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59 minutos atrás, casal100 disse:

@MyllaAndrade Vai ser sim, pois está fazendo as coisas certas: 

Não está "abandonando" a família;  tá atrás de parcerias;  ouvindo muito. 

Então vai divertir muito.

Obs.: Quando viajava para a América do Sul, via um monte de jovens Israelenses,  todos muitos barulhentos e curtindo a vida....aí por curiosidade  fui conversar com um grupo que encontrei em Torres de Paine no chile, me explicaram como funciona :

Lá o serviço militar é obrigatório,  tanto para homens como mulheres  (todo mundo tem que fazer, acho que são 3 anos). Quando eles terminam esse período militar , que coincide com o "segundo grau escolar " as famílias "pagam" uma viagem de ingresso ao novo período da vida. Que será o começo da universidade. 

Já estou marcando uma viajem para o Rio de Janeiro com uma galera que conheci aqui. Em breve venho para contar mais sobre 

  • Vou acompanhar! 1

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    • Por mspriscila
      INFORMAÇÕES GERAIS (2016)
      Visto: dispensa de visto por até 90 dias
      Passaporte:  deve ser válido no momento de entrada; permitida entrada com RG
      Vacinas: não há exigências
      Quando ir: dez-mar é verão, com muitos turistas e preços mais elevados; jul-ago é inverno e as cidades ficam hibernadas; abr-jun (outono) e set-nov (primavera) as cidades praianas, como Punta del Este, ficam praticamente às moscas e muito do comércio fecha as portas até o final do ano. Entretanto, o preço dos hotéis cai consideravelmente. Nesse período, uma boa dica é visitar cidades que não tenham necessariamente relação com praias, como Montevidéu e Colonia del Sacramento.
      Capital: Montevideo
      Moeda: peso chileno $ (CLP)
      Idioma oficial: castelhano
      Cod. telefone: +598
      Padrão bivolt: 220V
      Tomadas: C, F, L
      Passagem de ônibus: www.turil.com.uy/compra_online.php
      Casas de câmbio: avenida 18 de Julio e no eixo Pocitos – Punta Carretas (a do shopping é bastante usada)
      Bus Turistico: $572 24h ou $880 por 48h
        Dia 01
      Chegamos a Montevideo por volta das 18:30h. No aeroporto, o cambio estava R$1-$7,11. A van para qualquer parte da cidade custa $400 por pessoa e um táxi, algo em torno de $1500.
        Após o check-in no Hotel Puerto Mercado (USD60 a diária em apto duplo), fomos jantar no Primuseum Restaurante ([email protected]), muito citado nos roteiros da internet, juntamente com o Bar Fun Fun, também na Ciudad Vieja.
        De fato, o restaurante é bastante interessante. Está organizado em um pequeno ambiente e serve um farto e variado menu ao valor de USD70 por pessoa com translado. Entretanto, o restaurante dizia contar com um show de tango, mas, na verdade, oferece apenas a banda com cantores, sem dança.
        Voltando ao hotel, tivemos tempo para descansar e começar o turismo no dia seguinte. Acerca do hotel, está muito bem localizado, a apenas uma quadra e meia do Mercado do Porto, duas quadras do Primuseum Restaurante e oito quadras da Praça da Independência.
        Puerto Mercado Hotel
      Diária: USD60 em apto duplo com café da manha
      Endereço: Cerrito 262, Ciudad Vieja, Montevideo – Tel. +598 2916 6116
        Restaurante Primuseum
      Preço: USD70 por pessoa com translado
      Endereço: Calle Perez Castellano 1389, 11000 Montevideo
            Dia 02
      De manhã, passamos a visitar alguns museus, entre eles Torres Garcia e Museu dos Andes. O Museu dos Andes retrata o acidente sofrido por uma equipe de Rugby uruguaia em 1972, onde 16 pessoas sobreviveram a 72 dias nas cordilheiras. A história rendeu o filme “Os Sobreviventes dos Andes” e o museu é emocionante.
