Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Posts Recomendados

Ola´,

sou novata por aqui. Dentro de alguns meses me aposentarei e pretendo me dar de presente o grande sonho da minha vida: fazer uma viagem à Europa.

Foram muitos anos de trabalho e dedicação à família. Agora não tenho mais coragem de fazer um verdadeiro "mochilão" pois a saúde já não está 100%]

mas energia e vontade há de sobra. Gostaria que me dessem sua opinião sobre a ideia de visitar capitais do Leste Europeu e ficar em hostels para economizar

nas hospedagens ( porém com o conforto de ter uma cozinha a dispoisção ) e aproveitar passeios culturais.

Agradeço o suporte recebido. 

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@Jucinovaera Nve encorajo a sua atitude! nunca é tarde demais para viajar!
Indico pesquisar hostels pelo hostelworld.com . Nunca tive problema com o site, ficando em hostels que tem nota 8 pra cima.
No Leste Europeu é fácil achar hostels por 15 euros ou menos, e todos que fiquei eram bem equipados (geladeira, cozinha) e possuíam café da manhã. Assim dá pra economizar um pouco nas refeições, fazendo alguns lanches no hostel.

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@Jucinovaera Nve Simplesmente vá,  sem medo. Compra uma mochila, tem modelo feminina,  vai curtir a sua sonhada viagem à europa.

Pesquise bastante, aqui tem vários relatos de lá,  leia todos,  veja as cidades que quer conhecer,  tem vários sites de hospedagem econômica. Veja a questão do transporte dentro da Europa. 

Eu ainda não fui para lá, mas se puder te ajudar, estamos por aqui 

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Nunca é tarde para viajar, tem um tio da minha mãe que rodou meio mundo depois de se aposentar, ele começou a viajar aos 65 só parou aos 85, por que realmente não conseguia mais andar sozinho.

Quanto aos hotéis, eu já passei dos 30, e sendo sincero, hoje não me vejo com muita paciência para encarrar aqueles hosteis onde tem festa toda noite, prefiro locais um pouco mais calmos.

A uns 2 anos atras fiquei num hostel bem calmo em Berna, apesar de dividir quarto foi super tranquilo, mas em compensação, fiquei num hostel que eu tive que reservar de última hora em Split, e não preguei o olho, festa até as 3 da manhã e gente chegando e saindo a madrugada toda fazendo barulho.

Então o conselho que eu lhe daria é você escolher bem um hostel que seja mais o o seu perfil, para não ter uma experiência ruim.

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Jucinovaera Nve...boa tarde colega!!!

Vá sem " medos"...e conte sempre com o bom senso inerente a nossa idade!kkk

A felicidade é imprevisível!!! 

Mochila nas costas..."viajar è preciso...viver também preciso"... 

Abraços e nos encontraremos pelos caminhos.

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@Jucinovaera Nve, acabei de voltar da minha primeira viagem à europa e passei por cidades que talvez sejam de seu interesse: munique, liubliana, budapeste, cracóvia, praga, dresden e berlim.

como disse o @poiuy é importante escolher hostels que tenham o seu perfil.. não sou muito de balada (prefiro acordar cedo para passear e finalizar o dia com uma cerveja ou vinho tranquilamente) e qdo escolhi os hostels tive esta preocupação.. reservei todos pelo booking e sempre lia os comentários, se alguém comentava sobre muito barulho eu já ficava um pouco alerta... uma coisa que evitei também foi escolher local com bar dentro do hostel, pq acho que provavelmente já atrai um público mais festeiro.. e digo que não tive problema em nenhum lugar que fiquei.. leve um protetor auricular e seja feliz! :D tanto no booking quanto no hostelworld é fácil também ver se o local possui cozinha equipada..

se quiser sugestões de hospedagem em alguma dessas cidade (exceto berlim que fiquei na casa de um amigo) é só falar!

