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Olá Daniel, gostei muito do seu relato. 

Pretendo ir pra lá ano que vem, se tudo der certo. Só queria saber como você fez com relação às hospedagens,  foi necessário reservar antes? Ou você chega lá e procura um lugar pra ficar? Esses ônibus, é fácil conseguir informações sobre eles? 
Obrigada por compartilhar com a gente! Um abraço.

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@Daniele Gomes Barbieri Oi, Daniele. Td bem?

Bem, eu tenho sempre em mente o roteiro que pretendo fazer, mas eu particularmente não gosto de engessar minhas viagens (pq me conheço e sei que são sempre grandes as chances de eu querer ficar mais nos lugares hahaha), então eu reservo apenas a primeira hospedagem pra chegar, e no resto da viagem eu reservo hostel e compro passagem só no dia anterior em 90% dos casos.
Costumo tbm criar uma lista no booking com os hostels que me interesso nos destinos e fica mais fácil pra pesquisar quando estou me deslocando. É bem comum tbm eu ir ficando mais nos lugares e reservar pessoalmente no balcão do hostel diariamente, e sempre bem tranquilo. Vez ou outra precisei trocar de quarto por conta disso, mas nada trabalhoso.

Quanto ao ônibus eu vou monitorando diariamente, se vejo que tá lotando eu já compro. As informações que vc se refere são de horários etc? Se sim, é fácil. Até pq só há a viação Rápido Federal que faz o percurso de Salvador pra Chapada (e com poucos horários, infelizmente), então é até legal vc já tentar considerar o horário do vôo com o do ônibus pra não ficar muito tempo esperando.

Se tiver alguma outra dúvida e precisar de alguma outra info de lá pode perguntar que ajudo de boas.

Boa sorte e tomara que dê tudo certo pra vc conseguir ir, a Chapada é incrível!

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  • 1 mês depois...
  • 1 mês depois...
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Ola Daniel

muito bom seu relato.

Vou para Chapada agora em novembro e estou a procura de agencias, pelo que li no seu relato foi tranquilo encontrar grupos por la mesmo? e os preços das agencias varia muito? quero fazer a travessia do Pati também!!! :) não sei se ja fecho alguma agencia ou vejo na hora o que vc indica?

obrigada...

abraço

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  • 3 semanas depois...
  • 8 meses depois...
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Olá, Daniel!

Parabéns pelo relato. Esse lugar é mágico mesmo!!

Me tira uma dúvida... o carro que pegou de Palmeiras para Capão foi taxi, van, carro de agência? Pretendo ir para Chapada em dezembro mas estou com dificuldades de conciliar horário de transporte pois quero ficar em Mucugê.

Aguardo.

@Elisiane Ramos Oi, Elisiane! Td bem? Desculpa a imensa demora, há tempos não acesso aqui. Bom, se ainda lhe servir a resposta: Assim que vc desce na rodoviária de Palmeiras já verá uns carros/caminhonetes/vans parados oferecendo o translado pro Capão. Mas não espere muito conforto, a minivan que eu peguei tinha pelo menos uns 30 anos hahahahaha mas não tive nenhum problema.

Mas vc provavelmente consegue o translado com alguma agência/hotel/hostel. Eu fui mais independente mesmo pois gosto desse tipo de experiência. De maneira geral, eu achei o transporte entre as cidades ainda bem precário se não for contratado o translado particular, não há ônibus que interligam os pontos infelizmente.

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Em 24/10/2019 em 19:24, lis_pm disse:

Ola Daniel

muito bom seu relato.

Vou para Chapada agora em novembro e estou a procura de agencias, pelo que li no seu relato foi tranquilo encontrar grupos por la mesmo? e os preços das agencias varia muito? quero fazer a travessia do Pati também!!! :) não sei se ja fecho alguma agencia ou vejo na hora o que vc indica?

obrigada...

abraço

@lis_pm Oi, Lis! Td bem? Desculpa a imensa demora, há tempos não acesso aqui. Bom, se ainda lhe servir a resposta: Eu achei bem tranquilo o encaixe nesses grupos, há muitas agências e os preços realmente são parelhos. Vc pode ter vantagem caso tenham já grupos formados dos passeios mais "difíceis" e então dá pra negociar com a agência caso vc feche mais de um dia. 

Eu gostei muito do serviço da Eco Por do Sol. Fiz com eles o Buracão, Fumacinha e Vale do Pati. Zero problemas, até camisa UV eles me emprestaram! hahahaha. Pro Vale do Pati vc consegue valores menores se fechar direto com o guia, o que pelo o que vi oferece as mesmas coisas que a agência. O guia eu recomendo o Daniel do @dois.na.trilha, eu fiz o Pati com ele porém por intermédio da agência.