        Após visitar os museus pela manhã, almoçamos no Mercado do Porto e provamos o famoso churrasco uruguaio no El Palenque ($850 em média por pessoa). Realmente a forma como é oferecido o churrasco é bem legal, e talvez pelas resenhas da internet, todos procuram o El Palenque, apesar de um taxista ter nos afirmado que existem muitos outros bons restaurantes no local. O mercado, apesar de receber esse nome, não é um mercado de verdade; apenas um local que recebe os turistas para provar o churrasco uruguaio.
        Depois do almoço, seguimos para a Porta da Ciudadela, Praça da Independência, Mausoléu José Gervasio Artigas, Avenida 18 de Julio e Teatro Solis. Como não tivemos tempo para fazer a visita guiada ao teatro, optamos por assistir a uma peça, à noite, ao preço de $160.
            Porta da Ciudadela Havíamos reservado dois dias para visitar a Ciudad Vieja, mas um dia foi suficiente.
        Museo Torres Garcia
      Horário: seg-sab de 10-18h
      Preço: $100
      Come chegar: ônibus com destinos; Plaza independencia, Ciudad Vieja, Aduana, Plaza España y Ciudadela.
        Museo Andes 1972
      Horário: seg-sex de 10-17h; sab de 10-15h
      Preço: $100
      Como chegar: uma rua acima da Plaza da Constitución
        Mercado Del Puerto
      Horário: diariamente, até as 15h
      Preço: $850 (churrasco uruguaio)
        Mausoléu José Gervasio Artigas (subsolo da Praça da Independencia)
      Horáro: seg de 12-18h e ter-dom de 10-18h
      Entrada gratuita
            Plaza da Independencia
            Teatro Solis
      Horário: ter-qui as 16h; qua-sex-sab-dom as 11, 12 e 16h
      Preço: $60 (visita guiada)
        Dia 03
      De manhã, fizemos o check-out no hotel e pegamos um táxi para a Feira Tristan Narvaja, que só acontece aos domingos. A feira em nada se compara a Feira de San Telmo, em Buenos Aires. São várias ruas vendendo quinquilharias e antiquários. Pode-se encontrar de tudo.
        Por volta das 11:30h, retornamos ao hotel para pegar as malas e partir para Colonia do Sacramento. O carro foi alugado pelo próprio hotel e entregue lá mesmo ao custo de USD55 a diária com cobertura total e km livre.
        Chegamos a Colonia por volta das 15h da tarde e após o almoço, aproveitamos para explorar um pouco a cidade. É linda, arborizada, fantástica. Hospedamo-nos no Hotel Le Vrero, a cinco quadras do bairro histórico, mas existem hotéis mais bem localizados e este não tinha calefação (erro nosso na hora da reserva). Recomendo que se hospedem em algum lugar dentro do bairro histórico.
        Feira Tristan Narvaja
      Horário: de 9-15h
      Somente aos domingos
        Autonomia Rent a Car
      Horário: diariamente de 9-18h
      Preço: USD55 a diária para entrega no hotel
      Endereço: José María Montero 3035, Montevideo
        Hotel Le Vrero
      Diária: USD60 diária em apto duplo
      Endereço: 18 de Julio, 521, Colonia del Sacramento
      Ponto positivo: possui local de estacionamento
        Dia 04
      O bairro histórico pode ser visitado a pé, entretanto, os demais pontos turísticos ficam um pouco mais afastados do centro. Por isso, a opção é o bus turístico ou o carro, que pode ser alugado tanto em Montevideo como na própria Colonia.
        Aproveitamos o dia para visitar diversos locais, começando pelo bairro histórico: portão da ciudadela; calle de los suspiros; Basílica del Santísimo Sacramento (ou Iglesia Matriz); Convento de San Francisco Javier; Casa del Gobernador. Após, Plaza Del Toros, Iglesia San Benito, Fronton Euskaro, entre outros.
            Portão da Ciudadela       Calle de Los Suspiros         Ruas do Bairro Histórico Muitos locais estavam fechados para visitação, pois só abrem aos finais de semana ou no verão, como por exemplo, o Museo Ferrocarril.
