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Primeira atividade de aclimatação à altitude. Nesse dia, faríamos o hiking em volta da Laguna Cuicocha, localizada a alguns quilômetros de Otaválo. O Sandero de las Orquídeas, como é chamada a trilha que circunda a lagoa, possui 14 km de extensão e é feito normalmente em 4-5 horas. É uma bela experiência pra quem quer conhecer mais a região ao redor da cidade de Otaválo, além do seu famoso mercado artesanal.

Chegamos ao terminal de Otaválo bem cedo. Mal tínhamos tomado café e já estávamos procurando o ônibus rumo à Cotacachi (USD 0.35). Esse ônibus faz uma parada em Quiroga, um pequeno povoado de onde saem os táxis rumo à Laguna Cuicocha. Não deu erro. Chegamos em Quiroga e na praça principal, várias caminhonetes brancas já acenavam a espera dos próximos turistas. A viagem de Quiroga até a lagoa durou 15 minutos e custou 5 dólares.

✅ Dica: combine a hora de voltar com o taxista. A Laguna Cuicocha fica bem afastada da cidade e não é tão simples conseguir um táxi quando estiver voltando para Quiroga. Combinamos o nosso para 13h30 (chegamos as 9h da manhã) e deu tudo certo. Na hora marcada, o motorista já estava nos esperando no local onde nos deixou.

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Aviso informando que a entrada pelo sentido horário é proibida.

O táxi nos deixou no centro de informações do parque. Quando chegamos estava praticamente vazio. Vimos somente alguns grupos que iriam fazer a mesma trilha com a gente, e nada mais. Por recomendação na entrada do parque Cotacachi-Cayapas (entrada gratuita), começamos a trilha pelo sentido anti-horário. Li em vários blogs que começar pelo sentido horário não é permitido e pude constatar com o aviso acima. Além disso, o sentido anti-horário é bem mais cômodo. A dificuldade maior está no começo. A subida até a altitude máxima da trilha acontece primeiro e depois fica muito tranquilo.

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A sinalização da trilha é algo a se destacar. Placas e avisos estavam espalhados por todos os lados, sendo quase impossível de se perder. Inúmeros mirantes também estavam dispostos em pontos estratégicos com vista privilegiada para a lagoa. Em questão de organização, esse foi um dos hikings mais bem estruturados que fizemos, melhor até do que os que temos aqui no Canadá. 

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Bom, voltando à trilha, o objetivo seria fazer todo o circuito em pelo menos 4 horas. Mantivemos um ritmo bem tranquilo, mesmo na subida, e paramos constantemente para descansar e tirar fotos. A vegetação era bem característica. Era de cor verde musgo, com inúmeras orquídeas de cores e formatos diferentes. Daí o nome da trilha.

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Fala aí se não parece o cerrado ou alguma trilha no interior do Brasil?

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Em alguns momentos me pegava pensando: "pera aí, esse lugar parece muito as trilhas pelo cerrado que fazíamos em Brasília". Parecia de mais! Eu só acreditava que estava em um lugar diferente quando olhava para o lado e via a imensa lagoa, com duas ilhas no meio. Era difícil de explicar. O encanto aumentava quando olhava para os arredores da lagoa e via os vulcões Cotacachi e Imbabura. Em alguns pontos da trilha, dava pra ver os maiores vulcões, como o Cayambe e o Cotopaxi, bem de longe. Era por pouco tempo, já que as nuvens passavam os cobrindo constantemente.

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Depois de um pouco mais de 4 horas de trilha, 14 km percorridos e muitas paisagens extraordinárias, chegamos novamente ao Centro de Informações, onde comemos e esperamos o táxi de volta à Quiroga com vista privilegiada para toda a lagoa e para o vulcão Cotacachi (foto acima). Na hora exata, o taxista chegou e embarcamos em direção à Quito. A viagem de volta demorou praticamente a mesma coisa que a ida e umas 3h depois já estávamos no hostel em Quito, felizes por ter completado com sucesso o primeiro passo de aclimatação.

 

Mais sobre a Laguna Cuicocha

O nome Cuicocha tem várias explicações possíveis, dentre elas, "Arco Iris" ou "Porco da Índia". A lagoa está localizada a quase 3100 metros de altitude e foi formada após uma erupção massiva a mais de 3000 mil anos atrás. O vulcão está adormecido desde então. As ilhas em seu interior são enormes domos de lava e tem acesso proibido ao público. Entretanto, existem passeios de barco que percorrem a lagoa e as ilhas, com duração de 20 minutos.

 

Cuicocha x Quilotoa

Talvez você esteja se perguntando, qual lagoa devo fazer quando for no Equador? A resposta depende do que você quer e do tempo que você tem. Se você quer um experiência autentica, sossegada, barata e com vistas extraordinárias, sugiro fortemente conhecer a Laguna Cuicocha. Gastamos pouquíssimo para conhecer Otaválo e a Laguna Cuicocha e o acesso é relativamente tranquilo. Alguns equatorianos vão dizer que a laguna Quilotoa é mais impressionante. Talvez seja, mas o acesso é mais complicado e se você quiser fazer um bate volta, vai ter que contratar obrigatoriamente um tour que não sai por menos de USD 50 por pessoa. Pense bem e decida (eu iria para Cuicocha... hihihihi).

 

Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com

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    • Por Anderson Paz
      Período: 15 a 19/11/2017 (período chuvoso)
      Cidade-Base: Caiapônia/GO, a 550 km de Brasília e 335 km de Goiânia.
       
      Relato escrito pela companheira de viagem Maria Fernanda. Fiz só algumas pequenas adaptações. Dessa forma muitas vezes vai estar se referindo a mim na 3ª pessoa...hehehe

      Além dela o Raphael também integrou o grupo, na verdade foi ele o mentor da viagem em seu Uninho Mille.

      Dia 15/11, quarta:
       - Saída DF: 05h30
      - Chegada Caiapônia: 13h30
      - Estrada via Iporá em ótimo estado de conservação ao longo de todo o trajeto
       
      - Fomos direto às Cachoeiras Jalapa e Tobogã.
      No caminho de terra à direita avista-se ao longe o "Morro do Gigante Adormecido". Lindão!
      Nível dificuldade das cachús: Zero!
      Segundo nossa avaliação, são as mais "simples", de menor beleza cênica e sujeitas a estarem lotadas nos feriados e finais de semana. Entretanto, quando lá chegamos só havia mais 3 pessoas.

      Depois de ficarmos ali um tempinho, seguimos rumo a Cachoeira Três Tombos
       
      Como chegar: 5 km antes de Caiapônia na GO-221 no sentido Iporá-Caiapônia

      Cachoeira Três Tombos
      Chega-se por cima, onde o Rio São Domingos encontrava-se raso, (na altura de minhas canelas, se tanto!). Do alto, aprecia-se um lindo desfiladeiro e a bela Três Tombos (nome autodescritivo). Próximo ao local do estacionamento à direita há uma trilha para a descida com mais segurança, com cordas para apoio. Não é preciso fazer como nosso audaz e intrépido Anderson Paz que - não encontrando a "descida oficial" - bancou o "Indiana Jones" numa descida arriscada pirambeira abaixo, ok?! O poço dessa cachú é DE-LI-CI-O-SO!! Todos concordamos que suas águas são as mais deliciosas em que tivemos a experiência de nadar / mergulhar. NÃO DEIXEM DE VIVENCIAR ISSO, certo?!
       