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oi Juci, eu também  me aposentei e gostaria de companhia pra viajar. Vamos montar um grupo?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por Eric de Araújo Brandão
      Estou indo para Europa e estou gastando muito estou afim de arrumar algum hostel para trabalhar e paga as diárias com o serviço para que eu gaste menos e aproveite mais
    • Por Birovisky
      Texto abaixo
       
       
      Saber qual o regime de alimentação que mais se adéqua ao seu perfil talvez faça TODA a diferença em sua viagem. Pode representar uma grande economia ou uma grande TRAGÉDIA. Nesta “rezenha” eu vou tentar explicar os tipos de regime.
       
      Tipos de regime de alimentação:
      “CM” ou Café da manhã:
      Regime com café da manhã incluso. No café da manhã, há ainda duas diferenças que valem à pena o registro: Café da Manhã “Continental” e Café da Manhã “Buffet”.
      O Café da Manhã Continental algumas vezes é chamado de ‘café da manhã frio’, pois a maior parte dos alimentos são frios. É um café da manhã muito simples, com pouca variedade. Em algumas regiões ele pode ser tão somente um café com leite, pão e manteiga. Algumas vezes pode incluir uma fatia de queijo ou presunto, ovos fritos e um suco. Costumo apelidá-lo de “café com pão, bolacha não”. Não espere encontrar diversidade de pães, bolos e comidas quentes.
      O Café da Manhã Buffet (Bufê) é mais elaborado. Normalmente inclui frutas da época, grãos e cereais, variedade de queijos e outras espécies de frios, derivados de leite, geleias, gelatinas, sucos, ovos mexidos, salsichas cozidas com molhos, carnes secas, “waffles”, panquecas doces e salgadas, omeletes feitos com escolha de acompanhamentos na hora, papas, mingaus, cuscuz, inhame, macaxeira, batata doce e tapiocas feitas na hora (quem conhece o Nordeste sabe do que estou falando, uma delícia!). A quantidade de itens varia de acordo com a região. na Europa, por exemplo, estes bufês chegam até a terem saladas, conservas como picles, pastas, pães, torradas e pimentões, além do tradicional café, leite e chás. Não inclui água mineral engarrafada, somente se estiver servido em filtros ou jarras.
       “MAP”ou Meia-pensão:
      Regime com café da manhã e jantar. Este tipo de regime de alimentação é muito conveniente para para Hotéis e Resorts centrais, pois durante o dia os viajantes poderão explorar à vontade o turismo local, passando o dia inteiro fora do hotel, almoçando onde melhor lhes convier. Quando retornarem ao hotel, e como na volta bate um cansaçozinho, poderão jantar no próprio hotel, e, muitas vezes, até curtir um show/apresentação/atração oferecido pelo estabelecimento.
      Normalmente inclui bebidas não alcoólicas (água, suco e refrigerante), mas apenas durante os horários em que estejam sendo servidas as refeições.
      Alguns hotéis oferecem a possibilidade de Meia-Pensão com café da manhã e almoço, ao invés do jantar, mas não é regra. Aqui vale dizer que uma refeição não substitui a outra, isto é, não se pode ‘trocar’ o café da manhã pelo almoço, por exemplo.
      “FAP” ou Pensão Completa:
      Regime com café da manhã, almoço e jantar. A Pensão Completa é interessante para grandes Resorts, que ficam mais isolados do centro. Este regime é indicado para quem está viajando com a família ou para quem deseja curtir toda a estrutura do hotel. Estão incluídas as bebidas não alcoólicas (água, suco e refrigerante), também apenas durante os horários em que estejam sendo servidas as refeições.
      “All Inclusive” ou Tudo Incluído:
      Regime com café da manhã, almoço, jantar, lanche e serviços. Observem que a principal diferença deste regime para o Pensão Completa é a inclusão do lanche e dos serviços. Alguns hotéis incluem serviços como boliche, cavalgada, passeios de bicicleta, golfe, mergulhos etc. Este regime é geralmente adotado em alguns Resorts e Cruzeiros e possuem o que chamamos de ‘cardápio nomeado’, ou seja, o que não constar nos cardápios como liberados, saem por conta do viajante. Não estão incluídas ‘bebidas Premium’, como Whisky 12 anos, Vodcas e Vinhos de carta especial, além de serviços extras como SPA e salão de beleza.
      A questão mais fundamental na hora de escolher o seu regime de alimentação é entender o contexto da sua viagem. Faz sentido para uma família com crianças contratar um regime All Inclusive, assim como faz sentido você contratar apenas o café da manhã se o objetivo da viagem for Gastronômico.