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  • 3 meses depois...
  • Membros
Em 02/08/2019 em 09:27, Daniele Gomes Barbieri disse:

Olá Daniel, gostei muito do seu relato. 

Pretendo ir pra lá ano que vem, se tudo der certo. Só queria saber como você fez com relação às hospedagens,  foi necessário reservar antes? Ou você chega lá e procura um lugar pra ficar? Esses ônibus, é fácil conseguir informações sobre eles? 
Obrigada por compartilhar com a gente! Um abraço.

Olá Daniele , pretendo ir tbm no ano que vem entre fev / março . Procuro um pessoal pra ir 

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      Olá pessoal,
       
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      Dica 1: Procure ir fora de feriados, porque realmente fica tudo muito confuso!
      Dica 2: a maioria das atrações fica à beira da MG-050. Devido à quantidade de pessoas muito gente estaciona o carro no acostamento da estrada. Não faça isso! A PM multou todo mundo que fez isso todos os dias do feriado! Ande mais na estrada até achar um espaço fora para parar. Não existem estacionamentos.
      Dica 3: Acredito que a maior dificuldade da maioria das pessoas nesse destino é conseguir hospedagem. Capitólio é uma cidade com cerca de 9000 mil habitantes. Não existem muitos hotéis ou pousadas. Com 2 meses de antecedência nós procuramos hospedagem e já não tinha nenhuma mais! E quando perguntava preço todos oferendo pacotes por no mínimo 1500 reais para o carnaval para 2 pessoas! Vi hotel simples cobrando 4000 mil reais!
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      Dica 5 (Dica de Ouro): Em dezembro, quando começamos a olhar hospedagem para o feriado, estávamos quase desistindo devido aos problemas citados acima quando, olhando pelo AirBnB, encontramos esse achado maravilhoso: o APTO da Selvita em Piumhi (https://www.airbnb.com.br/rooms/11481970). Eu não acreditei quando vi, um quarto em um apto incrível, simples e aconchegante, com vaga no carnaval e pelo preço de 49 reais a diária!!!! Fechei na hora! Gastamos com hospedagem no carnaval somente 192 reais! Indico muito o apto dela, é grande, confortável, tem tudo que necessita para uma hospedagem confortável e simples. Ao lado tem uma padaria com paes e bolos deliciosos.
      Dica 6: De BH a Capitólio a estrada é boa, apesar de não ser duplicada. São 4 pedágios de 5,50 cada, sendo o último entre Piumhi e Capitólio (ficar atento a isso).
      Dica 7: Reserve o passeio de barco com antecedência! Nós esquecemos e quase não conseguimos fazer o passeio por conta disso. Conseguimos um encaixe de última hora.
      Dica 8: dá para se locomover entre todas as atrações com carro normal. Não caiam na bobagem que o meu vizinho de apto fez (pagou 200 reais por um translado até paraíso perdido). Dá para fazer tranquilo de carro comum, a estrada de terra é boa.
      Dica 9: infelizmente o clima não ajudou muito. Chegamos debaixo de chuva e nos dois primeiros dias ficou nublado o tempo inteiro, com algumas pancadas de chuva ao longo do dia. Somente no último dia que realmente fez sol o dia inteiro. Eu e minha esposa já estamos acostumados, todo vez que viajamos para lugares com cachoeira chove, é incrível, rs. Isso já aconteceu umas 4 vezes já! Rs. O ideal é ir em época de seca (maio a outubro segundo os locais).
       
      Chega de dicas, vamos ao relato sucinto dia a dia:
       
      Dia 1 (Trilha do Sol, Mirante do Canyon):
       
