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kevin_a

Recife e sem dinheiro mas com muita vontade

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Então pessoal, sou novo aqui.

Ja viajei bastante, sou de nacionalidade colombiana mas recido no brasil, estive morando algum tempo no RN. Estive em diferentes empregos, desde atendente ate garçom. Mas escolhi que vou viajar para recife, conhecer essa terra maravilhosa. Minha pergunta é, Sabem algum lugar onde possa trocar hospedagem por trabalho??, ja ouvi falar dos apps, mas realmente não possuo o dinheiro para a inscrição, então se alguem conhecer algum lugar ou tiver um hostel onde possa ajudar em troca de hospedagem, agradeceria

Sou fluente em espanhol e ingles

Um abraço

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    • Por ipamscf
      Este post é sobre como foi acampar em Maracaípe - PE, um paraíso pra quem quer fugir da algazarra de Porto de Galinhas. Fiz essa viagem em 2018 mas muita coisa permanece a mesma.
      1-> A IDA Pra quem nunca nem viu falar sobre Maracaípe, esta praia é um reduto para os surfistas e praticantes dos esportes marítimos em geral, tem desde aquela velha pegada de onda no surf, kitesurf, esqui aquático, e vários outros tipos que eu particularmente não sei mas vou achar os links e deixar no final do post, como sempre.   Mas basicamente, para chegar em Maraca é só seguir todo o caminho até Porto de Galinhas, a diferença é quando chega em Porto.   Existem, pelo menos, 4 maneiras de chegar em Maracaípe:   No próprio busão que você for pergunta se ele vai até Maracaípe, pelo menos a noite eu vi uns 2 ônibus indo até lá; Pegar um transporte de aplicativo (funciona Uber e 99Pop perfeitamente e custa entre R$7,00 e R$8,00); Um microônibus que faz a linha transporte alternativo que passa de 5 em 5 minutos mas para isso tem que descer do ônibus, entrar na rua da esperança no sentido Maracaípe e ficar esperando o busão passar. Caso peça parada e ele não pare, ai tem que ir até a rotatória de Porto de Galinhas e ficar esperando lá, porque lá é uma parada de ônibus (custa R$3,20 por pessoa). Mototaxi, assim que desce do ônibus logo na esquina da Rua da Esperança você verá um toldo montado (custa algo em torno de R$5,00 por pessoa por viagem).   Chegando em Maraca você vai descer no ponto final, que é basicamente no fim da pista calçada e já vai dar de cara com aquele marzão.   2-> A PRAIA DE MARACAÍPE - PE   Então, se tu tá procurando sombra, água fresca e calma, te garanto encontrar sombra e água fresca mas calma, meu amigo, hahaha, não tem de jeito nenhum! O vento lá é muito forte (por isso point de surfista, afinal pra ter onda tem que ter ventania) então o mar além de agitado é perigoso, há placas inclusive que alertam que embora uma parte seja rasa, é muito comum que inesperadamente brote uma vala e a água que tava chegando na cintura vá parar no pescoço, portanto fica aqui o alerta VÁ COM CUIDADO E SEM AFOBAÇÃO.   A parte que eu mais indico para banho é justamente no Pontal de Maracaípe, é um ponto muuuito massa que tem mais gente no por do sol que, diga-se de passagem é de tirar o fôlego! Lá, como há o encontro do mangue com o mar costumam ficar umas barreiras de água e dá para se banhar e até com crianças é muito tranquilo, só prestem atenção na maré porque enche muito rápido e você pode acabar não conseguindo voltar para a Vila pela beira mar.
      Para chegar tem a opção de ir a pé pela beira do mar (foi o que fizemos) que dá uns 30 a 40min de caminhada, dá para ir de buggy ou de quadriciclo. Lá mesmo tem uns passeios de jangada que oferecem para conhecer os mangues por dentro, porém não sei dizer quanto custa já que não fiz o tal passeio.   Perto da vila tem um coqueiral massa (em frente à saída do Camping, mas jajá chegamos nele) que não dá pra ficar lá antes das 14h pois simplesmente não tem sombra.   Até tem uns barzinhos com umas cadeiras para ficar, mas nada comparado a Porto, Maraca tem uma vibe mais serena, mais zen, que você vai pra ouvir o barulho do mar, contemplar a beleza e tomar banho de chuveirão caso não tenha coragem ou experiência de entrar no mar. Porém os preços são condizentes com o lugar, lei da oferta e procura né.             3-> ONDE COMER EM MARACA
      Comemos em dois lugares, pelo menos, um foi uma pequena lanchonete na avenida calçada principal de Maracaípe, de uma Sra muito gente boa e uma comida muito organizada, porém tem uma placa bem grande informando que não aceitam cartões, aliás essa é uma constante em Maracaípe, quase canto nenhum aceita cartão e quando aceita são aqueles restaurantes pega turista, sabe?   O outro lugar em que comemos foi o restaurante MARCÃO PRIME, um ambiente muito show, um vento maravilhoso e nesse dia tinha música ao vivo, comemos uma pizza (fica aqui o adendo QUE PIZZA MARAVILHOSA!!!!!) e eu tomei uma caipiroska que, minha nossa, que bebida deliciosa! O preço foi bastante acessível levando em conta que comemos que ficamos empanturrados hehe.   Sobre mercadinhos, não tem, nenhum, mesmo. Ou você já trás de casa os mantimentos ou compra em Porto que, nos posts que eu coloquei o link lá em cima, tem os mercados que eu mais indico por serem num preço bom.  
       

