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Olá, pessoal! Tudo bem?🥰

Eu e meu marido nos casamos em abril deste ano e planejamos nossa lua de mel para janeiro de 2020, aproveitando uma baita promo de passagens para Uruguai e Chile.

Mas… A escola onde meu marido dava aulas passou por uma remodelação e ele perdeu o emprego. Um baque em nossas organizações financeiras. Até pensamos em cancelar a viagem.
Mas… Como eu também não estou feliz com meu trabalho atual, decidimos transformar esse susto em uma oportunidade: não usaremos as passagens de volta e seguiremos mochilando pela América do Sul até onde o destino permitir (e a grana também hehe).

Chegaremos no Uruguai no dia 01/01/20 e ficamos em Montevidéu até dia 08/1. De lá, seguimos para Santiago do Chile.

A partir daí, nossas datas serão totalmente flexíveis e estamos planejando ir para o Atacama no final de janeiro, de lá ir até o Salar de Uyuni, viajar pela Bolívia e chegar até ao Peru.
Pretendemos tentar couchsurfing, worldpackers … Tanto para conhecer pessoas novas como para economizar (afinal, quanto mais economizarmos, mais longe conseguiremos chegar hehe)

Enfim, resolvi postar aqui em busca de dicas, sugestões de roteiros, lugares imperdíveis, passeios, aventuras, amigos, dicas de hospedagem, de como economizar ao máximo e tudo mais!

Alguém planejando alguma aventura parecida para estas datas?

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Em ‎09‎/‎08‎/‎2019 em 16:00, Gabi.Koen disse:

Olá, pessoal! Tudo bem?🥰

Eu e meu marido nos casamos em abril deste ano e planejamos nossa lua de mel para janeiro de 2020, aproveitando uma baita promo de passagens para Uruguai e Chile.

Mas… A escola onde meu marido dava aulas passou por uma remodelação e ele perdeu o emprego. Um baque em nossas organizações financeiras. Até pensamos em cancelar a viagem.
Mas… Como eu também não estou feliz com meu trabalho atual, decidimos transformar esse susto em uma oportunidade: não usaremos as passagens de volta e seguiremos mochilando pela América do Sul até onde o destino permitir (e a grana também hehe).

Chegaremos no Uruguai no dia 01/01/20 e ficamos em Montevidéu até dia 08/1. De lá, seguimos para Santiago do Chile.

A partir daí, nossas datas serão totalmente flexíveis e estamos planejando ir para o Atacama no final de janeiro, de lá ir até o Salar de Uyuni, viajar pela Bolívia e chegar até ao Peru.
Pretendemos tentar couchsurfing, worldpackers … Tanto para conhecer pessoas novas como para economizar (afinal, quanto mais economizarmos, mais longe conseguiremos chegar hehe)

Enfim, resolvi postar aqui em busca de dicas, sugestões de roteiros, lugares imperdíveis, passeios, aventuras, amigos, dicas de hospedagem, de como economizar ao máximo e tudo mais!

Alguém planejando alguma aventura parecida para estas datas?

Olá Gabi, muito legal vcs aproveitarem essa oportunidade que se fez, no final vc vai ver que foi uma das melhores decisões que vcs tomaram, em 2016 eu e meu esposo iniciamos nossa viajem, fizemos Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia e Peru, economizamos muito durante toda a viajem, nesse mês faz exatamente um ano que voltamos pra casa e estamos planejando voltar a Bolívia e ao Peru em julho de 2020, se quiser mais informações relativo a gastos e lugares pode me contatar pelo email, vai ser um prazer poder ajudar. [email protected]

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    • Por Mari D'Angelo
      Muita gente me pergunta “nossa, por que Brasília?”, e confesso que até conhecê-la também não tinha muitas expectativas. Mas, o namor(i)do sempre quis conhecer a cidade, então resolvi dar um presente diferente no natal, comprei nossas passagens!
       
      Fomos em um fim de semana e achei suficiente para conhecer o básico da nossa árida capital. Prepare-se, você vai depender muito de um GPS pois é extremamente difícil se localizar em ruas com nomes como W3, QL-10, L2, e ainda dividir tudo isso em asa norte e asa sul… é verdade que 90% da parte turística fica em uma única avenida, mas fora isso, o resto é bem confuso.
       
