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  • 1 mês depois...
  • 4 meses depois...
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1 hora atrás, leomac1408 disse:

Excelente relato, bem detalhado! 

A única coisa que me desanima de fazer a Serra Fina são os ratos, já li relatos que eles invadem a barraca de noite e vão roendo tudo até encontrar qualquer coisa pra comer.

 

Opa, obrigado @leomac1408

É definitivamente um problema mesmo, mas não deixe de fazer a travessia por isso. E se você pendurar as comidas na árvore eles deixam vc em paz. Só não pode deixar sujeira ou algo que cheire dentro.

No mais, os ratos são um mero detalhe numa experiência sem igual.

Abraços.

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  • 3 semanas depois...

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    • Por carolcasstro
      Olá!
      Planejando sua próxima viagem para depois da quarentena? Que tal visitar Paraty? No blog Experiências na Mala separei as melhores dicas de passeios e hospedagens, com preços, para te ajudar a criar um roteiro bacana. Clique aqui para conferir e aproveite para se inscrever!
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    • Por Daniela Alvares
      Pessoal, alguém tem indicação de guia que faz a travessia a pé nos Lençóis Maranhenses?
      Muito obrigada.
    • Por losestradeiros
      Olá!
      Nós somos Los Estradeiros, dois grandes amigos viajando das mais diversas formas por esse Brasil afora. As vezes de fusca, as vezes de moto, as vezes de a pé e por ai vai. Viajamos SEMPRE com pouca grana, SEMPRE em busca de novas experiências, aprendizados, bons momentos, enfim tudo que a vida tem de bom pra nos mostrar. Temos um sonho de cair na estrada para viver uma longa aventura sem data para terminar. Nos ajude nessa, se inscreva no nosso CANAL NO YOUTUBE, somos meio malucos, mas muito divertidos  https://www.youtube.com/c/LosEstradeiros  SPOILER: Em nosso canal você vai encontrar VLOG's das nossas viagens, desafios em viagens (como: viajar de apé, viajar de bike), e uma série de comédia, onde nós somos 2 personagens vivendo as situações mais absurdas que você pode imaginar, cinemão de comédia mesmo. Enfim, tem muita coisa boa lá, não deixe de se inscrever 
      Acesse nossas outras redes sociais: linktr.ee/losestradeiros
      Nossos relatos são DIÁRIOS das nossas viagens, ricos em detalhes das nossas EXPERIÊNCIAS pessoais, perrengues, momentos divertidos e também informações dos lugares que passamos e os CUSTOS da viagem.
      O relato de hoje vai ser sobre uma viagem que fizemos de FUSCA pela Serra da Canastra MG, nessa viagem conhecemos:
      - Paraíso perdido;
      - Capitólio;
      - Cachoeira Casca D'anta (parte alta e parte baixa);
      - Piscinas naturais da região;
      - Cachoeira do grotão.
      Ao todo percorremos 906km pela região, GASTAMOS UM TOTAL de R$ 844,20 (Sendo: $400 com gasolina, $78,2 com pedágios, $116 com mercado, $150 com camping, $80 no paraíso perdido e $20 na casca d'anta).
      Para garantir o melhor custo dormimos alguns dias em postos de gasolina e outros em um camping em São José do Barreiro MG, fizemos nossa comida todos os dias.
      Nessa playlist estão os 4 episódios dessa viagem: 
       
      DIA ZERO (19/07/19)
      Tivemos um dia cheio, Gabriel em seu último dia de trabalho pré férias e eu passei o dia organizando as coisas da viagem e o logo do canal "Los Estradeiros", até aí tudo correndo como planejado. Bom, vou começar a nossa história indo direto para o final do dia. Por volta de 19:30, fui para casa do Gabriel buscá-lo, na volta estávamos indo em direção ao posto de gasolina, ainda perto da casa do Gabriel eis que a gasolina do Billy (o fusca) acaba (isso porque na hora estávamos falando sobre gasolina, coincidência ou não, não sei). Bom, tivemos que dar um jeito de voltar pra trás, Gabriel pegou sua moto e foi até o posto buscar gasolina.
      Depois de muito esforço finalmente conseguimos abastecer. Fomos para casa, chegando lá, mais um perrengue, a gasolina vazou por cima do tanque, tivemos que tirar um pouco em um galão para parar o vazamento. Feito isso organizamos as coisas no carro, jantamos e por volta de 1 am finalmente dormimos.