      Chegamos em Piumhi às 07:40 da manhã, deixamos as malas e ficamos esperando para a chuva acabar e o tempo firmar um pouco. Seguimos então para a trilha do sol (R$35,00 por pessoa). Entrada pelo Km 304 da MG-050, anda 1 km de estrada de terra até a recepção). Dos lugares pagos foi o que mais gostamos, a trilha é muito bonita e o lugar chamado No Limite é incrível. Também visita-se a cachoeira do Grito e o Poço Dourado.
      De lá fomos almoçar no famoso restaurante do Turvo (lotadíssimo, ficamos uns 30 minutos esperando mesa) e pedimos o prato da casa: traíra recheada. A porção de 1 pessoa serve 2 tranquilamente (esses restaurantes são espertos, fazem a porção de 1 pessoa render 2 e metem a faca no preço, dá a sensação de que você saiu na vantagem ao não pedir prato para 2 pessoas) R$96,00 o prato. Não gostamos muito do prato, mas acho que isso é questão de gosto mesmo.
      Do restaurante fomos até o famoso Mirante do Canyon (por enquanto é gratuito, mas o proprietário já está cercando e em breve vai começar a cobrar). Fica no Km 312 da MG-050. Que lugar fantástico! De lá que saem as famosas fotos que vemos pela internet e é muito mais incrível pessoalmente. Só tomem cuidado pois não tem nenhum tipo de proteção e uma queda dali é morte certa!
      De lá fomos ao centrinho de Capitólio e demos uma passada na praia artificial (que é um lago com uma orla bacana, mas é fedido, rs). Lá tem uma feirinha de artesanato.
      Pegamos a estradinha de terra até o Morro do Chapéu, que é um lugar com vista muito bacana da cidade e região. Infelizmente, devido à chuva, não conseguimos passar de um trecho, o carro patinou muito. Outros carros também tentaram e não conseguiram. Locais falaram que em época de seca dá pra ir tranquilo. Fica para a próxima.
      À noite em Piumhi fomos ao Bar do Juarez que tem uma batata Roast muito boa (32,00 reais e serve duas pessoas). A de carne de sol é uma delícia!
       
      Dia 2 (Paraíso Perdido, Usina de Furnas):
       
      Paraíso perdido é a atração mais distante do centro de Capitólio mas há placas indicado o caminho. Fica em torno do Km 320 da MG-050. Da saída da estrada são 4,5km de estrada de terra, tranquilo para ser fazer.
      Confesso que era o local com mais expectativa, pelas fotos e relatos de outros viajantes, mas me decepcionei. Não sei se o tempo não estava legal no dia e uma parte do acesso tava fechada pelo risco de chuvas. Não achei lá essas coisas não.
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      De lá fomos até a Usina de Furnas, que tem um mirante muito bacana, e fizemos algumas fotos. Comparado a Itaipu Furnas é uma microusina, rsrs.
      Voltando a Piumhi passamos no Condomínio Escarpas do Lago em Capitólio somente para ver como os ricos vivem e do que se alimentam, rsrs.
      À noite em Piumhi comemos um hamburgao numa lanchonete e dormimos exaustos.
       
      Dia 3: (Cachoeira Diquadinha, Cachoeira do Filó e Passeio de Lancha)
       
      O dia mais legal! Não sei se é porque são locais gratuitos, mas essas duas cachoeiras são muito boas e divertidas para se brincar!
      A Diquadinha fica exatamente no outro lado da MG-050 na altura do Mirante do Canyon. Basta atravessar a estrada para chegar lá. O legal é ir subindo pelas suas quedas até chegar num escorregador de pedra delicioso! Muito divertido.
      Tem uma outra parte muito legal, onde o poço é mais profundo e dá para pular de uma corda estrategicamente colocada, heheh.
      Nesse dia finalmente o sol saiu um pouco e deu para curtir mais. A cachoeira estava lotada! Muita gente fazendo churrasco e tomando cerveja no local, deixando latinhas espalhadas no ambiente.
      Comemos uns espetinhos numa barraquinha em frente e migramos para a nossa cachoeira preferida de Capitólio, a Cachoeira do Filó (Km 319 da MG -050, gratuita). É uma cachoeira com um poço enorme e fundo, então utilizamos o macarrão que compramos para nadar com tranquilidade.
      É uma cachoeira muito gostosa, perfeita para nadar e melhor ainda por ser gratuita. Tinha uns caras malucos pulando de cima dela, mas não arrisquei não. Ficamos lá um tempão curtindo tranquilamente.
      De lá voltamos ao restaurante do turvo (Km-306) de onde saem as lanchas para os passeios. O nosso estava marcado para às 16:00hs. O passeio em si é muito bacana, vale a pena fazer de lancha (70,00 por pessoa) pois para em mais locais. Uma pena que esse horário já não tinha mais sol, mas a água da represa estava morninha.
      Ele pára no Canyon (desce para banho), Vale dos Tucanos (também desce para banho) e na Lagoa Azul (paga 30,00 reais se quiser subir à cachoeira, mas na hora que fomos lá estava fechada) e no Cascatinha (somente fotos).
      Vale muito a pena o passeio, principalmente nos locais que dá pra nadar!
      Voltamos para casa e à noite, em Piumhi, fomos ao Bar do Peixe, que tem uma porção de isca de peixe muito boa!
       