        Ao final do dia, partimos para Punta Del Este e chegamos por volta das 19:30h. Como não havíamos feito reserva, optamos pelo Hotel Ajax, que está localizado em uma via principal. Apesar da apresentação magnífica do hotel, os quartos cheiram a mofo. No centrinho de Punta, muito bem localizado, avistamos o Albergue Planet, que pareceu ser adorável.
        Depois do check-in, fomos jantar no Restaurante Lo De Tere, um dos mais requisitados de Punta. Realmente a comida é magnífica e o jantar para duas pessoas gira em torno de R$250 a R$300,00. Na rambla, onde está localizado este restaurante, estão todos os outros estrelados: Virazón, Isidora, Guappa, um ao lado do outro.
        Finalizamos a noite no Casino Conrad, tido como o melhor da região.
        Espacio Cultural y Museo del Ferrocarril de Colonia
      Horário: 01/10 a 31/05 de seg-sex de 9:30-15h; sab-dom qui-dom das 10-18h; de 01/06 a 30/09 de ter-dom das 10-15h
      Preço: $210
        Museo Granja
      Horário: diariamente de 08:30-18h
        Museo Tourn – museu agrícola
      Horário: de 9:30-11:30 e de 15:30-18:00h
        Parque Florestal Ferrando (na entrada de Colonia)
        Parque Nacional Aaron de Anchorena – um dos parques mais famosos do Uruguai
      Horário: qui-dom de 13:30-15:30 (reserva prévia)
      Entrada gratuita
        EM PUNTA DEL ESTE
        Hotel Ajax
      Preço: USD40 a diária em apto duplo com café da manhã
      Endereço: Rambla General Jose Artigas, 20100 Punta del Este
        Restaurante Lo de Tere
      Preço: $2.700 (entre R$200 a R$300,00 para duas pessoas)
      Endereço: Rambla del Puerto c/Calle 21, Punta del Este
        Conrad Punta del Este Resort & Casino 
      Endereço: Rambla Claudio Williman Parada 7, 20100 Punta del Este
        Albergue Planet
      Preço: $40 quarto duplo privativo com banheiro
      Endereço: esquina, 18 - Baupres & 30 - Las Focas, 20100 Punta del Este
        Dia 05
      Amanhecemos em Punta Del Este com uma pequena garoa, que durou quase o dia inteiro. Visitamos o Farol, a Igreja da Candelaria (que fica em frente), o iate clube, o bairro Beverly Hills, o Monumento do Afogado ou “La Mano”, Plazoleta Grã-Bretanha, Playa El Emir, Playa Brava e Mansa, e a ponte ondulada (ou Ponte Montoya). Ao final da ponte, avistamos uma placa que apontava para o Museu do Mar. Como estava garoando, decidimos que seria uma boa programação. Ao chegar em frente, pensei estar diante de um lugar onde encontraria alguns insetos mortos e só, mas o museu é simplesmente surpreendente. Absurdamente empolgante. Realmente um local imperdível. Fora o espaço que é gigante, o museu conta com alguns fósseis de verdade de baleias enormes, centenas de animas empalhados e interatividade. 
          Monumento "La Mano"       Ponte Ondulada Acerca do balneário, posso dizer que é um reduto chique, mas sem grandes paisagens, como encontramos no Brasil.
        Por volta das 16h, voltamos para a estrada e paramos no último ponto: Casapueblo, a 15km de Punta.  O local é sensacional; a história do artista, contada por ele mesmo, apaixonante. Vale muito a pena. Frise-se que o ponto alto é a visita durante o verão, para que se possa apreciar o pôr do sol.
        Por fim, retorno a Montevidéu.  
        Museo Del Mar
      Horário: diariamente de 10:30-17:30h
      Preço: $160
      Endereço: Romildo Risso, 20001, La Barra, Maldonado
            Museo Taller Casapueblo
      Horário: no verão de 10-20h e no inverno de 10-17h
      Preço: $240
      Endereço: Punta Ballena, Uruguay, a 15 min de Punta Del Este
            Dia 06
      No retorno a Montevideu, nos hospedamos na parte moderna da cidade (Pocitos, Punta Carreta, Buceo). Todos esses bairros acompanham a rambla (calçadão beirando o Rio Del Plata) e contam com vida noturna e shoppings.
