior quantidade de detalhes possível. Daí eles te dão todas as orientações em relação à sua saúde durante a viagem e atualização de vacinas.
      Aproveite para tirar todas as dúvidas! Saindo da consulta já te encaminham para as vacinas e pronto. Quem precisa do Certificado Internacional de Vacinação da Febre Amarela (CIVP) deverá antecipadamente acessar o site da Anvisa para realizar seu pré-cadastro, necessário para a emissão da CIVP.
      A preocupação principal da maioria das pessoas que viaja à África do Sul, em especial à região do Kruger, é em relação à malária. Não existe vacina e a melhor profilaxia é evitar o contato com o mosquito através de barreiras físicas (roupas protegendo a maior parte do corpo, tela mosquiteira sobre a cama, etc..). Existe também um repelente (exposis) que foi recomendado e também os comprimidos, embora não tenham garantia total.
      A orientação que recebi foi: usar o repelente para a pele e para a roupa (existe um spray específico para passar na roupa e dura algumas lavagens) e tomar os comprimidos (aqui vale uma observação que o médico só indicou os comprimidos pois passaríamos pelas regiões de incidência no início da viagem e depois ainda teríamos um período longo antes de retornar ao Brasil, passando por áreas remotas e o receio era termos qualquer sintoma e não conseguirmos atendimento imediato.. se fossemos apenas ao Kruger e voltássemos em seguida, o médico não indicaria o remédio porque em qualquer emergência conseguiríamos atendimento fácil em SP).
      O que de fato aconteceu: levamos o exposis, mas não comprei o spray para roupa e tomamos os comprimidos que compramos em uma farmácia em Joanesburgo (parece que o melhor é comprar no próprio aeroporto, mas esquecemos e enfrentamos uma pequena burocracia para conseguirmos o remédio, que é controlado e não é barato). No início do overland, o guia fez um terrorismo de que nenhum repelente trazido de países que não tem malária é eficaz e sugeriu comprar outro, o peaceful sleep, que acabamos comprando também. Não sei se foi o remédio ou a mistura disso tudo com sol e suor, mas tive uma alergia forte na pele (rosto, pescoço e costas) que só foi sumir mesmo em Cape Town. Camila ficou enjoada nos primeiros dias do overland, o que logo relacionamos com o remédio também.
      Para mais informações sobre a Medicina do Viajante: http://www.emilioribas.sp.gov.br/pacientes-e-acompanhantes/medicina-do-viajante/
      MOCHILA, O DRAMA...
      A principal dificuldade neste tema foi: precisaríamos de uma mochila que aguentasse o tranco e boa o suficiente para utilizar na trilha (tenho problema na cervical e essa era minha maior preocupação) e isso costuma ser bem caro! No final das contas: uma amiga que estava de mudança para a Austrália tinha uma mochila usada Trilhas & Rumos Crampon 72L e deu pra gente. Camila acabou ficando com esta, pois eu não queria uma mochila tão grande. Outra amiga ofereceu a mochila dela emprestada, uma Deuter Futura Vario 45 + 10, que eu me neguei a pegar até quase a véspera da viagem. Mas de tanto ela insistir e de tanto faltar dinheiro, aceitei..
      Resultado: olha, quando estava pesquisando pra comprar uma cargueira pra esta viagem, li muita coisa positiva sobre a T&R, então simplesmente não sei dizer o que aconteceu, mas a mochila praticamente se desfez durante a viagem. Na arrumação ela já rasgou um teco (o que levou Camila ao desespero antes mesmo da gente ir pro aeroporto) e no restante da viagem ela se rasgou inteira! Tentamos remendar com um bocado de fita e nada adiantou... enfim, outro ponto fraco que percebi é que ela ficava visivelmente desestruturada nas costas. Quanto à que eu levei, ela foi perfeita. Nas 1ªs horas da trilha precisei fazer alguns ajustes, mas ela segurou bem!
      O que levei:

      Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois)
      Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc..
      7 calcinhas 2 pares de meia para trilha 3 pares de meia de algodão 2 sutiãs 2 tops 2 biquinis 2 calças legging 1 calça-bermuda 1 calça jeans 2 camisetas dryfit 7 camisetas 1 blusa térmica (fleece) 1 jaqueta impermeável 2 blusinhas manga longa 1 shorts de corrida 2 shorts 1 saia jeans 2 vestidos 1 pijama 1 canga de praia 2 lenços 1 toalha microfibra 1 capa de chuva 1 chinelo 1 sandália kit de higiene / cuidados pessoais maquiagem básica kit primeiros socorros (com umas coisas bem específicas pra trilha, mas que não precisamos usar.. ufa!) saco de dormir lanterna de cabeça + pilhas 2 cantil + tabletes para purificação da água 1 canivete 1 bastão de trilha 1 capa protetora mochilão (comprei uma Arienti www.territorioonline.com.br/bolsa-para-transporte-arienti-m para despachar a cargueira, que até por ser emprestada merecia um cuidado mais especial e também porque precisávamos de uma bolsa pra deixar nossas coisas no hostel durante a trilha) 1 binóculo Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois)
      Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc..
      leite em pó (levei em saquinho zip lock apenas o necessário pra preparar 5 canecas de manhã) *confesso que quando estava separando o leite em pó no saquinho pra levar na mochila me bateu uma sensação mega ruim de que aquilo podia dar muito errado no aeroporto, mas deu em nada não... toddy (2 colheres de sopa / dia - levei em saquinho zip lock) geléia (aquelas individuais de cestas de café da manhã) castanhas semente de girassol cuscuz marroquino (em zip lock) quinoa (em zip lock) arroz + lentilha (em zip lock) temperos: sal (aqueles saquinhos de restaurante), pimenta do reino (não vivo sem!), azeite barras de cereais e proteínas 2 pratos plásticos rígidos, 1 caneca alumínio + kit talher de plástico Esta lista era basicamente para o meu café da manhã (com alguns itens complementares que compraria fresco na véspera da trilha) e jantar para nós 2! A Camila levou com ela o que iria precisar para o café da manhã dela e levaria o kit de panela.
      Além disso levei uma pequena mochila de ataque (aquelas dobráveis da decathlon, que viram uma bolinha compacta) com pasta completa de documentos e comprovantes de reservas impressas, bloco de anotação, travesseiro de viagem (meio dispensável pra mim, mas até que garantiu um conforto quando acampamos), carregador de celular, 2 power banks, câmera (uma véia digital que tenho, levei mais como garantia se a memória do celular faltasse).
      Acho que foi isso. A maioria das coisas que não tiveram utilidade durante a viagem foi levada por alguma indicação específica para a trilha e não acho que deixaríamos de levar (mesmo sabendo agora que não usamos), pois poderiam ter sido necessárias.. mas confesso que daria pra ter cortado umas peças de roupa e a sandália.... No final deu isso aí..