      DIA 01 (20/07/19)
      Acordamos as 5:30 am, tomamos aquele café top e as 7h saímos de casa, nosso destino é Paraíso Perdido em MG, após longos 310 km finalmente chegamos, sem nenhum problema com o Billy.
      Ao chegar no paraíso, descobrimos que teríamos que pagar, $40 por pessoa (valor fora de temporada), acabei induzindo o Biel a aceitar, pelo lado financeiro não foi nada bom, vamos ter que apertar os cintos, mas por outro lado, que lugar incrível. Grandes cânions em volta, muitas pedras e água para todo lado, várias quedas d'água, um verdadeiro paraíso.


      No final do dia, por volta de 18h, tomamos um banho e saímos do local, viemos em direção ao posto sul de Alpinópolis MG, e por aqui ficamos, fizemos nossa comida em baixo da janela do banheiro e por aqui dormimos por volta das 22:30.



      DIA 02 (21/07/19)
      Acordamos por volta de 5:30 am, tivemos uma péssima noite, porém dormimos mais do que na noite anterior. O carro é muito apertado, mas conseguimos nos ajeitar. Levantamos, tomamos um café da manhã, usamos o banheiro e as 7h saímos em direção ao nosso camping em São José do barreiro, camping tio zezico.

      Fizemos uma parada no meio do caminho no cânion de Capitólio, mas não sabemos se paramos no lugar certo. Nossa segunda parada foi na cidade de Piumhi para sacar dinheiro, uma cidade pequena mas com uma boa estrutura, porém toda cidade coberta de paralelepípedos. Chegando lá, encontramos um Bradesco e conseguimos sacar. De lá partimos para nosso camping, mais alguns km de estrada asfaltada, após passar por Vargem bonita só terra, estrada toda desnivelada, 20km de terra, após 150km finalmente chegamos no nosso camping, bem próximo a cachoeira casca dantas, um lugar muito bonito.

      O camping é muito simples, diária de 25 reais por pessoa, 2 banheiros (um deles falta telha) e uma grande área para acampar. Paramos o Billy e acampamos ao lado do rio São Francisco. Montamos nossa barraca, fizemos uma cozinha com pedras, pedaços de árvore e um plástico para evitar vento (a ideia mais sem sentido de toda viagem). Depois disso fomos conhecer as piscinas naturais que tem ao lado do camping.

      Passamos o dia mais tranquilos, ao final da tarde tomamos banho, por volta de 20h jantamos um Miojo top, depois jogamos um pouco 21 e logo pelas 22h fomos dormir.

      DIA 03 (22/07/19)
      Planejávamos acordar às 7:30, porém perdemos a hora, acordamos por volta de 9:30. Fizemos um café rápido, tomamos e fomos em direção a cachoeira casca d'anta.

      A cachoeira fica a 2km do nosso camping, fomos de a pé, chegando lá mais uma parte do nosso suado orçamento ficou na portaria, $20 para entrar.
      Fomos em direção a parte baixa da cachoeira, caminhada tranquila, 700m da portaria, um lugar incrível, a cachoeira é muito alta, a mais alta que já vi.


      Saímos de lá após um tempo e fomos em direção a parte alta, e dale subida, 3km só subindo, muita terra, pedra, mato, barro e tudo que mais se pode imaginar.

      Cansamos muito, paramos algumas vezes, escorregando outras, mas após 1h30min chegamos lá, na parte alta um rio se forma antes das quedas, de lá se vê tudo, montanhas, até são José do barreiro se vê, bem pequena a cidade. Vimos até nosso camping, bem pequeno lá de cima.



      Ficamos um pouco por lá, gravamos algumas story no Instagram, para falar da história do nosso projeto (canal no YouTube Los Estradeiros), recarregamos as energias e voltamos.
      Demoramos cerca de 1h para descer, escorregamos algumas vezes, mas não caímos. Após chegar lá em baixo comemoramos muito, mas nossos pés estavam fritando.
      Saímos de lá, tentamos pegar sinal no celular, mas nada, seguimos e já a noite chegamos no camping. Tomamos um banho, jantamos, enquanto jantávamos um rato quase subiu na minha perna, foi tenso. Após isso ficamos um pouco no fusca e por volta das 23h dormimos. Hoje está mais frio.
       