      4-> O MARACAMPING   Ah o Maracamping! Primeiro já começa que a dona (Dona Fátima, maravilhosa!) tem uma vibe incrível. Eu acabei não tirando tantas fotos quanto poderia porém coloquei as fotos no google na parte que indica o local então, se procurar no google pelo Maracamping, vai ver fácil as FOTOS que eu tirei.   Mas resumindo, o Camping conta com área pé na areia mesmo para montar as barracas (dica 1: leve uma lona para colocar sob a barraca ,evita dor de cabeça no pós acampamento), conta com cozinha comunitária equipada com fogão, geladeira, pia, sanduicheira e ainda uma mesinha para confraternizar; Possui ainda 2 banheiros, um masculino e um feminino muito organizados e com os itens necessários; No mesmo beco que dá para a cozinha e para os banheiros há um chuveirão (caraaca que chuveirão massa, me salvou do calor já que não dava pra entrar o tempo todo no mar) de água doce.   Quando formos montamos nossa barraca embaixo da proteção que existe colada no muro que dá de frente para a praia. Ficou meio confuso né? Mas nas fotos dá pra entender o que eu to falando. Se eu puder dar uma dica aqui, diria para colocar a barraca na ponta direita de quem olha para o mar pois não pega todo o sol da tarde e a barraca não fica tão quente.   LEVEM VENTILADOR! Há pontos de luz suficientes para se puxar uma extensão (lembra de levar o ‘T’ ‘benjamin’ ou sei lá como que fala na sua região, pra ajudar o coleguinha e não usar sozinho a tomada, bora compartilhar mais!) com ventilador a noite é filé de tranquila, porém sem o ventilador é punk, como fui de mochila e tava preguiçosa não levei ventilador; não recomendo. (Não tirei fotos ou fiz vídeos dos banheiros e cozinha pq realmente não é necessário).   O cachorro da dona Fátima, o zóio, é a coisa MAIS FOFA DESSE UNIVERSO!!! Ele é muito dócil e vem falar com todo mundo que chega para dar as boas vindas, é tão dócil que fica querendo entrar nas barracas pra conhecer por dentro hahahah.    
            4.1 Como chegar no Maracamping Aqui não tem errada, é descer no terminal do ônibus, pegar a estrada de terra no sentido pontal de maracaípe, passou o bar da mônica é só entrar na primeira rua à direita, andou um pouquinho para frente já se vai conseguir ver o muro do camping do lado esquerdo. Se ainda ficou na dúvida vou colocar o trajeto que coloquei fiz no maps pra vocês. Não confiem no GPS nem deixem o cara do pop ou uber confiar pq vai levar vocês para a rua de trás que não tem saída e não vai valer a pena, peçam pra descer no terminal e vão andando, é muito fácil chegar.   MAPA DE ONDE DESCE EM MARACA ATÉ O CAMPING   No geral dessa vez eu fui mesmo pra descansar então procurei desligar os aparelhos e aproveitar toda a vibe que o lugar trazia, mas se ainda quiserem agito de dia e sossego de noite de dia dá pra ir tranquilo pra Porto de busão, a pé, de bike, do jeito que quiser porque é muito perto e dá pra passar o dia rodando por lá;   Caso fiquem em pousada Porto é a opção pra quem vai ter que comer fora pois há mais opções e, portanto, preços mais camaradas, só pesquisar. Como ficamos no camping cozinhávamos lá mesmo o que barateia E MUITO a viagem, essa dica vale pra qualquer lugar que se tenha acesso à cozinha (detalhe que a cozinha do camping é muito convidativa e organizada então, se você for, deixa limpo tá? E também guarda sua sujeira direitinho, a natureza e o bom convívio agradecem. Obrigada pela leitura e, até a próxima!
      __________________________________________________________________ Links úteis  
      Tábua de Marés:
      https://www.apolo11.com/mare.php?local=02   CittaMobi: www.cittamobi.com.br/   Esportes em Porto de Galinhas: https://enter-guide.com/portodegalinhas/esportes-em-porto-de-galinhas   Maracamping Instagram: https://www.instagram.com/maracampingbeach/   Maracamping Facebook: https://www.facebook.com/maracampingbeach/?rf=923951584400139
    • Por ipamscf
      PRIMEIRAMENTE: Cadê o subtópico nos relatos de viagem da Paraíba?!
      SEGUNDAMENTE: Este é um post longo e os links para valores e compras estarão no final do post.
      OLÁ OLÁ OLÁ
      Essa viagem eu faço sempre, portanto, não tem data específica. O que pode alterar é o preço das passagens que, ao final como sempre, deixo os links e os meios de contato das atrações bem como o máximo de informação que consiga.
      -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
      1- O ÔNIBUS O meio mais barato de chegar em Campina Grande - PB vai depender de dois fatores: 1- ser estudante; 2- ter tempo e disposição; primeiro vamos começar pelo modo mais barato.
      Primeiro, de onde você estiver, procure saber como faz para chegar no Auto Posto Santo Expedito que fica na Iputinga (para quem é de Recife é ali perto do Detran, para quem não for, é só perguntar onde fica o Detran, o caminho é por ali). Quem vai de ônibus eu indicaria pegar o metrô e seguir até a estação Barro e, de lá, pegar o ônibus que faz a linha Barro-Macaxeira-BR 101 e, depois que ele descer o viaduto da Caxangá, descer na primeira parada, logo mais a frente estará o Posto.

       
      Há ainda a opção mais “segura” (infelizmente Recife está bem perigoso, portanto, qualquer opção que não seja carro se torna insegura) que é, saindo da Av. Recife, pegar o ônibus CDU-CAXANGÁ-BOA VIAGEM (atualização: hoje tem outro nome, aqui a gente usa ônibus pelo nome, mas o número permanece o mesmo) Nº 440 e descer no Viaduto da Caxangá, é assim que ele passa debaixo de um viaduto e faz uma curva como se fosse voltar pelo caminho que veio, depois que desce é ir andando até o Auto Posto.

            Depois que chegou no Posto é a hora de comprar a passagem; Há duas empresas que fazem o trajeto para a Paraíba, a Progresso e a Viação Total; a Progresso tem passagens para várias partes da Paraíba ao passo que a Total só faz o trajeto Recife-João Pessoa-Recife.
      Para esta primeira opção o caminho a ser feito é indo por João Pessoa; Os ônibus da Total tem os que são convencionais, ou seja, o preço da passagem é menor que em outros horários, portanto essa é uma boa hora para começar a viagem.


      Uma vez comprada a passagem para João Pessoa é só seguir viagem até chegar na rodoviária de Jampa. Quando desembarcar em jampa, por dentro da rodoviária mesmo, tem de seguir para o lado dos embarques municipais, que fica no outro extremo de onde acontece o desembarque.

      Chegando ao outro extremo é só subir a rampa e, logo do lado esquerdo, estará o guichê da Empresa Real Bus que é a responsável por fazer o trajeto João Pessoa - Campina Grande mais rapidamente, aqui que acontece o “barateio” da viagem pois, dentro da Paraíba, estudante paga meia passagem, ou seja, a passagem sai pela metade do preço!  
       