      Chegamos na sexta já de noite e pegamos a referência de uma rua com bares e restaurantes, mas nos perdemos tanto que no fim nem sei se caímos na rua certa rs, o fato é que encontramos um lugar incrível chamado Respeitável Burger, o ambiente é todo inspirado em elementos circenses e a comida é uma delícia, recomendo muito!
       
      Depois fomos dar uma olhada na cidade a noite, além de linda, com todos os prédios e monumentos iluminados, é uma ótima hora para fotos pois tudo fica quase vazio.
       

       
      No dia seguinte, procurando uma padaria qualquer, caímos sem querer na Daniel Briand Pâtissier. Meu lado econômico quis procurar outro lugar mas não resisti ao aconchego das mesinhas no jardim e principalmente, ao croissant! Acho que vale a pena para um café da manhã especial, uma vez na vida…
       
      Começamos nosso roteiro no Santuário Don Bosco. por fora é apenas um caixote de concreto sem grandes atrativos, mas ao entrar, é fascinante! Forrado do chão ao teto por vitrais em tons de azul e roxo dando uma impressão de estar dentro de um céu estrelado, e pra completar, um enorme lustre de vidro (que você pode pagar para ver aceso ou voltar após as 18h). Não consigo entender como este lugar não está entre as principais atrações de Brasília!
       

       
      Saindo de lá, seguimos para a Catedral Metropolitana. A catedral, desenhada por Niemeyer, é incrível por fora, rodeada por um espelho d’água, pelos sinos espanhóis e pelo conjunto de esculturas “Os quatro evangelistas”, e por dentro, com os vitrais azuis e verdes de Marianne Peretti dando a sensação de ondas d’água refletindo no interior todo branco. Anjos pendurados no centro, quadros e esculturas (inclusive uma réplica de Pietá micromilimetricamente igual a original, abençoada pelo papa João Paulo II) completam o conjunto.
       

       

       
      Demos uma rápida olhada por fora no Museu Nacional e na Biblioteca Nacional e seguimos pela Esplanada dos Ministérios até chegar a Praça dos Três Poderes é lá que se concentram, entre outras coisas, o Supremo Tribunal Federal, o Palácio do Planalto e claro, o Congresso Nacional. Além disso várias esculturas como a simpática “Os Candangos” e por fim, o Panteão da Pátria, visitamos este último que é bastante rico ao contar a história política do nosso país.
       

       
      Seguimos para uma visita guiada no Congresso Nacional, achei que seria um pouco cansativo mas foi bem interessante, até pra entender melhor como as coisas funcionam por lá. O prédio é todo decorado com obras de Athos Bulcão e Marianne Peretti (aliás, esses dois + Niermeyer e Lúcio Costa são responsáveis por quase tudo que há em Brasília) e passa por alguns lugares bem interessantes como os plenário da câmara e do senado, onde adorei saber da curiosidade que os desenhos sob o carpete são feitos pelo faxineiro com o aspirador de pó!
       

       
      Fomos até a Torre de TV, de onde se tem a vista panorâmica da cidade, mas estava em reforma, de qualquer forma tem uma simpática feirinha ao seu redor, bom lugar pra comer alguma coisa rápida e barata.
       
      Pra terminar o dia, fomos curtir o visual do lago Paranoá no Bar do Alemão, uma delícia!
       
      No dia seguinte, depois de muito rodar atrás de uma padaria (todas fechadas aos domingos!), seguimos pelo Eixo Monumental em direção ao Memorial Juscelino Kubitschek, o plano era entrar mas achamos que por R$10,00 não compensaria (Já que a maioria das coisas é de graça).
       

       
      Em seguida fomos para um ponto quase nada turístico, o Parque Burle Marx com sua Praça dos Cristais, é interessante, mas dispensável se o tempo estiver curto. O próximo ponto foi o Parque da Cidade, e esse vou ser bem direta, nem perca seu tempo!
       

