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@poiuy Essa temperatura acho tranquila, sou do interior de SP e nosso inverno costuma ter alguns dias nessa média... E dias ensolarados animam ainda mais! Obrigada

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@Silvana Almada O frio de lá eu penso ser diferente do que você pode estar acostumada.Morei anos em Curitba,lá chove muito,em Barcelona não sei.Só sei que odiei a cidade,não por clima,mas porque não tem o que buscava.

Mas peguei chuva em julho passado,há 1 ano exato estava lá,fazia 10 graus e parecia mais frio que Curitiba com temperatura de menos de 5 graus.Será que desacostumei ou estou ficando velho?

  • kkkkkkk 1

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    • Por Paulonishi
      Depois de uma série de viagens fantásticas pela Serra Gaúcha, resolvi tirar um tempo e compartilhar a experiência em duas cidades que adoro: Gramado e Canela! Para muitos, até pensam se tratar de um único destino, mas ambas tem um charme muito especial e sempre são um destino maravilhoso.

      A Serra Gaúcha é uma região mágica, cheia de encantos que ganha ares europeus na época de inverno onde a neve tem presença cada vez mais garantida... 
      Em setembro, vira a Hollywood brasileira, com o festival de Cinema de Gramado! Vários artistas, tapete vermelho, muito glamour...

      Outra época especial para se conhecer a região é no mês de dezembro, onde ganha ares de Terra do Papai Noel!


      Mas se você quer se aventurar nessas épocas… É bom preparar o bolso e ter muita paciência com as filas em restaurantes, atrações lotadas, trânsito intenso e congestionamentos… 
      De junho a julho e de novembro a janeiro, é a altíssima temporada na região… Se você quer conhecer a cidade com mais calma, e com preços bem mais em conta, procure fugir desses períodos. Mas, se você ainda assim quer curtir o agito da Serra…Faça as suas reservas de hospedagem com pelo menos 6 meses de antecedência e fique atento a essas próximas dicas:
      Não importa a época, a grande sacada é acessar os sites de cupons, onde é muito comum conseguir comprar passeios, descontos em restaurantes e hospedagem… E funciona muito bem! E olha que não é propaganda… não sou nem patrocinado…. só quero compartilhar o que eu já testei e achei muito bom.
      A dica de ouro são os sites Laçador de Ofertas e Tchê Ofertas, que trazem cupons de restaurantes, hospedagem e das diversas atrações da região. Sempre quando vou à Gramado, faço a minha busca e vou comprando as ofertas, chegando a ter a mais de 30% de desconto e alguns combos grátis! Tipo, almoce com desconto e ganhe um passeio… É bom demais!!! 
      Na grande maioria, basta fazer a compra e nem precisa imprimir o voucher… apenas apresentar o código no estabelecimento.
      Mas atenção, tem que ficar atento à validade da oferta e já ter um período definido pro resgate! Feito isso e tendo um bom planejamento, é só desfrutar a viagem...
      FRIO

      Uma das grandes atrações da Serra Gaúcha é o frio… Principalmente com a possibilidade de neve! Só pra você ter uma idéia, nos últimos 4 anos nevou 5 vezes em Gramado! 
      E o mês mais certo para se ver neve é o mês de JULHO:
      17 de julho de 2016
      21 de agosto de 2016
      17 de julho de 2017
      10 de agosto de 2018
      6 de julho de 2019
      Mas, mesmo que você não tenha a sorte ou a oportunidade de ver a neve caindo em Gramado, tem parques temáticos onde o frio é garantido com temperaturas que podem chegar a 20 graus negativos!
      SNOWLAND
      Imagine poder curtir neve o ano inteiro… praticar ski, snowboard, patinação no gelo… inclusive no verão!
      Sim, esse lugar existe e é um parque de diversões, chamado Snowland!

      É uma atração com neve artificial e com temperaturas que podem chegar a 10 graus negativos!
      O ingresso dá direito a um conjunto de roupas de frio e o acesso à montanha de gelo, além de outras atrações para todas as idades…



      Tá localizado às margens da rodovia  RS235, na altura da linha Carazal, e funciona todos os dias das 10h às 17h. 
      MUNDO GELADO DO CAPITÃO
      Uma outra alternativa para quem quiser conhecer mais um parque temático de gelo, é o Mundo Gelado do Capitão, que tem como atração principal uma caverna de gelo com temperatura que chega à 20 graus negativos durante todo o ano! Também fornece roupas de frio e funciona todos os dias das 9h às 18h.