      Depois que comprar a passagem (sai ônibus de hora em hora para Campina) é só esperar ou na rodoviária mesmo ou ainda na área VIP da Real Bus (o nome é esse mesmo) até que chegue o ônibus e possa embarcar. O ônibus segue estrada pela BR 230, também conhecida por “tapete” por que peeeense numa estrada boa!
      Chegando em Campina Grande ao descer na rodoviária começa a linha de escolhas a depender de onde estará hospedado e etc.
       
      2- A CHEGADA Para quem vai para algum hotel e está com pouca mala a opção mais em conta que pode encontrar é o moto-taxi, para qualquer lugar da cidade - antes de começar a corrida pergunte o preço e, só depois que ele disser, diga para onde vai assim a chance de ser enganado diminui e, se for em época de alta estação como o São João, tenha em mente que os preços tendem a aumentar.
      Se está com muita mala há as opções de táxis e, para aqueles mais desbravados, há ainda os ônibus que são identificados pelos seus números. Sempre há um fiscal das companhias de ônibus então vale perguntar a eles como seguir para seu destino. Aqui vale a a máxima do mochileiro: baixe o maps offline ou salve o trajeto quando tiver internet. Em Campina Grande há informações no maps sobre transporte público.
       
       
      3- HOSPEDAGEM Como minha mãe mora na cidade eu não preciso ficar hospedada em hotel mas, pelo pouco que sei, existem algumas opções em Campina aqui cabe um pouco de bom senso na hora de escolher pesquisando as referências do hotel em sites e páginas de viajantes.
      No entanto, se forem escolher, escolham os que estiverem mais próximos do Parque do Povo, o local onde acontecem todos os shows e toda a festa junina se concentra nela.
       
      4- PONTOS TURÍSTICOS Certamente que a vontade é de conhecer todas estas atrações num mesmo dia mas, vos asseguro, não há condições de conhecer tudo num dia só, portanto reserve um fim de semana inteiro para conhecer tais atrações. Ao final deixarei minha sugestão de roteiro para o que fazer e o que visitar em cada dia mas, por hora, vamos conhecer mais os locais que acho interessantes de conhecer.
       
      Museu Três Pandeiros

      Sem sombra de dúvida há lugares que são indispensáveis para quem busca conhecer Campina Grande, dentre eles posso citar o Museu de Arte Popular da Paraíba - ou Museu dos Três Pandeiros que conta com a assinatura de Oscar Niemeyer e reúne trabalhos dos muitos artistas da Paraíba.

        Endereço: R. Dr. Severino Cruz - Centro, Campina Grande - PB, 58400-258 Horário: 09:00–19:00 Telefone: (83) 3310-9738 Entrada Franca   Açude Velho Ainda pelo caminho do Museu, está o cartão postal da cidade, o Açude Velho que ao redor dele encontram-se boa parte dos restaurantes, casas de show, academias e atrações mais chamativas de público.
       
      Bar do Cuscuz Ao seu redor podemos encontrar outro ponto turístico conhecidíssimo da cidade que é o Bar do Cuscuz, que oferece um belo ambiente além de música ao vivo e uma comida regional de sabor e preço muito acessível, claramente o Cuscuz é o carro chefe da casa mas eu, particularmente, prefiro carne de sol na nata com acompanhamento que é uma delícia e alimenta 3 pessoas que comem mediano tranquilamente custava R$ 42,00 na época em que fui, a dias em que há promoção de comida ou bebida, vale a pena perguntar ao garçon sobre tal possibilidade.
      Endereço: R. Dr. Severino Cruz, 771 - Centro, Campina Grande - PB, 58045-010 Telefone: (83) 3322-4232 Horário: 11:00–02:00 Entrada Franca  
        Espaço Zabumba
      Afora o Bar do Cuscuz no entorno do Açude também conta com a badalada casa de shows Espaço Zabumba onde, acontecem muitas apresentações de artistas famosos como Alcione, por exemplo.
      Endereço: R. Dr. Severino Cruz,S.N - Centro, Campina Grande - PB, 58045-010 Telefone: (83) 98837.3780 Horário: 20:00 - 03:00 Entrada a depender da atração  
      Parque da Criança
      Esta região ainda conta com o Parque da Criança onde, frequentemente, há atrações e atividades voltadas para o público infantil bem como ao público jovem também que, inclusive, é o que mais frequenta. Aqui vale o aviso de que, embora um local público e aparentemente bem protegido, acontecem constantes furtos tanto dentro quanto em seu entorno então, se forem conhecer, não esqueçam que atenção deve ser dobrada principalmente por estar em local desconhecido.
      Endereço: Av. Dr. Elpídio de Almeida, 215 - Catolé, Campina Grande - PB, 58410-215 Horário: 04:00–11:00, 13:00–20:30 Telefone: (83) 3337-4122 Entrada Franca
        Estação velha
      Saindo do Açude Velho, a poucos minutos a pé, está a Estação Velha que possui um acervo sobre a história do algodão e como ele emoldurou a economia local por muito tempo permitindo, inclusive, a construção de uma ferrovia comercial bastante movimentada na sua época áurea. Não paga para entrar, no entanto, incentiva-se uma ajuda para os guias que ali trabalham como voluntários, e lutam pela preservação do local e da história da cidade.
      Endereço: R. Benjamin Constant - Centro, Campina Grande - PB, 58410-012 Telefone: (83) 3341-0603 Horários: Entrada Franca mas conta com contribuição dos visitantes para os guias voluntários
       
        Parque do Povo
      Também a pouquíssimos minutos a pé do Açude Velho está o Parque do Povo, centro das festividades juninas na cidade onde, na época festiva, se enfeita e é cercado a fim de trazer mais segurança e estrutura para os turistas e cidadãos que vem a curtir as celebrações.
      Endereço: R. Sebastião Donato, S/N - Centro, Campina Grande - PB, 58400-355 Horário: 24 horas Entrada Franca  
       
      Dentro, e ao redor do Parque, instala-se uma bela estrutura que atende a todos os gostos, na parte mais baixa (pode ser na alta também, depende do humor de quem organiza a festa --” ) estão os restaurantes badalados da cidade que montam suas áreas ali. Ainda há a área de “cidade velha” que também tem uns mini restaurantes e conta com um coreto e com a “estação de rádio” do Parque. Por toda a extensão do Parque, até antes da Pirâmide é possível encontrar quiosques que tocam, principalmente, forró bem pé-de-serra.
       
         
      Na parte central do parque está a icônica Pirâmide onde ocorrem as apresentações de quadrilhas juninas e também shows de forró predominantemente pé de serra.