       
      Terminamos a viagem no lugar mais agradável de Brasília, o Pontão do Lago Sul é como um clube, com alguns restaurantes, bares e um agradável caminho verde pra ficar admirando a Ponte JK e uma incrível lua cheia ao anoitecer (com um chopp IPA da cervejaria Devassa fica ainda melhor!).
       

       
      Algumas informações úteis:
       
      Santuário Don Bosco: SEPS 702 Bl. B s/n° – Asa Sul | Grátis
       
      Catedral Metropolitana de Brasília: Esplanada dos Ministérios – Lote 12 | Grátis
       
      Visita ao Congresso Nacional: Diariamente, das 9:30 às 17:00 com saídas guiadas a cada 30 minutos | Grátis
       
      Panteão da Pátria: Praça dos Três Poderes | De terça à domingo, das 09:00 às 18:00 | Grátis
       
      Memorial Juscelino Kubitschek: Eixo Monumental – Lado Oeste, Praça do Cruzeiro | De terça à domingo, das 09:00 às 18:00 | R$10,00
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/brasilia-nossa-capital-e-muito-mais-interessante-do-que-parece/
    • Por Mari D'Angelo
      A experiência de conhecer o Uruguay foi especialmente interessante, pois exceto uma pisadinha no Paraguay e na Argentina em uma viagem à Foz do Iguaçu, quando ainda era criança, nunca tinha viajado para outro país da América do Sul.
       
      Chegamos em um sábado de manhã no pequeno e moderno aeroporto de Carrasco. No começo foi engraçado pedir informações pois não falo espanhol (e pra ser sincera, não é uma língua que me agrada muito) e a técnica do “portunhol” soa ridícula demais! Enfim, com o tempo passamos a usar o português mesmo, que eles conseguem entender se falamos devagar, as poucas palavras que sabemos em espanhol e as vezes até alguma coisa em inglês para ajudar.
       
      É bem simples chegar ao centro, não acho que seja necessário taxi ou van, a não ser que você tenha muitas malas ou prefira algo mais confortável. Bem em frente à saída do aeroporto tem um ponto onde passam vários ônibus com os nomes dos destinos finais, no nosso caso pegamos o “Montevideo” mesmo, caso não vá para o centro é só se informar por lá. O valor é 45 pesos uruguaios (R$4,50) e demora menos de 1h. Ah, caso o motorista não abra a porta quando você der o sinal, grite “Puerta!”, funciona como o “Vai descer!” que usamos aqui em São Paulo rs.
       
      Escolhemos ficar no Hotel California (claro que eu cantei mentalmente a música cada vez que li o nome em algum lugar! Rs), achei o custo benefício bastante bom! A localização é ótima, paralela à principal avenida e apenas alguns minutos da Cidade Velha (onde tinham algumas opções menos caras mas pelos comentários no Booking.com não é uma região muito segura à noite.).
       
      Sábado a tarde e domingo quase tudo fecha na cidade (inclusive casas de câmbio e locadoras de carro), então caminhamos pela avenida 18 de Julio até o Teatro Solís, que fica aberto. A primeira parada foi na Fuente de los Candados, a tradição é a mesma de alguns lugares da Europa, como a Pont des Arts em Paris, onde casais colocam cadeados com seus nomes para que o amor seja eterno.
       
      A arquitetura da capital Uruguaia me chamou muito a atenção, a mistura de estilos arquitetônicos do moderno com o antigo é muito interessante, vale parar alguns minutos diante de alguns prédios só para observar todos os detalhes. Inclusive um dos melhores lugares para notar esse contraste é chegando na Plaza Independencia, onde se encontra o Palácio Salvo, um dos prédios mais lindos de Montevideo, que funciona tanto para escritórios quanto para fins residenciais. Essa praça, que tem como monumento central uma homenagem ao general José Artigas, divide a área central e a Cidade Velha. Na entrada da área mais antiga da capital está a Puerta de la Ciudadela, único resquício de uma antiga fortaleza que protegia a cidade. É bastante interessante pela história, mas não me empolgou muito como ponto turístico.
       