      mochila pronta...
      O relato diário irei postando em partes para não ficar tãããão comprido... Até!
    • Por deiselourenco
      Apresentando...
      Quando a gente começa a viajar, seu corpo e sua mente vão querendo cada vez mais, é como uma droga viciante mesmo. No começo, a maioria das pessoas, eu acho, vai realizando aquele sonho que geralmente tem a ver com lugares do nosso cotidiano, que a gente vê muito na TV, nos filmes, nas músicas etc. tipo Estados Unidos e Europa. Comigo não foi diferente. Conheci esses lugares, mas aí eu fiquei com vontade de mais e mais, eaí a África começou a invadir meus pensamentos e eu só conseguia pensar em ir pra lá.
      Entretanto, por vários motivos, entre eles (principalmente) o acovardamento em ir sozinha, eu fui adiando. Já viajei sozinha várias vezes, mas na África eu não queria ir somente no roteiro tradicional: Cape Town, Joanesburgo, Safari… queria mais, e quantos países vizinhos por ali eu conseguisse ir. Por isso, viajar sozinha estava sendo um grande entrave, pois teria que alugar carro e fazer muitos trajetos sozinha, fiquei com medo do perrengue.
      Então… como a vida dá voltas, apareceu uma amiga que também queria pra ir África. Mas pro roteiro tradicional. Aos poucos fui introduzindo a beleza da Namíbia e logo ela já estava convencida a conhecer o deserto. E pra fechar o grupo (ou não), meu primo também resolveu ir. Todo mundo conseguiu conciliar as férias, a vontade de ir pra África por um ou outro motivo e resolvemos. Compramos as passagens pela Latam, ida e volta por Joanesburgo por R$ 2.027,47 com taxas, saindo de Brasília. Pausa para dizer o básico, assim que você comprar a sua passagem desligue todos os alertas de decolar.com, googleflights, viajanet ou outro que você tiver feito. Eu esqueci, e uma semana depois a mesma passagem, na mesma data, no mesmo trajeto estava R$ 300 mais barata. Enfim, bateu aquele remorso básico que poderia ter sido evitado pela simples ignorância de não ter nem ficado sabendo que a passagem estava R$ 1.700. Como dizia o sábio: santa ignorância!
      Mas beleza, passagem comprada, todo mundo me olhando um pouco torto, porque eu queria coisa demais na viagem, começaram os planejamentos e as conversas. Geralmente a gente deixa pra falar como as pessoas eram maravilhosas ou não no final, mas já vou falar logo aqui que o grupo foi sensacional, muita cumplicidade, foi muito fácil resolver tudo já que todo mundo abria mão de alguma coisa pela vontade do outro, abrir mão de algo que eu queria ver não foi tão difícil, na verdade nem me lembro mais do que abri mão, pq a viagem e a cias foram maravilhosas. Então resumindo, quem somos nós: Deise (essa que humildemente vos relata essa viagem), Gabi (minha amiga), FH (meu primo), LC (namorado da Gabi, mas só resolveu ir depois).
      Fiquei meio que encarregada de fazer o roteiro, acho que me beneficiei nessa parte, pois ia colocando o que eu queria, mas ao mesmo tempo, ia tentando encaixar o que os outros queria também, sendo bem democrática. Tipo, não faço questão de vinícola, mas um deles queria abrir mão do tubarão pela vinícola, como não colocar. Então ficamos sem tubarão, mas com vinícola e foi ótimo, todo mundo satisfeito (eu acho rsrs).
      Quanto mais eu pesquisava e procurava roteiros, via que a maioria (90%) só fazia o chamado roteiro tradicional, que é aquele do começo do texto: Cape Town, Joanesburgo, Safari. Estava difícil achar informações sobre a Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Botsuana, não que a gente fosse nesses países, mas eu queria ver os relatos pra ver as possibilidades. Principalmente o deslocamento entre esses países, parecia ser bem complicado fazer por terra se você não fosse fazer algum safari de no mínimo 7 dias. E não tínhamos tempo pra fazer safári de 7 dias. Daí também que surgiu a ideia de fazer esse relato, a princípio eu não faria o relato, mas acho que pode ser útil pra quem busca informações e principalmente opiniões sobre lugares fora do roteiro tradicional.
      Então continuei a busca por relatos e catando algumas informações picadas aqui e ali, montei um roteiro, que pelo visto não foi o melhor, pois toda vez que conversávamos com alguém na viagem sobre o nosso trajeto a pessoa ria. Várias vezes eles comentavam tipo: - nossa, não faz muito sentido, ou: - uau vocês fizeram um belo zigue-zague aí ein. Bom, eu prefiro culpar a falta de informações do que a minha falta de habilidade em fazer planejamento, mesmo que muito provavelmente tenha sido o segundo motivo.
      Antes de finalizar o roteiro, ainda incluímos Victoria Falls pelo lado do Zimbábue.
      Pra vocês terem uma idéia, o roteiro final foi esse, quase não tem vai e volta, SQN.
       
      roteiro.mp4
      Como chegamos nesse primor de deslocamento: simplesmente não tem como ou eu não achei outra maneira de chegar no deserto da Namíbia saindo da África do Sul que não seja de Safári, é claro que você pode alugar carro e rodar até lá, mas pensa na perda de tempo. E os tours são todos bem caros e de 6 dias no mínimo. Então, achamos (eu) melhor ir de avião até a capital da Namíbia: Windhoek, já que de lá saem vários tours para o deserto. E o deserto era a nossa principal razão de ter escolhido a Namíbia. Existem outros passeios bem famosos por lá, como o Parque Etosha, Walvis Bay etc. Mas o nosso foco era o deserto. Então fomos pra Windhoek e já saímos do Brasil com o passeio comprado pela agência Detour Africa, mas quem realmente fez o passeio foi a Wild Dogs (ótima por sinal), a Detour parece ser apenas uma intermediadora, tipo uma agência de turismo. Ops, peraí, já estou entrando realmente no relato, deixa essa parte pra depois.
      Então beleza, chegaríamos pela África do Sul, porque não teve jeito, a passagem do Brasil chegava e saía por ela, mas já teríamos o primeiro trecho de avião por fora, para a Namíbia. Aí depois, numa reunião com o grupo da viagem, já que o Zimbábue foi escolhido de última hora, deixamos ele para os últimos dias, então a África do Sul ficou no meio da viagem. Ou seja:
      07/03 Brasília -- São Paulo -- Joanesburgo
      08/03 São Paulo -- Joanesburgo
      09/03 Joanesburgo
      10/03 Joanesburgo
      11/03 Joanesburgo -- Windhoek
      12/03 Windhoek - Sossusvlei
      13/03 Sossusvlei
      14/03 Sossusvlei -- Windhoek
      15/03 Windhoek -- Cape Town
      16/03 Cape Town
      17/03 Cape Town
      18/03 Cape Town
      19/03 Cape Town
      20/03 Cape Town
      21/03 Cape Town -- Joanesburgo -- Victoria Falls
      22/03 Victoria Falls
      23/03 Victoria Falls -- Joanesburgo
      24/03 Joanesburgo -- São Paulo -- Brasília
      Aí sim, roteiro fechado, vamos para o relato. Durante o relato não vou me ater aos valores mas vou colocar um orçamento detalhado ao final, com valor das passagens, hospedagem, passeios etc. Foram 17 dias no total. Nota dramática: 17 dias inesquecíveis.
      Relato dia-a-dia
      Já faz alguns dias que voltei, e quase um mês do começo da viagem. Foram dias bem intensos e corridos então não vou lembrar com muitos detalhes de tudo que fizemos, mas vou fazer o melhor possível aqui.
      A seguir...
       