      Dia 4: (Novamente Diquadinha, Filó e volta pra casa)
       
      Originalmente esse dia estava reservado para um passeio pela Serra da Canastra. Porém, devido ao período de chuvas, o acesso para carros comuns estava impossibilitado, então teríamos que contratar um passeio com carro 4x4. Como é uma região que para conhecer bem é preciso uns 3 dias, deixamos para outra oportunidade.
      Resolvemos então voltar nos locais que gostamos mais (e que não paga, rs) para curtir e aproveitar o último dia do feriadão.
      Como suspeitávamos, justamente no último dia vez um baita sol, pelo menos aproveitamos um pouco!
      Voltamos para casa tranquilos e felizes por ter conhecido mais um lugar especial do nosso Brasil.
       
      Alguns gastos:
      Gasolina - R$315,00
      Pedagíos - R$77,00
      Hospedagem - R$192,00
      Trilha do Sol - R$70,00 (2 pessoas)
      Paraíso Perdido - R$80,00 (2 pessoas)
      Passeio de Lancha - R$140,00 ( 2 pessoas)
      Padaria - R$16,50
      Restaurante do Turvo - R$102,00
      Bar do Juarez (Piumhi) 45,00
      Bar do Peixe (Piumhi) 61,00
      Cachorro Quente - R$10,00
      Caldo de Cana - R$5,00
      Espetinho - R$5,00
       
      Considerações Finais:
      1- A infraestrutura turística do local ainda está sendo construída. Faltam estacionamentos, faltam restaurantes e principalmente faltam mais opções de pousadas, hotéis e hostels.
      2- Na segunda feira de carnaval muitos restaurantes fechados!
      3- Segundo um comerciante local em breve nenhum local terá mais acesso gratuito (já há planejamento para cobrança de entrada no Mirante do Canyon).
      4- Eu particularmente acho os valores das entradas muito caros, 35-40 reais em média. Tá certo que existe um custo para a infraestrutura do local, mas isso também precisa ser melhorado. Na trilha do sol, por exemplo, não existe vestiário e o banheiro é minúsculo e sujo! Queríamos trocar de roupa após a trilha e tivemos que fazer isso dentro do carro.
      5- A estrada não é duplicada e o fluxo de caminhões é intenso. Não adianta querer correr e se arriscar em ultrapassagens proibidas. Tem que ter paciência.
      6 – É um destino incrível, de uma natureza exuberante e que vale a pena todo o perrengue para visitar!!
       
      Um abraço a todos e qualquer dúvida é só perguntar nos comentários!















    • Por Tadeu Pereira
      Trilha Saco das Bananas ou Trilha das 10 Praias Desertas - Caraguatatuba x Ubatuba - SP 
      Praias: Praia da Tabatinga, Praia da Figueira, Praia da Ponta Aguda, Praia da Lagoa, Praia do Simão, Praia Saco das Bananas, Praia da Raposa, Praia da Caçandoquinha, Quilombo Caçandoca, Praia do Pulso, Praia da Maranduba e Praia do Sape.
      Dificuldade: Moderado
      Distância: 28 km
      Salve salve mochileiros!
           Segue o relato desta trilha fantástica situada entre Caraguatatuba e Ubatuba no litoral Norte de São Paulo, iniciada na Praia da Tabatinga a aproximadamente 20 Km da cidade de Caraguatatuba e finalizada na praia do Sape. A trilha é de nível médio com subidas e descidas mostrando belas paisagens e diversas praias. A maioria das praias são quase que desertas com pontos de água potável.  
      Partida - 17/11/20 - Ida 7:30am - São Paulo x Caraguatatuba -> BlablaCar R$45,00 - Caraguatatuba x  Praia da Tabatinga -> Ônibus R$4,65
           Partimos do bairro do Butantã em São Paulo capital onde combinamos com o motorista do aplicativo BlablaCar para sair às 7:30am. Saímos no horário marcado e fomos em 4 pessoas no carro. A viagem foi tranquila, segura, todos de máscaras pela pandemia e com duração de duas horas e meia até chegarmos ao Terminal Rodoviário de Caraguatatuba onde pegamos um ônibus do transporte público com sentido a cidade de Ubatuba. Depois de aproximadamente 35 minutos descemos no último ponto da praia da Tabatinga próximo ao Mercado Prime onde fica o início da trilha pela rua à direita do mercado. Compramos mais alguns mantimentos e água e iniciamos por volta das 11:00am a Trilha do Saco das Bananas ou Trilha das 10 praias desertas.   
       
