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Um dos melhores relatos, sem dúvidas, e ainda com um pouco de informação científica :) um ponto de vista totalmente original de uma viagem à chapada! Seria tipo, alguém visitar o Amazonas e mostrar evidências de que a região inteira foi inundada pelo mar, e posteriormente por um grande lago na antiguidade! 

Só faltou uma visita ao marco do paralelo 14, para ver se vcs descobriam alguma coisa interessante sobre o local :)

E sobre o Jardim de Maytrea, o nome tem origem mística/holística, para quem estuda ou acredita nas crenças alternativas, Maytrea (ou Maitreya) seria uma força (ou entidade) que é interpretado pelas diversas religiões da terra como o próximo messias ou a personificação da própria bondade (como Jesus ou Buda), tem algumas histórias curiosas sobre a origem do nome, a que mais circula por aí é que um grupo de "hippies" acreditou que o local fosse uma porta de entrada para um plano cósmico, ao sentirem uma "vibe" diferente do lugar, daí o nome pegou.

 

Parabéns mesmo!

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Em 25/07/2019 em 09:12, StanlleySantos disse:

Um dos melhores relatos, sem dúvidas, e ainda com um pouco de informação científica :) um ponto de vista totalmente original de uma viagem à chapada! Seria tipo, alguém visitar o Amazonas e mostrar evidências de que a região inteira foi inundada pelo mar, e posteriormente por um grande lago na antiguidade! 

Só faltou uma visita ao marco do paralelo 14, para ver se vcs descobriam alguma coisa interessante sobre o local :)

E sobre o Jardim de Maytrea, o nome tem origem mística/holística, para quem estuda ou acredita nas crenças alternativas, Maytrea (ou Maitreya) seria uma força (ou entidade) que é interpretado pelas diversas religiões da terra como o próximo messias ou a personificação da própria bondade (como Jesus ou Buda), tem algumas histórias curiosas sobre a origem do nome, a que mais circula por aí é que um grupo de "hippies" acreditou que o local fosse uma porta de entrada para um plano cósmico, ao sentirem uma "vibe" diferente do lugar, daí o nome pegou.

 

Parabéns mesmo!

 

Muito obrigado pelos elogios, e por acrescentar informações sobre o Jardim da Maytrea, Stanlley! 😃

 

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Ótimo relato cara! Muito bem ilustrado pelas fotos.

Eu baixei esse app que você indicou mas não consegui achar essas rotas lá. Você só utilizou o mapa para desenhar a roto na imagem ou existe uma forma de baixar essas rotas específicas?

Muito obrigado!

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@lucasrto Lucas, que bom que gostou!

Sobre as trilhas no Avenza Maps: Elas estão contidas em mapas que eu produzi, e estão disponíveis para download nos links no final do relato, no item Mapas Georreferenciados.

Basta, pelo celular, clicar nesses links e baixar os arquivos que estão em PDF. Após baixar, abra-os com o Avenza Maps. Veja se funcione, se não, me avise pra que achemos uma solução! 😃