      CULINÁRIA
      Outra coisa que a Serra Gaúcha é campeã, sem dúvida nenhuma é na culinária! São vários sabores que vão desde as comidas típicas italiana, alemã e suíça, até culinária japonesa!
      Mas, indo pra lá, não deixe de provar a Sequência de Fondue e o Café Colonial… dois verdadeiros ícones da culinária local.
      SEQUÊNCIA DE FONDUE
      São vários restaurantes que oferecem a Sequência de Fondue, mas o funcionamento é o mesmo:
      Primeiro, uma entrada com o fondue de queijo, com acompanhamentos…
      Depois, o fondue de carne… Eles trazem uma pedra aquecida e vários tipos de carnes e molhos. Aí a gente vai fritando a carne e passando nos molhos… Nossa… delícia...
      E, por último, o fondue de chocolate, acompanhado de frutas e biscoitos.

      Todos os os fondues e acompanhamentos podem ser repetidos livremente!
      Você pode encontrar a sequência de fondues a partir de R$ 29,90 com os cupons! 
      CAFÉ COLONIAL
      Outra grande pedida gastronômica imperdível é o Café Colonial…
      Esse é o seguinte… Pegue praticamente todos os tipos de bolos, pães, tortas, salgadinhos, geléias, sucos, cafés, chocolate quente.. junte queijos, presuntos, frango frito, vinho… com direito a livre repetição… e aí temos o famoso café colonial! Um verdadeiro banquete destruidor de qualquer dieta… mas que vale muito a pena conhecer e saborear pelo menos na sua próxima viagem!

      PASSEIOS
      A Serra Gaúcha é um lugar de grandes belezas naturais… São montanhas, cânions, rios, cachoeiras e muito verde, que podem ser visitados durante todo o ano…
      E a própria cidade, com suas construções típicas e ar europeu, é uma atração à parte… 

      Andar pela principal avenida de Gramado, a Borges de Medeiros, e conhecer suas vitrines e atrações, já é um passeio imperdível, principalmente à noite, quando ganha cores ainda mais especiais.
      Vá ainda ao Lago Negro, fazer uma caminhada por entre as hortênsias e pinheiros e dar uma volta de pedalinho no mais famoso lago de toda a Serra!

      Visite também duas igrejas maravilhosas todas feitas em pedra e que são símbolos da Serra.
      A igreja Matriz são Pedro em Gramado é uma obra prima da arquitetura em estilo romano, tendo sido inaugurada em 1942. É toda construída em pedra basáltica e tem 44 metros de altura.

      Já a Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes, a Catedral de Pedra em Canela, uma das maiores e mais belas do Brasil, com uma torre de 65 metros de altura, 12 sinos de bronze e com um verdadeiro show de luzes todas as noites projetadas em sua fachada de pedra basáltica.

      Cascata do Caracol em Canela
      De todos os diversos parques existentes, uma atração imperdível é o Parque da Cascata do Caracol… Um dos cartões postais da Serra Gaúcha!

      Lá, não deixe de fazer o passeio nos bondinhos aéreos, que dão um visual ainda mais incrível de toda a beleza da Cascata do Caracol e da reserva natural repleta de araucárias seculares!

      Cânions
      Ainda, partindo das cidades de Gramado e Canela, tem passeios para os cânions em Cambará do Sul… 

      Um passeio repleto de descobertas e uma visão inesquecível de um dos cânions mais bonitos do país!
      Trem do Vinho
      Se você foi direto para Gramado e ainda não conhece a região do vinho gaúcho, tem passeios saindo nos finais de semana e indo para conhecer as vinícolas e o trem do vinho, que percorre as cidades de Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa. Se estiver de carro, pode fazer o passeio por conta e conhecer ainda mais detalhes das cidades ao redor.

      Bom, espero que tenha gostado das dicas e se quiser conferir o vídeo, tenho o canal Trips & Flicks no youtube, que tem como objetivo compartilhas as informações das viagens que tenho feito, sempre com o lema de gastar pouco para viajar mais... 
      Dicas de Gramado - Trips & Flicks
       