           A trilha teve início na rua ao lado direito do Supermercado Prime pela Rua Onze onde seguimos por ruas com um terreno muito acidentado com muitos buracos e lama até chegar na entrada para a Praia da Figueira. Resolvemos não entrar nesta praia pois o tempo não estava ajudando muito e então seguimos em frente. Alguns metros a frente chegamos no Mirante da Praia da Ponta Aguda de onde se tem uma bela vista da Praia da Figueira e da Praia da Ponta Aguda.
         
                                                 (Entrada Praia da Figueira)                                                        (Estrada)
       

      (Mirante da Praia Ponta Aguda) - (Praia da Figueira)

      (Praia da Figueira)

      (Praia da Figueira)
           Passando o mirante a trilha começa a adentrar a mata mais fechada passando por diversos pontos d'água. Andamos por mais ou menos mais 1 hora e chegamos em um casarão abandonado com várias bananeiras ao redor. Não sei a história desta casa mas parecia ser bem antiga. Neste ponta a trilha se divide em duas, para a esquerda se segue a trilha para a Praia do Simão, e para a direita se chega na Praia da Ponta Aguda. Descemos uns 15 minutos de trilha passando por um descampado até chegar na Praia da Ponta Aguda. 
       

       (Praia da Ponta Aguda) 

       (Praia da Ponta Aguda) 
            Ficamos pouco tempo na Praia da Ponta Aguda pois estávamos correndo contra o tempo que a todo momento mostrava que podia desabar com muita chuva. Retornamos pela mesma trilha que chegamos na praia e continuamos a trilha seguindo as placas rumo a Praia da Lagoa. 
       

          (Praia da Lagoa) 
           A Praia da Lagoa que faz jus ao nome contém uma lagoa que desagua no mar situada do lado esquerdo da praia. Retornamos pela mesma trilha e seguimos as placas para a Praia do Simão que a princípio iríamos pernoitar e seguir no dia seguinte.  
       
           Apesar da placa de proibido resolvemos seguir em frente e caminhamos por mais ou menos umas 2 horas neste trecho. A trilha estava muito molhada pela chuvas do dia anterior tornando o trecho escorregadio e muito difícil de render a caminhada. O tempo até que estava colaborado pois só tínhamos pego chuviscos durante o caminho, até que chegando próximo da Praia do Simão o tempo simplesmente resolveu dizer qual seria o nosso destino pelos próximos 3 dias ahahauhauhauha. 
       
           Começando com um chuva bem fina, toda aquela água que estava acumulada durante o dia resolveu cair bem na hora que estávamos chegando na Praia do Simão ahuahuah e não parou mais. Depois de vários escorregões e tombos passando por alguns trechos que sem chuva até seriam fáceis, mas com toda aquela água caindo do céu com a trilha encharcada e muito escorregadia ficaram bem complicadas. E depois de algumas horas chegamos na Praia do Simão ou Praia Brava do Frade.

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)


      (Praia do Simão ou Brava do Frade)

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)
           Segundo moradores a Praia Brava do Frade possui este nome pois a um tempo atrás morou um frade na praia por muitos anos, razão do nome original. A praia é bastante procurada também por surfistas que buscam tranquilidade em uma praia deserta longe da badalação, mas neste dia não tinha ninguém na praia. 
           Chegamos e já montamos acampamento no meio das inúmeras árvores pensando em obter alguma sombra pra caso no dia seguinte o sol desse as caras ahuahuah. A praia tem mais ou menos 1 km de extensão com mar de águas agitadas, areia clara, praia de tombo, aparentemente com muitas correntes de retorno. Também ficamos próximos ao um ponto de água potável que fica no meio da praia formando uma pequena lagoa que com a forte chuva virou uma grande cachoeira que corria até o mar. A pernoite estava garantida, mas a chuva não parou mais aquela noite e nem no outro dia. Choveu forte, com trovoadas e muito vento o tempo todo.

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)
       
       

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)

      (Acampamento)

      (Praia do Simão ou Brava do Frade)
       
      (Bica d'água)
           Acordar em uma praia deserta certamente é um desejo de muitas pessoas, mas acordar com a praia deserta e com muita chuva também foi uma experiência muito boa com sentimento de frustração e agradecimento. Ficamos por três dias nesta praia por causa da chuva, as barracas viraram nossos lares naquele paraíso por alguns dias ahuahua. A chuva não deu trégua no segundo dia, choveu por várias horas de manhã até o meio da tarde. Tivemos que esperar por horas pra sair da barraca pra poder conhecer aquele paraíso, mas quando a chuva deu uma trégua nós saímos para desbravar e conhecer a praia. 