      Como chegar: BR 158, 46km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 16km de estrada de chão. Tem algumas placas. Confie nelas. (Digitar “Cachoeira 3 Tombos” no Google Maps)
       
      À noite: Restaurante do Ernesto, frente do Hospital Municipal. Fernanda e Rapha foram de "jantinha" (PF reforçado!) e Anderson foi de sanduba sem carne (com ovo, tomate, milho, alface e maionese).
       
      Dia 16/11, quinta feira.

      Cachoeiras Samambaia e Abóbora
      Chega-se por cima da Samambaia, literalmente! Inclusive, cruzamos o riacho q a origina sem que déssemos fé disso. Um pouco mais a frente percebemos que havíamos passado do ponto - ela estava logo à direita do riacho. Ao fazermos o retorno, tivemos a sorte de avistarmos 2-3 catetos ariscos.

      A de scida da Samambaia é tranquila e sinalizada. Queda d'água bonita. Há um poço pequeno .

      Para chegarmos a Abóbora, voltamos ao ponto de início da descida à Samambaia e pegamos uma trilha em frente, curta (talvez 250 m) e discretíssima! É provável q exista outra trilha por baixo, mas não vimos! A queda e o poço da Abóbora são maiores do que a Samambaia. No entanto, ao chegarmos, deparamo-nos com um fedor forte e nauseante de algum bicho morto nas proximidades.  Não permanecemos mais do que alguns poucos minutos por ali. Peninha...
       


      Nota Importante: das que visitamos, estas duas cachoeiras ficam muuuito próximas de pastagens e plantações imensas.
       
      Como chegar: BR 158, 10km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 30km de estrada de chão. Na BR entrar na placa escrita "Vivas Samambaia". O carro para em um estacionamento ao lado do córrego que desemboca na Samambaia. A primeira cachoeira é a Samambaia. Uns 300m de trilha a direita fica a Abóbora (digitar “Cachoeira Abobora” no Google Maps)
       
      Após, retornamos ao carro e seguimos nossa aventura em busca à Cachoeira São Domingos...

      Nessa tarde, fomos agraciados com um original e generoso "Safari no Cerrado".

      Além dos catetos que avistamos mais cedo conseguimos ver: 10 ou 12 emas, vários tucanos, dezenas de periquitos, muuuuitas corujas, alguns carcarás, seriemas aos montes, curicacas às dezenas, muuuuuitas Araras. Em especial, passamos por um grande pequizeiro e, logo atrás dele, uma fascinante "Árvore de Araras" com 12 exemplares delas, algumas com pequis nos respectivos bicos!

      Muitos bichos depois, chegamos ao mirante natural da cachú São Domingos...
       
      Cachoeira São Domingos
      Respirações suspensas, expressões estupefatas... Até agora, não encontramos a palavra exata para descrevê-la... BELÍSSIMA! EXUBERANTE! ENCANTADORA!*
      Para quem conheceu o *"Buraco das Araras" em Formosa... 3 ou 4x o diâmetro dela x 96 m de altura. Para quem conheceu o "Véu de Noiva da Chapada dos Gimarães...mais bela na nossa opião!

       

      Após muitas fotos e contemplações, ficamos por uns 40 min procurando a trilha para descer até seu poço.
      Já estávamos desistindo da descida, quando um som de esperança inundou o ar... uma moto estacionou: era uma das moradoras da casa logo na entrada do terreno de acesso à cachoeira. Apontou-nos o início da trilha ao lado da cerca da propriedade. Após uns 15 min de percurso no sentido contrário à cachoeira, em um caminho plano, a trilha inicia uma descida relativamente inclinada rumo ao vale; por baixo, retorna-se por cerca de 1 km em direção à cachoeira e VOILÁ: a queda belíssima e o poço magnífico!! Dá pra chegar bem embaixo da cachoeira, como é possível ver na foto abaixo.


      Após uns 40 min, vimo-nos obrigados a abandonar o paraíso recém-encontrado e retornar: já eram 17h40h. Não queríamos correr o risco de retomar a trilha, em geral bem marcada, mas com alguns trechos que requeriam um pouco mais de atenção, e realizar a subida no escuro.

      Ao chegarmos no topo, não pudemos apreciar o pôr do sol... dia nublado. Mas, fomos premiados com um belo passarinho azul da cara preta e mais 2 casais de curicacas.
       
      Como chegar: a partir da Abóbora, há uma estrada de chão de aproximadamente 40 km (digitar Cachoeira de São no Google Maps)
       
      Início da noite. Já na estradinha deserta em direção à Caiapônia avistamos 3 belíssimos veados (um deles galhado), pastando serenos até que o Anderson tentou tirar uma foto deles e... saíram em disparada!
       
      Chegamos famintos na cidade e fomos jantar no Varandas: restaurante e lanchonete do Daniel, próximo à Universidade Rio Verde. Recomendamos o delicioso macarrão ao molho branco.
       
       Dia 17/11, sexta feira

      Cachoeira e Corredeiras Santa Helena
      Local de acesso facílimo, extenso, prazeroso, com variados poços e cascatas. À direita da estrada, sobe-se para um dos seus melhores e maiores poços. Contaram-nos depois que em algum ponto mais acima há um encontro de águas quentes e frias, com uns ótimos poços de banho seguindo pela esquerda.
       



      De volta ao carro e a caminho das Três Barras, em dois momentos distintos, avistamos tatus próximos à estrada.
       
      Como chegar: seguir 45 km pela GO-221 em direção a Doverlândia, seguir 13 km na GO-188 e entrar a esquerda onde há placa indicativa da Cachoeira Paraíso (acesso 2 km depois da Cachoeira Lageado), seguir por mais 11 km

      Cachoeira Três Barras
      Outro local que nos deixou estupefatos, boquiabertos e sem palavras...talvez DESLUMBRANTE! seja uma boa palavra para descrevê-lo. Ainda pouquíssimo conhecida pelos próprios nativos. Seguindo uma trilha bastante discreta após a segunda ponte, conseguimos chegar na cabeceira da que fica mais no alto (nível da estrada) e tomamos um banho nela. Pela lateral à sua esquerda, "achamos"(?!) uma trilha (discretíssima, cheia de folhas e plantas) que desembocou numa pirambeira perigosa. Retornamos, não sem antes perder o rumo de onde estava o nosso valente Fiat Uno Mille, embrenhados que estávamos literalmente num mato sem cachorro, porém pleno de carrapatos e micuins.
       


      No que pese a deslumbrante paisagem, não recomendamos esta aventura para turistas incautos ou iniciantes no trekking. Por enquanto e pelo que pudemos avaliar in loco, temos a firme convicção de que apenas pessoas com ampla experiência em trilhas, com os equipamentos necessário, possam fazer esse desfiladeiro magnífico!
       