    • Por Ismael Guimarães
      Olá mochileiros!
      Venho trazer o meu relato de 6 dias de viagem em Roma e Vaticano, que realizei no ano de 2017. Foi a minha primeira viagem internacional, dentro de uma Eurotrip que planejei inteiramente com dicas aqui desse fórum maravilhoso. E após tanto tempo, venho dar a minha contribuição, pois depois dessa primeira viagem, não parei mais (exceto na data deste post em razão da pandemia do COVID-19).
      Ressalto que reservei 6 dias na cidade em razão de interesse pessoal, por querer explorar cada atração com bastante calma e sem pressa. Mas uma estadia de 4 dias é suficiente para conhecer o mais importante!
      Eu nunca tinha saído do Brasil, nem mesmo para os nossos vizinhos da América Latina. Mas com muita coragem e ansiedade, em 21 de novembro de 2017, às 14h50, lá estava eu no Aeroporto Internacional de Guarulhos embarcando no voo AZ675 da Alitalia, com destino a Roma.
      Desembarcamos no Aeroporto Fiumicino (Leonardo da Vinci) às 07h15 do dia seguinte, em um voo que foi muito confortável e engraçado (nas poltronas ao redor da que eu estava sentado tinham várias senhoras viajando em uma excursão, que eram muito fofas), o que aliviou um pouco a tensão da primeira viagem.
      Mas a tensão voltou com carga total no momento mais temido para quem realiza a primeira viagem internacional: a temida imigração!
      Que nada! Após uma fila de uns 10 minutos, cheguei no oficial de imigração que misturando inglês e italiano perguntou para onde eu iria, quantos dias ficaria na Itália e pediu apenas para ver o bilhete aéreo de retorno. Passaporte devidamente carimbado, seguido de um “Benvenuto in Itália!” e eu não acreditava: estava em Roma começando a realização de um sonho!
      O Aeroporto de Roma que recebe voos de longa distância fica bem longe do centro da cidade, exigindo deslocamento de mais de 40 km. Optei por embarcar em ônibus executivo, que custou € 5,90 e me deixou na estação central de trem Roma Termini, localizada na região em que fica a maioria dos hotéis.
      Nesse ponto, faço um alerta: a hospedagem em Roma é bastante cara, mesmo para os padrões europeus!
      No meu planejamento, optei por me hospedar no quarto privado de um hostel, que fica localizado a cerca de 800 metros da estação central Roma Termini e bem perto da Estação Cavour do metrô, chamado New Generation Hostel Santa Maria Maggiore. Além de ter sido um estabelecimento reformado recentemente, este hostel tinha na recepção o famoso Giuseppe, um senhor extremamente simpático que morou vários anos no Brasil e que dominava a língua portuguesa.
      Além disso, esse hostel também fica bem próximo do Coliseu, a uma caminhada de uns 10 minutos apenas. Então vale muito a pena!
      Roma é um verdadeiro museu a céu aberto e isso não é clichê! Em cada esquina, praça ou viela você se depara com vestígios da era imperial. Além disso, as atrações são próximas umas das outras, além de o transporte público ser bastante eficiente.
      Por isso a melhor forma de conhecer Roma é andando a pé, principalmente por ser uma cidade plana. Imagina ficar se deslocando de metrô dentro de um túnel subterrâneo enquanto acima tem esse verdadeiro museu a céu aberto? Na minha estadia na cidade eu utilizei o metrô apenas para ir até o Vaticano, que fica mais distante da região central.
      O metrô de Roma é excelente, com frequência de 3 a 5 minutos e quase sempre não estavam cheios. Para comprar os tickets, existem várias opções: máquinas automáticas, guichês ou tabacarias (aliás, outra observação: os italianos fumam muuuuuuuito!). Eu recomendo comprar nas máquinas, que além de ser mais rápido, não têm muito segredo: seleciona o seu ticket, insere as moedas e abaixo cai o ticket (e eventual troco). Existem alguns tipos de bilhetes: unitário, diário, 3 dias, semanal, mensal e anual, mas nas vezes em que utilizei acabei optando pelo ticket unitário, que custava € 1,50 o trecho e era válido por 100 minutos. Diferente de outras cidades europeias, no metrô de Roma você precisa inserir o bilhete na catraca para liberá-la, devendo guardar o bilhete até o final da viagem, porque para sair precisa inseri-lo novamente na catraca.
      Dica: para evitar constantes deslocamentos pela cidade e perca de tempo, é importante que no seu roteiro você coloque atrações próximas umas das outras, para que possa se deslocar caminhando. Então, por exemplo, se no primeiro dia de viagem você colocar Coliseu e depois Vaticano, terá que usar transporte e atravessar toda a cidade para chegar de um lugar ao outro.
      Por fim, alerto que Roma é uma cidade extremamente quente, parece que não venta naquele lugar! Realizei essa viagem no mês de setembro, que é início do outono na Europa. Mas na Itália estava um calor danado, um sol para cada um, como diz o ditado.
      Então uma dica essencial: para passear por Roma em dias quentes é fundamental levar consigo óculos de sol, protetor solar e uma garrafinha de água!
      Há um diferencial muito bacana em Roma, que são as fontes espalhadas pela cidade com água potável. Então basta levar sua garrafinha e ir enchendo nas fontes conforme a necessidade, pois por incrível que pareça a água é límpida. Você irá presenciar várias pessoas fazendo isso pela cidade.
       
