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Igor Bagnara

Mochilão Am. do Sul - BOL - CHI - PERU em 27 dias 'sozinho' JAN/2019

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DIA 2 - SUCRE E O PARQUE DOS DINOS

No café da manhã fui comer pela primeira vez o que me seguiria durante toda viagem: aquele pão redondo seco com chá (café só solúvel e intragável).
Depois do café o Cleverson e a Cintia encontraram mais duas brasileiras (Clau e Eli) indo para Uyuni no ônibus noturno. Nosso grupo BR tava se formando... combinamos de nos encontrar na rodoviária e saímos para resolver nossas pendências.

Decidimos ir logo cedo na rodoviária pra resolver a questão das passagens (ainda bem), chegando lá era tipo uma garagem com uma mesa e cadeira hahaha
Eu gastando todo meu portunhol pra convencer o cara que deveria trocar minha passagem, visto que mandei email dia 30/12 pedindo pra trocar a minha e do Kaique (migué a dele 👀). O cara ligou pro pessoal responsável pelo site e disse que eu teria que convencê-los!

Deu um puta frio na barriga precisar falar espanhol por telefone e ainda ter ganhar uma discussão, mas era desconto né?! . Briga vai, briga vem... Conseguimos que eles vendessem duas passagens pelo valor de uma. O valor no local físico já era metade do que no site e durante esse rolo havia pedido pro Kaique ir na fila das passagens e segurar duas, visto que tinha ouvido que haviam pouquíssimas. De um jeito ou outro iríamos ter que pegar as passagens e acabamos ficando com as duas últimas!

Depois decidimos fazer algo pela cidade e alguém falou que lá havia um parque de dinossauros, decidimos ir. Foi divertido? Sim. Eu voltaria se soubesse o valor + o que tem la? Não (eles cobram uma taxa maior pra turista e valor a mais pra foto) . Não que fosse ruim, mas achei bem voltado para as crianças, logo eu invoquei meu melhor lado e resolvi simplesmente me divertir ali com os dinos.

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Após o parque fomos ao mirante da cidade onde diziam ter uma vista completa de Sucre, só não imaginava que era uma subida até o céu hahahaha
Valeu a pena, a vista era bonita e passamos numa das muitas feirinhas, onde o pessoal comprou touca, luvas e lembranças, me contentei em barganhar (mas acabei comprando uma touca no fim do dia por 20 bols).

 

Sucre é uma cidade bonita, histórica, com belas arquiteturas, calçadas minúsculas, ótima pra fazer passeios a pé e sentir o clima.

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Lá pras 18h fomos tomar banho, pegar as coisas rumo Uyuni e o tão esperado deserto de sal! A rodoviária era um caos, demoramos pra nos acharmos, o ônibus atrasou, mas enfim embarcamos. Encontrei as meninas apenas dentro do ônibus.

Lembro de flashbacks da viagem noturna, eu acordando algumas vezes com o motô fazendo umas curvas fechadas, o ônibus quebrando (motô/mecânico arrumou), mais algumas curvas, ônibus quebrando novamente, o povo aproveitando pra usar o famoso 'banheiro inka' e finalmente a chegada de madrugada em Uyuni.

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DIA 3 - O ESPERADO E ESPETACULAR DESERTO DE SAL

O ônibus chega de madrugada numa rua deserta, geral estava lesado de sono, sem saber o que fazer... Maaaas eu estava preparado! Assim como havia lido no relato do @rodrigovix e da @Maryana Teles, um senhor nos abordou, já mandei com todo meu portunhol: Eres de lo Nonis café?
Quando o senhor concordou, já gritei pra geral me seguir que sabia exatamente onde ia, me sentindo o guia. 🤣😂

A felicidade de achar o Nonis(story)


Havia um pessoal tentando abordar em relação à passeios, mas ignorei todos com sucesso (melhor esperar as agências abrirem e vc estar mais consciente antes de fechar algo). Eu estava me sentindo em casa, pedi um chá com pão redondo e comecei a conversar com nossa turma BR (por enquanto era Eu, Kaique, Cleverson, Cintia, Clau e Eli, a quantidade exata de pessoas pro 4x4), eu estava bem aliviado por que curti geral e tinha lido muito relato de pessoas que não curtiram tanto a travessia do deserto por conta da companhia no carro.

O que se seguiu foi rápido e já não vem à mente com clareza, mas ouvimos mais da nossa amada língua e fomos trocando ideia, juntando o povo! Até aí já tínhamos mais cinco meninas (Gabi, Clarissa. Thayna, Vitória e Natália).

