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@Wilson Iwazawa Deixa eu aproveitar a sua atenção. 

Em Torres del Paine fizemos o circuito "O" duas vezes, carregando tudo (comida, barraca, sacos de dormir...) pois ficamos em camping.

Vc disse que algumas pessoas fazem esse circuito acampando,  por favor,  esses acampamentos são pagos,  tem lugares específicos para isso....tem lugares para tomar banho (ou as pousadas oferece esse serviço)?

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@casal100 

 

Há trechos onde é permitido acampar e outros onde não. Em geral, camping selvagem é proibido. Porém alguns abrigos tem área de camping (você paga uma taxa menor, relativa ao camping, que pode incluir banho - em alguns o banho não é incluso nem para quem dorme no abrigo - e tem as taxas opcionais para meia pensão - café e jantar). Como não acampei, não vou saber te informar exatamente quais as áreas apropriadas. Mas vocês podem tentar fazer um misto (ficando em refugios quando o camping for inviável).

 

PS: vocês tem relato sobre o circuito O? Pretendo fazer ano que vem!

  • Obrigad@! 1

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@Wilson Iwazawa Valeu pela informação,  entrei no site que você informou e lá informa que em alguns lugares é proibido. 

Fizemos o circuito 2 vezes (1 não foi completo pois o campamento italiano estava fechadi), são relatos bem antigos, 9 anos...dá pra você ter uma base, tem outros relatos bem melhores o do que os meus e estão atualizados. Mudou algumas coisas por lá.  Segue os relatos aí, se porventura quiser mais informações, sempre estamos por aqui:

 

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Que show de relato! Adorei. O tour está no topo da minha lista e não vejo a hora de conhecê-lo. Obrigada por compartilhar esta experiência! 

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Eu vi este tópico aparecendo tantas vezes no topo e resolvi entrar pra ver do que se tratava! Que demais, e que fotos incríveis, obrigada por compartilhar com a gente e adicionar mais uma trilha numa lista já quase infinita, haha!

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@Wilson Iwazawa

Ótimo relato!! Parabéns!

Vou fazer o TMB em setembro de 2019. 

Espero ter sorte com o clima também.

Cara, vc cita a cerveja do final do dia e me surgiu uma dúvida: Eu irei encontrar cerveja com facilidade nos refúgios ou tenho que comprar nas vilas e levar?

 

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@Wilson Iwazawa Outra pergunta:

Nos abrigos vc usou liner ou saco de dormir? Vi que a maioria das pessoas usa o liner mas tenho medo que o cheiro das cobertas me incomode para dormir ( já tive experiências bem ruins rs). Estava pensando em levar um saco de dormir pra 15º pra evitar usar as cobertas. 

Como foi a sua experiência? da pra se virar só com o liner?

 

 

 

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@LeonardoUs 

Usei somente um liner bem vagabundo:
https://pt.aliexpress.com/item/32856905936.html?spm=a2g03.search0204.3.8.610f14ffPZfaoC&s=p&ws_ab_test=searchweb0_0%2Csearchweb201602_9_10882_10065_10068_10547_319_10059_10884_317_10548_10887_10696_321_322_10084_453_10083_454_10103_10618_10307_537_536%2Csearchweb201603_52%2CppcSwitch_0&algo_expid=d7c2cbeb-6b3d-4c1d-a56a-0961c810b9d7-1&algo_pvid=d7c2cbeb-6b3d-4c1d-a56a-0961c810b9d7&transAbTest=ae803_4

 

Sensibilidade ao cheiro é algo bem pessoal, pelo menos eu não me incomodei lá. De qualquer forma, você vai dormir tão próximo às outras pessoas (as camas são contíguas na maioria dos lugares), que não vai dar pra evitar ficar perto de cobertores...

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    • Por Tadeu Pereira
      Trilha das Sete Praias - Ubatuba - SP 
      Praias: Lagoinha, Oeste, Peres, Bonete, Grande do Bonete, Deserta, Cedro, Fortaleza.
      Dificuldade: Fácil
      Distância: 8,9 km
      Salve salve mochileiros!
      Segue o relato desta trilha fantástica situada na região de Ubatuba, litoral Norte de São Paulo onde iniciamos na Praia da Lagoinha que fica a aproximadamente 29 Km do centro da cidade e finalizamos na praia da Fortaleza 27 Km do centro de Ubatuba. A trilha é de nível fácil com poucos lugares de subida e com belas paisagens. Todas as praias contém água potável em nascentes que ficam no início das praias e existem alguns bares nas praias porém como fomos em baixa temporadas a maioria estava fechada.
       
