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Ola´,

sou novata por aqui. Dentro de alguns meses me aposentarei e pretendo me dar de presente o grande sonho da minha vida: fazer uma viagem à Europa.

Foram muitos anos de trabalho e dedicação à família. Agora não tenho mais coragem de fazer um verdadeiro "mochilão" pois a saúde já não está 100%]

mas energia e vontade há de sobra. Gostaria que me dessem sua opinião sobre a ideia de visitar capitais do Leste Europeu e ficar em hostels para economizar

nas hospedagens ( porém com o conforto de ter uma cozinha a dispoisção ) e aproveitar passeios culturais.

Agradeço o suporte recebido. 

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7 respostass a esta questão

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@Jucinovaera Nve encorajo a sua atitude! nunca é tarde demais para viajar!
Indico pesquisar hostels pelo hostelworld.com . Nunca tive problema com o site, ficando em hostels que tem nota 8 pra cima.
No Leste Europeu é fácil achar hostels por 15 euros ou menos, e todos que fiquei eram bem equipados (geladeira, cozinha) e possuíam café da manhã. Assim dá pra economizar um pouco nas refeições, fazendo alguns lanches no hostel.

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@Jucinovaera Nve Simplesmente vá,  sem medo. Compra uma mochila, tem modelo feminina,  vai curtir a sua sonhada viagem à europa.

Pesquise bastante, aqui tem vários relatos de lá,  leia todos,  veja as cidades que quer conhecer,  tem vários sites de hospedagem econômica. Veja a questão do transporte dentro da Europa. 

Eu ainda não fui para lá, mas se puder te ajudar, estamos por aqui 

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Nunca é tarde para viajar, tem um tio da minha mãe que rodou meio mundo depois de se aposentar, ele começou a viajar aos 65 só parou aos 85, por que realmente não conseguia mais andar sozinho.

Quanto aos hotéis, eu já passei dos 30, e sendo sincero, hoje não me vejo com muita paciência para encarrar aqueles hosteis onde tem festa toda noite, prefiro locais um pouco mais calmos.

A uns 2 anos atras fiquei num hostel bem calmo em Berna, apesar de dividir quarto foi super tranquilo, mas em compensação, fiquei num hostel que eu tive que reservar de última hora em Split, e não preguei o olho, festa até as 3 da manhã e gente chegando e saindo a madrugada toda fazendo barulho.

Então o conselho que eu lhe daria é você escolher bem um hostel que seja mais o o seu perfil, para não ter uma experiência ruim.

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Jucinovaera Nve...boa tarde colega!!!

Vá sem " medos"...e conte sempre com o bom senso inerente a nossa idade!kkk

A felicidade é imprevisível!!! 

Mochila nas costas..."viajar è preciso...viver também preciso"... 

Abraços e nos encontraremos pelos caminhos.

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@Jucinovaera Nve, acabei de voltar da minha primeira viagem à europa e passei por cidades que talvez sejam de seu interesse: munique, liubliana, budapeste, cracóvia, praga, dresden e berlim.

como disse o @poiuy é importante escolher hostels que tenham o seu perfil.. não sou muito de balada (prefiro acordar cedo para passear e finalizar o dia com uma cerveja ou vinho tranquilamente) e qdo escolhi os hostels tive esta preocupação.. reservei todos pelo booking e sempre lia os comentários, se alguém comentava sobre muito barulho eu já ficava um pouco alerta... uma coisa que evitei também foi escolher local com bar dentro do hostel, pq acho que provavelmente já atrai um público mais festeiro.. e digo que não tive problema em nenhum lugar que fiquei.. leve um protetor auricular e seja feliz! :D tanto no booking quanto no hostelworld é fácil também ver se o local possui cozinha equipada..

se quiser sugestões de hospedagem em alguma dessas cidade (exceto berlim que fiquei na casa de um amigo) é só falar!

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Oi Juci, eu também  me aposentei e gostaria de companhia pra viajar. Vamos montar um grupo?