Eu dizia ter indicações de duas agências e batendo com do pessoal a agência em comum era a Esmeralda tours. Ficou decidido que ao dar 8h, iríamos num pequeno grupo negociar. Gostamos da proposta e de como fomos recebidos, estava por 800 bols (valor padrão). Ao voltar já havia crescido o grupo BR, tinha até uma gringa no meio (Ivy se não me falha a memória).

Fomos toda cambada de BR pra agência, deixamos os mochiloes, separamos as coisas pra mochila de ataque (importante pois o mochilao fica em cima do 4x4 e não pode ser acessado) e iríamos aguardar teoricamente até as 10h para a partida. Fomos comprar snacks e água (são 2 dias e meio, ponto de água somente nos alojamentos e almoço), dividimos um galão de 6l (se não me engano) em dois.

Ali passei meu primeiro 'perrengue' com inglês, a gringa estava no grupo porém nós já tínhamos comprado snacks antecipadamente e começamos a voltar antes. Ela era da Finlândia, mas o inglês era bem carregado e eu tava bem travado para falar, foi uma conversa bem mais ou menos sobre viagem, porém vi que ela não tava curtindo, tentei usar o tradutor e ela se mostrou menos disposta ainda, então larguei mão.

Fui trocar o dinheiro para pagar o passeio, havia trocado certo para pagar esse passeio, mas o dia a mais em Sucre me fez gastar os bols. Encontrei um grupinho BR na frente e já comecei a trocar ideia, ali estavam a Karla e mais dois. A cotação era HORRÍVEL pra Real e bem ruim pra dolar.
A Karla inclusive se ferrou por ter apenas Real, eu troquei dólares o suficiente pra pagar o passeio. (sempre façam câmbio antes em Santa Cruz ou Sucre)

Ao voltar, já havia outro grupo de brasileiros fechados com a Esmeralda. Estava aquele monte de BR desconhecido trocando ideia, foi mó bagunça na frente e dentro da agência! Ali conheci mais de cada um que iria conosco e a nova integrante, a blogueirinha (Tainá @fora_darotina).

Fomos avisados que haveria atraso na saída por falta de combustível, já estava todo mundo bem cansado da viagem de ônibus, um puta calor e ansiedade à mil, ou seja, geral bolado. Mas foi até de boa, uniu bem mais o grupo! Eu estava me sentindo em casa, como se conhecesse aquele povo louco desde pequeno.

Os carros começam a sair e nada dos da Esmeralda, pressionamos e um tempinho depois chegou a hora! Mochilao pra cima do 4x4 e o povo pra dentro. A disposição de lugares era: Um na frente ao lado do motô, três no banco de trás e dois no fundo que era meio apertado (decidimos ir revezando).

Duas coisas importantes que aprendi durante essa travessia: a segurar o xixi (não pode fazer no deserto de sal por risco de contaminar) e que um bom grupo no carro realmente faz TODA diferença! Passamos 90% do tempo dentro do 4x4 e se a companhia for ruim, as horas irão se arrastar, eu tive uma grande sorte. Ah, outra coisa é levar folha de coca e algo para quebrar sua amargura, dica da Eli que levou uma espécie de bola de menta. A gente "bolava" a folha de coca com uma bolinha de menta no meio, era ótimo e ajudou bastante na aclimatação (o corpo acostumar com a altitude elevada).

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A primeira parada é logo na saída de Uyuni, o cemitério de trens. Há quem ache zoado um bando de trem abandonado (se fosse em sampa vc iria ficar empolgado?) e há gente como nós que estávamos ali pra aproveitar tudo o que havia. Eram os antigos trens utilizados para atravessar o deserto, tiramos várias fotos engraçadas em grupo e nosso guia aproveitou para voltar na cidade para pegar algo que tinha esquecido (só faltou nos avisar 🙄), mas não demorou muito.

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A Esmeralda estava com três carros, os três com 17 brasileiros e uma gringa. Porém um deles não estava junto, só o vimos quando partimos do cemitério de trens e lá estava a blogueirinha tirando fotos com seu lenço esvoaçante 🤣

A próxima parada já foi o almoço, foi o tempo de servir a mesa, visto que estava pronto. Tinha carne (de lhama creio), legumes, arroz, salada... Estava fria, porém boa e acompanhava coca quente e água pra beber. Ali a estrutura já era toda de sal, desde às paredes até o banco (obviamente eu provei o sal da parede igual a @Maryana Teles KKK).

