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EUROTRIP LUA DE MEL: Paris, Praga, Viena, Budapeste, Costa Amalfitana e Roma - 23 dias de Primavera


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Em 30/05/2019 em 19:03, michele.caetano disse:

E pra finalizar uma foto da sacada do nosso apartamento com uma bela vista da Torre Eiffel. Era incrível acordar e dormir com essa vista!

Que show! Saudades de Paris! Só não dos preços das coisas. hehehehe

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  • 1 mês depois...
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Paris

Dia 4

Como não tinha previsão de chuva pra esse dia, aproveitamos pra ir na principal atração da cidade: subir a Torre Eiffel. Como não queríamos perder muito tempo em fila e pretendíamos subir na torre de elevador, acordamos bem cedo e chegamos antes mesmo da bilheteria abrir (por volta de 8:30). Já tinha uma fila, mas nada comparado ao horário de pico! Demoramos cerca de 30 min pra subirmos depois que a bilheteria abriu. A vista lá de cima é incrível! Uma dica: aproveite pra já subir até o topo da torre, porque conforme vai ficando mais tarde vai formando uma fila pro elevador. Nós fizemos isso e foi ótimo, porque além de não pegarmos nenhuma fila pra subir, ainda estava bem vazio lá em cima. Depois descemos de volta ao segundo andar e aproveitamos a vista e, claro, tiramos várias fotos. De fato, é uma atração única, com uma vista incrível da cidade. Vale muito a pena! 

Pra quem quer economizar ou chegou tarde e não está afim de perder horas na fila e tem uma boa dose de disposição, tem a opção de subir a pé até o andar principal. O preço é bem mais em conta (uns 10 euros mais barato). Neste ingresso também está incluída a subida até o topo da Torre de elevador. Da outra vez que fui à Paris subi de escadas por conta da fila, mas tinha lá meus 20 e poucos anos. Depois dos 30, subir 1.500 degraus fica um pouco mais puxado, rs.

Entrada: €25,50

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Saindo da Torre fomos num mercado (Carrefour) ali perto pra comprar comidinhas e vinho pra fazermos um piquenique no parque Champ de Mars, mais um dos presentes de ganhamos. Solzinho gostoso pra esquentar e uma vista privilegiada da Torre Eiffel, sucesso garantido! Ah, não esqueçam de levar uma canga ou toalha. 

Gasto mercado: 22,4 (compramos tudo que está na foto, incluindo abridor de vinho que esquecemos, patê de frois gras e creme de avelã =p ).

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Nesse dia experimentamos andar de patinete pela cidade. Foi super prático e divertido. Apesar do metrô de Paris ser excelente, perde-se tempo com o deslocamento a depender da distância e da necessidade de trocar de linha. Conseguimos otimizar bastante nosso tempo com o patinete. Só tem que ficar atento no app pra não perder a noção de quanto tá gastando em cada corrida, porque não é muito baratinho não.

Primeiro fomos até o Hôtel des Invalides, depois na Ponte Alexandre III e na Galeries Lafayete, com o objetivo de comer alguns doces típicos franceses que sabia que tinham por lá e beber um drink no rooftop (mais um presente de casamento que ganhamos). Infelizmente o terraço estava fechado, mas consegui experimentar o L'éclair e macarrons! Deliciosos, mas preço salgado.

L' éclair de Génie: €6 unidade

Macarron Pierre Hermé: €3 unidade

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Hôtel des Invalides

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Hôtel des Invalides

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Ponte Alexandre III

 

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Pra encerrar o dia com chave de ouro, fizemos um passeio de barco pelo rio Sena pela empresa Bateaux Mouche (€14 p/ pessoa), no horário do pôr-do-sol. Levamos uma garrafa de vinho pra bebermos durante o passeio (já que não tínhamos grana pra fazer o passeio com jantar - uma pequena fortuna!). O passeio foi uma delícia! Curtimos bastante e o horário foi perfeito porque passeamos pelo rio no fim da tarde, ainda claro, e também à noite, com tudo iluminado, inclusive a Torre Eiffel. 

 

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Gasto patinete pra 5 deslocamentos, desde o Champ de Mars até o Trocadero, onde pegamos o metrô: €17,15 (veio no cartão de crédito).

 

 

 

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Paris

Dia 5

Estávamos na dúvida se íamos no Palácio de Versailles ou não, mas como era a primeira vez do meu marido na França, eu achei um pecado ele não conhecer. O problema é que era uma terça-feira e como ele não abre às segundas esse costuma ser um dia bastante cheio por lá. E estava mesmo! Não conseguimos chegar cedo como havíamos planejado (o cansaço já estava batendo nessa altura), então pegamos uma fila gigantesca de mais de 3h pra entrar no palácio. Dica importante: caso tenha muita fila pra entrar no palácio vá direto pros jardins, curta o ambiente e mais tarde volte quando a fila já estiver menor. Como perdemos muito tempo na fila não curtimos o quanto gostaríamos tanto a visita no palácio quanto nos jardins. De todo modo é um passeio imperdível, e por isso mesmo vale um planejamento pra aproveitar melhor. Os jardins são incríveis e passar a tarde lá foi uma delícia. Como estávamos famintos comemos num restaurante que tinha lá pelos jardins. Não foi muito barato, mas era o que tínhamos. Uma possibilidade é comer um lanche no Mac Donald's que tem perto da estação de trem, antes de entrar no Palácio. Vi muita gente na fila fazendo isso.

Passagem trem p/ Versailles - ida e volta: 7,40 p/ pessoa

Entrada Versailles (palácio + jardins): €27 p/ pessoa

Almoço nos jadins: €45 casal

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Voltando pra Paris passei na Citypharma, uma loja de cosméticos que tem preços super atrativos. A dica é já fazer uma pesquisa antes do que gostaria de comprar porque chegando lá é muita informação! Eu não sou muito de usar cosméticos então fiquei meio perdida, confesso. Mas consegui comprar algumas coisinhas que valeram a pela. Gastei em torno de €40 comprando: sabonete esfoliante facial, água termal, creme antioxidante p/ rosto e lenços demaquilantes.

Pra encerrar nossa estada em Paris, bebemos a garrafa de espumante que ganhamos de cortesia na sacada do ap, curtindo a vista pra Torre Eiffel, que de hora em hora cintilava e ficava ainda mais bonita. Ahh que saudade que bateu! 😍

 

 

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No dia seguinte, saímos bem cedo (mas super atrasados!) pro aeroporto, rumo ao próximo destino. Depois de muita adrenalina por quase perdermos o vôo, só sobrou espaço pra ansiedade de chegar logo nesse pedacinho do mundo tão encantador e maravilhoso, chamado Praga! ❤️

Uber Montmartre-Aeroporto: €40

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  • 2 semanas depois...
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Praga

Deslocamento Paris-Praga: avião (AirFrance) - €49 p/ pessoa

Saindo do aeroporto: Pegamos um ônibus (32 CK p/ pessoa) até um local onde tinha uma estação de metrô (se não me engano foi em Petriny) - no centro de informações do aeroporto você consegue se informar tranquilamente. De lá pegamos a linha A do metrô e descemos na estação Museu que ficava há 5 minutos da nossa hospedagem.

Câmbio: Trocamos €50 no aeroporto numa cotação ruim: 1€ = 18 CK. Troquem o menos possível lá! Na cidade a cotação foi bem melhor: 1€ = 25 CK. Vou tentar lembrar a casa de câmbio que troquei (indicação dos staffs) e coloco aqui.