      E aí, qual regime é o melhor para você, viajante?
      Boa viagem!
    • Por Mari D'Angelo
      Portugal é um país pequeno, mas tem 9 pedacinhos paradisíacos destacados bem no meio do Oceano Atlântico, o Arquipélago dos Açores! São Miguel é a maior das ilhas, e com voos low cost regulares à partir de Lisboa e Porto, é também uma das mais visitadas.
      A Ilha de São Miguel é um dos lugares mais lindos que já vi! De origem vulcânica, a terra das “vacas felizes” tem paisagens deslumbrantes que vão da montanha ao mar. As estradas, sempre enfeitadas por hortências brancas e azuladas, levam à lagoas cenográficas e praias de areia escura. É o destino perfeito para quem gosta de estar em meio a natureza.
      O idioma falado é o português, mas o sotaque dos micaelenses (originários da Ilha de São Miguel) é tão diferente do resto de Portugal que muitas vezes parece que eles estão falando francês! A moeda corrente é o euro.
      Como se locomover nos Açores?
      A primeira coisa a se pensar ao planejar uma viagem para os Açores é alugar um carro! Não sei sobre as outras ilhas (imagino que seja o mesmo), mas em São Miguel é sem dúvidas a melhor opção.
      Até há transporte público e ônibus turísticos Hop On Hop Off, como o Yellow Bus, que passam pelos principais pontos, mas lá é daqueles lugares em que o caminho é tão interessante quanto o destino final. Estar de carro vai te dar muito mais liberdade e conforto, além de otimizar o tempo.
      Caso decida se deslocar de transporte público, confira aqui as linhas e horários.
      As locadoras de carro já ficam logo em frente ao portão de chegada no Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, e de lá até o centro da cidade não dá nem 10 minutos. O ideal é já ter feito a reserva com antecedência.
      É fácil se locomover na ilha pois as distâncias são curtas (uma volta completa, de ponta a ponta dá 4h de viagem), as estradas são boas e não há pedágios.
      Quanto tempo ficar na Ilha de São Miguel?
      Tivemos apenas 3 dias inteiros na Ilha. Dá pra conhecer bastante coisa, mas definitivamente é pouco! Imagino que 5 dias inteiros, ou até uma semana seja o ideal, assim dá pra fazer as coisas com mais calma e ficar mais tempo curtindo cada lugar.
      É bom também levar em conta a época do ano. Como a maior parte das atrações são à céu aberto, faz bastante diferença se os dias são mais curtos ou mais longos. No verão o sol se põe por volta das 21:00 enquanto no inverno é pelas 18:00. O fuso horário também é diferente do de Portugal continental, sendo 1 hora a menos.
      Onde se hospedar na Ilha de São Miguel?
      Nós ficamos hospedados em Ponta Delgada, bem no centrinho da cidade. É a melhor opção para quem quer sentir um pouco de movimento, ter opções de restaurantes, cafés, lojas… mas ainda assim é uma cidade pequena e tudo fecha cedo. Para quem prefere mais tranquilidade, há vários pequenos vilarejos com opções de hospedagem perto do mar e das lagoas.
      Ficamos na Casa Conforto, um alojamento local bem simpático, com instalações novas e bem decoradas, funcionários super atenciosos e café da manhã no quarto (entregue todos os dias em uma cestinha de picnic ♥). Tem uma cozinha compartilhada caso queira guardar algo na geladeira ou tomar um café. Há um estacionamento público gratuito a 5 minutos a pé e vagas pagas nas ruas próximas.
      Como é o clima nos Açores?
      A fama é de ter as 4 estações do ano em um só dia, então acho que a palavra para o clima nos Açores é “instável”. Fomos em Julho, pleno verão, e estava bem quente! A temperatura estava sempre por volta de 24º mas a sensação era de bem mais. Pegamos alguns momentos nublados mas nenhuma chuva.
      Para essa época recomendo roupas leves, um casaquinho para usar a noite, roupa de praia e calçados confortáveis, pois as melhores vistas vem sempre acompanhadas de alguma caminhada.
      Nosso roteiro de 3 dias na Ilha de São Miguel
      Dia 1
      No primeiro dia fomos explorar o lado leste da ilha. Começamos pelo Miradouro Pico do Carvão, meio improvisado no meio da estrada mas com uma vista impressionante!
      Um pouco mais a frente fica o Aqueduto do Carvão e atravessando da estrada, a entrada para o Miradouro Pico do Paul. Dá pra ir de carro até lá mas (apesar da subida) é um caminho agradável para fazer a pé, passando pelas aconchegantes Lagoa das Empadadas e Lagoa de Eguas.
