Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Peça ajuda, compartilhe informações, ajude outros viajantes e encontre companheiros de viagem!
    Faça parte da nossa comunidade! 

Posts Recomendados

esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:

 

·        Cusco

 

·        Valle Sagrado

(Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)

 

·        Valle Sul

(Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)

 

·        Macchu Pichu + Wayna Picchu

 

·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)

 

·        Laguna Humantay

 

·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

1° dia – 15/05/2019 (quarta-feira)

 

Chegamos em Cusco as 15h, horário local.

Ficamos hospedados no HOSTAL LUCERITO - Av. El Sol, 524 (frente ao museu/sítio de Qoricancha).

Recomendo esse Hotel, fica 8 minutos de caminhada agradável até a Plaza de Armas, fiz a reserva pelo booking sem taxa de cancelamento e sem pagamento antecipado.

Sobre esse hotel em Cusco:

Pontos positivos: próximo ao centro, oferecem transfer do aeroporto (20 soles), tem depósito para bagagens, a dona Sra. Norma é muito atenciosa, chuveiro esquenta bastante, chá de coca sempre que solicitar, bons cobertores, wifi bom.

Ponto negativo: não oferecem café da manhã.

 Chegamos no aeroporto de Cusco e fomos recebidos com uma plaquinha escrita meu nome, este era o taxista enviado pelo hotel, Sr. Alfredo (com o qual fechamos dois tours privados, que descrevo logo abaixo). 

O trajeto do aeroporto até o hotel levou cerca de 25 minutos, pagamos os 20 soles no desembarque e pegamos o whatsapp do Alfredo (taxista).

A tarde fomos almoçar e experimentar a famosa Inca Cola e a cerveja Cusquena (na emoção, fomos em um restaurante um pouco caro, porém com uma linda vista da Plaza de Armas).

Trocamos alguns dólares por soles, em média valendo 3,30.

Na Av. El Sol, que liga o Hotel a Plaza de Armas, existem mais casa de cambio e agências de turismo do que qualquer outra coisa.

Quase anoitecendo, fomos ao museu Inca (pago a parte, 10 soles por pessoa) e a pedra dos 12 ângulos, passeamos pelas calles de cusco e voltamos para o Hotel.

 A noite chamei o taxista pelo whats e negociei com ele o city tour privado para o dia seguinte, o city tour das agencias inclui (Saqsayhuaman, Q’enqo, Puka pukara e Tambomachay) e daquele jeito, naquela correria...optei pelo privado, pra ter mais liberdade...ele cobrou 200 soles, achei um pouco caro e pedi pra ele incluir no roteiro mais 4 atrações, ele aceitou e por isso recomendo ele...além de ser muito gente boa.

20190515_153447.jpg

20190515_154001.jpg

20190515_154020.jpg

20190515_172707.jpg

20190515_172719.jpg

20190515_173210.jpg

20190515_174232.jpg

  • Vou acompanhar! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
5 horas atrás, edufehrer disse:

1° dia – 15/05/2019 (quarta-feira)

 

Chegamos em Cusco as 15h, horário local.

Ficamos hospedados no HOSTAL LUCERITO - Av. El Sol, 524 (frente ao museu/sítio de Qoricancha).

Recomendo esse Hotel, fica 8 minutos de caminhada agradável até a Plaza de Armas, fiz a reserva pelo booking sem taxa de cancelamento e sem pagamento antecipado.

Sobre o esse hotel em Cusco:

Pontos positivos: próximo ao centro, oferecem transfer do aeroporto (20 soles), tem depósito para bagagens, a dona Sra. Norma é muito atenciosa, chuveiro esquenta bastante, chá de coca sempre que solicitar, bons cobertores, wifi bom.

Ponto negativo: não oferecem café da manhã.

 Chegamos no aeroporto de Cusco e fomos recebidos com uma plaquinha escrita meu nome, este era o taxista enviado pelo hotel, Sr. Alfredo (com o qual fechamos dois tours privados, que descrevo logo abaixo). 

O trajeto do aeroporto até o hotel levou cerca de 25 minutos, pagamos os 20 soles no desembarque e pegamos o whatsapp do Alfredo (taxista).

A tarde fomos almoçar e experimentar a famosa Inca Cola e a cerveja Cusquena (na emoção, fomos em um restaurante um pouco caro, porém com uma linda vista da Plaza de Armas).

Trocamos alguns dólares por soles, em média valendo 3,30.

Na Av. El Sol, que liga o Hotel a Plaza de Armas, existem mais casa de cambio e agências de turismo do que qualquer outra coisa.

Quase anoitecendo, fomos ao museu Inca (pago a parte, 10 soles por pessoa) e a pedra dos 12 ângulos, passeamos pelas calles de cusco e voltamos para o Hotel.

 A noite chamei o taxista pelo whats e negociei com ele o city tour privado para o dia seguinte, o city tour das agencias inclui (Saqsayhuaman, Q’enqo, Puka pukara e Tambomachay) e daquele jeito, naquela correria...optei pelo proivado, pra ter mais liberdade...ele cobrou 200 soles, achei um pouco caro e pedi pra ele incluir no roteiro mais 4 atrações, ele aceitou e por isso recomendo ele...além de ser muito gente boa.