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    • Por Ismael Guimarães
      Olá mochileiros!
      Venho novamente trazer outra contribuição ao fórum, pois foi justamente aqui que consegui todas as dicas da minha viagem para Florença.
      Começo o relato da minha passagem por Florença com um desabafo: o arrependimento que eu amargo de ter reservado apenas 1 dia para essa cidade incrivelmente fofa, daquelas que dá vontade de colocar em um potinho e levar pra casa!
      Mas isso só me deixou uma certeza: a de que eu ainda voltarei com mais calma para apreciar a bela Firenze!
      Florença é o berço do Renascimento e a capital da região da Toscana. Considerada como o centro de início do humanismo europeu, a cidade é parada obrigatória para quem é amante da arte. Então tenha em mente que a cidade respira arte!
      Apenas para ilustrar o seu potencial, a cidade é a terra natal de grandes personalidades italianas, tais como Michelangelo, Leonardo da Vinci, Dante Alighieri, Nicolau Maquiavel e ninguém menos que Galileu Galilei.
      Embora a cidade mantenha essa atmosfera nostálgica, atualmente é bastante agitada, com boa comida, vinho fantástico, mercado de moda mundialmente conhecido e uma energia descontraída. E apesar de ser uma cidade pequena, há muito o que ver e fazer!
      O transporte público de Florença é bastante eficiente, mas vai por mim: você não precisará de meios de transporte para se locomover, pois o centro histórico é compacto e completamente acessível. Então só precisará de sapatos confortáveis, garrafinha de água e bastante apetite.
      Chegamos a Florença pela estação central de trens (Firenze Santa Maria Novella), em uma viagem que partiu de Roma e durou cerca de 1 hora e 20 minutos. Em outro post detalharei como é viajar de trens rápidos pela Itália. A estação não fica necessariamente no centro histórico ou ao lado do Duomo, mas fica distante cerca de 1 km que dá para ir caminhando tranquilamente.
      E Florença segue o mesmo padrão de hospedagem cara que observamos pela Itália. Ficamos hospedados praticamente ao lado do Duomo, em uma espécie de pensão chamada Prestigia Rooms (instalada em alguns andares de um prédio histórico), que reservamos pelo Booking. A hospedagem parece ter sido reformada recentemente, então a estrutura estava impecável e a anfitriã era bastante solícita (e falante!). Realizo o check-in, era hora de sair para explorar a cidade, pois tínhamos pouco tempo.
      Começamos, logicamente, pela praça central onde está localizada a igreja símbolo da cidade, que é a Catedral de Santa Maria del Fiore, conhecida como Duomo de Florença. Como no centro histórico não podem ser construídos prédios muito altos, a cúpula vermelha da catedral se destaca e pode ser avistada de diversos lugares da cidade. 
      O Duomo é uma das obras-primas da arquitetura gótica e tem capacidade para acomodar até 30 mil pessoas! Esse tamanho lhe garante a 5ª posição no ranking de maiores igrejas do mundo. A fachada da catedral é revestida em mármore de cor rosa, verde e branco, o que é a sua marca distintiva.
      Contudo, a inspiração gótica da igreja resulta em um interior bastante sóbrio, bem diferente de todo aquele ouro e esculturas que encontramos nas igrejas de Roma. Mas a famosa cúpula não deixa a desejar: nela estão lindos afrescos com uma incrível representação do Juízo Final.
      Um dos passeios mais tradicionais é subir até a cúpula da igreja para ter uma visão panorâmica da cidade, mas como o nosso tempo era escasso, e tínhamos outras prioridades, acabamos não subindo.
      Saindo da catedral, fomos caminhando até a Piazza della Repubblica, uma enorme praça fechada apenas para pedestres, que ostenta o imponente Arco da Abundância, além de contar com vários restaurantes e um tradicional carrossel. Durante a noite voltamos nessa praça e fica lotada de turistas e artistas de rua se apresentando.
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      Então chegou ao momento que seria o ponto alto e principal motivo da visita a Florença: conhecer a Galleria dell'Accademia (Galeria da Academia de Belas Artes de Florença), museu que abriga a estátua original do Davi, de Michelangelo!
      Chegamos na entrada pouco depois das 15h e ficamos pouco tempo na fila de ingressos. Embora a recomendação seja reservar com antecedência, acabamos arriscando, pois tinha ouvido dizer que logo na abertura ou próximo do fechamento é fácil de conseguir chegar e entrar. O ingresso custou € 12 (em 2017), que pode variar a depender de exposições temporárias, e o horário de funcionamento da Galeria é de terça a domingo, das 8h15 às 18h50.
      Começamos a visita pelo Museo degli Strumenti Musicali (Museu de Instrumentos Musicais) que também faz parte da Galeria e abriga uma preciosa coleção antiga de instrumentos datados a partir de 1568. Os instrumentos são apresentados ao lado de pinturas que descrevem cenas da vida musical dos Médici (a famosa família florentina), além de vários computadores que permitem ao visitante ouvir os sons de todos os instrumentos exibidos.
      Mas os instrumentos mais importantes do museu são violinos, violas e violoncelos do inigualável Antonio Stradivari. Seus instrumentos foram objeto de estudos por vários séculos e não houve conclusão sobre o motivo de seus violinos soarem tão bem, tanto que atualmente, por simbologia, a palavra Estradivario tornou-se associada ao nível de excelência de qualidade (apenas para ilustrar a sua importância, um autêntico Stradivari foi leiloado em 2010 pelo valor de 3,6 milhões de dólares!).
      E de acordo coma tradição, você não pode visitar Florença sem ver o Davi, de Michelangelo! A Galeria não é tão grande, mas é engraçado andar sem auxílio de mapa, virar em um corredor e do nada dar de cara com nada menos do que esse símbolo da arte ocidental. É muito emocionante você ver aquela mesma estátua que via nos livros escolares bem ali, na sua frente, em puro mármore e genialidade!