      Como chegar: seguir 12 km pela GO-118 após o acesso para a Cachoeira Santa Helena e depois entrar a esquerda onde há placa indicativa da cachoeira e andar mais 13 km
       
      À noite, voltamos ao restaurante Varandas. O Rapha comeu e recomenda o Burritos de Frango. Fernanda não gostou do contra-filé com mandioca: estavam duros! E Anderson manteve-se na aposta segura e apetitosa do macarrão com molho branco!
       
      Dia 18/11, sábado chuvoso

      Mais um dia de aventuras, descobertas e encantos na Serra do Caiapó/GO.

      Excepcionalmente, fomos acompanhados do Guia Valdivino "Jacaré".

      Cachoeiras Salomão e Índio
      O estacionamento fica logo acima e à direita da cabeceira da Salomão. A descida foi tranquila, ainda que escorregadia (há cabo de aço para apoio). Queda de 26 m e um poço pequeno.


      Ao subirmos e nos dirigirmos à cachú do Índio, tivemos a enorme felicidade e emoção de ver bem próximo um belíssimo exemplar do Tamanduá Bandeira. Chegando em sua cabeceira, o Guia e o Raphael avistaram um Cangambá.

      A descida era muito inclinada, fechada e, por conta das chuvas, estava um pouco escorregadia. Mas mesmo assim o Anderson quis descer até o poço da cachoeira. Não teve jeito: lá foi o pobre do Jacaré acompanha-lo!  

      Fernanda e o Rapha aguardaram na cabeceira. Minutos depois, eles retornaram da empreitada sãos, salvos e felizes (desconfio que o guia mais ainda que o Anderson! ) Retornamos todos ao Valente Fiat Mille.

      Cachoeiras Rio Verdão e do Coqueiro
      Para chegar nelas, paramos o carro próximo à sede de uma fazenda e atravessamos a pé 1 km d'uma estrada barrenta, escorregadia e mais uns 600m d'um pasto verdejante, sob uma chuva fina.
      A descida foi tranquila. "Rio Verdão" consiste num paredão em formato de meia-lua com uma queda d'água abundante e um grande poço, mas o fundo estava com muitos troncos e (não sei se porque chovia?) a água estava escura. Quando saíamos dela, a chuva engrossou!
       

       
      A "Cachoeira do Coqueiro" é uma "irmã-menor" da Rio Verdão. Foi a nossa quarta e a mais difícil do dia, pois a fizemos varando o mato, SEM TRILHA, meio que às cegas e com chuva forte!
       


      Quando retornávamos absolutamente encharcados e com frio ao carro, o guia Jacaré informou que poucas vezes viera até ali, uma vez q os turistas preferiam ir nas atrações mais conhecidas e badaladas.
       
      Após um reconfortante banho quente no Hotel e deliciosas roupas secas, fomos no "Jantinha Ki Delícia", bem ao lado da Igreja Matriz. Um local simples, mas surpreendeu-nos com UM SHOW de DELÍCIAS e SABORES!!
      Tudo o que comemos estava DE-LI-CI-O-SO: a jantinha, os bolinhos de arroz, o caldo de galinha, o pudim de leite... PUTZ!! Afirmamos: quem ainda não provou as gostosuras feitas pela Dona Elma e sua filha, não sabe o que está perdendo.

      19/11/2017, domingo nublado

      Anderson e Raphael saíram cedo para uma aventura "exploratória" à Cachoeira Pantano. Fernanda que já estava cansadinha, com dores nos joelhos das aventuras dos últimos e intensos 4 dias, descansou até às 10h e depois foi bater pernas pela simpática e limpa Caiapônia. Tentei visitar a Igreja Matriz, mas estava fechada. A imensa Assembléia de Deus (logo em frente) estava em pleno funcionamento. Fui até a feirinha local, onde comprei alguns hortifrutigranjeiros a bom preço. E descobri que há mais hotéis e pousadas no Centro do que supõe nossa vã internet.
       
      *** [Agora é a parte que eu entro na escrita do relato... hehehe]

      Cachoeira Pantano
      A cachoeira é uma das mais próximas da cidade, a apenas 10 km dela. O dono da fazenda não permite o acesso de grupos ou pessoas que não estão acompanhadas por guia. Como não queríamos pagar um apenas para ir nessa cachoeira. Paramos o carro na estrada, pouco depois da ponte que passa sobre o rio da cachoeira, e seguimos andando pela beira da mata de galera/ciliar, acompanhando um tracklog. Há trilhas abertas na mata, tanto de um lado quanto do outro do rio. Atravessamos o rio e seguimos pela sua margem direita, acompanhando o tracklog. Chegamos ao ponto final e não achamos a cachoeira. Voltamos, acreditando que poderíamos ter passado ela, mas não a encontramos. Depois de algumas idas e voltas e de muita perda de tempo, consideramos que o tracklog estava errado e resolvemos seguir a nossa intuição.
      Seguimos então acompanhando a mata da margem direita do rio e depois de uma caminhada de aprox. 30 min a partir da ponte, avistamos a cachoeira deslumbrante do alto. Vista maravilhosa e uma grande satisfação de termos encontrado a cachoeira seguindo a nossa intuição.

      Infelizmente, como estávamos com o tempo um pouco apertado e também como não conseguimos ver facilmente uma trilha para descer até a parte de baixo da cachoeira, tivemos que deixar a vontade de conhecer a cachoeira por baixo para uma próxima viagem.
      Como chegar: GO - 221, 10km em direção a Doverlândia. Deixamos o carro na estrada logo após a ponte.
       
      Depois da cachoeira, voltamos ao hotel, tomamos banho, terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos a estrada. Na saída da cidade, paramos para abastecer e percebemos que o restaurante do posto estava aberto. Era o único aberto no domingo. Comemos ali uma boa comida goiana no self-service com precinho camarada.
       
      Depois do almoço,  nos despedimos de Caiapônia, já pensando em um retorno para conhecermos a Pantano por baixo, a maravilhosa Cachoeira Alvorada (que segundo relatos estava com pouca água) e outras cachoeiras como a bela Campo Belo.
       
      Hospedagem: Hotel Palace Avenida. Limpo, organizado e observei que todos os dias a camareira promovia o arejamento e limpeza dos quartos - ainda que desocupados. Ótimo café da manhã. Apreciei, em especial, o capricho da cozinheira Márcia que procurava enfeitar as bandejas, fazendo esculturas com os alimentos. Apreciei também sua higiene e cuidado com os utensílios e ambiente de trabalho. Funcionários simpáticos.
    • Por Beto_Almeida
      Oi pessoal !
      Sou Beto, moro em Salvador e gostaria de compartilhar com vocês a experiência maravilhosa que tive agora nas minhas férias. Do dia 12/072019 até 30/07/2019, fiz um mochilão, sozinho, pelo pulmão do mundo. A nossa Amazônia brasileira , que nunca teve tão ameaçada como agora. Enfim... como estamos aqui pra compartilhar boas experiências, abaixo segue o meu relato. Mochilando 19 dias pela selva amazônica , desde Manaus , passando por Presidente Figueredo no estado de Amazonas, a cidade das cachoeiras , com mais de 100 dentro do referido munícipio, depois seguindo para o estado do Pará nas cidades de Santarém, Alter do Chão, Belém e Algodoal.
      Além de fotos ao final do relato tem algumas anotações dos preços de passagens, deslocamentos, Alimentação, hospedagem e de despesas básicas da viagem. Espero ajudar vocês  montarem seus roteiros para as suas futuras viagens.
      Aaah...antecipadamente, peço desculpas por qualquer erro ortográfico, mas fiquei cheguei recentemente da viagem e já estou relatando pra vocês aqui, se deixasse pra depois eu sei q não ia fazer. Além do mais bateu a maior preguiça de reler. Então me desculpem por qualquer coisa.
      Primeiro dia da trip, sexta-feira dia 12/07/2019 Salvador ->Fortaleza ->Manaus, meu voo decolou às 16h40min cheguei às 22h 20min( no horário de bsb 23h20min). Comi ,tomei um litão e fui dormir.