      Partida - 06/06/19 - Ida 12:30pm - São Paulo x Caraguatatuba -> BlablaCar R$38,00 - Caraguatatuba x  Praia da Lagoinha-> Ônibus R$3,80
           Partimos do terminal rodoviário do Tietê em São Paulo Capital de onde combinamos com o motorista do aplicativo BlablaCar para sairmos ao 12:30pm. Saímos no horário marcado e fomos em 5 pessoas no carro, pois já havia uma pessoa fazendo o trajeto também. Viagem tranquila e segura de duas horas e meia de duração até chegarmos a Caraguatatuba já no litoral onde descemos na rodoviária e lá mesmo pegamos um ônibus do transporte público com sentido a Ubatuba e depois de aproximadamente 35 minutos descemos no ponto próximo ao supermercado Garotão. O ponto de ônibus fica na praia da Lagoinha e é onde se inicia a trilha das sete praias. Após descer no ponto é só caminhar poucos metros até a entrada do condomínio mais a frente e se informar com algum dos seguranças da entrada do condomínio onde fica a entrada da trilha que eles já estão acostumados a informar as pessoas que querem fazer a trilha.    

           A trilha fica do lado esquerdo da praia da Lagoinha logo após um rio que corta a praia desaguando no mar, mas como chegamos com a maré já alta não conseguimos caminhar pela praia e atravessar o rio para começar a trilha. Com ajuda de um haitiano que encontramos na praia, o simpático Jean Pierre, nos informou onde seria o começo da trilha dando a volta para iniciar na entrada de um condomínio. Nos informou também onde teria um mercado mais próximo, o Mercado Garotão. Como entramos na praia não sabíamos da situação da maré cheia impossibilitando a travessia, então com a ajuda do haitiano conseguimos voltar e passar no mercado  para comprarmos algumas coisas para passar a primeira noite e começar a trilha.
        
            Iniciamos a trilha já quase anoitecendo por volta de umas 17:00pm. Saímos do mercado e bem de frente atravessando a rodovia já se vê a entrada do condomínio Recanto da Lagoinha onde caminhamos poucos metros e logo após a guarita da entrada viramos na primeira rua a direita, a Rua Sabiá e caminhamos até uma outra guarita onde se inicia a trilha em uma entrada a esquerda que contém uma placa de área de preservação ambiental ao lado de uma cerca do próprio condomínio. 



           Como a claridade estava ficando cada vez menor, passamos pela Praia do Oeste no escuro e caminhamos até a segunda praia, a Praia do Peres onde foi o nosso primeiro camping. Armamos acampamento já no escuro em um pier de pescadores que contém um gramado e um grande barracão de frente para o mar. Conversando com alguns pescadores que ali estavam fomos informados que logo de manhã um senhor que cuidava do local iria nos expulsar dali. Pensamos em caminhar mais adiante na terceira praia mas decidimos ficar e acampar por ali mesmo e apostar que o senhor não nos dê uma bronca muito grande de manhã por termos acampado ali rs. 




        
          

            Acordamos por volta das 8:00am e quando estava saindo da barraca para lavar o rosto em uma queda de água doce próximo dali lá estava o senhorzinho que nos informaram que iria ficar zangado por causa das nossas barracas. Resolvi dar bom dia pra quebrar o gelo mas não obtive sucesso. Então acordamos fizemos um café rápido no fogareiro a gás desmontamos nossas barracas e seguimos para a próxima praia da trilha, a Praia do Bonete ou Bonetinho como é chamada pelos locais.






       


       
         
           Ficamos um dia na Praia do Bonete, havia uma bica com água potável geladinha localizada no começo da praia. A praia do Bonete tem areias claras e águas cristalinas muito convidativa a um belo banho de mar. Armamos nossas barracas bem no meio da praia em um banco de areia mais alta debaixo de algumas árvores. Nesta praia havia algumas placas proibindo a entrada e camping pois a área seria propriedade particular. Decidimos acampar na praia mesmo e não entramos mais a dentro da mata.


            Acordamos por volta das 8:00am e desmontamos rápido as barracas, tomamos um belo café da manhã a beira mar e ficamos um tempo contemplando a praia até partirmos para a próxima praia, a Praia Grande do Bonete. Caminhamos até a ponta da praia onde existe uma placa amarela com informações aos turistas. Iniciamos a trilha e alguns minutos depois já tínhamos um lindo visual da Praia Grande do Bonete. A trilha levou uns 15 a 20 minutos e logo estávamos na Praia Grande do Bonete. 
        




           Chegamos e logo vimos que bem no começo da praia havia uma bica de água potável geladinha. Caminhamos um pouco e decidimos acampar quase que no começo da praia mesmo, do lado que não tem casas na beira da praia. Armamos nossas barracas na praia debaixo de algumas árvores e de frente para o mar. Fizemos uma fogueira para o almoço e janta e ficamos neste local por três dias.
       


            No primeiro dia conseguimos finalmente entrar no mar, conseguimos também tomar banho em um bolsão de água doce que tem atrás das pedras no começo da trilha e fizemos um belo jantar vegano pra fechar o dia com chave de ouro.  

           No segunda dia acordamos um pouco mais tarde, colocamos as barracas pra tomar um pouco de sol, tomamos um belo café e fomos caminhar até a outra ponta da praia que olhando de longe parecia que tinha um movimento de pessoas por la. Caminhamos até lá e descobrimos que havia alguns bares abertos onde tomamos uma bela de uma gelada e carregamos nossos telefones. Retornamos ao camping e pegamos duas mochilas vazias e dois de nós retornamos a trilha até o Mercado Garotão para comprar umas geladas e alguns petiscos. Fomos e voltamos em menos de duas horas e passamos o dia neste paraíso. 