      DIA 04 (23/07/19)
      Acordamos por volta de 9:50, tomamos um café da manhã e fomos andar um pouco pela estrada, pegamos um pouco de internet, publicamos as fotos no Instagram do canal e seguimos pela estrada, mais a frente paramos em uma espécie de mirante e lá ficamos por um tempo, só pensando na vida.
      Passado um tempo um carro parou por lá, eu achei que tinham me chamado e fui até eles, mas eles só estavam vendo a cachoeira, eles riram de mim, o Gabriel riu muito, logo voltamos para o camping.
      Logo depois fomos almoçar. Hoje o almoço demorou um pouco mais, terminamos por volta de 16h. Lá pelas 17h demos um pulo nas piscinas naturais.

      As 18h voltamos e fomos tomar banho, depois do banho ficamos no fusca trocando ideia, quando de repente apareceu um cachorro chorando aqui. Passado um tempo projetei a luz da lanterna pela janela para fora do carro para procurar o cachorro e ele estava bem perto da janela, tomei um baita susto, o Gabriel riu muito.
      Após isso fomos jantar, comemos um miojo e voltamos para o Billy, ficamos conversando um pouco, jogamos um 21 e por volta de 22:30 fomos dormir.
       
      DIA 05 (24/07/19)
      Acordamos as 9h, tomamos um café, depois do café fomos arrumar o telhado do banheiro do camping (negociamos com a Neusa, a dona do camping a diária do dia seguinte, pois não teríamos grana para pagar). Logo depois fomos para a estrada pegar um sinal de internet.

      Depois voltamos para o camping e fomos para as piscinas naturais (descobri que o rio que passa ao lado da nossa barraca é o da Lagoinha). Ficamos um tempo na piscina, nadamos um pouco, o Biel ficou peidando na água (fazendo bolinhas), depois de um tempo voltamos para o camping para almoçar.


      Após o almoço arrumamos as coisas no carro e saímos para ver o pôr do sol no mirante.

      Após isso voltamos, tomamos um banho, gravamos o vídeo de apresentação do canal e fomos fazer a janta. No meio da janta o Biel lutou contra dois mosquitos gigantes enquanto eu protegia o molho e as salsichas, após isso ficamos tirando algumas fotos do céu e por volta de 22:30 dormirmos.
       
      DIA 06 (25/07/19)
      Acordamos as 5:30 AM, hoje tivemos um dia cheio. Após acordar arrumamos as coisas, tomamos um café e saímos do camping.
      Fomos em direção a Capitólio, chegando na cidade ficamos um pouco na lagoa principal, logo fomos conhecer a Prainha artificial, porém não é um lugar muito legal, um pouco sujo. Após isso fomos atrás de um adesivo da cidade, mas sem sucesso. Paramos na matriz e procuramos algum lugar para passar o dia, até que encontramos a cachoeira do grotão, que se dizia ser gratuita em um site, fomos até lá, cerca de 18km da cidade, sendo 12 de terra, chegamos lá, a novidade, tinha que pagar $15 por pessoa, ficamos tristes pois não tinhamos a grana, como já estava perto do almoço ficamos na portaria e íamos fazer comida por lá.

      Até que de repente chega um senhor em uma Mobilete (o Pezinho), disse que era o dono, logo começando a conversar com ele, fizemos amizade, expliquei a situação que estávamos sem dinheiro, ele, por ter gostado de nós, liberou nossa entrada de graça.


      Almoçamos por lá, passamos o dia, logo a tarde pezinho voltou, ficou um tempão lá conversando com a gente, muita conversa boa, na despedida ele explicou um caminho melhor para nós e seguimos, no caminho tinham uns bois e vacas na estrada, mas conseguimos passar.
      Paramos no mirante dos canyons de Capitólio (não entramos porque tinha que pagar), de lá fomos até o posto sul (o mesmo que dormimos no primeiro dia). Após um tempo lá resolvemos ir até a loja que tem em frente ao posto, uma loja de doces, queijos, etc Experimentamos uns doces, e TODAS as cachaças q tinham lá, saímos meio bêbados e não gastamos nada. Ficamos no carro conversando até a noite, depois jantamos, comemos uns chocolate e dormimos por volta de umas 23h.