       
      Continuando o caminho, agora já dentro da Cidade Velha, seguimos pela rua Sarandi, onde ficam algumas banquinhas de artesanato, lojas, cafés e restaurantes. A Plaza Constitución, que abriga uma feira de antiguidades, é a mais antiga da cidade. Logo em frente está a Catedral Metropolitana de Montevideo. Na rua da catedral há um lugar chamado Café Brasilero, havia lido em alguns lugares como algo imperdível mas quando cheguei lá não me empolguei em entrar, não sei se seria diferente de qualquer outro café.
       
      Finalmente chegamos ao nosso destino, o Teatro Solís. Às 16h há uma visita guiada por 50 pesos (R$5,00), três jovens funcionários super simpáticos nos apresentaram, em português, aos pontos mais importantes do local. Com certeza a sala principal de espetáculos é a parte mais incrível, inclusive suas cadeiras são feitas com uma tecnologia brasileira que se auto-destrói em caso de incêndio para que o fogo não se espalhe. Os guias contam a história do teatro e curiosidades como essa numa visita que dura aproximadamente 1 hora.
       

       
      A Cidade Velha também é um pólo interessante de arte de rua, eu como apaixonada por grafites, não resisti e tive que registrar alguns.
       
      Como em outubro o sol se põe lá pelas 20h, aproveitamos para caminhar mais um pouco pela Cidade Velha. Entramos para conhecer o famoso Mercado del Puerto (onde estava passando um Palmeiras x Corinthians na TV!), a estrutura é semelhante ao Mercadão de São Paulo, porém dentro (e ao redor) funcionam diversos restaurantes, mas achei bastante caro. Aliás, comer e beber em Montevideo não é exatamente uma pechincha. Acabamos parando para uma cerveja em um simpático café + loja de design chamado Sinestesia, que fica pelos arredores do mercado.
       
      Descemos então para a Rambla (avenida que beira o Rio da Prata) e encontramos um lugarzinho para admirar o fantástico pôr-do-sol entre os uruguaios com suas cuias de chimarrão (todos eles vivem tomando seu chimarrão, em qualquer lugar, à qualquer hora).
       

       
      Como a viagem foi para comemorar o aniversário do namor(i)do, fomos procurar um lugar legal para jantar, pegamos a dica da Avenida Dr. L. A. de Herrera, no bairro de Buceo e fomos de ônibus até lá (uma curiosidade sobre os ônibus, geralmente eles deixam tocando música ou notícias, é como se o motorista tivesse no carro dele, aumentando e diminuindo o som de acordo com seu gosto, chega a ser engraçado! Rs). Bom, essa rua tem diversas opções que parecem bem legais, escolhemos o Barba Roja, uma mistura de bar e restaurante. A dica aqui é, peça um prato para 2, sério, o tamanho deles é realmente absurdo, dá até dó pois não conseguimos comer nem metade.
       
      No segundo dia fizemos um bate e volta em Punta del Este, mas isso será assunto para outro texto. Era domingo de eleições por lá também e foi muito interessante ver o comportamento deles em relação a isso. Desde que chegamos no aeroporto, vimos pelo caminho bandeiras, propagandas, muros pintados, manifestações (pacíficas), enfim, a cidade respirava campanha política. Quando voltamos ao hotel, passando pela 18 de Julio, ficamos impressionados com a festa! Já haviam saído as parciais e o sucessor de Mujica (o atual presidente, que na minha opinião é um exemplo a ser seguido) ganharia. A impressão que dava é que eles realmente estavam felizes e satisfeitos com sua escolha, que tinham confiança no partido que apoiavam, e não eram apenas os mais velhos, crianças e muitos adolescentes e jovens comemoravam efusivamente, o clima era leve, de alegria e paz. Olhando tudo aquilo fiquei com inveja (no bom sentido), eu gostaria muito de poder apoiar um partido que me representasse desta maneira.
       

       
      No fim da noite, caímos sem querer no Facal, um café-restaurante em frente à fonte dos cadeados que diz ser o mais antigo da cidade. Recomendo muito comer as empanadas de lá, são deliciosas! Além delas, outra iguaria típica do país é o Chivitos, que não passa de um sanduíche com diversos recheios para escolher, como não como carne, não posso dizer se é algo que vale a pena ou não.
       