Hospedagem: Ficamos no Vallentina Apartments, pelo Booking.  Quarto c/ suíte bem espaçoso e confortável. Tinha também uma cozinha compartilhada bem equipada. Os staffs, Valentina e Andrew, foram super simpáticos e atenciosos.  Nos deram um mapa da cidade e várias dicas sobre o que fazer e onde comer com bom custo-benefício e ainda nos deram umas cervejas tchecas de boas-vindas! 😃. A localização era ótima, perto da estação do metrô Museu, ou seja, fica bem próximo do Museu Nacional de Praga e da praça Venceslau. O apt é perto, mas fora da zona turística. Então tem boas opções de restaurantes com comidas locais boas e preços justos, além de ser uma área bem residencial e silenciosa. Dar pra ir caminhando tranquilamente até o centro histórico (10 min), inclusive à noite (é uma cidade bem movimentada e segura). Valor da diária c/ taxas: €75 (quarto casal).

Link: https://www.booking.com/hotel/cz/valentina-apartments.pt-br.html?aid=397600;label=gog235jc-1DCAEoggI46AdILVgDaCCIAQGYAS24AQbIAQzYAQPoAQH4AQKIAgGoAgO4ArGA_OkFwAIB;sid=246fddde2beff73d6ac1423c5ee987d1

Transporte na cidade: O melhor é andar à pé em Praga, mas a cidade é bem coberta com metrô e tram. Então quando as pernas já não aguentarem mais, é possível se deslocar bem pela cidade usando esses transportes.

 

Gastos casal - 3 dias:

Hospedagem: €220

Alimentação: €188 - média €63/dia, incluindo café-da-manhã que não tínhamos na nossa hospedagem.

Cervejas/bares (Praga merece um tópico só disso!): €47 - média de €16/dia, graças, eu ouso dizer, ao melhor preço de cerveja da Europa!

Atrações turísticas: €50

Transporte: €11 - andamos mais à pé porque estávamos bem localizados e porque é incrível caminhar pelas ruas de Praga!

Sem dúvida, essa foi a cidade mais barata do nosso roteiro! Comemos bem e bebemos maravilhosamente bem. As cervejas são incríveis e o preço mais ainda: €2-2.50 o pint (500mL)! Fujam dos lugares pega-turista, porque lá vocês não vão pagar esse preço camarada.

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  • 3 meses depois...
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Praga (continuação)

Se comunicando em Praga: respondendo a uma pergunta que recebi por aqui, se comunicar na cidade é tranquilo pra quem se vira no inglês porque praticamente toda a população de lá fala inglês fluente. Agora, ler placas, esquece! Rs. Ler cardápio também é um desafio. A dica pra não ficar preso em restaurantes que possuem cardápio em inglês é pesquisar antes os práticos típicos que gostaria de experimentar e anotar os nomes em tcheco. Foi basicamente o que fizemos.

Comidas típicas em Praga: no geral, as comidas de Praga se parecem bastante com as de seus países vizinhos, Alemanha, Áustria e Hungria. Alguns pratos que provamos foram o goulash (carne vermelha servida com um molho bem temperado e Knedlíky - um pão cozido no vapor), Schnitzel (carne de porco ou vitela empanada, super crocante e sequinha), joelho de porco (comemos um muito bom que mais a frente falarei o restaurante), e o famoso doce Trdelník, uma massa assada em forma de rolo, passada no açúcar e canela que tem em todo canto da cidade, em lojas e barraquinhas. Uma delícia. A dica é comprar em um lugar que esteja saindo fresquinho na hora. Também tem a opção de rechear com Nutella, sorvete etc.

 

DIA 6 (1º dia em Praga)

Assim que chegamos na cidade paramos rapidinho numa barraquinha pra comer um hot dos com refrigerante (210ck) e fomos pro Walking Free Tour que já tínhamos reservado (vou tentar achar o nome). Vale muito a pena começar a conhecer Praga pelo tour porque depois você já olha pra cidade pensando na história dela. Escolher fazer o tour com um guia que falava espanhol e foi bem tranquilo de entender. Ele era ótimo, daqueles que demonstram paixão em contar a história da cidade. Teve uma paradinha no meio num restaurante pra quem queria comer ou beber alguma coisa. Aproveitamos pra degustar nossa primeira (de muitas) cerveja em Praga. Logo de cara experimentei a Kozel, uma cerveja escura maravilhosa (e eu nem curto cerveja escura). Foi sem dúvida, umas das preferidas.

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Walking Free Tour

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Almoço (para quem estava com fome e pressa): McDonald's - 280ck

Tomamos um banho merecido e voltamos a caminhar pela cidade. Subimos a Torre da Pólvora, bebemos cervejas num terraço com vista pra cidade (presente de lua-de-mel que ganhamos) no T-Anker, passeamos pela praça da Cidade Velha, vimos o Relógio Astronômico tocar (toca sempre nas horas cheias) e no finzinho da tarde caminhamos pela famosa Ponte Carlos e ficamos lá até anoitecer e ver tudo iluminado.

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Torre da Pólvora

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Vista da Torre da Pólvora

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Rooftop T-Anker

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Praça da cidade velha

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Praça da cidade velha

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Relógio Astronômico

 

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Entrada Ponte Carlos

 

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Ponte Carlos

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Gastos do dia:

  • Hot dog: 210ck p/ 2 pessoas
  • Parada walking tour:  2 cervejas 161,70ck (caro para o padrão em Praga, mas ainda não sabíamos disso)
  • Gorjeta walking tour: 10 euros o casal (é opcional e o valor é livre)
  • Almoço Mc Donalds: 280ck p/ 2 pessoas
  • Entrada Torre da Pólvora: 100ck p/ pessoa
  • Rooftop T-Anker: 157ck (2 pints de cerveja)
  • Mercado: 90ck

DIA 7

Tomamos um café-da-manhã delicioso no Home Kitchen, um lugar aconchegante, ingredientes frescos, tudo preparado na hora, no estilo feito em casa mesmo. O preço é salgado, mas pra gente valeu cada centavo. Amei o iogurte natural caseiro! Também servem brunch lá. Alíás pra quem é vegano ou vegetariano, tem boas opções no cardápio (não é o nosso caso, mas amamos tudo).

Seguimos pro complexo do Castelo de Vyšehrad, um lugar pra fugir um pouco das multidões de turistas de Praga e conhecer uma outra perspectiva do rio Vltava. E o melhor, totalmente de graça! Vale reservar umas duas horas de caminhada pelo complexo. O Castelo infelizmente não existe mais, mas ainda tem as muralhas, a Basílica de São Pedro e São Paulo e um parque delicioso, além de vistas incríveis da cidade.

PS: Fizemos uma paradinha estratégica antes de entrarmos no complexo. Compramos umas cervejas geladas (na medida do possível pra uma cidade européia, rs) num mercadinho ali do lado e fomos caminhando e apreciando o lugar acompanhados de uma bela cerveja tcheca =;

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Muralhas de Vyšehrad

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Basílica de São Pedro e São Paulo

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Parque de Vyšehrad

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Rio Vltava

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Saímos do complexo por essa escadaria que vai em direção à beira do rio Vltava e que tem esea vista incrível. Assim que descemos vimos uma estação de bike da rekola (https://www.rekola.cz/). Baixamos o app na hora e alugamos as bikes pra andarmos pela beira do rio. É bem gostoso caminhar por ali, seja a pé ou de bike. Como queríamos ir até o final da orla, preferimos dar uma otimizada nas pernas e no tempo.

No caminho passamos pelo 'Dancing House' e mais a frente resolvemos parar num "barco-bar" que nos chamou atenção (não lembro o nome). Mas nessa época do ano ou no verão acho que é comum terem barcos desse estilo nessa região. O ambiente é todo aberto, com vista pro rio. Aproveitamos pra descansar um pouco e experimentar mais uma cerveja local (2 cervejas 500mL = 36ck = 2 euros).