Tá começando bem o relato, sabe o valor do câmbio para R$ em Cusco?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

 2° dia 16/05 (quinta-feira)

 

O Alfredo chegou no hotel as 8h, horário combinado.

Nosso roteiro desse dia ficou assim:

Saqsayhuaman, Q’enqo, Puka pukara Tambomachay, Cristo Blanco, Awana Kancha, Pisac Ruínas, Pisac mercado artesanal, Almoçamos em Pisac, e paramos em um mirador pra tirar uma foto incrível do vale sagrado, voltamos pra Cusco umas 18h.

O valor desse tour privado foi 200 soles, que achei muito bem gasto, afinal ele ficou todo o dia com a gente, fizemos no nosso tempo, deu pra morrer umas 10 vezes visitando as ruínas de Pisac, fazer umas comprinhas no famoso mercado artesanal...um city tour convencional faria apenas “Saqsayhuaman, Q’enqo, Puka pukara Tambomachay”, e sem muito tempo para explorar tudo, sem conhecer o Cristo Blanco (no qual vimos até uma missa ao ar livre) e sem parar em Awana Kancha.

Compramos o Boleto Turístico General (completo 260 soles duas pessoas ) na bilheteria da 1° atração do dia, em Saqsayhuaman...o boleto turístico é indispensável, no final do 10° dia de viagem, já tínhamos completado ele, todas as principais atrações solicitam o boleto.

 Saqsayhuaman: é sensacional, vale a pena ficar muito tempo lá.

Q’enqo: a visita é bem rápida, lugar pequeno.

Puka pukara: tem uma vista incrível das montanhas.

Tambomachay: ao lado de um lindo riacho, interessante.

O city tour das agencias termina por aqui e retorna pra Cusco.

nós seguimos para:

Cristo Blanco: vista sensacional da cidade de Cusco, no horário que fomos estava tendo uma missa ao ar  livre, foi incrível, fica bem ao lado de Saqsayhuaman (lembrando que o city tour de agencia não para aqui)

Awana Kancha (vê e alimenta lhamas e alpacas, vê a produção artesanal de tecidos e uma variedade de tipos de batata e milho cultivados na região. Muito legal! Entrada gratuita, tem até um museu explicando sobre a evolução das Ilhamas)

Pisac Ruínas, Pisac mercado artesanal: ficamos mais de 2hrs explorando as ruínas de Pisac, é imenso lá, tem muita coisa pra ver...achei a construção tão perfeita quanto em Machu Picchu, esse foi o primeiro lugar do dia que sentimos pra valer a altitude, as ruínas ficam lá no alto, paramos pra descansar diversas vezes...se estivéssemos com agencia, não teríamos essa opção, é tudo uma correria (tenho certeza disso pois fiz o Valle Sur com agencia e me arrependi).

Após as ruínas, paramos para almoçar na Plaza de Pisac, depois andamos pelo mercado artesanal, é muito grande, variações de preços, comprei uma touca que me acompanhou até o fim da viagem.

Chegamos em Cusco já era noite...fomos em uma padaria ao lado do Hotel, na Av. El Sol, se chama La Valeriana, lugar super aquecido, cappuccino bão demais. Estávamos mortos, fim do 2° dia, já com o passeio do 3° dia fechado com o Alfredo.

20190516_084049.jpg

20190516_084534.jpg

20190516_085028.jpg

20190516_085838.jpg

20190516_090646.jpg

20190516_093212.jpg

20190516_095505.jpg

20190516_095637.jpg

20190516_100819.jpg

20190516_103205.jpg

20190516_105623.jpg

20190516_113606.jpg

20190516_113837.jpg

20190516_114821.jpg

20190516_114935.jpg

20190516_121416.jpg

20190516_124456.jpg

20190516_125250.jpg

20190516_134903.jpg

20190516_125325.jpg

20190516_145117.jpg

IMG-20190613-WA0119.jpg

  • Vou acompanhar! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

3° dia – 17/05/2019 (sexta-feira)

Alfredo chegou no hotel por volta das 9am, 

fechamos esse tour privado por 180 soles.

o roteiro ficou o seguinte:

Chinchero centro textil, Chinchero Ruínas, Moray, Salineras de Maras.

optamos por fazer privado por conta de se encaixar melhor em nosso roteiro, pois o tour que envolve Chinchero é o tour que tem também Pisac (visitamos no dia anterior) e Ollantaytambo (viémos a conhecer na volta de Machu Picchu).

além, claro, de toda liberdade que um tour privado proporciona.

Chinchero centro textil: incrível ver a produção dos tecidos, conhecer os diferentes tipos de lãs.

Chinchero Ruínas: aqui é imenso, um silêncio, uma catedral bem descoladona por dentro, ficamos um tempão passeando.

Moray: demora um tempinho de chinchero até aqui, estrada de terra, muitas fazendas e plantações, subimos muito até chegar nesse lugar incrível, o famoso laboratório agrícola. Vale muito conhecer!

na ida para as Salineras, Afredo parou na Plaza de Moray, onde demos uma volta e compramos água, inca cola, choclo (milho).

mais estradas de terra, muitos penhascos e chegamos.