      Seguindo ainda pela mesma estrada chegamos ao cartão postal dos Açores, o Miradouro da Boca do Inferno (ou Miradouro da Grota do Inferno). Ele fica dentro do Parque Florestal da Mata do Canário e tem horário pra fechar – 19:00 no verão e 15:00 no inverno.
      No começo da escadaria que leva à vista mais linda da Ilha de São Miguel, está estrategicamente posicionado um carrinho de sorvete artesanal com ingredientes típicos dos Açores. Pode ousar sem medo!
      A vista lá de cima é surreal! Vai revelando aos poucos a Lagoa e o vilarejo das Sete Cidades e as lagoas de Santiago, Rasa e do Canário. Há um trilho que leva à uma placa explicativa e muita gente para por aí, mas se caminhar um pouco para a esquerda a visão é ainda mais ampla e não é preciso dividir o espaço com quase ninguém. Se tem um lugar perfeito para um picnic, é este!
      E a rota dos miradouros ainda não acabou, seguimos para o da Vista do Rei, outra imagem bem conhecida da Ilha de São Miguel. Daqui vê-se a Lagoa das Sete Cidades, que tem um lado esverdeado e outro azulado, deslumbrante!
      Para ter a melhor vista da Lagoa das Sete cidades aconselho cometer um pequeno delito e “invadir” o hotel abandonado Monte Palace. O que parece ter sido um luxuoso refúgio, é hoje quase um cenário de filme de terror, com todo o interior destruído. Ainda assim dá pra imaginar o privilégio que era se hospedar em um daqueles quartos com varandas imensas de frente para as lagoas.
      Bateu a fome e decidimos descer até o vilarejo das Sete Cidades. Esse trecho da estrada é forrado de hortências e só por isso já valia a viagem, mas a cidadezinha também é um encanto! O gramado arborizado à beira da lagoa é um bom lugar para um momento relax. O almoço foi no Restaurante Lagoa Azul, que tem um buffet cheio de opções deliciosas e bem temperadas!
      Aliás, esteja atento ao horário se quiser parar para almoçar. Não há nada pelas estradas, é preciso entrar nas cidades e na grande maioria delas os restaurantes fecham entre o almoço e a janta (as vezes ficam abertos mas só para bebidas).
      A próxima parada foi a Ponta da Ferraria. Além de ser mais uma vista linda, lá em baixo há uma piscina natural de formações vulcânicas onde a água do mar fica quentinha! Essa é de acesso livre e tem duchas, banheiros e vestiários (tudo meio improvisado mas super útil!). Um pouco antes fica o Termas da Ferraria, um espaço com spa, piscinas e restaurante.
      Terminamos o dia no Miradouro da Ponta do Escalvado, quase um camarote para o pôr do sol.
      Dia 2
      Como ficava pertinho do nosso Airbnb, passamos para conhecer o Mercado da Graça, onde se encontra frutas (especialmente o famoso ananás dos Açores) e vegetais fresquinhos, produtos regionais como queijos, geléias e biscoitos e até souvenirs.
      Depois partimos para Vila Franca do Campo, na expectativa de comprar o bilhete para visitar o Ilhéu de Vila Franca no dia seguinte. Não conseguimos, mas continuamos o roteiro pelo lado oeste da Ilha.
      Ali perto fica a Ermida de Nossa Senhora da Paz, uma igrejinha que além de já ficar no alto da colina, ainda está no topo de uma uma incrível e imensa escadaria. Lá de cima a vista para a cidade, o mar e o Ilhéu é fantástica!
      Outra coisa imperdível em Vila Franca do Campo são as Queijadas da Vila, um docinho típico da região que ganhou tanto meu coração que voltei no dia seguinte pra comprar uma caixa inteira!
      Clique aqui e conheça mais doces típicos de Portugal!
      E falando em comida, paramos em um restaurante na cidade para provar uma das especialidades açorianas, as lapas grelhadas! Lapas são um tipo de molusco geralmente encontrados em pedras nas regiões marítimas.
      As “conchinhas” chegam espalhadas por uma chapa fumegante e são temperadas com um molho de alho e limão. O sabor é bom, mas o fato de elas terem umas anteninhas me deixou um pouco agoniada. Para acompanhar pode provar a cerveja Especial Melo Abreu, também original dos Açores.
      Continuamos até o Jardim da Lagoa de Furnas, um parque super agradável que tem a Ermida Nossa Senhora das Vitórias como cartão postal.
      Na outra ponta da Lagoa de Furnas, em uma área de solo vulcânico, é onde é preparado o famoso cozido de furnas, outro prato típico açoriano. O cozido leva variados tipos de carnes branca e vermelha, além de embutidos e legumes. Como sou semi-vegetariana, não experimentei, mas se tiver coragem, deve ser uma experiência gastronômica diferente!