      No dia seguinte começamos pelo Mirador de la intendencia, um mirante 360º que fica no último andar do prédio da prefeitura e é de graça, basta retirar a entrada no centro de informações turísticas que fica bem em frente.
       
      De lá seguimos para o Parque Rodó, bastante agradável e bem cuidado. Nossa ideia era continuar a pé pelas Ramblas até a Playa Pocitos, mas o calor estava insuportável e foi realmente impossível completar o trajeto, acabamos conhecendo apenas a Playa Ramirez e passando em frente ao Memorial del Holocausto.
       

       
      Não dá pra ir embora sem trazer na mala vinhos e alfajores né? Então pegamos a indicação do Ta-ta, um mercado barato onde encontramos bons vinhos por uma média de R$15,00 e uma infinidade de opções de alfajores e doces de leite, ficamos com os da marca Lapataia, indicação de uma brasileira (e são mesmo muito bons!).
       
      Esse é o tipo de viagem diferente que é possível fazer em um fim de semana, fique de olho nas promoções de passagens aéreas e vá aproveitar toda a simpatia do Uruguay.
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/uma-escapadinha-para-montevideo/
    • Por Mari D'Angelo
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/o-que-fazer-em-curitiba-especialmente-na-epoca-de-natal/
       
      1. Jardim Botânico
       
      Um dos principais cartões postais da cidade, o Jardim Botânico de Curitiba (chamado oficialmente de “Francisca Maria Garfunkel Rischbieter”, em homenagem à urbanista de mesmo nome) tem como elemento central a enorme estufa de 3 abóbadas de arquitetura art-nouveau, inspirada do Palácio de Cristal de Londres, que abriga diversas espécies de plantas tropicais. Em frente, um lindo jardim geométrico que me remete a um mini-versailles. Além disso há outros cantos muito agradáveis, como o jardim das sensações, um espaço delimitado onde foi criada uma atmosfera propícia para o contato direto com a natureza. O visitante segue uma rota com diversos exemplares de plantas e pode inclusive tocá-las, percebendo assim suas texturas, aromas etc.
       
      Informações:
      Rua Engenheiro Ostoja Roguski – Jardim Botânico – CEP 80210-390
      Segunda a domingo | Verão: das 6h às 20h / Inverno: das 6h às 19h30 | Grátis
       

       
      2. Museu Oscar Niemeyer (MON)
       
      Esse é o tipo de lugar que só pela arquitetura já vale a visita. O prédio concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer é popularmente chamado de “olho” e abriga exposição de artes visuais, arquitetura, urbanismo e design. Quando o visitamos em 2012, a exposição principal era sobre o poeta Paulo Leminski, achei incrível o modo criativo como ela foi planejada dentro do espaço todo preto. Outras exposições simultâneas acontecem espalhadas pelas 12 salas expositivas.
       
      Uma dica, o bar e restaurante “Barolho”, que fica na esquina em frente ao museu tem um ótimo custo benefício, a comida é boa e o preço escelente!
       
      Informações:
      Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cí́vico – CEP 80530-230
      Terça a domingo, das 10h às 18h | R$ 6,00 inteira / R$3,00 para professores e estudantes / Grátis para menores de 12 anos e maiores de 60
      http://www.museuoscarniemeyer.org.br
       

       
      4. Ópera de arame
       
      Outro ponto obrigatório na capital paranaense, a Ópera de arame é uma incrível construção em aço, metal, vidro e policarbonato, que dão ao prédio circular um aspecto de interação com a natureza, já que ao seu redor fica um grande lago com cascata e muito verde. O espaço foi construído em 75 dias, no local de uma antiga pedreira. É possível visitar parcialmente seu interior, e costuma estar bem cheio de turistas. O café no andar inferior também é bem agradável.
       
      Informações:
      Rua João Gava s/n – Abranches
      Terça a domingo, das 08h às 22h | Grátis
       

       
      5. Coral de Natal do Palácio Avenida
       
      Curitiba é conhecida como a Capital do Natal, a partir do fim de novembro eles começam uma série de eventos ligados a essa data (que eu particularmente amo!). O principal deles é o coral das crianças de instituições apoiadas pelo programa HSBC Educação. Voluntários chamados de Anjos de Natal as acompanham por um ano em aulas de canto e instrumentos musicais, o resultado é incrível! As apresentações acontecem no Palácio Avenida, e o público lota as ruas para assistir, chegue cedo para conseguir um bom lugar!
       