        Subindo as escadarias, logo a esquerda, está a cenográfica Vila Nova da Rainha e, mais a frente, encontra-se o pátio de shows com, ao fundo, o grande palco nominado Poeta Ronaldo Cunha Lima que acontecem os grandes concertos no Parque.
       
        Sítio São João Segundo descrição do site sobre o são joão de Campina Grande : ”São espaços como capela com imagens dos santos juninos, engenho, casa de farinha, roçado de milho, casa de taipa, bodega, tipografia e difusora. Os locais ficam repletos de artigos reais que ornamentavam os espaços.”
      O sítio funciona basicamente pelo dia é, portanto, junto à Galante, a atração diurna que atrai aqueles que ainda não podem ou não gostam de ir ao Parque do Povo.
      Endereço: Avenida Cônsul Joseph Noujaim Habib, s/n - Catolé, Campina Grande - PB, 58410-603
      Telefone: (83) 99188-7758 Horário: 11:00–22:00 Entrada entre R$2,00 e R$5,00 por pessoa, há promoção para mulheres até certa hora
        Vila do Artesão
      Por último, mas não menos importante, temos a Vila do Artesão - meu lugar predileto dentro de Campina Grande no São João - , um mercado aberto ao público também próximo ao Açude Velho que conta com lojas de artesanatos dos artistas locais menos conhecidos mas não menos talentosos da cidade de Campina Grande.
      Endereço: Avenida Almeida Barreto, s/n - São José, Campina Grande - PB, 58400-328 Horário: 10:00–18:00 Telefone: (83) 3322-2425 Entrada Franca
      No centro do mercado há uma praça de alimentação que, nos fins de semana mesmo fora da época festiva, é bem animado pois sempre tem um trio forrozeiro animando as pessoas que ali vão tomar uma bebidinha ou apenas almoçar. Há restaurantes self service sem balança com duas opções de carne por R$ 10,00


      Fazenda Santana
      Um restaurante fazenda que fica nas imediações do distrito de Galante que possui uma vasta área para atividades de turismo rural como passeio de charrete, cuidado com os bichos, redes para deitar-se após o almoço, vários lugares bonitos para tirar fotos, além de uma piscina muito convidativa e do som de um trio pé de serra para animar o almoço. Os preços são bastante acessíveis e a comida bem servida. Para chegar lá o transporte mais recomendado é mesmo o carro já que o acesso é um pouco difícil e possui um longo estacionamento.
      Endereço: Rodovia PB-100, s/n - Zona Rural, Campina Grande - PB Telefone: (83) 3317-1102 Horário: 12:00 - 15:00 Entrada Franca Cobra 10%,Couvert Artístico e não aceita cartões.  
         
      Galante
      A 18 km de Campina Grande encontra-se o distrito de Galante, uma cidade mínima porém muito procurada na época junina. Embora muito pequena é um distrito conhecido pois é nele que desembarca o famoso Trem do Forró (que, a propósito, eu particularmente não indico pois não é muito confortável para o preço que cobram, mas para quem gosta, vá a fundo) e possui muitos festejos durante o dia. Há quem diga que, enquanto a noite não chega para ir ao Parque do Povo, vai-se à Galante para curtir o dia assim como ao Sítio São João.

       
         
      5- ROTEIRO
      Como eu disse antes não creio ser possível (sempre há quem consiga, pois bem) fazer todos esses pontos num dia só, para tanto separei um roteiro de dia a dia dos pontos principais, entre os quais falei, que funciona especialmente para aqueles que tem coragem de andar rsrsrs. Dia 1: Galante - PB

      Embora não seja dentro da cidade de Campina Grande o distrito de Galante tem uma vida diurna muito convidativa para aqueles que buscam um verdadeiro pé de serra, rala bucho e muito espetinho e bebida.
      Para chegar em Galante há, pelo menos, 3 maneira de chegar: indo pela BR 230 até a entrada de galante; indo por dentro de Campina Grande, seguindo pelo trajeto que se faz para chegar à Fazenda Santana e, o que eu mais indico, indo de ônibus que o pega na antiga estação rodoviária de Campina, que fica bem no centro (usando o google maps mostra todas as informações).
      Quando se chega em Galante a primeira impressão é de cidade agitada (se for no São João) em cada esquina há um palhoção (não sei como chama na rua região mas aqui no NE é basicamente uma tenda enorme que fica um trio pé de serra animando o pessoal que se reúne la embaixo pra dançar e beber e curtir) e nestes palhoções sempre um bar e espetinhos na frente para animar e alimentar os ‘’juninos’’
      Indico, aqui, procurar os self services sem balança para os que precisam almoçar, há opções de barzinhos que oferecem estes serviços, restaurantes propriamente ditos são pouquíssimos, assim, os lanches estão por toda a parte e a preços bem camaradas, mesmo em época festiva. Há tapiocas, Crepes no palito, espetinhos, milho cozido e assado, salgados de todos os tipos.
      Em Galante é possível passar o dia inteiro e, se ainda houver pique, ir de noite para o Parque do Povo, se não, dá para descansar para no outro dia seguir para a programação a seguir.
       
      Dia 2: Estação Velha , Museu Três Pandeiros, Parque da Criança e Sítio São João

      Depois de chegar em Campina e se instalar na sua hospedagem (se quiserem dicas de hospedagens eu posso procurar e enviar para vocês, é só me mandar uma mensagem através da caixa ao lado direito no blog) é só pegar algum moto taxi, ou taxi, ou ônibus que deixe-os no Museu do Algodão, também conhecido como Estação Velha.
      Chegando na Estação velha façam o passeio guiado, não custa muito caro - depende do quanto de gorjeta você dará - e ajuda muito a entender todo o aparato que tem dentro do museu. Ainda dentro da Estação sigam para a parte de fora que tem uma réplica de um trem que era usado na época de expansão do comércio lá é possível subir no trem e tirar algumas fotos para ficar de recordação.
      Saindo da Estação, seguindo na direção da STTP logo a frente verá o Açude Velho. Indo pelo lado esquerdo verá o imponente Museu Três Pandeiros onde pode apreciar as obras de arte dos artesãos paraibanos ou comprar se assim desejar, depois de sair do museu é só seguir direto até, depois que der a volta no açude, verá um terreno gradeado com várias portas e etc, lá está o Parque da Criança; dificilmente as portas que dão para a lateral se encontram abertas, portanto, seguindo por esse caminho já sairá na área de entrada principal.
      Saindo do Parque da Criança ainda há a opção de esticar para o Sítio São João, trajeto que deve ser feito de carro devido a distância, lá funciona por uma boa parte do dia então, depois do almoço no parque da criança, se seguir para o Sítio ainda dá para forrozar muito por lá. As comidas não são tão baratas mas as bebidas compensam.
      Dia 3: Fazenda Santana e Parque do Povo