      O diferencial desse prato é o modo de preparo. Tanto os restaurantes da região quanto pessoas avulsas levam as panelas para serem “enterradas” nas caldeiras, onde cozinham por cerca de 6 horas. Há pessoas responsáveis no local para ajudar no processo.
      A região de Furnas é aliás muito conhecida pelas caldeiras em ebulição e pelas águas termais. Para chegar até lá mais facilmente pode procurar por “Largo das Caldeiras”, quando começar e ver focos de fumaça saindo do chão, chegou!
      Há várias bicas de águas com diferentes propriedades espalhadas pela cidade e as pessoas são encorajadas a provar. Eu não dei muita sorte e escolhi uma que tinha gosto de ferro gaseificado! Há alguns lugares em que a água tem uma coloração meio avermelhada devido a presença de enxofre e ferro.
      Para ter uma vista aérea da Lagoa de Furnas, seguimos até o Miradouro do Pico do Ferro.
      E com tanta água envolvendo essa paradisíaca ilha, não dá pra não falar de praia também. Escolhemos para fazer uma pausa com uma imperial a beira mar, a Praia dos Moinhos, na região norte de São Miguel.
      A entrada da praia fica quase escondida nas curvas de uma sinuosa estrada e ao chegar, a surpresa fica por conta da cor acinzentada da areia. Uma boa pedida para petiscar é O Moinho Terrace Café, com um ambiente interior agradável e uma ampla esplanada de frente para o mar.
      A menos de 10 minutos de carro da Praia dos Moinhos fica o Miradouro de Santa Iria, com uma vista espetacular das falésias açorianas.
      Por ser uma ilha de origem vulcânica, há várias opções de termas em São Miguel, sendo as mais conhecidas a do Parque Terra Nostra e a Poça da Dona Beija. Deixamos essas duas fora do roteiro e optamos pela Caldeira Velha, um pequeno paraíso natural de águas escaldantes.
      As piscinas do Centro de Interpretação Ambiental da Caldeira Velha, envoltas por uma vegetação diversa, tem águas de diferentes temperaturas, sendo que a mais quente pode chegar a 38º! Parece impossível mas na verdade é bem agradável – claro que por pouco tempo. A maior e mais concorrida atração é a cascata, que tem uma coloração avermelhada devido ao ferro presente na água. Aliás, o ideal é não ir com roupas novas ou claras pois podem ficar com manchas.
      O tempo máximo de permanência é de 2 horas e há um limite de 250 pessoas por vez. O valor do ingresso é de 8€ (ou 3€ caso não queira entrar nas poças termais) e grátis para residentes nos Açores. Há banheiros e uma estrutura simples de vestiários e lockers. Mais informações aqui.
      Dia 3
      No nosso último dia na Ilha de São Miguel, acordamos cedinho com destino (de novo) a Vila Franca do Campo para fazer a travessia para o Ilhéu de Vila Franca.
      Leia aqui tudo sobre o Ilhéu de Vila Franca do Campo.
      No Norte da Ilha, já próximo à vila de Nordeste fica o Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões. O acesso é bem fácil e a estrada corta ao meio dois lados igualmente dignos de cenários encantados. Em um deles, uma cachoeira que brota por entre as árvores e é rodeada por uma abundante natureza. Do outro um riacho salpicado por pequenas quedas d’água e casinhas dignas de aldeia. Sem dúvidas vale a parada.
      Uma das paisagens mais famosas da Ilha de São Miguel é a Lagoa do Fogo. O acesso de carro só vai até um certo ponto, depois é preciso fazer uma trilha de mais de uma hora. Para ter uma vista aérea basta subir ao Pico Da Barrosa.
      Como é um dos pontos mais altos da ilha, recomendo checar a visibilidade aqui antes ou corre o risco de chegar lá e não enxergar absolutamente nada por causa da neblina (que infelizmente foi nosso caso).
      À noite ficávamos sempre pelo centro histórico de Ponta Delgada. As Portas da Cidade, a Câmara Municipal e a Igreja de São Sebastião demarcam o miolo central, onde turistas e micaelenses se misturam.
      As ruas adjacentes estão repletas de opções de cafés, bares e restaurantes. Uma boa pedida é o Calçada do Cais, que recomendo pelo risoto e pela sangria! A região em frente ao cais também é uma opção agradável para ver o cair da noite.
      Há sempre alguma coisa acontecendo em Ponta Delgada, consulte o site da Câmara Municipal para saber o que vai estar rolando nos dias da sua visita!
      📷 Relato oficial com fotos e mapas aqui
    • Por mairavaladares
      Alguma sugestão de Réveillon para pessoas solteiras em local que tenha hostel e camping que não custe meus rins?
       