Salineras de Maras: não faz parte do boleto turístico, pagamos 10 soles por pessoa pra entrar...vale a visita. De repente desce água salgada da montanha e ninguem sabe explicar como...é incrível esse mistério todo...não deixe de molhar o dedo nas poças pra sentir o gosto do sal.

na volta paramos em um mirador para algumas fotos.

chegamos em Cusco 17pm mais ou menos, pedimos pro Alfredo nos deixar em San Blas e ali ficamos.

depois de  umas voltas pela Plaza de San Blas, catedral, pelas lindas calles, fomos descendo pra plaza de armas, procurar um lugar pra almoçar/jantar, nesse dia optamos por não parar pra almoço no meio do tour, mas pra isso comemos umas besteiras. Fomos na Valeriana...

queríamos conhecer a catedral de cusco sem pagar (15 soles por pessoa), eu tinha lido antes que em horário de missa fica aberta para todos...e demos a sorte de estar na Plaza de Armas ás 18h, quando de repente, plift ploft still, a porta se abriu...fomos lá e entramos, vimos a missa, aproveitamos pra agradecer por essa viagem incrível...tirei uma foto proibida e voltamos para o hostal. No 4° dia faríamos o Valle Sur...esse fomos com agencia, infelizmente.

 

 

 

  • Vou acompanhar! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

4° dia – 18/05/2019 (sábado)

 Vale Sul, pra quem quer experimentar o verdadeiro Cuy.

Fechamos no dia anterior com uma agencia na av. El sol (existem muitas agencias)

Pagamos 25 soles por pessoa.

Esse é um tour de meio dia (das 10 as 15h).

Encontramos a guia em frente ao hotel, ela estava a pé, fomos caminhando até o ônibus, mais ou menos uns 10min de caminhada, ficamos um tempo esperando o onibus, ou seja, já saímos de Cusco atrasados e como teríamos que estar pontualmente as 15h na Plaza de armas de cusco (pois tem gente que faz esse passeio e vai direto para o city tour) já imaginava que seria tudo corrido...ou seja, já deu saudades do Alfredo e seu táxi privado.

A primeira parada foi em Tipon:

área agrícola, assim como Moray, totalmente perceptível pelos infinitos degraus gramados, onde eram produzidas as papas, o trigo, frijoles, arroz, etc… Mas também tem uma área de banhos termais, alguns anos atrás ainda havia água fervendo descendo em alguns dos canais...hoje em dia a água continua, porém em temperatura ambiente. Valeu muito a visita!

A segunda parada foi em Pikillaqta , ruínas pré inca – wari.

Tem paredões que lembram a muralha da China, pela proporção e imponência. Não está no circuito mais comum dos turistas então é excelente para lindas fotos, as construções são mais rústicas e cobertas de barro...aqui foi onde passei raiva, pois queria ter explorado mais esse lugar e suas incríveis muralhas, porém a guia disse que só teríamos 20min ali...ou seja, a agencia atrasada quem paga o pato são os turistas.

 A próxima parada foi em Andahuaylillas, onde tem uma igreja super famosa...15 soles de cada para entrar. Optamos por ficar admirando de fora mesmo, ia ter um casamento e observamos toda a movimentação, a Plaza é simples, mas curtimos a paz do local.

No caminho de volta pra Cusco paramos para almoçar em Tipon (a guia fechou o almoço no ônibus com todos, pagamos 45 soles no Cuy)...

Sobre o Cuy? Confesso que não curti muito...ele veio recheado de ervas não comestíveis, achei estranho,mas isso é bem pessoal, vi gente lambendo os dedos...curti mais minha Cusquena.

Na volta o ônibus passou em frente o Monumento Pachacutec (incluso no boleto turístico), pedi pra descer ali, tem uma vista incrível lá do topo, tiramos belas fotos, vale a pena ir...dali fomos caminhando até a Plaza de Armas, bem tranquilo, devagar pra não faltar o ar.

 As 19h fomos no tetro, também incluso no bolero turístico, vimos um espetáculo de danças andinas, muito divertido...a fila pra entrar é bem grande, mas fique tranquilo que todos entram de boa, o teatro é grande e praticamente só vão turistas.

Saímos de lá e fomos jantar na padaria Valeriana, tudo fica na av. El sol. ( precisava tirar o gosto das ervas do Cuy da boca, fiquei enjoado.)

No dia seguinte acordaríamos as 5am, destino: de Van para a Hidrelétrica...