      Sábado dia 13/07: Fui fazer um passeio urbano, conhecer o teatro Amazonas(R$ 20,00), Palácio da Justiça e o museu "Casa do Governador Eduardo Ribeiro. Tudo isso até meio dia. Nesse dia tive sorte, pois a visita guiada no teatro Amazonas foi grátis, graças a um projeto do Governo do Estado do Amazonas.
      Ao Meio dia fui pra região do Porto de Manaus conhecer o mercadão, onde almocei um tambaqui frito acompanhado com baião de dois, farofa e salada vinagrete R$ 15,00 + 1 coca cola de 600ml por R$ 4,00.
      À tarde fui na praia de ponta negra e depois seguir para um local chamado flutuantes, onde tem bares com DJs que flutuam no Rio Negro, aqui os preços são mais salgados que em outros lugares. Por exemplo, um balde com 5 cervejas long necks custou R$ 50,00 + entrada por R$ 15,00. Fiquei por aí até as 19horas.
      À noite fui comer um sanduíche com refrigerante. Total de 18 reais. Dormir cedo, pois no outro dia tinha de acordar cedo para um passeio.

      Domimgo, dia 14/07: acordei cedo, às 8h30 min o pessoal que organiza esse passeio foi me pegar no hostel, me juntei com o restante do grupo no Porto de Manaus, onde pegamos um barco em direção ao encontro das águas entre o Rio Negro e Solimões que daí vira o Rio Amazonas, depois seguimos para visitar um criatório de pirarucu (peixe q representa o Rio Amazonas). Por volta de meio dia almoçamos perto do local onde fomos visitar as vitórias régias. Comida boa, farta e todo tipo de peixe amazônico.
      No turno da tarde fomos tomar banho com os botos , sensação incrível. Após isso seguimos em direção a uma tribo indígena, onde eles fizeram um pouco de seus rituais de boas vindas , dança e além disso tem lembranças para quem quiser comprar.
      A noite estava muito cansado . Comi, tomei banho e dormi.

      Segunda-feira, dia 15: Ao acordar neste dia fiz o check out no hostel, fui almoçar, depois fui até a rodoviária comprei uma passagem para a Cidade de Presidente Figueiredo, conhecida como a cidade das cachoeiras, dizem q são mais de 100. O preço da passagem foi R$ 30,50. São duas horas de viagem.
      Como cheguei no meio da tarde, por volta das 16horas, não teria tempo para conhecer as cachieiras mais afastadas, então a moça do hostel onde pernoitei na cidade me indicou que eu fosse até a corredeira do Uburuí, fica perto e poderia ficar até a noite. Assim fiz. Valeu muito a pena, pois essa corredeira do Uburui é um rio lindo que corta a cidade onde tem alguns bares e funciona como área de lazer dos locais. Não é um lugar bagunçado que além de lindo encontra-se bem conservado. Voltei pra o hostel à noite, quando acertei meu passeio para as cachoeiras no outro dia com uma garota chamada Sofia, ela é de Florianolpolis e também estava viajando só. Nos juntamos em um grupo de 5, contribuímos com a gasolina do carro Para conhecer as cachoeiras. Das 100 só conseguimos ir em 1 cachoeira(risos):a da  iracema, beleza era tanta q ficamos o dia todo lá.

      Na terça feira, dia 16/07 às 9 horas da manhã fomos conhecer a cachoeira da Neblina. Para chegar nessa cachoeira rodamos 17 km pela Br em direção a Roraima, no quilometro 51 entramos em uma pequena estrada onde deixamos o carro, cada um pagou R$ 10,00 para entrar e depois andamos por uma trilha, na maior parte plana, por quase 7 km. Trilha um pouco longa, porém muito fácil de fazer. Não precisa guia. Chegamos na cachoeira da Neblina depois de 1 hora andando , ficamos por lá curtindo um bom tempo. Lugar realmente lindo, cercado pela floresta amazônica e se foi sorte eu não sei, mas além de nós 5 o lugar do tinha mais 1 casal que também logo foram embora. Depois de desfrutar desse paraíso retornamos(mais 7 km) para o carro E seguimos para cachoeira da porteira. Lugar massa também, as quedas d'água são bem menores, porém no lugar é passível fazer algumas brincadeiras aquáticas como pular de corda na água, atravessar a corredeira segurando a corda, por exemplo. Ficamos aqui até depois do pôr do sol.
      Ao retornar para p hostel, tomei um rápido banho e seguir em direção a rodoviária de Presidente Figueiredo comprei a passagem pra Manaus no ônibus das 20h. Cheguei na capital as 22h. Chamei um uber, que custou R$11,00 até o centro onde pernoite mais uma noite no hostel que eu estava antes. Fui logo dormir no outro dia , pois tinhas de resolver a minha ida até Alter do Chão.

      Quarta- feira, dia 17: depois de tomar meu café da manhã, fiz p check out do hostel é segui andando até o Porto de Manaus onde comprei minha rede por R$25,00 e minha passagem até Santarém por R$120,00. La eles falaram que o navio iria sair as 11 horas, porém só saiu ao meio dia. Leve lanche ou já vá com a barriga cheia, pois nesse primeiro dia eles só disponibilizam a janta. Como já fui preparado para enfrentar as 36 horas de viagem entre Manaus e Santarém, eu só armei minha rede e seguir viagem.
      Quinta-feira, dia 18/07: Após uma madrugada mal dormida, pois tinha q ficar atento na minha mochila e também devido ao entra e sai de passageiros , nas paradas que faz em Parintins e Juriti , acordei de uma vez por todas as 7 horas da manhã, tomei meu banho e comprei meu café da manhã no barco por R$ 8,00( pão com ovo, um misto e um café com leite). Daí só foi rio abaixo até Santarém, onde chegamos às 15h 30min. Para a minha surpresa e a de muitos no barco a viagem durou 28 horas, 8 horas a menos que o normal.
      Em Santarém vc pode pegar um ônibus coletivo em direção a Alter, eu ia fazer isso até que quando eu estava indo em direção ao ponto de ônibus fui abordado por uma garota de São Paulo que veio na mesma embarcação de Manaus comigo me chamando pra rachar um táxi, estava ela mais duas mexicanas. Concordei em ir e cada um pagou 15 reais ao motorista que nos deixou na porta de nosso hostel em alter , o Hostel Pousada Tapajós( muito bom, indico).
      À noite jantei , tomei um banho e fui em um catimbó que acontece no centro da Vila todas as quintas. Muito bom. Mas como eu estava muito cansado voltei pra casa meia noite para dormir.