 

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Dancing House

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"Barco-bar"

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Depois de almoçarmos (não lembro o lugar!) e comprarmos umas coisinhas no mercado, seguimos pra Colina de Petrin. É um ótimo lugar pra passar o fim de tarde, ver o pôr-do-sol e até fazer um piquenique. Não tivemos muita sorte com o tempo que estava nublado, mas ainda assim valeu a visita. Optamos por subir de furnicular até o topo da colina porque já estávamos bem cansados. Mas quem tiver gás acho válido encarar a subida à pé. Lá no topo tem a Torre de Petrin que lembra a Torre Eiffel em miniatura (rs). Lá de cima é possível dar uma volta de 360º pela cidade. Praga é tão linda que valeu o dinheiro e os 300 degraus de subida mesmo cansados.

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À noite, tínhamos mais uns presentes de casamento pra fazer valer. Esse era um dos mais legais que ganhamos: um tour pelas cervejarias/bares de Praga. Começamos pela cervejaria U Fleku que existe, pasmem, antes mesmo do Brasil ter sido invadido pelos portugueses, desde 1499! Lá a cerveja da casa é escura. Foi o lugar que mais gostei. Ambiente bem legal, mais descolado, muita gente jovem, com um quintal bem grande cheio de mesas e bancos compridos e muitas árvores em volta. As mesas são coletivas, então facilita a interação entre as pessoas. Aproveitamos pra comer alguma coisa porque a noite ia ser longa e a gente não queria cair antes da hora.

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Seguimos pra próxima parada, a cervejaria U Medvidku. Essa ainda é um pouco mais velhinha, inaugurada em 1466. Fizemos nossa degustação e já fomos pro próximo. Ela tinha uma cara mais de restaurante e estava vazia. Não achamos muito animado, mas a cerveja era boa.

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Andamos sem destino e encontramos um Jazz bar que nos chamou atenção pela música que estava bem legal. Sentamos, bebemos nossa cerveja e logo em seguida encerrou o show, rs. Já era mais tarde a essa altura.

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Como já era tarde e vários bares já estavam fechados, decidimos então encontrar um lugar que fosse ficar aberto até de madrugada e encontramos um Irish pub com música ao vivo. A banda era bem divertida e animada e rolou até um Michel Teló no meio do repertório, rs. Nessa hora chegou até bater uma fome, mas a cozinha já estava fechada =\

 

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Enfim, voltamos caminhando pro nosso ap (um tanto quanto alegres, rs) pela praça Venceslau, que aliás fica bélissima na madrugada, vazia e iluminada. E cerveja boa é cerveja boa, né, mores?! Nada de ressaca no dia seguinte.

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Dica: Como nosso dia foi bem cheio começamos o bartour mais tarde do que tínhamos imaginado. E daí, no meio do caminho, vários lugares já tinham fechado. Então, aos interessados, recomendo que começem mais cedo, lá pelas 18h, pra poderem aproveitar mais e terem mais opção.

Gastos do dia:

  • Café-da-manhã no Home Kitchen: 566ck p/ 2 pessoas
  • 4 Tickets de tram: 96ck
  • Almoço: 450ck p/ 2 pessoas
  • Total de banheiros pagos ao longo do dia: 43ck
  • Furnicular Petrin: 24ck p/ pessoa
  • Torre Petrin: 100ck p/ pessoa
  • Cervejaria U Fleku: 2 cervejas+comida - 300ck
  • Cervejaria U Medvidku: 2 cervejas - 200ck (pq erramos o troco! Sim, fizemos isso! Não lembro o valor real)
  • Jazz bar: 2 cervejas - 120ck
  • Irish pub: 210ck (nesse aí, parei de contar as cervejas, rs)

DIA 8

Nosso último dia em Praga e nossa primeira missão era lavar roupa! Já estávamos há 1 semana viajando então não tinha mais como adiarmos esse momento. Antes, é claro, tomamos um bom café-da-manha, dessa vez, no IF Cafe. Muito bom, com muitas opções, mas achei meio caro. Aproveitamos pra caminhar um pouco pelo bairro que estávamos hospedados e achamos uma praça gracinha que, claro, tinha uma igreja com uma bela arquitetura e um monte tulipas espalhadas pelo jardim 😍.

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Antes de seguirmos pra cidade velha aproveitamos pra almoçar num restaurante que o anfitrião havia nos indicado. E olha, foi a melhor que fomos em Praga: Restaurante Demínka. Pedimos uma costela de porco acompanhada de fritas e molhos, que estava divinamente deliciosa e inclusive servia 2 pessoas (mas a gente não sabia desse detalhe). Acabei pedindo outro prato pra mim e não conseguimos comer tudo. Um detalhe, esse restaurante aceitava pagamento em euro e tinha cardápio traduzido p/ inglês.

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Seguimos pro centro histórico pra subirmos a torre onde fica o relógio astronômico, que era antiga sede da Prefeitura. Sem dúvida, é a melhor vista da praça da Cidade Velha e a vista geral da cidade também é lindíssima! Uma das atrações "obrigatórias" da cidade.20190503_184755.thumb.jpg.85830b514d4a7b8c4e7af27052857c4f.jpg20190503_185215.thumb.jpg.3256778a21b66cfc13afc6771b69807a.jpg

 

Ficamos ali pelo centro um tempo ainda, comprando umas coisinhas, comendo um trdelnik e depois fomos pra uma outra atração imperdível de Praga: visita ao Castelo de Praga. Optamos em visitar apenas a área gratuita e num horário alternativo, com o Castelo quase vazio. É uma ótima opção pra quem quer economizar e fugir das filas e multidões. Era exatamente o que a gente queria! Uma dica é ir no final do dia pra pegar além do dia, a noite com o Castelo iluminado. É muito lindo! Nós fomos por voltas das 19h. Vale ressaltar que não é possível entrar em nenhum lugar nesse esquema, só mesmo andar pelas áreas externas e apreciar a arquitetura e a vista, além de tirar várias fotos sozinho (o que é impossível durante o dia!).

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Pra fechar nossa estadia em Praga, fomos nos despedir da cerveja tcheca e aproveitamos pra jantar (hehe). Ficamos, definitivamente, com gostinho de quero mais. Recomendo ficar pelo menos 5 dias em Praga pra apreciar com mais calma as belezas dessa cidade apaixonante! ❤️

Gastos do dia:

  • Café-da-manhã no IF Cafe: 800ck p/ 2 pessoas
  • Lavanderia: 335ck
  • Almoço no Deminka: 36 euros p/ 2 pessoas
  • Torre da Prefeitura: 250ck p/ pessoa
  • Trdelnik: 60ck cada um
  • Comprinhas: 487ck
  • Mercado: 225ck
  • Jantar: 510ck
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Viena

Deslocamento Praga-Viena: trem pela empresa OBB (https://tickets.oebb.at/en/ticket) - o trecho saiu por €14 p/ pessoa.

Dica importante: Se na hora da compra você não optar por reservar assento, você só poderá sentar nos lugares que não foram reservados. Como saber isso? Acima do acento tem um painel que, quando o assento está reservado, fica acesso e descreve a estação de partida e de chegada para qual a reserva foi feita. Então, se o painel estiver apagado e sem nada escrito você pode sentar sem medo! E também pode sentar nos outros no trecho em que não estão reservados (mas aí vai ter que ficar atento pra levantar quando chegar a estação da reserva). No nosso caso fomos expulsos do assento que escolhemos (aleatoriamente) pra sentar (rs). Precisei pesquisar no google no meio do trajeto, em pé, até descobrir esse pequeno detalhe. Passar vergonha faz parte da experiência, né?!