      Ok, confesso que pra muita gente essa descrição pode lembrar aquele coralzinho desafinado da escola, mas garanto que a apresentação é maravilhosa e muito emocionante. A produção conta com efeitos de luz, projeções, fogos e atuações teatrais. Assista o vídeo abaixo para conhecer um pouco desse lado mágico de Curitiba.
      A decoração de toda a cidade também é caprichada.
       
      Informações:
      http://www.natalcuritiba.com.br
       
       

       
       
      6. Torre Panorâmica
       
      Vou ser muitissímo sincera, coloquei esse ponto na lista pois acho que é importante dar a opção, mas honestamente não acho que valha perder tempo aqui, especialmente se este for curto. Encontramos o mirante com alguma dificuldade e ao subir não vi nada de muito atrativo, não sei se pelo fato de me incomodar com mirantes totalmente fechados por vidros, ou de o tempo estar fechado e chuvoso… talvez em um dia de sol seja mais interessante.
       
      Informações:
      Rua Prof. Lycio Grein de Castro Vellozo, 191 – Mercês – CEP 80710-650
      Terça a domingo e feriados, das 10h às 19h | R$ 3,50 inteira / R$1,75 para crianças de 5 a 9 anos e maiores de 60 anos / Grátis para menores de 5 anos
       
       
       
      7. Bosque Alemão
       
      Aqui sim é um ponto onde acho muito válido “perder” umas horinhas! O lugar, como sugere o nome, homenageia os imigrantes alemães na cidade. Localizado na antiga chácara da família Schaffer, dona de uma famosa leiteria, o espaço conta com diversas atrações, como o oratório de Bach que funciona com uma sala de concertos e fica na réplica de uma igreja presbiteriana, a trilha de João e Maria, um relativamente longo caminho em meio à mata verde com painéis ilustrados contando a história criada pelos irmãos Grimm (uma graça!) e o pórtico que reconstrói a fachada de uma das principais obras arquitetônicas da comunidade alemã chamada Casa Milla. Além disso o bosque conta com uma biblioteca chamada “Casa encantada” onde diariamente bruxas e fadas encenam contos para as crianças.
       
      Informações:
      Rua Nicolo Paganini com Rua Schubert (ou Rua Francisco Schäffer) – Vista Alegre
      Diariamente, das 08h às 18h
       

       
      Claro que há muito mais o que fazer em Curitiba, essas dicas foram baseadas no que fizemos em um fim de semana na cidade. Para se hospedar, recomendo muito o Motter Home Curitiba Hostel, o lugar é uma graça (fotos abaixo), o preço é bom e os funcionários são super gentis.
    • Por Mari D'Angelo
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/de-passagem-por-salvador/
       
      Uma viagem para Morro de São Paulo tem que começar de algum outro ponto da Bahia, normalmente a escolha é por Ilhéus ou Salvador. Nossa opção para esta segunda vez na ilha foi a capital baiana, chegamos ao Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães por volta das 15h de uma quinta-feira para passar a noite na cidade e na manhã seguinte partir para o nosso esperado destino. Um ônibus de quase 2h faz o trajeto Aeroporto-Praça da Sé (na verdade esse é o nome da linha mas ele não para exatamente lá, cuidado!) por R$3,50, mas se quiser algo mais rápido ou confortável existem ônibus que vão direto ao centro, se não me engano por R$30,00.
       