      O atual espaço em que a estátua está instalada foi construído no final do século XIX, mas o mais interessante é saber que o Davi foi mantido em segurança em uma caixa dentro do museu por 9 anos até que a construção fosse concluída. Atualmente, a alcova primou pela absoluta centralidade da estátua, além do banho de luz natural que lhe proporciona.
      Na sua inauguração, a escultura foi instalada em uma praça pública, em frente ao Palazzo Vecchio. Mas só em 1873 a obra foi retirada da praça, por conta do desgaste que estava sofrendo pela ação do tempo, e passou a ser exibida no interior da Galeria.
      Interessante observar que no atual local de exibição há considerável espaço no entorno, de tal forma que mesmo havendo bastante visitantes é possível apreciá-la com tranquilidade, e mesmo dar voltas ao seu redor para observar todos os seus detalhes.
      Depois de apreciar a escultura do Davi, há várias outras salas de visitação. A Galeria também abriga obras dos aprendizes dos grandes mestres, sendo muito interessante notar como algumas peças são estranhas, inacabadas e até mesmo de gosto duvidoso.
      A sala de esculturas em gesso é realmente interessante, pois os aprendizes primeiro trabalhavam em gesso para depois evoluir aos poucos para os materiais mais nobres, tal como o mármore.
      Saímos da Galeria já no fim da tarde e precisávamos acelerar o passo para ver o famoso pôr do sol da cidade, a partir de uma vista privilegiada.
      Passamos pela Ponte Vecchio, um dos pontos turísticos da cidade que atravessa o Rio Arno. Atualmente, a ponte é ocupada por joalherias, que substituíram os açougues do local na sua origem. Contudo, o seu melhor ponto de vista não é partir dela mesma, mas sim da outra ponte localizada a oeste, chamada Ponte alle Grazie.
      Depois de atravessar esta ponte, fizemos uma caminhada até o alto da cidade, para a Piazzale Michelangelo. Chegando na praça é possível entender por que é um dos melhores lugares para se visitar em Florença! A vista é de tirar o fôlego, então por isso é visitada por milhões de pessoas todos os anos, principalmente na hora do pôr do sol.
      Depois descemos da Piazzale Michelangelo para retornar ao centro histórico. Atravessamos o rio e chegamos ao prédio do museu mais famoso de Florença, que é a Galleria degli Uffizi, que infelizmente não consegui visitar durante essa rápida estadia, o que só reforça o meu desejo de voltar para a cidade com mais tempo.
      Fizemos uma parada para comer um panini no festejado All'Antico Vinaio, que é bastante rústico e tem lanche suficiente para duas pessoas custando a partir de € 5. Também há várias opções de taça de vinho, pelos mesmos preços. Na prática, é uma espécie de origem da franquia Subway que observamos em cada esquina: se escolhe um panini e o atendente vai colocando os ingredientes conforme a vontade do cliente.
      Dica: passear durante a noite por Florença é absolutamente incrível! Eu já tenho a paixão de conhecer as cidades durante a noite, então Florença foi um verdadeiro presente nesse aspecto.
      Além de artistas apresentando seus trabalhos em cada espaço disponível, mas sem necessariamente encher a paciência dos turistas, em cada esquina da cidade você se depara com uma obra de arte, seja uma escultura, um prédio ou uma pintura.
      Como estávamos cansados, voltamos ao hotel para tomar um banho e descansar. Mais tarde, saímos para conhecer alguns bares que existem no entorno da catedral e tomamos cerveja em um Pub muito bacana.
      Retornamos ao hotel para dormir, pois o dia seguinte começaria cedo, visto que seriam só mais algumas horas na cidade.
      No dia seguinte, acordamos à 7h30, tomamos café próximo ao hotel e seguimos para a monumental Piazza della Signoria, uma praça localizada em frente ao Palazzo Vecchio, que pode ser considerada um verdadeiro museu a céu aberto!
      Nessa praça há esculturas de diversos períodos, sendo que a parte mais importante fica abrigada em um espaço com arcos abertos para a rua chamado de Loggia dei Lanzi, construída com o objetivo de sediar assembleias e cerimônias públicas. O melhor dessas atrações é que elas estão em praça pública e não exigem ingresso ou atenção a eventuais horários de funcionamento, pois estão lá disponíveis até de madrugada!
      Em seguida, seguimos até a Basílica di Santa Croce, também conhecida como o Templo das Glórias Italianas. A igreja ganhou esse apelido porque é o local de sepultamento de alguns moradores ilustres da cidade, como Michelangelo, Galileu e Maquiavel. Em frente da igreja, há uma estátua do grande poeta Dante Alighieri.
      Dentro da igreja, as paredes e janelas são decoradas com afrescos que representam a história de São Francisco, aja vista que se trata de uma igreja franciscana. O famoso artista Donatello contribuiu com a elaboração do Crucifixo e a Anunciação.
      Mas os itens que mais chamam atenção dos turistas são os túmulos de grandes personalidades italianas. O túmulo de Michelangelo é ladeado por três figuras alegóricas que representam a escultura, pintura e arquitetura, além de um busto que retrata fielmente o artista, pois foi retirado da máscara fúnebre.
      No mesmo ano em que Michelangelo morreu, nascia outro gênio italiano, mas de outra área: Galileu Galilei, que por defender a ideia de que a Terra girava em torno do Sol, e não o contrário, foi condenado pela Inquisição. Mas curiosamente, ao fim e ao cabo, o gênio acabou sendo sepultado dentro de uma igreja católica, e isso porque o último grão-duque dos Médici resolveu dar a ele um túmulo digno, em frente ao túmulo de Michelangelo. Em 1992, o Papa João Paulo II lamentou o tratamento que foi dispensado a Galileu na época.
      E assim encerro o meu roteiro de apenas 1 dias na bela Florença, pois depois que saímos da Basílica de Santa Croce voltamos ao hotel para check-out e embarque de trem para Veneza.
      Então se você gosta de História da Arte, não cometa o mesmo erro que eu de reservar apenas 24 horas nessa cidade, que merece no mínimo 2 dias para ser explorada devidamente.
      Mais fotografias e outros detalhes podem ser conferidos no post que eu fiz no seguinte endereço: http://viajandosozinho.com/2020/07/02/roteiro-1-dia-florenca-toscana/
       