Após comer rapidinho e alguns irem no banheiro (2 ou 3 bols, Bolivia é sinal de banheiro pago) fomos para a parada seguinte, o monumento do Dakar e a praça das bandeiras. Como estávamos atrasados, seria uma parada rápida de 15/20 min, o pessoal se separou, alguns foram pegar fila pra tirar foto no monumento, outras na praça da bandeira procurar a bandeira do Brasil. Eu tirei uma foto só da parte de trás do monumento e juntei com um pessoal para começar as frustrantes tentativas de foto em perspectiva! Hahahaha é bem mais difícil do que parece.

Umas tentativas em vão e nos reunimos rapidinho pra foto e vídeo na praça da bandeira (rolou até cântico contra bolsonaro que havia acabado de assumir).

Nesse momento a ansiedade tomava conta do corpo, a viagem finalmente havia começado! Mais alguns minutos de carro e chegamos num ponto seco do grandioso deserto de sal. Aquela imensidão de branco sem fim, o óculos de sol é indispensável, pois o branco chega a cegar.

Descemos e fomos todos empolgados tirar fotos e mais fotos, apreciar aquela vista.
A dificuldade com fotos panoramicas permaneceu, o guia não ajudou, então sobrou disposição! Cheguei a deitar para tirar foto, péssima decisão... O sal grudou na roupa toda hahahaha Tive que lavar antes de dormir!

Meia horinha depois, volta todo mundo pro carro e partiu rumo ao Salar alagado, uma das coisas mais lindas que já vi na minha vida. O conselho é levar chinelo ou ficar descalço. O carro foi chegando e o fôlego foi sumindo, que visão era aquela... Parecia  um mundo de nuvens, no céu e no chão, algo  infinito.

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Ali eu perdi a noção do tempo, de onde estava, do que fazer. Tirava uma foto ou outra, ficava olhando, voltava a tirar fotos, apreciava... Não estava preparado praquela  paisagem, aquela imensidão de céu!

Dali rumamos para o primeiro abrigo, horas e horas de carro, segurando xixi. Mas era agradável na medida do possível, a companhia era boa, o papo fluía. Nesse caminho um dos carros ficou para trás, em determinado momento paramos num pedacinho de terra e foi uma correria louca quando o motô disse que poderíamos fazer xixi ali! Hahahaha

Vimos um carro atolar de longe e outro estava ajudando. Perrengues dos outros a parte, eu estava exausto. A viagem mal havia começado e eu tinha vivido taaaanta coisa em 3 dias. Depois de um tempo, o carro desatolou e seguimos viagem.

Ao chegar no 'hotel de sal', fui surpreendido novamente! Achei muito bem estruturado, bonito, um rústico com conforto. A fila do banho estava gigante, o banho gelado era free, 10 bols pra ser "quente".

Banho tomado, roupa suja lavada, bem agasalhado (estava frio pra k7), o jantar foi outra surpresa! Chegou uma panela gigante de sopa e me debulhei, até alguém da mesa avisar: gente, é só a entrada.

Do nada chega um prato imenso de lomo saltado com papas. Eu já estava cheio só com a sopa hahahhaha
Mas como minha mãe ensinou, bora limpar o prato né?! Falhamos na missão, era muita coisa, ainda havia um vinho pra cada mesa (carro). O guia inclusive achou meio ruim sobrar comida, mas não dava.

Geral bem comidos (rs) e de banho tomado, indo dormir com as 3 cobertas na cama de sal. Tinha um povo juntando os vinhos das mesas pra tomar. Obviamente me juntei a eles, conversamos um bocado, bebemos e rimos muito. E já tava mais que na hora de dormir, no outro dia sairíamos cedinho. Eu sabia que havia feito a escolha certa de traçar esse caminho "sozinho"!

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Olá Igor, estou gostando do relato, tá massa! Estou de viagem marcada para 23 de dezembro, eu e minha esposa. 

Já vou te perguntar de antecedência, pegou chuva algum dia? Em cusco por exemplo.

estamos aguardando o restante, abraços!

  • Obrigad@! 1

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16 horas atrás, eduardo.segatto disse:

Olá Igor, estou gostando do relato, tá massa! Estou de viagem marcada para 23 de dezembro, eu e minha esposa. 

Já vou te perguntar de antecedência, pegou chuva algum dia? Em cusco por exemplo.

estamos aguardando o restante, abraços!

Opa Eduardo, valeeu! 