  • Gostei! 1

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    • Por Andrei Tunes Claro
      Olá amigos mochileiros. Hoje vou compartilhar com vocês um relato sobre a travessia das 7 quedas da Chapada Dos Veadeiros com eventos que podem ajudar todos que quiserem realizar a travessia, ou estejam pensando em fazer a primeira trilha com camping.
      Todo mundo que ingressou nesse mundo de trekking passou por perrengues que acrescentou grande vivência e amadurecimento, conhecimento dos limites do corpo, aprendizados valiosíssimos que carrega-se para o resto da vida.
      Esse fim de semana eu e a Nanda realizamos a famosa travessia das 7 quedas pela segunda vez junto com quem nunca havia feito e com quem já fez, mas não adquiriu muita noção ainda. E essa experiência me inspirou a contar para vocês como faz diferença ter um bom planejamento, conhecer o corpo e saber tomar boas decisões.
      São 23 quilômetros de caminhada feita em dois dias e conhecer a trilha (tipo do terreno, clima, fauna e flora) é fundamental antes mesmo de iniciar a aventura, pois é a partir daí que começamos a montar a mochila com as coisas mais essenciais, e isso faz muita diferença, pois previne de levar coisas desnecessárias que se transformaria em peso e previne de esquecer coisas extremamente necessárias.
      Primeiro vou fazer uma breve explicação sobre esse pequeno trekking.
      A Chapada dos Veadeiros se situa no estado de Goiás, é uma região muito extensa no coração do cerrado, região essa que é predominada por árvores baixas, vegetação rasteira e clima extremamente seco, a travessia só é permitida ser realizada no período da seca, de julho a setembro, período este que o clima é mais duro ainda. O percurso tem ao todo 23 quilômetros (não é uma trilha longa) que se inicia na entrada do parque nacional da Chapada Dos Veadeiros na cidade de São Jorge e acaba na beira da estrada a 11 quilômetros da cidade. Normalmente a travessia é realizada em dois dias e no final tem-se 3 opções: alguém deve estar esperando os trilheiros para serem resgatados na rodovia, ou os trilheiros pedem carona para voltar para São Jorge, ou voltam a pé pela beira da estrada. Voltando a trilha, ela é iniciada seguindo as setas vermelhas, caminho para os Canions, até encontrar com as setas laranjas que são as especificas das 7 quedas, nesta trilha há contato com com o rio em 3 ocasiões, uma quando se encontra o acesso aos Canions I (Não recomendado), outra quando tem que atravessar o rio e a última no camping.
      Agora que vocês ja conhecem o básico, vamos ao relato:
      Organizamos a travessia com um grupo que a princípio seria de 12 pessoas, mas ao final restaram apenas 6. Como só há 30 vagas no camping e é necessário agendar a travessia pela internet, se a pretensão é ir no fim de semana, o recomendado é que faça a reserva logo no dia que é aberta a temporada de reserva, pois elas acabam muito rápido. A reserva custa 18 reais.
      Vou apresentar os integrantes dessa aventura:
      - Eu (Andrei) e Nanda: os experientes do grupo, já tendo realizado a travessia das 7 quedas e outras trilhas de longa distância com camping.
      - Sônia (minha mãe) e Gabi (minha sobrinha): Já haviam realizado a travessia das 7 quedas uma vez e outra trilhas pequenas sem camping.
      - Kleber e Livia (amigos): Já realizaram trilhas pequenas sem camping.