      Dia 1 - Basílica de Santa Maria Maggiore, Fontana di Trevi, Panteão, Templo de Adriano, Praça Navona
      Após realizar o check-in no hostel e tomar um banho, já era hora de sair para começar a explorar a cidade. Como iria sair por volta das 14h30, decidi colocar no roteiro os locais mais próximos do hostel porque sabia que retornaria bem tarde, pois eu AMO conhecer as cidades durante a noite!
      Saindo do hostel fomos para a Basílica de Santa Maria Maggiore, que é uma das quatro grandes basílicas da cidade (também chamadas de Igrejas Patriarcais). Construída no século V, essa igreja mistura os estilos renascentista e barroco. No seu interior, a basílica conta com lindos mosaicos, o arco central e o chão em cosmatesco, além do seu teto incrível projetado por Giuliano San Gallo em caixotes de madeira dourada. Além disso, na Basílica de Santa Maria Maggiore que foi realizado o funeral e está enterrado o famoso escultor Gian Lorenzo Bernini, ou simplesmente Bernini.
      Saindo da igreja, caminhamos até a Fontana di Trevi. Uma visita a Roma não seria completa sem conhecer a sua fonte mais majestosa. Mas não vá achando que é só chegar na Fontana, se acomodar e tirar boas fotos a partir de vários ângulos. Nada disso! O entorno da fonte é abarrotado de gente a maior parte do dia, além dos guardinhas que ficam apitando para quem senta nas beiradas da fonte, o que é proibido.
      Conseguir um bom ângulo para fotos exige paciência, sem esquecer-se de jogar a moeda na fonte para que possa retornar a Roma (e a segunda moeda traz o amor eterno, dizem). Ficamos na Fontana até o fim da tarde, pois aproveitamos para comer pizza no local.
      Já de noite, fomos até o Panteão. Para quem não sabe, o Panteão romano também é uma igreja católica, embora tenha sido construído para ser um templo dedicado aos deuses romanos. Como era de noite, estava fechado, mas pudemos apreciar o seu lado externo e a bela Piazza della Rotonda que fica em frente. Voltaria durante o dia para visitar o seu interior.
      Caminhamos uns 5 minutos e chegamos ao Templo de Adriano, construído no ano 138 e que atualmente ostenta a sua fachada com 11 das 38 colunas originais. Nas colunas ainda é possível observar os orifícios de fixação do revestimento em mármore que ornava a estrutura original.
      Por fim, caminhamos até a famosa Praça Navona, que é bastante movimentada de noite. Visitar as suas incríveis fontes durante a noite realça a sua beleza, principalmente a Fonte dos Quatro Rios. A “Fontana dei Quattro Fiumi” foi esculpida em estilo barroco por Bernini e representa os rios mais importantes daquela época: Nilo (com a cabeça coberta por um tecido), Danúbio (com os braços para cima), Ganges (com o remo) e Rio da Prata (com a moringa).
      Retornamos ao hostel, comemos pizza novamente no trajeto e precisávamos descansar porque o dia seguinte seria bastante corrido.
       