       


           No terceiro dia na Praia Grande do Bonete acordamos por volta das 9:00am, tomamos café, entramos nas águas geladas daquele mar lindo de águas cristalinas iluminado por um lindo sol que contrastava com o céu inteiramente azul. Logo depois, dois de nós como combinado anteriormente, retornaram a trilha até o ponto de ônibus para aguardar mais um integrante da nossa trupe. E como iríamos passar perto do mercado já aproveitamos e compramos algumas bebidinhas, petiscos, um bom repelente, que foi para não faltar mais nada até o final da trilha. Recomendo o repelente de creme, pois o de spray não faz efeito nenhum para os mosquitos de lá hahahaha. Compramos um óleo ou essência de citronela que seria de colocar em lampiões para espantar o mosquito, mas ao invés de colocarmos em lampiões nós colocamos no nosso próprio corpo e deu muito certo ahuahauha!  
       

           Este dia foi um dos mais divertidos, com mais um integrante fizemos um grande rango, bebemos algumas cervejas, bebemos algumas biritas e tomamos também o único, o verdadeiro, o legítimo, o melhor de todos, the best, o Drink do Gato. Um drink elaborado por um dos integrantes da trupe e que se tornou o sucesso durante toda trilha ahahuahuauah inclusive para alguns caiçaras. Mais informações só chamar que posso passar os ingredientes e a forma secreta de se fazer. Poucos conseguem tomar! Drink do gato! Pra vocÊ aprender! kkkkkkkkkkkkkkkkkk Não conseguimos imagens do drink pois as condições não eram favoráveis no momento após a ingestão do mesmo kkkkkkk. Ha alguns rumores de que alguns dos integrantes corriam loucamente na noite em direção do mar tentando loucamente se banhar nas águas "quentes" da praia hahauahuahua iluminado por uma lua fantástica. O integrante ainda tentava persuadir os outros a entrarem no mar com dizeres: "Gente vemmmm, ta quentinha, a água ta quentinha! Vemmmm gente! Uhuuuullll!" Hauhauhuhuah Foi sensacional!     --> Drink do gato! Pra você aprender! kkkk 


           Acordamos e mantemos o protocolo. Barracas ao sol, acender a fogueira, café forte pra acordar, ficamos algumas horas por ali aproveitando o lindo sol que fazia no dia, tomamos um belo banho de mar e logo partimos para próxima praia. A trilha fica no final da praia em um muro de pedras com algumas placas indicando o lado correto. Foi umas das partes um pouco pesadas desta trilha, talvez por causa do peso que estávamos levando, em alguns lugares a trilha se tornava um pouco ingrime dificultando um pouco nosso ritmo. Em alguns trechos também se abriam clareiras mostrando um lindo visual.  
       

        
       
       
       
          A próxima praia que nos aguardava na verdade seriam duas em uma.  A Praia Deserta fica junto com a Praia do Cedro e são divididas por algumas pedras, mas muito fácil de se atravessar por elas. Ou pra quem não gosta de se aventurar em pedras, existe uma trilha que passa por de trás delas muito rápida e segura também. 











       



            Armamos nossas barracas na primeira praia, a Praia Deserta. Ficamos bem de frente para o mar do lado da placa da trilha das sete praias. O lugar é cheio de árvores e tem ótimas áreas para camping selvagem e proibido, como diz nas placas que encontramos novamente na praia. Acredito que não tivemos problemas com isso por causa da baixa temporada, pois a trilha é muito movimentada na alta temporada e a fiscalização talvez seja mais rigorosa. 
          










           Ficamos por dois dias nestas praias, a segunda praia, a Praia do Cedro contém uma área de camping e um bar que ambos estavam fechados por causa da baixa temporada. Existe também uma bica d'água encanada bastante gelada que tanto usamos para tomar banho quanto para beber. A praia é pequena mas encantadora pela beleza.  



           Após dois dias fantásticos nessas praias infelizmente com muita tristeza que caminhamos para a última praia da trilha. Desmontamos nossas barracas, retiramos todo o lixo, fizemos um café forte, arrumamos as mochilas e partimos para Praia da Fortaleza. Mas antes ainda tinha mais um lugar muito lindo pra conhecer, o Pontão da Fortaleza. Um lugar surreal e único que fica um pouco antes de chegar na praia da Fortaleza virando a esquerda na própria trilha.


          












           Chegamos por volta das 16:00am no Pontão da Fortaleza com um tempo de trilha de aproximadamente uma hora por causa do peso das mochilas, pois em alguns trechos da trilha o caminho se torna um pouco mais ingrime dificultando um pouco a trilha. Ficamos no Pontão por quase duas horas contemplando a beleza do lugar. Até cogitamos acampar por la mesmo, mas acabamos decidindo retornar a trilha e finalizar a Trilha das Sete Praias na Praia da Fortaleza.
       