            Do lado direito andando pela praia existe um paredão de pedra que dependendo do volume d'água é um bom ponto para um banho de cachoeira, mas neste dia apesar de toda a chuva estava com volume baixo.  
       
      (Cachoeira)
            A chuva começou novamente e retornamos para o camping e por ali ficamos. Fizemos toda nossa comida dentro da barraca. Uso o modelo QuickHiker 2 Quechua que tem duas portas e dois grandes avanços possibilitando usar o fogareiro sem nenhum problema. Choveu o resto do dia e toda a noite. 

       
            Dormimos cedo com muita água ainda caindo, e por volta das 4:30am da madrugada a chuva resolveu finalmente parar. Resolvi sai da barraca assim que amanhecesse para ir ao banheiro e me deparei com um nascer do sol sensacional saindo lá longe no horizonte do mar. E depois de tanta chuva tive uma sensação de euforia, alegria, minhas energias se renovaram e todo aquele cenário de frustração por causa de toda aquela chuva mudou imediatamente ao ver os primeiros raios de sol naquele dia ahuahua, foi muito emocionante. Bom Diaaaaaaaaaaa!


       




      (Praia do Simão ou Brava do Frade)
           Com toda aquela animação já preparei um belo café da manhã e comecei a desmontar acampamento para seguir em frente pois além de toda aquela chuva que estava caindo antes, o mar também estava um pouco revolto e impossibilitou a travessia pela praia para poder continuar a trilha. E naquela manhã tudo isso estava ao nosso favor para poder continuar a travessia, então tomamos um café reforçado, desmontamos todo acampamento e seguimos para o lado esquerdo no final da praia onde fica a continuação da trilha. 

           No final da praia havia um acampamento fixo montado com barracas, panelas, talheres, pia, agua encanada hauahuahua. Depois de todo o perrengue que passamos com a chuva, aquele acampamento iria ser muito útil pra nós. Mas como não tivemos muito tempo de desbravar a praia, só encontramos esse acampamento quando estava saindo do Simão. Um morador local que encontramos na trilha nos disse que são de surfistas que se juntam e passam alguns dias neste local.  

       
           A continuação da trilha fica atrás deste acampamento. Neste trecho existe uma subida até chegar em um mirante que se vê toda Praia do Simão. E é neste trecho da trilha que se faz jus ao nome Saco das Bananas. Caminha-se por diversas plantações de bananas revelando belas paisagem. 


      (Mirante - Praia do Simão ou Brava do Frade)

             A caminhada neste trecho foi um pouco cansativa pois existem algumas subidas e descidas que desgastam um pouco por causa do peso da mochila. Caminhamos por uma hora e meia mais ou menos até chegarmos nas ruinas de uma escola abandonada, a Escola do Saco das Bananas construída em 1973 que atendia por volta de 25 crianças fechando em 1993 por falta de alunos. Ao lado esquerdo da escola segue a trilha para praia da Raposa e para o lado direito fica a trilha que chega na próxima praia da travessia, a Praia do Saco das Bananas. 

      (Escola E. P. G. Saco das Bananas)

           Seguindo a trilha da escola até a Praia do Saco das Bananas começamos a perceber o quanto ela é histórica com a frequente presença da Comunidade Quilombola existentes em algumas ruinas da época da escravidão. Levaram 10 minutos de descida até a praia e chegando encontramos um casarão de frente para o mar, que provavelmente seria dos donos de toda aquela plantação de bananas, encontramos uma praia pequena de aproximadamente 55 metros de largura, areias amareladas, águas cristalinas, com algumas pedras enterradas nas areias e cercada pela Mata Atlântica.

      (Praia Saco das Bananas)

      (Praia Saco das Bananas)

            Na Praia Saco das Bananas encontramos com alguns moradores que nos informaram que a praia era como um porto para os barcos levarem os produtos que os moradores cultivavam e que na sua maioria eram e é até hoje as bananas. Chegamos bem na hora que eles tinham colhido vários cachos. Nos contaram também que a trilha Saco das Bananas em alguns trechos, foram estradas construídas de pedra com intuito de facilitar o transporte de mercadorias cultivadas no roçado como: cana, mandioca, banana e outras especiarias. A praia guarda muitas histórias e muitos mistérios de sofrimento do período escravocrata e ainda sofrem até hoje com a especulação imobiliária. 