Olha, peguei chuva diversas vezes durante a trip, porém eram chuvas passageiras, muitas vezes na volta do passeio, não sei se foi sorte ou Pacha Mama olhando por mim. 

Não atrapalhou NENHUM passeio que fiz, peguei alguns lugares nublados, porém é normal o ano todo. 

Cusco tem um tempo imprevisível hahaha

Meu conselho é ir sempre com troca de roupas e no estilo 'cebola', varias camadas pra ir tirando ou colocando conforme o tempo. 

Pode perguntar quando tiver qualquer dúvida! Postarei as continuações assim que possível :)

Ps: se eu não responder aqui, pode mandar no insta que vejo na hora: @igorbagnara

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    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado na Bolívia no final de 2018, se liga na vibe do nossos visinhos bolivianos...
       
      1º Dia: Partida - 26/12/2018 - 15h00 - São Paulo x Porto Quijarro - Empresa La Preferida R$315,00
           Partimos de São Paulo dia 26 de Dezembro de 2018 as 15:00pm da tarde do Terminal Rodoviário da Barra Funda. O ônibus teve um atraso de 30 minutos para que todos os passageiros guardassem suas bagagens no ônibus. A viagem é tranquila e o ônibus muito bom com banheiro e água da empresa La Preferida. Este primeiro trecho da viagem foi entre São Paulo à Porto Quijarro já na Bolívia. A viagem foi tranquila com duração de quase 23 horas e com paradas de 3 em 3 horas. 

       
      2º Dia: Partida - 27/12/2018 - 13h00 - Porto Quijarro x Santa Cruz de la Sierra - Empresa 2 de Mayo Bs$100,00 - Moto Táxi Bs$6,00 - Taxa terminal Bs$3,00 
           Depois de horas na estrada estávamos próximos ao serviço aduaneiro de fonteira terrestre - ADUANA - na fronteira com a Bolívia. Pensamos que o ônibus iria parar para que fizéssemos a saída do Brasil e depois a entrada na Bolívia, mas o ônibus passou direto na fronteira e só parou no Terminal Rodoviário de Porto Quijarro, já em território Boliviano. No terminal rodoviário trocamos um pouco de real em pesos bolivianos e guardamos nossas mochilas na sala vip da empresa La Preferida que foi gentilmente cedida aos passageiros, logo depois pegamos um moto táxi por Bs$3,00 bolivianos para retornar à fronteira para darmos a saída do Brasil na ADUANA Brasileira e firmar a entrada na ADUANA Boliviana. O trecho do terminal rodoviário até a fronteira leva menos de dez minutos. Chegamos na fronteira e atravessamos para o lado brasileiro novamente para fazer a saída do Brasil. A fila estava grande para quem fosse dar entrada no país mas para quem era brasileiro e estava dando a saída do país, no caso do Brasil, estava sendo atendido mais rápido. Fomos atendidos depois de uns 40 minutos e corremos para a fila da ADUANA Boliviana que esta um pouco menor. Carimbamos nossos passaportes e firmamos a entrada na Bolívia. Agora estávamos em dia com o controle de imigração rsss. Após todo trâmite da fronteira retornamos para o terminal rodoviário para almoçar e comprar nossa passagem para a nossa próxima parada, a cidade de Santa Cruz de la Sierra. Compramos em um dos diversos guichês na rodoviário pela empresa 2 de Mayo por Bs$100,00 bolivianos mais a taxa do terminal de Bs$3,00 bolivianos para as 13:00pm com aproximadamente 16 horas de duração. Poderíamos pegar o famoso Trem da Morte pelo mesmo valor e que também sai de Porto Quijarro mas leva um pouco mais de tempo para chegar em Santa Cruz e como estávamos com pouco tempo preferimos ir de ônibus mesmo. 
                       
           A viagem foi tranquila passando por diversas florestas e rios nos mostrando paisagens lindas do território boliviano. Fizemos algumas paradas durante o caminho para comer e ir ao banheiro pois no banheiro deste ônibus só podia mijar. Logo no começo da viagem o cobrador pediu para que quem precisasse cagar era pra pedir pra ele que eles paravam o ônibus para a pessoa fazer na estrada, pois como a viagem seria longa, se fosse fazer no ônibus mesmo ninguém aguentaria o cheiro. Mas ninguém precisou rsss. 
       