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por Sergio-Mota
      Faaaaaaaaala, [email protected]! Mais uma trip na veia! Dessa vez, uma viagem de 15 dias na companhia de minha querida esposa, em JUNHO de 2019, ao "Umbigo do Mundo", a região de Cusco, no Peru.
      Segue o relato:
      14/06 - Chegada à Cusco
      Desembarcamos às 11h em Cusco e nos guichês turísticos já tinham disponíveis folhas de coca. Fazia 16°, de boa. Táxi saiu por 10 soles até o centro histórico(negocie que eles baixam o preço). Comemos em um restaurante chamado Mamajama, comida muito boa, mas cara. Precisávamos comer bem, mas tinha que ser uma comida leve para evitar o sorote, então fomos de sopas de quinua regionais. Foram 2 sopas e 2 capuccinos, total de 66 soles.
      Umas 13h, fizemos o check-in na Mallku Guest House, onde Odwaldo nos recebeu muito bem e nos acomodou no quarto. Foi um quarto duplo, com duas camas de solteiro, pois não havia nesta data cama de casal disponível. Vi muito relato reclamando de água fria ou pouca nos hostals em Cusco. Lá a água era quente e maravilhosa. Foi uma benção depois de uma loooonga viagem. As camas super confortáveis, com edredons bem potentes. Também tinha TV, armário e chá de coca. Recomendo demais, principalmente para casais que não querem dividir quarto em hostel. A diária saiu por 28 dólares com café da manhã. Claro, tinha opções um pouco mais em conta. Mas essa época do ano, a segunda quinzena de junho, é a mais cara. Descansamos muuuuito… Sorote começou a bater. Uma dorzinha de cabeça chata em mim, uma enxaqueca na minha esposa. Quem tiver enxaqueca, leve seu remédio! Tinha uma farmácia bem do lado do hostel e ajudou muito essa localização da nossa hospedagem, perto de tudo, pontos de ônibus, centro histórico, mercadinhos, padaria.
      Sobre o SOROTE ou MAL DA ALTITUDE: devido à altitude elevada, a quantidade de oxigênio disponível no ar é menor. Isso ocasiona reações no corpo: dor de cabeça, falta de ar, cansaço, peso nas pernas, enjoos ou vômito. Varia muito de pessoa pra pessoa. Tem gente que não sente nada. Mas é comum sentir algo. Por isso, nos primeiros dias, é importante não fazer esforço físico extremo, nem fumar ou consumir álcool ou comida pesada. Também é importante ter algumas medicinas para diminuir o efeito do sorote: folha de coca (sempre), água florida (para inalar) e pílula para dor de cabeça/enjoo. Depois de alguns dias o corpo se acostuma.
      15/06 - Rolê pela cidade
      No dia seguinte fomos trocar os dólares e comprar o boleto turístico na CONSETUR, por 130 soles cada. Passeamos pela Avenida El Sol, a principal do centro turístico, vimos o ensaio do Festival Inti Raymi, no jardim de Qorikancha, que aconteceria no dia 24/06. Aproveitamos e conhecemos o primeiro ponto do boleto, o Museu de Qorikancha. Depois fomos conhecer a Plaza de Armas, onde se concentram os principais pontos turísticos. Ali perto almoçamos, dessa vez achamos um "combo turistico" que valeu a pena, 28soles com entrada, prato principal, bebida e sobremesa.Vimos o Festival de Artes de Rua, compramos alguns lanches e regressamos ao hostel. A noite fomos a Plaza de Armas, onde havia um festival de música. Muita gente, música, frio, fogos de artifícios, foi muito massa!
      16/06 - City tour
      Pela manhã, fomos à Plaza de armas, onde estava tendo um Desfile de Alegorias. A tarde saímos para o City Tour. Primeiro ponto: Qorikancha, que fica quase do lado do hostel. Encontramos nosso grupo e conhecemos a história inca naquele templo sagrado. É impressionante! Contudo, a visita foi bem rápida na nossa opinião, dava pra explorar muito mais, mas o tour ainda havia outros 4 lugares naquela tarde. Seguimos para a van e fomos a Sacsayhuaman. Um local muuuuito foda! Um dos mais incríveis! De lá se tem a vista de Cusco. Novamente, também não foi tempo suficiente para explorar tudo. Seguimos a Quenko, local de mumificação inca. É bem pequeno e logo seguimos a Puka Pukara, onde se tem uma vista sensacional, e muito frio. Por último fomos para Tambomachay, local de purificação dos sacerdotes incas com água. Muuuuito frio. Retornamos a Cusco por volta de 18:30. Sorote bateu pesado na minha esposa. O passeio custou 25 soles para cada pessoa (fora a entrada de 15 soles de Qorikancha). Não curtimos esse city tour por ser muito rápido e não ter a liberdade de ficar mais onde achamos mais interessante. Esse passeio era para durar o dia todo, mas todas as agências iniciam pela tarde. Então a dica é ir sem agência. Todos os locais tem guia na entrada, que é opcional. E sinceramente, se fôssemos de novo, apesar de todos os locais serem interessantes, iríamos apenas para dois: de manhã a pé para Qorikancha, e de tarde de bus (2 soles) para Sacsayhuaman e ainda iríamos ao monumento Cristo Blanco que fica no complexo de Sacsayhuaman.
      17/06 - Valle Sagrado
      Saímos por volta de 9h na van em direção ao primeiro ponto: Pisac. Antes de chegar ao sítio arqueológico, paramos numas tendas que vendem artesanatos e roupas. Depois seguimos ao sítio. Simplesmente incrível aquele lugar encravado nas montanhas peruanas. Aqui tivemos tempo livre para explorar o local após as explicações do guia. Muitas escadarias. Depois seguimos para uma fábrica de prata, onde produzem a prata pura 950 e pedras semi preciosas da região. A grama da prata aqui custa cerca de 17 soles. Depois seguimos para o almoço em Urubamba. Buffet completo muito bom! Seguimos ao sitio arqueológico de Ollantaytambo. Que lugar sensional!!!! De lá seguimos para Chinchero, mas antes paramos num centro de tecelagem onde é demonstrado como é feito o tingimento da lã com plantas naturais e os significados dos desenhos! Finalmente, a noite, chegamos no sítio de Chinchero. Não deu pra ver muita coisa, estava um pouco escuro e frio. Ficamos uns 20 minutos e regressamos a Cusco às 19h. O passeio custou 50 soles cada pessoa. Esse passeio indicamos fazer com agência. Contudo, uma dica: o passeio original do Valle Sagrado vai primeiro pra Pisac, depois Ollantaytambo e depois Chinchero (esse a maioria das vezes se chega à noite). Então, se você for conhecer Moray e as Salineras de Maras, é melhor incluir Chincero nesse passeio, ao invés do Valle Sagrado, pois fica na mesma estrada. Com isso você conseguirá conhecer Chincero de dia, e no passeio do Valle Sagrado terá mais tempo pra conhecer as maravilhas do sítio de Ollantaytambo, pernoitando lá para ir para Machu Picchu no outro dia (de trem direto para águas calientes ou van para a hidrelétrica). Já é meio caminho andado. Muita gente faz isso.
      18/06 - Moray e Salineras de Maras