      (Praia Saco das Bananas)
           Ficamos por uma hora nesta praia contemplando e logo seguimos para a próxima praia que seria a Praia da Raposa. Retornamos até a escola e na bifurcação da trilha principal fomos para a esquerda. Neste trecho existem algumas subidas de tirar o fôlego, mas que nos proporcionaram vistas fantásticas das praias. 
       




       



           Caminhamos por uma hora e meia neste trecho até que chegarmos na entrada da Praia da Raposa, mas por causa do tempo ruim decidimos seguir em frente e não passar por esta praia. A entrada pra praia fica em uma trilha pequena onde existe uma corda para ajudar na descida ingrime. A entrada é bem pequena e fica à direita pra quem vem da Praia Saco das Bananas. Caminhamos mais alguns minutos e chegamos na Praia de Caçandoquinha. 

      (Praia da Caçandoquinha)

      (Praia da Caçandoquinha)
       
      (Rio de água doce)
           Chegando na Praia da Caçandoquinha se vê um casarão de fazenda do período escravagista mas que, por ser privada, não é aberta ao público. É uma praia de mar calmo, areias claras, muitos borrachudos, do lado direito da praia existe um riacho de água doce e contém algumas árvores centenárias propiciando ótimas sombras para ficar a beira mar. Hoje a Caçandoquinha guarda uma história de riqueza branca e sofrimento escravo, amenizado com o reconhecimento e regularização do Primeiro Reduto Quilombola do litoral norte do Estado de São Paulo.
        
      (Praia da Caçandoquinha)
           Ficamos um tempo nesta praia para descanso e aproveitamos para fazer um lanche embaixo das sombras de umas das grandes árvores centenárias que têm de frente para o mar. Ao contrario da sua vizinha, Caçandoca, esta praia é muito tranquila, não existe nenhuma estrutura para o turismo, não se chega de carro, e é pouco frequentada. Do lado esquerdo da praia existe uma trilha que leva ao Quilombo Caçandoca, nosso próximo destino. 
           Caminhando por uns 10 minutos já se chega no costão onde existe uma corda para a descida até a Praia da Caçandoca. A praia é fantástica, um paraíso quase que intocado sem construções e com uma enorme história.  De areias claras, mar calmo o lugar tem um deslumbrante vista da baía do Mar Virado, Maranduba e algumas ilhas. Esta praia por ter acesso de carros pelo km77,5 da rodovia Rio-Santos já tem um pouco mais de estrutura como alguns campings e alguns quiosques a beira mar, mas tudo bem simples.
            A região do Quilombo Caçandoca tem muita história, faz parte de uma área legalizada como pertencente aos Quilombolas remanescentes das comunidades da época do período de escravidão contando com 890 hectares.  O Quilombo Caçandoca é o mais antigo do litoral norte de São Paulo e encontra - se em um dos lugares mais belos do Brasil. A escravidão só teve um "fim" em 1888 através da Lei Áurea, mas muito tempo antes os negro já lutavam por sua liberdade. A história como a dos remanescente de Quilombos, como a da antiga Fazenda Caçandoca, mostra que a luta foi árdua, mas foi vencida, e esta parte da história é passada de pai para filho, netos e bisnetos, mantendo sempre acesa a memória da Comunidade Quilombola. 
       
      (Praia da Caçandoca)
       
           Assim que chegamos já fomos atrás de um camping pois o tempo estava fechando novamente mostrando que iria chover novamente. Sentamos no Quiosque Pastel da Vó e conversando com alguns locais, nos recomendaram o Camping do Jango que fica do outra lado da praia no canto esquerdo. Fomos até lá e fechamos por R$25,00 Reais pra cada por uma noite com banho quente. Montamos a barraca e retornamos para o quiosque Pastel da Vó para curtir o resto do dia com sol enquanto tinha.
       
         (Quiosque Pastel da Vó)
           Retornamos ao camping onde tomamos um bom banho quente, fizemos um rango reforçado e dormimos pois a chuva não deu trégua no começo da noite. No dia seguinte o sol prevaleceu no céu o dia todo, o que nos proporcionou ver o quanto aquele lugar é maravilhoso mostrando belas paisagens. Decidimos ficar mais um dia e seguir para próxima praia somente no dia seguinte.
       