    • Por Tóia Bird
      Bom dia pessoal, sou nova aqui, aliás, sou nova no assunto sobre ser um mochileiro/viajante. 
      Tenho 17 anos, e curso Direito aqui no Brasil, comecei pelo status que provavelmente ganharia e coisas do tipo, o que, pensando melhor, não está me favorecendo em nenhum aspecto, por isso o interesse em ir para lugares diferentes e me achar, quero ir para Europa o mais rápido possível, viajar e tirar todo esse peso, e já estou correndo atrás do que preciso, nunca fiz isso antes e quando soube já me apaixonei.
      Quero saber se alguém que fazia graduação no BR, foi para outro país e resolveu ficar no lugar terminando a graduação após a viagem/mochilão. Como fizeram? Conseguiram estágio na área no exterior? (Antes de tudo, não pesquisei se há possibilidade de ter), Quais dificuldades enfretaram com essa situação? Conseguiram atuar na área depois? Ou começaram com outro emprego? Tem pontos que dá para realizar voluntarismo na área da graduação?
      É óbvio que mochileiros viajantes são nômades e tendem a não ficar só naquele local, mas tenho certeza que após minhas voltas eu vou querer me fixar em um local ou outro (menos BR rs), minha meta é Europa em geral, e fazer um curso para aprimoramento, mesmo que for um outro curso distante do Direito.
      Alguma pessoa aqui está passando o mesmo, e alguém que já passou poderia contar como foi? É complicado?


×
×
  • Criar Novo...