    • Por thais.caldeirinha
      A minha viagem por alguns países do Sul da África iniciou por Johannesburgo, de lá fomos com carro alugado até Lesoto. Voltamos a Johanesburgo e pegamos um voo para Maun – na região do Delta Okavango- no Botswana.
      Após passarmos pelo Delta do Okavango, fomos ao Parque Chobe no norte do país. De lá cruzamos por terra para o Zimbabwe, na região da Victoria Falls.
      Após isso, cruzamos a Zambia, desde Livingstone, Lusaka até o Malaui. Chegando no Malaui ficamos na capital chamada Lilongwe e seguimos viagem com carro alugado até Cape Maclear (Monkey Bay)- região sul do Lake Malawi.
      Voltamos a Lilongwe para pegar um voo a Maputo no Moçambique.
      Depois cruzamos para a Suazilândia e finalmente voltamos para Johanesburgo finalizando a viagem.
      -----
      Quando comecei a planejar minha viagem à África, pensei imediatamente em alugar um carro. Na minha última viagem à África, visitei a Namíbia e foi muito fácil dirigir por lá.
      1) Se você está planejando viajar da África do Sul para o Botswana, eu recomendo fazer um vôo de 1:30 hrs com Botswana Air (de Joanesburgo para Maun) ao invés de dirigir 18 hrs. Você vai economizar muito tempo e o preco da passagem é praticamente igual ao aluguel do carro para 2 pessoas porém são praticamente 2 dias perdidos dirigindo.
      2) Um aluguel de carro 4x4 custa aproximadamente US $ 1.300 por semana (incluso 2 taxas de fronteira (Lesoto e Botswana) + entrega do carro em um país diferente)
      3)Tenha cuidado para não se confundir com os preços on-line (quando você fizer a pesquisa, ele mostrará somente o preço do aluguel do carro mas você precisa adicionar outros custos a ele). Você precisará pagar pelo aluguel do carro + taxa de devolução em local diferente da retirada + taxas de travessia de fronteira + taxa de contrato. O valor da taxa de devolução do carro em outro país é geralmente o dobro do preço da locação do carro 😖.
      4) O melhor GPS para usar na Africa é o Here WeGo: muito simples, é necessario apenas baixar os mapas off-line e pronto, funciona muito bem. De backup baixei os mapas no Google mas não funcionou em alguns países.
      5) Nem sempre as empresas sul-africanas têm os melhores preços, entao pesquise. 6) não é aconselhável andar à noite após as 18 hrs e dirigir carros também. A maioria não pára nos semáforos vermelhos. Na África do Sul é por causa de roubo, mas em Botsuana, por exemplo, é por causa dos animais na estrada.  
      Johannesburg - Africa do Sul