Outra coisa: se for em alta temporada e não reservar assento, corre o risco de ir em pé durante toda a viagem. Vale pesar o custo-benefício disso pra cada perfil de viajante. Nós arriscamos porque início de maio ainda é baixa temporada. 

Saindo da estação de trem: Chegamos na estação Wien Hauptbahnhof. A staff nos deu as informações necessárias pra chegarmos ao apto. Da própria estação pegamos o metrô e um ônibus pra chegar até o ponto Westbahnhof. De lá foram 5 minutinhos de caminhada até o apt. Foi bem tranquilo.

Câmbio: A moeda oficial em Viena é euro, então, não precisamos fazer câmbio

Hospedagem: Ficamos em um ótimo apartamento, bem equipado, com aquecedor (importantíssimo por conta do frio que passamos lá), bem limpo, cama confortável, staff bastante solícita e atenciosa. O único inconveniente é que o apto ficava há uns 10 minutos caminhando da estação de metrô. Isso só foi um problema pra nós, porque nos 2 dias que passamos lá estava muito frio e chovendo quase o dia todo. Se não fosse por isso, seria muito tranquila a caminhada. No entorno tem um bom mercado e ponto de ônibus também. Valor da diária: €76,50 casal

Transporte na cidade: Compramos um passe de 48h para nos deslocar pela cidade e andamos basicamente de metrô.

 

Gastos casal - 2 dias:

Hospedagem: €153

Alimentação: €221 - média €110/dia, incluindo café-da-manhã que não tínhamos na nossa hospedagem.

Atrações turísticas: €102 - média de €51/dia

Transporte: €28 - passe de 48h p/ 2 pessoas

Compras: €4 - apenas um souvinier mesmo, rs

Viena faz jus à fama: é uma cidade cara! Gastamos mais com comida lá porque, como já citei anteriormente, fomos recebidos com bastante chuva e frio. Então, a saída foi se enfiar nas mais variadas confeitarias/cafés que a cidade possui e desfrutar das famosas tortas. Confesso que saímos de lá um pouco frustrados, mas de fato o tempo não nos permitiu experimentar o potencial da cidade e isso influenciou muito na experiência.

 

DIA 9 (1º dia em Viena)

Assim que chegamos na cidade passamos rapidinho no mercado para comprar coisas pra comer de café-da-manhã, porque a anfitriã nos avisou que aos domingos os mercados não abriam e já era sábado pela tarde quando chegamos. Aliás, para os fãs de iogurt como nós, amamos um que compramos por acaso nesse mercado. Que delícia!

Logo depois fomos para o ponto de encontro do walking tour que havíamos reservado. O tour foi pelo centro, nos principais pontos da cidade. Sempre recomendo fazer um tour desse tipo no primeiro dia em cada cidade. Dá pra ter uma noção da cidade e ver quais os pontos que mais te despertam interesse. Além disso, o principal aspecto pra mim é conhecer um pouco da história da cidade logo de cara. Isso muda a nossa perspectiva conforme vamos explorando mais a cidade. 

Mas confesso que esse walking tour, especificamente, não foi dos melhores. O guia não era muito empolgante no contar da história, ficou um pouco no estilo de sala de aula, sabe? Além disso, o frio e alguns momentos de chuva também não ajudaram no passeio a pé pela cidade.

A fome apertou e seguimos pra mais um dos presentes de casamento que canhamos. Comer cachorro-quente com champagne em um "podrão"de Viena. Na verdade o podrão se chama Bitzinger Würstelstand. É um quiosque no meio da rua, na Albertinaplatz, que vende cachorro-quente de linguiça e umas garrafinhas pequenas de champagne. A linguiça é simplesmente maravilhosa! A melhor que já comi na vida, com certeza! Yem um recheio de queijo por dentro, enfim, recomendo fortemente experimentarem. Mas oc champagne deixamos passar porque era absurdamente caro. Então, ficamos na cerveja mesmo. Ah, sempre tem fila no quiosque, mas vale cada minuto de espera!

Em seguida, aproveitamos pra conhecer um dos principais cafés de Viena, Café Sacher, e experimentar a torta mais famosa que leva o mesmo nome. A torta Sacher é realmente deliciosa, mas o preço é bem puxadinho. Mas enfim, tá na chuva é pra se molhar, né?! No caso, nessa cidade literalmente nos molhamos diversas vezes., rs. Mas vão preparados porque sempre tem fila na porta do café. Pegamos uma bela fila e aguardando nossa vez num frio de rachar. O que turista não faz nessa vida, né?

Fizemos uma parada estratégica no apartamento, pra dar aquela descongelada e à noite fomos na roda gigante mais antiga do mundo, chamada Wiener Riesenrad, mesmo com o tempo ruim. Porque afinal, foi um presente que ganhamos de um dos nossos padrinhos e não teríamos outra oportunidade para irmos. A chuva atrapalhou um pouco a visão, mas ainda assim foi legal. Num dia com tempo bom, especialmente no pôr-do-sol, deve ser bem bonito.

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Iogurte delicioso comprado no mercado

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Bitzinger Würstelstand

 

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Torta Sacher

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Roda Gigante Wiener Riesenrad

 

Gastos do dia:

  • Mercado: €24
  • Walking tour: €10 (casal)
  • Bitzinger Würstelstand: €16,30 (2 hot dogs, porção de batata frita e cerveja)
  • Cafe Sacher: €17 (casal)
  • Roda gigante: €12 p/ pessoa

 

DIA 10

Compramos o Sisi Ticket que dá acesso ao Palácio de Schonbrunn, ao Palácio de Hofburg, incluindo o museu Sisi e à coleção de mobília imperial. O valor sai mais barato do que comprar o ticket para os dois palácios separado e ainda dá entrada preferencial em todas essas atrações, ou seja, é um ótimo "fura-filas" na alta temporada. Comprando pela internet você economiza o tempo na fila da bilheteria. Nós decidimos comprar o ticket na bilheteria do Palácio de Schonbrunn porque além de ainda não ser alta temporada, a previsão do tempo era ruim, então preferimos poupar o cartão de crédito nesse momento.

Escolhemos o Palácio de Schonbrunn para ser nossa primeira atração do dia, porque este é o mais disputado. Era domingo, o dia que o palácio recebe mais turistas, mas como o tempo estava bem ruim optamos por não madrugar (até porque estava muito frio!) porque sabíamos que iam ter poucos turistas se aventurando por lá. Nós não tínhamos a opção de adiar a visita porque era nosso último dia em Viena. Então, resolvemos encarar.

O Palácio e seus jardins são lindos, quase no nível do de Versalhes. Mas olha, foi muito perrengue caminhar pelos jardins no frio que estava fazendo nesse dia. Era frio, vento e aquela chuva fininha. Sem dúvida, foi o dia mais frio da viagem. Fez uns 4 graus, mas com sensação térmica de sei lá quanto. Pra uma carioca isso é frio pra caramba!

Mas enfim, vale muito o passeio. Tem uns labirintos pela parte externa que desembocam em umas construções muito antigas, belíssimas. Tem umas escadarias pra subir no final do jardim (foi até bom pra dar uma esquentada) e lá de cima tem uma vista panorâmica incrível do Palácio. Aconselho reservarem um turno inteiro pra conseguirem explorar toda a área. Nós exploramos boa parte, mas chegou uma hora que não aguentávamos mais o frio.

Esqueci de um detalhe, antes de começarmos a visita pelo Palácio, aproveitamos pra ir num café que tem na entrada, Café Residenz. Além da gente querer tomar algo pra dar aquela aquecida antes de encarar a área externa, meu objetivo era provar um Apple Strudel, uma sobremesa muito famosa também na cidade. Eu li num relato que nesse café tinha um dos melhores apple strudel de Viena. Não posso dizer se é o melhor porque não provei outros, mas é muito bom! Nós optamos por ir no café antes do passeio pra aproveitar que o lugar estava vazio. Como estava muito frio, era óbvio que as pessoas iam se refugiar por lá e ele ia ficar cheio em breve. Não deu outra, quando estávamos saindo do café já tinha fila na porta (do lado de fora, no frio congelante).