      Dia 2 - Igreja de San Pietro in Vincoli, Coliseu, Arco de Constantino, Foro Romano, Prisão Mamertina e Monumento a Vittorio Emanuele II
      O segundo dia em Roma começou bem cedo. Levantamos às 07h30, tomamos o café da manhã em uma cafeteria próxima ao hostel e arrumamos a mochila pra sair, porque o dia seria bem longo.
      Caminhando em direção ao Coliseu passamos na Igreja de San Pietro in Vincoli (São Pedro Acorrentado), que fica a poucos metros de distância da estação Cavour do metrô. Essa igreja tem uma fachada bem discreta, que mal parece ter uma basílica no local. O seu teto, do século XVIII, é decorado com um afresco chamado Milagre das Correntes. Mas por que será esse nome? O interior dessa igreja guarda duas grandes surpresas: a intenção de visitá-la era conhecer o famoso Moisés de Michelangelo, que é a estátua que decora o túmulo de um Papa. Mas para minha surpresa no seu interior também estão as supostas correntes que prenderam o Apóstolo Pedro em Jerusalém e em Roma.
      Mas a grande atração dessa igreja é o Moisés esculpido por Michelangelo, considerado como uma das obras-primas do artista. Michelangelo trabalhou nessa obra entre os anos de 1513 e 1515, para abrigar o túmulo do Papa Júlio II. A obra foi idealizada pelo artista para ter efeitos mais claros ou escuros ao longo do dia, a depender da iluminação natural que entrava na igreja e destacava os seus efeitos de profundidade, coisa de gênio! O dito popular em Roma diz que o próprio Michelangelo ao terminar a obra ficou tão impressionado com a sua perfeição que teria batido o martelo nela e falado “parla Moisés”!
      Essa igreja tem a entrada gratuita, e de abril a setembro funciona das 8h às 12h30 e das 15h às 19h, enquanto de outubro a março permanece aberta das 8h às 12h30 e das 15h às 18h.
      Deixamos essa igreja incrível e seguimos em direção ao grandioso Coliseu! Talvez não seja exagero dizer que o Coliseu é o maior símbolo do país, pois é o primeiro monumento que vem à cabeça quando pensamos em Itália. Por esta razão que nenhuma visita a Roma será completa sem se conhecer o Coliseu, que é parada obrigatória para os turistas. Além disso, é um dos monumentos mais bem conservados da cidade.
      Não dá pra descrever aqui toda a importância história do Coliseu, senão o post ficaria enorme. Mas ir caminhando pela rua e de repente dar de cara com essa imensa construção histórica é uma sensação surreal! Sem contar a sua altura, pois é muito mais alto do que eu imaginava pelas fotos. A imaginação vai longe recriando todos os jogos que aconteceram naquele lugar, aja vista que até batalha naval e animais selvagens eram levados para o seu interior (por mais que seja uma memória da barbárie humana, pois o público se deliciava em assistir pessoas se digladiando, literalmente, não ofusca a grandeza que foi o Império Romano no seu auge). Dentro do Coliseu existe um pequeno museu com itens históricos encontrados nas suas obras de conservação, maquetes, vídeos e fotografias. Separe, no mínimo, 1 hora e meia de visita só para o Coliseu.
      Dica: gente, essa dica é praticamente obrigatória! O Coliseu certamente deve ser a atração mais visitada em Roma, e por isso tem filas gigantescas, que demoram horas! Imagina ficar plantado numa fila, queimando no sol e perdendo seu precioso tempo de férias? Então ainda no Brasil, entre no site oficial da Sociedade Cooperativa de Cultura e compre seu ingresso online, leve impresso (eles tem app, mas sempre é bom levar uma segunda alternativa para imprevistos), vá direto para as catracas que leem o seu QR Code e pronto, estará dentro do Coliseu.
      E o melhor de tudo: esse ingresso é valido tanto para o Coliseu quanto para o Foro Romano e Palatino! Tendo em vista que o Foro Romano fica em frente ao Coliseu e a visita provavelmente incluirá ambos no mesmo dia, essa modalidade de ingresso é perfeita. Mas também vale lembrar que no primeiro domingo do mês o acesso ao Coliseu é gratuito, o que pode gerar filas inevitáveis.
      Em 2017, eu paguei o valor de € 14 e o ticket era válido por 2 dias, para uma entrada no Coliseu e uma entrada no Foro Romano. Na data deste post, consultando o site oficial percebi que houve uma alteração na política de acesso, que agora é de 24 horas para acessar o Coliseu e o Foro Romano, pelo valor de € 16. Mas também percebi outra novidade: um ticket reduzido para acesso apenas de tarde, a partir das 14h até o horário de fechamento, pelo valor de € 9,50, o que vale muito a pena!
      Em frente ao Coliseu está o Arco de Constantino, que foi construído no ano de 315, três anos após a vitória de Constantino sobre o imperador Maxêncio, conquista que fez extinguir o regime de quatro governantes imperiais, passando Constantino a governar os vastos territórios romanos como único imperador.
      Aproveitamos um pouco de sombra em frente do Coliseu e sentamos em uma pequena área verde para descansar, tomar água e comprar algo para comer. Renovado o protetor solar, seguimos para o Foro Romano e Palatino.
      Usamos o mesmo ingresso do Coliseu. Havia uma pequena fila, mais por conta dos procedimentos de segurança (há máquinas de raio-x praticamente em todas as atrações turísticas, então é bom evitar equipamentos metálicos nas mochilas). E se prepare: uma visita bem feita ao Foro Romano demora cerca de 3 horas!
      O Foro Romano era o centro de poder do Império Romano. Nas ruínas que hoje encontramos estão os vestígios de uma poderosa civilização que influenciou o mundo ocidental. No local estavam instalados o Fórum de César, de Augusto e de Trajano, conhecidos em seu conjunto como “Fori Imperiali”, o Templo de Vênus, a Basílica de Maxêncio, dentre várias outras importantes instalações.
      Logo na saída do Foro Romano, em um prédio bem discreto que até tive certa dificuldade em localizar pelo GPS, está a denominada Prisão Mamertina. Segundo a tradição, foi nesse local que os Apóstolos Pedro e Paulo ficaram presos durante 9 meses, oportunidade na qual Pedro conseguiu converter seus carcereiros ao Cristianismo. É um lugar muito emocionante de se conhecer e que impõe reflexão, principalmente porque a visita relembra os tempos de perseguição romana aos cristãos.
      As instalações são bastante conservadas e antes da prisão em si, que fica no subterrâneo, há um pequeno museu no início da visita. A entrada não está incluída no ticket do Foro Romano, devendo ser comprado outro ticket exclusivo para a prisão, que em 2017 eu paguei € 10. A visita não demora mais do que 30 minutos, porque o espaço é pequeno. O horário de funcionamento é de segunda a domingo, das 8h30 às 16h30.
      Já partindo para o final da tarde, seguimos andando até o grandioso Monumento a Vittorio Emanuele II, outra instalação clássica quando nos lembramos de Roma e que também é conhecida como Altar da Pátria. Localizado na Praça Veneza, precisa tomar muito cuidado ao atravessar as ruas porque o trânsito é bastante confuso, típico dos italianos.
      Esse imponente monumento foi construído em 1878 em homenagem a Vittorio Emanuelle II, o primeiro rei da Itália. A sua estrutura é linda, com uma grande escadaria e estátuas enormes, dentre elas a estátua equestre em comemoração aos 50 anos de unificação da Itália. Há um museu no local, mas não entramos porque já estávamos cansados depois de enfrentar o Foro Romano embaixo de sol quente.
      Voltamos ao hostel para tomar um merecido banho, descansar e de noite sair para jantar e conhecer a noite romana. Como o Coliseu era muito próximo do hostel, jantamos por perto e fomos visita-lo de noite. E como era um sábado, havia uma rua bem movimentada próxima ao Coliseu, em que paramos para tomar uma cerveja e conhecer alguns bares.
       