      3º Dia: Partida - 28/12/2018 - 11h30 - Santa Cruz de la Sierra x La Paz - Empresa Concórdia Bs$220,00 - Banheiro Bs$4,00 - Taxa Terminal Bs$5,00
           Chegamos em Santa Cruz por volta das 4:00am da madrugada. Ficamos aguardando o Terminal Bimodal de Santa Cruz abrir as 6:00am para poder fazer o cambio da moeda e comprar nossas passagens para nosso próximo destino, La Paz. Ficamos aguardando em alguns bancos que tem do lado de fora do terminal, quando um policial da INTERPOL abordou um de nós pedindo o documento de entrada na Bolívia. Documentos conferidos e fomos liberados rapidamente. Se não tivéssemos feito a entrada no país seríamos multados por estarmos ilegais no país pagando uma multa por este delito. 
           O terminal começou a abrir e logo vimos uma mulher vendendo as passagens para La Paz pela empresa chamada Concórdia pelo valor de Bs220,00 bolivianos, já adiantamos e compramos.  Depois entramos no terminal para aguardar nossa partida que seria somente às 11:30am, então tínhamos um bom tempo para comer, trocar dinheiro, tomar banho e dar uma volta pelos arredores do Terminal Bimodal de ônibus de Santa Cruz de la Sierra. Pagamos Bs1,00 boliviano para banheiro e Bs3,00 bolivianos para banho no terminal, isso acontece em toda a Bolívia, todo banheiro será cobrado, seja para necessidades ou seja para banho. Então separem suas moedinhas, pois elas serão muito úteis para isso. Outra utilidade para as moedas, são as taxas de embarque que todo terminal de ônibus cobra. Depois que compramos nossa passagem tivemos que ir em outro guichê para pagar a taxa de embarque do terminal que nos custou Bs$5,00 bolivianos. Dentro do ônibus antes de sair do terminal, um fiscal entra conferindo pessoa por pessoa o pagamento da taxa. 
        
        
           Andamos nas ruas ao redor do terminal e encontramos diversas barracas com comidas de rua. Tinha bastante comida típica, muitas sopas e caldos, sucos e escolhemos para começar as famosas salteñas e empanadas boliviana. São maravilhosamente deliciosas e valeu muito a pena experimentar. Comemos também o famoso cuñapé, que seria o pão de queijo boliviano. Outra delicia boliviana mas confesso que os pães de queijo da minha avó são infinitamente melhores que os cuñapé boliviano ahuahuahuahu. Desculpa aew Bolívia rs. 
           Retornamos ao terminal e embarcamos rumo a La Paz em uma viagem aparentemente tranquila mas assim que íamos distanciando de Santa Cruz o trajeto começou a ficar um pouco tenso. O trecho que passamos estava em obras e tivemos que passar por diversos desvios ao lado de desfiladeiros e enormes rios que cruzávamos a todo momento. Mais a noite o tempo mudou e começou a chover forte e o trânsito ficou bastante lento em alguns lugares. Com a noite chegando, a escuridão dominava e não tínhamos noção de onde estávamos passando, mas quando um relâmpago clareava tudo r nos dava a visão  do quão perigoso estava o trecho que estávamos passando. 
           Após o transtorno do trecho em obras fizemos mais uma parada para esticar as pernas, ir ao banheiro, comer alguma coisa, comprar água pois seria a ultima parada até La Paz. Como estava um calor de quase 30º graus desde Porto Quijarro, não nos importamos em colocar roupas de frio e seguimos em frente. Assim que o ônibus começou a chegar próximo da cidade de El Alto por volta das 5:00am da manhã sentimos o verdadeiro frio da Bolívia.