           Andamos por alguns minutos nas areias da praia até entrarmos em umas das ruas onde se vê uma igreja. Caminhamos nesta rua e na bifurcação viramos a esquerda e caminhamos até o bar do Zé Mineiro onde fechamos nossa trilha e nosso dia com uma bela cerveja gelada.
      Retorno - 12/06/19 - Retorno 13:30pm - São Paulo x Caraguatatuba -> BlablaCar R$40,00 - Praia da Fortaleza x Praia da Sununga-> Ônibus R$3,80
           Na própria praia da Fortaleza existe um ponto de ônibus indo tanto para Ubatuba quanto para Caraguatatuba. Aguardamos por alguns minutos e pegamos um ônibus sentido Ubatuba pelo valor de R$3,80 e descemos no ponto dos postos de gasolina. Este é o ponto mais próximo da praia da Sununga e da Praia do Lázaro. Ficamos por lá mais quatro dias no Camping Sununga e depois encontramos um BlablaCar por R$40,00 pra cada que nos levou até São Paulo e finalizamos assim mais um Mochilão pelo litoral norte de São Paulo. 
      Vlw Mochileiros! Gratidão.  ❤️ 
       
       
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      Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
        
    • Por E.Samuel
      Olá Mochileiros como vão? Espero que bem!
      Nosso projeto para esse ano seria a Serra dos Órgãos, porém, os ingressos haviam se esgotado, então tentamos fazer a Serra Negra, que também não deu certo, por fim, conseguimos fazer a travessia Rancho Caído.
      Temos um projeto de percorrer a TransMantiqueira e com esse projeto em mente, vamos colhendo informações para que nosso projeto se realize, ano passado fizemos a Travessia da Serra Fina no sentido inverso, se alguém se interessar em ler, só acessar o link:
      Como de costume, saímos da Cidade de Santa Rita do Sapucaí na madrugada do sábado. Às 3h da manhã, na porta da ETE, lá estávamos nós esperando nosso motorista oficial Edson e dessa vez ele trouxe sua esposa Gabi para ajudá-lo a fazer a conferência das malas, conhecer o pessoal e passear um pouco. Falando em turma, dessa vez fomos em 12 pessoas, para alguns foi a primeira travessia e para outros mais uma aventura.
      Partimos para o PNI e chegamos lá às 7:40 da manhã e logo o Nandão já ficou na fila para garantir o lugar. O parque estava muito lotado, depois de quase 1 hora na fila conseguimos a liberação para fazer a travessia do Rancho Caído.
      Da esquerda para a direita em pé: Gabriel(Geminho_1), Saulo, André, Savio, Nandão(Cyborg), Eder, Luizinho e Samuel(O "guia"). 
      Agachados: Luiz(Geminho_2), Bruno(O cara da travessia), André, Zé Renato(Fotógrafo oficial).



      Essa travessia é maravilhosa, por quase toda a travessia a gente observa o Agulhas Negras e nela tem vários pontos de água, então não precisam se preocupar que água tem em abundância.


      Com uma trilha muito bem sinalizada, a travessia é de fácil acesso, porém, a gente deu uma perdida. Tudo isso por conta do nosso “guia” Samuel que não tinha visto a subida para a pedra do Altar do lado esquerdo. Subindo uma trilha, logo avistamos a pedra, porém não atacamos, pois o nosso objetivo era conhecer a cachoeira do Aiuruoca e os Ovos de Galinha.
      Logo após passarmos por um vale que lembra muito o Vale do Ruah, chegamos em uma bifurcação que aponta para a esquerda a Travessia Serra Negra (está nos nossos planos) e seguindo reto a Rancho Caído. Mais a frente chegamos na cachoeira da Aiuruoca - que cachoeira linda! Não tenho palavras para descrevê-la.




      Ninguém teve coragem de entrar nela porque a água estava muito gelada, mas tiramos várias fotos e logo depois fomos rumo aos Ovos de Galinha.


      Saindo de lá, andamos por volta de 1h30min e chegamos no acampamento. Para nossa sorte não havia ninguém, arrumamos nossas barracas e já tratamos de fazer algo para comer. Para minha surpresa os novatos que foram conosco levaram muita coisa de comer, tinha de tudo, até uma chapa para fazer misto! kkkkk...incrível.

      À noite não fez muito frio, então ficamos conversando até umas 21h, conhecemos um casal de Curitiba-PR que estava no parque há 4 dias, que disse que dois dias atrás estava muito frio por lá. Graças a deus não pegamos esse frio.
      No outro dia partimos para o final da trilha, o mapa que pegamos no Wikiloc não foi pelo caminho da Cachoeira do Escorrega, por isso não passamos por lá. Teremos que visitar na próxima. Às 13h chegamos no Vale da Cruzes e esperamos nosso motorista chegar para irmos embora.