      Saímos na van às 09h e pegamos a mesma estrada do Valle Sagrado. Paramos na mesma tenda onde se demonstra o tingimento de lã. Nós já tínhamos decorado até as brincadeiras que elas falavam. De lá partimos a Moray, sítio arqueológico inca de experimentação agrícola para evolução de sementes. Muito bonito e interessante! E muito sol! Fazia era calor por isso vá com roupas bem leves por baixo dos casacos! Depois fomos as Salineras de Maras, custa 10 soles, pois não está incluído no boleto. Muito sol e sal. Bem massa! Mas a estrada foi sinistra! Quem enjoar fácil, tome Dramin. O passeio custou 25 soles para cada pessoa (fora a entrada das Salineras). Descemos no meio do caminho, em Chinchero, para visitar o sítio de dia, mas com aquele sol na cabeça e muito cansaço, decidimos partir logo para Ollantaytambo. Poderíamos pegar um bus ou van (cerca de 15 soles pros dois), mas decidimos pegar um táxi, que saiu 30 soles. Chegamos umas 16h em Ollantaytambo e fomos ao Inti Wassi Hostal. Fica bem perto da praça e do mercado. É barato, café simples, cama mais ou menos, chuveiro quente não funcionou uma das noites. Saiu 42 soles a diária.
      Ollantaytambo é uma cidadezinha muito charmosa, bem pequenina, praticamente uma praça e várias ruazinhas. Adoramos o ar da cidade. Tudo é perto, inclusive o sítio arqueológico. Lá é mais baixo e um pouco menos frio que Cusco, mas venta mais. Acertamos em ficar duas noites lá!
      19/06 - Ollantaytambo
      Amanhecemos nesse lugar abençoado e fomos para as ruínas de Pinkuylluna, que fica de frente ao sítio arqueológico. Muuuuito massa! Que visão se tem de lá! Dá pra ver todo o sítio arqueológico de Ollantaytambo, com uma montanha nevada ao fundo. Perfeito pra fotos e meditação. É grátis e é uma subida de 20 a 30 minutos em escadarias. Devagarinho se chega lá. Vale muito a pena. Descemos e almoçamos no restaurante Ausangate, delícia, recomendo. A ideia era de tarde ir a cascata Peronyalc, mas era preciso pegar um transporte até Pacha, depois outro até o povoado de Somaq, depois subir uma montanha. Estávamos cansados e desistimos. Então criamos nosso roteiro: na entrada da cidade tem um caminho que leva à uma ponte inca. Não está no roteiro turístico. Fomos até essa ponte sobre o Rio Urubamba e tiramos várias fotos lá e seguimos caminhando pela rua paralela ao Rio Urubamba e aos trilhos do trem. Que visual!!!!!! Muitos pássaros e montanhas, e poeira, hehehe. Seguimos andando até chegarmos na estação de trem de Ollantaytambo. Sentamos numa mureta em frente e aguardamos o pôr do sol. Não preciso nem comentar né. Depois saímos pela estação e fomos perambular pelas ruas da cidade. Pessoal, Ollantaytambo é muito hermosa. A maioria das pessoas só conhece o sítio arqueológico, no passeio do Vale Sagrado, e vai embora. Mas vale muuuuuito a pena ficar um outro dia inteiro nessa cidade. E é mais barato que Cusco e Águas Calientes.
      20/06 - Ida para Águas Calientes (ou Machu Picchu Pueblo)
      No outro dia, partimos às 09:30 para a Águas Calientes. Para isso, tomamos a van que vem de Cusco, passa em Ollantaytambo e segue para a Hidrelétrica. Custou 35 soles cada. São 4h30 de muita estrada sinuosa. Bom, era isso ou o trem caríssimo. Recomendável se prevenir do enjôo com remédio e folha de coca. Vistas deslumbrantes e vertiginosas. Chegamos na hidrelétrica por volta de 14h e seguimos caminho a pé pelo trilho. O caminho é praticamente plano, quase todo dentro da floresta seguindo o trilho. O dia estava nublado e muito gostoso para caminhar, mas depois de 1h andando começou a cair uma garoa fina. Capa de chuva! Na trilha é possível tirar muitas fotos, da pra descer no rio, e tem algumas barracas de comida. Tem até camping. Depois de muita caminhada (12km), chegamos na entrada de Águas Calientes (também chamada de Machu Picchu Pueblo). Andamos mais um pouco até o Hostel Killa Sumaq (U$25/dia). Chegamos beeeeeem cansados, sonhando com um chuveiro quente. Essa caminhada vale a pena pela aventura, fotos e economia, vá o mais leve possível com uma mochilinha pequena com o básico, roupas leves pois lá é ameno não necessita de casaco pesado nem muitas camadas de roupa. O hostel é perto da estação de trem, é bem simples, quartos novos, cama confortável, limpo, chuveiro quente, café da manhã simples. Único problema era o barulho dos hóspedes de outros quartos, da cozinha e da escada. Uma dica: quando chegar em Águas Calientes, compre logo seu ticket do bus (caso vc não queira chegar a Machu Picchu subindo por 2h escadarias até lá). O bus é beeeem caro (U$12/trecho), o ônibus mais caro do mundo. Mas pra gente valeu a pena, pois iríamos subir a Montanha Machu Picchu também. Para comprar os tickets do bus, é preciso apresentar passaporte ou RG.
      Sobre Águas Calientes: nos relatos que lemos, só havia observações de que é numa cidade apenas para dormir e ir embora, pois não tem o que fazer e tudo é mais caro. Pois nós achamos a cidadezinha muito massa!!! TUDO na cidade é detalhadamente decorada com simbologias incas: estátuas, bancos de praça, placas, pontes. Tem muita coisa legal pra ver. Vale a pena um rolê de pelo menos um turno, antes de pegar o trem.
      Como chegar em Águas Callientes - existem 4 maneiras: caminhando alguns dias pela Trilha Salkantay; caminhando alguns dias pela Trilha Inca; pegando um trem em Poroy ou Ollantaytambo; pegando a van até a hidrelétrica em Santa Teresa e caminhar 12km.
      21/06 - Machu Picchu
      Chegou o grande dia: Machu Picchu! 21 de junho, Solstício, o ano novo andino. Um dia muito especial na nossa vida. O dia começou bem cedo. Às 4:30 acordamos e já fomos para a parada do bus para subir a Machu Picchu. E já tinha bastante gente. Estava frio. Mas depois que o sol aparece, esquenta. O hostel prepara no dia anterior uma sacolinha com lanches para você comer no caminho. O trajeto demorou uns 25 min até a entrada. Lá tem vários guias que você pode contratar (20 soles/pessoa) mas pode entrar sem guia. Abre as 6am e você entra de acordo com o seu ingresso (compre com no mínimo 3 meses de antecedência no site do governo!). Entramos e já nos encantamos com o local. Tiramos algumas fotos e já seguimos o trajeto para a Montanha Machu Picchu, a imponente montanha que batiza o local. Abre às 7am. É uma subida de muuuuuuuitos degraus, haja fôlego! São mais ou menos 2h de subida até os 3.061m de altitude. Se você pensa em subir a montanha, se prepare antes da viagem. Exige bom preparo físico. E muito joelho! Mas chegar lá em cima compensa todo o esforço. Não tem como descrever a vista de todo o sitio em 360°. Pode ficar lá em cima até às 12h. Descemos devagarinho, por 1h, e chegamos bem cansados lá embaixo. Agora era a hora de visitar a cidade de Machu Picchu. Saímos do parque (para comprar água e ir no banheiro, pois não tem lá dentro) e entramos novamente. Quem tem os tickets das montanhas pode sair e entrar novamente no parque uma vez. Entramos e pegamos um guia e seguimos pelas ruínas. Que história massa! Vale a pena o guia! O passeio guiado acabou umas 15:30, e aí se pode ficar de boa no parque até às 17h. Sobre os horários: quem vai pras montanhas (ou Montanha Machu Picchu ou Montanha Waynna Picchu) pode entrar bem cedo e sair às 17h. Quem tem boleto só para conhecer a cidade, ou fica pela manhã ou pela tarde. Não pode ficar o dia todo. Porém, nós não vimos nenhum controle sobre isso. Pegamos o bus de volta às 16h, comemos umas besteiras e dormimos (capotamos) até o outro dia.
      22/06 - Retorno à Cusco.