       
      4º Dia: Partida - 29/12/2018 - La Paz - Banheiro Bs$1,00 - Hostel Bs$153,00 - Van Bs$5,00 - Teleférico Bs$3,00 - Empresa Diana Tour Bs$40,00    
           Pela janela do ônibus só se via um descampado sem árvores, sem vegetação, coberto somente por uma grama curta e alguns arbustos e muito frio. Tinham diversas casas feitas de barro no meio do nada. Meu coração começou a bater mais forte e a falta de ar também começou levemente. Estava com os esfeitos da altitude, o soroche. Notei que estávamos próximos de El Alto, a última cidade antes de La Paz. O ônibus fez uma parada e mais da metade dos passageiros ficaram por ali mesmo. Perguntamos se ali seria o ponto final do ônibus. Algumas pessoas e o cobrador responderam que sim. Que teríamos que descer ali e pegar o teleférico até La Paz. Quando pegamos nossas mochilas do bagageiro do ônibus, perguntei para o motorista se ali seria o ponto final. Ele respondeu que não, que ali era ponto final pra quem era de El Alto. Subimos novamente no ônibus e ai sim seguimos rumo ao Terminal de Buses de La Paz.
           Chegamos por volta das 7:00am da manhã no terminal e bem na hora do rush. Havia muito congestionamento e resolvemos saltar do ônibus antes de chegar no terminal e continuarmos a pé o trajeto. No terminal de buses de La Paz usamos o banheiro por Bs$1,00 boliviano, compramos nossas passagens para Copacabana por Bs$40,00 bolivianos pela Diana Tour e usamos o wi-fi gratuitamente para podermos acessar o mapa no telefone para  poder seguir a pé para a Rua Sagarnaga. Esta rua esta concentrado a maioria das agências de câmbio, das agências de turismo, hotéis, pousadas e hostel. Fica bem próximo do Mercado Lanza, do famoso Mercado de las Brujas, da Igreja e Convento São Francisco, da Av. Illampu que contém diversas agências de turismo também. Ficamos hospedados no Hostel York B&B na rua Sagarnaga mesmo por Bs$153,00 bolivianos a diária por um quarto duplo, café da manhã e com banheiro privado. Como chegamos muito cedo no hostel e o check-in seria um pouco mais tarde, guardamos nossas mochilas na recepção do hostel e tomamos algumas xícaras de chá de coca para amenizar os efeitos da altitude que já estavam dando seus sinais. Ficamos por alguns bons minutos na cozinha do hostel tentando acostumar com aqueles sintomas e assim que o chá de coca fez efeito resolvemos sair pra rua para encontrar agências de câmbio para trocar nosso dinheiro e aproveitamos para dar uma volta na rua do Mercado de las Bruxas que estava começando a abrir.   
        


         


           Retornamos para o hostel para fazer o check-in, pois já estava no horário, nos acomodamos no quarto que reservamos, tomamos um belo e merecido banho, arrumamos as mochilas menores e bora pra rua novamente almoçar e aproveitar o dia que por incrível que pareça estava fazendo sol com todo aquele frio. Então não podíamos perder tempo e saímos logo em direção à Praça Murillo, um dos cartões postais de La Paz. 
       
       

           Ficamos um tempo nesta praça até que resolvemos perguntar para um guarda como se chega no Mirador Kili Kili. Ele nos orientou a pegar um tipo de van por ali mesmo em uma esquina da Praça Murillo pagando Bs$5,00 bolivianos que conseguiríamos chegar na entrada do mirador. Achamos a van e aguardamos por alguns minutos até que lotasse a van de passageiros. O percurso até o mirador durou apenas 10 minutos. A van percorre alguns lugares da cidade parando em alguns e seguiu rápido em direção ao mirador. Transporte barato, rápido e eficaz.  










           O Mirador Kili Kili nos da a visão da grandeza de La Paz. Tem uma vista impressionante da cidade. Ficamos por horas neste local, até que o tempo que estava aberto se fechou de uma hora pra outra e começou a chover até granizo. Ficamos por quase uma hora em um abrigo no mirador aguardando a chuva passar. Foi impressionante ver aquela tempestade do mirador com seus raios cortando toda a cidade de La Paz.
           Assim que a chuva deu uma trégua conseguimos ir até o ponto e pegamos a van que nos deixou na Praça Murillo novamente. De lá fomos ao mercado Camacho comer uma típica comida boliviana. Estava frio e chuvoso e nossos estômagos estavam roncando de fome. Andamos por cerca de 10 minutos e já estávamos no Mercado Camacho. Pedimos dois pratos tipicamente bolivianos porem esquecemos de perguntar quantas pessoas eles serviam ahuauhaua. Vieram dois pratos enormes, um chamado Picana Navideña e outro chamado Planchitas que juntos serviam 4 pessoas facilmente ahuahuhauhau. Fiquei pensando depois que o garçom poderia ter nos avisado rsss mas tudo bem, comemos até o cu fazer bico! kkkkkkkkkk 

       
           Barriga cheia, pé na areia! Saímos do Mercado Camacho e fomos nos aventurar nos famosos teleféricos da cidade. Foi sensacional andar por cima da cidade naquelas cabines. Parecia que estávamos flutuando sobre La Paz. O sistema teleférico em La Paz foi inaugurado no ano de 2014 ligando as cidades de El Alto e La Paz. Hoje em dia La Paz contém 9 linhas integradas levando 18.000 pessoas por hora, facilitando o trânsito caótico gerado pela geografia caprichosa do lugar. As linhas são interligadas, porém cada uma delas será cobrado uma tarifa de Bs$3,00 bolivianos caso tenha que trocar de linha. 
         


