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Adorei seu relato!!! Estou indo sozinha agora em junho e tinha muitas dúvidas! 

Uma pergunta: pra ir pra chapada do aeroporto de Cuiabá, só consigo pegar o ônibus pela rodoviária em Cuiabá mesmo? 

Grata

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Maria Marchi, bom dia

Moro em Cuiabá, aconselho você a pegar ônibus em Cuiabá mesmo, devido a localização da rodoviária.

São 3 rodoviárias na região em Cuiabá, Várzea Grande e a do Coxipó, as 2 ultimas ficam totalmente fora de rota, a melhor escolha seria a de Cuiabá mesmo.

Grande abraço e bom passeio

  • Gostei! 2

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Ótimo relato. Pretendo fazer o mesmo em setembro quando estarei de férias. As suas informações foram fantásticas! Em princípio sozinho mesmo...

Gratidão.

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Estou indo para Chapada com meu filho, e adorei as dicas pois estava pensando em cancelar a viagem pois os preços dos passeios estão surreais.

Queria saber se dá para ir ao pantanal por um esquema mais barato, indo de ônibus mesmo.

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    • Por Tadeu Pereira
      Salve salve mochileiros!
      Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha de nível médio onde irão encontrar duas grandes cachoeiras, uma bela floresta, uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo.
      --> 32km ida e volta 
      --> Passagem metrô/trem/ônibus R$17,30
      --> Nível de dificuldade: DIFÍCIL (trilha com várias bifurcações)
       
       
      Partida - 18/02/19 - Partida 08:00am - São Paulo x Mogi das Cruzes x Biritiba Mirim (Serra do Mar) - Metrô e Trem R$4,30 - Ônibus R$4,50
         Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Vermelha) sentido Itaquera e descendo na estação Brás (linha Vermelha) onde encontrei mais duas amigos para pegarmos o trem da CPTM sentido Guaianases (Linha Coral) e finalmente após a troca de trem pegamos para o sentido final e para nossa primeira parada, a Estação Estudantes (Linha Coral). 
           Na Estação Estudantes existem 3 formas de você chegar nesta trilha: A 1ª é de lotação de carros ou vans. Logo que você cruza as catracas da estação de trem você já irá ser abordado por alguém te perguntando se precisa descer para o litoral pela estrada Mogi x Bertioga. Essas pessoas lotam um carro ou uma van e descem até as cidades de Bertioga e do Guarujá cobrando o valor de R$25,00 a R$30,00 por pessoa. O único problema desta opção seria o valor que é mais alto e as vezes ter que ficar esperando lotar o carro ou van e isso levaria mais tempo para iniciar a trilha. Já a 2ª forma de chegar ao início desta trilha seria de ônibus. Saindo da estação de trem pelo lado esquerdo você encontrará um terminal de ônibus onde realizam também a descida pela rodovia Mogi x Bertioga feita pela empresa de ônibus Breda. O valor é aproximadamente R$29,00 e é só pedir para o motorista parar no KM81 para iniciar a trilha. A ª3 forma de chegar no início da trilha e foi a que nós escolhemos e é também de ônibus, porém de ônibus circulares. Saindo da estação você encontra uma passarela que te leva para o lado direito da estação Estudantes. Chegamos em uma rua e caminhamos para a esquerda por alguns metros e já de frente vimos um terminal de ônibus onde pegamos um ônibus circular de transporte público intermunicipal até o ponto final que fica no KM77. O ônibus é o NºE392 (Manoel Ferreira) que nos levou em 30 minutos até o KM77 seu ponto final.
        
           No ponto final do ônibus existe uma balança, um pequeno bar e uma feirinha com várias frutas, uma ótima opção pra levar pra trilha como bananas, mangas, uvas etc. Compramos água e algumas frutas e iniciamos a caminhada pela rodovia para iniciar a trilha mata a dentro. Neste trecho de 4km andamos pelo acostamento da rodovia até o KM81 onde fica a entrada da trilha. O inicio da trilha fica antes de uma placa amarela e preta escrito "DESCIDA DA SERRA DESÇA ENGRENADO". Quando ver esta placa após caminhar até o KM81 terá uma entrada à direita, e é ali que se inicia a trilha para cachoeira do elefante. 