      Considerações finais:
      Essa travessia não é difícil de fazer como a Serra Fina, porém nosso grupo se supera pelo fato da amizade ser muito forte e cada um do grupo se preocupar um com o outro, isso faz toda diferença e com certeza iremos fazer a Serra Fina novamente e isso fará toda a diferença. Foi uma travessia muito bonita, todos que foram se divertiram muito, foram muitas risadas e o companheirismo como sempre prevaleceu, a cada travessia que nós fazemos levamos uma experiencia, e dessa não foi diferente, o companheirismo e a amizade novamente falou mais alto . Pessoal nota 10! Os geminhos são gente fina demais (não esqueçam do lenço umedecido, salvou o rolê e ajudou a tirar a asa), o restante da turma, Bruno (leva o pó nas próximas vezes novamente, pó de café), André², Saulo, Sávio(O cara do releave), Luizinho (esse Luizinho viu?! hehe), esperamos vocês nas próximas. Nandão, (sou fã desse cara e o admiro muito, ele sabe disso). Éder, (o conheci fazendo Marins x Itaguaré e parece que o conheço a anos) e Zé Renato, (ele merece todo o merito pelas fotos, uma pessoa com uma humildade sem igual), companheiros de várias travessias, é um prazer caminhar com vocês. @Zé Renato, parabéns pelas fotos, ficaram excelentes.
      Gostaria de agradecer a todos que foram e também ao nosso motorista Edson e sua esposa Gabi, estamos juntos na próxima!
      Dicas: Quando forem fazer a travessia, desçam pela cachoeira do Escorrega - existe uma trilha mais curta, porém é muito fechada.
      Levem o shit tube - o pessoal do parque cobra, até daria para passar sem ele, mas temos que pensar no bem do ecossistema e é bem barato de fazer.
      Como de costume, para fechar o relato, deixo aqui uma frase do poema “O tempo”, e logo depois mais fotos:
      E quando se vê:
      “A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
      Quando se vê, já são seis horas!
      Quando se vê, já é sexta-feira!
      Quando se vê, já é Natal…
      Quando se vê, já terminou o ano…
      … Quando se vê não sabemos mais por onde andam nossos amigos…
      Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
      Quando se vê passaram 50 anos!
      Agora é tarde demais para ser reprovado…
       Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
      Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casaca dourada e inútil das horas…
      Eu seguraria todos os meus amigos, que já não sei como e onde eles estão e diria: vocês são extremamente importantes para mim.
       Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
      Dessa forma eu digo, não deixe de fazer algo que gosta devido a falta de tempo.
      Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
      A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.”
      Mário Quintana














       
    • Por lufema
      Trekking realizado em junho de 2019, em 08 dias, percorrendo aproximadamente 170 km de distância e desnível de 8.000 m. O Tour du Mont Blanc ou TMB é uma das caminhadas de longa distância mais populares da Europa. Ele circunda o maciço do Mont Blanc e passa por Suíça, Itália e França. Devido ao período, final da primavera, ainda havia muita neve nos trechos de alta montanha.
      Roteiro:
      Dia 1: Les Houches até Les Contamines
      Dia 2: Les Contamines até Les Chapieux
      Dia 3: Les Chapieux até Courmayeur
      Dia 4: Courmayeur até Refúgio Elena
      Dia 5: Refúgio Elena até La Fouly
      Dia 6: La Fouly até Trient
      Dia 7: Trient até Argentiére
      Dia 8: Argentiére até Chamonix
      Album com as Fotos:
      https://photos.app.goo.gl/1pWUjkrqeEefXvit6
      Vídeo Resumo:
      https://photos.app.goo.gl/a6sU7QruScaged5W9
       