      DIA 07 (26/07/19)
      Acordamos no posto por volta de 5:20, tomamos café, ganhamos um café preto da galera do restaurante. Por volta de 7h saímos. Chegamos em Jaguariúna as 11h.
       
      E assim termina essa longa viagem, foram 7 dias muito intensos pela serra da canastra, dias de novas experiências, de explorar novos horizontes, de fazer novas amizades.
      E assim fica a lição, permita-se, de a você esse presente de viver novas experiências, viver coisas que nunca imaginou, a felicidade está nas pequenas coisas e é isso que levamos dessa vida.
      Até a próxima  






    • Por Birovisky
      E aí rezenhadores de plantão beleza? Pedalada marota em plena quarentena, mostrando alguns pontos turísticos da cidade de Taquaritinga, interior de São Paulo. Além de várias divagações, tais como a falta de bom senso do ser humano, sem exceções, em evitar aglomerações e a forma como o Estado concede as coisas com uma mão, em contrapartida com a outra, ele tira, sempre do cidadão que segura o lado mais fraco da corda.
      21,75km | 1:31:23 - Trajeto salvo no STRAVA: https://www.strava.com/activities/3229242961
      Confiram o vídeo Pedalando em plena Quarentena:
       
       
      BTWIN Rockrider – Uma saída alternativa e de qualidade - https://rezenhando.wordpress.com/2015/03/18/btwin-rockrider-uma-saida-alternativa-e-de-qualidade/
      MOSSO Odyssey 29ER - https://rezenhando.wordpress.com/2016/02/22/mosso-odyssey-29er/
       
      Trilha de Bike de Matão até Taquaritinga com fuga
       
      Bicicleta Urbana BTWIN ELOPS 300
       
      Mobilete Elétrica Monark | Projeto MOBILETE ELÉTRICA
       
      Até mais e obrigado pelos peixes!
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    • Por Tadeu Pereira
      Salve salve trilheiros e trilheiras! 
      Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha onde irão encontrar maravilhosas cachoeiras, belas paisagens e uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo. 
       
       Ida - 25/01/2020 - 07h00min - São Paulo x Rio Grande da Serra x Paranapiacaba - Metrô e Trem R$4,40 - Ônibus R$6,90 - Uber R$5,00
           Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Verde x Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Azul x Vermelha) onde peguei para a estação Brás (linha Vermelha), para finalmente pegar o Trem da CPTM sentido Rio Grande da Serra que foi nossa primeira parada. O trajeto todo até a primeira parada teve uma duração de aproximadamente 1h30min . Chegando na estação de Rio Grande da Serra, após sair pelas catracas atravessamos a linha do trem e viramos para a direita na rua e depois viramos na primeira rua a esquerda onde tem um ponto de ônibus que leva tanto para a vila de Paranapiacaba quanto para a entrada da trilha que fica a poucos quilômetros de Rio Grande da Serra. O ônibus é do transporte público então é só esperar alguns minutos que logo encosta um e o valor é de R$6,90. Mas antes de pegar o busão nós aproveitamos e fizemos umas comprinhas no mercados que encontramos bem em frente da linha do trem. Compramos pouca coisa, nada de mais, somente alguns pães, água, presunto, queijo e chocolates, pois nossas mochilas não poderiam ficar pesadas para fazer a trilha. Comprados nossos alimentos, logo na saída do mercado notamos que haviam diversas pessoas oferecendo o mesmo serviço dos ônibus para o começo da trilha, porém o trecho é feito de carro e com o valor mais baixo, por apenas R$5,00 Reais. Como estávamos em 4 pessoas, fechamos um carro e 15 minutos depois fomos deixados no começo da trilha. Mais rápido e prático.  

           (Estação Brás - CPTM)

      (Nóis)

      (Entrada da trilha)
        Na entrada existe uma porteira de madeira indicando o começo da trilha. Então é só atravessar e seguir reto por uma estrada que neste dia estava alagada com alguns centímetros de água, mas nada que impedia de passar. Passamos por baixo dos fios das torres de energia elétrica onde existe um barulho da energia correndo pelos fios bem sinistro mas sem perigo nenhum. Passando esses fios ai sim inicia a trilha com muita lama, pois tinha chovido muito no dia anterior dificultando em alguns trechos, então o cuidado tem que ser maior para não acontecer possíveis quedas. O inicio da trilha é de nível fácil, a única dificuldade mesmo é a lama intensa, mas aconselho a retirarem os sapatos e irem descalços, assim você não os suja para a volta e ainda sente a incrível energia que a natureza irá colocar nos seu corpo entrando pelos seus pés. É fantástico!
       