       Como falei anteriormente, conhecendo para onde vamos é que podemos montar a mochila. Em uma trilha que, apesar de curta, é no cerrado em época de seca e com poucos pontos de água, devemos levar um reservatório de água de no mínimo 2 litros por pessoa, lanches leves com grande fonte de energia, uma farmacinha completa também não deve faltar (com no mínimo anti-séptico, álcool, algodão, bandaid, comprimidos para dores musculares, dores de estômago, problemas intestinais, problemas alérgicos, soro, sal e açúcar, pinça, etc). Como a caminhada é com muito sol, tem que ter protetor solar fator 50 no mínimo, repelente, camiseta de manga comprida, calça leve tipo tactel, tênis apropriado e amaciado. Como terá camping, temos que pensar também na barraca, saco de dormir, colchonete ou isolante (algo para não dormir no chão duro) fogareiro (pois é proibido fazer fogo), panela, copo, talher e comidas que não pesem muito na mochila, pois caminhar com muito peso nas costas de baixo de um sol quente não é fácil e lanternas. Por último, roupas leves para mais um dia, roupas para entrar no rio, bonés ou chapéu que cubram o pescoço. Nesta época faz muito calor, então é dispensável roupas de frio.
      Fomos sexta-feira em dois carros para São Jorge as 16:00hs, saindo de Brasília. Já com reservas feitas em uma pousada com o nome de Pousada Refúgio. Decidimos ficar em uma pousada e não em camping para descansarmos melhor, tomar café, poupar tempo para sair e as 8:00hs estarmos iniciando a trilha. A informação que tinha era que o parque abria as 8:00hs, então levantamos as 7:00hs, nos arrumamos e colocamos as mochilas no carro. Fui verificar a equipe, todos ja estavam acordados, fui no quarto de minha mãe e parecia que tudo ja estava pronto, as mochilas pareciam arrumadas, faltando pequenos itens. Dei bom dia e fui pegando uma das mochilas que entendi estar pronta, perguntando se ja podia levar, elas me deram um ok e eu levei. Aquele quarto tudo parecia certo, já eram 7:20hs. Depois fui no quarto do Kleber e da Livia e parecia que as mochilas também estavam prontas, o Kleber estava com uma nas costas dizendo estar testando, olhei a mochila de relance e parecia uma mochila de trilha com alças de peito e barrigueira e não dei muita atenção para a outra. Como tudo parecia ok falei que ia tomar café e que aguardava todos lá. Eu, a Nanda e a Gabi estávamos no horário tomando café, minha mãe chegou um pouco depois, mas o Kleber e a Livia se atrasaram um pouco e acabamos demorando e se atrasando em meia hora.
      Chegamos no parque por volta das 8:20hs e como da última vez, deixaríamos os carros em um chácara ao lado que tinha parceria com o pessoal do estacionamento do parque, mas surgiu o primeiro imprevisto, não havia mais parceria, se fôssemos deixar o carro no estacionamento além de ter que pagar 15 reais por dia, não teríamos segurança a noite. Minha mãe então resolveu falar com um funcionário do parque que ofereceu carona para que pudéssemos deixar os carros na pousada, levar os carros para a pousada e voltar de carona para o parque foi mais atraso. Ao entrarmos no parque, tivemos outro imprevisto, agora além de pagarmos a reserva da pernoite no camping, temos que pagar 17 reais de entrada para uma empresa nova que administra o local. Ainda ficamos sabendo que para os que vão realizar a travessia o parque abria as 7:00hs, falha nossa. Para resumir, iniciamos a trilha ad 9:30hs. O que aprendemos foi sempre se atualizar com todas as informações novas que possa ter e sempre sair no mínimo 30 minutos antes do planejado.
      A trilha:
      Começamos a caminhada seguindo as setas vermelhas. Como estávamos atrasados não tiramos fotos. A Nanda puxava o grupo e eu seguia atrás com os mais lentos. Ao andarmos alguns metros percebi um problema, a Livia estava com uma mochila muito grande para a altura dela, a barrigueira ficava folgada e as alças também, isso iria prejudicar seus ombros. A mochila que minha mãe utilizava também não era apropriada, mas se encaixava bem nas costas. Não falei nada, mas sabia que mais na frente teríamos problemas.