      Sexta-feira, dia 19/07/2019: Acordei as 8:30 tomei um café reforçado com beiju de tapioca, misto quente , suco , Nescau, café com leite , frutas e bolo de milho( perceberam q como bem né? rsrsrs...) Depois fui conhecer os arredores. Primeiro atravesse o rio ( travessia R$5,00, podendo diminuir caso atravesse mais pessoas se divide o valor pela quantidade de passageiros) e fui conhecer a serra da PIROCA ( KKKKKKK...) Isso msm. Quem for em Alter e se sentir a vontade de subir na piroca, fiquem a vontade, pois de lá tem a paisagem mais completa e bonita da cidade de onde se ver toda a Vila rodeada pela selva amazônica e o Rio Tapajós. Recomendo. Uma trilha fácil, fiz em menos de 1 hora. Em seguida fui para a praia do cajueiro onde almocei um PF de tambaqui por 20 bozos. Essa praia fica aos pés da trilha onde passei a tarde inteira e só sai dali para apreciar o por do sol no CAT, o mais lindo de toda viagem, rende muitas fotos belíssimas.
      À noite me reunir com o pessoal do hostel, saímos pra uma aula grátis de catimbó no mesmo local da festa do dia anterior e volte pra o hostel.
      Sábado, dia 20/07/2019: Nos reunimos em um grupo e fomos fazer um passeio chamado de Jari, saímos as 9h e só voltamos depois do pôr do sol, consiste em visitar uma reserva florestal onde podemos ver os animais selvagens como preguiça, iguana e macacos em seu habitat, depois fomos visitar as vitórias régias( essas estavam mais bonitas do que as q visitei em manaus) , na sequência fomos pra praia da pedra onde ficamos por mais tempo e almoçamos, depois lagoa negra e praia do cururu onde apreciamos o pôr do sol.
      À noite estava rolando uma festa bacana na Vila, que é a festa do Boto Tucuxi, na cidade a disputa de festa entre dois botos o rosa e o tucuxi. Nesse dia foi a festa do Tucuxi. Noite muita animada e rica culturalmente. Por volta das 3 da manhã fui dormir.

      Domingo, dia 21/07/2019: O dia amanheceu chuvoso, por isso passei a maior parte do tempo no hostel dormindo , é claro, devido a noite anterior. No meio da tarde o tempo melhorou , foi quando aluguei um caiaque pra remar pelo rio. Durante a noite jantei e dormir cedo.
      Segunda- feira, dia 22/07/2019: acordei, tomei café da manhã e fiz o check out. Partir para Santarém pra conhecer um pouco da cidade, já q o ponto alto de toda essa região é Alter do Chão e eu não queria deixar Santarém de lado. Como só tinha uma tarde,além de buscar informações sobre o meu deslocamento de barco entre Santarém e Belém, fui conhecer o parque, o museu... e à noite fui ao cinema, que fica no shopping paraíso, assistir O Rei Leão.( RS.. ). Uma informação importante é que o trajeto de barco Santarém-Belem , não existe lancha(um modo mais rápido de deslocamento que o barco). Portanto vai preparado pra passar 48 horas navegando pelo Rio Amazonas. Eu adorei a experiência.
      Terça- feira, dia 23/07/2019: lembram que eu contei que um dos motivos de passar 1 dia em Santarém era pra buscar informações sobre meu deslocamento? Pois então... não adiantou nada. Pq parece q estavam estruturando o Porto de Santarém e de onde partiam os barcos já não estava mais sendo ali e ninguém sabia me informar nada. Nem mesmo por meio de telefonemas que conseguir fazer para os portos . Então, como a maioria das pessoas que busquei a informação me disseram que a compra e a saída dos barcas se davam nas Docas( um dos portos da cidade) fui pra lá. Chegando me disseram que as partidas de barcos a partir daquele momento eram do outro Porto chamado Martim Pena, mas q eu poderia comprar a passagem ali nas Docas. Minha sorte que sair cedo do hotel que eu estava, já prevendo uma certa confusão nesse sentido , e acabou dando tudo certo. Comprei a passagem nas Docas, por R$200,00, peguei um mototaxi às 10h e 30min e fui pro outro Porto de onde o barco saiu ao meio dia. Informação importante: Não existe Uber nem 99 em Santarém, o único aplicativo de transporte que tem lá é um chamado "Urbano Norte". Feito a observação, voltemos ao meu deslicamento rumo a capital Paraense. O barco saiu no horário, não estava muito cheio então montei a minha rede e segui rumo as minha 48horas de viagem até Belém.
      Quarta - feira, dia 24/07/2019: Depois de uma noite inteira de entra e sai , acordei as 8h. O barco até Belém, pelo menos o q peguei, tem muito mais paradas do que o de Manaus a Santarém. Paradas longas.
      Nesse dia não teve nada demais , além da viagem. Portanto uma dica - leve livros, jogos, baixe seus filmes no celular ... Se muna de qualquer coisa q vai ajudar passar o tempo mais rápido. Eu levei um livro , mas passei a maior parte do meu tempo dormindo e quando acordado ficava rodando pelo barco apreciando a paisagem da floresta e das comunidades ribeirinhas por onde passávamos. Uma coisa bem interessante neste dia, foi que do nada um monte de crianças saíram de barco das suas casas dentro da floresta em direção ao navio. Depois percebi os passageiros do navio jogando sacolas plásticas com objetos ou alimentos dentro pra essas crianças pegarem.

      Quinta - feira, dia 25/07/2019: dia de chegada em Belém. Por volta das 10h é 30 min avistamos Belém, o navio agradou no Porto por volta das 11h 30 min. Descemos e fui até o ponto se ônibus pegar o transporte para o centro da cidade onde estar localizado o hostel que reservei , o Belém hostel, diária 45 reais com café da manhã simples. Como estava morto de sono, fiz o check in e fui dormir. Acordei por volta das 17 horas , fui em um super mercado compra e uma pizza pra comer a noite.
      À noite fui até um outro hostel , onde estava rolando um festa e alguns amigos q conheci em Alter estavam lá. Fiquei neste lugar até meia noite.

      Sexta- feira, dia 26/07/2019: acordei cedo, pois tinha que ir conhecer um vilarejo chamado Algodoal, fica a 3 horas a norte de Belém. Ao contrário de todas as outras praias que eu visitei pela região amazônica, que eram praias de rio portanto de água doce, em Algodoal é praia de água salgada, pois fica localizada no litoral do Pará, banhado pelo oceano Atlântico. Nesse dia após o café da manhã, fiz o check out e fui em direção a rodoviária, onde peguei uma van por R$40,00 (tem a opção de ir de ônibus também, por 37 bozos) o transporte te deixa na cidade de Marudá, de onde atravessa de barco pra algodoal pagando por isso mais R$10,00.
      Me hospedei na casa de uma moça simpática chamada Dani, estar tentando implantar um hostel em sua casa, que fica logo no começo da praia onde os barquinhos atracam. Pela hospedagem em um quarto com ventilador paguei R$ 50,00, inclui um simples café da manhã( café, leite e pão com manteiga). Deixei minhas coisas na hospedagem e fui logo pra praia , de cara percebi que o local não era uma vilazinha pacata no interior do Pará, mas sim uma ilha bem badalada onde a população de Belém vai passar as férias e feriados. Com barracas de praia enormes que promovem festas para seus clientes . Eu adorei ! Hahahaha... Cheguei na praia as 16 horas da tarde pra um simples mergulho no mar e retornei para o hostel quase 1 hora da manhã. Um pouco embriagado.rs... Dormi pra me preparar pro dia seguinte.