        Visitamos o Parque Rodo, o Estadio Centenario e a Vinícola Bouza. A vinícola possui um serviço interessante, que é a apreciação de quatro vinhos, apresentados, mesa por mesa, por um sommelier e acompanhados por uma tábua de frios, onde o sommelier aponta o melhor acompanhamento.
        After Hotel
      Diária: USD80 a diária em apto duplo com café da manhã
      Endereço: Arturo Prat, 3755, Montevideo
        Parque Rodo
      Entrada gratuita
      Endereço: Ave Julio Herrera y Reissig
            Estadio Centenario e Museu do Futebol
      Horário: de seg-sex de 10-17h
      Preço: $160
      Endereço: Montevideo 11400
      Entrada pelo portão 13
        Vinícola Bouza
      Horário: aberto de 9-18h; visitas guiadas de seg/sex as 11, 13:30 é 16h; sab/dom às 11 e 16h
      Preço: $490 somente a visita guiada; com degustação, $1000.
        Dia 07
      Na quinta, de manhã, devolvemos o carro na loja, que fica próxima a Pocitos e fomos ao shopping, até o retorno para o Brasil.
        Conclusão da viagem: antes de viajar ao Uruguai, li muitos posts que afirmavam que um final de semana era suficiente para conhecer Montevidéu. Duvidei. Mas descobri que os relatos estavam certos. Três dias é suficiente para conhecer a capital uruguaia e uma semana é o tempo perfeito para visitar o país: Montevidéu, Colonia do Sacramento e Punta Del Este.
        Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-uruguai-2016-07-dias
    • Por Daniela Alvarez
      Estivemos em Valparaíso em setembro de 2018, em uma viagem pelo Chile, que também contemplava as cidades de Santiago e San Pedro do Atacama, com seu espetacular deserto. Tudo isso relatado em posts descritivos de cada cidade.
      Nos hospedamos na parte baixa da cidade. Ficamos 2 noites no hostel Casa Plan, um charmosíssimo prédio que funciona como hostel, café, galeria de arte e espaço cultural. Excelentes quartos, banheiros e áreas comuns. Tudo bonito, espaçoso e muito confortável. E ainda tem a simpatia e atenção do Gabriel, idealizador desse lugar múltiplo. Teríamos ficado uma noite a mais. Saímos com a sensação de não termos conhecido tudo.
      Valparaíso é uma cidade que requer tempo. É pequenina, mas tão adorável e que desperta tantos sorrisos, que te deixa pensando por que os amigos recomendam ir, mas ninguém fala que você vai embora com muita vontade de ficar.
      Na rua vende-se de tudo: fruta, comida pronta, papel higiênico, cigarro, remédio fora da caixa, desinfetante, roupa, tudo. Pessoas dançando no meio da calçada, de alegria ou embriaguez, também chamaram nossos olhares, em meio àquela oferta de tudo e qualquer coisa, que não tem como não nos vidrar.
      E antes de conhecermos a cidade, conhecemos os cachorros. Já tínhamos reparado que os cães de rua em Santiago eram bem cuidados, mas em Valpo, como eles a chamam, os cachorros são parte não só da cidade, como da vida das pessoas, que espalham potes de água e até casinhas por todos os cantos. Eles caminham pela cidade como pessoas e dormem no sol da praça como idosos aposentados.
      A cidade baixa é conectada à cidade alta por funiculares, que levam a diferentes paisagens dos inúmeros miradouros que nos permitem não só admirar a vista, mas também entender a construção da primeira cidade portuária do Chile e fuga de muitos presos políticos durante a ditadura de Pinochet.
      A parte alta é dividida em cerros, que são como bairros. Cerro Alegre e Cerro Concepcion são os mais charmosos. São repletos de casas coloridas de zinco e de casarões transformados em hotéis, lojinhas e restaurantes, grafite e arte por todo lado. Lemos em algum lugar que Valparaíso é uma mistura de Santa Teresa, Bairro Alto, Olinda e Caminito. É mesmo. Mas é muito além.
       