      Apesar do atraso resolvemos passar nos Canions II e relaxar lá por uns 30 minutos. Todos entenderam e tudo foi conforme o planejado, a trilha, incluindo o Canions, aumentou em 3 quilômetros, totalizando 19 quilômetros até o camping. Neste dia tivemos a sorte de estar nublado o tempo todo, minimizando o efeito dos raios do sol. A caminho dos Canions II a Nanda, que puxava o grupo, não percebeu a planta angiquinho, uma planta nativa do cerrado que tem uma flor linda, e acabou batendo o rosto e se cortando toda, foi a primeira necessidade da farmacinha, limpamos o rosto dela e batemos anti-séptico e passamos pomada.

      Quando estávamos no lago dos Canions II, acabei colocando minha mão em uma rocha cheia de minúsculo espinhos que só consegui tirar com pinça, utensílio indispensável na farmacinha. A Nanda estava sentindo dor na virilha e a Gabi estava com dor de cabeça, então a farmacinha novamente entrou em ação com comprimidos para dor.
      Seguimos caminho, voltando dos Canions II para seguir as setas laranjas, a partir deste ponto surgiram novos imprevistos: caminhamos por mais 3 quilômetros e a Gabi começou a passar mal do estômago, com náuseas e dor, paramos na sombra de uma árvore para dar um tempo e analisar a situação, então o Kleber aproveitou para urinar ali perto, foi ai que surgiu a primeira preocupação séria. O Kleber havia feito uma cirurgia para retirada de pedras no rim e estava com um catéter na uretra e só ficamos sabendo naquele momento, pois ele havia urinado sangue e estava preocupado. A história era que o médico do Kleber havia liberado ele para realizar a travessia, mesmo com a informação de que seriam dois dias de caminhada com mochila pesada nas costas. Pelo ponto que estávamos, ou ele e a Livia voltavam 7 quilômetros, ou seguiam por 9 quilômetros até o camping. Ai vai uma dica, nunca pense em fazer alguma trilha logo depois de qualquer tipo de cirurgia, pois seu corpo precisa se recuperar muito bem. Voltando a história, Kleber acabou por assumir o risco e resolveu seguir em frente, a Nanda para ajudar resolveu carregar a mochila do Kleber por um tempo para evitar que ele fizesse muito esforço, a Gabi se recuperou um pouco comendo uma barrinha de cereal e nós seguimos para o camping, eram 11:30 da manhã e foi ai que a Livia começou a sentir o desconforto da mochila, era impossível regula-la em seu corpo, então dei a idéia do Kleber trocar de mochila com ela, não ficou 100%, mas melhorou muito, uma mochila no tamanho ideal para o corpo e bem ajustada nunca irá prejudicar a lombar. Seguimos viagem e por algumas vezes precisei abastecer os cantis da Gabi e de minha mãe, pois a garrafinha que elas levaram era apenas de 500ml e para caminhar em um cerrado na seca não era suficiente, ai mais uma dica, nunca leve menos de 2 litros de água para uma trilha de mais de 20 quilômetros.
      Como estávamos um pouco atrasados e sem fome, decidirmos não almoçar ao meio dia e seguir em frente. Ao chegarmos no cruzamento do rio, um ponto onde é necessário atravessar o rio para seguir do outro lado do seu leito, resolvemos dar uma paradinha para encher as garrafinhas de água, ai tivemos mais um probleminha, minha mãe e a Gabi não haviam levado pastilhas de clorin (purificadora de água), por essa razão acabamos compartilhando as que nós tínhamos e isso iria fazer falta, nova dica: se quiser tomar água mais segura sempre tem que levar clorin. No rio resolvemos também dar uma pequena pausa para comer o que minha mãe tinha levado, ela havia preparado charutos de carne enrolados na couve, já prontos e congelados que, com o tempo, foram descongelando, como não era necessário preparar, foi essencial para não perder tempo, comidas rápidas podem poupar muito tempo em uma trilha.
      Após atravessarmos o rio começamos o trajeto mais difícil do dia, pois seriam 8 quilômetros de trilha subindo sem água, com pouca sombra e muito calor e seca. Não sei se aquelas plaquinhas que indicam a distância do camping mais ajudam ou mais atrapalham:

      Só sei que quando encontrávamos com uma era uma alegria e um desespero misturados.
      Fomos caminhando e tivemos que parar novamente, pois a Gabi não estava muito bem, acabou passando mal do estômago novamente, com dores de cabeça e náuseas, estava cansada e próximo de estar naqueles dias. Nada que a farmacinha não possa ajudar, dei para ela um comprimido de buscopan e a Nanda novamente se prontificou em carregar a mochila da Gabi até a plaquinha de 3 quilômetros, demos um tempo para o remédio fazer efeito e seguimos.

      Depois de passarmos a plaquinha de 3 quilômetros, a Gabi já se sentia muito melhor e pode levar sua bagagem, mas logo na subida do morro na metade do trecho minha mãe sentiu o cansaço da subida e precisou parar. A Wonder Woman, Nanda, agiu novamente e resolveu levar a mochila de minha mãe, um detalhe, quando ela levava mochila dos outros era carregando a dela nas costas e a dos outros na frente, fazia isso puxando o grupo ainda. Minha mãe precisou de um tempo para se recuperar e eu fiquei com ela, depois que se sentiu melhor emprestei meus bastões de caminhada para que ela pudesse caminhar melhor, mas uma dica para os que sentem o peso da mochila nas pernas e pés, o bastão de caminhada é essencial e ajuda a distribuir o peso do corpo.
      Mesmo sem a mochila, foi difícil para ela chegar, mas quando chegou foi uma alegria só. Chegamos por volta das 16:30hs e a dica era montar as barracas antes de qualquer coisa no camping. Depois de devidamente instalados fomos curtir o rio das sete quedas, relaxar as costas, tomar um banho sem químicos, pois é proibido utilizar shampoo e sabonete no rio, abastecer nossas garrafas e fazer o almoço. Foi nesse momento que tivemos outro contratempo, pois para um grupo de 6 pessoas nós só tínhamos o meu fogareiro. Isso não foi um problema, mas quando o grupo é grande o ideal é ter no mínimo um fogareiro para cada duas pessoas, ou fazer um jantar bem coletivo de uma panela só, se não acaba gerando fila. Para nós isso foi facilmente resolvido pois fizemos um almoço que deu para todos.