      Esse passeio é para aqueles dispostos a pegar estrada e ainda a curtir de manhã até de noite, literalmente. Seguindo pelo caminho numero 2 para galante é mais fácil de chegar na Fazenda Santana onde, assim que chega, já lida com uma bela paisagem bucólica e bem “fazendesca”.
      O amplo e fácil estacionamento permite a ida de carro sem maiores problemas, há trajeto de ônibus - salvo engano - mas eu mesma nunca fiz, portanto, não posso afirmar nem desafirmar nada.
      Dentre as várias atividades a que eu mais gostei foi ficar deitada na rede - hahaha - depois do maravilhoso almoço com uma bela paisagem e uma música pé de serra muito gostosa. O almoço é bem servido e o local muito charmoso e refrescante, no dia em que fui estava meio frio daí não entrei na piscina mas, quem já foi, disse que é bom.
      Dá para passar o dia lá, desfrutando da mesa de sinuca, das redes, do passeio de charrete, dos passeios a cavalo, da casa rústica de fazenda toda decorada como eram as fazendas nos tempos de outrora, do contato com os bichinhos da parte de criação e um espaço amplo para as crianças com brinquedos. Não sei se paga para curtir isso tudo pois, quando fui, como eu havia comido lá não sei se por isso não cobraram nada, mas comam lá, a comida vale muito a pena.
      Saindo da Fazenda Santana, pelo mesmo caminho que veio para voltar à cidade de Campina, é possível seguir para o Parque do Povo (passar no hotel e, se quiser, deixar o carro e pegar um táxi é uma opção vantajosa também) se tiver muito pique.
      Chegando no Parque do Povo eu, particularmente, prefiro ficar na área baixa (depende do ano e do humor dos organizadores) que é onde se encontra o coreto, a cidade montada e os bares gostosos com as ilhas de pé de serra, há na “rua de trás” umas lanchonetes e bares que os preços são mais em conta, daí vale a pena a passada por lá para comer e voltar para a parte central para ouvir o forró e ficar mais a confortável a vontade.
      Para quem gosta de mais agito, há a Pirâmide com forrós mais atuais e o próprio palco principal em si.
       
      Dia 4: Vila do Artesão e a volta
      No dia de volta, se ainda der tempo, sugiro passar ainda na Vila do Artesão, seja para almoçar a um preço barato e comida caseira, seja para ouvir mais um pouco do gostoso forró pé de serra ou, ainda, seja para comprar um souvenir para aqueles que não puderam desfrutar dessa cidade tão gostosa.

      Como fica próximo do Açude Velho, para quem tem coragem e pouca mala sugiro andar até próximo do Museu do Algodão (Estação Velha) e pegar um ônibus (245 A ou B) que leva até a rodoviária para lá pegar seu ônibus, para quem não, vale pedir um táxi usando um dos aplicativos como 99taxis e easy taxi; sugestão: COMPRAR PASSAGEM COM ANTECEDÊNCIA pois na época de São João, principalmente, é mais propenso aos ônibus estarem todos cheios, especialmente os convencionais que são mais baratos nos ônibus da Progresso (que seguem caminho direto para Recife por um preço mais caro do que se for por Jampa) e mesmo nos ônibus da Real Bus para o pessoal que escolher voltar por João Pessoa novamente. Acesse o caminho para usar no gps aqui ou abra direto aqui abaixo .
       
      Links úteis
      CittaMobi: www.cittamobi.com.br/

      Viação Progresso: https://www.progressoonline.com.br/

      Viação Total: http://www.viajetotal.com.br/  
      Real Bus:https://www.realbus.com.br/

      Rodoviária Nova Campina Grande:

      Museu Três Pandeiros:

      Bar do Cuscuz:https://www.instagram.com/bardocuscuzcg/?hl=pt-br https://www.ifood.com.br/delivery/campina-grande-pb/bar-do-cuscuz-centro/7371341d-d145-4606-b16e-6ee2fffd29f7
      Espaço Zabumba (hoje Espaço Criativo):

      Museu do Algodão:https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g793400-d4376101-Reviews-Cotton_Museum-Campina_Grande_State_of_Paraiba.html

      Sítio São Joãohttps://saojoaodecampina.com.br/sitiosaojoao/

      Vila do Artesão:https://saojoaodecampina.com.br/viladoartesao/

      Fazenda Santana:https://pt-br.facebook.com/pages/Fazenda-Santana-Galante-PB/170854629713953 https://www.instagram.com/fazenda_santana/?hl=pt-br
    • Por ipamscf
      PRIMEIRAMENTE: Por que não tem um subtópico em relatos de viagem do Nordeste de Pernambuco?   Esse é um passeio rápido que fizemos por menos de 50,00 (o casal) para a praia de Gaibú, Cabo de Santo Agostinho - PE. Vale ressaltar que, se fores tentar isto, esteja num dia de pura descontração e espírito aventureiro, pois vai precisar bastante, no mais, confira a tabela de marés através do link que estará ao final do post e observe a previsão do tempo (para que possa curtir melhor) e utilize o app CittaMobi para saber a hora que o ônibus vai passar para se programar melhor.
      Fizemos essa viagem em Junho/2014.
       
      P.s: os valores serão atualizados, mas o meio de chegar não mudou nada.
      P.s2: as fotos foram coletadas na internet, no google fotos mesmo, por motivos de Metrô e Integrações de Recife e região, são perigosas e não fique dando vacilo com celular nem câmeras.
       