      Custo do TMB: Chamonix - Chamonix (8 dias)
      Hospedagem: 112 euros
      Alimentação: 80 euros
      Diversos: 40 euros (chocolates, bebidas, algum item de higiene, etc.)
      Total: 232 euros
      Média: 29 euros/dia
      (detalhamento no texto do relato)
      Entrada na Europa por Portugal, Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. A partir de Lisboa, vôo direto para Milão, na Itália. De Milão, ônibus para Chamonix-Mont Blanc, charmosa cidadezinha de 10 mil habitantes, localizada nos Alpes Franceses, perto da tríplice fronteira com a Itália e a Suíça, e ponto de partida e chegada do TMB.
      As refeições durante o trekking consistiram, basicamente, de comida de acampamento, práticas e com cardápio enxuto, como massas, arroz pré-cozido, salsichas e linguiças curadas, sopas, queijo regionais, entre outras. Não poderia faltar a torta de mirtilo selvagem, típica da região. 
      No trajeto, há algumas feiras e propriedades que vendem produtos típicos, como queijos, embutidos e doces. As cidades de reabastecimento são Chamonix, Courmayeur e Argéntère, que possuem comércio mais estruturado, dispondo de supermecados com variedade de produtos.
      Nos dias de trekking, o pernoite foi em barraca, quando havia camping disponível, refúgio de montanha ou alojamento em vilas e aldeias, priorizando as instalações públicas, que eram bem estruturadas.
      O primeiro dia do TMB iniciou-se em  Les Houches, pequena vila localizada próxima a Chamonix, e teve como destino Les Contamines-Montjoie, outra charmosa vila, com 1.100 habitantes, cuja origem remonta à época medieval.
      Com aproximadamente 3.500 habitantes, Les Houches é  conhecida por ser uma importante estância alpina, centro de esqui e base de montanhismo no Maciço do Mont Blanc, pois dispõe de um teleférico que transporta os alpinistas até próximo do acampamento base, para escalada do Mont Blanc e outro picos próximos.
      Neste dia o trajeto segue por pequenas vilas e aldeias, como Le Ouy (foto ao lado) e Les Maisons (foto página anterior), até a cidade de Les Contamines (foto acima). O destaque são as várias perspectivas das montanhas e o bucolismo dos pequenos povoados.
      No segundo dia, o caminho teve como destino a pacata aldeia de Les Chapieux,  seguindo por uma subida até o Col de La Croix du Bonhomme (2.500m) que, no final da primavera, ainda estava tomado pela neve. No Col há um abrigo de emergência para alpinistas.
      Les Chapieux é uma pequena aldeia rodeada por colinas íngremes e habitada por criadores de cabras, ovelhas e vacas. No inverno, é cortado pela neve, mas na primavera torna-se um destino para os turistas de esqui. No verão é uma parada essencial no Tour du Mont Blanc, pois está localizada na parte mais remota do trajeto.
      Obs: Col é um passo de montanha, ou seja, local de transposição entre duas montanhas.
      A partir do campingo estágio seis do TMB, que segue do Refúgio Elena até a Vila de La Fouly. Um percurso relativamente pequeno de 15km, mas as condições do clima e a travessia de campos de neve tornaram o trecho difícil. 
      A etapa marca a passagem para os dois dias na Suíça. O Col da fronteira é o Grand Col Ferret (2.537m). Depois de cruzar o Col, o caminho segue pelo vale percorrendo aldeias e vilas, até finalizar no pequena aldeia de  La Fouly, localizada no vale de Ferret suíço, com paisagens alpinas e cercada por picos.
      O sexto dia também foi uma etapa dupla, abrangendo os estágios 7 e 8 do TMB. A trilha inicia em La Fouly, passa por Champex-Lac, finalizando em Trient, vila suíça próxima à fronteira com a França. A distância percorrida é de 33 km e ganho de altitude de 1.200m.
      A aldeia de Champex, destino de férias, está à beira de um lago de montanha e é ponto de partida para muitas caminhadas alpinas.
      Trient é uma pequena vila suíça com uma população inferior a 500 pessoas, localizada no extremo norte do maciço do Mont Blanc. Cercado por locais de escalada, é um ponto de iniciação até os níveis mais altos de dificuldade.
      O Estágio 9 do TMB, correspondente ao sétimo dia de trekking, retorna à França. Começa no camping público de Le Peuty, aldeia localizada próxima a Trient, ainda na Suíça, e segue até a vila  de Argentière, já na França. O percurso percorre 15 km, com 1.100m de ganho de altitude, cruzando o Col de Balme que divide dos dois países.
      Argentière é uma vila a 8 km ao norte de Chamonix, a uma altitude de cerca de 1.250 metros. Possui arquitectura tradicional, igreja barroca e capela do século 19, e uma incrível no sopé da impressionante Geleira Argentière e picos importantes, como o Aiguille Verte.
      O trajeto segue por paisagens alpinas, e passa por aldeias e refúgios de montanha, e foi marcado por muita neve nas encostas.
      O dia  contemplo o estágio 10 do TMB, que se inicia em Argentière e leva à encosta acima do vale de Chamonix, através da reserva natural de Arquilles Rouges. Há uma seção de escadas (via ferrata) em terreno rochoso e bem íngreme.
      A trilha passa pelo Lac Blanc (2.352m), lago encravado no meio das montanhas que, ao final da primavera, ainda estava parcialmente congelado. Próximo ao lago, localiza-se o Refúgio La Blanc, alternativa para pernoite.