        
       

      Entrada da trilha direita -->
       
           Andamos por aproximadamente 10 minutos e encontramos uma ponte destruída pela erosão onde demos a volta pelo lado e continuamos em frente até chegarmos na travessia do rio. A travessia é tranquila pois o rio é bem raso neste ponto, então conseguimos atravessar sem precisar molhar nada além dos nossos pés. Do outro lado do rio tem um bom local para camping pois o local é como uma praia de água doce. Tem areia, pedras e um ótimo local pra um mergulho.
       
        

       

           Após a travessia do rio seguimos pela trilha que segue atrás da área de camping onde nos levou a uma bifurcação que seguimos pela esquerda para a cachoeira do Elefante. Já a trilha que segue pela direita leva para as torres de energia elétrica.
       

           Então neste ponto da trilha após o rio Itapanhaú é preciso seguir a trilha atras da area de camping rente ao rio e continuar a trilha até a primeira bifurcação onde se seguirá também para esquerda pois pela direita se chega nas torres de energia elétrica que também tem uma vista fantástica de Cubatão, Santos e São Vicente mas o esforço nesta trilha é de nível alto pois as ladeiras são muito ingrimes e isso nos desgastou bastante. Entrar pela direita foi um erro que nos mostrou uma paisagem fantástica de cima da montanha mas aconselho a chegarem somente na primeira torre, as outras não são tão interessantes.  A trilha de modo geral é bem demarcada e contém alguma fitinhas amarradas nas arvores de cor azul e amarela informando a direção da trilha, então é só ficar ligado nelas para seguir a trilha corretamente.  

           Após este erro na trilha retornamos e fizemos a trilha corretamente pela esquerda onde a trilha segue do lado do rio e de algumas cachoeiras. Uma delas é a cachoeira do Limo que fica virando a esquerda logo depois da bifurcação que entramos a esquerda também.

        

      É uma cachoeira pequena mas muito legal de conhecer, ficamos por alguns minutos contemplando e retornamos pela mesma trilha que viemos e  logo seguimos em frente. Andando por mais alguns minutos do lado da trilha começamos a ouvir o som de uma enorme queda d'água. Seria a primeira queda da cachoeira que se chama Véu da Noiva. Resolvemos descer e contemplar também esta cachoeira. Ficamos pouco tempo pois o volume d'água estava muito grande neste dia impossibilitando de entrar na águas do véu da noiva. Mas vale a pena ir pois é uma queda muito bonita para contemplar. 
       
        
       
           Voltamos para a trilha principal e caminhamos por mais alguns bons minutos até que encontramos uma placa pequena escrito "Recicle Leve seu Lixo" de cor branca e verde e neste ponto da trilha seguimos as fitinhas coloridas que estão amarradas nas árvores e não descemos a trilha passando a placa, nós seguimos reto na trilha que segue ao lado direito.  
               

      Após mais 1 hora de caminhada de uma descida intensa chegamos em mais uma bifurcação do rio Rio Itapanhaú, para a direita a trilha segue junto da margem do rio e leva a um local conhecido como Casarão e para a esquerda a trilha segue para o nosso destino, a base da Cachoeira do Elefante. Neste ponto a trilha depois de alguns minutos a trilha ira atravessar o rio novamente e continuar do outro lado. A travessia no dia foi tranquilo sem precisar entrar na água, atravessamos por pedras e continuamos do outro lado.  Neste ponto da trilha passamos por diversos locais para camping e algumas grutas que até dá para abrigar algumas pessoas. Um lugar muito bacana para acampar.
       
           Andamos por alguns minutos e logo ouvimos o som ensurdecedor das gigantescas quedas da cachoeira e quando mais nós caminhávamos o som ia ficando mais alto. La estava ela, após aproximadamente quase três horas de trilha e duas tentativas sem sucesso em dias anteriores nós finalmente conseguimos encontrar a famosa Cachoeira do Elefante. A forte queda faz com que tudo fique molhado pelas gotículas d'água que ficam no forte vento que vem das fortes quedas. A cachoeira realmente é uma imponente obra da natureza com milhares de litros d'água descendo pelas pedras criando um cenário fantástico da natureza. A cachoeira oferece diversos locais para um bom banho. Do seu lado direito onde a correnteza é mais forte estava mais perigoso de se banhar mas mesmo assim conseguimos ficar debaixo de uma enorme pedra onde em um fenda se tem uma ótima cachoeira. Mas é do lado esquerda da cachoeira que aproveitamos melhor. Existem diversas quedas ótimas para banho e descendo mais um pouco contém um poço bom para mergulho.
       