        A primeira parada na trilha foi em uma prainha de água cristalina com uma pequena queda de água, um ótimo lugar para se refrescar e tomar um pouco de sol. Após este trecho a trilha começa a ficar um pouco mais fechada mata a dentro e em alguns trechos cruzara o rio tendo que continuar a trilha do outro lado. Normalmente o rio é bem raso não oferecendo perigo algum na travessia. 
       


      (Prainha)
           Após andar pouco mais de 20 minutos chegamos no mirante que existe no meio da trilha, seria a segunda parada da trilha onde se consegue ver cidades litorâneas como Cubatão, Santos, São Vicente. Um lugar de uma imensidão grandiosa da natureza contrastando a mata e as cidades, ótimo lugar para contemplar e tirar belas fotos.



      (Mirante)

       Seguindo a trilha mais a frente por alguns minutos já começamos a ouvir o barulho de água caindo, chegando perto do rio nos deparamos com uma grande queda de água, uma cachoeira linda chamada de Fumacinha com um volume de água muito bom caindo. O banho de cachoeira é quase obrigatório e é de lavar a alma, mas seguimos em frente pois ainda haviam alguns minutos para chegarmos ao ponto de camping.


      (Cachoeira da Fumacinha)
           Caminhando mais alguns minuto chegamos em uma bifurcação do rio. Para a esquerda fica a grandiosa cachoeira da Fumaça com vista para o mar e para a direita ficam as áreas de camping e a Cachoeira da Tartaruga. Seguimos para a direita e alguns minutos depois chegamos nas suas lindas quedas. Fizemos nossa terceira parada e nosso café da manha ali mesmo ao som das águas da cachoeira. Fizemos a trilha toda até a Cachoeira da Tartaruga em 2:00 horas, esse tempo foi por causa da lama que dificultou muito na trilha. Em dias sem chuva se faz a mesma trilha num tempo um pouco menor. 
       

      (Cachoeira da Tartaruga) 
       




           Bem de frente com a cachoeira existe uma área de camping que cabem aproximadamente umas 4 barracas de porte pequeno. O terreno é um pouco irregular mas te da um vista fantástica da cachoeira vista de frente. Já na parte de cima da Cachoeira da Tartaruga onde se chega fazendo uma trilha ao lado, existem outras áreas maiores para camping para grupos maiores de pessoas. Vi muito lixo neste local, então galera vai um apelo aqui Leve seu lixo de volta com você! 
       
                    

           Aproveitamos que o sol tinha dado as caras e fomos na Cachoeira da Fumaça. Retornamos a trilha até a bifurcação dos rios e seguimos por dentro do rio mesmo até chegar em poucos metros na Cachoeira da Fumaça com uma vista sensacional. 
       




      (Cachoeira da Fumaça - Vista de cima)




      (Cachoeira da Fumaça - Vista de baixo)
      Volta - 25/01/2020 - 17h00min - Paranapiacaba x Rio Grande da Serra x São Paulo - Uber R$5,00 - Metrô e Trem R$4,40
           Ficamos por um tempo contemplando o lindo visual que se tem de cima da cachoeira com vista para o litoral de São Paulo. Logo retornamos para a Cachoeira da Tartaruga para despedir de dois do nosso grupo que iriam acampar por ali mesmo na base da Cachoeira da Tartaruga. Partimos por volta das 17:00 horas e fizemos a trilha em aproximadamente uma hora e meia. Ao chegarmos na porteira não foi preciso esperar pelo ônibus para retornar a Rio Grande da Serra no ponto que fica a direita na rodovia. Pelo fato de terem muitas pessoas na trilha, já haviam diversos carros aguardando as pessoas para o retorno a Rio Grande da Serra. Então foi só tirar um pouco da lama nos pés embarcamos por R$5,00 cada um e em 15 minutos estávamos na estação para pegar o trem de volta a São Paulo e finalizar mais uma trilha com sucesso! 
      Gratidão!!! 


       
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