      Sábado,dia 27/07/2019: Acordei por volta das 11 horas da manhã, tomei café, vesti a sunga e fui pra praia. Nesse dia fiquei em umas das barracas onde almocei peixe e acompanhamentos (R$20,00) e fiquei tomando cerveja de 600 ml( R$10,00). Além da cerveja de 600 ml, em frente das barracas que tem festas, ficam ambulantes vendendo cerveja em lata 3por R$10,00. Bem voltando ao almoço, isso ocorreu logo na primeira praia que não me recordo nome, fiquei aí até as 15 horas quando fui pra Praia da princesa , que é uma das praias de Algodoal. Anda pra caramba pra chegar lá, mas tem a opção de ir de charrete. No caminho tem um riacho que quando estar cheio, atravessa de barco pagando 2 reais. Por volta das 16 horas cheguei nas barracas da festa localizadas na praia da princesa e ali fiquei curtindo, bebendo, dançando, tomando banho de mar e ouvindo música boa até as 23 horas. Depois disso voltei andando até a praia onde almocei onde estava tendo mais festa , em uma barraca festa de catimbó e em outra regge. Continuei a noite e pela madrugada.

      Domingo, dia 28/07/2019: Depois de um dia e noite bem aproveitados acordei meio dia, fui almoçar na praia , dei um mergulho no mar e retornei pra pegar minhas coisas no hostel e retornar pra Belém. O retorno Paga-se o mesmo preço pra chegar Na ilha. Estrada eengarrafada, pois era o último dia de férias do meio do ano no estado do Pará. Então o retorno foi mais lento. Cheguei em Belém por volta das 20 horas, fui pro hostel, pedi uma pizza , como, tomei banho e cama.

      Segunda, dia 29/07/2019: Nesse dia tirei pra conhecer de fato a capital do Pará, porém não pude ir aos museus pq estavam fechados , então passei o dia batendo perna pela cidade, fui ao mercado ver o peso comprar lembranças, nas Docas. Belém é uma cidade que você consegue conhecer tudo em um dia. Então, consegui fazer tudo e voltei para o hostel.

      Terça- feira, dia 30/07/2019: dia de retornar pra casa, mas como meu voo era só às 18h 15min, deu tempo de fazer algumas coisas , tipo ir aos museus que estavam fechados como o da casa das 11 janelas, museu náutico, forte e o parque MANOEL DAS garças que é um parque ambiental urbano com borboletário. Tudo perto um do outro. Voltei pro hostel, fiz check in do meu voo de volta pra casa , tomei um banho, fiz o check out do hostel e fui pro aeroporto de uber, que custou do centro R$17,00. Assim finalizei uma das viagens mais lindas que fiz pela região amazônica. Dessa forma , aconselho a todos a economizar uma grana assim além disso vc tendo a vontade de viajar, vá!
      Espero ter ajudado com o relato.
      Grande abraço 

      SEGUEM OS CUSTOS QUE ME LEMBREI DE ANOTAR. 

      Passagem pela Gol de ida: Salvador - Manaus com conexão de 1 hora em Fortaleza R$409,98
      Passagem pela Latam retorno: Belém-Salvador com uma escala de 6horas em Fortaleza R$282,95.
      Passagem de barco Manaus - Santarém R$100,00
      Passeio(tribo, boto, reserva...com almoço e agua) R$160,00.
      Hospedagem c/ ar e café manhã no Hostel Manaus R$55,00
      Ônibus urbano R$ 3,80
      Uber aeroporto centro de Manaus R$ 30,00
      Cerveja em lata na praia de Ponta Negra R$ 4,00
      Almoço tambaqui no mercadão de Manaus R$ 15,00(PODE ACHAR POR R$10,00)
      Em Santarém/alter
      Hostel Tapajós R$50,00( CAFÉ da manhã incluso e farto)
      Ida de Santarém para Alter de  táxi dividido por 4 R$20,00 pra cada.
      Uma Diária de hotel simples em Santarém R$70,00
      Barco Santarém para Belém R$200,00
      Hospedagem em Algodoal R$50,00
      Passagem de ônibus Algodoal R$37,00 e de van R$40,00. Depois se paga mais R$ 10,00 da travessia de barco até a ilha de Algodoal.
      Almoço em Algodoal a partir de R$20,00 nas barracas de praia e a partir de R$10,00 nas ruazinhas da Vila
      Fotos:
      01 - Casa de Ribeirinho na Floresta 
       
      02- Parte da Tribo Indígena Dessana

      03 - Crianças Indígenas 
       
      04 - Rio Uburui em Presidente Figueiredo 
       
      05 - Cachoeira da Neblina em Presidente Figueiredo 
      06 - Pôr do sol no Rio Tapajós em Alter do Chão 
       
      07 - Navegação no Rio Tapajós em Alter do Chão 
       
      08 - Vista para as vitorias regias em Alter
       
      09 - Boas amizades que fiz em Alter do Chão. Estavamos comendo peixe filhote, que apesar do nome é bem grande.
       
      10 - Algodoal, norte do Pará 
      11 - Centro antigo de Belém
      12 - Mirante do Parque Mangal das Garças em Belém 
       
      Quem quiser ver mais fotos dessa trip, pode conferir no meu Instagram. 
      13 - Festa do Boto Tucuxi em Alter do Chão ( o rapaz de branco é o boto)
    • Por Victor Prates
      A cidade de Quito, capital do Equador, está situada no planalto andino, em um vale rodeado por montanhas e vulcões. A 2.850 metros sobre o nível do mar, é a segunda capital mais alta do mundo (na verdade, é a primeira considerando que La Paz não é a capital da Bolívia, apenas a sede do governo).
      Quando fiquei sabendo que havia um vulcão na capital que apresentava um lindo panorama da cidade e de muitos vulcões do Equador, eu quis subi-lo imediatamente.
      Este vulcão é o Pichincha, o qual é dividido em dois cumes principais: o Guagua e o Rucu. O Guagua Pichincha é a cratera principal, porém coloquei o Rucu Pichincha como meu objetivo. Isto porque, o Rucu pode ser alcançado em apenas 1 dia e eu não tinha os dois que são necessários para fazer o Guagua. Segue abaixo mapa mostrando ambos os cumes e as trilhas para chegar neles, bem como o Teleférico e a cidade de Quito.
       