 

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Apple Strudel

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Palácio Schonbrunn

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Paramos pra almoçar em uma outra confeitaria também muito conhecida, a Demel, que também é um restaurante. Pedimos um sanduiche e um schinitzel (lombo à milanesa) e, claro, uma torta. Tinham várias opções o que dificulta bastante a hora de escolher (rs). Dessa vez optei por uma torta de chocolate com creme de avelã (Torta Ana). Gostosa, mas a preferida da viagem foi a Torta Sacher original (do Café Sacher). A confeitaria é linda e histórica, foi fundada no século XVIII. Como é bem badalada tem que ir preparado pra esperar se quiser sentar em uma mesa. Ao menos, da fila foi possível ver a cozinha que é toda de vidro e observar os doces sendo preparados. Se quiser apenas provar as tortas, tem um balcão na entrada que você pode comprar e levar pra viagem. Aliás, na saída parei no balcão pra comprar mais uma tortinha pra comer no apartamento mais tarde 😉.

 

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Vista da cozinha da Demel

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Schnitzel e sanduiche

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Torta Ana

Seguimos para visitar as outras atrações do ticket: Palácio de Hofburg e o museu Sisi. Não tenho nenhuma foto do complexo do Palácio. Por conta do tempo, não tiramos nenhuma foto da parte externa e na parte interna do museu não era permitido. O complexo fica no centro da cidade, perto da confeitaria Demel (por isso escolhemos almoçar lá).

O Palácio era a residência de inverno da família imperial, enquanto que o de Schonbrunn era a de verão. A visita pelo palácio é bem interessante e conta com um audioguia que você pega bem na entrada. O destaque é para o museu Sisi, que é por onde a visita começa. Ele conta a história da vida da Imperatriz Isabel (Sisi), que foi uma defensora do povo húngaro e importante articuladora política. Depois a visita seguiu para os apartamentos imperiais e por último, para a coleção de porcelanas e pratarias.

E pra fechar nossa estadia em Viena, fomos jantar num lugar bem quentinho, no restaurante 7 Stern Braeu, e apreciar mais uma linguiça, um schintzel (eu estava viciada nisso, rs) e uma bela costela de porco, e claro, uma boa cerveja.

Como já disse antes, nossa experiência em Viena não foi exatamente como planejamos. As ruas da cidade estavam desertas. Com certeza foi um momento atípico durante a primavera vianense.

Uma das atrações mais famosas em Viena é assistir uma ópera, de preferência na Ópera de Viena ou, ao menos, fazer um tour guiado. Como os ingressos para as óperas estavam muito caros deixamos pra comprar os tickets promocionais que vendem um pouco antes do espetáculo começar. Mas como as filas eram enormes e frio também, desistimos dessa missão. O mesmo aconteceu com o tour guiado. Mas a dica é: compre o ingresso pra ópera com bastante antecedência que consegue um bom preço! Pra gente, isso vai ficar pra próxima. Aliás, agora só volto pra Viena no verão! haha

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Restaurante 7 Stern Braeu

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Ruas desertas no centro da cidade de Viena.

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Gastos do dia:

  • Palácio Schonbrunn + Palácio Hofburg + museu Sisi: €34 p/ pessoa
  • Cafe Residenz: €23.80 (casal)
  • Almoço: €57 (casal)
  • Tortas: €8,20
  • Mercado: €17
  • Jantar no 7 Stern Braeu: €50

 