      Chegamos em Johannesburgo e o staff do nosso hotel literalmente começou com o terror sobre a falta de segurança na cidade, que não era recomendado sair sozinho e muito menos após as 18 horas. Ir até o Soweto então sozinhos, nem pensar.
      Ficamos em um bairro considerado seguro, em Sandtown, bem na Mandela Square (Do aeroporto até Sandtown são 30 km). Não é recomendado ficar na região do centro.
      Tudo é muito espalhado pela cidade, e como seguiríamos viagem até o Lesoto, fazia sentido alugar um carro.
      Na verdade, o staff do hotel tinha razão quando falavam sobre a segurança, mas não é uma situação tão alarmante nos pontos turísticos. Acho que eles queriam mesmo é descolar uns $100 dólares de tour guiado. Como não temos esse perfil, fui a procura de um tour daqueles hop on hop off, que pelo menos iria nos levar a todos os pontos principais, e do ônibus teríamos uma ideia se podíamos descer ou não.
      Resumindo: pagamos 18 dólares (240 Rands) cada ticket e fomos em todos os pontos turísticos exceto Soweto. Há também a opção de ir ao Soweto e o ticket custa o dobro.
      Apesar de Johannesburgo ser a maior cidade da África do Sul e ser considerada uma cidade de "oportunidades" e expansão nos dias atuais, a grande maioria do comércio fecha entre 16:30 e 18:30 hrs (incluindo lojas e restaurantes dentro de grandes shoppings). Ou seja, precisa se organizar para poder jantar.

      No dia seguinte decidimos ir com o carro alugado até o Soweto e foi totalmente tranquilo. A rua da Casa do Nelson Mandela é bem turística, tem vários camelôs vendendo souvenirs e alguns cafés. Para estacionar também foi bem tranquilo e sempre aparece gente se oferecendo para cuidar do carro.

      Soweto é uma área que foi delimitada aos negros durante o Apartheid, portanto o bairro fica no subúrbio de Johannesburgo e é plano. Isso diferencia bastante das favelas que conhecemos no Brasil - as construções se misturam entre casas simples e barracos de metal.
      Lesoto

      Você sabia que dentro da África do Sul há 2 países? Um se chama Lesoto e o outro Suazilândia ou Essuatíne (o Rei mudou o nome do país recentemente). 

      "Lesoto, uma país independente mas totalmente dependente da África do Sul" – essa foi a minha conclusão sobre o Lesoto. O solo é muito árido e pobre, além das altas temperaturas e falta de chuvas por longos períodos. A maior parte dos alimentos e outros bens são importados da África do Sul.

      O reino de Lesoto (ex Basutolândia) se auto-denomina como: "Lesotho, kingdom in the sky" e em Portugues, "Lesoto, O reino no céu". É o único país no mundo em que toda a sua superfície está a mais de 1.000 metros do nível do mar.
      Algumas nacionalidades possuem isenção de taxa de visto mas os brasileiros devem pagar 150 dolares por um single entry. É bem fácil solicitar o e-visa (http://evisalesotho.com/)
      Lesoto é relativamente pequeno, possui extensão de um pouco mais de 30.000 km2 e uma populacao de 2,1 milhões. Se você olhar o mapa do país verá que há aglomerações bem espalhadas, tornando difícil a locomoção de uma cidade a outra por transporte público.
      O comércio no geral fecha muito cedo (entre 17 e 18 hrs) então precisa se planejar.
      A noite as vias não possuem iluminação! Tem muitos barracos por toda a cidade e a população é muito pobre. 

      Como chegar:

      1) De Johannesburgo aluguei um carro. De ônibus é necessário ir até Bloemfontein e de lá pegar outro ônibus até Maseru (capital do Lesoto). Ou também há voos até a capital Maseru.
      2) Pagamos 50 dólares x dia em um Toyota Yaris - é necessario pedir um documento que a locadora autoriza o carro entrar em Lesoto.
      3) De Johannesburgo são 379 km - aprox 5 hrs.
      4) Gasolina custa aprox 1 dolar por litro.
      5) Não é necessário um 4x4 pois as estradas são até que OK, mesmo sendo secundárias.  Muitas partes com buraco então é recomendável dirigir durante o dia. Algumas estradas de terra com muitas pedras, caso você opte por fazer um mini rally dentro do Lesoto (optamos por alguns quilômetros de rally pois gostamos de aventura 😂)
      Já imaginou sair de cobertor na rua ??? 😃

      O traje tradicional no Lesoto é a manta Basotho, ou seja, um cobertor de lã. Os cobertores estão sempre presentes durante todas as estações, e é usado por homens e mulheres.
      O país vive da agricultura e criação de ovelhas, então é comum encontrar pessoas vestidas com um cobertor pelas ruas conduzindo ovelhas por exemplo.
       