      Às 10h da matina seguimos para a estação de trem que fica bem próxima ao hostel. Compramos as passagens 2 dias antes no site da IncaRail, numa "promoção" do vagão 360°, até a estação de Ollantaytambo. Saiu por U$68 cada. É beeeem caro! A nossa ideia era voltar de novo pela hidrelétrica e pegar a van de 6h de viagem até Cusco, mas estávamos bem cansados e ainda tínhamos 1 semana pela frente. Digo: valeu muito a pena! Não só pela comodidade e rapidez, mas pela experiência. O caminho do trem vai seguindo o rio Urubamba, um cenário de filme. Ainda mais nesse vagão 360°, que tem vista sensacional. Chegando em Ollantaytambo, já pegamos uma van (10 soles) até Cusco, pouco menos de 2h de viagem. Almoçamos assistindo ao jogo do Brasil x Peru (5x0!) pela Copa América. Curtimos um pouco mais do movimento da cidade. Nossa! São muitos desfiles e manifestações culturais. Cusco não pára em junho! A noite fomos ao bairro San Blas, conhecido por sua igreja e pela boemia noturna. Conhecemos um bar chamado ECO180, que tem uma vista de 180° de cima da cidade de Cusco, com música ao vivo e cerva gelada! Recomendamos demais!
      23/06 - Dia de compras
      Fomos ao Mercado Artesanal de Cusco, que fica no final da Av. El Sol. Lá é um dos locais mais baratos para comprar artesanatos, presentes, etc. Almoçamos por lá e deixamos as coisas no hostel e fomos a uma loja com peças de designers locais (Isa Luna). Fim de tarde voltamos para o hostel.
      24/06 - Inti Raymi
      Festival do Sol. O dia mais esperado do ano em Cusco. Muuuuuuuuuuuita gente na cidade! O festival começa às 09h no jardim de Qorikancha. Depois as pessoas todas seguem para a Plaza de Armas, e às 10:30 começa lá. Depois todos seguem para Sacsayauman, iniciando às 13h. Lá é o único local que tem que pagar ingressos (caríssimos), mas dá pra ver de grátis de cima do sítio. Nós não fomos. Em Qorikancha e na Plaza de Armas foi bem difícil de ver as encenações, pois havia muita gente. Os nativos alugam banquinhos (5 soles) para vc subir para (tentar) ver melhor. Estava muuuuuito lotado! Ficamos um pouco decepcionados com a falta de estrutura para acomodar a multidão. Mas se você for cedo para um dos dois locais e guardar um lugar legal, dá pra ver de boa, leve água, chapéu, protetor solar. Almoçamos e fomos visitar o Museu de Arte Popular e o Museu de Arte Regional (inclusos no boleto). Voltamos, pedimos uma pizza e descansamos para o outro dia: Montanha Colorida (Rainbow Montain).
      25/06 - Montanha Colorida (Montana 7 Colores ou Rainbow Mountain)
      Às 04:45 a van passou no hostel. Nesse dia minha esposa não foi porque ficou bem gripada, e sabíamos que a Montanha era o lugar mais punk de todos. Assim, ela decidiu ficar para não perder os outros dias. A van pegou os outros passageiros e partimos em direção a um vilarejo para tomar café da manhã (incluso no pacote). Demorou 1h30 até lá. Então sugiro comer algo antes de pegar a estrada para não ir em jejum. Após o café, seguimos por mais 1h até o ponto de subida. Essa parte da estrada é de terra e bem sinuosa, estilo a estrada da hidrelétrica. Por volta de 9h chegamos no local para subida, a uma altitude de 4.200m. O guia fornece bastão para ajudar na subida e tem folhas de coca, água florida e oxigênio (para casos graves). A subida começa quase plana, mas já dá pra sentir um peso no corpo e o cansaço. Na metade do caminho começam as subidas íngremes. Essa parte é bem cansativa, começa a bater o sorote (é normal). Uma leve dor de cabeça, cansaço, pernas pesadas. A cada 10 passos uma parada. Tem que ir devagar, no seu ritmo. Muita gente fica pelo caminho, outros utilizam os cavalos para subir e/ou descer. Custa 50 soles o trecho ou 80 soles subir e descer até certo ponto. O cavalo não sobe até lá em cima. Na subida tem banheiros (1 soles), gente vendendo lanches/água. Depois de 1h subindo, cheguei no ponto onde a maioria das pessoas que conseguem subir ficam e tiram as famosas fotos. Ali são 5.000m!!! Um sentimento de superação! Mas dá pra subir mais! Quem quiser chega aos 5.036m! Parece pouca a diferença, mas nessas condições 1cm é muito, acredite. Ao chegar lá em cima a recompensa é a visão de 360° do Valle Rojo. Muitas montanhas coloridas, montanhas nevadas, águias, riachos, que visual!!! E que frio!!!! No topo venta muito, sensação de zero grau! Então vá preparado pro frio extremo: segunda pele, fleece, casaco corta-vento, gorro, luvas, cachecol, óculos. Esse é o passeio mais frio de todos. Fiquei cerca de meia hora lá em cima. Depois começamos a descer, que é muito mais fácil. Por volta de 13h partimos pro mesmo lugar do café da manhã para comermos um farto almoço (incluído no pacote). Após um breve descanso, regressamos à Cusco. Nesse retorno, a van deu problema no motor e tivemos que pegar um transporte de linha urbana, que parava em toda parada e estava lotado. Foi foda! Já estava bem cansado. Pelo menos a parada final da Topic era perto do meu hostel. Cheguei já de noite, beeeem cansado. O passeio completo custou 80 soles (transporte, guia, entrada, café da manhã e almoço).
      26/06 - Rolê pela cidade
      Pela manhã fomos ao museu que ainda restava do boleto: Museu de Arte Contemporânea. Almoçamos muito bem no restaurante Chia (recomendo aos veganos!). Depois conhecemos a Catedral por dentro, pois havia uma missa acontecendo, a visita na catedral tem tours guiados pagos, mas quando está havendo missa pode entrar gratuitamente. Demos mais um rolê pela cidade, entramos em algumas lojinhas e retornamos ao hostel. Foi um dia light. Amanhã teria outro passeio puxado: Laguna Humantay.
      27/06 - Laguna Humantay
      A van passou às 4:30 e seguimos para buscar os outros passageiros. 5h pegamos a estrada em um longo caminho até chegar em Mollepata, onde tomamos café da manhã às 8h. Fica a dica para comer algo antes ou levar pra comer no carro. As 08:30 saímos em direção a Soraypampa, início da caminhada. Lá tem vários acampamentos onde o pessoal que faz a trilha Salkantay fica. Iniciamos a subida por volta de 9h, a uma altitude de 3.900 metros. Começa plana e vai ficando íngreme, parecida com a da Montanha Colorida. Mas como a altitude é um pouco mais baixa, não é tão cansativo e nem frio quanto. Mas é puxado. Sobe e pára, sobe e pára. 1h de subida e a montanha Humantay vai se mostrando. A recompensa vem com a vista mais linda de toda a viagem: a Laguna Humantay. Que cenário de filme aquele. Valeu todo o esforço chegar aos 4.300m! Ficamos até 13h e voltamos pro mesmo ponto para almoçar. Às 14h partimos de regresso a Cusco. O passeio custou 95 soles por pessoa (incluído café da manhã, almoço, guia, transporte e entrada).
      28/06 - Adios Cusco
      Nosso vôo era às 18h, então aproveitamos a última manhã para ir no Mercado San Pedro. Típico mercado popular, onde os nativos frequentam, tem muita opção de comida, artesanato, roupas, etc, aquela confusão massa, hehehe. Vale muito a pena comprar por lá e ver os costumes do povo local. Voltamos ao centro histórico e almoçamos no restaurante Avocado (especialista em Abacate, delícia!) e voltamos ao hostel, depois aeroporto.
       