       
       

            Retornamos ao hostel para descansar um pouco e aclimatar pois o soroche estava acabando com nosso fôlego e o coração disparava a toda hora. Como íamos subir mais ainda resolvemos ficar de booooa no hostel pois logo de manhã iriamos sair em direção ao Terminal de Buses de La Paz para tomar o ônibus para o nosso próximo destino, a cidade de  Copacabana às margens do lago mais alto do mundo, o Lago Titicaca.
       
      5º Dia: Isla Del Sol - 30/12/2018 - La Paz x Copacabana x Isla Del Sol
       
      (((((Continua no próximo post))))
       
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       (...)
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      (61) 98317-1261 (Meu contato, para troca de experiências) 
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      Boa tarde. Quero sugestões de cidades em todo o estado de São Paulo, que são tranquilas, românticas e com bastante vegetação e área verde!?
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    • Por Alex Todeschini
      Esse roteiro descreve 14 dias viajando entre Colômbia e Equador em Abril de 2016. 

      Colômbia
      11-Fev (Quinta): Saída de Porto Alegre pela LAN às 10:30 com conexões em Guarulhos e Bogotá pela LAN para assim chegar ao destino (Cartagena) às 23:30 onde passei a noite no El Viajero hostel.

       
      12-Fev (Sexta): O dia iniciou com uma calorosa recepção na área de café do hostel que em pouco tempo pude trocar experiências com pessoas de diferentes lugares. Durante a manhã foi aproveitado o tempo de espera do check-in no próximo hostel e conhecer a Cidade amurallada,  Casa Gabriel García Marques e o Café del mar (recomendado no final da tarde), onde teve o primeiro negócio (eles adoram) para comprar uma pulseira com Andrés, simpático vendedor que mais adiante me pareceu como sendo uma das características desse povo. No início da tarde um City tour de Chiva (ônibus sem porta) passando por Boca Grande, Castillo San Felipe,  Convento Santa Cruz de la Popa, Torre del Reloj, Catedral Metropolitana, Monumento Zapatos Viejos, Conventos e Plaza Santo Domingo. A noite buffet de cerveja (Club Colombia, Aguila, Pilsen) en Donde Fidel (lugar muito boemio) e final da noite regrada a salsa no Cafe Havana.

      13-Fev (Sábado): Saída para Isla Grande (50.000 COB) às 8h. Espera para saída em torno das 9:30 com a mare baixa, assim foi uma tranquila viagem de 1h. Hospedagem em barraca com café,  almoço (arroz com coco e Patacon que parece uma banana frita) e janta por 140.000 COB. Após comer um delicioso peixe, o dia foi para aproveitar a natureza da ilha e relaxar.  A noite começou com umas cervejas e Rum junto com outros hóspedes e logog mais em um povoado próximo (15 minutos caminhando) com os nativos.

      14-Fev (Domingo): Aproveitado a manhã no paraíso, seguido de mais um negócio, agora com Andi, outro vendedor simpático determinado em fazer a compra baixou o preço de um colar de 60.000 COB por 22.000. A tarde barco até Playa Blanca no arquipélago del Rosario (15.000 COB), com adrenalina por 25 min. Busca por dormitórios barato, sendo a melhor oferta um quarto por 60.000 COB, havia opções mais baratas, mas com a taxa de conversão do dólar não valia a pena (Dica, lembrar de levar peso pois não aceitam cartão), outras opções ainda mais em conta era dormir em rede.

      15-Fev (Segunda): Um pouco mais de praia em águas caribeñas e saída a tarde de carro (60.000 COB) de volta a Cartagena para assim partir de ônibus para Medellín às 18h. Antes da saída foi provado o refrigerante Pony Malta, que entendo como alguém deve pode gostar.
      16-Fev (Terça ): Após 15 horas de viagem, chegada a terra de Pablo Escobar hospedagem no Hotel Nuevo Samaritano (34.000 COB) Internacional (23.000 COB) na "La Candelaria" . Passeio pela cidade, primeira volta no metro que impressiona na organização e visita ao parque Pies Descalzos e centro de convenciones y exposiciones Plaza Mayor onde foi provado o michelado (cerveja com limão e sal), o Museo del Agua estava fechado devido efeito El niño. A noite foi provado o Refaro (bebida com refrigerante colombiano e cerveja Pilsen).