      Espero que seja bastante útil para quem planeja conhecer Florença (e desculpem eu não saber incluir imagens no meio do texto, parece que vai ficar tudo no final).
       
       
       
       
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    • Por Ismael Guimarães
      Olá mochileiros!
      Venho compartilhar meu relato de viagem de 1 dia em Florença, na Itália. E já afirmo o meu arrependimento de ter reservado apenas 1 dia para essa cidade incrivelmente fofa, daquelas que dá vontade de colocar em um potinho e levar pra casa!
      Espero contribuir com quem estiver montando roteiros e por isso postei bastante fotos da cidade e suas atrações, o que pode ser conferido no meu blog: http://viajandosozinho.com/2020/07/02/roteiro-1-dia-florenca-toscana/


    • Por Anaïs Nascimento
      Boa tarde pessoal, 
      Sou nova no fórum e tenho uma dúvida. 
      Bom, estou planejando um mochilão pela Europa, de um ano. Sem destino muito bem definido, mas com possibilidade de inverno rigoroso.
      Estou pesquisando uma botina bacana para o mochilão. A princípio, seria com fins urbanos apenas, porém pode surgir a possibilidade (remota, porém existente, de rolar uma trilha - quem sabe nos Pirineus).
      Estou procurando algo que seja esteticamente bacana, e me agrada muito o modelo da Yellow Boot da Timberland
       https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1511548070-bota-timberland-original-yellow-boot-feminina-_JM
      Gosto do modelo militar e encontrei similar na Macboot
      https://www.macboot.com.br/produto/bota-milita-macbootr-cano-alto-lauryn-04-mostarda/
      A dúvida é se esse tipo de bota atende para fins urbanos (e raras trilhas, não sei bem o que esperar). O modelo é impermeável e me agrada esteticamente. 
      Se souberem de outros modelos e marcas que enquadrem nesses quesitos, agradeço a ajuda.
      Abraços 


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