      Depois de Lac Blanc, o caminho desce serpenteando a encosta da montanha até a estação de ski La Flégère, e depois seguindo pela floresta até a cidade de Chamonix.
      Esse estágio apresenta trechos íngremes na encosta da  montanha, ao mesmo tempo que permite vistas sensacionais do maciço do Mont Blanc, especialmente do Glaciar Mar de Glace.
      Complemento 1 
      Complemento do relato com algumas informações práticas sobre transporte, hospedagem e alimentação, com dicas e valores da viagem que fiz pela europa entre 31/05/2019 e 23/06/2019. Obs: Foram 22 dias na europa, fora os dias de chegada e partida. Na região de Vêneto, na Itália, foram 7 dias. Em Chamonix, foram 15 dias, onde tive oportunidade de realizar dois trekkings: O Tour do Mont Blanc (8 dias), tratado neste relato, e a Travessia dos Alpes (4 dias), que, ainda pretendo relatar, pois foi um trekking sensacional (Para se ter uma ideia, no TMB, o trekking é realizado em volta do maciço do Mont Blanc. Já na Travessia dos Alpes, o trekking é sobre o Maciço, em altitudes de 2.000 a 4.000 metros. 
      Uma viagem à europa pode ser cara ou barata, econômica ou super econômica. Geralmente opto pela última. Durante o TMB, o custo médio diário incluindo tudo, até extras, ficou em 29 euros. Então, pode ser uma viagem acessível a muitos. O essencial é conseguir uma boa emissão dos bilhetes internacionais e administrar bem os gastos durante a viagem.
      Seguem algumas informações.
      Transporte:
      Vôo internacional: há algumas promoções de passagens para europa, mas geralmente custam entre 450 a 600 euros. Minhas emissões para europas foram sempre com milhas/pontos, então já tenho de partida uma economia boa. A Alitalia tem boas emissões pelo Smiles e costuma ter uma tarifa paga também com preços bons. A dica é não se restringir ao site das empresas, procurar em agências e em vários aplicativos, especialmente aqueles internacionais. Muitas vezes, as companhias têm campanhas específicas para uma agência ou aplicativo específicos. Já tive experiência de comprar por aplicativo em valor muito menor que no site da empresa. 
      Transporte na Europa
      Entrei por Lisboa e consegui uma ótima tarifa pela Ryanair para Milão (na verdade foi para Bergamo, onde fica um dos aeroporto que atende Milão), em torno de 40 euros. De Bergamo, ônibus para Mestre, cidade próxima a Veneza, onde estabeleci base em um dos vários hostels, e conheci bem a região durante uma semana (Veneza, Trento, Pádova, etc.). A parte terrestre foi de ônibus e trem. Na Itália, os trens funcionam muito bem é é bem fácil comprar passagem, seja pela internet, APP ou diretamente nas estações (máquina de auto-atendimento ou guichê). O preço que costuma não ser muito em conta. A conclusão que cheguei é que para deslocamentos curtos, de até uma hora, o preço do trem é praticamente o mesmo do ônibus. Pára descolamento superiores a duas horas, o ônibus costuma ser mais em conta, principalmente se a compra for com antecedência.
      Para deslocamento em ônibus, usei exclusivamente a FlixBus, pois tem preços muito bons para compras com antecedência, permite cancelar a passagem a qualquer momento, retornando o crédito, e possui um APP muito prático. Bérgamo - Veneza (Mestre), 5 euros (percurso de 3 horas) e Veneza (Mestre) - Chamonix, 11 euros com percurso de 6,5h.
      Em Chamonix o transporte público funciona bem. Há mapa disponível e horários dos ônibus em todas as paradas. O transporte no centro é gratuito, que dizer, já está incluído na taxa de turismo que é paga junto com a hospedagem. O transporte que abrange o vale de Chamonix custa 3 euros e vale para o dia todos, ou seja, pode pegar o ônibus quantas vezes precisar. O pagamento é feito ao próprio motorista, que fornece um cartãozinho verde. Pronto vale para o dia todo, basta apresentar no próximo ônibus.
      Hospedagem:
      Em Veneza/Mestre, fiquei no Hostel AO Hotel Venezia Mestre 2, uma rede alemã, com preços bem competitivos. Paguei aproximadamente 10 euros a noite em quarto quádruplo com banheiro dentro do quarto. Um dos melhores que já fiquei, limpeza excelente, perto de tudo em Mestre, instalações novas e modernas, tomadas e iluminação na cama, suportes, etc. Os únicos pontos negativos e que é sempre lotado e não possui cozinha para preparar refeições, mas tem um ampla área com mesas e sofás, interna e externa. Sempre há espaço para sentar, comer ou ficar.
      Em Chamonix não há muitos hostels e os preços dos hotéis não são baratos. Fiquei em dois hostels (não sei  se há outros):
      Chamonix Lodge: Hostel muito bom, área externa com mesas, rede e almofadas. Possui cozinha bem equipada para preparação de refeições e fornece café da manhã básico, ficando os itens disponíveis durante o dia (pão, manteiga, geléia, leite, café e chá). Quarto quádruplo, com banheiro, não muito bons (pequenos e com pouca ventilação), de uso coletivo fora do quarto.  O ponto forte é a equipe, sempre atenciosa e a vista das montanhas próximas. Muito concorrido! Paguei 22 euros a diária, mas é difícil achar disponibilidade com esse valor. Geralmente, está entre 30 e 40 euros. Fleur des Neiges: Hostel com pegada mais de hotel. São somente 2 quartos mistos coletivos com dez camas cada. Os quartos são grandes e arejados, e as camas ficam sempre dispostas na parede, o que facilita muito a circulação. Tem um também um quarto feminino com 6 camas, mas bem apertado. O café da manhã é cobrado a parte e não compensa os 10 euros pelo que oferece. A limpeza é boa, o proprietário é atencioso, as vistas também são ótimas. Possui sala de refeição com mesas e cadeiras. Área externa e banheiros deixam a desejar. Não possui cozinha para uso coletivo. Preparei as refeições em algumas mesas que há na área externa. O valor da diária foi de 20 euros. Hospedagem durante o TMB: 