       

       

       

       

       
       
      Cerro Cárcel
      Um pouco fora do circuito turístico de Valparaíso fica o Cerro Cárcel, local onde funcionava uma prisão de tortura para presos políticos e que, mantendo-se toda a estrutura para que detalhes da história do país jamais fossem esquecidos, ignorados e tampouco modificados, foi transformado em parque e centro cultural. As salas são exatamente do tamanho das celas, com suas micro janelas no alto com barras de ferro, lembrando a todo tempo onde estamos. Fotografias de mulheres presas se espalham pelas paredes, com seus nomes e um sensível relato das roupas que vestiam e do local em que estavam no exato instante em que foram capturadas.
      Uma homenagem forte a um jovem militante assassinado ali, com um testemunho duro e detalhado de um amigo que assistiu à crueldade sem nada poder fazer. Gonzalo Muñoz Aravena.
      O coração doeu ao lermos e, de certa forma, revivermos toda aquela história entre aquelas mesmas paredes, onde quanto à energia que ali paira não há arte que acalente.

       

       

       

       
      O edifício faz parte do Parque Cultural de Val Paraíso, que é ao mesmo tempo centro cultural e parque aberto para a  comunidade.
      O parque abre de quarta a domingo, das 10h às 18h no inverno e das 10h às 21h, no verão.
      Endereço: Calle Cárcel, 471
       

       

       

       

       
      O que faltou fazer?
      - Não visitamos a La Sebastiana, casa museu do Neruda em Valpo. Ela fica mais distante, em um cerro mais alto. Nos arrependemos imenso, mas não tivemos tempo.
      - Walking Tour para saber mais da história da cidade. 
       
      Dicas
      - Tours 4 Tips - caminhadas guiadas de cerca de 3 horas em que você paga o quanto quiser para o guia. 
      - Pan de Magia - uma pequena casinha  roxa e amarela na cidade alta que serve empanadas deliciosas e baratas. Fica na Calle Almirante Montt, 738. 
       
      https://www.instagram.com/trip_se_/

    • Por Natane Talessa
      Fala mochileiros !! 
      Minha primeira trip internacional sozinha !!! 
      Chegarei no Chile dia 23/05, vou embora dia 27/05 para Buenos Aires  e volto ao Brasil dia 31/05. A passagem e o hostel já estão certos , minha dúvida é:
      Troco meu dinheiro aqui ou no chile/Argentina ? 
      Compro um pouco de dólar ? 
      Translado do aeroporto ao centro , qual a melhor e econômica opção ? 
      Em todos os lugares vão aceitar meu peso ou vão pedir dólar ?
       
      Dicas de passeios to aceitando ! 
    • Por MaluAlves
      Eai mochileiros ! 
      Sou nova nesse '' negocio'' de viagem , em julho mais especificadamente 15/07 embarco para Buenos Aires com meu namorado, minha primeira viagem fora do brasil, mesmo sendo pertinho, gostaria de dicas de lugares e passeios que não posso deixar de fazer (restaurantes, parques, museus, vilas, passeios em geral), onde é melhor trocar o dinheiro, e experiências de quem já foi para Buenos Aires, toda dica será bem vinda, também gostaria de saber se quem já foi se conseguiu dar um pulo também no Uruguai tipo um bate e volta ou se não é viável.
      Valeuuu gente, agradeço desde já. 
       
    • Por Gustavo Rocha M Lopes
      Cade o pessoal pra uma viagem roots pelos litorais da América do Sul e mais lugares que surgirem, sem data pra voltar, com pouca grana utilizando apenas para emergências, e passando por vários destinos para conhecer bem o trajeto! Pretendo trabalhar pelas caminhadas para alimentação , ou lugares para dormir, ou acampando mesmo, deixando o caminho se fazer apenas seguindo em frente! 


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