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    • Por Roberto Tonellotto
      No mês de maio de 2018 viajei para a Itália com o objetivo de assistir a duas etapas do Giro d’Italia, uma das competições de ciclismo mais importante do mundo ao lado do Tour de France. Ao todo são 21 etapas. Nessa edição as três primeiras etapas foram em Israel antes de chegar na Sicília, já na Itália, e subir até o Norte e depois retornar ao Sul para a última disputa em Roma.
      Meu objetivo era assistir a 14ª etapa, com partida de San Vito Al Tagliamento com chegada no Monte Zoncolan. Assistir de perto uma final de etapa sobre o mítico Zoncolan na região do Friuli é o sonho de qualquer ciclista ou apreciador do esporte.  Considerada a montanha mais dura da Europa, com 10,2km e com ganho de elevação de 1.225 metros, torcedores do mundo todo disputam espaço ao longo de toda subida para ver de perto o sofrimento e a garra dos melhores ciclistas de estrada do mundo. Na tarde do dia 19 de maio eu e o amigo Tacio Puntel, que mora no país há 13 anos, estávamos estrategicamente colocados sobre a Montanha para assistir à chegada. Milhares de pessoas chegaram cedo ou até acamparam no local, onde a temperatura mínima naquela madrugada tinha ficado abaixo de zero. Mas tudo é festa. Ali ficou evidente para mim como a cultura do ciclismo é tão importante para a sociedade italiana e europeia. Mas para a alegria de alguns e a tristeza de outros quem ganha a etapa é o britânico Chris Froome (que se tornaria o campeão do Giro) seguido de perto por Simon Yates e em terceiro colocado o italiano Domenico Pozzovivo.
      No outro dia fomos até Villa Santina para assistir a passagem da 15ª etapa com 176km, que teve início em Tolmezzo e chegada em Sappada, também na região do Friuli. A passagem dos ciclistas ocorreu dentro da cidade. Sentados em um bar ao lado rua, podemos ver toda a estrutura envolvida para dar suporte as 22 equipes que somam quase 180 ciclistas. Ônibus, Vans, Carros de abastecimentos, motos, equipes de televisão, ambulâncias. Uma grande logística para um negócio milionário que percorreu mais de 3.571 mil quilômetros em terras israelenses e italianas.
      Mas nem só de assistir ao Giro se resumiu essa viagem. Após passar alguns meses planejando roteiros para pedalar na Itália, Áustria e Eslovênia, chegava a hora de pôr em prática. Narro a partir de agora alguns trechos de cicloturismo que realizei nos três países.
      Cleulis (Itália) –  Passo Monte Croce - Dellach (Áustria) – 70km.
      Acordei decidido que iria almoçar na Áustria. Para chegar até lá teria que enfrentar o Passo do Monte Croce Carnico, ao qual já tinha subido e tinha noção que não era muito difícil. O retorno porém, era uma incógnita. O dia estava bonito, a minha frente a espetacular Creta de Timau, a montanha de 2218m, me mostrava o caminho. Uma parada rápida para foto na capela de Santo Osvaldo e cruzo Timau, a última frazione antes de chegar à fronteira. A partir dali, só subida e curvas. Muitas curvas. Eram incontáveis os grupos de motociclistas, trailers e cicloturistas que desciam a montanha. A cada curva um novo panorama se abria. Placas indicavam a altitude, 900m, 1000m, 1200m, até alcançar os 1375m na fronteira Itália/Áustria. Depois, só alegria... Descida de 12km até Mauthen.
      Parada em Kotschach para foto e planejar o próximo passo. Viro à direita na 110 e o vale que se abre a minha frente (e que se estende por quase 80km até Villach) me faz recordar da Áustria dos cartões postais e filmes. Campos verdes infinitos e montanhas que ainda conservavam a neve do inverno. O que mais me impressionou foi o aroma. Um frescor no ar. Uma mistura de terra molhada com lenha verde recém cortada. Segui por esse vale até encontrar a primeira cidade, a segunda, a terceira. Resolvi que era hora de voltar. Encontro a Karnischer Radweg R3, uma ciclovia que acompanha um belo Rio de águas cristalinas. Chego novamente em Mauthen, compro um lanche reforçado e quando vejo já estou subindo os 12km em direção a Itália. Começa a chover faltando poucos quilômetros para a fronteira.
      Parada obrigatória no Gasthaus Plockenhaus. Tempo depois a chuva diminui e começo o último trato até a fronteira. Mais um túnel congelante. Pedalo forte para esquentar o corpo. Na fronteira, já aquecido, vou beber um café no Al Valico, no lado italiano. Como ainda tinha algum tempo até anoitecer e querendo aproveitar ao máximo a viagem, deixo a bicicleta no restaurante e parto rumo a um trekking montanha acima, rumo ao Pal Piccolo. O local foi cenário de um dos episódios mais sangrentos da Primeira Guerra Mundial e hoje abriga um museu a céu aberto, onde mantém em perfeito estado as trincheiras e equipamentos utilizados nas batalhas entre o Império Austro-Húngaro e Itália. Seria uma caminhada de 2km com quase 600m de subida. Logo comecei a ver alguns animais selvagens e neve.
      Nenhuma palavra pode descrever o que eu senti lá. É emocionante estar em um local de Guerra tão bem preservado a quase 2 mil metros de altitude. Ali as trincheiras ficam a menos de 30 metros umas das outras. A bateria da Gopro e do celular já tinha acabado. A minha também. Apenas uma foto registrou a chegada. Não demorei muito e comecei a descer. Depois de 40 minutos de descida até a fronteira, pego a bicicleta e desço em direção a Cleulis, sob chuva e vento forte.
      Grossglokner Alpine Road – Áustria – 30km
      O corpo cobrava o preço do esforço dos últimos pedais e do cansaço da longa viagem. O sábado amanheceu bonito na região da Carnia na Itália e fazia calor quando partimos rumo a Heiligenblut na Áustria. O contraste do verde das montanhas com alguns pontos de neve com o céu azul e a brisa leve nos lembravam que a primavera havia chegado e não iria demorar muito para o verão dar as caras. Por volta do meio dia chegamos a Heiligenblut. A partir dali eu seguiria pedalando. Rapidamente preparo a Mountain Bike, me visto, respiro fundo e começo a “escalar” os 15 quilômetros até o mirante do Grossglockner, a maior montanha da Áustria e a segunda da Europa, com 3797m de altitude. Os primeiros metros, com uma inclinação de 15% já demonstravam que o desafio seria vencido com paciência e força. O calor me surpreende, o Garmin marca 33 graus e uma altitude de 1295m, o que só aumenta o desconforto, que iria diminuir conforme ganharia altura. Pra quem já subiu a linha São Pedro, Cortado, Cerro Branco, Lajeado Sobradinho, Linha das Pedras ou Linha dos Pomeranos pode ter uma pequena ideia do que foi. Chegava na marca dos 11km de subida, na altitude de 2000 mil metros. Pausa para hidratação e para admirar a paisagem. Picos nevados, cachoeiras, mirantes, campos verdes. Impossível não ficar hipnotizado com tamanha beleza de uma das estradas alpinas mais bonitas do mundo. Depois de 2 horas e 15 minutos e algumas paradas para hidratação chegava a 2.369m com uma visão espetacular do Glaciar Pasterze com 8,5km de comprimento e do imponente Grossglockner. Depois de comprar alguns souvenires e comer um pouco, iniciei a descida que em alguns pontos era possível ultrapassar facilmente os 80km/h.
      Triglav - Kranjska Gora (Eslovênia) Tarvisio - Pontebba - Chiusaforte - Moggio Udinese (Itália)
      Parque Nacional Triglav, Eslovênia. Passava do meio dia quando inicio mais uma pedalada. O trajeto do dia seria quase todo em ciclovias através de vales. Segui até a fronteira em Ratece e dali até Tarvisio na Itália onde encontrei a ciclovia Alpe Adria que inicia em Salsburgo na Áustria e vai até Grado no litoral do mar Adriático. Feita sobre uma antiga ferrovia, asfaltada e bem sinalizada é considerada uma das mais bonitas da Europa. Diversos túneis, pontes, áreas para descanso e pontos para manutenção das bikes com ferramentas a disposição. Durante o dia cruzei por centenas de ciclistas e fui cumprimentado por japoneses, espanhóis, alemães, holandeses e claro, italianos.
      É um parque de diversão só para ciclistas. Um ponto de encontro de apaixonados por bicicleta de diferentes nacionalidades. Ali famílias pedalam tranquilamente, sem pressa. Mais do que uma atividade física, percorrer a Alpe Adria é uma viagem na história e nos valores culturais e ambientais do Friuli.
      A paisagem mudava constantemente, ao fim de cada túnel se abriam bosques selvagens, montanhas rochosas e rios com água em tons de azul. Parei na antiga estação de Chiusaforte que foi transformada em um bar para cicloturistas. Dessa cidade as famílias Linassi, De Bernardi e Pesamosca emigraram para a Quarta Colônia na década de 1880. Recarreguei as energias com café e cornetto e segui em frente encantado com a beleza do Rio Fella. Após alguns quilômetros, ao lado do Rio Tagliamento encontrei a cidade medieval fortificada de Venzone. Próximas paradas: Buia terra das famílias Tondo e Comoretto e a cidade de Gemona Del Friuli das famílias Copetti, Forgiarini, Baldissera, Londero, Brondani, Papis, Rizzi, Patat e tantas outras que dali saíram para colonizarem a região central do nosso Estado.
      Nos últimos quilômetros encontrei a belíssima planície friulana e Údine, Palmanova e Aquileia, a antiga cidade romana fundada em 181 a.C. que conserva vestígios arquitetônicos do Forum, do porto fluvial e os 760 metros quadrados de mosaico do século III na Basílica de Santa Maria Assunta.
      Já era tarde da noite quando cheguei em Grado. Degustei uma pizza e um bom vinho tocai friulano e adormeci ao som do Mar Adriático.
      Pendenze Pericolose
      Pendenze Pericolose é um hotel para ciclistas de estrada em Arta Terme. Estrategicamente localizado próximo das subidas mais desafiadoras da Europa como o Zoncolan e o Monte Crostis é também cenário para diversas competições esportivas. Foi ali que conheci seu idealizador, o romano Emiliano Cantagallo que deixou o emprego de Guarda do Papa para se dedicar inteiramente ao ciclismo e a hotelaria na região da Cárnia.
      Eu já acompanhava seus vídeos na internet com ciclistas profissionais em lugares incríveis onde ele demonstrava a paixão que sentia por aquela terra. Estando tão perto eu não poderia perder a oportunidade de ter essa experiência. Através dos amigos Tácio e Marindia Puntel o encontro foi marcado. No outro dia já estávamos na estrada, eu, Emiliano e Alessandra que também veio de Roma e estava hospedada no hotel. Fiquei espantado com seus níveis de condicionamento físico. Normal para quem faz por volta de 150km todos os dias. Nesse dia aliviaram para mim, seriam 100km e “apenas” duas montanhas.
      Foi um dia inesquecível, apesar do ritmo forte, conversamos muito. Emiliano contava sobre cada lugar: Sella Nevea, Tarvisio, Montasio... Falamos sobre o acaso da vida. Dois romanos e um brasileiro nas montanhas da Cárnia unidos por um esporte e com visões de mundo semelhantes. No meio do caminho, fizemos uma parada no Lago del Predil. Contemplamos o lago cercado por montanhas e nos abraçamos como velhos amigos.
      Foram mais de 500 quilômetros pedalados entre Áustria, Itália e Eslovênia durante a primavera do hemisfério norte. Foram 15 dias de imersão cultural, descobrindo e aprendendo. Permaneci a maior parte do tempo entre Arta Terme e Paluzza. Sentia-me em casa convivendo com pessoas que possuem uma ligação genealógica e afetiva com nossa região. Daquela área saíram as famílias Anater, Prodorutti, Puntel, Maieron, Dassi, Muser e Unfer. Se não fosse pela língua e pelas montanhas, diria que estava na Linha dos Pomeranos ou na Serraria Scheidt.  Na fração de Cleulis, em Paluzza, conheci as casas que foram de alguns emigrantes. Construções em sua maioria de dois pavimentos e que ainda se mantem intactas e bem cuidadas.
      Foi de Cleulis que iniciei mais uma pedalada, agora até o Lago Avostanis. Não fazia ideia do que ia encontrar quando parti às 7 horas de um domingo ensolarado e frio. Logo comecei a subir por uma estrada de terra que serpenteava a Floresta de Pramosio. Muitas curvas. Seriam mais de cinquenta nos dez quilômetros até o topo. A inclinação era absurda. A mata fechada permitia que apenas alguns raios de sol atingissem a estrada. Quanto mais alto, mais a temperatura diminuía e a paisagem se transformava. Parei em uma placa indicativa que mostrava em detalhes como a vegetação se dividia conforme a altitude. Assustei-me quando percebi que havia percorrido apenas um terço do caminho. O silêncio era quase total, ouvia apenas a minha respiração e o barulho do atrito dos pneus com o cascalho.  O ambiente, muito bem preservado, é lar de cervos e coelhos selvagens que saltavam de um lado para o outro. Na altitude de 1500 metros está a Malga Pramosio. Malga é uma espécie de estabelecimento alpino de verão, geralmente um restaurante ou bar com produtos típicos. Segui em frente. O caminho a parti dali só é possível ser feito a pé ou de bicicleta. Ainda havia muita neve em alguns pontos, o que exigia colocar a bicicleta nas costas e caminhar sobre o gelo ao lado de um precipício. Foi assim que cheguei a quase 2 mil metros de altitude no Lago Avostanis que ainda estava congelado. Foi o lugar mais bonito de toda a viagem, uma beleza que só se revela para aqueles dispostos a enfrentar a si mesmos e a respeitar o poder da natureza em sua forma bruta.
      Durante esse tempo pedalando por antigas estradas romanas, cidades medievais, atravessando fronteiras e exposto a uma diversidade de culturas e tentando me adaptar a cada uma delas, percebi uma coisa que mais me chamou atenção: o respeito. O respeito não só com o ciclista, mas com o ser humano em si. E o respeito se transformava em solidariedade, em empatia. Por diversas vezes, em bares e restaurantes principalmente no Friuli, recusavam-se que eu pagasse a conta. Não sofri qualquer tipo de preconceito por ser brasileiro ou por não ter sangue “puro” italiano. Havia apenas curiosidade e fascínio de ambas as partes.
      Foram tantos os detalhes que me chamaram atenção durante esses dias que são difíceis de enumerá-los. Desde beber água direto das fontes à beira da estrada até a generosidade daquele povo. É poder conhecer coisas assim quer torna o ciclismo tão especial. Não é apenas o lugar em si. Mas o modo que você o visita. As pessoas e as histórias que conheceu. O que você precisou fazer para chegar até ele e o quanto dele ficou em você quando foi embora.
       
