      1- METRÔS Através de pesquisas percebemos que o trajeto mais barato seria utilizando o sistema de Terminais Integrados que existe em Recife e RMR - Região Metropolitana - no entanto, para elaborar as ideias foi necessário conhecimento da cidade, pois esse trajeto não consta nas buscas pelo Google Maps e afins, então, uma vez decididos, saímos de casa e pegamos o metrô pagando a tarifa de R$4,00 por pessoa. Embarcamos no metrô por volta de 11:30 e fomos com ele até a Estação Joana Bezerra, um percurso de 15-20 min.
      Tivemos sorte ao pegar o segundo Metrô, pois quando desembarcamos em Joana Bezerra ele estava chegando, então entramos na Linha-Sul e com ela fomos até a Estação final Cajueiro Seco, um percurso de 30-50 min, o metrô até que estava vazio, tanto pela hora quanto pelo dia da semana, que foi um domingo; Não é difícil trocar de linha quando se sai da Centro-Oeste para a Sul  pois é uma mesma plataforma como dá para ver na imagem (as linhas vermelha e azul se juntam quando chega na Joana Bezerra), daí não haverão tantas dificuldades.
      2- BUSÕES
      Descemos na estação Cajueiro Seco - não há risco de perder a estação já que ela é a parada final - e nos dirigimos até a Integração de Ônibus, passando pela passarela e depois descendo as escadas, o que não é difícil é só seguir a multidão, e uma vez na integração, quando encontramos a parada do ônibus esperamos (pacientemente) por 20-30 min pelo ônibus que nos levaria até a integração do Cabo de Santo Agostinho (ônibus número 139), percurso que leva +/- 40-50 min;
      Ao desembarcarmos na Estação do Cabo de Santo Agostinho (também não é difícil saber quando, é só seguir a multidão), nos dirigimos à parada do ônibus que nos levaria até Gaibú (ônibus número 157) - na dúvida é só perguntar aos fiscais que ficam numa bancada no meio da integração, que eles indicam onde fica -, pelo qual nós esperamos uns 10-20 min, e quando já havíamos embarcado, até chegar lá o percurso durou uns 40-50 min;
      Chegamos em Gaibú exatamente às 13:30, depois de 2 (duas) horas de viagem, por isso digo que é preciso espírito aventureiro e boa vontade para poder chegar em Gaibú pagando pouco. De lá, ainda é possível seguir para as praias vizinhas que são tão belas quanto, como Calhetas, Praia do Paraíso e Suape.
       

      ->Relação de Linhas no TI CAJUEIRO SECO  

      ->Visão do Terminal de Cajueiro Seco  

      -> Terminal do Cabo de Santo Agostinho  

      -> Ônibus que sai do terminal do Cabo para Gaibú.     3- A CHEGADA Descemos na entrada da cidade - geralmente muita gente desce nesse ponto, pois o ônibus não vai até o centro, depois de descermos, com muito cuidado, atravessamos a pista e seguimos pela avenida (de nome Laura Cavalcante) que fica de frente para a delegacia e a partir dali caminhamos uns 5 à 10 min para acharmos um lugar bom para comer.
      Por sorte, na hora que chegamos era exatamente a hora da maré mais baixa, então aproveitamos bastante da praia (depois de comer que hoje Gaibú tem diversas opções pra comer), tomamos muito banho de mar (a praia de Gaibú, especialmente a parte das piscinas naturais, é excelente para banho. Águas mornas e cristalinas, um paraíso mesmo) Ainda há a opção de subir a grande pedra que leva até Calhetas - não tem erro de encontrar, entretanto o caminho pode ser perigoso pq tem alguns matos e gente de má índole pode se esconder por ali então, é aquilo, um olho na missa outro no padre-..
      Como fomos buscar meus sogros não voltamos de ônibus, viemos de carro na volta, assim nosso caminho da volta, foi outro que (diga-se de passagem, se estiver de carro e for por este pedágio, o tempo de viagem encurta para não mais que 40 minutos) pega o mesmo percurso do ônibus, mas entra em Enseada Dos Corais (uma entrada à direita de quem volta, e como a pista tem muitas curvas é bom ir devagar senão perde a entrada) e depois segue a pista principal até chegar no pedágio - a estrada só leva até o pedágio mesmo então não há como errar, saímos de Gaibú umas 17:30 e chegamos em casa às 18:50 da noite.
      Pra quem voltar de ônibus pode fazer o mesmo trajeto de volta utilizando ônibus e metrô, pagando o valor do ônibus que vai para a integração do cabo ou ainda há a opção de pegar um ônibus opcional que vai levar você até Candeias, mas eu não aconselho muito pois é mais caro e pode se tornar mais perigoso e mais trabalhoso que o trajeto inicial.
      >Parada de ônibus na entrada de Gaibú  
      ->Pedágio da Rota dos Coqueiros   Obrigada pela leitura e, até a próxima!
      ___________________________________________________________________________ Links úteis Valores de passagens de ônibus na RMR:
      Valores Metrô https://www.cbtu.gov.br/index.php/pt/tarifa-recife
      Tábua de Marés: https://www.apolo11.com/mare.php?local=02
      Tabela de Preços Pedágio - Rota dos Coqueiros: http://rotadoscoqueiros.com.br/tabela-de-tarifas   CittaMobi: www.cittamobi.com.br/
    • Por ipamscf
      OLÁ OLÁ OLÁ!
      Fizemos essa viagem em 2016, entretanto os preços de passagem foram as coisas que mais alteraram - e hospedagem claro é por conta de cada um - então é mais pra vê como chega de forma mais barata (há os transfers, mas é aquilo, aqui é low cost sempre que der kkk).
      p.s: as fotos são minhas mesmo, se na época que o meu celular já não era essas coisa as fotos ficaram assim, imagina pras câmera hoje em dia? rsrs
      ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- SÁBADO
      1- METRÔ Como nossa casa fica próxima a estação de metrô seguimos para ela e fomos sentido estação Joana Bezerra. Chegando na JB saímos do trem e cruzamos a plataforma para pegar a linha Sul; demorou cerca de 5 minutos para o próximo metrô chegar, mas quando chegou tivemos a sorte de irmos sentados.
      Seguimos da Joana Bezerra até a estação Aeroporto onde descemos e, seguindo a multidão chegamos até quase a integração de ônibus, mas antes de chegar até lá há algumas placas de papel, bem simples - então é bom ficar atentos - que indicam a ENORME passarela que liga a estação aeroporto ATÉ o Aeroporto de Recife, seguimos por ela até chegarmos dentro do aeroporto.
       