      Dia 1: Les Contamines - Camping le Pontet, localizado no Leisure Park Patrice Dominguez, 30 min de caminhada na direção da rota. Estrutura muito boa, com banheiros, lavanderia, restaurante e lanchonete, mas sem internet. Valor: 12 euros
      Dia 2: Les Chapeaux - Aire Naturelle de camping, espaço público de camping dispondo somente de sanitários e lavatório, bastante conservados e limpos. As vistas das montanhas são excelentes. Valor: Gratuito
      Dia 3: Courmayeur - Pousada Venezia, que dispõe de quartos individuais ou duplos e banheiro externo (muito conservado e limpo). Instalações antigas mas conservadas e limpas. Embora seja reconhecidamente o alojamento mais econômico de Courmayeur, foi o mais caro da viagem toda. Inclui café da manhã bem simples. Valor: 40 euros (Chorados, era 44)
      Dia 4: Refúgio Elena: O pernoite foi na sala invernal do refúgio, que dispõe somente de colchões, algumas cobertas e uma mesa com cadeiras. Não há banheiros ou lavatório. Como fui na pré-temporada, o refúgio ainda estava fechado. Funcionava somente a sala invernal, que é de uso público enquanto o refúgio não abre (inverno e primavera). Valor: Gratuito. 
      Dica de trekking: Na frança há muitos refúgios de montanha e a maioria conta com sala invernal, que é geralmente gratuita e funciona fora da temporada de verão. Portanto, fazer trekking na primavera pode ser bem econômico. no site da Fédération Française des Clubs Alpins et de Montagne tem informações sobre todos os refúgios e se dispões de sala invernal.
      Dia 5: La Fouly: Camping Glaciers, localizado bem próximo à vila. Estrutura muito boa e conservada, com banheiros, lavanderia, pias de cozinha, etc. Água quente em todas as torneiras e internet disponível em todo o camping. As vistas do glaciar são simplesmente espetaculares. Valor: 18 euros 
      Dia 6: Trient: Camping público localizado na aldeia Le Peuty, próxima da Trient, na direção da rota. Área de camping muito boa, com espaço coberto para cozinhar e comer e banheiros conservados e limpos. As vistas também são ótimas. Valor: Gratuito
      Dia 7: Argentière: Chamonix Lodge (já descrito acima), localizado em Chamonix, que fica 8 km de Argentière. Há transporte público fácil. Valor: 22 euros
      Dia 8: Chamonix: Fleur des Neiges (já descrito acima). Valor 20 euros.
      Alimentação:
      Fiquei 22 dias na europa. Fui em restaurante somente uma única vez, pois havia um menu com preço muito bom (9 euros, uma deliciosa massa em Pádova, acompanhada de salada e sobremesa). Outra vez fui ao Mcdonald's, quando cheguei em Chamonix. Foi de noite e não havia supermercado aberto. Fui no combo mais barato - 6 euros.
      Como havia levado equipamento de camping (incluindo kit cozinha), praticamente cozinhei em todos dos dias, com exceção do período que passei em Mestre, onde pegava comida em um ótimo supermercado localizado próximo ao hostel - Super Interspar. Geralmente ficava em 5 a 7 euros, por refeição.
      A rotina era ir aos supermercado, escolher os mantimentos, geralmente uma massa, molho, uma carne na forma de hamburguer, linguiça ou outra proteína. Gostei muito do  arroz pré-cozido que tem por lá.. Era só aquecer com três colheres de água (no microondas ou panela), que ficava muito bom. Geralmente gastava 8 a 10 euros por dia com as compras.
      Alimentação durante o TMB: 
      Cozinhei em todos os dias. Como há cidades e vilas no caminho, não há dificuldade para o abastecimento. Na suíça os preços são maiores que na Itália e França. Agora, se quiser chocolate suíço, os melhores preços são mesmo na suíça. Por exemplo, o mesmo chocolate em Chamonix custava quase o dobro que na Suíça (Onde comprar durante o TMB: supermercado em La Fouly).
      Em Les Contamines, Courmayeur, La Fouly, Argentière e Chamonix há supermercados disponíveis. Obviamente, que em Chamonix e Courmayeur  há vários . Nos demais lugares somente um ou dois. Atenção para o horário de funcionamento. Por exemplo, em La Fouly fecha às 18h.
      Em Les Chapeaux, existe somente um comércio com poucos produtos, mas com vários tipos de queijos e embutidos da região. Os preços são bons e compensa experimentar. Comprei 3 euros de queijo e foi um pedaço bem grande, que deu para dois dias. Tem também dois restaurantes na vila.
      No refúgio Elena e Le Peut, não há comércio estruturado. Portanto, deve-se levar os mantimentos. Em Le Peut há um restaurante.
      Custo do TMB: Chamonix - Chamonix (8 dias)
      Hospedagem: 112 euros
      Alimentação: 80 euros
      Diversos: 40 euros (chocolates, bebidas, algum item de higiene, etc.)
      Total: 232 euros
      Média: 29 euros
       
       

       
       


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