    • Por ARQUITETO_VIAJANTE
      Olá pessoal, compartilhando com vocês esse passeio que fiz com meu namorado até Baia Formosa/RN de carro - buggy saindo de Natal/RN. Somos de Natal e assim como a maioria das pessoas que vivem aqui, não costumamos fazer esse tipo de passeio (apesar de ser um desperdício já que temos um litoral incrível, cheio de paisagens espetaculares) no máximo vamos as praias urbanas e só. No dia anterior ao passeio entrei em contato com o pessoal do insta @baiaformosa.rn e pedi uma indicação de passeio que poderíamos fazer em um dia  percorrendo a maior parte dos atrativos. Em Baia Formosa existem basicamente 3 tipos: buggy, quadricíclo e 4x4 onde opamos pelo de buggy por ser mais em conta para duas pessoas (R$ 350), lá você encontra até por R$ 280, mas como não conheciamos optamos por esse. Assim eles nos indicaram o cara que acredito ser o melhor e mais conhecido bugueiro da região, Welligton (84-99114-1756 @bugueirowellingtonbf) uma pessoa incrível, extremamente pontual e responsável. Ótima escolha!
      Depois de agendarmos com Wellington no dia anterior, partimos de Natal para Baia formosa de carro pela BR101, esse trajeto muito tranquilo dura cerca de uma hora e meia. Fomos direto para o centro da cidade onde havíamos marcado com ele as 9:30h e de lá partirmos para o primeiro destino que seria dá uma passada em Barra do Cunhaú para conhecer esse lindo lugar que faz parte do município vizinho a Baia Formosa, Canguaretama. Fomos pela praia antes que a maré subisse e o ja nos primeiros metros ainda na praia principal de Baia Formosa nos encantamos desde o inicio com um dos cenários principais da novela Flor do Caribe: água calma, tranquila, falésias, areia, vegetação...

      O passeio pela praia é de boa e leva de 15 a 20 minutos até Barra do Cunhaú. Chegando lá a visão é muito linda! Quem nos recebe é o rio Curimataú que em encontro com o mar fica verdinho e tranquilo. Nesse trecho a areia é bem branquinha e o pessoal pratica kite surf aproveitando os ventos favoráveis a esse esporte na região.
      Ali no rio ficamos por cerca de 40 minutos, tomando banho, agua de coco e deitando nas redes que eles colocam dentro da água. O consumo de bebidas e comidas nesse ponto é um pouco salgado mas é aquilo né, lei da oferta e da procura: colo lá tem poucas barracas, eles vendem caro mesmo.
      Depois pegamos o buggy e voltamos para Baia Formosa mas não mais pela praia e sim por dentro de uma fazenda pois o mar ja estava alto e nao havia faixa de areia para o carro passar. Essa mudança do trajeto já é informada desde o inicio para que a pessoa saiba que vamos passar por esse lugar que também é bem legal onde é cobrado um pedágio de R$ 10,00 por carro. Dentro dessa fazenda podemos ver a mata nativa de restinga, com vários rios e lagos entre dunas (tinha até vacas rssr). O Bugueiro nos leva ao alto de uma duna para ver a baia e é tudo muito perfeito: o mar com diversas tonalidades de azul, a areia, o coqueiral!!!

      Esse passeio por ali, com a parada na duna deve dá por volta de 30 a 40 minutos. Dali fomos em direção a Lagoa Araraquara mais conhecida como lagoa da coca-cola devido a tonalidade de suas águas que lembram o famoso refrigerante. Pra chegar lá saímos da fazenda e pegamos a estrada asfaltada de entrada da cidade, atravessamos todo o centro dela (passamos em frente da casa do campeão mundial de surf 2019 Ítalo Ferreira) descendo pelas praias do centro e indo em direção ao Sul . A lagoa fica dentro de uma reserva florestal muito importante para o RN e Brasil, a mata da Estrela que é o maior remanescente da mata atlântica sobre dunas do país, para chegar lá nós passamos por dentro dessa mata que é belíssima diga-se de passagem. A lagoa é muito interessante mesmo com suas águas escuras e quentes onde permanecemos por cerca de 30 minutos.
      Depois disso, partimos em direção a ultima praia do litoral potiguar, a praia do Sagi. No caminho passamos pelo farol do Bacubari e Museu do Mar, uma inciativa particular de um senhor que coleta espécies marinhas mortas na região e enterra numa espécie de cemitério que ele organizou. Depois ele expõe os cascos de tartarugas e ossos de animais interessantes como golfinhos, baleias, peixe-boi e outros.
       