      Este relato apresentará os detalhes para você atingir o cume do Rucu Pichincha (trilha amarela do mapa acima), mas se você quiser se aventurar ao Guagua, há duas opções:
      ·         Realizar a Integral Pichinha, uma trilha bem extensa para alcançar ambos os cumes e aí o recomendado é acampar no refúgio que está na beira da cratera do Guagua. Total: 11 km e 1500 metros de ascensão por trilha (trilhas verde e amarela do mapa).
      ·         Subir de carro a estrada que sai do povoado de Lloa, bem próximo de Quito. Total: 16 km e 1900 metros de ascensão por estrada de terra (trilha azul do mapa acima).
      O meu tracklog do Rucu Pichincha foi postado na página do Wikiloc e pode ser encontrado neste link aqui. Se você quiser realizar a Integral Pichincha, recomendo que siga a descrição do Santiago González, a qual se encontra neste link.
       
      PROGRAMAÇÃO
      Como Chegar
      Antes de iniciar a trilha para o topo do Rucu, é preciso ir ao Teleférico de Quito, que fica no Bairro La Mariscal.
      Fui de taxi e paguei 4 dólares até o teleférico. Os táxis no Equador, no geral, são baratos e compensam muito se você estiver viajando em grupo. Além disso, a Uber também funciona muito bem nas ruas de Quito.
      O horário de funcionamento do teleférico é de segunda a quinta das 09:00 às 20:00 e de sexta a domingo das 8:00 às 20:00. O trajeto até o Mirador Los Volcanes dura 20 minutos. Este mirante, além de apresentar uma maravilhosa vista de Quito e seus arredores, também coincide com o ponto de início do trekking.
      Neste link você poderá ver informações detalhadas sobre o Telefériqo de Quito.
      Para retornar ao meu hostel após descer do pico, paguei 1 dólar de van até a Calle Mariscal Sucre, que é a avenida que atravessa a cidade de norte a sul. Daqui procurei táxis que me cobrassem os mesmos 4 dólares da ida, porém estavam me pedindo 10 dólares ☹. Me disseram que era por causa do trânsito, mas provavelmente foi por minha cara de gringão mesmo. Lembrando que a distância até minha hospedagem era de apenas 3 km.
      Pra minha sorte havia um ônibus que passava a 100 metros dali e que ia até a Avenida Cristóbal Cólon, a qual estava próxima da minha hospedagem. Tomei o bus de número 67 e paguei somente 25 centavos de dólar. Bem melhor que os 10 dólares do amigo taxista.
       
      Quando Ir
      A época de seca nos Andes equatorianos vai de junho a novembro. Fiz a trilha para o Rucu Pichincha em setembro e o tempo estava excelente.
      É recomendável fazer a trilha bem cedo, já que pela tarde é comum que as montanhas ao redor de Quito sejam encobertas por nuvens.
       
      O Que Levar
      ·         Calça de trekking
      ·         Camiseta
      ·         Bota ou tênis de trilha
      ·         Jaqueta corta vento
      ·         Leve segunda pele e blusa de fleece para o caso de fazer frio
      ·         Mochila pequena (< 30L)
      ·         Boné/chapéu
      ·         3 L de água
      ·         Snacks para trilha
      ·         Protetor solar
      ·         Câmera fotográfica
       
      RESUMO DE GASTOS (2017)
      ·         Água e comidas para a trilha = US$ 7,00
      ·         Táxi ao teleférico = US$ 4,00
      ·         Valor de subida e descida do teleférico = US$ 8,50
      ·         Van do teleférico até a Avenida Calle Mariscal Sucre = US$ 1,00
      ·         Ônibus até Cristóbal Cólon com Amazonas = US$ 0,25
       
      GASTOS TOTAIS = US$ 20,75
       
      O RELATO
      Numa quarta-feira de setembro, acordei às 7:00, tomei café e peguei um táxi do Bairro La Mariscal até o Telefériqo de Quito. Ele é o meio de acesso para o Mirador Los Volcanes, ponto inicial do trekking para o cume do Rucu Pichincha.
      Cheguei no Teleférico às 8:40 e, pra minha surpresa, ainda não estava funcionando. Como já disse, de segunda a quinta funciona das 09:00 às 20:00 e de sexta a domingo das 8:00 às 20:00 e só descobri isso ao chegar lá.
      Mas foi bom porque nessa espera conheci o Gal, um israelense extremamente simpático que queria fazer a mesma trilha. Pensei em perguntar da Mulher Maravilha, mas não tive coragem. Ele só me disse que é um nome comum no país (a atriz que interpreta a personagem no universo da DC é uma israelense chamada Gal Gadot. Nunca pensei que fosse falar da Mulher Maravilha num relato de viagens).
      Voltando pro que interessa... Ele me disse que não estava seguro em como seria seu desempenho em altitude, já que como o Brasil, Israel não possui altas montanhas. Então ele resolveu aproveitar o meu embalo e disposição para me acompanhar nesta empreitada.
      Compramos os bilhetes do teleférico por 8,50 dólares, que servem para subida e descida da montanha. Não perca o bilhete que você receberá, pois o mesmo também serve como comprovante de descida. Caso perca, terá que pagar mais 8,50 para descer.
      O trecho dura cerca de 20 minutos até o Mirador Los Volcanes, um mirante na cota 3.950 m que apresenta lindas vistas de Quito e dos principais vulcões do Equador. O céu estava completamente azul e a visibilidade era tremenda. De lá se podia ver lindamente os vulcões Cotopaxi, Cayambe, Antisana, Rumiñahui e Illinizas. Inclusive, é possível enxergar o topo do Chimborazo, a montanha mais alta do país, com 6.268 m de altura, e que está a 140 km de Quito!!
      Para que você possa contemplar este visual, recomendo que comece a trilha o mais cedo que puder. Explicarei o porquê mais adiante.
      Gal e eu tiramos algumas fotos do cenário e partimos para iniciar a trilha.
      Em poucos minutos de caminhada, pode-se contemplar o belo cume proeminente do Rucu Pichincha.
      Os primeiros 3,7 km são de aproximação à montanha e possuem um grau menor de dificuldade, já que a inclinação da subida não é tão acentuada.
      Porém, enquanto caminhávamos nos questionávamos por onde subiríamos até o topo, já que não era possível visualizar uma possível rota de subida. Isto porque a face que se vê do começo da trilha é de pura rocha.
      Assim que nos aproximamos da montanha, notamos que a trilha a contorna pela sua direita, por trás daquela face rochosa que vimos de longe.
      A partir deste ponto, a trilha está menos marcada, mas não há como se perder. Seguimos caminhando por detrás do pico por um terreno com uma inclinação um pouco mais elevada.
      Após cerca de 500 metros de distância, há um ponto que parece que a trilha acaba, mas é um lance em que é preciso subir uns 2 metros pela rocha mesmo. É um trecho um pouco delicado, mas não se preocupe, pois não é escalada.
      Mas a parte tensa do trekking só ia começar 500 metros mais pra frente. Neste ponto, a altitude já é um fator determinante (4.500 msnm) e é bem quando o terreno fica bem inclinado e bem arenoso, dificultando o rendimento da caminhada.
      Aqui, Gal e eu fizemos várias paradas para controlar os batimentos cardíacos e o ritmo respiratório.
      O visual era ainda mais espetacular, com a cidade de Quito lá embaixo e aquele cenário vulcânico bem característico por todos os lados.
      Deste ponto em diante, tem que tomar mais cuidado com a orientação, já que por vezes ela não é tão óbvia.
      E iniciamos a investida final para o cume. Caminhamos por meia hora por trilha bem inclinada até chegar numa placa. Daqui é preciso tornar para a esquerda para a investida final.
      Agora, percorre-se a última meia hora para o cume num terreno rochoso um pouco exposto e não muito marcado. É preciso tomar cuidado.
      Finalmente, após mais de 800 metros de desnível acumulado e 5,7 km percorridos em 3 horas, atingimos o cume do famigerado Rucu Pichincha.
      O cume do Rucu está na cota 4.784 msnm e é bem pequeno, o que proporciona um lindo visual 360º do panorama da região.
      A vista era deslumbrante. Pode-se ver todo o visual da cidade de Quito e do vale em que a cidade está situada. Também se vê todos aqueles famosos vulcões equatorianos acima citados, só que daquela perspectiva que só topos de morros podem proporcionar.
      Do cume, também se pode ver o imenso vulcão Guagua Pichincha, que fica a 4 km do Rucu. Como explicado na INTRO, o Guagua é a cratera principal e o Rucu é a cratera velha do mesmo vulcão, o Pichincha.
      Aqui no topo podem aparecer carcarás sociáveis. Acredito que os turistas devem alimentá-los. Eles são selvagens, porém é impressionante ver o quão perto eles podem chegar.
      Ficamos por uma hora contemplando o incrível cenário e iniciamos a descida.
      Se para subir foram 3 horas, a descida se deu em apenas 1h30min.
      Chegamos de volta ao teleférico próximo das 14h. Neste momento o dia já tinha mudado completamente. Se de manhã o céu estava completamente limpo, agora havia muitas nuvens no Rucu Pichincha e nem era possível ver a montanha. Ao longe também havia uma névoa que impossibilitava contemplar os vulcões dos arredores de Quito.
      E, claro, bem nesta hora tinham mais turistas, porque não são todos que preferem acordar de manhãzinha. Mas garanto que recompensa muito mais levantar cedo, mesmo se você não for subir o vulcão. Este é um padrão que se repete frequentemente em Quito: manhã de céu azul e tarde com muitas nuvens.
      Aqui, Gal se despediu de mim e desceu de teleférico primeiro, enquanto fui tirar mais algumas fotos.
      Peguei uma filinha de uns 20 minutos para tomar o teleférico da volta. Imagino que aos finais de semana deva ser bem caótico.
      E foi isso. Foi um dia delicioso, muito recompensador e bem barato.
      Espero que tenham desfrutado.
      Seguem abaixo algumas fotos deste dia.