      Pessoal, para não ficar muito longo, encerro aqui essa primeira parte do relato. E pela dificuldade de juntar muitas FOTOS, alerto que todas as fotografias referentes a essas atrações estão no meu blog, no seguinte endereço: http://viajandosozinho.com/2020/06/25/roteiro-6-dias-roma/
      Espero que esse relato ajude aos colegas no planejamento de suas viagens, pois Roma é uma cidade espetacular que respira história!
       

       
       
    • Por Paulonishi
      11/03/2020
      Fundada em 28 de maio de 1543, Valladolid ainda guarda o ar da arquitetura colonial e é uma cidade fundamental para quem quer explorar a região e o principal sítio arqueológico Maia, Chichén Itzá!
      O terminal de ônibus da empresa ADO (aquela da mulher falando sem parar nos terminais 🥴) fica bem no centro da cidade, facilitando muito o deslocamento. 

      As cidade em si é bem tranquila e pude perceber que é bem policiada. Isso é um aspecto bem legal das cidades da região, pois a sensação de segurança é muito grande e o povo muito amistoso.
      Escolhi um hostel bem próximo ao terminal e também estrategicamente localizado para conhecer as principais atrações da cidade, bem como próximo a supermercados. Nas minhas pesquisas por hospedagem, além desses itens mencionados, vejo as facilidades disponíveis como cozinha compartilhada! Isso dá uma baita ajuda para baratear os custos, pois faço compra nos mercados e cozinho algo mais saudável.

      A cidade tem como atrativo principal as construções da época do período colonial, vários Cenotes nas proximidades e sítios arqueológicos importantes, como Chichén Itzá e Ek Balam.


      Um detalhe importante é que o horário local é 1 hora a menos do que o de Cancún. Assim que cheguei fiquei perdido quanto a isso...

      O post aqui é bem resumido, pois preferi fazer um vídeo mais detalhado:
      Mochilão por Valladolid


    • Por Denis Paulo Costa Reis
      Chegar ao topo de uma montanha ou se refrescar em uma cachoeira isolada na natureza é algo que todo bom aventureiro deseja. Esse é o objetivo que muitos amantes das atividades outdoor tem buscado para relaxar corpo e mente e apesar de proporcionar experiências incríveis e inesquecíveis, essa busca pode ser muito perigosa, uma vez que acidentes podem acontecer. E se, de repente, toda essa alegria virar medo ao se deparar com uma cobra venenosa? E se o pior acontecer, você for picado por essa cobra, o que fazer? Esse post irá trazer algumas respostas importantes para essas e outras perguntas, além de situações vividas por mim e alguns colegas de aventura, confere ai:
       
      - Dei de cara com uma cobra, o que fazer?
      - Antes de tudo, mantenha a calma. Sei que para a maioria não é tão simples assim mas não entrar em pânico e evitar movimentos bruscos são atitudes corretas para esses momentos.
      - Agora que conseguiu manter a calma, se afaste lentamente e procure ficar a uma distância segura e deixar que ela siga o seu caminho, na maioria das vezes é isso que vai acontecer caso a cobra não se sinta ameaçada.
      - Jamais toque na serpente. É melhor tratar toda cobra como venenosa e não correr esse risco desnecessário. Independentemente de conter veneno, uma picada pode ser muito dolorosa e gerar infecção.  
       
      - Fiz tudo isso e a cobra continua no mesmo lugar, e agora?
      - Em nenhuma hipótese provoque a serpente jogando pedras, cutucando com algum objeto ou até mesmo batendo o pé, isso irá soar como uma ameaça e pode terminar em um acidente.
      - Se for possível mude sua rota, faça um caminho diferente. Lembre-se, somos visitantes nesses ambientes e devemos ter o máximo de respeito.
      - Se o caminho for muito apertado e não tiver outra saída, terá que fazer o seguinte:
      - Procure um galho firme e que garanta uma distância segura e faça movimentos leves para que a cobra se desloque. Possivelmente isso irá resolver seu problema.
       