      Mais tarde resolvemos tirar fotos das estrelas, relaxar mais um pouco e depois ir pra cama. Como resultado da trilha a Lívia acabou com o pé cheio de bolhas, pois o tênis era muito novo e não fora amaciado direito, iria ser um problema para o dia seguinte. A dica aqui é sempre amacie o tênis muito bem antes de realizar uma trilha longa, assim diminui o atrito no pé e evita as bolhas. O Kleber e a Lívia não tinham levado nada para deitar, então para eles a noite foi um pouco mais dura pois dormiram apenas em cima do saco de dormir. É sempre bom levar pelo menos um isolante térmico para não deitar diretamente no chão.

      No dia seguinte acordamos as 6:00hs da manhã, mas o problema de ter apenas um fogareiro acabou por alongar demais o tempo do café da manhã e eu também acabei perdendo a noção do tempo no rio, fazendo com que fôssemos sair as 10:00hs da manhã. É sempre importante deixar todos os horários bem definidos com o grupo, pois ai todo mundo aproveita o dia e não atrasa ninguém. Por causa disso minha mãe acabou que entrou na água das sete quedas por 10 minutos apenas e a Lívia nem entrou, uma pena.
      A trilha final é bem puxada, são 7 quilômetros onde, metade é subindo o morro e o resto é por uma estrada de chão. Na subida a Gabi novamente passou mal e ficou pra trás comigo, foi preciso tomar outro buscopan e esperar um pouco, no meio do caminho ainda teve uma farpa imensa entrando em seu dedo e adivinhem, tinha na farmacinha álcool, anti-séptico, algodão, pinça, agulha e bandaid, tudo que precisamos para tirar qualquer farpa do dedo. Após ela melhorar ainda acabamos por alcançar a Lívia e o Kleber algumas vezes, pois devido as bolhas nos pés da Lívia ela andava com dificuldade, mas no final todos se encontraram na casinha da torre de celular. Dali para frente seriam mais 3 quilômetros de estrada de terra. Minha mãe emprestou um chinelo para a Lívia e ela conseguiu seguir a caminhada mais aliviada.
      Na torre liguei para os resgates nos pegar na rodovia e todos se superaram e chegaram bem as 12:40hs. Fomos agraciados pelo Célio com uma maravilhosa ducha e uma sauna para relaxar os músculos na pousada Refugio.
      Espero que esse relato ajude todos os trilheiros de primeira viajem a estarem mais preparados.
      Um grande abraço!

    • Por Nathan Martins
      Hey,
      Sou natural de Manaus - Amazonas e atualmente moro no sul catarinense. Estou programando ir pra Bom Jardim da Serra no inicio da primavera pra fazer um camping (setembro). De forma bem roots. Sou uma pessoa simples e busco companhias agradaveis que por ventura tenham o mesmo destino em mente ou morem nas proximidades.
      Pontos a serem visitados: Serra do Rio do Rastro e Canion do Funil
       
    • Por JESSICA EMILY
      CHAPADA DOS VEADEIROS EM 3 DIAS GASTANDO POUCO
      Saí de BH com um amigo rumo a Goiás no dia 31/08 e com 12 horas de viagem chegamos a Chapada dos Veadeiros. Média de custo de gasolina: R$ 600 reais (ida e volta). Tendo em vista que a passagem aérea para 2 pessoas daria o dobro desse valor, consideramos ok o custo. No trajeto existem pedágios que pagamos uma média de: 60 reais (ida e volta). Para conhecer os atrativos, os valores ficam entre 20 e 30 reais/atrativo sendo que a cachoeira Santa Bárbara exige um guia que custa entre 100 e 150 dependendo do número de pessoas do grupo. Os almoços na região variam de 20 a 40 reais e a diária do hostel que ficamos (quarto privativo) pagamos 150, caso seja compartilhado custa uma média de 40 reais/pessoa. Conhecemos: Vale da Lua, Loquinhas (existem vários poços a serem descobertos), Cachoeira dos Cristais (São várias quedas d'agua), Cachoeira Barbarinha  e Santa Bárbara (ambas com água azul turquesa). Indico ficar em Hostel e preparar a alimentação toda no local e levar para os passeios, fica bem em conta. Fizemos isso. Iremos voltar pois existem muitas outras cachoeiras na região e é incrível a beleza e os atrativos da Chapada dos Veadeiros. Para saber sobre mais viagens que eu fiz, acessem meu Instagram: @jessplanejatrip. 









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