      Como a ideia era só passar a noite, busquei uma localização estratégica para aproveitar as poucas horas que teríamos na cidade e ao mesmo tempo ficar próximo ao local onde pegaríamos o catamarã no dia seguinte. Esse lugar é a Praça da Sé, entre o Pelourinho e o elevador Lacerda, que desce para o porto de onde saem os barcos para Morro. Se seu objetivo for esse, é uma boa opção, porém, nunca, jamais fique no hotel que ficamos! Ele se chama Arthemis, ocupa o último andar de um prédio bastante suspeito, tem um café da manhã extremamente razoável e o pior, o inaceitável, um banheiro deplorável! Eu não sou fresca, estou bastante acostumada a ficar em pousadas e hostels super simples, mas esse não dava! Até sabonete usado tinha no lugar, e o preço nem era tão bom assim. Mas enfim, tudo tem seu lado bom e nesse caso o ponto positivo era essa vista espetacular!
       
      Seguimos até a Praça Thomé de Souza onde fica o lindo prédio da Prefeitura Municipal e o cartão postal da cidade, o elevador Lacerda. Eu imaginava que ele tivesse uma vista panorâmica ou algum atrativo, mas é mesmo “só″ um meio de transporte para ir da parte alta à baixa da cidade (e vice-versa), o valor é R$ 0,15.
       
      Já lá em baixo, passamos pelo Mercado Modelo (não entramos mas dizem ser um bom local para comprar souvenirs) e paramos no prédio logo atrás para comprar a passagem do dia seguinte, mas como já estava fechado, voltamos com antecedência no dia seguinte. A viagem não foi nem de longe o show de horrores que dizem por ai, mas conto em detalhes no próximo post.
       
      Vou ser muito sincera, minha primeira impressão da cidade não foi das melhores, aliás, foi das piores! Os poucos lugares pelos quais passamos eram bastante sujos e a sensação de insegurança era constante, além dos soteropolitanos, que foram muito menos acolhedores do que esperávamos (do começo ao fim da viagem). Mas nem tudo foi tão ruim assim, além de ganhar esse lindo pôr do sol, eu amei me perder pelas ruazinhas fofas do Pelourinho!
       

       
      Falando do “Pelô”, lá a coisa é bem diferente, policiais estão presentes em cada esquina garantindo a sensação de tranquilidade, mas, como disse o funcionário do hotel que ficamos, há um perímetro onde é seguro andar, algumas ruas para o lado a coisa já se torna meio perigosa (nem fui conferir se é verdade, claro!). O fato é que o lugar é uma graça, ruas de paralelepípedo com fitinhas, igrejas barrocas que ficam maravilhosas iluminadas, casinhas coloridas, lojas de souvenir, bares e restaurantes com aroma de dendê!
       
      O ponto mais famoso é com certeza o largo em frente à Fundação Casa de Jorge Amado, onde em 1996 Michael Jackson gravou com a participação super especial do Olodum, o clipe da música “They Don’t Care About Us” e com isso internacionalizou o local. Claro que por ser o lugar de maior visitação é também onde tem a maior quantidade de gente tentando te vender colares, pulseiras, fitinhas do bonfim… aquela coisa.
       
      Depois de muito subir e descer ladeiras, a fome bateu e fomos procurar uma comidinha baiana pra fechar a noite. Nesse momento acontece uma coisa muito irritante para brasileiros (bom, talvez não com todos, mas os com tom de pele “branco-gelo” como eu, com certeza), as pessoas falam com você em portunhol! Acham que você é gringo e soltam palavras aleatórias do tipo “Brasil… lindo… baratinho”, devagar e bem alto, pra ver se entendemos. No começo é até engraçado, mas depois fica meio chato, enfim, acho que da próxima vez vou tomar um sol antes de aparecer por lá!
       
      O restaurante que escolhemos foi o Dona Chika-ka. Mesinhas na calçada, clima agradável, cerveja gelada e uma deliciosa moqueca de peixe com camarão (até o pirão estava uma delícia, e eu não sou a maior fã do quitute!), recomendo! O engraçado foi ver como a coisa funcionava, uma baiana lá em baixo colocava o pedido em uma cestinha que era puxada por outra lá em cima, assim que os pratos estivessem prontos, desciam pelo mesmo sistema, super prático! Rs.
       
      O endereço é: Rua do Açouguinho, 10
       
      Sinceramente, acho que não voltaria para Salvador, claro que a cidade deve ter inúmeros lugares interessantes para conhecer, mas acho que nesse caso, a primeira impressão ficou.
       
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/de-passagem-por-salvador/


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