      Bom, de acordo com nossa experiência nessa viagem, esse seria um roteiro que faríamos para otimizar tempo/dinheiro/esforço físico:
      Sugestão de roteiro de 14 dias: (PRINCIPALMENTE NA SEGUNDA QUINZENA DE JUNHO)
      Dia 1 - Aclimatação
      Dia 2 - Comprar boleto turístico, trocar dólares, rolê pela cidade (museus, praças, igrejas, lojas, mercado).
      Dia 3 - Qorikancha e Sacsayauman
      Dia 4 - Moray, Salineras de Maras e Chinchero
      Dia 5 - Valle Sagrado: Pisac e Ollantaytambo (pernoita lá)
      Dia 6 - Ollantaytambo
      Dia 7 - Ida de Ollantaytambo para Águas calientes de van pela Hidrelétrica
      Dia 8 - Machu Picchu
      Dia 9 - Águas Calientes e retorno de tarde de trem a Ollantaytambo ou Poroy, depois ida a Cusco.
      Dia 10 - Inti Raymi
      Dia 11 - Laguna Humantay
      Dia 12 - Rolê (museus, praças, igrejas, lojas, mercado etc)
      Dia 13 - Montanha Colorida
      Dia 14 – Rolê/Adios Cusco
      Frio/Altitude:
       