      2- ÔNIBUS Uma vez dentro do aeroporto percebemos que estávamos no segundo andar, o que é normal, haja vista a altura da passarela, por dentro mesmo do aeroporto entramos pela plataforma -H alguma coisa- e fomos em direção ás escadas e descemos até alcançarmos o térreo.
      Quando chegamos no térreo ficamos um pouco perdidos - confesso - pois nunca tínhamos andado por ali, mas quando saímos no portão seguimos em direção a uns bancos que ficam entre as duas pistas dentro do aeroporto (a pista mais interna por onde circulam os carros e táxis ,e a mais externa, por onde passam os ônibus) e, chegando mais perto percebemos a placa que informava qual ônibus passava por ali: 195 Opcional - Porto de Galinhas (atualização: o preço mais atualizado da passagem vai encontrar fácil no link no final do post), MAS pela verba ser minúscula optamos - desde antes nas pesquisas, pois já sabíamos desse ônibus mais caro- pelo ônibus mais barato, mas eis que surge o medo pois nas placas não conta ele, mas não se assustem, ele passa sim e o ônibus que pegamos - o que demorou uns 10 minutos para chegar - foi o 191 Recife - Porto de Galinhas (Nossa Senhora do Ó), então ficam ai duas opções de ônibus: para quem quiser ir no maior conforto, pois o opcional conta com ar condicionado e faz um percurso mais curto, ou quem está mais apertado mas não quer deixar de curtir a viagem.
      Ao subirmos no ônibus uma chateação: ele estava lotado, portanto seguimos em pé mais ou menos até Ipojuca, onde surgiu a primeira vaga pois as pessoas começavam a descer. O ônibus estava cheio porque ele vai pegando passageiros ao longo do trajeto que faz saindo do Cais de Santa Rita - no centro de Recife -, passando pela Av. Sul, chegando na Mascarenhas de Morais, até chegar onde estávamos. Mas já sabíamos dos riscos e metrô ainda era nossa melhor opção. 
       
      3- CHEGADA   Depois de 2 horas e 10 minutos de viagem (saímos de ksa às 10:30, chegamos em Porto de Galinhas ás 12:40), pra quem vai se hospedar mais perto do centro é melhor descer quando todo mundo desce, que é praticamente na entrada de Porto, nós descemos do ônibus - fica aqui a observação que nossa pousada ficava mais pra dentro de Porto - mas antes perguntamos ao motorista se ele faria a volta na rotatória e ele nos confirmou o que nos fez descer apenas na rotatória o que poupou caminhada com peso e sol de rachar.   4- POUSADA
      Como dá para ver na imagem acima a nossa pousada fica logo após o giradouro, é a Porto Backpackers, compramos nossa estadia de duas noites pelo booking e, embora tenhamos avisado que chegaríamos num horário mais tarde, acabamos chegando mais cedo que o previsto e, mesmo assim, não foi empecilho. (atualização: não sei se ela ainda funciona, entretanto não esqueçam de na hora de buscar pousada em porto, olhar o endereço e ver onde fica, se fica perto da praia, da avenida e etc)
      No quarto havia frigobar e microondas que foi uma verdadeira mão na roda e que fez com que nós gastássemos menos ainda o que imaginávamos, assim, quando forem se hospedar - me arrisco a dizer até em todo lugar- opte por um lugar com microondas e frigobar ou cozinha comunitária, vai salvar teu bolso para passeios e outras coisas.
      De frente a pousada tem um supermercado, mas ele não é tão barato e bacana quanto o que fica quase na entrada da Rua Esperança (a rua que adentra para Porto ), fizemos uma compra de 50,00 que nos rendeu o almoço, a janta e  ainda o café da manhã do dia seguinte.
       
      5- A CIDADE DE DIA Como tínhamos pouco tempo e queríamos conhecer o máximo de coisa que desse, almoçamos e depois saímos em rumo ao centrinho, que não é difícil de encontrar uma vez que é só seguir reto pela Rua Esperança e depois pelas ruas de paralelepípedo, não há errada.
      A partir dali já começa a ter coisas que você pode aproveitar, as fotos no rosto de galinha, banquinhos, de tudo um pouco para você guardar suas memórias, aí fica a seu critério, inclusive há pessoas oferecendo almoços nos self services que nós não fizemos porque já tínhamos almoçado na pousada mesmo, dali fomos andando sentido praia para ver como estava o mar e, devo dizer, estava belíssimo.
      Para terminar o primeiro dia, tomamos um açaí (numa lanchonete perto do deck, quase de frente à entrada de uma pousada, só seguir pelo lado da subway que encontra) que saiu por uns R$7,00 (na época) o pequeno pois não aguentamos comer uma quantidade maior. Após, voltamos para o hostel e ficamos por lá até o outro dia pois o sábado foi muito puxado, mas deu pra ter fotos incríveis.
        ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ DOMINGO   1- A PRAIA E A CIDADE Depois de descansar e tomarmos nosso café da manhã que havíamos comprado no dia anterior saímos umas 09:30 da pousada e fomos em direção à praia. O mar estava absolutamente belo e também a cidade cheia de turistas. Uma coisa que nos impressionou foi a quantidade de estrangeiros que estavam na cidade nessa época do ano, mas foi mais como uma surpresa mesmo.
      Lembram que eu disse que essa época no nordeste é época de chuva? Pois é, neste dia, em específico, o dia amanheceu bem nublado, mas a medida que o dia foi passando e foi chegando perto das 11:00 o céu já estava de um azul lindo, um vento com cara de verão - apesar de inverno - e um calor muito convidativo para praia.
      Antes de chegarmos mesmo às areias da praia, mesmo, demos uma volta pelo deck e redondezas pois, no dia anterior, estávamos cansados e não conseguimos curtir tudo, então passamos pelas galerias que ficam próximas ao deck - a que tiramos foto é linda e muito fofa, mas há várias outras que dá para conhecer e ficam na mesma imediação - além de passarmos pelo famoso letreiro que, diga-se, foi muito difícil conseguir uma foto sozinhos com o mesmo devido a quantidade de gente, mas nada como esperar o momento certo e estar preparado para quando ele chegar.
      Depois de passear pela orla seguimos em direção a praia, onde só ficamos relaxando, tomando um sol - que ainda estava entre nuvens a essa hora - esperando que o céu ficasse azul mesmo e encontramos uma barraquinha de lanches, havia vários tipos de lanches mas optamos pela opção nada saudável de salgadinhos e pipoca - viagem tem dessas coisas também - mas havia caldo de cana que foi o ápice do lanche. Não deixem de experimentar caldo de cana na praia, dá uma refrescada revigorante (mas se você for diabético CUIDADO caldo de cana é bem açucarado, eu por exemplo se como caldo de cana com pastel passo mal mesmo).
      Quando já estávamos ficando sonolentos e um pouco queimados demais decidimos voltar para a pousada e descansar, almoçar, essas coisas.
          2- A NOITE Acabamos cochilando e só viemos acordar quase 18:00, já que havíamos dormido tanto decidimos por conhecer Porto á noite já que o local onde estávamos era movimentado e o dono da pousada tinha afirmado que era seguro fomos andando pelo mesmo caminho do dia.
      Percebemos, já de cara, a quantidade de turistas e de bares abertos a noite que não estavam de dia, e isso foi uma surpresa muito agradável, primeiro pela segurança depois por poder sentir o movimento da cidade, isso sempre é muito bacana. Antes de chegar ao deck, porém, há uma rua chamada Rua dos Navegantes, continuação da Rua Esperança que, se seguir por ela pelo lado direito - lado de quem chega até o deck - um pouco a frente vai se deparar com uma praça que possui feira de artesanatos que é uma graça.
      Para além dos artesanatos (que encontramos a partir de R$ 3,00 na época) há brinquedos para as crianças e internet wi-fi (pelo menos havia, hoje ja nao sei nem se precisa), mesmo que com sinal congestionado, mas ainda conseguiu funcionar. Lá compramos dois ‘’bisqüis’’ - não sei como se chama na sua região, mas aqui são bonequinhos parecidos com massa de modelar só que ficam durinhos, há fotos abaixo =D  - que são imãs de geladeira e são uma graça. Lá tiramos umas fotos bem turistas com as placas engraçadas, as galinhas, as paredes, aquela turistada básica.
      Lá vem a militante: TURISTEM NO ESTADO DE VOCÊS, NO SEU PAÍS! Tem tanta coisa linda por aqui e por aí.
      De lá, demos a volta seguindo adiante pela rua, passando por um restaurante bem bonito, virando a esquerda e depois a esquerda novamente até chegar ao final da rua que dá para o deck, foi basicamente um círculo que fizemos -rsrsrs-  quando chegamos ao deck tiramos mais fotos turistas (aquela tentativa de close certo, sabe?) e nos sentamos nos banquinhos próximo ao restaurante Itaoca, onde tocava música ao vivo e ficamos a curtir a noite, olhar o movimento, e agradecer cada minutos que ali estávamos.
      Passado esse tempo seguimos em direção a pousada onde passaríamos a última noite antes de voltar para Recife.
       
        ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ SEGUNDA   1- ANTES DA VOLTA
      Nosso último dia em Porto, por enquanto, foi bem tranquilo. Arrumamos as malas quando chegamos da cidade de noite depois de jantar, já para não nos preocuparmos no outro dia em acordar tão cedo, mas mesmo assim acordamos umas 09:00 para poder aproveitar melhor o restinho de dia que ainda sobrava, então tomamos café (fizemos uma compra extra no supermercado da frente, o Arco-Mix, mas não ultrapassou 20,00 e ainda sobrou um hambúrguer de café da manhã.
      O dono da pousada, muito bacana e muito prestativo, nos disse que em virtude do quarto não está programado para mais ninguém que poderíamos ficar até o fim da tarde se quiséssemos, o que foi uma notícia muito boa mas, infelizmente, teríamos de voltar cedo por causa do congestionamento e transporte na chegada á Recife. Por isso, decidimos ir conhecer uma das coisas que Porto tem que eu acho muito bem bolado, as famosas praças.
      Essas praças são praças mesmo hehehe, onde ao redor se localizam pousadas e hosteis e muitas casas, fomos conhecer uma que ficava perto da pousada, seguindo até a rotatória em direção á maracaípe há uma rua (Da Posteação, é o nome dela) a esquerda de quem vai e a direita de quem vem, que entrando nela já vai, logo a frente, avistar a praça 19. Nessa praça há uns banquinhos embaixo de sombras deliciosas de árvores onde achamos um sinal de wi-fi aberto (pois é, acontece), mas no geral é um lugar pra ficar contemplando e curtindo e foi o que fizemos.
      Voltamos para a pousada (mesmo caminho da ida, mega fácil), tomamos água e decidimos ir conhecer a última coisa que não havíamos conhecido, uma lagoa gigante que ficava a poucos metros de distância de nossa hospedagem. A lagoa engloba uma área enorme da cidade de Porto de Galinhas e achei que valia a pena conhecer nem que fosse só pela margem, daí saímos da pousada e seguimos reto na direção oposta que nos leva para o centro e, a medida que fomos chegando, só nos foi encantando. Só não ficamos mais encantados por que não conseguiríamos um passeio por ela, mas vê-la já é algo incrível.
      Depois da praça e da lagoa fizemos nosso caminho de volta para a pousada onde almoçamos e nos preparamos para ir embora, como já disse, embora tivéssemos tempo achamos melhor voltar mais cedo mesmo, pois a estrada seria longa.
       
        2- A VOLTA
      Usando o aplicativo CittaMobi (indico completamente para usar em Recife e adjacências) vimos que nosso ônibus sairia às 12:40 então, quando o relógio bateu 12:30 nos despedimos do dono da pousada e seguimos para a parada de ônibus. Diferente da ida nós não pegamos o ônibus no lugar que descemos pois, soubemos, que dali ele partiria para o terminal e não faria a volta então andamos, com malas e no sol, para próximo ao mercado onde fizemos a compra de nossas refeições (o mercado que fica no sentido da praia, não o de frente da pousada), que logo a frente se encontrava a parada de ônibus.
      Como esperado ele chegou e subimos nele, onde pagamos a passagem (pegamos o promocional então foi o mais barato na volta também) e sentamos nas cadeiras (pegamos no local certo pois o ônibus estava vazio) para voltar ao Recife. Antes de sair de Porto o ônibus ainda para de frente à Delegacia, onde é uma parada de ônibus mais conhecida dele e, lá, há a opção de pegar o transporte que tem ar condicionado (fica a dica).
      Levamos duas malas e foram suficientes para passar o fim de semana, mas isso vai depender do seu perfil de levar roupas, como priorizamos roupas leves e poucas malas para facilitar as caminhadas duas nos bastaram.
      Chegando em Recife, descemos na parada que fica de frente ao Aeroporto, não tem errada.
       
          Obrigada pela leitura e, até a próxima!
       
        ___________________________________________________________________________   Links úteis   Tábua de Marés: https://www.apolo11.com/mare.php?local=02   CittaMobi: www.cittamobi.com.br/  


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