      - O pior aconteceu, fui picado, o que devo fazer?
      - Em primeiro lugar, mantenha a calma(mais uma vez, rsrsr). A maioria das cobras não são venenosas, portanto a chance de você ter sido picado por uma cobra não venenosa é maior do que o contrário.
      -  Outro alívio é que, mesmo a cobra sendo venenosa, nem sempre os acidentes são letais. Não adiante entrar em desespero, isso irá complicar muito a sua situação.
      -  Estando calmo, agora é o momento de realizar os primeiros socorros e procurar o mais rápido possível um serviço médico. Lembre-se que a vítima não pode se locomover com os próprios meios, isso fará o veneno se espalhar mais rápido.
       
      O que NÃO fazer:
      Não faça sucção do veneno Não faça torniquete ou garrote Não jogue pó de café, álcool ou qualquer outra substância no ferimento O que fazer:
      Lave o local com água e sabão Mantenha-se hidratado Procure o atendimento médico mais próximo  
      - Se gosta de atividades outdoor, se previna, evite acidentes:
      - Antes de realizar qualquer atividade ao ar livre, faça um planejamento e isso inclui saber qual estabelecimento médico mais próximo e que atenda a esse tipo de acidente.
      - Sempre utilize equipamentos apropriados para cada situação. No caso do trekking, seguem algumas dicas:
      Utilize calçados fechados e calça comprida. Se for um local conhecido por ter bastante cobra, utilize botas de cano alto e calças mais resistentes; Sempre que for utilizar as mãos para se apoiar, preste muita atenção; Mantenha-se sempre alerta para possíveis encontros indesejados; Ao armar sua barraca, procure limpar ao redor. As cobras podem estar escondidas em folhas ou gravetos ou até procurar alimentos nesses lugares; Jamais deixe sua barraca aberta. Além de cobras, outros animais peçonhentos podem entrar e você não vai querer que isso aconteça.  
      E pra finalizar esse post vou contar uma das experiências que tive com serpentes:
      Ao iniciar a trilha para o Vale do Pati, na chapada diamantina, subindo a serra do ramalho, me deparei com uma Cascavel e como ela estava próximo a folhas secas não a identifiquei antes de dar o último passo em sua direção, foi quando se sentiu ameaçada e quase um acidente acontece. Nesse momento procurei tomar as medidas indicadas acima. Me afastei lentamente e imediatamente a linda Cascavel seguiu o seu caminho. Foi um encontro assustador e ao mesmo tempo incrível. Foi demais poder ficar tão perto de uma cobra tão linda e ao mesmo tempo assustadora. Cada um seguiu o seu caminho e nossas histórias continuaram.
       
      E você, já teve um encontro inesperado assim? Conta ai pra gente...
      Gostou das dicas? Tem algo que poderia contribuir para nosso aprendizado? Vamos lá, o objetivo desse post é que os aventureiros tenham mais segurança e evitem sempre os acidentes. É curtir a natureza com maior prudência para que essa história dure muitos anos.
      "Da natureza nada se tira além de fotos, nada se deixa além de pegadas e nada se leva além de lembranças"
      Instagram - @denis.reis
      Segue um post sobre um tema muito intessante.... 
       