       
       
       
       

       
       

           Ficamos por diversas horas contemplando o lugar, fizemos um lanche para recarregar as energias pois ainda teríamos a volta que já no começo nos aguardava a subida mais foda de toda a trilha ahahahha. Mas depois de lavar a alma, tirar as urucas, banhar os piolhos dos dreads rs e recarregar todas nossas energias nas águas da cachoeira do elefante nós estávamos dispostos a subir até na lua se for preciso hahahaha.
      Volta - 18/02/19 - Volta 18:00am - Biritiba Mirim (Serra do Mar) x Mogi das Cruzes x São Paulo - Ônibus R$4,30 - Metrô e Trem R$4,50
           Arrumamos nossas mochilas e começamos o caminho de volta, andamos por aproximadamente duas horas e meia e retornamos toda trilha até o início que fica na rodovia no KM 81, dali caminhamos pela rodovia até o bar no KM 77 onde aguardamos por alguns minutos o ônibus R$4,50 para retornar ao terminal urbano de Mogi das Cruzes e para a Estação Estudantes da CPTM R$4,30 onde finalizamos mais uma fantástica trilha. Vlw mundão!
       
      Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp
      Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
       

       
       
       
    • Por jessicamazoni
      Olá mochileiros,
      Estou indo para a Chapada Diamantina no dia 26/12 e retornarei no dia 04/01. 
      Observações: Chegada dia 27/12 às 1h da manhã e saída dia 04/01 às 22:05 ambas serão por Seabra. Do dia 27/12 a 29/12 estarei no Vale do Capão. Estou na companhia de outra mulher.
      Quero fazer a travessia do Vale do Pati do dia 29/12 ao dia 03/01 mas estou em duvida se faço com guia particular ou sem guia. E se alugo carro ou não.
      Acredito que nesta época a trilha estará cheia, meu medo é não conseguir hospedagem. 
      Poderiam me ajudar? 
      - Experiências e relatos fazendo a travessia de forma independente em alta temporada.
      - É necessário alugar carro? Se sim, onde deixar?
      - Preços atualizados (2019) de hospedagem e alimentação no Vale do Pati.
      Obrigada!
    • Por MMarttins
      Bom dia.
      Vou para Arraial, este mês. Vi algumas fotos do Mirante da Cabocla na praia do forno, e quero muito fazer a trilha passando por este mirante.
      Então gostaria de saber se é tranquilo fazer esta trilha sem guia. 
      Qual a melhor opção para chegar do Mirante, sair da praia dos Anjos, da Prainha, ou ir até a praia do Forno e depois subir ao mirante?
      Qualquer dica será muito bem vinda.
      Grato.
    • Por Felypez
      Olá!
      Sou da região metropolitana de sp, estou há 2 anos colocando energia nesse mochilão. Cursei uma faculdade e não me identifiquei com a área; sentia que meu lugar é na estrada vivendo a impermanência. Me formei como professor de yoga e depois como massoterapeuta (que é meu ganha pão), e assim pretendo ir me sustentando durante a viagem que já começou e não faço ideia de qdo vai terminar. 
      Fiz um "teste drive" de maio até agora novembro, e vi que é isso msm que quero nesse momento. Então retornei à minha base em sp, tô ajeitando uns detalhes para não deixar nada pendente e ir mais uma vez.. tenho várias idéias mas estou bem aberto e atento aos sinais do universo. Tenho passado por centros de meditação, Ashrams, centros de yoga e hostels. A idéia basicamente é ir e viver. Se te anima com a ideia e tem coragem pra meter o pé, bora lá! Deixe um contato seu de forma privada, ou me add no face: Shiatsu Felype Langovisk.
      *O único requisito é não ser fã do BOZO rs..
    • Por Fer nanda
      Olá! Tudo certo?
      Estou de voluntária do Worldpacker até dia 06/02, após isso vou à Praia do Rosa.
       
      Sabem como está a questão de caronas na BR-101/SC nesse trecho?
      Não há pedágios neste trajeto o que dificulta as paradas
       
      Estou em dúvida sobre para qual data tento um Coushsurf/Worldpacker nessa região de Imbituba-Garopaba, acho que vou deixar uns 4 dias para fazer esse trajeto. Algum experiência para contar?


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