      Delta Okavango - Botswana

      O Delta Okavango é acessível por via terrestre ou de aérea (você deve voar para Maun em Botswana).
       Maun é uma cidade bem pequena e há poucas opções de hotéis. Sua infraestrutura é completamente diferente de outros países africanos pois são muito limitados. Por exemplo: você precisa escolher suas refeições com antecedência para que eles possam prepará-las, incluindo café da manhã que na maioria dos hotéis não está incluso na diária. Não espere muito com relação culinária local pois as opções são limitadas.
      Para passeios você pode escolher entre:
      1)      Lancha
      2)      Voos panorâmicos de avião ou helicóptero (helicóptero parece ser a melhor opção porque eles abrem a porta e voam muito mais baixo, possibilitando tirar boas fotos e com a melhor vista)
      3)      Mokoro (pequenas canoas para 2 pessoas no máximo que cruza pelo rio Okavango).
      DICA : O passeio de Mokoro é vendido pelos hotéis por US $ 80 por pessoa, no entanto, há uma maneira muito mais barata e fácil de fazê-lo pela metade do preço, além do que, você vai dar o seu dinheiro para os locais em vez dos proprietários do hotel.
      Primeiro você precisa encontrar o Okavango Kopano Makoro Community Trust (OKMCT) que fica no mesmo pátio da Horizon Helicopters (você pode encontrar no Google Maps). A caminhada é aproximadamente 8 minutos do aeroporto - na mesma estrada! Então lá você vai pagar 68 pulas (usd 6,80) por pessoa para entrar no Boro Gate (há varias entradas para o Rio Okavango e esta é a mais próxima do centro da cidade de Maun). O Boro Gate é 1 h de distância do OKMCT, e é impossível ir sozinho pois você não vai encontrar o seu caminho até lá e não tem nos mapas / gps.
      Importante: OKMCT não tem transporte para o Boro Gate, mas você pode pedir para eles ajudarem a contratar um carro – no nosso caso, a pessoa que nos atendeu ligou para o marido fazer o transfer – não é necessário 4x4. Primeiramente ela nos passou o preco de um 4x4 de uma agencia de turismo local e era o dobro do preco.  Eu disse que era muito caro e nós pagamos 50 dólares para ir e voltar, em carro normal, mas eu acho que você pode negociar mais e chegar nos 40 dólares.
      Uma vez que você chegar na comunidade do Rio Okavango, você vai pagar 200 pulas (usd 20) para o passeio de Mokoro e mais 25 pulas (usd 2,50) para cada assento (é um assento de plástico para colocar dentro do barco para que seja mais confortável) . Uma vez que o passeio começa você vai passar 1:30 h pelos canais do rio até chegar um local para o  safari a pé, que leva tambem aprox 1 hora de caminhada e mais 1:30 h para voltar. Certifique-se de chegar cedo para que você tenha mais chances de ver os animais, traga protetor solar, repelente, muita água, comida e um chapéu (as canoas são abertas e é muito sol)
       
      Chobe Park - Botswana

      De Maun nós pegamos uma van na rodoviária para a cidade de Nata. São 295 km - 4:30 hrs, custa 80 pulas (usd por pessoa e partiu às 9 am / chegou às 1:30 pm.
      De Nata você precisa pegar outra van para Kasane, são mais 307 km, custa 84 pulas (usd 8,40) e são mais 3:30 h de carro. Partiu às 1:30 pm / chegou às 5 da tarde.
      De alguma forma eles foram organizados e assim que chegamos em Nata, havia outra van esperando para Kasane.
      No Botswana você não encontrará informações fáceis, parece que as pessoas não estão interessadas em ajudar ou elas simplesmente não se importam. Também é difícil encontrar informações on-line. Horários de ônibus também são impossíveis de encontrar, mesmo na "rodoviária", porque é apenas um posto de ônibus /van.
      Indo para Chobe Park você tem 3 opções:
      1)      Reserve um hotel na área de Savuti, onde os preços são muito altos - min Usd 400 por dia e você precisará pagar um vôo para chegar lá. A maioria das tarifas dos hotéis desta área inclui o voo. Savuti está localizada na área leste de Chobe, é savana, área alagada e não recomenda-se ir por conta e nem mesmo em 4x4.
      2)      Se não quiser voar e tiver tempo, é possível fazer um safari móvel. Você pode chegar em Maun e com o safari móvel seguir em direção ao Savuti fazendo safaris pelo caminho.
      3)       Opção mais em conta: Reserve um hotel perto de Kasane e visite a parte norte do Parque Chobe. Os preços dos hotéis variam e você pode escolher aquele que atenda às suas expectativas. Descobrimos o melhor hotel até agora com comida de qualidade, quartos incríveis e o nome é The Old House – fica em Kasane.
      Zimbabwe  
       