      17-Fev (Quarta): TurBus de Chiva (23.000 COB) ônibus sem porta) saindo pela Plaza Botero com primeira parada no Parque dos Deseos e visita ao Parque Explora que é realmente incrível devido o volume de informação, disposição das pessoas para explicar, cada um dos atrativos e atividades interativas. Passeio no Metro Cable qué sai de Niquía (fantástico) e Pueblito Paisa. 

      18-Fev (Quinta): Visita ao Museo Antioquia (10.000 COB) e conhecer a história de Botero, artista famoso por suas obras em que aplica técnicas de volume, o museu é muito grande, com amostras de outros artistas desde arte abstrata a trabalhos audiovisuais com objetivo de trazer a tona problemas sociais. Saída de ônibus para Bogotá (60.000 COB).

      19-Fev (Sexta ): Hospedagem no hostel Internacional (23.000 COB) seguido de caminhada pelo centro da candelária, senso durante a caminhada possível ver a troca de guarda da polícia colombiana.  Passeio pela plaza Bolívar cercada pelos edifícios capitólio, palácio da justicia, la Alcaldía e claro a catedral. As pombas na praça e os protestos dos vendedores ambulantes por melhores condições fez parte das atrações.

      20-Fev (Sábado): Caminhada pelos pontos não percorridos, visita pelo museu da polícia onde se pode perceber uma excelente organização nacional para melhor segurança do país em diversas áreas. A noite, a saída estava programada para um bar chamado "Quiebra Canto", mas foi abordada devido o vazio das ruas.

      21-Fev (Domingo): Visita ao Cierro Monserrate usando o funicular para chegar ao topo (5.000 COB) , apesar do dia fechado a visita é indispensável seja pela vista ou sensação de tranquilidade. Saída para quito através de Viva Colombia (US$ 118,00), chegada no final do dia com transporte até parte histórica (US$ 27,00) e hospedagem em B&B (US$ 10,00).

      Outros destinos: Gostaria de ter feito o caminho sugerido em outros post de ônibus para conhecer Cali (Bogotá -» Cali -» Ipiales -» Otavalo -» Quito) mas necessitava mais tempo.
      Equador
      22-Fev (Segunda): Caminhada pela cidade e passeio por alguns dos pontos turísticos (Iglesia La Companhia e La Basílica, Calle das siete cruzes,  Plaza Grande, Plaza García Moreno, Mirador El Panecillos. Durante a noite visita dos bares na zona La Mariscal (Dirty Sánchez, El poblé diablo,...)

      23-Fev (Terça): Visita a Ciudad Mitad del Mundo e museo Intiñan.

      24-Fev (Quarta): Saída de Quito com trolebús até estação de Quitumbe (US$ 0,25) e ônibus até Baños 1.800m (US$ 4,45). Chegada no final da tarde e hospedagem (US$ 10,00).
      25-Fev (Quinta): Início do dia com rafting (US$ 25,00) nível III seguido de almoço pela agência Wonderful Ecuador. Durante as atividades amizade com pessoal incrível de Guayaquil, logo seguimos com Canopy de 1000m sobre o rio (US$ 15,00), visita a cascata Pailón del diablo (US$ 1,50) e "el Casa del árbol" que fica atrás do Volcan Tungurahua a 5.016m (US$ 1,00).

      26-Fev (Sexta): Saída às 11h para Guayaquil com carona.  Chegada no final do dia porque havia rompido uma ponte, logo tivemos que tomar rotas alternativas. Parada durante a viagem para provar fritada (Prato com pedaços de porco com batata frita preparada com cebola em formato de hambúrguer). No final do dia vista a praça das iguanas (incrível para quem nunca viu) seguido de um passado pelo Malecón. Van até Montañita porque o último ônibus das 18:30 já havia partido (US$ 10,00). Chegada às 23h e busca por hostel, existem vários mas fiquei no mas conveniente Borbor que pertence a surfista (Hamilton) por US$ 5,00.
      27-Fev (Sábado): Passeio pela praia durante o dia e reencontro de vários amigos feitos durante o percurso até o hostel (incrível a simpatia de todos). Saída de Montañita para Guayaquil às 18:30 (US$ 6,00) chegando às 9:30.

      28-Fev (Domingo): Retorno Brasil as 5:30 da manhã pela Lan até Lima, TAM até Guarulhos e TAM até Porto Alegre.
      Outros destinos: Entros lugares muito bem recomendados que não pude conhecer nesta viagem foram Cuenca, Otavalo, Rota do Sol e Galápagos.
       



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