      Continuando o passeio chegamos na praia do Sagi e como já passava das 12:00h, fomos direto no restaurante "reservar" nosso almoço. Aqui uma dica interessante dele: Fomos na Ombak - Camarão, cachaça e MPB (@cahacaria) para dá uma olhada rapida por lá, já que é uma cachaçaria bem interessante, ver o cardápio e já fazer o pedido (pois a montagem do prato demora uns 40 minutos) ou seja, escolhemos e fomos dá um passeio enquanto ficava pronto. Sim, isso é possivel!!!  Então, como tínhamos essa possibilidade, fomos direto para o limite entre o RN e PB que é o estuário do rio Curimataú, um lugar muito lindo  e tranquilo. Ali ficamos uns 30 minutos tomando banho no rio/mar e relaxando. Nesse espaço tem umas barracas onde se pode beber e comer petiscos. Ali também você consegue fazer passeio de barco e salto de tiroleza.
      Depois retornamos para o Ombak e o prato estava pronto, um camarão no coco verde com arroz maravilhoso, acompanhado com suco fresco de caju e de sobremesa cocada (R$ 95,00). Dali fomos fazer o passeio de canoa no Rio Sagi com direito a parada para tomar banho no interior do mangue num trecho com terra clara e plana. Quem for fazer esse passeio não deixe de conhecer Toreba, uma figura muito engraçada e carismática da região. O passeio com ele é super animado e interessante ($20 por pessoa) e dua reca de 30 minutos ou até 2 horas se a pessoa quiser ficar tomando banho de rio. Como queríamos apenas conhecer foi bem rápido. Vale salientar que quem quiser pode tomar banho de lama também  e não custa nada rrsrs.
      O passeio se encerra com a volta para o centro de Baia Formosa porém antes ainda teve uma surpresa do nosso bugueiro: ele nos levou para ver o por-do-sol num lugar fantástico!!! Não vou descrever, confiram na foto...

      Depois desse espetáculo o bugueiro ainda brincou com a gente fazendo manobras radicais e dando aquele grau de aventura ao passeio. De lá voltamos ao centro onde nos despedimos com a certeza que em breve voltaremos para aproveitar mais desse paraiso tão pertinho aqui de nós.
    • Por Felipe Marques Santana
      Venho aqui compartilhar o meu mochilinha de 27 dias pela Europa. Essa foi a 1ª experiência no continente. Com certeza, voltarei muitas outras vezes.
      Bom, iniciarei pelo planejamento.
      Comprei passagens de ida e volta por Bruxelas, pois tenho uma amiga que mora numa cidadezinha não muito longe de lá: Boortmeerbeek.
      Comprei com muita antecedência, no mês de maio, mas consegui um bom negócio: 2400 reais pela cia Air Europa. Os voos tinham escala em Madri, pois não há, por nenhuma cia, voos diretos até Bruxelas.
      No mês de setembro reservei os hostels em Paris, Amsterdã, Berlim e Londres. E comecei a pensar como faria os trechos internos. Bom, na maioria dos casos utilizei o trem, todos tíquetes comprados com 3 meses de antecedência para pagar um menor valor. Os trechos Bruxelas>Paris e Paris>Amsterdã foram realizados com o Thalys. No primeiro paguei 22 euros e no segundo 29 euros. Já de Amsterdã a Berlim, preferi fazer aéreo, pois o trem demorava 6 horas e além de tudo o preço não era atraente. Acabei comprando a passagem pela Easyjet (60 euros, com direito a despachar uma mala); no trecho Berlim>Londres comprei pela Easyjet também, com o mesmo preço e as mesmas condições. Em Londres queria fazer um bate-volta a alguma cidade do interior, e acabei escolhendo Cambridge pelo preço das passagens de trem (12 libras ida e volta!). Para finalizar, fiz o trecho Londres>Bruxelas de Eurostar, uma facadinha: 60 euros! =(
      Tíquetes de atrações, só comprei 2 de forma antecipada: visita à casa da Anne Frank em Amsterdã (10 euros) e London Eye (24 libras).
      Com tudo certo, só restava viajar!
      E numa data inusitada: 31 de dezembro! Como não ligo muito para Ano Novo, decidi ir nessa data: um dos motivos para as passagens estarem baratas! hehehe
      Fiz o voo de São Paulo a Madri em uma saída de emergência, pois o atendente ao ver a minha altura (1,91m), ficou com pena de mim! O voo foi ótimo! =) A aeronave era um pouco antiga, mas não foi um problema. A comida servida era muito boa! E tinha água e refrigerante no fundo da aeronave à vontade, era só pedir. Uma vez em Madri, esperei cerca de 3h pela conexão, nada que atrapalhasse, mas o aeroporto estava com as lojas fechadas e meio vazio. O segundo voo também foi em aeronave antiga, mas foi tão tranquilo quanto ao outro. Ao chegar em Bruxelas, andei, andei, andei, andei até chegar à área onde estavam as esteiras, peguei a minha mala (ufa, ela chegou!) e esperei a minha amiga chegar para me buscar.
      A casa dela não era muito distante do aeroporto, em cerca de 40 minutos, já estava lá, local que ficaria 4 dias no início da viagem e mais 1 no final.
      Nesse primeiro dia, praticamente descansei, almocei e depois à noite fui até Bruxelas encontrar uma amiga que estava lá por coincidência! =) Para ir até lá, fui de trem. Na Bélgica os trens regionais funcionam bem e quase sem atrasos. As compras podem ser realizadas pelo site da Belgium Rail, ou em máquinas nas estações. As máquinas aceitam cartão e moedas, esqueçam dinheiro!
      Passagem de ida e volta comprada, era só embarcar. De Boortmeerbeek até Bruxelas era mais ou menos 1 hora, com uma troca de trem em Mechelen, uma cidade maior e com mais conexões. Há trens muito antigos, mas também há aqueles modernos, porém vários deles são pichados na parte externa, achei estranho Bom, chegando na estação Brussels Centraal/Bruxelles Central (tudo em Bruxelas é bilingue, inclusive o nomes das cidades!) fui até a Grand Place/Grote Markt de lá, que é um espetáculo à parte. Ainda estava rolando a feira de Natal, além de a cada hora um lindo show de luzes. Quando cheguei encontrei a praça assim:

      Linda, não? É o lugar mais bonito de Bruxelas, sem dúvida! =)
      Encontrando a minha amiga, fomos até ao Bar Little Delirium (não fomos ao grande, por ser muito lotado). Lá pudemos provar vários tipos de cerveja belga (as melhores da viagem) por preços razoáveis. Também aproveitei a ocasião para provar uma daquelas delícias culinárias belgas: o waffle. Esse tinha nutella e morangos! Muita vida! hehehe
      Depois de mais um rolê pela cidade, me despedi dela, pois era tarde e tinha que pegar o trem até Mechelen (ou Malines, em francês), onde a minha amiga e o seu noivo me esperavam, pois não haveria mais trens para Boortmeerbeek. =(
      Eles aproveitaram para me mostrar, de carro, como era a cidade. O lugar mais interessante é a Catedral Metropolitana, que possuía na idade média, uma das torres mais altas da Europa, pois a cidade era um entreposto comercial importante.

      Bom, escrevi bastante. No próximo post continuo o relato. (Obs: pode ser que demore um pouco, tanto pelos detalhes, quanto falta de tempo mesmo! hehehe)
      Até a próxima!
    • Por Jonatas Elias
      Relato da viagem pela França
       
      Relato da viagem pela Itália
       
    • Por Jonatas Elias
      Relato da viagem pela França
       
      Relato da viagem pela Holanda
       
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