      Do nosso hotel em Kasane (Botswana) usamos a companhia Wild Horizons para nos levar para a fronteira com o Zimbabwe (15 min de carro) para podermos emitir o visto Kaza Univisa (custo de 50 pp para ambos os países - Zimbábue e Zâmbia, e é válido por 1 mês). Depois disso, pegamos outra van já do lado do Zimbábue para ir a Victoria Falls. (Mais 60 km).
      O ticket para entrar na Victoria Falls do lado do Zimbabwe custa USD 30 pp.
      Uma das 7 maravilhas naturais do mundo, a Victoria Falls fica entre o Zimbabwe e a Zambia e ganhou este nome de David Livingstone, que foi o primeiro europeu a ve-las em 1855 e homenageou a rainha da época com o seu nome, Victoria.
      Victoria Falls é a maior queda d'agua do mundo com 1,7 km de extensão no cânion do Rio Zambezi. O volume de agua é de 1 milhao de litros x segundo e as quedas chegam a 128 metros.
      Zâmbia  - Livingstone

      De Victoria Falls no Zimbábue você deve apenas caminhar até a fronteira para obter o seu carimbo de saída do país. Caminhar mais 1,5 km até à fronteira com a Zâmbia e obter o seu carimbo de entrada.
      A melhor taxa de câmbio é na fronteira, por isso não perca.
      Você pode pegar um táxi por 60 kwacha zambiano ou cerca de 6 dólares para o centro de Livingstone, que é cerca de 11 km da fronteira. A cidade em si não tem muito a oferecer, mas é muito mais barata que Vic Falls. Você pode visitar o mercado local para comprar souvenirs.
      A maior parte dos turistas visitam a Zâmbia para conhecer a Devils Pool ou a Angels Pool (dependendo da época, a Devils pool esta fechada devido ao volume de agua, então eles oferecem outra piscina natural que é a Angels Pool). Na Devils pool os turistas tiram a famosa foto bem na borda da catarata, em uma piscina natural que se forma antes da queda.
      A entrada para o parque é USD 105 pp 😮  !!!! E você precisa ter um guia. O passeio de Livingstone, ida e volta, fica por USD 125 pp.
      Outra opção de passeio é o The Elephant Café, que custa usd 185 pp para tomar um café da manhã ou almoço e interagir com os elefantes. Precisa reservar com antecedência pois servem um numero limitado de pessoas.
      Zâmbia - Lusaka De Livingstone para Lusaka de ônibus (melhor opção disponível) é cerca de 8 horas e custou usd 20 pp. O ônibus sai às 9 horas e chegar às 17:30 aprox. Tivemos a sorte de ter a/c no ônibus, mas eles param muitas vezes no caminho para deixar as pessoas em pequenas cidades ou na estrada. Lusaka tambem nao tem muito a oferecer. A Zambia em si é um pais com poucos atrativos e recentemente se conscientizaram com relacao a caça de animais. Portanto estao introduzindo novamente alguns animais aos parques nacionais.  
      Malawi - Lilongwe
      Em 2005 foi considerado o país mais pobre do mundo e hoje está em 4o lugar no ranking com a ajuda do FMI, Banco Mundial e a melhora da economia local que é basicamente agricultura (apesar do clima seco e árido - pelo caminho muitas áreas de plantação de milho e tabaco). O Malawi foi devastado pelo virus da AIDS e tem mais de 1 milhão de crianças órfãs pela doença. Mais de 40% da população vive com menos de USD 1,20 por dia.
      Lilongwe é a capital do Malawi, eu fiquei extremamente assustada com a pobreza daqui. 
       