      Cusco > Ollantaytambo > Águas Calientes
      Nível de dificuldade:
      Montanha colorida > Montanha Machu Picchu > Laguna Humantay > Outros
      Locais inclusos no Boleto Turístico:
      Sacsayhuaman
      Q’enqo
      Puca Pucara
      Tambomachay
      Museu de Arte Contemporânea
      Museu Histórico Regional
      Museu de Arte Popular
      Museu de site Qoricancha
      Centro Qosqo de Arte Nativo
      Monumento ao Inca Pachacuteq
      Pikillaqta
      Tipon
      Pisac
      Ollantaytambo
      Chinchero
      Moray
      O que levar para os passeios:
      Roupa de frio, roupa de caminhar, bota ou tênis, chapéu ou boné, filtro solar, batom de cacau, óculos escuros, folha de coca, capa de chuva, mochila pequena com lanche e água.
      Sugestão de restaurantes (o TripAdvisor não falha!):
      Cusco: Yaku, Avocado, Chia.
      Ollantaytambo: Ausengate
      Dica para economizar comendo fora: muitos restaurantes têm o "menu do dia" ou o combo (entrada + prato principal + bebida + sobremesa), por volta de 25 soles.
      Onde comprar mais barato: Mercado San Pedro e Mercado Artesanal de Cusco.
      Site oficial Machu Picchu: https://www.machupicchu.gob.pe/
      Sites das companhias de trem:
      https://incarail.com/
      https://www.perurail.com
      Aplicativo Fiestas de Cusco 2019: Disponível na Playstore e App Store
       
      Bom galera, essa foi nossa maravilhosa viagem à região de Cusco, no Peru. Foi uma trip banhada pela cultura peruana (pré-inca, inca e pós-inca) com muita história, arqueologia, arquitetura, dança, arte, misticismo, gastronomia e natureza. Depois enviaremos fotos e mapas!
      Hasta Luego!
      Sergio e Sabrina.
       


×
×
  • Criar Novo...