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Natal/RN - agosto de 2019 - 7 noites

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Coisas práticas:

Ø  Deslocamento: O táxi do aeroporto para o hotel é muito caro. Paguei R$ 95. Mais vale alugar logo um carro no aeroporto. Na Movida me saiu somente R$ 74 a diária do carro mais simples (geralmente o Mobi), com seguro contra terceiros, ar e quilometragem livre. Acabei alugando na cidade, na Movida de Ponta Negra. Fui com a carteira vencida, mas um amigo alugou pra mim e fiquei como responsável financeiro. Saí da locadora dirigindo o carro sem que ninguém objetasse nada. Também não dei o azar de ser parado pela polícia. Aliás, não vi nenhuma blitz, nem na cidade nem na estrada (pega-se a BR 101 para tudo). As distâncias são grandes dentro da cidade e também para ir para Pipa, Genipabu etc., se não se tem um carro. A melhor coisa é alugar. Só tome cuidado para não atolar na areia. É furada entrar na areia com carro comum. Melhor deixar isso pros buggys.

Ø  Hospedagem: Fiquei num “flat” em Ponta Negra, que parece ser o melhor bairro para se ficar. No Dany Brasil Aparthotel. Atalho pro booking.com:
https://www.booking.com/hotel/br/dany-brasil-aparthotel.pt-br.html?aid=304142;label=gen173nr-1FCAEoggI46AdIM1gEaCCIAQGYAS24AQbIAQzYAQHoAQH4AQuoAgM;sid=b160821bdd63237c6729ef6016c0c626#tab-main
Esta foi a avaliação que fiz no site: Pontos positivos: O dono é muito atencioso e simpático. Cheguei de madrugada e ele estava a postos para me receber. O lugar é silencioso. Frigobar, ar-condicionado, chuveiro, sanduicheira; tudo funcionando bem. O fogão não usei. Preço barato. Ótimo custo-benefício. Pontos negativos: A cama poderia ser um pouco mais confortável. Havia algumas falhas na pintura, dando um ar um pouco sujo nesses locais específicos. O box é pequeno, o que para mim não é problema, mas pode ser para outros.

 

Programas:

Ø  Pipa: Tem que ir e dormir. Mesmo em agosto, baixa temporada, estava cheio. Melhor escolher uma hospedagem fora da rua principal, porque fica um furdúncio. Mesmo numa rua transversal tive problema com barulho pra dormir. As ruas internas são de paralelepípedo, sem calçada e estreitas. O melhor é parar o carro num dos estacionamentos que tem do lado de fora do burburinho. Na minha opinião a parte de paralelepípedo deveria ser restrita ao trânsito de pessoas.

Ø  Praia do Madeiro: Saindo de Pipa parei nessa praia. Fui evitando todos os que, na beira da estrada, ficavam chamando pro estacionamento e pra barraca respectiva. Quando passei por todos e achei que teria que retornar pra escolher um deles, encontrei um lugar que não tinha gente enchendo o saco e parei ali. Desci e fiquei longe da turistada. E mesmo assim num lugar que tinha restaurante e se podia tomar água de coco e comer mal e caro (julguei sem comer), como acontece nos restaurantes de praia. Madeiro é linda, com falésias. Pra quem for escalador, dá pra brincar de escalar a falésia. Só brincar, sem equipamento, baixinho, porque as agarras vão se desmanchando na mão. Como em todas as praias em que fui, tem espaço pra andar a perder de vista.

Ø  Praia de Genipabu: Tem que ir. Dali saem os passeios de buggy. Pode-se escolher a modalidade: coca-cola, guaraná ou fanta, conforme o grau de emoção. Escolhi não gastar dinheiro com um passeio tão caro. Andei nas dunas, corri nas dunas e gostei mais de me mover com o meu próprio corpo, enquanto tenho saúde. Quando ficar velho ando de buggy. Também tem o passeio de dromedário, que consiste em subir na corcova de um pobre animal tirado do seu habitat, em cima duma cadeirinha, e ir meio troncho, balangando pra lá e pra cá, com um turbante à moda árabe, suado dos quinhentos turistas que fizeram isso antes de você naquele dia. Depois tira-se a foto regulamentar, originalíssima, para ser posta no Instagram ou no Tinder, junto com as ultrabatidas da Pedra do Telégrafo e da Janela do Céu. Pulei tudo isso. Andei e nadei na linda praia.

Ø  Lagoa do Carcará: As fotos eram lindas. Mas cheguei no fim da tarde de um dia chuvoso e não pude atestar se a lagoa era tão bonita mesmo. Apesar de se chamar lagoa é de água doce.

Ø  Maior cajueiro do mundo: Fica em Pirangi. Muito legal. Melhor ainda ouvindo as explicações do funcionário. Pensei que fosse encontrar um tronco monumental, de altura incomensurável, mas não. É uma árvore com um tronco comum, que parece ser várias, que ocupa não-sei-quantos mil metros quadrados e produz não-sei-quantos mil cajus na temporada, e por isso está no Guiness. Não dei sorte de ir na temporada. A pobre árvore é doente, sofre da teratologia do gigantismo. Fiquei um pouco decepcionado por não ser uma árvore de altura e tronco gigantescos, que produzisse cajus do tamanho de melancias, mas gostei mesmo assim. Claro: tem castanhas pra comprar, muito barato.

Ø  Rodízio de camarão: Em Ponta Negra, comi num restaurante do lado direito da praia. Fraquíssimo. Uns camarões miúdos, sempre atolados em alguma massa ou farinha, pra ocupar espaço.

Ø  Restaurante Macoco: Em Pipa, comi um sanduíche de camarão maravilhoso, pra tirar o ranço do famigerado rodízio.

Ø  Restaurante Camarões: Comi no Camarões Potiguar, em Ponta Negra. Tem outros da mesma rede, alguns em shoppings, que naturalmente não devem ser tão bons. Mas não é um fastfood. É uma rede com alguns poucos restaurantes. Mais uma vez matei a vontade que não tinha matado no rodízio. O cardápio tem o preço dos pratos que dão pra três pessoas, em torno de R$ 120. Mas se você pede o executivo do mesmo prato, a cerca de R$ 90 reais, vem uma quantidade que dá pra duas pessoas.

 

Etiqueta (especialmente para meus concidadãos cariocas):

Ø  Os natalenses e os potiguares em geral são incrivelmente simpáticos. Se você não vem de um sonho feliz de cidade, mas de uma metrópole embrutecida, como o Rio de Janeiro, seja educado, tente corresponder à altura e aproveite para se tornar uma pessoa melhor. Depois traga esse espírito de volta para a nossa metrópole embrutecida.

Ø  Se você for carioca ou fluminense e perguntarem de onde você é, não diga simplesmente Rio, mas Rio de Janeiro, porque existe o Rio Grande do Sul, o próprio Rio Grande do Norte, e outras cidades do Interior que também são Rios.

Ø  Agora vem a parte boa. Sim, elas ainda adoram nossos erres e esses chiados.

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