      Rucu Pichincha visto da trilha

      Lindo vale a a cidade de Quito lá embaixo

      Vista do Vulcão Cotopaxi do Mirados Los Volcanes

      Próximo ao cume do Rucu

      Vulcão Guagua Pichincha visto do cume do Rucu

      Vista de Quito do topo do Rucu
      Postei este relato no meu blog. Você pode acompanhá-lo no link http://trekmundi.com/rucu-pichincha/
      Beijos e abraços!             
       
       
       
       
    • Por Cah Machado
      Essa é uma das poucas trilhas que já fiz, porém foi a mais linda e mística para mim. Feita no início de 2018 um tempo após o Réveillon.
      Foi feita com meu ex companheiro na época, que já tinha feito outras vezes e possui bastante experiência em trekking.
      Para quem não conhece, essa trilha era uma passagem feita antigamente pelos tropeiros com seus animais levando alimentos e outras coisas ao povo das comunidades próximas.
      Cheguei cedo em Lençóis por volta das 5:40, e então comecei a fazer a trilha seguindo pelo Hotel Portal de Lençóis onde se inicia uma subida para a trilha, distanciando do barulho da cidade já se notava o silêncio e o som dos pássaros.
      O início da trilha você ainda vai passar por umas casas até ver apenas a natureza e mais nada.
      É uma trilha de muita subida no início e em sua maioria por Lençóis ficar em nível abaixo do Vale do Capão. Levem bastante água pois essa parte da trilha é cansativa.
      Nessa primeira foto mostra a primeira subida e Lençóis ao fundo, uma paisagem sensacional.
      Essa trilha é composta por muitos paredões, o que deixa um pouco cansativa no início pelas subidas. O lindo é que no meio dessas rochas podemos contemplar a beleza da vegetação nativa, com bromélias brotando entre as pedras, cactos exóticos com total exuberância, lindos de ver.
      Após um tempo de subida vem um córrego onde fizemos o primeiro cafezinho e nos abastecemos com água. E foi um café com um lanchinho espetacular, no meio do nada, distante de toda forma de barulho e stresse, podendo contemplar apenas o barulhinho da água e som dos pássaros. Tem coisa melhor que isso?
      Após mais um bom tempo de caminhada avistamos uma pequenina queda d'água onde pude me banhar e relaxar um pouco.(não cito os nomes do locais pois não gravei nada).
      Por mais um pouco de andança já entramos em mata fechada e úmida (Rain Forest) onde tem várias nascentes e córregos, com pedras e limo e plantinhas bonitinhas parecendo aqueles filmes místicos onde se tem duendes, fadas, druidas, elfos. E foi nesse local que decidimos montar acampamento pois o dia já estava se fechando, o cansaço já tomava conta dos nossos corpos e já caia a tarde, era por volta das 15h se não me engano.
      Montamos a barraca de frente a um dos vários córregos existentes, e ficamos explorando um pouco a área ao redor. Era muito encantador aquela floresta lindinha. Fomos pegar algumas palhas secas para acender uma fogueira, já que a noite seria fria. 
      A noite cai e podemos ouvir sapinhos cantando muito próximo a nós. Noite melhor não teve, som de água caindo e vários frogs.
      Pela manhã após o café levantamos nossa barraca e seguimos adiante, quase nos perdemos em um momento da trilha pois estávamos seguindo pelo Wikiloc e nossos celulares acabaram as baterias. Tivemos que seguir pelo mapa de bolso e por percepção de trilhas batidas. Nessa parte já contava com muitas descidas e paredões onde se passava um rio muito bonito. Lembro-me muito bem de ver o lindo morro Branco.
      Após essas descidas passamos pelo Morrão e Conceição dos Gatos e a trilha fica bem batida e já avistamos muitas pessoas. Andando um pouco mais já se chega às casas do Vale.












    • Por Dan.Ojuara
      Fala ai galera, de buenas?
      Então... Estou começando um planejamento para um mochilão em 2020. Penso em utilizar os 30 dias de férias e passar pela Bolívia, Peru, Equador e Colômbia, mas as cidades ainda não definidas. Como será meu primeiro mochilão, estou buscando por roteiros, dicas, sugestões e qualquer tipo de ajuda possível.
      Estou buscando muita informação, lendo diversos blogs e relatos, catando qualquer coisa que possa me ajudar a montar meu roteiro. Desde melhor época do ano, custos, lugares para conhecer, etc...
      Quem já fez mochilão por esses países e puder deixar aqui alguma informação, agradeço imensamente! 😃


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