      (Camping do Jango)

      (Igreja)

      (Praia da Caçandoca)

      (Praia da Caçandoca)

           (Praia da Caçandoca)

           Passamos quase que o dia todo no Quiosque Pastel da Vó, pois além do tratamento maravilhoso, a cerveja tava muito gelada e ainda nos deram o valioso repelente que os locais usam para parar os borrachudos. Uma mistura de óleo de cozinha com vinagre de álcool. A mistura funcionou e lambuzamos o corpo. Bye bye Borrachudos! huahauhau 

       (Praia da Caçandoca)

       
           Foi o dia mais quente da travessia com uma temperatura de quase 30 graus. Almoçamos pela praia mesmo, comemos porções e pasteis da Vó e tomando uma merecida gelada. Até que os preços estavam de boa, nada abusivo. Retornamos ao camping por volta das 19:00pm horas, fizemos mais um rango reforçado e descansamos para poder seguir bem cedinho para as próximas praias. 

      (Praia Quilombo Caçandoca)
                  Desmontamos acampamento por volta das 6:00am horas da manhã com um nascer do sol sensacional que fomos presenteados naquela linda manhã de Domingo.

      (Praia Quilombo Caçandoca)
           Tomamos um café da manhã reforçado, contemplamos por mais alguns minutos aquele momento e aquele lindo lugar e logo seguimos para a próxima praia, a Praia do Pulso. A trilha fica no canto esquerda da praia da Caçandoca muito próximo do camping que ficamos. .

           Caminhamos por uns 15 minutos até que chegamos em uma guarita com um guarda que nos informou como passar pela Praia do Pulso. A praia de acesso restrito tem na sua maioria acesso por condôminos. Descemos mais alguns minutos e chegamos em uma praia com um extenso gramado comunitário, areias fofas amarelas, enormes árvores proporcionando uma grande sombra em dias ensolarados, mar calmo de águas claras, porém o que chamou mais atenção foram as enormes casas chegando quase que nas areias da praia.  Não existe nenhuma estrutura para turismo, ambulantes, quiosques.

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)

      (Praia do Pulso)
           Comtemplamos por alguns minutos e seguimos até o canto esquerdo da praia onde fica a continuação da trilha. Neste trecho a trilha foi um pouco cansativa pois o sol estava bastante quente e as subidas deste trecho nos castigaram bastante. Durante a trilha vimos diversos mirantes com vistas espetaculares passando pelos fundos das casas até chegarmos aos fundos da famosa Igreja de Nossa Senhor de Fátima ou também conhecido como o Castelo dos Arautos. Uma fantástica construção de 9 mil m² parecido com castelos medievais com obras de Aleijadinho e com uma vista fantástica da Ilha do Pontal, Ilha e Praia de Maranduba e ao longe uma parte da Trilha das Sete Praias.

      (Praia do Pulso)
       


           Após passar pelo Castelo dos Arautos caminhamos por uma estrada chamada Estrada da Caçandoca até a rodovia BR101 Rio-Santos, onde seguimos por alguns quilômetros até a praia de Maranduba.

           Procuramos logo por um camping e encontramos o Camping Toa Toa que fica entre as Praias de Maranduba e Praia do Sapé. Fechamos por R$35,00 Reais e ficamos por uma noite. O Camping Toa Toa é bastante estruturado com banheiros amplos, com chuveiro quente, uma grande área gramada com vários pontos de energia, churrasqueiras, cozinha comunitária e com entrada tanto para praia quanto para rodovia Rio-Santos BR101. Montamos acampamento e saímos logo para procurar algum lugar pra almoçar e depois conhecer o local.   


      (Praia do Sapé - Ilha do Pontal)
           A Praia de Maranduba e do Sape são praias mais voltadas para banho, crianças, família. Tem uma ampla estrutura comercial e turística como quiosques, pousadas, hotéis, mercados e restaurantes. Como estávamos passando por praias quase que desertas sem ninguém a alguns dias já, esta praia foi meio que um choque pois estávamos voltando para a cidade.

      (Camping Toa Toa)

      (Praia de Maranduba)
           Desmontamos acampamento e mais uma vez o sol nos presenteou com mais um lindo nascer. Mochila feita e café tomado fomos para a rodovia Rio-Santo aguardar o ônibus para retornar a Caraguatatuba. Aguardamos por alguns minutos até prgar o ônibus sentido Caraguatatuba por R$4,65 e em 40 minutos chegamos na rodoviária. Almoçamos em um restaurante ali próximo do terminal e fechamos com um BlablaCar pra algumas horas depois por R$48,00 Reais de Caraguatatuba até São Paulo. E assim acaba mais uma trip e eu só tenho a agradecer! 
      GRATIDÃO  
      Retorno - 23/11/20 - Volta 9:00am  - Maranduba x Caraguatatuba -> Ônibus R$4,65- Caraguatatuba x São Paulo ->BlablaCar R$40,00
       
       
       
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