       
    • Por michele.caetano
      Utilizo há anos esse site para pesquisar roteiros de viagens, dicas, custos e, finalmente, venho aqui dar minha contribuição. Trata-se de um relato de uma viagem de um jovem casal apaixonado, em lua de mel, que teve de enfrentar uma cotação de R$ 4,50 a R$ 5,00. Que fase! Com muito planejamento e foco conseguimos fazer uma bela viagem de 23 dias na primavera européia ❤️. 
      Fizemos uma lista virtual de presentes, então boa parte dos passeios que fizemos ganhamos de presente dos nossos queridos amigos e familiares 🥰.
      Roteiro:
      Paris - 5 dias (26/04 - 01/05)
      Praga - 3 dias (01 - 04/05)
      Viena - 2 dias (04 - 06/05)
      Budapeste - 3 dias (06 - 09/05)
      Nápoles - 1 dia (09 - 10/05)
      Sorrento - 2 dias (10 - 12/05)
      Ilha de Capri - 1 dia (12 - 13/05)
      Maiori - 1 dia (13 - 14/05)
      Roma - 5 dias (14 - 19/05)
      Primeira dica: Sempre que pensar no número de dias que quer ficar num lugar acrescente mais 1, porque o dia que você chega e sai da cidade fica bastante comprometido com os deslocamentos. E às vezes algum imprevisto também pode "atrasar" seu roteiro, como um dia inteiro de chuva no dia que tinha planejado várias coisas ao ar livre. Nesse roteiro recomendaria acrescentar pelo menos mais 1 dia em Paris, Praga e Budapeste. E mais 1 em Capri se você estiver com dinheiro sobrando ou pegar um câmbio melhor, rs. 
      Segunda dica: A primavera européia nada tem a ver com a nossa! Pegamos bastante frio, especialmente em Paris e no Leste Europeu. Importante colocar na mala uma blusa e calça térmicas e um casaco mais quentinho. Nesse lugares eu saía normalmente com uma camisa de manga curta, blusa térmica (manga comprida), uma blusa mais grossa de manga comprida, casaco e cachecol. Ah, e calça térmica por baixo da calça jeans.
      Paris
      Hospedagem: Ficamos num apartamento ótimo em Montmartre pelo AirBnB, bem equipado, com uma vista incrível da Torre Eiffel e metrô em frente (estação Pigalle). Única ressalva é pro banheiro que era beeem petite. Mas pra gente isso não incomodou. Foi um bom custo-benefício.
      Apesar de ouvir muita gente dizer que este é um bairro mais perigoso em Paris, tenho que discordar. Havia bastante movimento na rua até tarde, bem iluminado, farto comércio e restaurantes na região. Nos sentimos super seguros lá, inclusive à noite. Adorei! Valor da diária c/ taxas: € 114 (casal).
      Link: https://www.airbnb.com.br/rooms/882192?guests=1&adults=1&sl_alternate_dates_exclusion=true&source_impression_id=p3_1559085549_zGi%2BIA2ncnTDvdEE&check_in=&check_out=&children=0&infants=0
       
      Saindo do aeroporto Charles de Gaulle: Pegamos um trem (€ 10,30 p/ pessoa) até a estação Gare du Nord e de lá pegamos o metrô até a estação Pigalle.
      Transporte: Compramos o combo de 10 tickets de metrô por R$ 14,90. Vale a pena porque paga mais barato no valor unitário da passagem. No total compramos 30 tickets para os 5 dias.
       
      Gastos casal - 5 dias:
      Hospedagem: €572
      Alimentação: €425 - média de €85/dia (contando mercado, restaurante, lanches etc)
      Atrações turísticas: €233 - média de €47/dia
      Transporte: €147 - média de €30/dia
      Paris é uma cidade bem cara. A gente comia no máximo 1 vez por dia em restaurante, almoço ou janta, e ainda assim gastamos bastante com alimentação. Pra economizar, vale a pena ir ao mercado caso tenha cozinha no seu ap. Queijos e vinhos são uma boa pedida. Compramos um ótimo vinho por menos de €5!
       
      Dia 1
      Chegamos antes do horário de check-in. Então, deixamos as malas no apartamento e fomos explorar as principais atrações do bairro:
      Muro Je t'aime, Sacré-Coeur e Place du Tertre
      Muro J t'aime

      Sacre Croeur

      Vista da Sacre Croeur
      Almoço: Na verdade foi um lanche. Comemos baguetes num quiosque que tinha no caminho pra Sacre Croeur: 2 baguetes e 1 coca - €12,30
      Seguimos para o Trocadero pra aproveitar que o dia ainda estava claro e bonito e ver a torre mais de pertinho. Lá comemos nosso primeiro crepe de rua parisiense (eu amo!) - €3,50 cada. Depois de curtirmos um pouco, caminhamos beirando o rio Sena e fomos até a Champs-Élysées e o Arco do Triunfo. Depois dessa bela caminhada voltamos pro ap pra tomar um  banho quentinho e sairmos para o nosso primeiro jantar romântico da viagem.

      Tracadero

      Trocadero

      Champs-Élysées


      Arco do Triunfo
       
      Jantar romântico (um dos presentes de casamento): Restaurante Bouillon pigalle - foi um achado porque jantar em Paris sem gastar uma fortuna é uma missão difícil e o restaurante ficava praticamente do lado do nosso apartamento. 2 entradas, 2 pratos principais, 1 sobremesa e uma jarra de vinho da casa saíram por 50 euros, incluindo uma pequena gorjeta. E não é um menu não, você escolhe seus pratos individualmente. Foi um ótimo custo-benefício! Recomendo a sopa de cebola de entrada e o profiterole de sobremesa. Os pratos principais estavam bons, mas nada que chamasse a atenção. Os parisienses também curtem o local, então é bom chegar cedo porque já começa a ter fila antes das 20h e eles não fazem reserva. 
      E pra finalizar uma foto da sacada do nosso apartamento com uma bela vista da Torre Eiffel. Era incrível acordar e dormir com essa vista!

       
       
       


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