      De Lusaka a Lilongwe (Malawi) são 12 horas de viagem de ônibus (parte às 6h - chega às 18h), custa usd 39 pp com o Kobs Bus Service. No caminho, eles oferecem um pacote de biscoitos e um 7up. O ônibus para em torno de 10 vezes no caminho. Os brasileiros pagam usd 75 pp pelo visto de turista - tentei obter o vistoa de trânsito que custa usd 50, mas não permitiram. Recomendacao de Hotel: Hotel Kiboko – naohá muitas opções e pelo o que pesquisei era o melhor custo beneficio.
      Malawi - Cape Maclear De Lilongwe para Cape Maclear foram 4 horas por causa do engarrafamento em Lilongwe além da rota do GPS, que nos levou por caminhos secundários, estradas esburacadas, areas rurais e cheias de buracos. Portanto evite a rota mais rapida no Malaui, prefira a mais longa que é por estradas mais conservadas. Cape Maclear está localizado na Baía dos Macacos, no sul do Lago Malawi. Uma boa dica é sempre ter água e algum lanche em seu carro, porque no caminho você raramente encontrará um lugar decente para comer.   Não espere encontrar comida elaborada nessa regiao. Todos os alimentos sao frescos e preparados do zero, então em todo lugar que você for, sua refeição levará cerca de 45 minutos para ficar pronta. Opcoes bem simples, basicamente arroz, feijão, salada, macarrão, peixe, frango ou carne (vaca ou cabra – normalmente pedacos de musculo, nao encontramos nenhum que servisse filé, bife etc).  
      Baobás
      No caminho encontramos muitos Baobás.
      O tronco dos baobás adota uma forma de garrafa durante a fase de maturidade, que em geral é estimada pelos 200 anos. Em boas condições estas árvores podem viver até aos 800 ou 1000 anos.
      A capacidade de armazenamento de água nos tecidos do tronco pode alcançar os 100.000 litros e esta reserva permite a árvore sobreviver às duras condições de seca.
       
      Moçambique
      Nós pegamos um vôo do Malawi - Lilongwe para Maputo. Porém não há vôos diretos e tivemos que fazer escala na África do Sul (Johannesburg) . Maputo é uma cidade grande, o país passou por guerra civil até pouco tempo atras e também nao é tão segura. Como todos os outros países, a recomendação é evitar algumas áreas e não andar depois das 6 da tarde. É possível visitar Maputo em 1 dia completo. Fizemos tudo a pé, fomos em todos os pontos turisticos, e pegamos um tuc tuc até o Marcado de Peixe, onde escolhemos camaroes, polvo e almeijas (vongole) por aprox 20 euros. La mesmo voce contrata um pessoa para cozinhar os frutos do mar. Fique atento ao negociar os precos pois eles querem extorquir o turista. No nosso caso negociamos por 500 miticais tudo e na hora da conta a pessoa veio com os valores totalmente fora !!! Nao pagamos e batemos o pé no preco que haviamos combinado. Apos almoco pegamos uma van local por 12 miticals e nos deixou em frente ao mercado de artesanato.   Náo tivemos tempo de fazer a costa , mas vale a pena fazer o litoral. Tem uma barca para a Ilha da Ilhaca que sai proximo ao Forte. É apenas 1 horario na parte da manha e retorno no final da tarde.  
       
      Suazilândia ou Essuatine
      De Maputo a Suazilândia (Manzini) tivemos que esperar 5 horas (das 8 da manhã até à 1 da tarde) só para ter a van cheia de passageiros. As vans só saem se tiverem cheias, caso contrario nao vale a pena para eles fazer esse percurso, que é longo.   Pagamos 600 meticais por pessoa e a viagem durou uma eternidade, saímos às 13:00 e chegamos às 6 da tarde - fomos parados duas vezes para controle de bagagem. Tem muita gente da Suazilandia que vai a Maputo fazer compras de roupas para vender.   Uma vez que estávamos em Manzini, no dia seguinte alugamos um carro na Avis Rent a Car no aeroporto King e nos dirigimos para a Festa da Amarula - oferecida pelo rei para a população. Na festa as mulheres se vestem com roupa tipica, dancam e a noite é oferecido uma bebida feita de amarula (eles chamam de Marula). Há outras festas realizadas pela familia real e é o modo de juntar a populacao local.   Ps. De Manzini para o aeroporto, pegamos uma carona com alguns moradores, na caçamba da  caminhonete por 55 km :)   Dados interessantes sobre o país:
      1.      O atual rei da Suazilândia possui 15 mulheres e 60 filhos
      2.      O seu antecessor tinha 60 esposas e 200 filhos
      3.      A cada uma das mulheres ele deve garantir o sustento da casa e dar "presentes" a família. Normalmente o presente é entre 15 e 20 vacas.
      4.      A fruta não tem nada a ver com o creme de Amarula
      5.      26% da população adulta tem HIV
      6.      Menor pais do hemisfério sul
      7.      É a 12ª menor expectativa de vida mundial, 58 anos


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